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  2. Palavra-chave: Consumo de Oxigênio
ABC
Editorial

Existe uma Associação entre os Resultados de Desempenho do Teste Timed Up And Go e o Consumo de Oxigênio de Pico Medido Diretamente em Pacientes com Doença Cardíaca?

Filipe Ferrari et al. Ricardo Stein

A capacidade funcional, a aptidão para realizar atividades diárias de forma independente, é comumente avaliada por meio de testes padronizados, como o teste de caminhada de 6 minutos, o teste Timed Up and Go (TUGT) e o teste de sentar e levantar de um minuto. No entanto, o padrão ouro para avaliação da capacidade funcional ou cardiorrespiratória é o teste cardiopulmonar de exercício (TCPE), que mede o consumo de oxigênio de pico (VO2pico). O TCPE envolve o aumento gradual da intensidade do exercício até a exaustão ou início dos sintomas.

Numerosos estudos demonstram consistentemente uma forte associação inversa entre VO2pico e eventos cardiovasculares, mortalidade cardiovascular e mortalidade por todas as causas,, sublinhando o papel fundamental da capacidade funcional no contexto das doenças cardiovasculares. Além disso, na insuficiência cardíaca, independentemente do status da fração de ejeção, o mau desempenho no teste de caminhada de 6 minutos tem sido associado a riscos elevados de mortalidade por todas as causas e insuficiência cardíaca.

[…]

  • Avaliação de Resultados em Cuidados de Saúde
  • Consumo de Oxigênio
  • Doenças Cardiovasculares
  • Equilíbrio Postural
  • Teste Timed Up and Go
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04/03/2024 DOI: 10.36660/abc.20230832 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Predição do Consumo de Oxigênio de Pico em Pacientes Cardiopatas com Base no Desempenho no Teste Timed Up and Go

Danilo Silva dos Santos et al. Ciro Oliveira Queiroz Cristiane Maria Carvalho Costa Dias Gerson Cipriano Junior … Queila Oliveira Borges Luiz Eduardo Fonteles Ritt

Resumo

Fundamento

A utilização do teste timed up and go (TUG) na avaliação da aptidão cardiorrespiratória em cardiopatas não está bem definida na literatura.

Objetivos

Testar a associação entre o TUG e o consumo de oxigênio de pico (VO2pico), construir uma equação com base no TUG para prever o VO2pico e determinar um ponto de corte para estimar um VO2pico ≥ 20 mL.kg−1.min−1.

Métodos

Estudo transversal com 201 indivíduos portadores de doença arterial coronariana ou insuficiência cardíaca, com idade entre 36 e 92 anos, submetidos ao TUG e ao teste cardiopulmonar de exercício. Foram realizadas análises de correlação, curva ROC, regressão linear múltipla e Bland-Altman. Um p < 0,05 foi adotado como significante.

Resultados

A média de idade da amostra total foi 67 ± 13 anos, e 70% dos participantes eram do sexo masculino. A média de VO2pico foi de 17 ± 6 mL.kg−1.min−1 e a média de desempenho no TUG foi de 7 ± 2,5 segundos. A correlação entre o VO2pico e o TUG foi r = −0,54 (p < 0,001) e R2 de 0,30. Foi desenvolvida a equação com base no ; sendo atribuído o valor 0 ao sexo masculino e 1 ao sexo feminino (R ajustado: 0,41; R2 ajustado: 0,40). O VO2pico estimado pela equação foi 18,81 ± 3,2 mL.kg−1.min−1 e o determinado pelo teste cardiopulmonar de exercício foi 18,18 ± 5,9 mL.kg−1.min−1 (p > 0,05). O melhor ponto de corte para o VO2pico ≥ 20 mL.kg−1.min−1 foi de ≤ 5,47 segundos (área sob a curva: 0,80; intervalo de confiança de 95%: 0,74 a 0,86).

Conclusões

O TUG e o VO2pico apresentaram associação significativa. A equação preditiva do VO2pico foi desenvolvida e validada internamente com bom desempenho. O ponto de corte no TUG para prever um VO2pico ≥ 20 mL.kg−1.min−1 foi ≤ 5,47 segundos.

  • Consumo de Oxigênio
  • Doenças Cardiovasculares
  • Teste de Esforço
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22/12/2023 DOI: 10.36660/abc.20230338 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Capacidade Preditiva dos Parâmetros do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca em Terapia de Ressincronização Cardíaca

João Ferreira Reis et al. António Valentim Gonçalves Pedro Garcia Brás Rita Ilhão Moreira … Pedro Rio Ana Teresa Timóteo Rui M. Soares Rui Cruz Ferreira

Resumo

Fundamento

Há evidências sugerindo que um corte do pico de consumo de oxigênio (pVO2) de 10ml/kg/min fornece uma estratificação de risco mais precisa em pacientes com Terapia de Ressincronização Cardíaca (TRC).

Objetivo

Comparar o poder prognóstico de vários parâmetros do teste cardiopulmonar de exercício (TCPE) nesta população e avaliar a capacidade discriminativa dos valores de corte de pVO2 recomendados pelas diretrizes.

Métodos

Avaliação prospectiva de uma série consecutiva de pacientes com insuficiência cardíaca (IC) com fração de ejeção do ventrículo esquerdo ≤40%. O desfecho primário foi um composto de morte cardíaca e transplante cardíaco urgente (TC) nos primeiros 24 meses de acompanhamento, e foi analisado por vários parâmetros do TCPE para a maior área sob a curva (AUC) no grupo TRC. Uma análise de sobrevida foi realizada para avaliar a estratificação de risco fornecida por vários pontos de corte diferentes. Valores de p < 0,05 foram considerados significativos.

Resultados

Um total de 450 pacientes com IC, dos quais 114 possuíam aparelho de TRC. Esses pacientes apresentaram um perfil de risco basal mais alto, mas não houve diferença em relação ao desfecho primário (13,2% vs 11,6%, p = 0,660). A pressão expiratória de dióxido de carbono no limiar anaeróbico (PETCO2AT) teve o maior valor de AUC, que foi significativamente maior do que o de pVO2 no grupo TRC (0,951 vs 0,778, p = 0,046). O valor de corte de pVO2 atualmente recomendado forneceu uma estratificação de risco precisa nesse cenário (p <0,001), e o valor de corte sugerido de 10 ml/min/kg não melhorou a discriminação de risco em pacientes com dispositivos (p = 0,772).

Conclusão

A PETCO2AT pode superar o poder prognóstico do pVO2 para eventos adversos em pacientes com TRC. O ponto de corte de pVO2 recomendado pelas diretrizes atuais pode estratificar precisamente o risco dessa população.

  • Consumo de Oxigênio
  • Insuficiência Cardíaca
  • Terapia de Ressincronização Cardíaca/métodos
  • Teste de Esforço/métodos
  • Transplante do Coração
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18/07/2022 DOI: 10.36660/abc.20210620 Visualizações 1
ABC
Editorial

Classificação da NYHA e as Variáveis do Teste de Exercício Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca

Ricardo Vivacqua Cardoso Costa

A insuficiência cardíaca (IC) é considerada uma doença prevalente, limitando a sobrevida e constituindo uma das principais causas de hospitalização ou morte em vários países, incluindo o Brasil. Uma classificação clínica dos portadores de IC pode ser considerada importante, como referência inicial, por informar a condição funcional desses pacientes. Classicamente, são utilizadas a classificação subjetiva da New York Heart Association (NYHA) e a objetiva de Weber. A classificação funcional da NYHA e o consumo de oxigênio no pico do esforço foram determinantes na determinação da condição funcional em portadores da Doença de Chagas, porém, em outras patologias observa-se certos pacientes pouco sintomáticos e com alto risco de hospitalização ou de morte.

Nos portadores de IC considera-se, também, na avaliação da capacidade funcional e prognóstica o Teste de Caminhada de 6 minutos, considerado com valor preditivo de mortalidade em pacientes com IC classe funcional II e III (NYHA).

[…]

  • Atividade Física
  • Consumo de Oxigênio
  • Estilo de Vida
  • Hospitalização
  • Insuficiência Cardíaca
  • Mortalidade
  • Teste de Caminhada
  • Teste de Esforço
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10/06/2022 DOI: 10.36660/abc.20220196 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Relato de Caso

O Efeito da Máscara Cirúrgica de Proteção Respiratória nos Marcadores Fisiológicos de Desempenho Aeróbio em um Corredor Recreacional

Danilo Marcelo Leite do Prado et al. Valmir Oliveira Silvino Ewerton Gomes Vieira Bruno Viana Rosa … Acácio Salvador Veras e Silva Marcos Antonio Pereira dos Santos

Introdução

O advento da pandemia do Coronavírus 19 (COVID-19), que se espalhou rapidamente pelo mundo, aumentando a atenção em relação ao uso de máscara de proteção facial (MPF) não somente por profissionais da saúde, mas também pela população em geral. Neste contexto, o uso de MPF durante exercícios físicos em ambiente externo pode reduzir os riscos de infecção de COVID-19. Por outro lado, o uso da MPF pode aumentar a percepção subjetiva de dificuldade respiratória a partir da formação de microclimas dentro da máscara (ou seja, temperatura e umidade) e pela restrição do fluxo expiratório.

Nos últimos anos, o número de corredores amadores aumentou significativamente entre várias populações no mundo todo, já que a corrida pode ser realizada com equipamentos mínimos e por uma ampla variedade de pessoas. É interessante notar que, durante o exercício aeróbio, a capacidade de adaptação do sistema cardiorrespiratório é de extrema importância, já que ele aumenta o transporte de oxigênio convectivo e difusivo, permitindo, assim, que o corpo atenda à demanda por oxigênio, entrega de substrato, e retirada do dióxido de carbono. Além disso, os chamados marcadores fisiológicos de desempenho aeróbio, tais como o limiar anaeróbio ventilatório, ponto de compensação respiratória, economia de corrida, e consumo máximo de oxigênio, também parecem ser importantes na definição da intensidade absoluta do exercício (ou seja, ritmo, potência).

[…]

  • Atividade Física
  • Consumo de Oxigênio
  • Coronavírus-19
  • Desempenho Aeróbio
  • Dispositivo de Proteção Respiratória
  • Educação da População
  • Exercício
  • Infecção por Coronavírus
  • Máscara
  • Pandemia
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19/07/2021 DOI: 10.36660/abc.20200792 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

O Teste do Degrau de Seis Minutos como Preditor de Capacidade Funcional de Acordo com o Consumo de Oxigênio de Pico em Pacientes Cardíacos

Luiz Eduardo Fonteles Ritt et al. Eduardo Sahade Darzé Gustavo Freitas Feitosa Jessica Santana Porto … Gabriela Bastos Renata Braga Linhares de Albuquerque Cristiane Miura Feitosa Thaissa Costa Claro Eloisa Ferreira Prado Queila Borges de Oliveira Ricardo Stein

Resumo

Fundamento:

O teste do degrau de seis minutos (TD6) é uma forma simples de avaliar a capacidade funcional, embora tenha sido pouco estudado em pacientes com doença arterial coronariana (DAC) ou insuficiência cardíaca (IC).

Objetivo:

Analisar a associação entre o TD6 e o consumo de oxigênio de pico (VO2pico) e desenvolver uma equação que estime o VO2pico com base no TD6, bem como determinar um ponto de corte para o TD6 que preveja um VO2pico ≥ 20 mL.kg-1.min-1

Métodos:

Nos 171 pacientes submetidos ao TD6 e a um teste de exercício cardiopulmonar, análises da curva ROC, de regressão e de correlação foram usadas, e um p < 0,05 foi admitido como significativo.

Resultados:

A idade média foi 60±14 anos, e 74% eram do sexo masculino. A média da fração de ejeção ventricular esquerda foi 57±16%; 74% apresentavam DAC, e 28%, IC. A média do VO2pico foi 19±6 mL.kg-1.min-1, e o desempenho médio do TD6 foi 87±45 passos. A associação entre o TD6 e o VO2pico foi r 0,69 (p < 0,001). Os modelos VO2pico = 19,6 + (0,075 x TD6) – (0,10 x idade) para homens e VO2pico = 19,6 + (0,075 x TD6) – (0,10 x idade) – 2 para mulheres poderiam prever o VO2pico com base nos resultados do TD6 (R ajustado 0,72; R2 ajustado 0,53). O ponto de corte mais acurado para que o TD6 preveja um VO2pico ≥ 20 mL.kg-1.min-1 foi de > 105 passos [área sob a curva 0,85; intervalo de confiança de 95% 0,79 – 0,90; p < 0,001].

Conclusão:

Uma equação que preveja o VO2pico com base nos resultados do TD6 foi derivada, e foi encontrada uma associação significativa entre o TD6 e o VO2pico. O ponto de corte do TD6, que prevê um VO2pico ≥ 20 mL.kg-1.min-1, foi > 105 passos. (Arq Bras Cardiol. 2021; 116(5):889-895)

  • Capacidade Respiratória
  • Consumo de Oxigênio
  • Insuficiência Cardíaca
  • Teste de Esforço
  • Volume de Ventilação Pulmonar
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17/05/2021 DOI: 10.36660/abc.20190624 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Melhora no Consumo Máximo de Oxigênio e na Ventilação após Tratamento com Sacubitril-Valsartana

António Valentim Gonçalves et al. Tiago Pereira-da-Silva Ana Galrinho Pedro Rio … Rui Soares Joana Feliciano Rita Ilhão Moreira Sofia Silva Sandra Alves Eunice Capilé Rui Cruz Ferreira

Resumo

Fundamento

O tratamento com sacubitril-valsartana teve seu benefício prognóstico confirmado no ensaio PARADIGM-HF. No entanto, dados sobre alterações no teste de esforço cardiopulmonar (TECP) com o uso de sacubitril-valsartana são escassos.

Objetivo

O objetivo deste estudo foi comparar os parâmetros do TECP antes e depois do tratamento com sacubitril-valsartana.

Métodos

Avaliação prospectiva de pacientes com insuficiência cardíaca (IC) crônica e fração de ejeção do ventrículo esquerdo ≤40%, mesmo sob terapia padrão otimizada, que iniciaram tratamento com sacubitril-valsartana, sem expectativa de tratamentos adicionais para a IC. Os dados do TECP foram coletados na semana anterior e 6 meses depois do tratamento com sacubitril-valsartana. Diferenças estatísticas com valor p <0,05 foram consideradas significativas.

Resultados

De 42 pacientes, 35 (83,3%) completaram o seguimento de 6 meses, uma vez que 2 (4,8%) morreram e 5 (11,9%) interromperam o tratamento devido a eventos adversos. A média de idade foi de 58,6±11,1 anos. A classe NYHA (classificação da New York Heart Association) melhorou em 26 (74,3%) pacientes. O consumo máximo de oxigênio (VO2max) (14,4 vs. 18,3 ml/kg/min, p<0,001), a inclinação VE/VCO2 (36,7 vs. 31,1, p<0,001) e a duração do exercício (487,8 vs. 640,3 s, p<0,001) também melhoraram com o uso de sacubitril-valsartana. O benefício foi mantido mesmo com a dose de 24/26 mg (13,5 vs. 19,2 ml/kg/min, p=0,018) de sacubitril-valsartana, desde que esta tenha sido a maior dose tolerada.

Conclusões

O tratamento com sacubitril-valsartana está associado a uma melhora acentuada do VO2max, da inclinação VE/VCO2 e da duração do exercício no TECP. (Arq Bras Cardiol. 2020; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Anti-Hipertensivos
  • Consumo de Oxigênio
  • Fração de Ejeção Ventricular
  • Insuficiência Cardíaca
  • Sacubitril-Valsartana
  • Ventilação Pulmonar
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19/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20190443 Visualizações 1
ABC
Editorial

Teste de Esforço Cardiopulmonar na Avaliação de Candidatos a Transplante Cardíaco com Fibrilação Auricular

Miguel Mendes

Aplicação clínica das conclusões do estudo

As principais conclusões do artigo são as seguintes:

[…]

  • Consumo de Oxigênio
  • Fibrilação Atrial
  • Insuficiência Cardíaca
  • Seleção de Pacientes
  • Teste de Esforço
  • Transplante Cardíaco
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20/03/2020 DOI: 10.36660/abc.20200051 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Previsão Prognóstica dos Parâmetros do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca e Fibrilação Atrial

António Valentim Gonçalves et al. Tiago Pereira-da-Silva Rui Soares Joana Feliciano … Rita Ilhão Moreira Pedro Rio Ana Abreu Rui Cruz Ferreira

Resumo

Fundamento:

A fibrilação atrial (FA) está associada ao aumento da mortalidade em pacientes com insuficiência cardíaca (IC).

Objetivo:

Avaliar se o risco de pacientes com FA pode ser estratificado com precisão em relação aos pontos de corte do teste de esforço cardiopulmonar (TECP) para seleção do transplante cardíaco (TC).

Métodos:

Avaliação prospectiva de 274 pacientes consecutivos com IC com fração de ejeção do ventrículo esquerdo ≤ 40%. O endpoint primário foi um composto de morte cardíaca ou TC urgente no seguimento de 1 ano. O endpoint primário foi analisado através de vários parâmetros do TECP para a maior área sob a curva e para o valor preditivo positivo (VPP) e negativo (VPN) em pacientes com FA e ritmo sinusal (RS) para detectar se os atuais pontos de corte para a seleção de TC podem estratificar com precisão o grupo com FA. Diferenças estatísticas com valor de p < 0,05 foram consideradas significativas.

Resultados:

Havia 51 pacientes no grupo de FA e 223 no grupo RS. O endpoint primário foi maior no grupo FA (17,6% vs. 8,1%, p = 0,038). O valor de corte de pVO2 para a seleção do TC mostrou um VPP de 100% e um VPN de 95,5% para o endpoint primário no grupo FA, com um VPP de 38,5% e um VPN de 94,3% no grupo RS. O valor de corte da inclinação VE/VCO2 apresentou valores mais baixos de VPP (33,3%) e valor semelhante de VPN (92,3%) aos resultados de pVO2 no grupo FA.

Conclusões:

Apesar do fato de a FA apresentar um pior prognóstico para os pacientes com IC, o atual ponto de corte de pVO2 para a seleção de TC pode estratificar com precisão esse grupo de alto risco.

  • Consumo de Oxigênio
  • Fibrilação Atrial / mortalidade
  • Insuficiência Cardíaca
  • Pico do Fluxo Expiratório
  • Prognóstico
  • Teste de Esforço
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20/03/2020 DOI: 10.36660/abc.20180193 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Original Article

Aptidão Física Pré-Participação não Influencia a Aderência a um Programa de Exercício Supervisionado

Fábio Akio Nishijuka et al. Christina Grüne de Souza e Silva Carlos Vieira Duarte Claudio Gil Soares de Araújo

Resumo

Fundamento:

Reabilitação cardíaca com ênfase em exercício tende a reduzir a mortalidade. Contudo, é necessário que haja aderência de médio/longo prazo ao exercício físico regular. Identificar variáveis influenciadoras da aderência a programas de exercício supervisionado (PES) é relevante.

Objetivo:

Avaliar a influência dos componentes da aptidão física aeróbica e não-aeróbica pré-participação na aderência de médio prazo a PES.

Métodos:

Foram estudados 567 participantes (65 ± 12 anos) (68% homens) de um PES. Os participantes aderentes por menos de 6 meses (48%) (não-aderentes – NAD) foram comparados aos 52% dos participantes aderentes por 6 meses ou mais (aderentes – AD). Na aptidão não-aeróbica avaliou-se flexibilidade (FLX) (Flexiteste) e potência muscular (PTO)/peso corporal na remada em pé (watts/kg). Na aeróbica foi medido o consumo máximo de oxigênio (VO2 máx)/peso corporal. Essas medidas foram normalizadas para sexo e idade usando percentis (P) (P-FLX/P-PTO) de dados de referência ou percentuais do previsto (P-VO2). Adicionalmente, foram comparados AD e NAD com resultados extremos (tercis) simultaneamente para as três variáveis.

Resultados:

Não houve diferença entre AD e NAD para os resultados não-aeróbicos, em mediana [P25-P75], de P-FLX: 30[13-56] e 31[9-52], respectivamente (p = 0,69), e P-PTO: 34[17-58] e 36[16-62] (p = 0,96), respectivamente, e para resultados aeróbicos (média ± erro padrão) P-VO2 (75,9 ± 1,3% e 75,0 ± 1,3%), respectivamente (p = 0,83). Nos extremos, houve diferença apenas para P-PTO no tercil inferior com discreta vantagem dos AD sobre NAD – 9[5-16] versus 4[1-11] (p = 0,04).

Conclusão:

Embora seja útil conhecer os níveis pré-participação dos componentes de aptidão física aeróbica e não-aeróbica para a prescrição individualizada de exercício, essas variáveis não parecem influenciar a aderência de médio prazo a PES.

  • Consumo de Oxigênio
  • Força Muscular
  • Medicina Esportiva
  • Medicina Física e Reabilitação
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17/08/2017 DOI: 10.5935/abc.20170132 Visualizações 1
Figura 1
IJCS
Original Article

Teste de Esforço Cardiopulmonar em Portadores de Bloqueio do Ramo Esquerdo e Fração de Ejeção Preservada

Milena dos Santos Barros et al. Rívia Siqueira Amorim Romerito Oliveira Rocha Enaldo Vieira de Melo … José Augusto Barreto-Filho Antônio Carlos Sobral Sousa Romeu Sérgio Meneghelo Joselina Luzia Menezes Oliveira

Resumo

Fundamento:

O bloqueio do ramo esquerdo (BRE) tem importância prognóstica em portadores de insuficiência cardíaca congestiva. Todavia, a sua influência não está bem estabelecida em pacientes com função ventricular sistólica preservada.

Objetivo:

Avaliar as implicações da presença do BRE no desempenho cardiovascular em pacientes com função sistólica do ventrículo esquerdo (FEVE) preservada.

Métodos:

Foram submetidos ao teste de esforço cardiopulmonar (TECP), 26 portadores de BRE (61,3 ± 8,2 anos) e 23 indivíduos saudáveis (58 ± 6,8 anos), com FEVE > 0,5.

Resultados:

A análise do TECP revelou: consumo de oxigênio (VO2) pico predito no grupo BRE foi de 87,2 ± 15,0% versus 105,0 ± 15,6% (p < 0,0001); pulso de oxigênio pico predito no grupo BRE foi de 98,6 ± 18,6% versus 109,9 ± 13,5%, (p = 0,02); VO2 predito limiar anaeróbico no grupo BRE foi de 67,9 ± 13,6 % versus 70,2 ± 12,8% (p = 0,55); ΔVO2/Δcarga no grupo BRE foi de 15,5 ± 5,51 versus 20,7 ± 7,3 ml.min-1.watts-1 (p = 0,006); relação ventilação/produção de dióxido de carbono (VE/VCO2 slope) no grupo BRE foi de 29,8 ± 2,9 versus 26,2 ± 2,9 (p = 0,0001) e tempo de recuperação do VO2 no grupo BRE foi de 85,2 ± 11,8 versus 71,5 ± 11,0 segundos (p = 0,0001). O BRE foi marcador independente para o aumento do VE/VCO2 slope.

Conclusão:

A presença de BRE em indivíduos com FEVE preservada não comprometeu o desempenho cardiovascular, mas houve aumento do VE/VCO2 slope em relação ao grupo controle.

  • Bloqueio de Ramo
  • Consumo de Oxigênio
  • Exercício
  • Função Ventricular Esquerda
  • Insuficiência Cardíaca
  • Teste de Esforço
  • Volume sistólico
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170018 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Review Article

Teste Cardiopulmonar de Exercício: Fundamentos, Aplicabilidade e Interpretação

Artur Haddad Herdy et al. Luiz Eduardo Fonteles Ritt Ricardo Stein Claudio Gil Soares de Araújo … Mauricio Milani Romeu Sérgio Meneghelo Almir Sérgio Ferraz Carlos Hossri Antonio Eduardo Monteiro de Almeida Miguel Morita Fernandes-Silva Salvador Manoel Serra

Resumo

O teste cardiopulmonar de exercício (TCPE) vem ganhando importância crescente como método de avaliação funcional tanto no Brasil quanto no Mundo. Nas suas aplicações mais frequentes, o teste consiste em submeter o indivíduo a um exercício de intensidade gradativamente crescente até a exaustão ou o surgimento de sintomas e/ou sinais limitantes. Neste exame se mensura a ventilação (VE), o consumo de oxigênio (VO2), a produção de gás carbônico (VCO2) e as demais variáveis de um teste de exercício convencional. Adicionalmente, podem ser verificadas, em situações específicas, a oximetria de pulso e as alças fluxo-volume antes, durante e após o esforço. A análise integrada dos dados permite a completa avaliação dos sistemas cardiovascular, respiratório, muscular e metabólico no esforço, sendo considerado padrão-ouro na avaliação funcional cardiorrespiratória.–

O TCPE permite definir mecanismos relacionados à baixa capacidade funcional, os quais podem ser causadores de sintomas como a dispneia, correlacionando-os com alterações dos sistemas cardiovascular, pulmonar e musculoesquelético. Também pode ser de grande aplicabilidade na avaliação prognóstica em cardiopatas, pneumopatas e em pré-operatório, além de auxiliar na prescrição mais criteriosa do exercício em sujeitos normais, em atletas, em cardiopatas e em pneumopatas.

Assim como ocorre com o uso clínico, a pesquisa nesse campo também cresce e várias contribuições científicas de pesquisadores nacionais são publicadas em periódicos de alto fator de impacto.

Sendo assim, o objetivo deste documento é fornecer uma revisão ampla da aplicabilidade do TCPE nas diferentes situações clínicas, bem como servir como guia prático na interpretação desse teste propedêutico.

  • Consumo de Oxigênio
  • Exercício, Avaliação
  • Medidas de Volume Pulmonar
  • Teste de Esforço
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01/11/2016 DOI: 10.5935/abc.20160171 Visualizações 3
ABC
Artigo de Pesquisa

Redução no Consumo de Oxigênio Pico Pós Maratona: Sinal de Fadiga Cardíaca em Corredores Amadores?

Ana Paula Rennó Sierra et al. Anderson Donelli da Silveira Ricardo Contesini Francisco Rodrigo Bellios de Mattos Barretto … Carlos Anibal Sierra Romeu Sergio Meneghelo Maria Augusta Peduti Dal Molin Kiss Nabil Ghorayeb Ricardo Stein

Resumo

Fundamento:

O exercício aeróbico prolongado, como correr uma maratona, produz um estresse suprafisiológico que pode ter impacto na homeostase do atleta. Algum grau de disfunção miocárdica transitória (“fadiga cardíaca”) pode ser observado ao longo de vários dias após a prova.

Objetivos:

Verificar se ocorrem alterações na capacidade cardiopulmonar, no inotropismo e no lusitropismo cardíaco de maratonistas amadores após a realização de uma maratona.

Métodos:

A amostra foi composta por 6 corredores amadores masculinos. Todos realizaram teste cardiopulmonar de exercício (TCPE) uma semana antes da Maratona de São Paulo e 3 a 4 dias após a mesma. Realizaram ecocardiograma 24 horas antes e imediatamente após a prova. Todos foram orientados a não se exercitar, manter dieta regular, ingerir a mesma quantidade habitual de líquidos e descansar pelo menos 8 horas ao dia no período anterior ao TCPE.

Resultados:

Os atletas completaram a maratona em 221,5 (207; 250) minutos. No TCPE pós-maratona, ocorreu redução significativa no consumo de oxigênio e no pulso de oxigênio de pico em relação àqueles obtidos antes da prova (50,75 e 46,35 ml.kg-1.min-1; 19,4 e 18,1 ml.btm, respectivamente). Ao ecocardiograma, encontramos redução significativa na onda s’ (marcador do inotropismo). A relação E/e’ não apresentou alteração significativa após a maratona (marcador do lusitropismo).

Conclusões:

Em atletas amadores, a maratona parece promover alterações na capacidade cardiopulmonar identificadas pelo menos em até 4 dias após a prova, com redução na contratilidade e, portanto, no inotropismo cardíaco. Tais modificações sugerem que algum grau de “fadiga cardíaca” possa ocorrer.

  • Consumo de Oxigênio
  • Corrida
  • Disfunção Ventricular
  • Esportes
  • Exercício
  • Homeostase
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12/01/2016 DOI: 10.5935/abc.20150148
Figura 1
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Artigo de Pesquisa

Equações Específicas por Sexo para Estimativa do Consumo Máximo de Oxigênio em Cicloergometria

Christina G. de Souza e Silva et al. Claudio Gil S. Araújo

Resumo

Fundamento:

A condição aeróbica, avaliada pela medida do VO2máx no teste cardiopulmonar de exercício máximo (TCPE) ou estimada por equações no teste de exercício, é preditora de mortalidade. Porém, o erro obtido pela estimativa em um dado indivíduo pode ser alto, afetando decisões clínicas.

Objetivo:

Determinar o erro de estimativa do VO2máx em cicloergometria em população atendida nos serviços de ergometria e propor equações específicas por sexo para minimizar o erro na estimativa do VO2máx.

Métodos:

Foram avaliados 1715 adultos (18 a 91 anos) (68% homens) submetidos a TCPE máximo em cicloergômetro de membros inferiores (CMI) com protocolo de rampa. Calculou-se o erro percentual (E%) entre o VO2máx medido e o estimado pela equação ACSM modificada (Lang e col. MSSE, 1992). A seguir, foram desenvolvidas equações de estimativa: 1) para toda a amostra testada (C-GERAL) e 2) separadamente por sexo (C-HOMENS e C-MULHERES).

Resultados:

O VO2máx medido foi maior em homens do que em mulheres – 29,4 ± 10,5 e 24,2 ± 9,2 mL.(kg.min)-1 (p < 0,01) -. As equações de estimativa do VO2máx foram mL.(kg.min)-1: C-GERAL = [carga final (W)/peso (kg)] x 10,483 + 7; C‑HOMENS = [carga final (W)/peso (kg)] x 10,791 + 7; e C-MULHERES = [carga final (W)/peso (kg)] x 9,820 + 7. Os E% em homens foram -3,4 ± 13,4% (ACSM modificada), 1,2 ± 13,2% (C-GERAL) e -0,9 ± 13,4% (C-HOMENS) (p < 0,01). Em mulheres, obtivemos: -14,7 ± 17,4% (ACSM modificada), -6,3 ± 16,5% (C-GERAL) e -1,7 ± 16,2% (C-MULHERES) (p < 0,01).

Conclusão:

O erro de estimativa do VO2máx através de equações específicas por sexo foi reduzido, porém não eliminado, nos testes de exercício em CMI.

  • Consumo de Oxigênio
  • Dados Demográficos
  • ergometria
  • Esforço Físico
  • Exercício Respiratório / utilização
  • teste cardiopulmonar de exercício
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31/07/2015 DOI: 10.5935/abc.20150089 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Potência Circulatória e Ventilatória: Caracterização em Pacientes com Doença Arterial Coronariana

Viviane Castello-Simões et al. Vinicius Minatel Marlus Karsten Rodrigo Polaquini Simões … Natália Maria Perseguini Juliana Cristina Milan Ross Arena Laura Maria Tomazi Neves Audrey Borghi-Silva Aparecida Maria Catai

Fundamento:

Os índices da Potência Circulatória (PC) e Potência Ventilatória (PV) têm sido utilizados para avaliação clínica de pacientes com insuficiência cardíaca, mas nenhum estudo avaliou esses índices em pacientes com Doença Arterial Coronariana (DAC).

Objetivo:

Caracterizar ambos os índices em pacientes com DAC comparados a indivíduos saudáveis.

Métodos:

Oitenta e sete homens [grupo DAC = 42 sujeitos e, grupo controle (GC) = 45 sujeitos] com idade entre 45 e 65 anos foram incluídos. Um Teste de Exercício Cardiopulmonar (TECP) foi realizado em esteira e as seguintes variáveis foram obtidas: 1) consumo de oxigênio (VO2) pico; 2) Frequência Cardíaca (FC) pico; 3) Pressão Arterial (PA) pico; 4) duplo produto pico (PA sistólica pico x FC pico); 5) pulso de oxigênio pico (VO2 pico dividido pela FC pico); 6) eficiência ventilatória para o consumo de oxigênio (OUES); 7) eficiência ventilatória para a produção de dióxido de carbono (VE/VCO2 slope); 8) PC (VO2 pico x PA sistólica pico); e 9) PV (PA sistólica pico dividido pelo VE/VCO2 slope).

Resultados:

O grupo DAC apresentou valores significativamente menores das seguintes variáveis no pico do exercício: VO2 (p < 0,001), FC (p < 0,001), PA sistólica (p < 0,001), duplo produto (p < 0,001), pulso de oxigênio (p = 0,008), OUES (p < 0,001), PC (p < 0,001) e PV (p < 0,001), e valores significativamente maiores de PA diastólica (p = 0,004) e VE/VCO2 slope (p < 0,001) em relação ao GC. Uma análise de regressão pelo método stepwise mostrou que a PC foi influenciada pelo grupo (R2 = 0,44, p < 0,001) e a PV tanto pelo grupo quanto pelo número de vasos com estenose pós tratamento (efeito de interação: R2 = 0,46, p < 0,001).

Conclusion:

Os índices da PC e PV foram menores em homens com DAC comparados ao GC, podendo dessa forma ser utilizados na caracterização dessa população.

  • Adultos
  • Consumo de Oxigênio
  • Doença Cardiovascular
  • Exercício
  • exercício cardiopulmonar
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05/05/2015 DOI: 10.5935/abc.20150035 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Equação de Predição do Consumo de Oxigênio em uma População Brasileira

Antonio Eduardo Monteiro de Almeida et al. Charles de Moraes Stefani João Agnaldo do Nascimento Narla Miranda de Almeida … Amilton da Cruz Santos Jorge Pinto Ribeiro (in memoriam) Ricardo Stein

Fundamento:

As equações que predizem o consumo máximo de oxigênio (leia-se VO2máx ou pico) utilizadas em softwares de teste cardiopulmonar de exercício (TCPE) no Brasil não foram validadas e têm importância fundamental no algoritmo diagnóstico desse exame.

Objetivo:

Construir e validar uma equação derivada de população brasileira (EB) para predição do VO2, comparando-a com a equação citada por Jones (EJ) e com o algoritmo de Wasserman (AW).

Métodos:

Foram avaliados, pelo TCPE, 3.119 indivíduos aparentemente saudáveis. Destes, 2.495 pertenceram ao grupo de construção (GC) e 624 foram alocados de forma aleatória no grupo de validação (GV). Na EB consideraram-se idade, gênero, índice de massa corporal (IMC) e nível de atividade física, sendo a mesma posteriormente testada no GV.

Resultados:

No GC, a idade média foi de 42,6 anos, 51,5% eram homens, o IMC médio foi de 27,2, sendo 51,3% sedentários, 44,4% ativos e 4,3% atletas. No GV não houve diferença entre o VO2pico médio medido pelo TCPE (29,92 mL.kg−1.min−1) e pela EB (29,80 mL.kg1.min−1/p = 0,571), sendo observada ótima correlação (0,898). O AW e a EJ tiveram valores médios diferentes do VO2pico medido (p <0,001). O percentual do erro total foi de 18%, 26% e 41% para EB, AW e EJ, respectivamente. A distribuição dos resíduos foi predominantemente negativa no AW (70,67%) e na EJ (87,66%), evidenciando que ambas superestimam os valores médios do VO2pico.

Conclusão:

A EB apresenta valores de VO2pico muito próximos do valor medido através do TCPE, enquanto o AW e a EJ diferem significativamente do VO2pico real.

  • Brasil
  • Consumo de Oxigênio
  • população
  • Previsões
  • Testes de Função Respiratória
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12/09/2014 DOI: 10.5935/abc.20140137 Visualizações 1
Ponto ótimo cardiorrespiratório: uma variável submáxima do teste cardiopulmonar de exercício
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Artigo Original

Ponto ótimo cardiorrespiratório: uma variável submáxima do teste cardiopulmonar de exercício

Plínio Santos Ramos et al. Djalma Rabelo Ricardo Claudio Gil Soares de Araújo

FUNDAMENTO: No Teste Cardiopulmonar de Exercício (TCPE) máximo são analisadas diversas variáveis ventilatórias, incluindo o equivalente ventilatório de oxigênio (VE/VO2). O valor mínimo do VE/VO2 reflete a melhor integração entre os sistemas respiratório e cardiovascular, podendo ser denominado Ponto Ótimo Cardiorrespiratório (POC). OBJETIVO: Determinar o comportamento do POC em função do gênero e da idade em adultos saudáveis e verificar a associação com outras variáveis do TCPE. MÉTODOS: De 2.237 indivíduos, foram selecionados 624 (62% homens e 48 ± 12 anos de idade), não atletas, saudáveis, submetidos ao TCPE máximo. O POC ou VE/VO2 mínimo foi obtido a partir da análise da ventilação e do consumo de oxigênio em cada minuto do TCPE. Foi verificada a relação entre idade e POC para os dois gêneros, assim como as associações com: VO2máx, VO2 no limiar anaeróbico (VO2LA), eficiência da inclinação de consumo de oxigênio (OUES) e com VE máxima. Comparou-se ainda a intensidade do esforço (MET) no POC, LA e VO2máx. RESULTADOS: O POC aumenta com a idade, sendo 23,2 ± 4,48 e 25,0 ± 5,14, respectivamente, em homens e mulheres (p < 0,001). Há associações moderadas e inversas com VO2máx (r = -0,47; p < 0,001), com VO2LA (r = -0,42; p < 0,001) e com o OUES (r = -0,34; p < 0,001). O POC ocorreu, em média, a (44% do VO2máx) e antes do LA (67% do VO2máx) (p < 0,001). CONCLUSÃO: POC, uma variável submáxima, aumenta com a idade e é discretamente mais alto em mulheres. Sendo modestamente associado a outras medidas ventilatórias, parece haver uma contribuição independente na interpretação da resposta cardiorrespiratória ao TCPE.

  • Consumo de Oxigênio
  • Espirometria
  • Exercício
  • relação ventilação-perfusão
  • teste cardiopulmonar de exercício
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02/10/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000091
Aptidão cardiorrespiratória de uma amostra regional brasileira distribuída em diferentes tabelas
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Aptidão cardiorrespiratória de uma amostra regional brasileira distribuída em diferentes tabelas

Karlyse Claudino Belli et al. Carine Calegaro Cleusa Maria Richter Jonatas Zeni Klafke … Ricardo Stein Paulo Ricardo Nazario Viecili

FUNDAMENTO: A maioria das tabelas de classificação da Aptidão Cardiorrespiratória (ACR) utilizadas na prática clínica é internacional e não foi validada para a população brasileira, podendo resultar em discrepâncias importantes, uma vez que essa classificação é extrapolada para a nossa população. Objetivo: Avaliar as principais tabelas de ACR disponíveis em uma amostra populacional brasileira do Planalto Médio do Rio Grande do Sul (RS). MÉTODOS: Foram analisados dados retrospectivos de 2.930 indivíduos, residentes em 36 cidades do Planalto Central do RS. Levaram-se em consideração presença dos fatores de risco para doença cardiovascular e valores estimados do consumo de oxigênio de pico (VO2pico), obtidos por meio de teste de esforço com protocolo de Bruce. Para classificar a ACR, os sujeitos foram distribuídos de acordo com o sexo e inseridos nas respectivas faixas etárias das tabelas de Cooper, American Heart Association (AHA) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e classificados conforme seu VO2pico. RESULTADOS: A amostra feminina apresentou valores mais baixos de VO2pico do que a masculina (23,5 ± 8,5 vs. 31,7 ± 10,8 mL.kg-1.min-1, p < 0,001), e o VO2pico apresentou correlação inversa e moderada com a idade considerando-se ambos os sexos (R = -0,48, p < 0,001). Foi observada importante discrepância entre os níveis de classificação da ACR entre as tabelas, que variaram de 49% (COOPERxAHA) até 75% (UNIFESPxAHA). CONCLUSÃO: Nossos achados indicam discrepâncias importantes na classificação da ACR proveniente das tabelas avaliadas. Estudos futuros poderiam investigar se a utilização das tabelas internacionais são aplicáveis à população brasileira e às populações de diferentes regiões do Brasil.

  • Aptidão Física
  • Classificação
  • Consumo de Oxigênio
  • População Urbana
  • Teste de Esforço
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09/08/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000075 Visualizações 2
Efeitos da pressão positiva contínua nas vias aéreas na insuficiência cardíaca crônica
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Efeitos da pressão positiva contínua nas vias aéreas na insuficiência cardíaca crônica

João Carlos Moreno de Azevedo et al. Edison Ramos Migowisk de Carvalho Luis Augusto Feijó Fátima Palha de Oliveira … Sara Lúcia Silveira de Menezes Henrique Murad

FUNDAMENTO: A insuficiência cardíaca pode apresentar disfunção assintomática à descompensação, com limitações e diminuição da capacidade produtiva. A pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) é um meio não farmacológico de redução da pós-carga. OBJETIVO: Analisar os efeitos da CPAP (10 cmH2O), por 30 dias, em paciente com insuficiência cardíaca crônica. MÉTODOS: Avaliamos 10 pacientes, com diversas etiologias, idade média de 54 ± 14 anos, sexo (masc.= 6 e fem.= 4), com IMC de 21 ± 0,04 kg/m². A terapia foi ofertada por 60 min., 5 vezes por semana, durante 1 mês, no período diurno. Foram analisados ecocardiograma e ergoespirometria, antes e após 30 dias de terapia. RESULTADOS: Apresentou aumento de 19,59% na fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE): 23.9 ± 8.91 vs 27.65 ± 9.56%; p = 0,045. Na ergoespirometria, o tempo de exercício (Tex) apresentou aumento significante de 547 ± 151,319 vs 700 ± 293,990 seg., p = 0,02, o consumo de oxigênio (VO2) foi de 9,59 ± 6,1 vs 4,51 ± 2,67 ml.kg-1.min.-1 , p = 0,01, enquanto a produção de dióxido de carbono (VCO2) de repouso (9,85 ± 4,38 vs 6,44 ± 2,88 ml.kg-1.min.-1 , p = 0,03) apresentou diminuição. CONCLUSÃO: A CPAP provocou aumento na fração de ejeção do ventrículo esquerdo e no tempo de exercício, diminuiu o consumo de oxigênio e a produção de dióxido de carbono no repouso.

  • Consumo de Oxigênio
  • ecocardiografia
  • Insuficiência Cardíaca
  • pressão positiva contínua nas vias aéreas
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11/06/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000068 Visualizações 1
Respostas cardiorrespiratórias e perceptivas para as mesmas velocidades de caminhada e corrida
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Artigo Original

Respostas cardiorrespiratórias e perceptivas para as mesmas velocidades de caminhada e corrida

Walace David Monteiro et al. Claudio Gil Soares de Araújo

FUNDAMENTO: É possível que diferentes formas de locomoção, quando executadas a uma mesma velocidade, influenciem de forma distinta as respostas fisiológicas e perceptivas ao esforço. OBJETIVO: Comparar as respostas cardiorrespiratórias e de percepção subjetiva ao esforço, ao caminhar e ao correr nas mesmas velocidades, determinadas a partir da velocidade de transição caminhada-corrida (VTCC) MÉTODOS: A partir de uma amostra inicial de 453 sujeitos em serviço militar obrigatório, foram selecionados 12 homens adultos jovens e criteriosamente homogeneizados quanto ao sexo, idade, características antropométricas, condição aeróbica e experiência em exercícios na esteira rolante. Em sessões preliminares, foi determina individualmente a VTCC. Posteriormente, em três dias diferentes, os sujeitos caminharam e correram, em ordem balanceada, em cada uma das seguintes velocidades: VTCC, VTCC – 0,5 km/h e VTCC + 0,5 km/h, com obtenção de medidas de gases expirados, da frequência cardíaca (FC) e da percepção de esforço. RESULTADOS: O protocolo para detecção da VTCC mostrou-se altamente reprodutível (r=0,92; p<0,05). Na intensidade acima da VTCC, a percepção do esforço, a FC e as variáveis ventilatórias VE, VO2, VCO2 e R apresentaram valores maiores na caminhada em relação à corrida (p0,05). CONCLUSÃO: A caminhada em velocidades acima da VTCC tende a ser mais estressante do ponto de vista fisiológico e perceptivo. Parece conveniente determinar individualmente a VTCC e padronizar a forma de locomoção para a uma prescrição mais fisiológica e fidedigna da intensidade dos exercícios aeróbios.

  • Caminhada
  • Consumo de Oxigênio
  • Corrida
  • Exercício
  • Frequência Cardíaca
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24/11/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009001000016 Visualizações 1
Características cardíacas e metabólicas de corredores de longa distância do ambulatório de cardiologia do esporte e exercício, de um hospital terciário
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Características cardíacas e metabólicas de corredores de longa distância do ambulatório de cardiologia do esporte e exercício, de um hospital terciário

Luciene Ferreira Azevedo et al. Patrícia Chakur Brum Dudley Rosemblatt Patrícia de Sá Perlingeiro … Antônio Carlos Pereira Barretto Carlos Eduardo Negrão Luciana Diniz Nagem Janot de Matos

OBJETIVO: Caracterizar parâmetros cardíacos, eletrocardiográficos e funcionais, e respostas cardiopulmonares ao exercício em corredores de longa distância brasileiros, acompanhados no Ambulatório de Cardiologia do Esporte e Exercício de um hospital terciário. MÉTODOS: De uma população inicial de 443 atletas, de ambos os sexos, de diferentes modalidades esportivas, foram avaliados 162 (37%) corredores de longa distância, do sexo masculino, com idade variando entre quatorze e 67 anos. Registros eletrocardiográficos (doze derivações) e ecocardiográficos (modos mono e bidimensional) foram realizados em repouso. Respostas cardiopulmonares foram avaliadas durante teste em esteira rolante, com protocolo em rampa. RESULTADOS: Alterações metabólicas e doenças cardiovasculares foram diagnosticadas em 17% e 9% dos corredores, respectivamente. Bradicardia sinusal e hipertrofia ventricular esquerda foram verificadas em 62% e 33% dos corredores, respectivamente. Alterações estruturais, como cavidade ventricular > 55mm, espessura relativa de parede > 0,44 e índice de massa ventricular > 134g/m2 foram encontradas em 15%, 11% e 7% dos corredores, respectivamente. Fração de ejeção < 55% foi observada em 4% dos corredores. O consumo de oxigênio pico (VO2pico) diminuiu a partir de 41 anos, embora o limiar anaeróbio relativo ao VO2pico tenha se mantido inalterado com a idade. CONCLUSÃO: Bradicardia de repouso e hipertrofia ventricular esquerda são as adaptações cardiovasculares mais freqüentes em corredores de longa distância brasileiros acompanhados no Ambulatório de Cardiologia do Esporte e Exercício. Apesar da diminuição do VO2pico a partir de 41 anos, há manutenção do consumo de oxigênio relativo no limiar anaeróbio nesses corredores.

  • Consumo de Oxigênio
  • Eletrocardiografia
  • Frequência Cardíaca
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
  • Limiar Anaeróbio
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07/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000100003
Modelos para predição da carga máxima no teste clínico de esforço cardiopulmonar
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Modelos para predição da carga máxima no teste clínico de esforço cardiopulmonar

Fernando dos Santos Nogueira et al. Fernando Augusto Monteiro Sabóia Pompeu

OBJETIVO: Este estudo buscou derivar equações generalizadas para predição da carga máxima para homens e mulheres jovens. MÉTODOS: O método da ergoespirometria direta (Aerosport® TEEM 100, Estados Unidos da América do Norte) foi empregado para determinar o VO2máx e a carga máxima (Wmáx), no cicloergômetro (Monark®, Brasil), de 30 homens (25 ± 5 anos, 75,0 ± 10,7 kg; 48,4 ± 8,8 mL . kg -1 . min -1 e 243 ± 51 Watts) e 30 mulheres (26 ± 5 anos, 56,7 ± 5,9 kg, 39,8 ± 7,6 mL . kg -1 . min -1 e 172 ± 37 Watts). A idade e a massa corporal foram empregadas como variáveis independentes. Para todos os testes estatísticos aceitou-se o nível de significância de p < 0,05. RESULTADOS: No ajuste linear múltiplo a carga máxima foi explicada pela da idade e massa corporal em 54% (r = 0,73), para homens, e em 76% (r = 0,87), para mulheres, com erros padrões respectivamente de 0,66 W . kg -1 e de 25 Watts. As equações propostas passaram pela validação cruzada, empregando-se outra amostra com características similares de idade e VO2máx composta por 15 homens e 15 mulheres. A correlação intraclasse entre os valores de Wmáx preditos e os medidos através da ergoespirometria foram de 0,70 e 0,69, com erros padrões de 28,4 e 15,8 Watts, respectivamente, para homens e mulheres. CONCLUSÃO: Este estudo exibe equações generalizadas válidas para determinação da carga máxima no cicloergômetro para homens e mulheres.

  • Consumo de Oxigênio
  • Esforço Físico
  • Limiar Anaeróbio
  • limiar ventilatório
  • Teste de Esforço
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28/09/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001500011 Visualizações 2
Efeitos do estado e especificidade do treinamento aeróbio na relação %VO2max versus max durante o ciclismo
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Artigo Original

Efeitos do estado e especificidade do treinamento aeróbio na relação %VO2max versus max durante o ciclismo

Fabrizio Caputo et al. Camila Coelho Greco Benedito Sérgio Denadai

OBJETIVO: Determinar os efeitos do estado e especificidade de treinamento aeróbio na relação entre o percentual do consumo máximo de oxigênio (%VO2max) e o percentual da frequência cardíaca máxima (%FCmax) durante o exercício incremental realizado no cicloergômetro. MÉTODOS: Sete corredores, 9 ciclistas, 11 triatletas e 12 sedentários, todos do sexo masculino e aparentemente saudáveis, foram submetidos a um teste incremental até a exaustão no cicloergômetro. Regressões lineares entre %VO2max e %FCmax foram determinadas para cada indivíduo. Com base nessas regressões, foram calculados %FCmax correspondentes a determinados %VO2max (50, 60, 70, 80 e 90%) de cada participante. RESULTADOS: Não foram encontradas diferenças significantes entre todos os grupos nos %FCmax para cada um dos %VO2max avaliados. Analisando-se os voluntários como um único grupo, as médias dos %FCmax correspondentes a 50, 60, 70, 80 e 90% %VO2max foram 67, 73, 80, 87, e 93%, respectivamente. CONCLUSÃO: Nos grupos analisados, a relação entre o %VO2max e %FCmax durante o exercício incremental no ciclismo não é dependente do estado e especificidade do treinamento aeróbio.

  • ciclismo
  • Consumo de Oxigênio
  • estado de treinamento
  • Frequência Cardíaca
  • prescrição do exercício
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14/02/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005000100005
Correlação entre o consumo de oxigênio obtido pelo método de Fick e pela calorimetria indireta no paciente grave
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Correlação entre o consumo de oxigênio obtido pelo método de Fick e pela calorimetria indireta no paciente grave

Flávio Marson et al. Maria Auxiliadora Martins Francisco Antonio Coletto Antonio Dorival Campos Anibal Basile-Filho

OBJETIVO: Correlacionar o índice de consumo de oxigênio medido através da calorimetria indireta (VO2I DELTA) às medidas calculadas pela equação reversa de Fick (VO2I FICK) em pacientes graves, vítimas de trauma ou sepse. MÉTODOS: Analisados 14 pacientes vítimas de trauma (n=5) ou sepse (n=9), com média de idade de 39,4 ± 5,4 anos, sendo 10 homens e 4 mulheres, APACHE II de 21,3±1,8, ISS de 24,8±6, Sepsis Score de 19,6±2,3, com risco de óbito calculado pelo APACHE II de 41,9±7,1%, submetidos à ventilação mecânica e monitorização hemodinâmica invasiva com cateter de Swan-Ganz e realizadas, pelos dois métodos, 4 séries de medidas do VO2I (T1 a T4). RESULTADOS: Houve uma boa correlação entre os dois métodos (r = 0,77), para a média das quatro medidas seriadas. Não houve diferença estatisticamente significativa entre os dois métodos nos tempos T1 (VO2I DELTA = 138±28 e VO2I FICK = 159±38 mL.min-1.m-2, p = 0,10) e T3 (VO2I DELTA = 144±26 e VO2I FICK = 158±35 mL.min-1.m-2, p = 0,14). Houve diferença significativa nos tempos T2 (VO2I DELTA = 141±27 e VO2I FICK = 155±26 mL.min-1.m-2, p = 0,03) e T4 (VO2I DELTA = 145±24 e VO2I FICK = 162±26 mL.min-1.m-2, p = 0,01). CONCLUSÃO: A calorimetria indireta é um método não invasivo, isento de complicações, que pode ser usado para avaliação do consumo de oxigênio no paciente grave de forma tão eficaz quanto à equação reversa de Fick.

  • Consumo de Oxigênio
  • Sepse
  • trauma
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16/02/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004000100007

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Ferrari F, Stein R. Existe uma Associação entre os Resultados de Desempenho do Teste Timed Up And Go e o Consumo de Oxigênio de Pico Medido Diretamente em Pacientes com Doença Cardíaca?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;120(12):e20230832.

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Ferrari, Filipe; Stein, Ricardo. Existe uma Associação entre os Resultados de Desempenho do Teste Timed Up And Go e o Consumo de Oxigênio de Pico Medido Diretamente em Pacientes com Doença Cardíaca?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 12, e20230832, mar. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ferrari, F., & Stein, R. (2024). Existe uma Associação entre os Resultados de Desempenho do Teste Timed Up And Go e o Consumo de Oxigênio de Pico Medido Diretamente em Pacientes com Doença Cardíaca?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(12), e20230832.

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Ferrari, Filipe and Stein, Ricardo. Existe uma Associação entre os Resultados de Desempenho do Teste Timed Up And Go e o Consumo de Oxigênio de Pico Medido Diretamente em Pacientes com Doença Cardíaca?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 120, n. 12, [citado 2026-10-14], e20230832. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/existe-uma-associacao-entre-os-resultados-de-desempenho-do-teste-timed-up-and-go-e-o-consumo-de-oxigenio-de-pico-medido-diretamente-em-pacientes-com-doenca-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Santos DS, Queiroz CO, Dias CMCC, Cipriano Junior G, Borges QO, Ritt LEF. Predição do Consumo de Oxigênio de Pico em Pacientes Cardiopatas com Base no Desempenho no Teste Timed Up and Go. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(12):e20230338.

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Santos, Danilo Silva dos; Queiroz, Ciro Oliveira; Dias, Cristiane Maria Carvalho Costa; Cipriano Junior, Gerson; Borges, Queila Oliveira; Ritt, Luiz Eduardo Fonteles. Predição do Consumo de Oxigênio de Pico em Pacientes Cardiopatas com Base no Desempenho no Teste Timed Up and Go. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 12, e20230338, dez. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos, D. S. , Queiroz, C. O., Dias, C. M. C. C., Cipriano Junior, G., Borges, Q. O., & Ritt, L. E. F. (2023). Predição do Consumo de Oxigênio de Pico em Pacientes Cardiopatas com Base no Desempenho no Teste Timed Up and Go. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(12), e20230338.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Santos, Danilo Silva dos and Queiroz, Ciro Oliveira and Dias, Cristiane Maria Carvalho Costa and Cipriano Junior, Gerson and Borges, Queila Oliveira and Ritt, Luiz Eduardo Fonteles. Predição do Consumo de Oxigênio de Pico em Pacientes Cardiopatas com Base no Desempenho no Teste Timed Up and Go. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 12, [citado 2026-10-14], e20230338. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/predicao-do-consumo-de-oxigenio-de-pico-em-pacientes-cardiopatas-com-base-no-desempenho-no-teste-timed-up-and-go/>. ISSN 0066-782X

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Reis JF, Gonçalves AV, Brás PG, Moreira RI, Rio P, Timóteo AT, Soares RM, et al. Capacidade Preditiva dos Parâmetros do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca em Terapia de Ressincronização Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(3):413-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Reis, João Ferreira; Gonçalves, António Valentim; Brás, Pedro Garcia; Moreira, Rita Ilhão; Rio, Pedro; Timóteo, Ana Teresa; Soares, Rui M.; Ferreira, Rui Cruz. Capacidade Preditiva dos Parâmetros do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca em Terapia de Ressincronização Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 3, p. 413-423, jul. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Reis, J. F., Gonçalves, A. V., Brás, P. G., Moreira, R. I., Rio, P., Timóteo, A. T., Soares, R. M., & Ferreira, R. C. (2022). Capacidade Preditiva dos Parâmetros do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca em Terapia de Ressincronização Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(3), 413-423.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Reis, João Ferreira and Gonçalves, António Valentim and Brás, Pedro Garcia and Moreira, Rita Ilhão and Rio, Pedro and Timóteo, Ana Teresa and Soares, Rui M. and Ferreira, Rui Cruz. Capacidade Preditiva dos Parâmetros do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca em Terapia de Ressincronização Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 413-423. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/capacidade-preditiva-dos-parametros-do-teste-de-esforco-cardiopulmonar-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-em-terapia-de-ressincronizacao-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Costa RVC. Classificação da NYHA e as Variáveis do Teste de Exercício Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(6):1124-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Costa, Ricardo Vivacqua Cardoso. Classificação da NYHA e as Variáveis do Teste de Exercício Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 6, p. 1124-1125, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Costa, R. V. C. (2022). Classificação da NYHA e as Variáveis do Teste de Exercício Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(6), 1124-1125.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Costa, Ricardo Vivacqua Cardoso. Classificação da NYHA e as Variáveis do Teste de Exercício Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1124-1125. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/classificacao-da-nyha-e-as-variaveis-do-teste-de-exercicio-cardiopulmonar-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Prado DML, Silvino VO, Vieira EG, Rosa BV, Silva ASV, Santos MAP. O Efeito da Máscara Cirúrgica de Proteção Respiratória nos Marcadores Fisiológicos de Desempenho Aeróbio em um Corredor Recreacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(1 suppl 1):23-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Prado, Danilo Marcelo Leite do; Silvino, Valmir Oliveira; Vieira, Ewerton Gomes; Rosa, Bruno Viana; Silva, Acácio Salvador Veras e; Santos, Marcos Antonio Pereira dos. O Efeito da Máscara Cirúrgica de Proteção Respiratória nos Marcadores Fisiológicos de Desempenho Aeróbio em um Corredor Recreacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 1 suppl 1, p. 23-28, jul. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Prado, D. M. L. , Silvino, V. O., Vieira, E. G., Rosa, B. V., Silva, A. S. V. , & Santos, M. A. P. (2021). O Efeito da Máscara Cirúrgica de Proteção Respiratória nos Marcadores Fisiológicos de Desempenho Aeróbio em um Corredor Recreacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(1 suppl 1), 23-28.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Prado, Danilo Marcelo Leite do and Silvino, Valmir Oliveira and Vieira, Ewerton Gomes and Rosa, Bruno Viana and Silva, Acácio Salvador Veras e and Santos, Marcos Antonio Pereira dos. O Efeito da Máscara Cirúrgica de Proteção Respiratória nos Marcadores Fisiológicos de Desempenho Aeróbio em um Corredor Recreacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 1 suppl 1, [citado 2026-10-14], pp. 23-28. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-efeito-da-mascara-cirurgica-de-protecao-respiratoria-nos-marcadores-fisiologicos-de-desempenho-aerobio-em-um-corredor-recreacional/>. ISSN 0066-782X

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Ritt LEF, Darzé ES, Feitosa GF, Porto JS, Bastos G, Albuquerque RBL, Feitosa CM, et al. O Teste do Degrau de Seis Minutos como Preditor de Capacidade Funcional de Acordo com o Consumo de Oxigênio de Pico em Pacientes Cardíacos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(5):889-95.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ritt, Luiz Eduardo Fonteles; Darzé, Eduardo Sahade; Feitosa, Gustavo Freitas; Porto, Jessica Santana; Bastos, Gabriela; Albuquerque, Renata Braga Linhares de; Feitosa, Cristiane Miura; Claro, Thaissa Costa; Prado, Eloisa Ferreira; Oliveira, Queila Borges de; Stein, Ricardo. O Teste do Degrau de Seis Minutos como Preditor de Capacidade Funcional de Acordo com o Consumo de Oxigênio de Pico em Pacientes Cardíacos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 5, p. 889-895, maio. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ritt, L. E. F., Darzé, E. S., Feitosa, G. F., Porto, J. S., Bastos, G., Albuquerque, R. B. L. , Feitosa, C. M., Claro, T. C., Prado, E. F., Oliveira, Q. B. , & Stein, R. (2021). O Teste do Degrau de Seis Minutos como Preditor de Capacidade Funcional de Acordo com o Consumo de Oxigênio de Pico em Pacientes Cardíacos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(5), 889-895.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ritt, Luiz Eduardo Fonteles and Darzé, Eduardo Sahade and Feitosa, Gustavo Freitas and Porto, Jessica Santana and Bastos, Gabriela and Albuquerque, Renata Braga Linhares de and Feitosa, Cristiane Miura and Claro, Thaissa Costa and Prado, Eloisa Ferreira and Oliveira, Queila Borges de and Stein, Ricardo. O Teste do Degrau de Seis Minutos como Preditor de Capacidade Funcional de Acordo com o Consumo de Oxigênio de Pico em Pacientes Cardíacos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 889-895. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-teste-do-degrau-de-seis-minutos-como-preditor-de-capacidade-funcional-de-acordo-com-o-consumo-de-oxigenio-de-pico-em-pacientes-cardiacos/>. ISSN 0066-782X

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Gonçalves AV, Pereira-da-Silva T, Galrinho A, Rio P, Soares R, Feliciano J, Moreira RI, et al. Melhora no Consumo Máximo de Oxigênio e na Ventilação após Tratamento com Sacubitril-Valsartana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(5):821-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gonçalves, António Valentim; Pereira-da-Silva, Tiago; Galrinho, Ana; Rio, Pedro; Soares, Rui; Feliciano, Joana; Moreira, Rita Ilhão; Silva, Sofia; Alves, Sandra; Capilé, Eunice; Ferreira, Rui Cruz. Melhora no Consumo Máximo de Oxigênio e na Ventilação após Tratamento com Sacubitril-Valsartana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 5, p. 821-827, out. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gonçalves, A. V., Pereira-da-Silva, T., Galrinho, A., Rio, P., Soares, R., Feliciano, J., Moreira, R. I., Silva, S., Alves, S., Capilé, E., & Ferreira, R. C. (2020). Melhora no Consumo Máximo de Oxigênio e na Ventilação após Tratamento com Sacubitril-Valsartana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(5), 821-827.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gonçalves, António Valentim and Pereira-da-Silva, Tiago and Galrinho, Ana and Rio, Pedro and Soares, Rui and Feliciano, Joana and Moreira, Rita Ilhão and Silva, Sofia and Alves, Sandra and Capilé, Eunice and Ferreira, Rui Cruz. Melhora no Consumo Máximo de Oxigênio e na Ventilação após Tratamento com Sacubitril-Valsartana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 821-827. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/melhora-no-consumo-maximo-de-oxigenio-e-na-ventilacao-apos-tratamento-com-sacubitril-valsartana/>. ISSN 0066-782X

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Mendes M. Teste de Esforço Cardiopulmonar na Avaliação de Candidatos a Transplante Cardíaco com Fibrilação Auricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(2):219-21.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mendes, Miguel. Teste de Esforço Cardiopulmonar na Avaliação de Candidatos a Transplante Cardíaco com Fibrilação Auricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 2, p. 219-221, mar. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mendes, M. (2020). Teste de Esforço Cardiopulmonar na Avaliação de Candidatos a Transplante Cardíaco com Fibrilação Auricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(2), 219-221.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mendes, Miguel. Teste de Esforço Cardiopulmonar na Avaliação de Candidatos a Transplante Cardíaco com Fibrilação Auricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 219-221. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/teste-de-esforco-cardiopulmonar-na-avaliacao-de-candidatos-a-transplante-cardiaco-com-fibrilacao-auricular/>. ISSN 0066-782X

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Gonçalves AV, Pereira-da-Silva T, Soares R, Feliciano J, Moreira RI, Rio P, Abreu A, et al. Previsão Prognóstica dos Parâmetros do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca e Fibrilação Atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(2):209-18.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gonçalves, António Valentim; Pereira-da-Silva, Tiago; Soares, Rui; Feliciano, Joana; Moreira, Rita Ilhão; Rio, Pedro; Abreu, Ana; Ferreira, Rui Cruz. Previsão Prognóstica dos Parâmetros do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca e Fibrilação Atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 2, p. 209-218, mar. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gonçalves, A. V., Pereira-da-Silva, T., Soares, R., Feliciano, J., Moreira, R. I., Rio, P., Abreu, A., & Ferreira, R. C. (2020). Previsão Prognóstica dos Parâmetros do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca e Fibrilação Atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(2), 209-218.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gonçalves, António Valentim and Pereira-da-Silva, Tiago and Soares, Rui and Feliciano, Joana and Moreira, Rita Ilhão and Rio, Pedro and Abreu, Ana and Ferreira, Rui Cruz. Previsão Prognóstica dos Parâmetros do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca e Fibrilação Atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 209-218. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/previsao-prognostica-dos-parametros-do-teste-de-esforco-cardiopulmonar-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-e-fibrilacao-atrial/>. ISSN 0066-782X

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Nishijuka FA, Silva CGS, Duarte CV, Araújo CGS. Aptidão Física Pré-Participação não Influencia a Aderência a um Programa de Exercício Supervisionado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(4):340-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Nishijuka, Fábio Akio; Silva, Christina Grüne de Souza e; Duarte, Carlos Vieira; Araújo, Claudio Gil Soares de. Aptidão Física Pré-Participação não Influencia a Aderência a um Programa de Exercício Supervisionado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 4, p. 340-347, ago. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Nishijuka, F. A., Silva, C. G. S. , Duarte, C. V., & Araújo, C. G. S. (2017). Aptidão Física Pré-Participação não Influencia a Aderência a um Programa de Exercício Supervisionado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(4), 340-347.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Nishijuka, Fábio Akio and Silva, Christina Grüne de Souza e and Duarte, Carlos Vieira and Araújo, Claudio Gil Soares de. Aptidão Física Pré-Participação não Influencia a Aderência a um Programa de Exercício Supervisionado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 340-347. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/aptidao-fisica-pre-participacao-nao-influencia-a-aderencia-a-um-programa-de-exercicio-supervisionado/>. ISSN 0066-782X

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Barros MS, Amorim RS, Rocha RO, Melo EV, Barreto-Filho JA, Sousa ACS, Meneghelo RS, et al. Teste de Esforço Cardiopulmonar em Portadores de Bloqueio do Ramo Esquerdo e Fração de Ejeção Preservada. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(1):11-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barros, Milena dos Santos; Amorim, Rívia Siqueira; Rocha, Romerito Oliveira; Melo, Enaldo Vieira de; Barreto-Filho, José Augusto; Sousa, Antônio Carlos Sobral; Meneghelo, Romeu Sérgio; Oliveira, Joselina Luzia Menezes. Teste de Esforço Cardiopulmonar em Portadores de Bloqueio do Ramo Esquerdo e Fração de Ejeção Preservada. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 1, p. 11-19, dez. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barros, M. S., Amorim, R. S., Rocha, R. O., Melo, E. V. , Barreto-Filho, J. A., Sousa, A. C. S., Meneghelo, R. S., & Oliveira, J. L. M. (2017). Teste de Esforço Cardiopulmonar em Portadores de Bloqueio do Ramo Esquerdo e Fração de Ejeção Preservada. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(1), 11-19.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barros, Milena dos Santos and Amorim, Rívia Siqueira and Rocha, Romerito Oliveira and Melo, Enaldo Vieira de and Barreto-Filho, José Augusto and Sousa, Antônio Carlos Sobral and Meneghelo, Romeu Sérgio and Oliveira, Joselina Luzia Menezes. Teste de Esforço Cardiopulmonar em Portadores de Bloqueio do Ramo Esquerdo e Fração de Ejeção Preservada. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 11-19. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/teste-de-esforco-cardiopulmonar-em-portadores-de-bloqueio-do-ramo-esquerdo-e-fracao-de-ejecao-preservada/>. ISSN 2359-4802

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Herdy AH, Ritt LEF, Stein R, Araújo CGS, Milani M, Meneghelo RS, Ferraz AS, et al. Teste Cardiopulmonar de Exercício: Fundamentos, Aplicabilidade e Interpretação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(5):467-81.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Herdy, Artur Haddad; Ritt, Luiz Eduardo Fonteles; Stein, Ricardo; Araújo, Claudio Gil Soares de; Milani, Mauricio; Meneghelo, Romeu Sérgio; Ferraz, Almir Sérgio; Hossri, Carlos; Almeida, Antonio Eduardo Monteiro de; Fernandes-Silva, Miguel Morita; Serra, Salvador Manoel. Teste Cardiopulmonar de Exercício: Fundamentos, Aplicabilidade e Interpretação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 5, p. 467-481, out. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Herdy, A. H., Ritt, L. E. F., Stein, R., Araújo, C. G. S. , Milani, M., Meneghelo, R. S., Ferraz, A. S., Hossri, C., Almeida, A. E. M. , Fernandes-Silva, M. M., & Serra, S. M. (2016). Teste Cardiopulmonar de Exercício: Fundamentos, Aplicabilidade e Interpretação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(5), 467-481.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Herdy, Artur Haddad and Ritt, Luiz Eduardo Fonteles and Stein, Ricardo and Araújo, Claudio Gil Soares de and Milani, Mauricio and Meneghelo, Romeu Sérgio and Ferraz, Almir Sérgio and Hossri, Carlos and Almeida, Antonio Eduardo Monteiro de and Fernandes-Silva, Miguel Morita and Serra, Salvador Manoel. Teste Cardiopulmonar de Exercício: Fundamentos, Aplicabilidade e Interpretação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 467-481. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/teste-cardiopulmonar-de-exercicio-fundamentos-aplicabilidade-e-interpretacao/>. ISSN 0066-782X

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Sierra APR, Silveira AD, Francisco RC, Barretto RBM, Sierra CA, Meneghelo RS, Kiss MAPDM, et al. Redução no Consumo de Oxigênio Pico Pós Maratona: Sinal de Fadiga Cardíaca em Corredores Amadores?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;106(2):92-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sierra, Ana Paula Rennó; Silveira, Anderson Donelli da; Francisco, Ricardo Contesini; Barretto, Rodrigo Bellios de Mattos; Sierra, Carlos Anibal; Meneghelo, Romeu Sergio; Kiss, Maria Augusta Peduti Dal Molin; Ghorayeb, Nabil; Stein, Ricardo. Redução no Consumo de Oxigênio Pico Pós Maratona: Sinal de Fadiga Cardíaca em Corredores Amadores?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 2, p. 92-96, jan. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sierra, A. P. R., Silveira, A. D. , Francisco, R. C., Barretto, R. B. M., Sierra, C. A., Meneghelo, R. S., Kiss, M. A. P. D. M., Ghorayeb, N., & Stein, R. (2016). Redução no Consumo de Oxigênio Pico Pós Maratona: Sinal de Fadiga Cardíaca em Corredores Amadores?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(2), 92-96.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sierra, Ana Paula Rennó and Silveira, Anderson Donelli da and Francisco, Ricardo Contesini and Barretto, Rodrigo Bellios de Mattos and Sierra, Carlos Anibal and Meneghelo, Romeu Sergio and Kiss, Maria Augusta Peduti Dal Molin and Ghorayeb, Nabil and Stein, Ricardo. Redução no Consumo de Oxigênio Pico Pós Maratona: Sinal de Fadiga Cardíaca em Corredores Amadores?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 92-96. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reducao-no-consumo-de-oxigenio-pico-pos-maratona-sinal-de-fadiga-cardiaca-em-corredores-amadores/>. ISSN 0066-782X

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Silva CGS, Araújo CGS. Equações Específicas por Sexo para Estimativa do Consumo Máximo de Oxigênio em Cicloergometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(4):381-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Christina G. de Souza e; Araújo, Claudio Gil S.. Equações Específicas por Sexo para Estimativa do Consumo Máximo de Oxigênio em Cicloergometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 4, p. 381-389, jul. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, C. G. S. , & Araújo, C. G. S. (2015). Equações Específicas por Sexo para Estimativa do Consumo Máximo de Oxigênio em Cicloergometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(4), 381-389.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Christina G. de Souza e and Araújo, Claudio Gil S.. Equações Específicas por Sexo para Estimativa do Consumo Máximo de Oxigênio em Cicloergometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 381-389. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/equacoes-especificas-por-sexo-para-estimativa-do-consumo-maximo-de-oxigenio-em-cicloergometria/>. ISSN 0066-782X

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Castello-Simões V, Minatel V, Karsten M, Simões RP, Perseguini NM, Milan JC, Arena R, et al. Potência Circulatória e Ventilatória: Caracterização em Pacientes com Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;104(6):476-85.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Castello-Simões, Viviane; Minatel, Vinicius; Karsten, Marlus; Simões, Rodrigo Polaquini; Perseguini, Natália Maria; Milan, Juliana Cristina; Arena, Ross; Neves, Laura Maria Tomazi; Borghi-Silva, Audrey; Catai, Aparecida Maria. Potência Circulatória e Ventilatória: Caracterização em Pacientes com Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 6, p. 476-485, maio. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Castello-Simões, V., Minatel, V., Karsten, M., Simões, R. P., Perseguini, N. M., Milan, J. C., Arena, R., Neves, L. M. T., Borghi-Silva, A., & Catai, A. M. (2015). Potência Circulatória e Ventilatória: Caracterização em Pacientes com Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(6), 476-485.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Castello-Simões, Viviane and Minatel, Vinicius and Karsten, Marlus and Simões, Rodrigo Polaquini and Perseguini, Natália Maria and Milan, Juliana Cristina and Arena, Ross and Neves, Laura Maria Tomazi and Borghi-Silva, Audrey and Catai, Aparecida Maria. Potência Circulatória e Ventilatória: Caracterização em Pacientes com Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 104, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 476-485. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/potencia-circulatoria-e-ventilatoria-caracterizacao-em-pacientes-com-doenca-arterial-coronariana/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

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Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Almeida, Antonio Eduardo Monteiro de; Stefani, Charles de Moraes; Nascimento, João Agnaldo do; Almeida, Narla Miranda de; Santos, Amilton da Cruz; memoriam), Jorge Pinto Ribeiro (in; Stein, Ricardo. Equação de Predição do Consumo de Oxigênio em uma População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 4, p. 299-307, set. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Almeida, A. E. M. , Stefani, C. M., Nascimento, J. A. , Almeida, N. M. , Santos, A. C., memoriam), J. P. R. , & Stein, R. (2014). Equação de Predição do Consumo de Oxigênio em uma População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(4), 299-307.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Almeida, Antonio Eduardo Monteiro de and Stefani, Charles de Moraes and Nascimento, João Agnaldo do and Almeida, Narla Miranda de and Santos, Amilton da Cruz and memoriam), Jorge Pinto Ribeiro (in and Stein, Ricardo. Equação de Predição do Consumo de Oxigênio em uma População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 299-307. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/equacao-de-predicao-do-consumo-de-oxigenio-em-uma-populacao-brasileira/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Ramos PS, Ricardo DR, Araújo CGS. Ponto ótimo cardiorrespiratório: uma variável submáxima do teste cardiopulmonar de exercício. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;99(5):988-96.

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Ramos, Plínio Santos; Ricardo, Djalma Rabelo; Araújo, Claudio Gil Soares de. Ponto ótimo cardiorrespiratório: uma variável submáxima do teste cardiopulmonar de exercício. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 5, p. 988-996, out. 2012.

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Ramos, P. S., Ricardo, D. R., & Araújo, C. G. S. (2012). Ponto ótimo cardiorrespiratório: uma variável submáxima do teste cardiopulmonar de exercício. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(5), 988-996.

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Ramos, Plínio Santos and Ricardo, Djalma Rabelo and Araújo, Claudio Gil Soares de. Ponto ótimo cardiorrespiratório: uma variável submáxima do teste cardiopulmonar de exercício. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 99, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 988-996. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ponto-otimo-cardiorrespiratorio-uma-variavel-submaxima-do-teste-cardiopulmonar-de-exercicio/>. ISSN 0066-782X

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Belli KC, Calegaro C, Richter CM, Klafke JZ, Stein R, Viecili PRN. Aptidão cardiorrespiratória de uma amostra regional brasileira distribuída em diferentes tabelas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;99(3):811-7.

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Belli, Karlyse Claudino; Calegaro, Carine; Richter, Cleusa Maria; Klafke, Jonatas Zeni; Stein, Ricardo; Viecili, Paulo Ricardo Nazario. Aptidão cardiorrespiratória de uma amostra regional brasileira distribuída em diferentes tabelas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 3, p. 811-817, ago. 2012.

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Belli, K. C., Calegaro, C., Richter, C. M., Klafke, J. Z., Stein, R., & Viecili, P. R. N. (2012). Aptidão cardiorrespiratória de uma amostra regional brasileira distribuída em diferentes tabelas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(3), 811-817.

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Belli, Karlyse Claudino and Calegaro, Carine and Richter, Cleusa Maria and Klafke, Jonatas Zeni and Stein, Ricardo and Viecili, Paulo Ricardo Nazario. Aptidão cardiorrespiratória de uma amostra regional brasileira distribuída em diferentes tabelas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 99, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 811-817. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/aptidao-cardiorrespiratoria-de-uma-amostra-regional-brasileira-distribuida-em-diferentes-tabelas/>. ISSN 0066-782X

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Azevedo JCM, Carvalho ERM, Feijó LA, Oliveira FP, Menezes SLS, Murad H. Efeitos da pressão positiva contínua nas vias aéreas na insuficiência cardíaca crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(1):115-21.

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Azevedo, João Carlos Moreno de; Carvalho, Edison Ramos Migowisk de; Feijó, Luis Augusto; Oliveira, Fátima Palha de; Menezes, Sara Lúcia Silveira de; Murad, Henrique. Efeitos da pressão positiva contínua nas vias aéreas na insuficiência cardíaca crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 1, p. 115-121, jun. 2010.

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Azevedo, J. C. M. , Carvalho, E. R. M. , Feijó, L. A., Oliveira, F. P. , Menezes, S. L. S. , & Murad, H. (2010). Efeitos da pressão positiva contínua nas vias aéreas na insuficiência cardíaca crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(1), 115-121.

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Azevedo, João Carlos Moreno de and Carvalho, Edison Ramos Migowisk de and Feijó, Luis Augusto and Oliveira, Fátima Palha de and Menezes, Sara Lúcia Silveira de and Murad, Henrique. Efeitos da pressão positiva contínua nas vias aéreas na insuficiência cardíaca crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 115-121. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeitos-da-pressao-positiva-continua-nas-vias-aereas-na-insuficiencia-cardiaca-cronica/>. ISSN 0066-782X

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Monteiro WD, Araújo CGS. Respostas cardiorrespiratórias e perceptivas para as mesmas velocidades de caminhada e corrida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;93(4):418-25.

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Monteiro, Walace David; Araújo, Claudio Gil Soares de. Respostas cardiorrespiratórias e perceptivas para as mesmas velocidades de caminhada e corrida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 4, p. 418-425, nov. 2009.

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Monteiro, W. D., & Araújo, C. G. S. (2009). Respostas cardiorrespiratórias e perceptivas para as mesmas velocidades de caminhada e corrida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(4), 418-425.

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Monteiro, Walace David and Araújo, Claudio Gil Soares de. Respostas cardiorrespiratórias e perceptivas para as mesmas velocidades de caminhada e corrida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 93, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 418-425. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/respostas-cardiorrespiratorias-e-perceptivas-para-as-mesmas-velocidades-de-caminhada-e-corrida/>. ISSN 0066-782X

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Azevedo LF, Brum PC, Rosemblatt D, Perlingeiro PS, Barretto ACP, Negrão CE, Matos LDNJ, et al. Características cardíacas e metabólicas de corredores de longa distância do ambulatório de cardiologia do esporte e exercício, de um hospital terciário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(1):17-25.

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Azevedo, Luciene Ferreira; Brum, Patrícia Chakur; Rosemblatt, Dudley; Perlingeiro, Patrícia de Sá; Barretto, Antônio Carlos Pereira; Negrão, Carlos Eduardo; Matos, Luciana Diniz Nagem Janot de. Características cardíacas e metabólicas de corredores de longa distância do ambulatório de cardiologia do esporte e exercício, de um hospital terciário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 1, p. 17-25, mar. 2007.

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Azevedo, L. F., Brum, P. C., Rosemblatt, D., Perlingeiro, P. S., Barretto, A. C. P., Negrão, C. E., & Matos, L. D. N. J. (2007). Características cardíacas e metabólicas de corredores de longa distância do ambulatório de cardiologia do esporte e exercício, de um hospital terciário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(1), 17-25.

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Azevedo, Luciene Ferreira and Brum, Patrícia Chakur and Rosemblatt, Dudley and Perlingeiro, Patrícia de Sá and Barretto, Antônio Carlos Pereira and Negrão, Carlos Eduardo and Matos, Luciana Diniz Nagem Janot de. Características cardíacas e metabólicas de corredores de longa distância do ambulatório de cardiologia do esporte e exercício, de um hospital terciário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 17-25. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caracteristicas-cardiacas-e-metabolicas-de-corredores-de-longa-distancia-do-ambulatorio-de-cardiologia-do-esporte-e-exercicio-de-um-hospital-terciario/>. ISSN 0066-782X

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Nogueira FS, Pompeu FAMS. Modelos para predição da carga máxima no teste clínico de esforço cardiopulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(2):137-45.

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Nogueira, Fernando dos Santos; Pompeu, Fernando Augusto Monteiro Sabóia. Modelos para predição da carga máxima no teste clínico de esforço cardiopulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 2, p. 137-145, set. 2006.

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Nogueira, F. S., & Pompeu, F. A. M. S. (2006). Modelos para predição da carga máxima no teste clínico de esforço cardiopulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(2), 137-145.

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Nogueira, Fernando dos Santos and Pompeu, Fernando Augusto Monteiro Sabóia. Modelos para predição da carga máxima no teste clínico de esforço cardiopulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 137-145. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/modelos-para-predicao-da-carga-maxima-no-teste-clinico-de-esforco-cardiopulmonar/>. ISSN 0066-782X

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Caputo F, Greco CC, Denadai BS. Efeitos do estado e especificidade do treinamento aeróbio na relação %VO2max versus %FCmax durante o ciclismo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;84(1):20-3.

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Caputo, Fabrizio; Greco, Camila Coelho; Denadai, Benedito Sérgio. Efeitos do estado e especificidade do treinamento aeróbio na relação %VO2max versus %FCmax durante o ciclismo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 84, n. 1, p. 20-23, fev. 2005.

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Caputo, F., Greco, C. C., & Denadai, B. S. (2005). Efeitos do estado e especificidade do treinamento aeróbio na relação %VO2max versus %FCmax durante o ciclismo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 84(1), 20-23.

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Caputo, Fabrizio and Greco, Camila Coelho and Denadai, Benedito Sérgio. Efeitos do estado e especificidade do treinamento aeróbio na relação %VO2max versus %FCmax durante o ciclismo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 84, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 20-23. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeitos-do-estado-e-especificidade-do-treinamento-aerobio-na-relacao-vo2max-versus-%fcmax-durante-o-ciclismo/>. ISSN 0066-782X

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Marson F, Martins MA, Coletto FA, Campos AD, Basile-Filho A. Correlação entre o consumo de oxigênio obtido pelo método de Fick e pela calorimetria indireta no paciente grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;82(1):72-6.

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Marson, Flávio; Martins, Maria Auxiliadora; Coletto, Francisco Antonio; Campos, Antonio Dorival; Basile-Filho, Anibal. Correlação entre o consumo de oxigênio obtido pelo método de Fick e pela calorimetria indireta no paciente grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 82, n. 1, p. 72-76, fev. 2004.

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Marson, F., Martins, M. A., Coletto, F. A., Campos, A. D., & Basile-Filho, A. (2004). Correlação entre o consumo de oxigênio obtido pelo método de Fick e pela calorimetria indireta no paciente grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 82(1), 72-76.

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Marson, Flávio and Martins, Maria Auxiliadora and Coletto, Francisco Antonio and Campos, Antonio Dorival and Basile-Filho, Anibal. Correlação entre o consumo de oxigênio obtido pelo método de Fick e pela calorimetria indireta no paciente grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 82, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 72-76. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-entre-o-consumo-de-oxigenio-obtido-pelo-metodo-de-fick-e-pela-calorimetria-indireta-no-paciente-grave/>. ISSN 0066-782X

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