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Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Equação de Predição do Consumo de Oxigênio em uma População Brasileira

Antonio Eduardo Monteiro de Almeida et al. Charles de Moraes Stefani João Agnaldo do Nascimento Narla Miranda de Almeida … Amilton da Cruz Santos Jorge Pinto Ribeiro (in memoriam) Ricardo Stein

Fundamento:

As equações que predizem o consumo máximo de oxigênio (leia-se VO2máx ou pico) utilizadas em softwares de teste cardiopulmonar de exercício (TCPE) no Brasil não foram validadas e têm importância fundamental no algoritmo diagnóstico desse exame.

Objetivo:

Construir e validar uma equação derivada de população brasileira (EB) para predição do VO2, comparando-a com a equação citada por Jones (EJ) e com o algoritmo de Wasserman (AW).

Métodos:

Foram avaliados, pelo TCPE, 3.119 indivíduos aparentemente saudáveis. Destes, 2.495 pertenceram ao grupo de construção (GC) e 624 foram alocados de forma aleatória no grupo de validação (GV). Na EB consideraram-se idade, gênero, índice de massa corporal (IMC) e nível de atividade física, sendo a mesma posteriormente testada no GV.

Resultados:

No GC, a idade média foi de 42,6 anos, 51,5% eram homens, o IMC médio foi de 27,2, sendo 51,3% sedentários, 44,4% ativos e 4,3% atletas. No GV não houve diferença entre o VO2pico médio medido pelo TCPE (29,92 mL.kg−1.min−1) e pela EB (29,80 mL.kg1.min−1/p = 0,571), sendo observada ótima correlação (0,898). O AW e a EJ tiveram valores médios diferentes do VO2pico medido (p <0,001). O percentual do erro total foi de 18%, 26% e 41% para EB, AW e EJ, respectivamente. A distribuição dos resíduos foi predominantemente negativa no AW (70,67%) e na EJ (87,66%), evidenciando que ambas superestimam os valores médios do VO2pico.

Conclusão:

A EB apresenta valores de VO2pico muito próximos do valor medido através do TCPE, enquanto o AW e a EJ diferem significativamente do VO2pico real.

  • Brasil
  • Consumo de Oxigênio
  • população
  • Previsões
  • Testes de Função Respiratória
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12/09/2014 DOI: 10.5935/abc.20140137 Visualizações 1
ABC
Revisão

Características fenotípicas da hipertensão arterial resistente na população brasileira

Ana Paula Cabral de Faria et al. Andréa Rodrigues Sabbatini Antonio Coca Heitor Moreno-Junior

Hipertensão resistente (HAR) é definida como a pressão arterial que permanece acima da meta pressórica, apesar do uso de três classes de anti-hipertensivos em doses otimizadas, sendo um deles um diurético. Além disso, são considerados também hipertensos resistentes os pacientes que usam quatro ou mais classes e possuem suas pressões controladas. Embora essa definição seja útil na categorização de um maior grupo de resistentes, visto esses dois subgrupos compartilharem alto risco cardiovascular, algumas importantes particularidades clínicas e fisiopatológicas necessitam ser mais bem avaliadas antes de resistentes controlados e não controlados pertencerem ao mesmo grupo. Foram comparadas algumas características cardiovasculares nesses dois subgrupos de hipertensos resistentes. Embora algumas semelhanças, o subgrupo HRNC apresenta fenótipos cardiovasculares com pior prognóstico como maior rigidez vascular e hipertrofia ventricular esquerda, além de função endotelial mais prejudicada e menor queda de pressão arterial no período noturno, entre outras. Frente às diferenças, o subgrupo HRNC está associado à maior risco cardiovascular, podendo ser considerado mais resistente ao tratamento anti-hipertensivo. Além da importância de melhor prevenção e tratamento da HAR com medidas de identificar precocemente os fatores de risco e otimizar a terapia farmacológica, algumas implicações clínicas devem ser consideradas na abordagem de pacientes controlados e não controlados como semelhantes ao grupo de resistentes.

  • Anti-Hipertensivos
  • Brasil
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • população
  • Qualidade de Vida
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10/05/2013 DOI: 10.5935/abc.20130100 Visualizações 1
Influência da cor de pele auto-referida na prevalência da síndrome metabólica numa população urbana do Brasil
ABC
Artigo Original

Influência da cor de pele auto-referida na prevalência da síndrome metabólica numa população urbana do Brasil

Paulo José Bastos Barbosa et al. Ines Lessa Naomar de Almeida Filho Lucélia Batista N. Cunha Magalhães Jenny Araújo

FUNDAMENTO: A síndrome metabólica tem uma elevada prevalência em diferentes partes do mundo, com variações entre diferentes grupos étnicos. OBJETIVO: Este estudo pretende explorar a influência da cor de pele auto-referida sobre a prevalência da SM. MÉTODOS: Estudo transversal, realizado em subgrupo populacional em Salvador, Brasil. Utilizou-se auto-definição de cor de pele (branca, parda e negra) e o critério de SM do ATP-III. Foi usado o quiquadrado para tendência a fim de analisar gradiente das prevalências entre os grupos e a regressão logística para análises de associações. RESULTADOS: A prevalência geral da SM, ajustada por variáveis potencialmente confundidoras, não diferiu entre brancos (23,3%), pardos (23,3%) e negros (23,4%,). A análise por sexo mostrou entre os homens redução da prevalência da SM dos brancos, 26,2% IC95%(20,7-31,7), em comparação aos negros, 17,5% IC95% (12,3-22,8), e uma prevalência intermediária entre os pardos, 21,9% IC95% (18,6 – 25,1), p tend= 0,002. Entre as mulheres, a tendência foi inversa, maior nas negras, 27,0% IC95% (22,2-31,8), e menor nas brancas, 20,5% IC95%(15,6-25,4), p tend= 0,02. Na análise multivariada da associação entre cor de pele e SM (branco=grupo de referência), a cor negra entre os homens foi fator de proteção, razão de prevalência (RP)= 0,60 (0,36 – 0,97), enquanto que nas mulheres tendeu a ser fator de risco, RP= 1,33 (0,94 – 1,78). CONCLUSÃO: A prevalência da SM variou em função da cor de pele de modo inverso entre homens e mulheres. Ser negro foi fator de proteção entre homens e de risco nas mulheres.

  • Brasil
  • cor
  • pele
  • população
  • Prevalência
  • Salvador (BA)
  • Síndrome Metabólica
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22/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000100007 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Influência de combinações genéticas nos níveis de HDL-c em uma população do sul do Brasil

Fabiana Michelsen de Andrade et al. Marilu Fiegenbaum Silvana de Almeida Mara Helena Hutz

FUNDAMENTO: Baixos níveis de HDL-c são importantes preditores de doença coronariana, a primeira causa de morte no mundo todo. Muitos fatores afetam os níveis de HDL-c, tais como os polimorfismos de genes que codificam proteínas-chave para a via de transporte reverso de colesterol. OBJETIVO: Investigar a influência de sete polimorfismos dos genes CETP, APOA1, ABCA1 e SCARB1 genes nos níveis de HDL-c em uma população da região sul do Brasil. MÉTODOS: Os polimorfismos foram investigados em uma amostra de 500 indivíduos de descendência europeia, mas os níveis de HDL-c de somente 360 indivíduos foram ajustados para cofatores usando regressão linear múltipla no estudo de associação. A amostra foi dividida em tercis de acordo com os níveis ajustados de HDL-c e frequências de alelos e haplótipos foram comparadas entre o 1º e o 3º tercis dos níveis ajustados de HDL-c. RESULTADOS: Quando as combinações dos alelos de risco foram testadas, a frequência de combinações alélicas em três genes (haplótipo 1 do gene APOA1, variante 2S do gene SCARB1, e alelo B1 do gene CETP) foi significantemente mais alta no tercil inferior dos níveis ajustados de HDL-c (28,3%) do que no tercil superior (14,9%; p=0,008), o que indica que a presença dessas variantes aumentou 2,26 vezes a chance de ter níveis de HDL-C < 39,8 mg/dl. CONCLUSÃO: Espera-se que esses marcadores, quando estudados separadamente, tenham uma pequena influência na característica que está sendo analisada, mas uma influência maior foi detectada quando os marcadores foram estudados em combinação. Em uma população da região sul do Brasil, nossos dados mostraram uma influência significante das combinações das variantes dos genes APOA1, SCARB1 e CETP nos níveis de HDL-c.

  • Colesterol- HDL
  • Polimorfismo Genético
  • população
  • região sul
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08/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000121 Visualizações 2
Prevalência de angina pectoris em Pelotas, RS
ABC
Artigo Original

Prevalência de angina pectoris em Pelotas, RS

Leonardo Alves et al. Juraci A. Cesar Bernardo L. Horta

FUNDAMENTO: A cardiopatia isquêmica é a doença responsável pelo maior número de mortes no mundo, sendo a angina sua principal manifestação. OBJETIVO: Determinar a prevalência de angina e de possível angina e sua distribuição conforme as principais características sócio-demográficas entre adultos com idade igual ou maior que 40 anos. MÉTODOS: Estudo transversal de base populacional com moradores da área urbana da cidade de Pelotas (RS) entre os meses de outubro e dezembro de 2007. Foi adotado o plano de amostragem por conglomerados em dois estágios – setores censitários e domicílios. As prevalências de angina e de possível angina foram definidas de acordo com o questionário de Rose. Essas condições foram avaliadas conforme as características sócio-demográficas: idade, sexo, cor da pele, condição econômica e escolaridade. Para a coleta dos dados, foram aplicados questionários padronizados por meio de entrevista com os indivíduos em seus domicílios. A taxa de não respondentes foi de 6,8%. RESULTADOS: A prevalência de angina entre os 1.680 indivíduos participantes do estudo foi de 8,2 % (IC 95%: 6,7 – 9,6), enquanto a de possível angina, 12,3% (IC 95%: 10,6 – 14,0). As prevalências de angina e de possível angina foram maiores entre os indivíduos do sexo feminino, de cor da pele preta/parda, de pior condição econômica e de menor escolaridade. A prevalência de angina foi maior entre indivíduos mais velhos. Não se observou diferença para possível angina. CONCLUSÃO: A prevalência de angina e de possível angina mostrou-se alta, acometendo cerca de 20% da população de Pelotas.

  • Angina
  • Estudos Transversais
  • população
  • Prevalência
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25/06/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000075 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

O polimorfismo VNTR no gene codificador do antagonista do receptor da interleucina-1 está associado com a doença arterial coronariana

Ahmet Arman et al. Ozer Soylu Ahmet Yildirim Andrzej Furman … Nesrin Ercelen Hakki Aydogan Ajda Coker Tuna Tezel

FUNDAMENTO: A Doença Arterial Coronariana (DAC) é a aterosclerose das artérias coronárias que transportam o sangue para o coração. A aterosclerose é uma doença inflamatória. As variações gênicas das citocinas – como as associadas à família IL1 – fazem parte da patogênese da aterosclerose. OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi determinar a relação entre os polimorfismos da família IL1 (VNTR do IL1RN, posições -511 e +3953 do IL1B) e a DAC na população turca. MÉTODOS: Um total de 427 indivíduos foram submetidos à angiografia coronariana e em seguida divididos da seguinte forma: 170 no grupo controle e 257 no grupo de pacientes com DAC. Os sujeitos com DAC foram divididos em dois subgrupos: 91 no grupo de Doença Coronariana em um único vaso (Single Vessel Disease – SVD) e 166 no grupo Doença Coronariana em múltiplos vasos (Multiple Vessel Disease – MVD). Os genótipos de IL1RN e IL1B (-511, +3953) foram determinados por reação em cadeia da polimerase (RCP), seguida de análise da digestão por enzima de restrição. RESULTADOS: Não foram observadas diferenças significantes nas distribuições de genótipos de IL1RN e IL1B (-511 e +3953) entre os sujeitos com DAC e os controles, ou entre sujeitos com MVD e controles. No entanto, observou-se uma relação significante no genótipo IL1RN 2/2 entre sujeitos portadores de SVD e controles (P= 0,016, x2: 10,289, OR: 2,94IC 95% 1,183 – 7,229). Tampouco foi observada diferença estatisticamente significante nas freqüências dos alelos de IL1RN e IL1B (-511 e +3953) entre os sujeitos com DAC e controles, os sujeitos com MVD e controles, ou ainda os sujeitos SVD e controles. CONCLUSÃO: Não foi observada nenhuma relação na freqüência alélica e nem na distribuição genotípica dos polimorfismos de IL1RN e IL1B entre sujeitos com DAC e grupos controle. No entanto, o genótipo IL1RN 2/2 pode representar um fator de risco para sujeitos com SVD na população turca.

  • Aterosclerose coronariana
  • Interleucina 1
  • população
  • repetições mini-satélites
  • Turquia
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05/01/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001700002 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Valores de referência de medidas ecocardiográficas em amostra da população brasileira adulta assintomática

Lílian Cláudia Souza Ângelo et al. Marcelo Luiz Campos Vieira Sérgio Lamêgo Rodrigues Renato Lírio Morelato … Alexandre C. Pereira José Geraldo Mill José Eduardo Krieger

OBJETIVO: Determinar as medidas ecocardiográficas de referência das cavidades cardíacas, da massa e dos índices de massa do ventrículo esquerdo (VE) em amostra da população adulta assintomática. MÉTODOS: Estudo observacional realizado em amostra aleatória da população da cidade de Vitória, Brasil. Foi realizado ecocardiograma transtorácico em 295 indivíduos voluntários (61,7% mulheres), sem história pregressa de doença cardiovascular. Os diâmetros dos ventrículos, a espessura do septo interventricular e da parede posterior do VE, a massa e os índices de massa VE e os diâmetros da aorta e do átrio esquerdo foram avaliados por ecocardiograma unidimensional. As medidas foram descritas por média e desvio padrão, por percentis, com intervalo de confiança de 95%. RESULTADOS: Sexo e idade influenciaram discretamente os valores ecocardiográficos. Em geral, os valores das medidas cardíacas foram maiores no sexo masculino. A espessura da parede posterior, os índices de massa corrigidos pela altura e o diâmetro diastólico foram influenciados pela idade. Os valores de percentil de 95% de septo interventricular e parede posterior do VE para homens foram 9,9 mm e 9,6 mm, respectivamente, e 9,3 mm para septo e parede posterior para mulheres. CONCLUSÃO: Os valores do percentil de 95% do septo interventricular e da parede posterior e, conseqüentemente, de massa ventricular esquerda absoluta e indexada encontrados em nosso estudo na população de Vitória são inferiores aos valores encontrados em estudos prévios. Nesse aspecto, os resultados deste estudo serão úteis como referência, pois estão de acordo com os novos limites sugeridos na literatura para o diagnóstico ecocardiográfico de hipertrofia ventricular esquerda.

  • amostragem aleatória e sistemática
  • ecocardiografia
  • população
  • Valores de Referência
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25/09/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001500007

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Almeida AEM, Stefani CM, Nascimento JA, Almeida NM, Santos AC, memoriam) JPR, Stein R, et al. Equação de Predição do Consumo de Oxigênio em uma População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(4):299-307.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Almeida, Antonio Eduardo Monteiro de; Stefani, Charles de Moraes; Nascimento, João Agnaldo do; Almeida, Narla Miranda de; Santos, Amilton da Cruz; memoriam), Jorge Pinto Ribeiro (in; Stein, Ricardo. Equação de Predição do Consumo de Oxigênio em uma População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 4, p. 299-307, set. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Almeida, A. E. M. , Stefani, C. M., Nascimento, J. A. , Almeida, N. M. , Santos, A. C., memoriam), J. P. R. , & Stein, R. (2014). Equação de Predição do Consumo de Oxigênio em uma População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(4), 299-307.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Almeida, Antonio Eduardo Monteiro de and Stefani, Charles de Moraes and Nascimento, João Agnaldo do and Almeida, Narla Miranda de and Santos, Amilton da Cruz and memoriam), Jorge Pinto Ribeiro (in and Stein, Ricardo. Equação de Predição do Consumo de Oxigênio em uma População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 299-307. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/equacao-de-predicao-do-consumo-de-oxigenio-em-uma-populacao-brasileira/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Faria APC, Sabbatini AR, Coca A, Moreno-Junior H. Características fenotípicas da hipertensão arterial resistente na população brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;100(6):579-82.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Faria, Ana Paula Cabral de; Sabbatini, Andréa Rodrigues; Coca, Antonio; Moreno-Junior, Heitor. Características fenotípicas da hipertensão arterial resistente na população brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 6, p. 579-582, maio. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Faria, A. P. C. , Sabbatini, A. R., Coca, A., & Moreno-Junior, H. (2013). Características fenotípicas da hipertensão arterial resistente na população brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 100(6), 579-582.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Faria, Ana Paula Cabral de and Sabbatini, Andréa Rodrigues and Coca, Antonio and Moreno-Junior, Heitor. Características fenotípicas da hipertensão arterial resistente na população brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 100, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 579-582. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caracteristicas-fenotipicas-da-hipertensao-arterial-resistente-na-populacao-brasileira/>. ISSN 0066-782X

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Barbosa PJB, Lessa I, Almeida Filho N, Magalhães LBNC, Araújo J. Influência da cor de pele auto-referida na prevalência da síndrome metabólica numa população urbana do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(1):34-40.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barbosa, Paulo José Bastos; Lessa, Ines; Almeida Filho, Naomar de; Magalhães, Lucélia Batista N. Cunha; Araújo, Jenny. Influência da cor de pele auto-referida na prevalência da síndrome metabólica numa população urbana do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 1, p. 34-40, set. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barbosa, P. J. B., Lessa, I., Almeida Filho, N. , Magalhães, L. B. N. C., & Araújo, J. (2010). Influência da cor de pele auto-referida na prevalência da síndrome metabólica numa população urbana do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(1), 34-40.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barbosa, Paulo José Bastos and Lessa, Ines and Almeida Filho, Naomar de and Magalhães, Lucélia Batista N. Cunha and Araújo, Jenny. Influência da cor de pele auto-referida na prevalência da síndrome metabólica numa população urbana do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 34-40. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/influencia-da-cor-de-pele-auto-referida-na-prevalencia-da-sindrome-metabolica-numa-populacao-urbana-do-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Andrade FM, Fiegenbaum M, Almeida S, Hutz MH. Influência de combinações genéticas nos níveis de HDL-c em uma população do sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(4):430-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Andrade, Fabiana Michelsen de; Fiegenbaum, Marilu; Almeida, Silvana de; Hutz, Mara Helena. Influência de combinações genéticas nos níveis de HDL-c em uma população do sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 4, p. 430-435, set. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Andrade, F. M. , Fiegenbaum, M., Almeida, S. , & Hutz, M. H. (2010). Influência de combinações genéticas nos níveis de HDL-c em uma população do sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(4), 430-435.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Andrade, Fabiana Michelsen de and Fiegenbaum, Marilu and Almeida, Silvana de and Hutz, Mara Helena. Influência de combinações genéticas nos níveis de HDL-c em uma população do sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 430-435. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/influencia-de-combinacoes-geneticas-nos-niveis-de-hdl-c-em-uma-populacao-do-sul-do-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Alves L, Cesar JA, Horta BL. Prevalência de angina pectoris em Pelotas, RS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(2):179-85.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Alves, Leonardo; Cesar, Juraci A.; Horta, Bernardo L.. Prevalência de angina pectoris em Pelotas, RS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 2, p. 179-185, jun. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Alves, L., Cesar, J. A., & Horta, B. L. (2010). Prevalência de angina pectoris em Pelotas, RS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(2), 179-185.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Alves, Leonardo and Cesar, Juraci A. and Horta, Bernardo L.. Prevalência de angina pectoris em Pelotas, RS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 179-185. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-de-angina-pectoris-em-pelotas-rs/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

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Arman A, Soylu O, Yildirim A, Furman A, Ercelen N, Aydogan H, Coker A, et al. O polimorfismo VNTR no gene codificador do antagonista do receptor da interleucina-1 está associado com a doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;91(5):293-8.

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Arman, Ahmet; Soylu, Ozer; Yildirim, Ahmet; Furman, Andrzej; Ercelen, Nesrin; Aydogan, Hakki; Coker, Ajda; Tezel, Tuna. O polimorfismo VNTR no gene codificador do antagonista do receptor da interleucina-1 está associado com a doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 5, p. 293-298, jan. 2009.

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Arman, A., Soylu, O., Yildirim, A., Furman, A., Ercelen, N., Aydogan, H., Coker, A., & Tezel, T. (2009). O polimorfismo VNTR no gene codificador do antagonista do receptor da interleucina-1 está associado com a doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(5), 293-298.

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Arman, Ahmet and Soylu, Ozer and Yildirim, Ahmet and Furman, Andrzej and Ercelen, Nesrin and Aydogan, Hakki and Coker, Ajda and Tezel, Tuna. O polimorfismo VNTR no gene codificador do antagonista do receptor da interleucina-1 está associado com a doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 91, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 293-298. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-polimorfismo-vntr-no-gene-codificador-do-antagonista-do-receptor-da-interleucina-1-esta-associado-com-a-doenca-arterial-coronariana/>. ISSN 0066-782X

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Ângelo LCS, Vieira MLC, Rodrigues SL, Morelato RL, Pereira AC, Mill JG, Krieger JE, et al. Valores de referência de medidas ecocardiográficas em amostra da população brasileira adulta assintomática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;89(3):184-90.

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Ângelo, Lílian Cláudia Souza; Vieira, Marcelo Luiz Campos; Rodrigues, Sérgio Lamêgo; Morelato, Renato Lírio; Pereira, Alexandre C.; Mill, José Geraldo; Krieger, José Eduardo. Valores de referência de medidas ecocardiográficas em amostra da população brasileira adulta assintomática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 3, p. 184-190, set. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ângelo, L. C. S., Vieira, M. L. C., Rodrigues, S. L., Morelato, R. L., Pereira, A. C., Mill, J. G., & Krieger, J. E. (2007). Valores de referência de medidas ecocardiográficas em amostra da população brasileira adulta assintomática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(3), 184-190.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ângelo, Lílian Cláudia Souza and Vieira, Marcelo Luiz Campos and Rodrigues, Sérgio Lamêgo and Morelato, Renato Lírio and Pereira, Alexandre C. and Mill, José Geraldo and Krieger, José Eduardo. Valores de referência de medidas ecocardiográficas em amostra da população brasileira adulta assintomática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 89, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 184-190. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/valores-de-referencia-de-medidas-ecocardiograficas-em-amostra-da-populacao-brasileira-adulta-assintomatica/>. ISSN 0066-782X

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