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Figura 1
ABC
Artigo Original

O Perfil do Cardiologista Brasileiro – Uma Amostra de Sócios da Sociedade Brasileira de Cardiologia

Lucas Simonetto Faganello et al. Mauricio Pimentel Carisi Anne Polanczyk Tiago Zimerman … Marcus Vinicius Bolivar Malachias Oscar Pereira Dutra Leandro Ioschpe Zimerman

Resumo

Fundamento:

Dados internacionais mostram mudanças no perfil e nas características da atuação dos cardiologistas. No entanto, não há na literatura dados acerca da realidade brasileira.

Objetivo:

Avaliar as características profissionais e pessoais de amostra de cardiologistas brasileiros.

Método:

Estudo transversal realizado por meio de questionário enviado via e-mail para os cardiologistas adimplentes da Sociedade Brasileira de Cardiologia em 2017. Os resultados foram analisados considerando nível de significância de p < 0,05.

Resultados:

Foram enviados 13.462 questionários, havendo 2.101 (15,6%) respostas, com predominância de homens (71,8% versus 28,2%). A distribuição etária e o estado civil foram significativamente diferentes entre os gêneros (p < 0,001). O número de cardiologistas sem filhos foi maior entre as mulheres (40,5% versus 16,1%; p < 0,001). O local de trabalho mais frequente foi hospital público (46,5%), seguido por hospital privado (28,5%) e consultório privado (21,1%). O consultório é a principal atividade de 23,9% dos homens e 14% das mulheres (p < 0,001), predominantemente entre aqueles com mais de 50 anos (31,7% versus 10,1%, respectivamente; p < 0,001). A maioria (64,2%) trabalha mais de 40 horas semanais (69% dos homens e 51,9% das mulheres; p < 0,001). A renda mensal de 88% é superior a R$ 11.000 (US$ 3,473.43), e 66,5% dos homens recebem mais que R$ 20.000,00 (US$ 6,315.32) mensais, contra 31,2% das mulheres (p < 0,001). Nível elevado de estresse foi relatado por 11,3%.

Conclusões:

Os homens são maioria entre os cardiologistas, têm maior carga de trabalho e renda superior à das mulheres. A taxa de estresse em grande proporção foi de 11,3%.

  • Cardiologistas
  • Dados Demográficos
  • Gênero
  • Inquéritos e Questionários
  • Qualidade de Vida
  • Renda
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27/06/2019 DOI: 10.5935/abc.20190089 Visualizações 1
ABC
Editorial

Espaço-Tempo

Aloyzio Achutti

Espaço-tempo é uma das questões fundamentais da física e mexe com as próprias bases da ciência. São dois conceitos ligados à percepção da nossa simples realidade, através dos quais medimos e interpretamos o universo no qual vivemos.

A noção de espaço está ligada ao território de domínio, característica que interessa a todos os seres vivos para garantir a subsistência, reprodução, segurança e preservação da espécie. Entre nós humanos, evoluímos para a estruturação urbana, forma de convívio predominante há poucas décadas.

[…]

  • Dados Demográficos
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Iniquidade Social
  • Prevenção de Doenças
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01/02/2016 DOI: 10.5935/abc.20160022 Visualizações 3
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Equações Específicas por Sexo para Estimativa do Consumo Máximo de Oxigênio em Cicloergometria

Christina G. de Souza e Silva et al. Claudio Gil S. Araújo

Resumo

Fundamento:

A condição aeróbica, avaliada pela medida do VO2máx no teste cardiopulmonar de exercício máximo (TCPE) ou estimada por equações no teste de exercício, é preditora de mortalidade. Porém, o erro obtido pela estimativa em um dado indivíduo pode ser alto, afetando decisões clínicas.

Objetivo:

Determinar o erro de estimativa do VO2máx em cicloergometria em população atendida nos serviços de ergometria e propor equações específicas por sexo para minimizar o erro na estimativa do VO2máx.

Métodos:

Foram avaliados 1715 adultos (18 a 91 anos) (68% homens) submetidos a TCPE máximo em cicloergômetro de membros inferiores (CMI) com protocolo de rampa. Calculou-se o erro percentual (E%) entre o VO2máx medido e o estimado pela equação ACSM modificada (Lang e col. MSSE, 1992). A seguir, foram desenvolvidas equações de estimativa: 1) para toda a amostra testada (C-GERAL) e 2) separadamente por sexo (C-HOMENS e C-MULHERES).

Resultados:

O VO2máx medido foi maior em homens do que em mulheres – 29,4 ± 10,5 e 24,2 ± 9,2 mL.(kg.min)-1 (p < 0,01) -. As equações de estimativa do VO2máx foram mL.(kg.min)-1: C-GERAL = [carga final (W)/peso (kg)] x 10,483 + 7; C‑HOMENS = [carga final (W)/peso (kg)] x 10,791 + 7; e C-MULHERES = [carga final (W)/peso (kg)] x 9,820 + 7. Os E% em homens foram -3,4 ± 13,4% (ACSM modificada), 1,2 ± 13,2% (C-GERAL) e -0,9 ± 13,4% (C-HOMENS) (p < 0,01). Em mulheres, obtivemos: -14,7 ± 17,4% (ACSM modificada), -6,3 ± 16,5% (C-GERAL) e -1,7 ± 16,2% (C-MULHERES) (p < 0,01).

Conclusão:

O erro de estimativa do VO2máx através de equações específicas por sexo foi reduzido, porém não eliminado, nos testes de exercício em CMI.

  • Consumo de Oxigênio
  • Dados Demográficos
  • ergometria
  • Esforço Físico
  • Exercício Respiratório / utilização
  • teste cardiopulmonar de exercício
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31/07/2015 DOI: 10.5935/abc.20150089 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Evolução da Mortalidade por Doenças do Aparelho Circulatório nos Municípios do Estado do Rio de Janeiro, de 1979 a 2010

Gabriel Porto Soares et al. Carlos Henrique Klein Nelson Albuquerque de Souza e Silva Glaucia Maria Moraes de Oliveira

Fundamento:

Doenças do aparelho circulatório são a primeira causa de morte no Brasil.

Objetivo:

Estimar taxas de mortalidade por Doenças do Aparelho Circulatório (DAC), Doenças Cerebrovasculares (DCBV) e Doenças Isquêmicas do Coração (DIC) nos adultos dos municípios do estado do Rio de Janeiro (ERJ), de 1979 a 2010.

Métodos:

Os municípios do ERJ foram analisados de acordo com a estrutura geopolítica do ano 1950, agrupando os municípios emancipados a partir dessa data com sua sede original. Populações foram obtidas no IBGE e óbitos obtidos no DataSus/MS. Calcularam-se taxas médias de mortalidade por DIC, DCBV e DAC, compensadas pelas causas mal definidas e ajustadas pelo método direto em três períodos: 1979 a 1989, 1990 a 1999 e 2000 a 2010, representadas espacialmente em mapas. Também foram construídas tabelas com as taxas de mortalidade.

Resultados:

Houve redução da mortalidade pelos três grupos de causas no decorrer dos períodos em todos os agregados municipais analisados, com importante redução das taxas e homogeneização dessas no último período. A queda da mortalidade por DCBV foi maior do que a por DIC.

Conclusão:

A mortalidade por doenças do aparelho circulatório apresentou queda nas últimas três décadas no ERJ. Essa redução não pode ser explicada pelo acesso aos procedimentos de alta tecnologia, nem tampouco pelo melhor controle dos fatores de risco cardiovasculares. Tornando necessária a busca de explicações para a queda da mortalidade cardiovascular, que podem estar relacionadas com melhorias nas condições socioeconômicos da população.

  • Dados Demográficos
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Governo Local
  • Interpretação Estatística de Dados
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17/03/2015 DOI: 10.5935/abc.20150019 Visualizações 2
Tendência de mortalidade por infarto agudo do miocárdio em Curitiba (PR) no período de 1998 a 2009
ABC
Artigo Original

Tendência de mortalidade por infarto agudo do miocárdio em Curitiba (PR) no período de 1998 a 2009

Cristina Pellegrino Baena et al. Márcia Olandoski Karin Regina Luhm Constantino Ortiz Costantini … Luiz César Guarita-Souza José Rocha Faria-Neto

FUNDAMENTO: O Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) é a principal causa isolada de óbito entre as doenças crônicas não transmissíveis no Brasil. O conhecimento das tendências de mortalidade é necessário para o planejamento de estratégias de prevenção. OBJETIVO: Avaliar a tendência de mortalidade por infarto do miocárdio no período de 1998 a 2009 na cidade de Curitiba (PR), sua distribuição por gênero, faixa etária e seu impacto na redução do número absoluto de mortes por essa doença nesse período. MÉTODOS: Dados demográficos foram obtidos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e dados de óbitos foram obtidos no Sistema de Informação de Mortalidade do Ministério da Saúde, considerando gênero, faixa etária e residência. A partir do ajuste de um modelo de Regressão de Poisson foram estimadas taxas de mortalidade e número de mortes esperadas que não foram observadas. RESULTADOS: Foi encontrada tendência de declínio significativa (p < 0,001) no período. A estimativa da redução média na taxa de óbito por IAM a cada ano foi de 3,8% (IC 95%: 3,2% – 4,5%). Não houve diferença significativa entre os gêneros (p = 0,238); entretanto, a evolução das taxas padronizadas específicas por idade diferiu significativamente entre as faixas etárias (p = 0,018). Estima-se que a redução anual de 3,8% na taxa de mortalidade tenha resultado em 2.168 mortes aquém do número esperado, considerando a taxa de mortalidade observada em 1998 e projetando esse número sobre o crescimento populacional ocorrido no período estudado. CONCLUSÃO: Embora permaneça como causa importante de óbito, a mortalidade por IAM apresentou queda significativa no período avaliado

  • Dados Demográficos
  • Epidemiologia
  • Infarto Do Miocárdio
  • Mortalidade
  • Tendências
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23/04/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012000300003 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Faganello LS, Pimentel M, Polanczyk CA, Zimerman T, Malachias MVB, Dutra OP, Zimerman LI, et al. O Perfil do Cardiologista Brasileiro – Uma Amostra de Sócios da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(1):62-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Faganello, Lucas Simonetto; Pimentel, Mauricio; Polanczyk, Carisi Anne; Zimerman, Tiago; Malachias, Marcus Vinicius Bolivar; Dutra, Oscar Pereira; Zimerman, Leandro Ioschpe. O Perfil do Cardiologista Brasileiro – Uma Amostra de Sócios da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 1, p. 62-68, jun. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Faganello, L. S., Pimentel, M., Polanczyk, C. A., Zimerman, T., Malachias, M. V. B., Dutra, O. P., & Zimerman, L. I. (2019). O Perfil do Cardiologista Brasileiro – Uma Amostra de Sócios da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(1), 62-68.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Faganello, Lucas Simonetto and Pimentel, Mauricio and Polanczyk, Carisi Anne and Zimerman, Tiago and Malachias, Marcus Vinicius Bolivar and Dutra, Oscar Pereira and Zimerman, Leandro Ioschpe. O Perfil do Cardiologista Brasileiro – Uma Amostra de Sócios da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 62-68. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-perfil-do-cardiologista-brasileiro-uma-amostra-de-socios-da-sociedade-brasileira-de-cardiologia/>. ISSN 0066-782X

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Achutti A. Espaço-Tempo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;106(2):82-3.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Achutti, Aloyzio. Espaço-Tempo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 2, p. 82-83, jan. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Achutti, A. (2016). Espaço-Tempo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(2), 82-83.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Achutti, Aloyzio. Espaço-Tempo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 82-83. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/espaco-tempo/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

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Silva CGS, Araújo CGS. Equações Específicas por Sexo para Estimativa do Consumo Máximo de Oxigênio em Cicloergometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(4):381-9.

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Silva, Christina G. de Souza e; Araújo, Claudio Gil S.. Equações Específicas por Sexo para Estimativa do Consumo Máximo de Oxigênio em Cicloergometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 4, p. 381-389, jul. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, C. G. S. , & Araújo, C. G. S. (2015). Equações Específicas por Sexo para Estimativa do Consumo Máximo de Oxigênio em Cicloergometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(4), 381-389.

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Silva, Christina G. de Souza e and Araújo, Claudio Gil S.. Equações Específicas por Sexo para Estimativa do Consumo Máximo de Oxigênio em Cicloergometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 381-389. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/equacoes-especificas-por-sexo-para-estimativa-do-consumo-maximo-de-oxigenio-em-cicloergometria/>. ISSN 0066-782X

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Soares GP, Klein CH, Silva NAS, Oliveira GMM. Evolução da Mortalidade por Doenças do Aparelho Circulatório nos Municípios do Estado do Rio de Janeiro, de 1979 a 2010. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;104(5):356-65.

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Soares, Gabriel Porto; Klein, Carlos Henrique; Silva, Nelson Albuquerque de Souza e; Oliveira, Glaucia Maria Moraes de. Evolução da Mortalidade por Doenças do Aparelho Circulatório nos Municípios do Estado do Rio de Janeiro, de 1979 a 2010. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 5, p. 356-365, mar. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Soares, G. P., Klein, C. H., Silva, N. A. S. , & Oliveira, G. M. M. (2015). Evolução da Mortalidade por Doenças do Aparelho Circulatório nos Municípios do Estado do Rio de Janeiro, de 1979 a 2010. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(5), 356-365.

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Soares, Gabriel Porto and Klein, Carlos Henrique and Silva, Nelson Albuquerque de Souza e and Oliveira, Glaucia Maria Moraes de. Evolução da Mortalidade por Doenças do Aparelho Circulatório nos Municípios do Estado do Rio de Janeiro, de 1979 a 2010. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 104, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 356-365. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/evolucao-da-mortalidade-por-doencas-do-aparelho-circulatorio-nos-municipios-do-estado-do-rio-de-janeiro-de-1979-a-2010/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

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Baena CP, Olandoski M, Luhm KR, Costantini CO, Guarita-Souza LC, Faria-Neto JR. Tendência de mortalidade por infarto agudo do miocárdio em Curitiba (PR) no período de 1998 a 2009. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;98(3):211-7.

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Baena, Cristina Pellegrino; Olandoski, Márcia; Luhm, Karin Regina; Costantini, Constantino Ortiz; Guarita-Souza, Luiz César; Faria-Neto, José Rocha. Tendência de mortalidade por infarto agudo do miocárdio em Curitiba (PR) no período de 1998 a 2009. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 98, n. 3, p. 211-217, abr. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Baena, C. P., Olandoski, M., Luhm, K. R., Costantini, C. O., Guarita-Souza, L. C., & Faria-Neto, J. R. (2012). Tendência de mortalidade por infarto agudo do miocárdio em Curitiba (PR) no período de 1998 a 2009. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 98(3), 211-217.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Baena, Cristina Pellegrino and Olandoski, Márcia and Luhm, Karin Regina and Costantini, Constantino Ortiz and Guarita-Souza, Luiz César and Faria-Neto, José Rocha. Tendência de mortalidade por infarto agudo do miocárdio em Curitiba (PR) no período de 1998 a 2009. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 98, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 211-217. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tendencia-de-mortalidade-por-infarto-agudo-do-miocardio-em-curitiba-pr-no-periodo-de-1998-a-2009/>. ISSN 0066-782X

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