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  2. Palavra-chave: Galectina 3
Figura 1
ABC
Artigo Original

Preditores de Mortalidade Total e Eventos Arrítmicos Graves em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Não Isquêmica: O Papel da Galectina-3

Adriano Nunes Kochi et al. Mauricio Pimentel Michael Andrades Tiago Zimerman … Leandro Ioschpe Zimerman Luis Eduardo Rohde

Resumo

Fundamento:

A estratificação de risco continua sendo clinicamente desafiadora em pacientes com insuficiência cardíaca (IC) de etiologia não isquêmica. A galectina-3 é um marcador sérico de fibrose que pode ajudar no prognóstico.

Objetivo:

Determinar o papel da galectina-3 como preditora de eventos arrítmicos graves e mortalidade total.

Métodos:

Este é um estudo de coorte prospectivo que incluiu 148 pacientes com IC não isquêmica. Todos os pacientes foram submetidos a uma avaliação clínica e laboratorial abrangente para coleta de dados de referência, incluindo níveis de galectina-3 sérica. O desfecho primário foi a ocorrência de síncope arrítmica, intervenções apropriadas do cardioversor desfibrilador implantável, taquicardia ventricular sustentada ou morte súbita cardíaca. O desfecho secundário foi a morte por todas as causas. Para todos os testes estatísticos, considerou-se significativo o valor p<0,05 (bicaudal).

Resultados:

Em seguimento mediano de 941 dias, os desfechos primário e secundário ocorreram em 26 (17,5%) e 30 (20%) pacientes, respectivamente. A galectina-3 sérica>22,5 ng/mL (quartil mais alto) não foi preditora de eventos arrítmicos graves (HR: 1,98; p=0,152). Os preditores independentes do desfecho primário foram diâmetro diastólico final do ventrículo esquerdo (DDFVE)>73 mm (HR: 3,70; p=0,001), ventilação periódica durante o exercício (VPE) no teste de esforço cardiopulmonar (HR: 2,67; p=0,01) e taquicardia ventricular não sustentada (TVNS)>8 batimentos na monitorização por Holter (HR: 3,47; p=0,027). Os preditores de morte por todas as causas foram: galectina-3>22,5 ng/mL (HR: 3,69; p=0,001), DDFVE>73 mm (HR: 3,35; p=0,003), VPE (HR: 3,06; p=0,006) e TVNS>8 batimentos (HR: 3,95; p=0,007). A ausência de todos os preditores de risco foi associada a um valor preditivo negativo de 91,1% para o desfecho primário e 96,6% para a mortalidade total.

Conclusões:

Em pacientes com IC não isquêmica, níveis elevados de galectina-3 não foram preditores de eventos arrítmicos graves, mas foram associados à mortalidade total. A ausência de preditores de risco revelou um subgrupo prevalente de pacientes com IC com excelente prognóstico.

  • Apoptose
  • Arritmias Cardíacas
  • Desfibriladores Implantáveis
  • Galectina 3
  • Insuficiência Cardíaca
  • Mortalidade
  • Morte Súbita
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20/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20200353 Visualizações 3
ABC
Editorial

O Desafio da Avaliação do Risco de Morte Súbita Cardíaca em Pacientes com Insuficiência Cardíaca de Etiologia Não Isquêmica

Pedro Pimenta de Mello Spineti et al. Rodrigo Souto da Silva Sá Bruno Reznik Wajsbrot

A Morte Súbita Cardíaca (MSC) é responsável por cerca de 50% das mortes de pacientes com cardiopatia isquêmica e não-isquêmica na presença de disfunção sistólica grave do ventrículo esquerdo. Diversos ensaios clínicos– avaliaram a efetividade do Cardiodesfibrilador Implantável (CDI) na prevenção primária da MSC nos últimos 20 anos.

Os estudos MADIT II e SCD-HeFT estabeleceram as bases para a indicação, do CDI na profilaxia primária da MSC dos paciente com insuficiência cardíaca (IC) de etiologia isquêmica. Por outro lado, ensaios clínicos que avaliaram pacientes com IC de etiologia não-isquêmica,– demonstraram resultados heterogêneos, e até o momento, lidamos com incertezas sobre quais os melhores candidatos para este tipo de terapia.

[…]

  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • Fibrose Endomiocárdica
  • Galectina 3
  • Insuficiência Cardíaca/fisiopatologia
  • Mortalidade, Biomarcadores
  • Morte Súbita
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20/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20210633 Visualizações 1
ABC
Editorial

A Galectina-3 (Biomarcador de Fibrose Miocárdica) Prediz a Progressão na Doença de Chagas?

Roberto Coury Pedrosa

Nas últimas décadas, a epidemiologia da Doença de Chagas (DCh) mudou significativamente, como consequência da urbanização e da migração. No Brasil, até o momento, é a doença negligenciada com a maior carga, da qual ~30% dos indivíduos evoluirá para a estágio sintomático de ruptura do tecido em 20 a 30 anos após a infecção (cerca de 2% ao ano evoluem da forma indeterminada da doença para a forma cardíaca, de acordo com um estudo atual).

A inflamação miocárdica persistente e a fibrose representam as principais características patológicas da DCh que estariam relacionadas com a sua progressão., O uso de biomarcadores de fibrose miocárdica para prever a progressão em pacientes com função normal ou quase normal do VE é certamente importante na DCh, onde fatores de risco tradicionais, como a FEVE, podem não ser tão úteis. No entanto, estudos têm demonstrado o valor dos biomarcadores de fibrose miocárdica na progressão da patogênese da DCh.

[…]

  • Apoptose
  • Biomarcadores
  • Doença de Chagas
  • Fibrose Endomiocárdica
  • Galectina 3
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01/03/2021 DOI: 10.36660/abc.20201162
Figura 1
ABC
Artigo Original

Galectina-3 Associada a Formas Graves e Mortalidade em Longo Prazo em Pacientes com Doença de Chagas

Fábio Fernandes et al. Carlos Henrique Valente Moreira Lea Campos Oliveira Marcela Souza-Basqueira … Barbara Maria Ianni Claudia di Lorenzo Felix José Alvarez Ramires Luciano Nastari Edecio Cunha-Neto Antonio L. Ribeiro Renato Delascio Lopes Sheila M. Keating Ester Cerdeira Sabino Charles Mady

Resumo

Fundamento

As características histopatológicas da doença de Chagas (DCC) são: presença de miocardite, destruição das fibras cardíacas e fibrose miocárdica. A Galectina-3 (Gal-3) é um biomarcador envolvido no mecanismo de fibrose e inflamação que pode ser útil para a estratificação de indivíduos com DCC por risco.

Objetivos

Nosso objetivo foi avaliar se níveis elevados de Gal-3 estão associados a formas graves de cardiomiopatia chagásica (CC) e são preditivos de mortalidade.

Métodos

Estudamos doadores de sangue (DS) positivos para anti-T. cruzi: não-CC-DS (187 DS sem CC com eletrocardiograma [ECG] e fração de ejeção do ventrículo esquerdo [FEVE] normais); CC-Não-Dis-DS (46 DS com CC e apresentando ECG anormal, mas FEVE normal); e 153 controles negativos correspondentes. Esta amostra foi composta por 97 pacientes com CC grave (CC-Dis). Usamos as correlações de Kruskall-Wallis e Spearman para testar a hipótese de associações, assumindo um p bicaudal <0,05 como significativo.

Resultados

O nível de Gal-3 foi de 12,3 ng/mL para não-CC-DS, 12,0 ng/mL para CC-Não-Dis-DS, 13,8 ng/mL para controles e 15,4 ng/mL para CC-Dis. FEVE <50 foi associada a níveis mais elevados de Gal-3 (p=0,0001). Em nosso modelo de regressão linear ajustado, encontramos associação entre os níveis de Gal-3 e os parâmetros do ecocardiograma em indivíduos positivos para T. cruzi. Nos pacientes CC-Dis, encontramos uma associação significativa de níveis mais elevados de Gal-3 (≥15,3 ng/mL) e morte ou transplante cardíaco em acompanhamento de cinco anos (Hazard ratio – HR 3,11; IC95% 1,21– 8,04; p=0,019).

Conclusões

Em pacientes com CC, níveis mais elevados de Gal-3 estiveram significativamente associados a formas graves da doença e maior taxa de mortalidade em longo prazo, o que significa que pode ser um meio efetivo para identificar pacientes de alto risco. (Arq Bras Cardiol. 2021; 116(2):248-256)

  • Biomarcadores
  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Doença de Chagas
  • Eletrocardiografia / métodos
  • Galectina 3
  • Insuficiência Cardíaca
  • Mortalidade
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01/03/2021 DOI: 10.36660/abc.20190403 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Galectina-3 em Pacientes com Pericardite Constritiva Crônica

Fábio Fernandes et al. Dirceu Thiago Pessoa de Melo Felix José Alvarez Ramires Ester Cerdeira Sabino … Carlos Henrique Valente Moreira Luiz Alberto Benvenutti Viviane Tiemi Hotta Ana Luiza Carrari Sayegh Francis Ribeiro de Souza Ricardo Ribeiro Dias Charles Mady

Resumo

Fundamento

A galectina-3 (Gal-3) é uma molécula pró-inflamatória e pró-fibrótica, envolvida na patogênese da insuficiência cardíaca. O papel da Gal-3 em pacientes com pericardite constritiva crônica (PCC) não está claro.

Objetivo

O objetivo deste estudo foi avaliar os níveis de Gal-3 em pacientes com PCC e correlacioná-los com parâmetros clínicos, funcionais e histológicos.

Métodos

Nós avaliamos prospectivamente 25 pacientes sintomáticos com PCC agendados à pericardiectomia e 21 controles sadios. Os pacientes foram submetidos à avaliação clínica, medidas de Gal-3 e peptídeo natriurético do tipo B (BNP), ecocardiografia, ressonância magnética cardíaca e teste cardiopulmonar de exercício (TCPE) no período basal. Seis meses após a pericardiectomia, repetiu-se o TCPE. Um erro alfa < 5% foi considerado estatisticamente significativo, com um intervalo de confiança de 95%.

Resultados

Foram incluídos 25 pacientes com idade mediana de 45 anos. A etiologia foi principalmente idiopática (n = 19, 76%), e 14 (56%) apresentaram classe funcional New York Heart Association (NYHA) III/IV. Os valores medianos de BNP e Gal-3 foram 143 (89-209) pg/dL e 14,8 (9,7-17,2) ng/mL, respectivamente. Os níveis de Gal-3 não foram estatisticamente maiores nos pacientes com PCC que em controles (p = 0,22). Não foram encontradas correlações significativas da Gal-3 com BNP, medidas ecocardiográficas e de ressonância magnética cardíaca, e achados histológicos. Após a pericardiectomia, encontrou-se uma correlação estatisticamente significativa entre Gal-3 e medidas do TCPE – duração do teste (r = –0,79; p < 0,001) e tempo de exercício (r = –0,79; p < 0,001).

Conclusões

Pacientes com PCC apresentaram níveis normais de Gal-3, quando comparados aos indivíduos controles. A Gal-3 não se correlacionou com medidas morfológicas e funcionais antes da pericardiectomia. No entanto, associações entre Gal-3 e intolerância ao exercício após pericardiectomia pode sugerir um papel da Gal-3 na predição de prognóstico após a pericardiectomia. (Arq Bras Cardiol. 2020; 114(4):683-689)

  • Diferenciação Celular
  • Fibrose
  • Galectina 3
  • Pericardiectomia/métodos
  • Pericardite Constritiva/cirurgia
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29/05/2020 DOI: 10.36660/abc.20190152
ABC
Editorial

Galectina-3 na Pericardite Constritiva Crônica: Informações Precisas para o Bom Médico

Wolney de Andrade Martins

A galectina-3 (Gal-3), que agora é conhecida como um novo biomarcador, percorreu o caminho científico rigoroso da sua descoberta até a validação. Estudos experimentais e clínicos descreveram sua elevação em diversas situações, como tumores, insuficiência renal e insuficiência cardíaca. Sua administração causou fibrose miocárdica e insuficiência cardíaca (IC). Sua supressão ou inibição genética impediu a fibrose e a remodelamento, ou seja, a relação de causa e efeito foi comprovada. Níveis elevados de Gal-3 mostram um pior prognóstico, pois preveem a morte súbita. A galectina-3 foi preditora independente no curto e médio prazo de internações e de mortalidade em pacientes com IC, principalmente naqueles com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP).

O biomarcador pode auxiliar o clínico em seus impasses diagnósticos, na aferição do prognóstico e até na orientação da terapia. A ICFEP é um exemplo em que toda ajuda é bem-vinda. Múltiplas comorbidades, quadros menos típicas, especialmente em idosos e obesos, podem ser confusas. A ICFEP é uma das situações em que a Gal-3 pode auxiliar muito na confirmação diagnóstica.

[…]

  • Biomarcadores
  • Cardiomiopatia Restritiva
  • Galectina 3
  • Inflamação
  • Pericárdio
  • Pericardite constritiva
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29/05/2020 DOI: 10.36660/abc.20200163 Visualizações 2
Figure 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Avaliação do Polimorfismo da Galectina-3 em Indivíduos com Doença de Chagas Crônica

Gabriela da Silva Cruz et al. Ana Luiza Dias Angelo Ticiana Ferreira Larocca Carolina Thé Macedo … Márcia Noya-Rabelo Luís Claudio Lemos Correia Jorge Andion Torreão Bruno Solano de Freitas Souza Ricardo Ribeiro dos Santos Milena Botelho Pereira Soares

Resumo

Fundamento:

A galectina-3, uma lectina de ligação à β-galactosidase, foi descrita como um mediador de fibrose cardíaca em estudos experimentais e um fator de risco associado com eventos cardiovasculares em indivíduos com insuficiência cardíaca. Estudos prévios avaliaram a susceptibilidade genética para doença de Chagas em humanos, incluindo polimorfismos dos genes de citocinas, demonstrando correlações entre o polimorfismo genético e o desenvolvimento de cardiomiopatia na fase crônica. No entanto, a relação entre polimorfismos de nucleotídeo único (single nucleotide polymorphism, SNP) e variações fenotípicas na doença de Chagas ainda não foi avaliada.

Objetivo:

O presente estudo teve como objetivo determinar se os polimorfismos genéticos da galectina-3 podem predispor ao desenvolvimento de formas cardíacas da doença de Chagas.

Métodos:

Cinquenta e cinco indivíduos com doença de Chagas foram incluídos neste estudo observacional. A genotipagem das variantes rs4644 e rs4652 do gene da galectina-3 foi realizada por PCR (reação em cadeia de polimerase).

Resultados:

Para o SNP rs4644, não houve associação entre o risco relativo para a forma cardíaca e os genótipos AA (OR = 0,79, p = 0,759), AC (OR = 4,38, p = 0,058), ou CC (OR = 0,39, p = 0,127). Similarmente, para o SNP rs4652, não foi encontrada associação entre os genótipos AA (OR = 0,64, p = 0,571), AC (OR = 2,85, p = 0,105), ou CC (OR = 0,49, p = 0,227) e a forma cardíaca da doença.

Conclusão:

Nossos resultados não mostraram associação entre os diferentes genótipos para ambos SNPs do gene da galectina-3 e a forma cardíaca da doença de Chagas. (Arq Bras Cardiol. 2015; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Doença de Chagas
  • Galectina 3
  • Insuficiência Cardíaca
  • Polimorfismo Genético
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25/08/2015 DOI: 10.5935/abc.20150105

Como citar este artigo

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Kochi AN, Pimentel M, Andrades M, Zimerman T, Zimerman LI, Rohde LE. Preditores de Mortalidade Total e Eventos Arrítmicos Graves em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Não Isquêmica: O Papel da Galectina-3. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(3):531-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Kochi, Adriano Nunes; Pimentel, Mauricio; Andrades, Michael; Zimerman, Tiago; Zimerman, Leandro Ioschpe; Rohde, Luis Eduardo. Preditores de Mortalidade Total e Eventos Arrítmicos Graves em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Não Isquêmica: O Papel da Galectina-3. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 3, p. 531-541, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Kochi, A. N., Pimentel, M., Andrades, M., Zimerman, T., Zimerman, L. I., & Rohde, L. E. (2021). Preditores de Mortalidade Total e Eventos Arrítmicos Graves em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Não Isquêmica: O Papel da Galectina-3. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(3), 531-541.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Kochi, Adriano Nunes and Pimentel, Mauricio and Andrades, Michael and Zimerman, Tiago and Zimerman, Leandro Ioschpe and Rohde, Luis Eduardo. Preditores de Mortalidade Total e Eventos Arrítmicos Graves em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Não Isquêmica: O Papel da Galectina-3. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 531-541. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/preditores-de-mortalidade-total-e-eventos-arritmicos-graves-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-nao-isquemica-o-papel-da-galectina-3/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Spineti PPM, Sá RSS, Wajsbrot BR. O Desafio da Avaliação do Risco de Morte Súbita Cardíaca em Pacientes com Insuficiência Cardíaca de Etiologia Não Isquêmica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(3):542-3.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Spineti, Pedro Pimenta de Mello; Sá, Rodrigo Souto da Silva; Wajsbrot, Bruno Reznik. O Desafio da Avaliação do Risco de Morte Súbita Cardíaca em Pacientes com Insuficiência Cardíaca de Etiologia Não Isquêmica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 3, p. 542-543, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Spineti, P. P. M., Sá, R. S. S., & Wajsbrot, B. R. (2021). O Desafio da Avaliação do Risco de Morte Súbita Cardíaca em Pacientes com Insuficiência Cardíaca de Etiologia Não Isquêmica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(3), 542-543.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Spineti, Pedro Pimenta de Mello and Sá, Rodrigo Souto da Silva and Wajsbrot, Bruno Reznik. O Desafio da Avaliação do Risco de Morte Súbita Cardíaca em Pacientes com Insuficiência Cardíaca de Etiologia Não Isquêmica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 542-543. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-desafio-da-avaliacao-do-risco-de-morte-subita-cardiaca-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-de-etiologia-nao-isquemica/>. ISSN 0066-782X

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Pedrosa RC. A Galectina-3 (Biomarcador de Fibrose Miocárdica) Prediz a Progressão na Doença de Chagas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(2):257-8.

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Pedrosa, Roberto Coury. A Galectina-3 (Biomarcador de Fibrose Miocárdica) Prediz a Progressão na Doença de Chagas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 2, p. 257-258, fev. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pedrosa, R. C. (2021). A Galectina-3 (Biomarcador de Fibrose Miocárdica) Prediz a Progressão na Doença de Chagas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(2), 257-258.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pedrosa, Roberto Coury. A Galectina-3 (Biomarcador de Fibrose Miocárdica) Prediz a Progressão na Doença de Chagas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 257-258. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-galectina-3-biomarcador-de-fibrose-miocardica-prediz-a-progressao-na-doenca-de-chagas/>. ISSN 0066-782X

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Fernandes F, Moreira CHV, Oliveira LC, Souza-Basqueira M, Ianni BM, Lorenzo C, Ramires FJA, et al. Galectina-3 Associada a Formas Graves e Mortalidade em Longo Prazo em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(2):248-56.

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Fernandes, Fábio; Moreira, Carlos Henrique Valente; Oliveira, Lea Campos; Souza-Basqueira, Marcela; Ianni, Barbara Maria; Lorenzo, Claudia di; Ramires, Felix José Alvarez; Nastari, Luciano; Cunha-Neto, Edecio; Ribeiro, Antonio L.; Lopes, Renato Delascio; Keating, Sheila M.; Sabino, Ester Cerdeira; Mady, Charles. Galectina-3 Associada a Formas Graves e Mortalidade em Longo Prazo em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 2, p. 248-256, fev. 2021.

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Fernandes, F., Moreira, C. H. V., Oliveira, L. C., Souza-Basqueira, M., Ianni, B. M., Lorenzo, C. , Ramires, F. J. A., Nastari, L., Cunha-Neto, E., Ribeiro, A. L., Lopes, R. D., Keating, S. M., Sabino, E. C., & Mady, C. (2021). Galectina-3 Associada a Formas Graves e Mortalidade em Longo Prazo em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(2), 248-256.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fernandes, Fábio and Moreira, Carlos Henrique Valente and Oliveira, Lea Campos and Souza-Basqueira, Marcela and Ianni, Barbara Maria and Lorenzo, Claudia di and Ramires, Felix José Alvarez and Nastari, Luciano and Cunha-Neto, Edecio and Ribeiro, Antonio L. and Lopes, Renato Delascio and Keating, Sheila M. and Sabino, Ester Cerdeira and Mady, Charles. Galectina-3 Associada a Formas Graves e Mortalidade em Longo Prazo em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 248-256. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/galectina-3-associada-a-formas-graves-e-mortalidade-em-longo-prazo-em-pacientes-com-doenca-de-chagas/>. ISSN 0066-782X

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Fernandes F, Melo DTP, Ramires FJA, Sabino EC, Moreira CHV, Benvenutti LA, Hotta VT, et al. Galectina-3 em Pacientes com Pericardite Constritiva Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(4):683-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fernandes, Fábio; Melo, Dirceu Thiago Pessoa de; Ramires, Felix José Alvarez; Sabino, Ester Cerdeira; Moreira, Carlos Henrique Valente; Benvenutti, Luiz Alberto; Hotta, Viviane Tiemi; Sayegh, Ana Luiza Carrari; Souza, Francis Ribeiro de; Dias, Ricardo Ribeiro; Mady, Charles. Galectina-3 em Pacientes com Pericardite Constritiva Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 4, p. 683-689, maio. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fernandes, F., Melo, D. T. P. , Ramires, F. J. A., Sabino, E. C., Moreira, C. H. V., Benvenutti, L. A., Hotta, V. T., Sayegh, A. L. C., Souza, F. R. , Dias, R. R., & Mady, C. (2020). Galectina-3 em Pacientes com Pericardite Constritiva Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(4), 683-689.

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Fernandes, Fábio and Melo, Dirceu Thiago Pessoa de and Ramires, Felix José Alvarez and Sabino, Ester Cerdeira and Moreira, Carlos Henrique Valente and Benvenutti, Luiz Alberto and Hotta, Viviane Tiemi and Sayegh, Ana Luiza Carrari and Souza, Francis Ribeiro de and Dias, Ricardo Ribeiro and Mady, Charles. Galectina-3 em Pacientes com Pericardite Constritiva Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 683-689. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/galectina-3-em-pacientes-com-pericardite-constritiva-cronica/>. ISSN 0066-782X

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Martins WA. Galectina-3 na Pericardite Constritiva Crônica: Informações Precisas para o Bom Médico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(4):690-1.

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Martins, Wolney de Andrade. Galectina-3 na Pericardite Constritiva Crônica: Informações Precisas para o Bom Médico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 4, p. 690-691, maio. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Martins, W. A. (2020). Galectina-3 na Pericardite Constritiva Crônica: Informações Precisas para o Bom Médico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(4), 690-691.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Martins, Wolney de Andrade. Galectina-3 na Pericardite Constritiva Crônica: Informações Precisas para o Bom Médico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 690-691. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/galectina-3-na-pericardite-constritiva-cronica-informacoes-precisas-para-o-bom-medico/>. ISSN 0066-782X

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Cruz GS, Angelo ALD, Larocca TF, Macedo CT, Noya-Rabelo M, Correia LCL, Torreão JA, et al. Avaliação do Polimorfismo da Galectina-3 em Indivíduos com Doença de Chagas Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(5):472-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cruz, Gabriela da Silva; Angelo, Ana Luiza Dias; Larocca, Ticiana Ferreira; Macedo, Carolina Thé; Noya-Rabelo, Márcia; Correia, Luís Claudio Lemos; Torreão, Jorge Andion; Souza, Bruno Solano de Freitas; Santos, Ricardo Ribeiro dos; Soares, Milena Botelho Pereira. Avaliação do Polimorfismo da Galectina-3 em Indivíduos com Doença de Chagas Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 5, p. 472-478, ago. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cruz, G. S., Angelo, A. L. D., Larocca, T. F., Macedo, C. T., Noya-Rabelo, M., Correia, L. C. L., Torreão, J. A., Souza, B. S. F., Santos, R. R. , & Soares, M. B. P. (2015). Avaliação do Polimorfismo da Galectina-3 em Indivíduos com Doença de Chagas Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(5), 472-478.

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Cruz, Gabriela da Silva and Angelo, Ana Luiza Dias and Larocca, Ticiana Ferreira and Macedo, Carolina Thé and Noya-Rabelo, Márcia and Correia, Luís Claudio Lemos and Torreão, Jorge Andion and Souza, Bruno Solano de Freitas and Santos, Ricardo Ribeiro dos and Soares, Milena Botelho Pereira. Avaliação do Polimorfismo da Galectina-3 em Indivíduos com Doença de Chagas Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 472-478. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-do-polimorfismo-da-galectina-3-em-individuos-com-doenca-de-chagas-cronica/>. ISSN 0066-782X

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