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ABC
Editorial

Medida da Pressão Arterial no Braço: Há Mais do que os Olhos Enxergam

Rodrigo Bezerra et al. Audes D. M. Feitosa Wilson Nadruz

A hipertensão é o fator de risco mais importante para eventos cardiovasculares na população mundial. – Portanto, a identificação desse fator é fundamental para a avaliação do risco cardiovascular. A avaliação não invasiva da pressão arterial (PA) usando manguitos nos braços é o método recomendado para diagnosticar e controlar a hipertensão. No entanto, essa avaliação deve ser feita de forma adequada e precisa para evitar medidas não acuradas da PA e decisões de manejo inadequadas.

A seleção do tamanho do manguito é uma etapa fundamental na avaliação da PA e depende da circunferência do braço do indivíduo examinado. Um manguito menor do que o necessário superestima a PA, enquanto um manguito maior do que o necessário subestima a PA. Alguns estudos relataram diferenças médias na PA sistólica de 6 mmHg quando são usados manguitos de tamanho inadequado, embora discrepâncias marcadamente maiores possam ser observadas em alguns indivíduos. Nos Estados Unidos, aproximadamente 51% dos adultos com hipertensão precisam de manguitos grandes ou extragrandes, incluindo 84% daqueles com obesidade e 65% daqueles com idade entre 18 e 34 anos. Como a obesidade é altamente prevalente em todo o mundo, esses números americanos destacam a importância da avaliação sistemática da circunferência do braço para a medição precisa da PA na prática clínica.

[…]

  • Braços
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • Monitor de Pressão Arterial
  • Obesidade
  • Tecido Adiposo
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16/06/2023 DOI: 10.36660/abc.20230274 Visualizações 1
ABC
Editorial

Obesidade, Gordura Corporal e Desfecho Cardiovascular: Além do Índice de Massa Corporal

Desiderio Favarato

A pandemia de obesidade tem estado associada ao aumento de doenças cardiovasculares (DCV). O diagnóstico de DCV é feito com antecedência de dez anos em pessoas obesas.

Embora o índice de massa corporal (IMC) tenha sido amplamente utilizado como o principal índice de obesidade, não é um preditor preciso de doenças cardiovasculares.

[…]

  • Circunferência abdominal
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • índice de massa corporal
  • Obesidade
  • Tecido Adiposo
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17/05/2021 DOI: 10.36660/abc.20210074
ABC
Carta ao Editor

Tecido Adiposo Epicárdico: Um Novo Parâmetro de Imagem Cardiovascular Profundamente Relacionado às Doenças Cardiovasculares

Eduardo Thadeu de Oliveira Correia et al. Letícia Mara dos Santos Barbetta

Prezado Editor,

Lemos com grande interesse o artigo intitulado “A relação entre o tecido adiposo epicárdico e a resistência à insulina em crianças obesas”. Nesse artigo, os autores realizaram ecocardiografia doppler tecidual para avaliar a espessura do tecido adiposo epicárdico (TAE), retardo eletromecânico (REM) e outras medições padrão em 94 pacientes pediátricos obesos. Pacientes com Avaliação do Modelo Homeostático para Resistência à Insulina (HOMA-IR) maior que o percentil 90 em uma curva de percentil específica para idade e sexo foram rotulados como tendo resistência à insulina (RI). O estudo apontou que o grupo com RI tinha espessura significativamente maior de TAE do que os pacientes incluídos sem RI (7,15 vs. 5,5 mm, p<0,004, respectivamente) e REM inter e intra-atrial prolongado no grupo IR em comparação com o grupo não IR (p3,85 mm poderia predizer RI com 92,5% de especificidade e 68,5% de sensibilidade (p=0,002). O estudo concluiu que o TAE poderia ser usado para identificar RI em crianças, pois afirma-se que o TAE é parâmetro barato e acessível que pode ser facilmente medido com ecocardiografia.

[…]

  • Criança
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Obesidade
  • Pericárdio
  • Resistência à Insulina
  • Tecido Adiposo
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07/12/2020 DOI: 10.36660/abc.20200309
Figura 1
ABC
Artigo Original

Relação entre o Tecido Adiposo Epicárdico e Resistência à Insulina em Crianças Obesa

Hatice Güneş et al. Hakan Güneş Fatih Temiz

Resumo

Fundamentos

A resistência à insulina (RI) é um distúrbio importante em crianças obesas, pois está intimamente relacionado a doenças cardiovasculares. O tecido adiposo epicárdico (TAE) desempenha um papel no desenvolvimento da RI devido a moléculas bioativas secretadas, sendo que o processo inflamatório dessas moléculas pode causar atraso eletromecânico atrial (AEA).

Objetivo

O objetivo do nosso estudo foi determinar a relação entre o TAE e o AEA com a RI em crianças obesas.

Métodos

O estudo incluiu 94 pacientes obesos. A IR foi calculada usando o Modelo de Avaliação da Homeostase da Resistência à Insulina (HOMA-IR) e definida como HOMA-IR maior que o percentil 90 em uma curva de percentil específica para idade e sexo. Os pacientes foram divididos em dois grupos de acordo com sua RI. Todos os pacientes foram submetidos a exames ecocardiográficos. A significância estatística foi estabelecida como valor de < 0,05 bicaudal.

Resultados

A TAE encontrava-se significativamente maior no grupo RI (p 3,85 mm, com especificidade de 92,5% e sensibilidade de 68,5% (p = 0,002). No modelo de regressão logística multivariada, o TAE (OR = 1.256, IC de 95%: 1.016–1.53, p = 0.035) esteve associado à RI após o ajuste para as variáveis estatisticamente significativas na análise univariada. O AEA inter e intra-atrial mostrou-se significativamente prolongado no grupo RI em comparação com o grupo sem RI (p < 0,010; p = 0,032, respectivamente).

Conclusão

No nosso estudo, revelamos que o TAE esteve positivamente correlacionada com a RI e foi preditor independente de RI. (Arq Bras Cardiol. 2020; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Criança
  • Obesidade
  • Pericárdio
  • Resistência à Insulina, Ecocardiografia/métodos
  • Tecido Adiposo
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13/03/2020 DOI: 10.36660/abc.20190197
ABC
Carta ao Editor

A Relação entre a Espessura da Gordura Epicárdica e os Escores de Risco Prognósticos

Sevket Balta et al. Cengiz Ozturk Turgay Celik

Caro Editor,

Lemos o artigo “A Relação entre o Escore GRACE e a Espessura da Gordura Epicárdica (EGE) em Pacientes sem IAMCST”, por Gul et al. Os autores concluíram que EGEs sistólicas finais e diastólicas finais foram determinadas aumentadas no grupo GRACE superior.

[…]

  • ecocardiografia
  • Escore de GRACE
  • Pericárdio
  • Síndrome Coronariana Aguda / complicações
  • Tecido Adiposo
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01/12/2016 DOI: 10.5935/abc.20160185
ABC
Carta ao Editor

A Medição da Espessura do Tecido Adiposo Epicárdico por Ecocardiografia Apresenta Desafios

Mustafa Gulgun et al. Fatih Alparslan Genç

Carta ao Editor,

Foi com grande interesse que lemos o trabalho de Kaplan et al. entitulado “Avaliação Eletrocardiográfica do Intervalo Tpeak-Tend em Indivíduos com Espessura Aumentada do Tecido Adiposo Epicárdico”, publicado nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia em dezembro de 2015. Os autores tinham como objetivo investigar a relação entre tecido adiposo epicárdico (TAE) e repolarização ventricular. Eles demonstraram algumas anormalidades na repolarização ventricular evidenciadas na eletrocardiografia de pacientes com aumento da espessura do TAE. Gostaríamos de agradecer Kaplan et al. por seu excelente esforço neste trabalho. Gostaríamos também de compartilhar alguns comentários.

[…]

  • Arritmias Cardíacas / etiologia
  • ecocardiografia
  • Eletrocardiografia
  • Imagem por Ressonância Magnética / tendências
  • Pericárdio
  • Tecido Adiposo
  • Valores de Referência
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01/11/2016 DOI: 10.5935/abc.20160167
ABC
Carta ao Editor

Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST

Levent Cerit

Ao Editor,

Li o artigo intitulado “Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST” de Gul et al. com grande interesse. Os investigadores relataram que o escore GRACE mostrou uma correlação positiva com a espessura da gordura epicárdica (EGE) ao final da sístole e EGE ao final da diástole, e análises estatísticas também demonstraram uma melhor correlação entre o escore GRACE e a EGE ao final da diástole, em vez da EGE ao final da sístole.

[…]

  • ecocardiografia
  • Escore Grace
  • Pericárdio
  • Síndrome Coronariana Aguda
  • Tecido Adiposo
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01/08/2016 DOI: 10.5935/abc.20160123
Figura 1
ABC
Original Article

Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST

Ilker Gul et al. Mustafa Zungur Ahmet Cagri Aykan Teyyar Gokdeniz … Ezgi Kalaycioğlu Turhan Turan Engin Hatem Faruk Boyaci

Resumo

Fundamento:

O escore de risco GRACE (SG) é um sistema com significado prognóstico para pacientes com infarto do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST (IMSSST).

Objetivo:

Determinar se a espessura da gordura epicárdica (EGE) ao final da sístole ou da diástole é mais associada com pacientes de IMSSST de alto risco de acordo com o SG.

Métodos:

Este estudo avaliou 207 pacientes com IMSSST desde outubro de 2012 a fevereiro de 2013, sendo 162 deles incluídos no estudo (115 homens, idade média: 66,6 ± 12,8 anos). Mediu-se a EGE ao final da sístole e da diástole com métodos ecocardiográficos. Pacientes com alto SG intra-hospitalar (SG > 140) foram classificados como grupo SG-A, enquanto os outros foram classificados como grupo de risco baixo-a-moderado (grupo SG-BM).

Resultados:

As pressões arteriais sistólica e diastólica dos pacientes SG-A foram mais baixas do que as dos pacientes SG-BM, sendo a frequência cardíaca média mais alta nesse grupo. A EGE ao final da sístole e a EGE ao final da diástole foram significativamente mais altas no grupo SG-A. A avaliação ecocardiográfica dos ventrículos direito e esquerdo mostrou fração de ejeção significativamente reduzida em ambos os ventrículos no grupo SG-A. Observou-se maior correlação entre SG e EGE ao final da diástole (r = 0,438).

Conclusão:

A EGE ao final da sístole e a EGE ao final da diástole mostraram-se aumentadas no grupo SG-A. Entretanto, a EGE ao final da diástole apresentou melhor correlação com o SG do que a EGE ao final da sístole.

  • ecocardiografia
  • Infarto Do Miocárdio
  • Pericárdio
  • Síndrome Coronariana Aguda
  • Tecido Adiposo
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16/02/2016 DOI: 10.5935/abc.20160024
Figure 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Avaliação Eletrocardiográfica do Intervalo Tpeak-Tend em Indivíduos com Espessura Aumentada do Tecido Adiposo Epicárdico

Ozgur Kaplan et al. Ertugrul Kurtoglu Gokay Nar Erdogan Yasar … Gokhan Gozubuyuk Cem Dogan Ahmet Ugur Boz Sıho Hidayet Hasan Pekdemir

Resumo

Fundamento:

A associação entre a adiposidade periatrial e arritmias atriais foi demonstrada em estudos anteriores. No entanto, não há dados disponíveis suficientes sobre a associação entre a espessura do tecido adiposo epicárdico (TAE) e parâmetros de repolarização ventricular. Assim, objetivou-se avaliar a associação da espessura do TAE com índices de repolarização ventricular usando o intervalo Tpeak-Tend (Tp-e) e a relação Tp-e/QT.

Métodos:

O presente estudo incluiu 50 pacientes com espessura do TAE ≥ 9 mm (grupo 1) e 40 indivíduos do grupo controle cuja espessura do TAE era < 9 mm (grupo 2). O exame ecocardiográfico transtorácico foi realizado em todos os participantes. Os parâmetros QT, os intervalos Tp-e e a relação Tp-e/QT foram medidos a partir do eletrocardiograma de 12 derivações.

Resultados:

QTd (41,1 ± 2,5 vs. 38,6 ± 3,2, p < 0,001) e QTd corrigido (46,7 ± 4,7 vs 43,7 ± 4, p = 0,002) foram significativamente maiores no grupo 1 quando comparados com o grupo 2. O intervalo Tp-e (76,5 ± 6,3, 70,3 ± 6,8, p < 0,001), intervalo cTp-e (83,1 ± 4,3 vs. 76 ± 4,9, p < 0,001), as relações Tp-e/QT (0,20 ± 0,02 vs. 0,02 ± 0,2, p < 0,001) e Tp-e/QTc (0,2 ± 0,01 vs. 0,18 ± 0,01, p < 0,001) estavam aumentados no grupo 1 em comparação ao grupo 2. Correlações positivas significativas foram encontrados entre a espessura do TAE e o intervalo Tp-e (r = 0,548, p < 0,001), intervalo cTp-e (r = 0,259, p = 0,01), e as relações Tp-e/QT (r = 0,662, p < 0,001) e Tp-e/QTc (r = 0,560, p < 0,001).

Conclusão:

O presente estudo mostra que os intervalos Tp-e e cTp-e, e as relações Tp-e/QT e Tp-e/QTc estavam elevados nos indivíduos com TAE aumentado, o que pode sugerir um maior risco de arritmia ventricular.

  • Arritmias Cardíacas / etiologia
  • Eletrocardiografia
  • Pericárdio
  • Tecido Adiposo
  • Valores de Referência
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02/10/2015 DOI: 10.5935/abc.20150124
Transplante de células mesenquimais de tecido adiposo na cardiopatia chagásica crônica experimental
ABC
Artigo Original

Transplante de células mesenquimais de tecido adiposo na cardiopatia chagásica crônica experimental

Ticiana Ferreira Larocca et al. Bruno Solano de Freitas Souza Cristina Aragão Silva Carla Martins Kaneto … Adriano Costa de Alcantara Carine Machado Azevedo Murilo Fagundes Castro Simone Garcia Macambira Milena Botelho Pereira Soares Ricardo Ribeiro-dos-Santos

FUNDAMENTO: A doença de Chagas, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, é uma das mais importantes causas de insuficiência cardíaca na América Latina. A terapia celular vem sendo investigada como uma possível opção terapêutica para pacientes com doenças cardiovasculares. OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da terapia com células-tronco mesenquimais em um modelo experimental de cardiomiopatia chagásica crônica. MÉTODOS: Camundongos C57BL/6 foram infectados com 1000 tripomastigotas da cepa Colombiana de T. cruzi e, após seis meses de infecção, foram tratados com células-tronco mesenquimais derivadas de tecido adiposo humano (CTTAs) ou com meio DMEM (controle). O grupo tratado recebeu duas injeções intraperitoneais de CTTAs (1×106 células / dose), com um mês de intervalo entre as duas doses. Antes e após 1 e 2 meses de tratamento, os animais chagásicos e controles normais foram submetidos à eletrocardiograma e teste ergoespirométrico. Todos os animais foram sacrificados sob anestesia após 2 meses de tratamento, para análise histopatológica do coração. RESULTADOS: Não foi observada melhora de arritmias e da função cardiovascular no grupo tratado com CTTAs, porém secções de corações de camundongos deste grupo apresentaram uma redução significativa do número de células inflamatórias (p < 0,0001) e da área de fibrose (p < 0,01) em comparação com animais chagásicos tratados com DMEM. CONCLUSÃO: Deste modo, conclui-se que a administração de CTTAs por via intraperitoneal é capaz de reduzir inflamação e fibrose no coração de camundongos cronicamente infectados por T. cruzi, porém não teve efeitos na função cardíaca dois meses após o transplante.

  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Células-tronco
  • Tecido Adiposo
  • terapia celular
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09/04/2013 DOI: 10.5935/abc.20130058
ABC
Artigo Original

Influência da adiposidade global e da adiposidade abdominal nos níveis de proteína C-reativa em mulheres idosas

Jeffer Eidi Sasaki et al. Maressa Priscila Krause Mirnaluci P. R. Gama Tatiane Hallage … Cosme Franklin Buzzachera Maria Gisele dos Santos Sergio Gregorio da Silva

OBJETIVO: Examinar como a adiposidade global e a adiposidade abdominal, expressas pela circunferência da cintura (CC), pelo índice de massa corporal (IMC) e pelo somatório de dobras cutâneas (sigmaDC), influenciam os níveis de proteína C-reativa (PCR) em mulheres idosas. MÉTODOS: A amostra foi composta por 387 mulheres idosas, com idade superior a 60 anos (média, 68,9; desvio padrão, 5,9 anos). Foram avaliados o IMC, a CC, o sigmaDC, e os níveis de PCR. Foi utilizada a análise estatística ANOVA one-way para verificar as diferenças nas variáveis entre as categorias investigadas. Para avaliar a influência das medidas de adiposidade nos níveis de PCR foi utilizada a regressão logística. O nível de significância adotado foi de p < 0,05. RESULTADOS: A análise de variância demonstrou que o valor médio da CC foi menor na categoria normal de PCR, quando comparada aos níveis elevados de PCR. A regressão logística analisou a influência dos quartis do IMC, da CC e do sigmaDC nos níveis de PCR, em que apenas a CC foi preditora de níveis elevados de PCR, tendo o quartil extremo superior (ponto de corte de 94,0 cm) apresentado níveis quase duas vezes maiores que o quartil extremo inferior (risco estimado = 2,23; intervalo de confiança de 95% = 1,92-4,18; p = 0,012). CONCLUSÃO: Os resultados do presente estudo apontam que a adiposidade abdominal é um forte preditor de níveis elevados de PCR.

  • Adiposidade
  • Fatores de risco
  • Gordura Abdominal
  • Proteína C Reativa
  • Tecido Adiposo
  • tecido adiposo abdominal
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18/04/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001600004 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Bezerra R, Feitosa ADM, Nadruz W. Medida da Pressão Arterial no Braço: Há Mais do que os Olhos Enxergam. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(5):e20230274.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Bezerra, Rodrigo; Feitosa, Audes D. M.; Nadruz, Wilson. Medida da Pressão Arterial no Braço: Há Mais do que os Olhos Enxergam. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 5, e20230274, jun. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Bezerra, R., Feitosa, A. D. M., & Nadruz, W. (2023). Medida da Pressão Arterial no Braço: Há Mais do que os Olhos Enxergam. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(5), e20230274.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Bezerra, Rodrigo and Feitosa, Audes D. M. and Nadruz, Wilson. Medida da Pressão Arterial no Braço: Há Mais do que os Olhos Enxergam. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 5, [citado 2026-10-14], e20230274. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/medida-da-pressao-arterial-no-braco-ha-mais-do-que-os-olhos-enxergam/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Favarato D. Obesidade, Gordura Corporal e Desfecho Cardiovascular: Além do Índice de Massa Corporal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(5):887-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Favarato, Desiderio. Obesidade, Gordura Corporal e Desfecho Cardiovascular: Além do Índice de Massa Corporal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 5, p. 887-888, maio. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Favarato, D. (2021). Obesidade, Gordura Corporal e Desfecho Cardiovascular: Além do Índice de Massa Corporal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(5), 887-888.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Favarato, Desiderio. Obesidade, Gordura Corporal e Desfecho Cardiovascular: Além do Índice de Massa Corporal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 887-888. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/obesidade-gordura-corporal-e-desfecho-cardiovascular-alem-do-indice-de-massa-corporal/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Correia ETO, Barbetta LMS. Tecido Adiposo Epicárdico: Um Novo Parâmetro de Imagem Cardiovascular Profundamente Relacionado às Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(5):971-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Correia, Eduardo Thadeu de Oliveira; Barbetta, Letícia Mara dos Santos. Tecido Adiposo Epicárdico: Um Novo Parâmetro de Imagem Cardiovascular Profundamente Relacionado às Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 5, p. 971-972, dez. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Correia, E. T. O., & Barbetta, L. M. S. (2020). Tecido Adiposo Epicárdico: Um Novo Parâmetro de Imagem Cardiovascular Profundamente Relacionado às Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(5), 971-972.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Correia, Eduardo Thadeu de Oliveira and Barbetta, Letícia Mara dos Santos. Tecido Adiposo Epicárdico: Um Novo Parâmetro de Imagem Cardiovascular Profundamente Relacionado às Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 971-972. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tecido-adiposo-epicardico-um-novo-parametro-de-imagem-cardiovascular-profundamente-relacionado-as-doencas-cardiovasculares/>. ISSN 0066-782X

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Güneş H, Güneş H, Temiz F. Relação entre o Tecido Adiposo Epicárdico e Resistência à Insulina em Crianças Obesa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(4):675-82.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Güneş, Hatice; Güneş, Hakan; Temiz, Fatih. Relação entre o Tecido Adiposo Epicárdico e Resistência à Insulina em Crianças Obesa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 4, p. 675-682, mar. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Güneş, H., Güneş, H., & Temiz, F. (2020). Relação entre o Tecido Adiposo Epicárdico e Resistência à Insulina em Crianças Obesa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(4), 675-682.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Güneş, Hatice and Güneş, Hakan and Temiz, Fatih. Relação entre o Tecido Adiposo Epicárdico e Resistência à Insulina em Crianças Obesa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 675-682. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-o-tecido-adiposo-epicardico-e-resistencia-a-insulina-em-criancas-obesa/>. ISSN 0066-782X

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Balta S, Ozturk C, Celik T. A Relação entre a Espessura da Gordura Epicárdica e os Escores de Risco Prognósticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(6):607.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Balta, Sevket; Ozturk, Cengiz; Celik, Turgay. A Relação entre a Espessura da Gordura Epicárdica e os Escores de Risco Prognósticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 6, p. 607-607, nov. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Balta, S., Ozturk, C., & Celik, T. (2016). A Relação entre a Espessura da Gordura Epicárdica e os Escores de Risco Prognósticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(6), 607-607.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Balta, Sevket and Ozturk, Cengiz and Celik, Turgay. A Relação entre a Espessura da Gordura Epicárdica e os Escores de Risco Prognósticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 607-607. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-relacao-entre-a-espessura-da-gordura-epicardica-e-os-escores-de-risco-prognosticos/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Gulgun M, Genç FA. A Medição da Espessura do Tecido Adiposo Epicárdico por Ecocardiografia Apresenta Desafios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(5):497-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gulgun, Mustafa; Genç, Fatih Alparslan. A Medição da Espessura do Tecido Adiposo Epicárdico por Ecocardiografia Apresenta Desafios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 5, p. 497-498, out. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gulgun, M., & Genç, F. A. (2016). A Medição da Espessura do Tecido Adiposo Epicárdico por Ecocardiografia Apresenta Desafios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(5), 497-498.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gulgun, Mustafa and Genç, Fatih Alparslan. A Medição da Espessura do Tecido Adiposo Epicárdico por Ecocardiografia Apresenta Desafios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 497-498. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-medicao-da-espessura-do-tecido-adiposo-epicardico-por-ecocardiografia-apresenta-desafios/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Cerit L. Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(2):189-90.

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Cerit, Levent. Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 2, p. 189-190, jul. 2016.

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Cerit, L. (2016). Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(2), 189-190.

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Cerit, Levent. Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 189-190. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-escore-grace-e-espessura-da-gordura-epicardica-em-pacientes-com-imssst/>. ISSN 0066-782X

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Gul I, Zungur M, Aykan AC, Gokdeniz T, Kalaycioğlu E, Turan T, Hatem E, et al. Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;106(3):194-200.

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Gul, Ilker; Zungur, Mustafa; Aykan, Ahmet Cagri; Gokdeniz, Teyyar; Kalaycioğlu, Ezgi; Turan, Turhan; Hatem, Engin; Boyaci, Faruk. Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 3, p. 194-200, fev. 2016.

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Gul, I., Zungur, M., Aykan, A. C., Gokdeniz, T., Kalaycioğlu, E., Turan, T., Hatem, E., & Boyaci, F. (2016). Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(3), 194-200.

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Gul, Ilker and Zungur, Mustafa and Aykan, Ahmet Cagri and Gokdeniz, Teyyar and Kalaycioğlu, Ezgi and Turan, Turhan and Hatem, Engin and Boyaci, Faruk. Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 194-200. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-escore-grace-e-espessura-da-gordura-epicardica-em-pacientes-com-imssst-2/>. ISSN 0066-782X

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Kaplan O, Kurtoglu E, Nar G, Yasar E, Gozubuyuk G, Dogan C, Boz AU, et al. Avaliação Eletrocardiográfica do Intervalo Tpeak-Tend em Indivíduos com Espessura Aumentada do Tecido Adiposo Epicárdico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(6):566-72.

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Kaplan, Ozgur; Kurtoglu, Ertugrul; Nar, Gokay; Yasar, Erdogan; Gozubuyuk, Gokhan; Dogan, Cem; Boz, Ahmet Ugur; Hidayet, Sıho; Pekdemir, Hasan. Avaliação Eletrocardiográfica do Intervalo Tpeak-Tend em Indivíduos com Espessura Aumentada do Tecido Adiposo Epicárdico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 6, p. 566-572, out. 2015.

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Kaplan, O., Kurtoglu, E., Nar, G., Yasar, E., Gozubuyuk, G., Dogan, C., Boz, A. U., Hidayet, S., & Pekdemir, H. (2015). Avaliação Eletrocardiográfica do Intervalo Tpeak-Tend em Indivíduos com Espessura Aumentada do Tecido Adiposo Epicárdico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(6), 566-572.

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Kaplan, Ozgur and Kurtoglu, Ertugrul and Nar, Gokay and Yasar, Erdogan and Gozubuyuk, Gokhan and Dogan, Cem and Boz, Ahmet Ugur and Hidayet, Sıho and Pekdemir, Hasan. Avaliação Eletrocardiográfica do Intervalo Tpeak-Tend em Indivíduos com Espessura Aumentada do Tecido Adiposo Epicárdico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 566-572. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-eletrocardiografica-do-intervalo-tpeak-tend-em-individuos-com-espessura-aumentada-do-tecido-adiposo-epicardico/>. ISSN 0066-782X

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Larocca TF, Souza BSF, Silva CA, Kaneto CM, Alcantara AC, Azevedo CM, Castro MF, et al. Transplante de células mesenquimais de tecido adiposo na cardiopatia chagásica crônica experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;100(5):460-8.

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Larocca, Ticiana Ferreira; Souza, Bruno Solano de Freitas; Silva, Cristina Aragão; Kaneto, Carla Martins; Alcantara, Adriano Costa de; Azevedo, Carine Machado; Castro, Murilo Fagundes; Macambira, Simone Garcia; Soares, Milena Botelho Pereira; Ribeiro-dos-Santos, Ricardo. Transplante de células mesenquimais de tecido adiposo na cardiopatia chagásica crônica experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 5, p. 460-468, abr. 2013.

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Larocca, T. F., Souza, B. S. F., Silva, C. A., Kaneto, C. M., Alcantara, A. C. , Azevedo, C. M., Castro, M. F., Macambira, S. G., Soares, M. B. P., & Ribeiro-dos-Santos, R. (2013). Transplante de células mesenquimais de tecido adiposo na cardiopatia chagásica crônica experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 100(5), 460-468.

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Larocca, Ticiana Ferreira and Souza, Bruno Solano de Freitas and Silva, Cristina Aragão and Kaneto, Carla Martins and Alcantara, Adriano Costa de and Azevedo, Carine Machado and Castro, Murilo Fagundes and Macambira, Simone Garcia and Soares, Milena Botelho Pereira and Ribeiro-dos-Santos, Ricardo. Transplante de células mesenquimais de tecido adiposo na cardiopatia chagásica crônica experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 100, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 460-468. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/transplante-de-celulas-mesenquimais-de-tecido-adiposo-na-cardiopatia-chagasica-cronica-experimental/>. ISSN 0066-782X

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Sasaki JE, Krause MP, Gama MPR, Hallage T, Buzzachera CF, Santos MG, Silva SG, et al. Influência da adiposidade global e da adiposidade abdominal nos níveis de proteína C-reativa em mulheres idosas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;89(4):231-6.

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Sasaki, Jeffer Eidi; Krause, Maressa Priscila; Gama, Mirnaluci P. R.; Hallage, Tatiane; Buzzachera, Cosme Franklin; Santos, Maria Gisele dos; Silva, Sergio Gregorio da. Influência da adiposidade global e da adiposidade abdominal nos níveis de proteína C-reativa em mulheres idosas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 4, p. 231-236, abr. 2008.

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Sasaki, J. E., Krause, M. P., Gama, M. P. R., Hallage, T., Buzzachera, C. F., Santos, M. G. , & Silva, S. G. (2008). Influência da adiposidade global e da adiposidade abdominal nos níveis de proteína C-reativa em mulheres idosas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(4), 231-236.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sasaki, Jeffer Eidi and Krause, Maressa Priscila and Gama, Mirnaluci P. R. and Hallage, Tatiane and Buzzachera, Cosme Franklin and Santos, Maria Gisele dos and Silva, Sergio Gregorio da. Influência da adiposidade global e da adiposidade abdominal nos níveis de proteína C-reativa em mulheres idosas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 89, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 231-236. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/influencia-da-adiposidade-global-e-da-adiposidade-abdominal-nos-niveis-de-proteina-c-reativa-em-mulheres-idosas/>. ISSN 0066-782X

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