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  2. Palavra-chave: Testes de Função Respiratória
ABC
Artigo Original

O Papel da Ecocardiografia sob Estresse na Detecção Precoce de Disfunção Diastólica em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Não Grave

Zheyna Cherneva et al. Radostina Cherneva

Resumo

Fundamento

A dispneia por esforço é uma queixa comum de pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP) e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). A ICFEP é comum na DPOC e é um fator de risco independente para a progressão e exacerbação da doença. A detecção precoce, portanto, tem grande relevância clínica.

Objetivos

O objetivo deste estudo foi detectar a frequência de ICFEP mascarada em pacientes com DPOC não grave com dispneia aos esforços, sem doença cardiovascular manifesta, e analisar a correlação entre ICFEP mascarada e os parâmetros do teste cardiopulmonar de exercício (TCPE).

Métodos

Aplicamos o TCPE em 104 pacientes com DPOC não grave com dispneia aos esforços, sem doença cardiovascular evidente. A ecocardiografia foi realizada antes e no pico do TCPE. Os valores de corte para disfunção diastólica ventricular esquerda e direita induzida por estresse (DDVE/DDVD) foram E/e’ >15; E/e’ >6, respectivamente. A análise de correlação foi feita entre os parâmetros do TCPE e o estresse E/d’. Valor de p<0,05 foi considerado significativo.

Resultados

64% dos pacientes tinham DDVE induzida por estresse; 78% tinham DDVD induzida por estresse. Ambos os grupos com estresse DDVE e DDVD obtiveram carga menor, V’O2 e pulso de O2 mais baixos, além de apresentarem redução na eficiência ventilatória (maiores inclinações de VE/VCO2). Nenhum dos parâmetros do TCPE foram correlacionados com E/e’ DDVE/DDVD induzida por estresse.

Conclusão

Há uma alta prevalência de disfunção diastólica induzida por estresse em pacientes com DPOC não grave com dispneia aos esforços, sem doença cardiovascular evidente. Nenhum dos parâmetros do TCPE se correlaciona com E/e’ induzida por estresse. Isso demanda a realização de Ecocardiografia sob estresse por exercício (EES) e TCPE para detecção precoce e manejo adequado da ICFEP mascarada nesta população. (Arq Bras Cardiol. 2021; 116(2):259-265)

  • Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
  • Ecocardiografia sob Estresse / métodos
  • Insuficiência Cardíaca Diastólica
  • Testes de Função Respiratória
  • Volume sistólico
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01/03/2021 DOI: 10.36660/abc.20190623 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

O Impacto da Aptidão Cardiorrespiratória no Paradoxo da Obesidade em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida

Rita Ilhão Moreira et al. Tiago Pereira Silva António Valentim Gonçalves Joana Feliciano … Pedro Rio Rui Soares Rui Cruz Ferreira

Resumo

Fundamento:

Índice de massa corporal (IMC) elevado tem sido associado a desfechos melhores em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida. Este achado tem levado ao conceito do paradoxo da obesidade.

Objetivo:

Investigar o impacto de tolerância ao exercício e capacidade cardiorrespiratória no paradoxo da obesidade.

Método:

Pacientes ambulatoriais com insuficiência cardíaca sintomática e fração de ejeção ventricular esquerda (FEVE) ≤ 40%, acompanhados no nosso centro, foram prospectivamente submetidos à avaliação abrangente de linha de base incluindo parâmetros clínicos, laboratoriais, eletrocardiográficos, ecocardiográficos e de exercício cardiopulmonar. A população do estudo foi dividida de acordo com o IMC (< 25, 25 – 29,9 e ≥ 30 kg/m2). Todos os pacientes foram acompanhados durante 60 meses. O desfecho composto foi definido como morte cardíaca, transplante cardíaco urgente ou necessidade de suporte circulatório mecânico. Valores de p < 0,05 foram considerados significativos.

Resultados:

Dos 282 pacientes incluídos (75% masculino, 54 ± 12 anos, IMC 27 ± 4 kg/m2, FEVE 27% ± 7%), o desfecho composto ocorreu em 24,4% durante o acompanhamento. Os pacientes com IMC elevado eram mais velhos e apresentavam FEVE e níveis séricos de sódio mais elevados, bem como menor inclinação de eficiência ventilatória (VE/VCO2). VE/VCO2 e consumo de oxigênio de pico (VO2p) eram fortes preditores prognósticos (p < 0,001). Na análise univariada de regressão de Cox, o IMC elevado foi associado a desfechos melhores (razão de risco 0,940, intervalo de confiança 0,886 – 0,998, p 0,042). Porém, após ajustar para ou inclinação VE/VCO2 ou VO2p, o papel protetor do IMC sumiu. O benefício de sobrevida do IMC não foi evidente quando os pacientes foram agrupados de acordo com a classe de aptidão cardiorrespiratória (VE/VCO2, valor de corte de 35, e VO2p, valor de corte de 14 mL/kg/min).

Conclusão:

Estes resultados sugerem que a aptidão cardiorrespiratória supera a relação entre o IMC e a sobrevida em pacientes com insuficiência cardíaca.

  • Aptidão Cardiorrespiratória
  • Exercícios Respiratórios
  • Fração de Ejeção Ventricular
  • índice de massa corporal
  • Insuficiência Cardíaca
  • Obesidade
  • Testes de Função Respiratória
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23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20190337 Visualizações 1
IJCS
Editoriais

O Ponto Ótimo Cardiorrespiratório Medido Durante o Teste Cardiopulmonar de Exercício Máximo é um Indicador Relevante de Desempenho Esportivo?

Jari A. Laukkanen

A aptidão cardiorrespiratória (ACR) é considerada padrão-ouro para avaliação do desempenho aeróbico de atletas e da população normal, tendo sido recentemente denominada sinal vital clínico e indicador essencial de função cardiovascular e pulmonar. A ACR está associada a menor risco de eventos cardiovasculares fatais e não fatais, tendo estudos demonstrado sua associação consistente e inversa com mortalidade, mesmo após ajuste para fatores de risco tradicionais. Além disso, tanto o consumo de oxigênio máximo (VO2max) quanto o consumo de oxigênio (VO2) no limiar ventilatório (LV) foram associados com um risco reduzido de desfechos adversos.,– Uma meta-análise com 33 estudos observacionais de coorte delineou melhor a relação da ACR com os defechos de mortalidade por doença cardiovascular e por todas as causas. Entretanto, o VO2max e o LV são frequentemente usados para avaliar o desempenho de atletas e monitorar suas respostas ao treinamento. Durante o teste cardiopulmonar de exercício (TCPE), muitas variáveis podem ser usadas para avaliar respostas específicas ao treinamento nos sistemas cardiovascular, respiratório e musculoesquelético com base na análise de respostas submáximas e máximas ao exercício incremental progressivo.

Os sistemas modernos de TCPE permitem a análise da troca gasosa em repouso, durante exercício leve, moderado e máximo, e na recuperação, fornecendo medidas de VO2, de produção de dióxido de carbono (VCO2) e de ventilação (VE). Esses sistemas computadorizados avançados permitem análises simples e complexas dos dados que são facilmente obtidos e armazenados, o que torna o TCPE amplamente disponível. O VO2 no LV, frequentemente referido como limiar anaeróbico, é avaliado no nível submáximo do TCPE. Para a maioria dos indivíduos saudáveis, o limiar anaeróbico é atingido em intensidades de exercício que variam entre 50% e 75% do VO2max, enquanto que, para atletas de alto rendimento, pode ser atingido em intensidades de exercício de até 80% do VO2max.

[…]

  • Aptidão Cardiorrespiratória
  • Atletas
  • desempenho atlético
  • Exercício
  • Testes de Função Respiratória
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180041
Figura 1
ABC
Original Article

Caracterização das Variáveis do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Endomiocardiofibrose após Cirurgia de Ressecção Endocárdica

Ana Luiza C. Sayegh et al. Marcelo R. dos Santos Patricia de Oliveira Fábio Fernandes … Eduardo Rondon Francis R. de Souza Vera M. C. Salemi Maria Janieire de N. N. Alves Charles Mady

Resumo

Fundamento:

A endomiocardiofibrose (EMF) é uma doença rara, caracterizada por disfunção diastólica que leva à redução consumo de oxigênio (VO2) pico. O teste de esforço cardiopulmonar (TECP) tem se mostrado uma ferramenta fundamental na identificação de alterações centrais e periféricas. No entanto, a maioria dos estudos prioriza o VO2 pico como a variável principal, em detrimento de outras importantes variáveis do TECP que poderiam identificar a gravidade da doença e direcionar o tratamento clínico.

Objetivo:

O objetivo deste estudo foi avaliar limitações centrais e periféricas em pacientes com EMF sintomáticos por meio de variáveis do TECP.

Métodos:

Vinte e seis pacientes com EMF (classe funcional III, NYHA) foram comparados com 15 indivíduos controle saudáveis (CS). A capacidade funcional foi avaliada por TECP e funções sistólicas e diastólicas por ecocardiografia.

Resultados:

A idade e o gênero foram similares entre pacientes com EMF e CS. A fração de ejeção do ventrículo esquerdo foi normal em pacientes com EMF, porém diminuída em comparação aos CS. Os picos de frequência cardíaca, carga de trabalho, VO2, pulso de oxigênio (O2) e da ventilação pulmonar (VE) estavam diminuídos em pacientes com EMF em comparação aos CS. Ainda, os pacientes com EMF apresentaram Δ frequência cardíaca /Δ consumo de oxigênio e Δ consumo de oxigênio /Δ taxa de trabalho aumentados em comparação aos CS.

Conclusão:

A determinação da capacidade aeróbica por troca respiratória não invasiva durante exercício progressivo fornece informações sobre a tolerância ao exercício em pacientes com EMF. É necessária uma análise das diferentes variáveis do TECP para nos ajudar a compreender mais acerca das alterações centrais e periféricas causadas tanto pela disfunção diastólica como pelo padrão restritivo.

  • Cardiomiopatia Restritiva
  • Cardiomiopatias
  • Endocárdio / cirurgia
  • Exercícios Respiratórios
  • Teste de Esforço
  • Testes de Função Respiratória
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01/12/2017 DOI: 10.5935/abc.20170179 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

A variabilidade da Ventilação durante Teste Cardiopulmonar de Exercício é Maior em Homens Sedentários do que em Atletas

Renata Rodrigues Teixeira de Castro et al. Sabrina Pedrosa Lima Allan Robson Kluser Sales Antonio Claudio Lucas da Nóbrega

Resumo

Fundamento:

A ocorrência de oscilações de variabilidade ventilatória durante o exercício, denominada respiração periódica, apresenta importantes informações prognósticas na insuficiência cardíaca. Considerando que o treinamento físico poderia influenciar a flutuação dos componentes ventilatórios durante o exercício, nós hipotetizamos que a variabilidade ventilatória durante o exercício seria maior nos homens sedentários do que nos atletas.

Objetivo:

Comparar a variabilidade temporal das componentes ventilatórias de homens sedentários saudáveis e atletas durante um teste de esforço máximo progressivo, avaliando sua relação com outras variáveis normalmente obtidas durante um teste de exercício cardiopulmonar.

Métodos:

Foi realizada uma análise da variabilidade temporal (SD/n e RMSSD/n) da ventilação por minuto (Ve), da frequência respiratória (RR) e do volume corrente (Vt) durante um teste de exercício cardiopulmonar máximo em 9 atletas e 9 homens sedentários. Os dados foram comparados pelo teste T de Student bicaudal e pelo teste de correlação de Pearson.

Resultados:

Os homens sedentários apresentaram maior variabilidade Vt (SD/n: 1,6 ± 0,3 vs 0,9 ± 0,3 mL/respirações, p < 0,001) e Ve (SD/n: 97,5 ± 23,1 vs. 71,6 ± 4,8 mL/min x respirações; p = 0,038) do que os atletas. VE/VCO2 correlacionou-se à variabilidade de Vt (RMSSD/n) em ambos os grupos.

Conclusões:

A variabilidade temporal de Vt e Ve durante o exercício é maior em sedentários do que em atletas, com uma relação positiva entre VE/VCO2 apontando para uma possível influência da relação ventilação-perfusão na variabilidade ventilatória durante o exercício em voluntários saudáveis

  • Atletas
  • Estilo de Vida Sedentário
  • Exercício
  • Respiração
  • Testes de Função Respiratória
  • Ventilação Pulmonar
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01/09/2017 DOI: 10.5935/abc.20170104 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Equação de Predição do Consumo de Oxigênio em uma População Brasileira

Antonio Eduardo Monteiro de Almeida et al. Charles de Moraes Stefani João Agnaldo do Nascimento Narla Miranda de Almeida … Amilton da Cruz Santos Jorge Pinto Ribeiro (in memoriam) Ricardo Stein

Fundamento:

As equações que predizem o consumo máximo de oxigênio (leia-se VO2máx ou pico) utilizadas em softwares de teste cardiopulmonar de exercício (TCPE) no Brasil não foram validadas e têm importância fundamental no algoritmo diagnóstico desse exame.

Objetivo:

Construir e validar uma equação derivada de população brasileira (EB) para predição do VO2, comparando-a com a equação citada por Jones (EJ) e com o algoritmo de Wasserman (AW).

Métodos:

Foram avaliados, pelo TCPE, 3.119 indivíduos aparentemente saudáveis. Destes, 2.495 pertenceram ao grupo de construção (GC) e 624 foram alocados de forma aleatória no grupo de validação (GV). Na EB consideraram-se idade, gênero, índice de massa corporal (IMC) e nível de atividade física, sendo a mesma posteriormente testada no GV.

Resultados:

No GC, a idade média foi de 42,6 anos, 51,5% eram homens, o IMC médio foi de 27,2, sendo 51,3% sedentários, 44,4% ativos e 4,3% atletas. No GV não houve diferença entre o VO2pico médio medido pelo TCPE (29,92 mL.kg−1.min−1) e pela EB (29,80 mL.kg1.min−1/p = 0,571), sendo observada ótima correlação (0,898). O AW e a EJ tiveram valores médios diferentes do VO2pico medido (p <0,001). O percentual do erro total foi de 18%, 26% e 41% para EB, AW e EJ, respectivamente. A distribuição dos resíduos foi predominantemente negativa no AW (70,67%) e na EJ (87,66%), evidenciando que ambas superestimam os valores médios do VO2pico.

Conclusão:

A EB apresenta valores de VO2pico muito próximos do valor medido através do TCPE, enquanto o AW e a EJ diferem significativamente do VO2pico real.

  • Brasil
  • Consumo de Oxigênio
  • população
  • Previsões
  • Testes de Função Respiratória
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12/09/2014 DOI: 10.5935/abc.20140137 Visualizações 1
Insuficiência cardíaca: comparação entre o teste de caminhada de seis minutos e o teste cardiopulmonar
ABC
Artigo Original

Insuficiência cardíaca: comparação entre o teste de caminhada de seis minutos e o teste cardiopulmonar

Eduardo Elias Vieira de Carvalho et al. Daniela Caetano Costa Júlio César Crescêncio Giovani Luiz De Santi … Valéria Papa Fabiana Marques André Schmidt José Antonio Marin-Neto Marcus Vinícius Simões Lourenço Gallo Junior

FUNDAMENTO: A insuficiência cardíaca crônica (IC) é uma síndrome complexa caracterizada pela redução do débito cardíaco em relação às necessidades metabólicas do organismo, bem como alterações metabólicas e do eixo neuro-hormonal. Sintomas como fadiga muscular e dispneia são notórios e os testes de esforço são amplamente utilizados para a avaliação da capacidade funcional, prognóstico e eficácia das intervenções terapêuticas nessa síndrome. OBJETIVO: Avaliar a reprodutibilidade do teste de caminhada de seis minutos (TC6′) em pacientes com IC e correlacionar a magnitude das variáveis atingidas no pico do esforço do TC6′ com as de um teste cardiopulmonar (TCP). MÉTODOS: Foram estudados 16 pacientes (12 homens e 4 mulheres) com diagnóstico de IC CF I-II (NYHA). Os voluntários foram submetidos a dois testes TC6′ (TC6’1 e TC6’2) com intervalo de 30 minutos entre eles; posteriormente realizaram um TCP máximo. RESULTADOS: Todas as variáveis obtidas nos dois TC6′ mostraram-se significantes, com altas correlações: distância percorrida (DP) (r = 0,93; p < 0,0001), frequência cardíaca (FC) (r = 0,89; p < 0,0001), consumo de oxigênio (VO2) (r = 0,93; p < 0,0001) e escala de percepção de esforço (r = 0,85; p < 0,0001). Por sua vez, todas as variáveis analisadas no TC6' mostraram correlações moderadas e significantes com as variáveis obtidas no TCP, a saber: FC pico (r = 0,66; p = 0,005); VO2 (r = 0,57; p = 0,02) e VO2 no TCP e DP no TC6'2 (r = 0,70; p = 0,002). CONCLUSÃO: O TC6' foi reprodutível nesse grupo de pacientes com IC (NYHA – I-II) e se correlacionou com o TCP. Sendo assim, apresenta-se como ferramenta de avaliação fidedigna, constituindo-se numa alternativa adequada, segura e de baixo custo para a prescrição de exercícios físicos aeróbicos em pacientes com IC.

  • Caminhada
  • Exercício
  • Insuficiência Cardíaca
  • Testes de Função Respiratória
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06/05/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000056 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Avaliação da aptidão cardiopulmonar em indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico

Angélica Cristiane Ovando et al. Stella Maris Michaelsen Tales de Carvalho Vanessa Herber

FUNDAMENTO: Devido à hemiparesia, a avaliação da aptidão cardiorrespiratória de indivíduos após acidente vascular encefálico (AVE), por meio de testes ergométricos com protocolos convencionais, tem se tornado um desafio. OBJETIVO: Realizar teste cardiopulmonar (TCP) em hemiparéticos para uma avaliação pré-participação visando uma criteriosa prescrição de exercício aeróbico. MÉTODOS: Participaram do estudo 8 indivíduos com hemiparesia crônica, que foram submetidos a TCP realizado com protocolo individualizado em rampa, desenvolvido a partir da informação da velocidade de marcha dos indivíduos previamente avaliados em teste de pista. Foi considerada a proposta de inclinação variando entre 0 e 10,0%, velocidade inicial correspondente a 70,0% do ritmo de caminhada confortável e velocidade máxima 40,0% superior à velocidade máxima no teste de pista, na expectativa de que o TCP, com este incremento gradativo e constante da intensidade, durasse entre 6 e 8 minutos. RESULTADOS: Em 100,0% dos avaliados, o motivo para a interrupção do teste foi fadiga periférica. O VO2 de pico alcançado foi de 20,6 ± 5,7 ml/kg.min. O Limiar I foi identificado em todos os exames, situando-se em 82,64 ± 4,78% da FC de pico e 73,31 ± 4,97% do VO2 de pico. O quociente respiratório (R) do grupo foi de 0,96 ± 0,09, e três dos 8 indivíduos (37,5%) atingiram R superior a 1,00, sendo o Limiar II identificado nestes sujeitos. Foram encontradas relações positivas entre variáveis do TCP e escores de equilíbrio, desempenho no teste de caminhada de 6 minutos e velocidade de marcha no solo. CONCLUSÃO: O teste mostrou ser útil para prescrição de atividade física nesses indivíduos.

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Aptidão Física
  • paresia
  • Teste de Esforço
  • Testes de Função Respiratória
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07/01/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000001
ABC
Artigo Original

Correlação entre qualidade de vida e capacidade funcional na insuficiência cardíaca

Ivan Daniel Bezerra Nogueira et al. Denise Maria Servantes Patrícia Angélica de Miranda Silva Nogueira Amália Pelcerman … Xiomara Miranda Salvetti Fernando Salles Dirceu Rodrigues Almeida Marco Túlio de Mello Orlando Campos Filho Japy Angelini Oliveira Filho

FUNDAMENTO: Pacientes com insuficiência cardíaca (IC) apresentam progressiva incapacidade e declínio na qualidade de vida, ambos relacionados com dispneia e fadiga. Dessa forma, há interesse crescente em mensurar a qualidade de vida (QV), seja por instrumento genérico, tal como o 36-item Short-Form Health Survey (SF-36), seja por específico, tal como o Minnesota Living with Heart Failure (MLHFQ). OBJETIVO: Este estudo objetivou correlacionar os questionários de QV, SF-36 e MLHFQ, com a capacidade funcional de pacientes com IC, expressa pelo teste cardiopulmonar e o TC6M. MÉTODOS: Utilizaram-se os questionários SF-36 e MLHFQ para avaliação da QV. Para avaliação da capacidade funcional, utilizou-se o teste cardiopulmonar, sendo executado em esteira com protocolo de Weber, bem como a distância percorrida no teste da caminhada de seis minutos (TC6M). RESULTADOS: Foram selecionados 46 pacientes com diagnóstico de IC (22 homens, idade média de 52 anos), classes II e III da New York Heart Association. Observou-se correlação fraca entre os domínios aspectos físico e emocional do SF-36 e o VE/VCO2pico (r=-0,3; p<0,05) e a distância percorrida no TC6M (r=0,4; p<0,05), respectivamente. Observaram-se ainda correlações de fraca a moderada do escore total do MLHFQ com o VO2pico (r=-0,5; p<0,05), o limiar anaeróbio (r=-0,4; p<0,05) e a distância percorrida no TC6M (r=-0,5; p<0,05). CONCLUSÃO: Os dados sugerem que a aplicação de ambos os instrumentos de avaliação da QV, genérico (SF-36) e específico (MLHFQ) em pacientes com IC, evidenciaram de fraca a moderada correlação com as variáveis do teste cardiopulmonar e a distância percorrida no TC6M.

  • Dispneia
  • Fadiga
  • Insuficiência Cardíaca
  • Qualidade de Vida
  • Testes de Função Respiratória
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23/07/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000096
Teste de respiração lenta aumenta a suspeita da hipertensão do avental branco no consultório
ABC
Artigo Original

Teste de respiração lenta aumenta a suspeita da hipertensão do avental branco no consultório

José Marcos Thalenberg et al. Rui Manoel dos Santos Póvoa Maria Teresa Nogueira Bombig Gustavo André Costa de Sá … Álvaro Nagib Atallah Bráulio Luna Filho

FUNDAMENTO: Seria útil dispor de um teste clínico que aumentasse a suspeita da hipertensão do avental branco (HAB) durante a consulta. OBJETIVO: Avaliar o teste de respiração lenta (TRL) na diferenciação entre hipertensão e HAB. MÉTODOS: Cento e um pacientes hipertensos selecionados em triagem tiveram a medicação suspensa por duas a três semanas. A pressão arterial (PA) foi medida antes e depois do TRL em duas visitas. O teste consistiu em respirar por 1 minuto na freqüência de um ciclo respiratório a cada 10 segundos. Dois critérios diagnósticos foram comparados: 1- queda da PA diastólica >10% em pelo menos uma consulta, ou 2- queda da PA para níveis normais (<140/90 mmHg) em pelo menos uma consulta. A MAPA foi realizada de forma cega às medidas clínicas. RESULTADOS: Setenta e uma mulheres e 30 homens, idade média 51+10 anos, média pré e pós-teste de 152+17/ 99+11 e 140+18/ 91+11 mmHg. Nove pacientes tiveram medidas clínicas e ambulatoriais normais. De 92 pacientes, 28 (30%) foram classificados como HAB; 15 tiveram teste positivo para o critério 1, e 21 para o critério 2. Entre 64 (70%) hipertensos, 14 testaram positivo para o critério 1, e 12 para o critério 2. Sensibilidade e especificidade (95% IC): 0,54 (0,36-0,71) e 0,78 (0,67-0,87) critério 1; 0,75 (0,57-0,87) e 0,81 (0,70-0,89) critério 2. CONCLUSÃO: O TRL mostrou aumento da suspeita clínica de HAB em duas consultas ao utilizar o critério de normalização da PA. Isso sugere que esse teste pode auxiliar na otimização dos pedidos de MAPA para casos suspeitos.

  • Hipertensão
  • Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial
  • Testes de Função Respiratória
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11/11/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001600010 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Doença arterial coronariana em diabéticas do tipo 2 assintomáticas: estudo comparativo entre o teste ergométrico, o teste cardiopulmonar e a cintilografia de perfusão miocárdica com dipiridamol na identificação de isquemia

Paola Emanuela Poggio Smanio et al. Antonio Carlos Carvalho Antonio Sergio Tebexreni Anneliese Thom … Filadelfo Rodrigues Romeu Meneghelo Luiz Mastrocolla Alexandre Alves Leopoldo Soares Piegas Angelo Amato de Paola

FUNDAMENTO: A doença cardiovascular é a principal causa de morbi-mortalidade nos diabéticos. A isquemia do miocárdio é freqüentemente assintomática levando ao diagnóstico tardio e pior prognóstico. Sabe-se que a mulher diabética tem risco de morte cardiovascular maior em relação ao sexo masculino. OBJETIVO: Avaliar a prevalência de doença arterial coronariana (DAC) em diabéticas assintomáticas. Comparar os resultados do teste ergométrico (TE), do teste cardiopulmonar (TCP) e da cintilografia do miocárdio sob estímulo farmacológico com dipiridamol (CM) com os achados da cinecoronariografia (CINE) verificando o método de maior acurácia na identificação de DAC significativa. MÉTODOS: Foram avaliadas 104 diabéticas que realizaram TE, TCP e CM no período de dois meses da CINE. As cintilografias com MIBI-99mTc foram realizadas pela técnica de gated-SPECT. A análise estatística foi realizada pelos testes x² de Pearson e t de Student, sendo realizada, ainda, análise de regressão logística. RESULTADOS: A prevalência de DAC no grupo estudado foi de 32,7%. No TE, o teste eficaz (p=0,045), a incompetência cronotrópica (p=0,031) e o tempo de esforço realizado (p=0,022) apresentaram associação significativa com DAC. No TCP, o VO2pico e a FC atingida apresentaram associação com DAC (p=0,004 e p=0,025). A maioria das variáveis da CM mostrou importante associação com DAC (todas com p=0,001). CONCLUSÃO: Os resultados obtidos sugerem elevada prevalência de DAC em pacientes diabéticas assintomáticas, devendo ser essa uma população investigada do ponto de vista cardiovascular. Dos métodos diagnósticos não-invasivos que foram empregados, o que mostrou ter maior poder de discriminação em relação às portadoras de DAC foi a CM com dipiridamol.

  • arteriosclerose coronariana
  • Cintilografia
  • diabete melito tipo 2
  • Mulheres
  • Teste de Esforço
  • Testes de Função Respiratória
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07/12/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001700003

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Cherneva Z, Cherneva R. O Papel da Ecocardiografia sob Estresse na Detecção Precoce de Disfunção Diastólica em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Não Grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(2):259-65.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cherneva, Zheyna; Cherneva, Radostina. O Papel da Ecocardiografia sob Estresse na Detecção Precoce de Disfunção Diastólica em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Não Grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 2, p. 259-265, fev. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cherneva, Z., & Cherneva, R. (2021). O Papel da Ecocardiografia sob Estresse na Detecção Precoce de Disfunção Diastólica em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Não Grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(2), 259-265.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cherneva, Zheyna and Cherneva, Radostina. O Papel da Ecocardiografia sob Estresse na Detecção Precoce de Disfunção Diastólica em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Não Grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 259-265. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-papel-da-ecocardiografia-sob-estresse-na-deteccao-precoce-de-disfuncao-diastolica-em-pacientes-com-doenca-pulmonar-obstrutiva-cronica-nao-grave/>. ISSN 0066-782X

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Moreira RI, Silva TP, Gonçalves AV, Feliciano J, Rio P, Soares R, Ferreira RC, et al. O Impacto da Aptidão Cardiorrespiratória no Paradoxo da Obesidade em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):639-45.

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Moreira, Rita Ilhão; Silva, Tiago Pereira; Gonçalves, António Valentim; Feliciano, Joana; Rio, Pedro; Soares, Rui; Ferreira, Rui Cruz. O Impacto da Aptidão Cardiorrespiratória no Paradoxo da Obesidade em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 639-645, out. 2020.

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Moreira, R. I., Silva, T. P., Gonçalves, A. V., Feliciano, J., Rio, P., Soares, R., & Ferreira, R. C. (2020). O Impacto da Aptidão Cardiorrespiratória no Paradoxo da Obesidade em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 639-645.

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Moreira, Rita Ilhão and Silva, Tiago Pereira and Gonçalves, António Valentim and Feliciano, Joana and Rio, Pedro and Soares, Rui and Ferreira, Rui Cruz. O Impacto da Aptidão Cardiorrespiratória no Paradoxo da Obesidade em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 639-645. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-impacto-da-aptidao-cardiorrespiratoria-no-paradoxo-da-obesidade-em-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-reduzida/>. ISSN 0066-782X

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Laukkanen JA. O Ponto Ótimo Cardiorrespiratório Medido Durante o Teste Cardiopulmonar de Exercício Máximo é um Indicador Relevante de Desempenho Esportivo?. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(4):320-2.

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Laukkanen, Jari A.. O Ponto Ótimo Cardiorrespiratório Medido Durante o Teste Cardiopulmonar de Exercício Máximo é um Indicador Relevante de Desempenho Esportivo?. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 4, p. 320-322, dez. 2017.

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Laukkanen, J. A. (2018). O Ponto Ótimo Cardiorrespiratório Medido Durante o Teste Cardiopulmonar de Exercício Máximo é um Indicador Relevante de Desempenho Esportivo?. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(4), 320-322.

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Laukkanen, Jari A.. O Ponto Ótimo Cardiorrespiratório Medido Durante o Teste Cardiopulmonar de Exercício Máximo é um Indicador Relevante de Desempenho Esportivo?. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 320-322. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-ponto-otimo-cardiorrespiratorio-medido-durante-o-teste-cardiopulmonar-de-exercicio-maximo-e-um-indicador-relevante-de-desempenho-esportivo/>. ISSN 2359-4802

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Sayegh ALC, Santos MR, Oliveira P, Fernandes F, Rondon E, Souza FR, Salemi VMC, et al. Caracterização das Variáveis do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Endomiocardiofibrose após Cirurgia de Ressecção Endocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(6):533-40.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sayegh, Ana Luiza C.; Santos, Marcelo R. dos; Oliveira, Patricia de; Fernandes, Fábio; Rondon, Eduardo; Souza, Francis R. de; Salemi, Vera M. C.; Alves, Maria Janieire de N. N.; Mady, Charles. Caracterização das Variáveis do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Endomiocardiofibrose após Cirurgia de Ressecção Endocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 6, p. 533-540, nov. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sayegh, A. L. C., Santos, M. R. , Oliveira, P. , Fernandes, F., Rondon, E., Souza, F. R. , Salemi, V. M. C., Alves, M. J. N. N., & Mady, C. (2017). Caracterização das Variáveis do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Endomiocardiofibrose após Cirurgia de Ressecção Endocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(6), 533-540.

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Sayegh, Ana Luiza C. and Santos, Marcelo R. dos and Oliveira, Patricia de and Fernandes, Fábio and Rondon, Eduardo and Souza, Francis R. de and Salemi, Vera M. C. and Alves, Maria Janieire de N. N. and Mady, Charles. Caracterização das Variáveis do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Endomiocardiofibrose após Cirurgia de Ressecção Endocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 533-540. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caracterizacao-das-variaveis-do-teste-de-esforco-cardiopulmonar-em-pacientes-com-endomiocardiofibrose-apos-cirurgia-de-resseccao-endocardica/>. ISSN 0066-782X

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Castro RRT, Lima SP, Sales ARK, Nóbrega ACL. A variabilidade da Ventilação durante Teste Cardiopulmonar de Exercício é Maior em Homens Sedentários do que em Atletas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(3):185-90.

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Castro, Renata Rodrigues Teixeira de; Lima, Sabrina Pedrosa; Sales, Allan Robson Kluser; Nóbrega, Antonio Claudio Lucas da. A variabilidade da Ventilação durante Teste Cardiopulmonar de Exercício é Maior em Homens Sedentários do que em Atletas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 3, p. 185-190, ago. 2017.

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Castro, R. R. T. , Lima, S. P., Sales, A. R. K., & Nóbrega, A. C. L. (2017). A variabilidade da Ventilação durante Teste Cardiopulmonar de Exercício é Maior em Homens Sedentários do que em Atletas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(3), 185-190.

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Castro, Renata Rodrigues Teixeira de and Lima, Sabrina Pedrosa and Sales, Allan Robson Kluser and Nóbrega, Antonio Claudio Lucas da. A variabilidade da Ventilação durante Teste Cardiopulmonar de Exercício é Maior em Homens Sedentários do que em Atletas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 185-190. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-variabilidade-da-ventilacao-durante-teste-cardiopulmonar-de-exercicio-e-maior-em-homens-sedentarios-do-que-em-atletas/>. ISSN 0066-782X

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Almeida AEM, Stefani CM, Nascimento JA, Almeida NM, Santos AC, memoriam) JPR, Stein R, et al. Equação de Predição do Consumo de Oxigênio em uma População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(4):299-307.

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Almeida, Antonio Eduardo Monteiro de; Stefani, Charles de Moraes; Nascimento, João Agnaldo do; Almeida, Narla Miranda de; Santos, Amilton da Cruz; memoriam), Jorge Pinto Ribeiro (in; Stein, Ricardo. Equação de Predição do Consumo de Oxigênio em uma População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 4, p. 299-307, set. 2014.

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Almeida, A. E. M. , Stefani, C. M., Nascimento, J. A. , Almeida, N. M. , Santos, A. C., memoriam), J. P. R. , & Stein, R. (2014). Equação de Predição do Consumo de Oxigênio em uma População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(4), 299-307.

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Almeida, Antonio Eduardo Monteiro de and Stefani, Charles de Moraes and Nascimento, João Agnaldo do and Almeida, Narla Miranda de and Santos, Amilton da Cruz and memoriam), Jorge Pinto Ribeiro (in and Stein, Ricardo. Equação de Predição do Consumo de Oxigênio em uma População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 299-307. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/equacao-de-predicao-do-consumo-de-oxigenio-em-uma-populacao-brasileira/>. ISSN 0066-782X

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Carvalho EEV, Costa DC, Crescêncio JC, Santi GLD, Papa V, Marques F, Schmidt A, et al. Insuficiência cardíaca: comparação entre o teste de caminhada de seis minutos e o teste cardiopulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(1):59-64.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Carvalho, Eduardo Elias Vieira de; Costa, Daniela Caetano; Crescêncio, Júlio César; Santi, Giovani Luiz De; Papa, Valéria; Marques, Fabiana; Schmidt, André; Marin-Neto, José Antonio; Simões, Marcus Vinícius; Gallo Junior, Lourenço. Insuficiência cardíaca: comparação entre o teste de caminhada de seis minutos e o teste cardiopulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 1, p. 59-64, maio. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Carvalho, E. E. V. , Costa, D. C., Crescêncio, J. C., Santi, G. L. D., Papa, V., Marques, F., Schmidt, A., Marin-Neto, J. A., Simões, M. V., & Gallo Junior, L. (2011). Insuficiência cardíaca: comparação entre o teste de caminhada de seis minutos e o teste cardiopulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(1), 59-64.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Carvalho, Eduardo Elias Vieira de and Costa, Daniela Caetano and Crescêncio, Júlio César and Santi, Giovani Luiz De and Papa, Valéria and Marques, Fabiana and Schmidt, André and Marin-Neto, José Antonio and Simões, Marcus Vinícius and Gallo Junior, Lourenço. Insuficiência cardíaca: comparação entre o teste de caminhada de seis minutos e o teste cardiopulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 59-64. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/insuficiencia-cardiaca-comparacao-entre-o-teste-de-caminhada-de-seis-minutos-e-o-teste-cardiopulmonar/>. ISSN 0066-782X

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Ovando AC, Michaelsen SM, Carvalho T, Herber V. Avaliação da aptidão cardiopulmonar em indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;96(2):140-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ovando, Angélica Cristiane; Michaelsen, Stella Maris; Carvalho, Tales de; Herber, Vanessa. Avaliação da aptidão cardiopulmonar em indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 96, n. 2, p. 140-147, jan. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ovando, A. C., Michaelsen, S. M., Carvalho, T. , & Herber, V. (2011). Avaliação da aptidão cardiopulmonar em indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 96(2), 140-147.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ovando, Angélica Cristiane and Michaelsen, Stella Maris and Carvalho, Tales de and Herber, Vanessa. Avaliação da aptidão cardiopulmonar em indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 96, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 140-147. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-da-aptidao-cardiopulmonar-em-individuos-com-hemiparesia-apos-acidente-vascular-encefalico/>. ISSN 0066-782X

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Nogueira IDB, Servantes DM, Nogueira PAMS, Pelcerman A, Salvetti XM, Salles F, Almeida DR, et al. Correlação entre qualidade de vida e capacidade funcional na insuficiência cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(2):238-43.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Nogueira, Ivan Daniel Bezerra; Servantes, Denise Maria; Nogueira, Patrícia Angélica de Miranda Silva; Pelcerman, Amália; Salvetti, Xiomara Miranda; Salles, Fernando; Almeida, Dirceu Rodrigues; Mello, Marco Túlio de; Campos Filho, Orlando; Oliveira Filho, Japy Angelini. Correlação entre qualidade de vida e capacidade funcional na insuficiência cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 2, p. 238-243, jul. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Nogueira, I. D. B., Servantes, D. M., Nogueira, P. A. M. S., Pelcerman, A., Salvetti, X. M., Salles, F., Almeida, D. R., Mello, M. T. , Campos Filho, O., & Oliveira Filho, J. A. (2010). Correlação entre qualidade de vida e capacidade funcional na insuficiência cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(2), 238-243.

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Nogueira, Ivan Daniel Bezerra and Servantes, Denise Maria and Nogueira, Patrícia Angélica de Miranda Silva and Pelcerman, Amália and Salvetti, Xiomara Miranda and Salles, Fernando and Almeida, Dirceu Rodrigues and Mello, Marco Túlio de and Campos Filho, Orlando and Oliveira Filho, Japy Angelini. Correlação entre qualidade de vida e capacidade funcional na insuficiência cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 238-243. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-entre-qualidade-de-vida-e-capacidade-funcional-na-insuficiencia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Thalenberg JM, Póvoa RMS, Bombig MTN, Sá GAC, Atallah N, Luna Filho B. Teste de respiração lenta aumenta a suspeita da hipertensão do avental branco no consultório. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(4):267-73.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Thalenberg, José Marcos; Póvoa, Rui Manoel dos Santos; Bombig, Maria Teresa Nogueira; Sá, Gustavo André Costa de; Atallah, Álvaro Nagib; Luna Filho, Bráulio. Teste de respiração lenta aumenta a suspeita da hipertensão do avental branco no consultório. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 4, p. 267-273, nov. 2008.

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Thalenberg, J. M., Póvoa, R. M. S., Bombig, M. T. N., Sá, G. A. C. , Atallah, N., & Luna Filho, B. (2008). Teste de respiração lenta aumenta a suspeita da hipertensão do avental branco no consultório. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(4), 267-273.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Thalenberg, José Marcos and Póvoa, Rui Manoel dos Santos and Bombig, Maria Teresa Nogueira and Sá, Gustavo André Costa de and Atallah, Álvaro Nagib and Luna Filho, Bráulio. Teste de respiração lenta aumenta a suspeita da hipertensão do avental branco no consultório. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 267-273. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/teste-de-respiracao-lenta-aumenta-a-suspeita-da-hipertensao-do-avental-branco-no-consultorio/>. ISSN 0066-782X

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Smanio PEP, Carvalho AC, Tebexreni AS, Thom A, Rodrigues F, Meneghelo R, Mastrocolla L, et al. Doença arterial coronariana em diabéticas do tipo 2 assintomáticas: estudo comparativo entre o teste ergométrico, o teste cardiopulmonar e a cintilografia de perfusão miocárdica com dipiridamol na identificação de isquemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;89(5):290-7.

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Smanio, Paola Emanuela Poggio; Carvalho, Antonio Carlos; Tebexreni, Antonio Sergio; Thom, Anneliese; Rodrigues, Filadelfo; Meneghelo, Romeu; Mastrocolla, Luiz; Alves, Alexandre; Piegas, Leopoldo Soares; Paola, Angelo Amato de. Doença arterial coronariana em diabéticas do tipo 2 assintomáticas: estudo comparativo entre o teste ergométrico, o teste cardiopulmonar e a cintilografia de perfusão miocárdica com dipiridamol na identificação de isquemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 5, p. 290-297, dez. 2007.

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Smanio, P. E. P., Carvalho, A. C., Tebexreni, A. S., Thom, A., Rodrigues, F., Meneghelo, R., Mastrocolla, L., Alves, A., Piegas, L. S., & Paola, A. A. (2007). Doença arterial coronariana em diabéticas do tipo 2 assintomáticas: estudo comparativo entre o teste ergométrico, o teste cardiopulmonar e a cintilografia de perfusão miocárdica com dipiridamol na identificação de isquemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(5), 290-297.

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Smanio, Paola Emanuela Poggio and Carvalho, Antonio Carlos and Tebexreni, Antonio Sergio and Thom, Anneliese and Rodrigues, Filadelfo and Meneghelo, Romeu and Mastrocolla, Luiz and Alves, Alexandre and Piegas, Leopoldo Soares and Paola, Angelo Amato de. Doença arterial coronariana em diabéticas do tipo 2 assintomáticas: estudo comparativo entre o teste ergométrico, o teste cardiopulmonar e a cintilografia de perfusão miocárdica com dipiridamol na identificação de isquemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 89, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 290-297. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/doenca-arterial-coronariana-em-diabeticas-do-tipo-2-assintomaticas-estudo-comparativo-entre-o-teste-ergometrico-o-teste-cardiopulmonar-e-a-cintilografia-de-perfusao-miocardica-com-dipiridamol-na-ide/>. ISSN 0066-782X

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