Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: Sepse
ABC
Editorial

Sepse, Fibrilação Atrial e Envelhecimento: Uma Associação Perigosa

Evandro José Cesarino et al. Marildes Luiza de Castro Carolina Baraldi Araujo Restini

A fibrilação atrial (FA) é um distúrbio comum do ritmo cardíaco frequentemente identificado durante a progressão da sepse.

Sua prevalência aumenta na população geral com a idade, chegando a 18% nos idosos acima de 85 anos.

[…]

  • Arritmias Cardíacas, Mortalidade Hospitalar
  • Fibrilação Atrial
  • Idoso
  • Mortalidade
  • Sepse
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
07/04/2023 DOI: 10.36660/abc.20230095 Visualizações 1
Figura Central
ABC
Artigo Original

Fibrilação Atrial e Sepse em Pacientes Idosos e sua Associação com Mortalidade Intra-hospitalar

Michele Ouriques Honorato et al. Juscelio Trajano de Sousa Filho Luiz Frederico Bezerra Honorato Junior Nathalia Watanabe … Gabriela Machado Goulart Rogério Ruscitto do Prado

Resumo

Fundamento

A fibrilação atrial (FA) acomete cerca de 2% a 4% da população mundial. Nos pacientes internados em unidades de terapia intensiva, esta incidência pode chegar em até 23% naqueles com choque séptico. O impacto da FA nos pacientes sépticos se reflete em piores desfechos clínicos e o reconhecimento dos fatores desencadeantes pode ser alvo para estratégias de tratamento e prevenção futuras.

Objetivos

Verificar a relação entre desenvolvimento de FA e mortalidade nos pacientes acima de 80 anos incluídos no protocolo sepse e identificar fatores de risco que contribuam para o desenvolvimento de FA nesta população.

Métodos

Estudo observacional retrospectivo, com revisão de prontuários eletrônicos e inclusão de 895 pacientes com 80 anos ou mais, incluídos no protocolo sepse de um hospital privado de alta complexidade em São Paulo/SP, no período de janeiro de 2018 a dezembro de 2020. Todos os testes foram realizados com nível de significância de 5%.

Resultados

A incidência de FA na amostra foi de 13%. Após análise multivariada por regressão logística múltipla, foi possível demonstrar associação de mortalidade na população estudada, com o escore SOFA ( odds ratio [OR] 1,21 [1,09 – 1,35]), valores mais altos de proteína C-reativa (OR 1,04 [1,01 – 1,06]), necessidade de droga vasoativa (OR 2,4 [1,38 – 4,18]), uso de ventilação mecânica (OR 3,49 [1,82 – 6,71]) e principalmente FA (OR 3,7 [2,16 – 6,31).

Conclusões

No paciente grande idoso (80 anos ou mais) com sepse, o desenvolvimento de FA se mostrou como fator de risco independente para mortalidade intra-hospitalar.

  • Arritmias Cardíacas
  • Fibrilação Atrial
  • Hospitalização
  • Idoso
  • Mortalidade Hospitalar
  • Sepse
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
10/03/2023 DOI: 10.36660/abc.20220295
Figura 1
ABC
Correlação Anatomoclínica

Caso 1/2020 – Mulher de 55 Anos com Insuficiência Cardíaca após Internação por Diagnóstico Presumido de Infarto do Miocárdio e Insuficiência da Valva Mitral com Rotura de Corda Tendínea

Desiderio Favarato et al. Luiz Alberto Benvenuti

Aspectos clínicos

Paciente de 55 anos, com hipertensão arterial e insuficiência cardíaca há um ano e com dor precordial e parada cardiorrespiratória havia cinco meses, evoluiu com insuficiência cardíaca e insuficiência mitral por prolapso de valva mitral e rotura de cordas.

A impressão diagnóstica é de que a insuficiência cardíaca por valvopatia mitral precedeu o episódio de dor precordial e dispneia intensa.

[…]

  • Choque Cardiogênico
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Infarto Do Miocárdio
  • Insuficiência Cardíaca/fisiopatologia
  • Insuficiência Renal
  • Prolapso da Valva Mitral/cirurgia
  • Sepse
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
18/05/2020 DOI: 10.36660/abc.20200024
ABC
Editorial

Infecções na Insuficiência Cardíaca – Seu Impacto na Mortalidade

Evandro Tinoco Mesquita

Infecções representam um importante problema clínico emergente como causa de descompensação da insuficiência cardíaca (IC), em muitos casos levando à disfunção orgânica aguda ameaçadora da vida (sepsis) e choque séptico. O sistema cardiovascular é um importante componente na evolução da disfunção multiorgânica na sepsis e do quadro de choque séptico refratário. Embora a mortalidade intrahospitalar por sepsis tenha apresentado uma queda de 35% em 2000 para 18% em 2002, 1/3 morrem no ano seguinte após o quadro de sepsis. A disfunção cardiovascular na sepse é associada a um aumento significativo na taxa de mortalidade quando comparado à sepse sem disfunção cardíaca. A infecção é, por si, um precipitador de descompensação cardíaca e um marcador direto de mortalidade nos pacientes com IC.

O estudo de Cardoso et al., apresenta uma elevada taxa de infecção nos pacientes admitidos com IC descompensada (45,8%) e uma importante mortalidade neste grupo de paciente (21,5%). Um aspecto inusitado foi que, durante o primeiro ano de acompanhamento pós-alta hospitalar, o grupo de pacientes com infecção apresentou uma menor mortalidade em comparação aos pacientes não infectados (11,5% vs. 22,2%, p = 0,04).

[…]

  • Choque Séptico
  • Controle de Infecção
  • Hospitalização
  • Infecções
  • Insuficiência Cardíaca / mortalidade
  • Sepse
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/04/2018 DOI: 10.5935/abc.20180067 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Sepse no pós-operatório de cirurgia cardíaca: descrição do problema

Dinaldo Cavalcanti de Oliveira et al. João Bosco de Oliveira Filho Rogério Ferreira Silva Simone Soares Moura … Diego Janstk Silva Enilton Sergio Tabosa do Egito Stevan Krieger Martins Luis Carlos Bento Souza Adib Domingos Jatene Leopoldo Soares Piegas

FUNDAMENTOS: A despeito do avanço no diagnóstico e na terapêutica da sepse nos últimos anos, a morbidade e mortalidade são elevadas. OBJETIVO: Avaliar a prevalência, a evolução hospitalar e o prognóstico de pacientes que apresentaram sepse no pós- operatório de cirurgia cardíaca. MÉTODOS: Trata-se de um registro prospectivo que incluiu pacientes (n = 7.332) submetidos à cirurgia cardíaca (valvar ou coronariana) entre janeiro de 1995 e dezembro de 2007. Utilizamos os critérios clássicos de diagnóstico de sepse para identificar os pacientes que evoluíram com tal enfermidade e avaliamos as comorbidades pré-operatórias, a evolução hospitalar e o prognóstico. RESULTADOS: A sepse ocorreu em 29 pacientes (prevalência = 0,39%). O sexo masculino predominou sobre o feminino (79% vs. 21%). A idade média foi de 69 ± 6,5 anos. As principais comorbidades pré-operatórias eram: hipertensão arterial sistêmica (79%), dislipidemia (48%) e antecedente familiar de doença arterial coronariana (38%). O índice Apache médio foi de 18 ± 7, enquanto o Sofa indicou 14,2 ± 3,8. O foco infeccioso primário foi pulmonar em 19 pacientes (55%). Houve 19 culturas positivas, e a média de hidratação endovenosa nas primeiras 24 horas foi de 1.016 ± 803 ml. As principais complicações foram: insuficiência renal aguda (65%), síndrome de baixo débito cardíaco (55%) e arritmia ventricular maligna (55%). A mortalidade foi de 79% (23 pacientes). CONCLUSÃO: A sepse após cirurgia cardíaca foi um evento raro, porém com desfechos clínicos catastróficos. O índice elevado de morbidade e mortalidade revelou a necessidade de um aprimoramento no tratamento, visando melhorar a evolução clínica dos pacientes.

  • Cirurgia Torácica
  • Coração
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Sepse
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
28/04/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000300012 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Influência da pressão expiratória final positiva (PEEP) e da função renal sobre o nível de peptídeo natriurético tipo B em pacientes com sepse grave e choque séptico

Victor Sarli Issa et al. Leandro Utino Taniguchi Marcelo Park Luiz Monteiro Cruz … Edimar Alcides Bocchi Irineu Tadeu Velasco Francisco Soriano

FUNDAMENTO: Disfunção miocárdica é uma complicação associada com pior prognóstico em pacientes sépticos. Existe um grande interesse em descobrir um marcador biológico da função cardíaca com valor prognóstico em pacientes sépticos. OBJETIVO: Procuramos determinar os níveis de peptídeo natriurético tipo B em pacientes com sepse grave e choque séptico. MÉTODOS: Realizamos um estudo prospectivo em pacientes com sepse grave/choque séptico internados na unidade de terapia intensiva de um hospital universitário. Determinamos os níveis de peptídeo natriurético tipo B nas primeiras 24 horas após o diagnóstico de sepse grave/choque séptico. Analisamos a taxa de mortalidade e a existência de correlação entre o peptídeo natriurético tipo B e variáveis clínicas, hemodinâmicas e respiratórias. RESULTADOS: Vinte e três pacientes (9 mulheres e 14 homens) com idades entre 20 e 79 anos (média de 51,3±18,6) e índice APACHE 22,6±11,8 foram incluídos no estudo; 15 pacientes (65,2%) foram monitorados com cateter de artéria pulmonar e 20 (87%) foram submetidos à ventilação mecânica. A análise multivariada revelou que o peptídeo natriurético tipo B estava inversamente relacionado com a pressão expiratória final positiva e diretamente relacionado com a creatinina (beta 0,548 e 0,377, p 0,02 e 0,002, respectivamente), mas não com mortalidade ou com parâmetros clínicos e hemodinâmicos. CONCLUSÃO: Este é o primeiro relato de relação inversa entre os níveis de BNP e a pressão expiratória final positiva em pacientes com sepse grave e choque séptico. Nesses casos, o BNP e o nível de creatinina devem ser levados em consideração na análise dos níveis de peptídeo natriurético tipo B.

  • Baixo Débito cardíaco
  • Choque
  • Peptídeo Natriurético-Tipo B
  • respiração com pressão positiva
  • Sepse
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
11/08/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001400008 Visualizações 1
Correlação entre o consumo de oxigênio obtido pelo método de Fick e pela calorimetria indireta no paciente grave
ABC
Artigo Original

Correlação entre o consumo de oxigênio obtido pelo método de Fick e pela calorimetria indireta no paciente grave

Flávio Marson et al. Maria Auxiliadora Martins Francisco Antonio Coletto Antonio Dorival Campos Anibal Basile-Filho

OBJETIVO: Correlacionar o índice de consumo de oxigênio medido através da calorimetria indireta (VO2I DELTA) às medidas calculadas pela equação reversa de Fick (VO2I FICK) em pacientes graves, vítimas de trauma ou sepse. MÉTODOS: Analisados 14 pacientes vítimas de trauma (n=5) ou sepse (n=9), com média de idade de 39,4 ± 5,4 anos, sendo 10 homens e 4 mulheres, APACHE II de 21,3±1,8, ISS de 24,8±6, Sepsis Score de 19,6±2,3, com risco de óbito calculado pelo APACHE II de 41,9±7,1%, submetidos à ventilação mecânica e monitorização hemodinâmica invasiva com cateter de Swan-Ganz e realizadas, pelos dois métodos, 4 séries de medidas do VO2I (T1 a T4). RESULTADOS: Houve uma boa correlação entre os dois métodos (r = 0,77), para a média das quatro medidas seriadas. Não houve diferença estatisticamente significativa entre os dois métodos nos tempos T1 (VO2I DELTA = 138±28 e VO2I FICK = 159±38 mL.min-1.m-2, p = 0,10) e T3 (VO2I DELTA = 144±26 e VO2I FICK = 158±35 mL.min-1.m-2, p = 0,14). Houve diferença significativa nos tempos T2 (VO2I DELTA = 141±27 e VO2I FICK = 155±26 mL.min-1.m-2, p = 0,03) e T4 (VO2I DELTA = 145±24 e VO2I FICK = 162±26 mL.min-1.m-2, p = 0,01). CONCLUSÃO: A calorimetria indireta é um método não invasivo, isento de complicações, que pode ser usado para avaliação do consumo de oxigênio no paciente grave de forma tão eficaz quanto à equação reversa de Fick.

  • Consumo de Oxigênio
  • Sepse
  • trauma
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
16/02/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004000100007

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Cesarino EJ, Castro ML, Restini CBA. Sepse, Fibrilação Atrial e Envelhecimento: Uma Associação Perigosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(3):e20230095.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cesarino, Evandro José; Castro, Marildes Luiza de; Restini, Carolina Baraldi Araujo. Sepse, Fibrilação Atrial e Envelhecimento: Uma Associação Perigosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 3, e20230095, abr. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cesarino, E. J., Castro, M. L. , & Restini, C. B. A. (2023). Sepse, Fibrilação Atrial e Envelhecimento: Uma Associação Perigosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(3), e20230095.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cesarino, Evandro José and Castro, Marildes Luiza de and Restini, Carolina Baraldi Araujo. Sepse, Fibrilação Atrial e Envelhecimento: Uma Associação Perigosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230095. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sepse-fibrilacao-atrial-e-envelhecimento-uma-associacao-perigosa/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Honorato MO, Sousa Filho JT, Honorato Junior LFB, Watanabe N, Goulart GM, Prado RR. Fibrilação Atrial e Sepse em Pacientes Idosos e sua Associação com Mortalidade Intra-hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(3):e20220295.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Honorato, Michele Ouriques; Sousa Filho, Juscelio Trajano de; Honorato Junior, Luiz Frederico Bezerra; Watanabe, Nathalia; Goulart, Gabriela Machado; Prado, Rogério Ruscitto do. Fibrilação Atrial e Sepse em Pacientes Idosos e sua Associação com Mortalidade Intra-hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 3, e20220295, mar. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Honorato, M. O., Sousa Filho, J. T. , Honorato Junior, L. F. B., Watanabe, N., Goulart, G. M., & Prado, R. R. (2023). Fibrilação Atrial e Sepse em Pacientes Idosos e sua Associação com Mortalidade Intra-hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(3), e20220295.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Honorato, Michele Ouriques and Sousa Filho, Juscelio Trajano de and Honorato Junior, Luiz Frederico Bezerra and Watanabe, Nathalia and Goulart, Gabriela Machado and Prado, Rogério Ruscitto do. Fibrilação Atrial e Sepse em Pacientes Idosos e sua Associação com Mortalidade Intra-hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 3, [citado 2026-10-14], e20220295. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fibrilacao-atrial-e-sepse-em-pacientes-idosos-e-sua-associacao-com-mortalidade-intra-hospitalar/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Favarato D, Benvenuti LA. Caso 1/2020 – Mulher de 55 Anos com Insuficiência Cardíaca após Internação por Diagnóstico Presumido de Infarto do Miocárdio e Insuficiência da Valva Mitral com Rotura de Corda Tendínea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(4 suppl 1):47-56.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Favarato, Desiderio; Benvenuti, Luiz Alberto. Caso 1/2020 – Mulher de 55 Anos com Insuficiência Cardíaca após Internação por Diagnóstico Presumido de Infarto do Miocárdio e Insuficiência da Valva Mitral com Rotura de Corda Tendínea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 4 suppl 1, p. 47-56, maio. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Favarato, D., & Benvenuti, L. A. (2020). Caso 1/2020 – Mulher de 55 Anos com Insuficiência Cardíaca após Internação por Diagnóstico Presumido de Infarto do Miocárdio e Insuficiência da Valva Mitral com Rotura de Corda Tendínea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(4 suppl 1), 47-56.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Favarato, Desiderio and Benvenuti, Luiz Alberto. Caso 1/2020 – Mulher de 55 Anos com Insuficiência Cardíaca após Internação por Diagnóstico Presumido de Infarto do Miocárdio e Insuficiência da Valva Mitral com Rotura de Corda Tendínea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4 suppl 1, [citado 2026-10-14], pp. 47-56. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caso-1-2020-mulher-de-55-anos-com-insuficiencia-cardiaca-apos-internacao-por-diagnostico-presumido-de-infarto-do-miocardio-e-insuficiencia-da-valva-mitral-com-rotura-de-corda-tendinea/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mesquita ET. Infecções na Insuficiência Cardíaca – Seu Impacto na Mortalidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(4):371-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mesquita, Evandro Tinoco. Infecções na Insuficiência Cardíaca – Seu Impacto na Mortalidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 4, p. 371-372, mar. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mesquita, E. T. (2018). Infecções na Insuficiência Cardíaca – Seu Impacto na Mortalidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(4), 371-372.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mesquita, Evandro Tinoco. Infecções na Insuficiência Cardíaca – Seu Impacto na Mortalidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 371-372. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/infeccoes-na-insuficiencia-cardiaca-seu-impacto-na-mortalidade/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Oliveira DC, Oliveira Filho JB, Silva RF, Moura SS, Silva DJ, Egito EST, Martins SK, et al. Sepse no pós-operatório de cirurgia cardíaca: descrição do problema. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(3):352-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Oliveira, Dinaldo Cavalcanti de; Oliveira Filho, João Bosco de; Silva, Rogério Ferreira; Moura, Simone Soares; Silva, Diego Janstk; Egito, Enilton Sergio Tabosa do; Martins, Stevan Krieger; Souza, Luis Carlos Bento; Jatene, Adib Domingos; Piegas, Leopoldo Soares. Sepse no pós-operatório de cirurgia cardíaca: descrição do problema. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 3, p. 352-356, abr. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Oliveira, D. C. , Oliveira Filho, J. B. , Silva, R. F., Moura, S. S., Silva, D. J., Egito, E. S. T. , Martins, S. K., Souza, L. C. B., Jatene, A. D., & Piegas, L. S. (2010). Sepse no pós-operatório de cirurgia cardíaca: descrição do problema. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(3), 352-356.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Oliveira, Dinaldo Cavalcanti de and Oliveira Filho, João Bosco de and Silva, Rogério Ferreira and Moura, Simone Soares and Silva, Diego Janstk and Egito, Enilton Sergio Tabosa do and Martins, Stevan Krieger and Souza, Luis Carlos Bento and Jatene, Adib Domingos and Piegas, Leopoldo Soares. Sepse no pós-operatório de cirurgia cardíaca: descrição do problema. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 352-356. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sepse-no-pos-operatorio-de-cirurgia-cardiaca-descricao-do-problema/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Issa VS, Taniguchi LU, Park M, Cruz LM, Bocchi EA, Velasco IT, Soriano F, et al. Influência da pressão expiratória final positiva (PEEP) e da função renal sobre o nível de peptídeo natriurético tipo B em pacientes com sepse grave e choque séptico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(2):119-25.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Issa, Victor Sarli; Taniguchi, Leandro Utino; Park, Marcelo; Cruz, Luiz Monteiro; Bocchi, Edimar Alcides; Velasco, Irineu Tadeu; Soriano, Francisco. Influência da pressão expiratória final positiva (PEEP) e da função renal sobre o nível de peptídeo natriurético tipo B em pacientes com sepse grave e choque séptico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 2, p. 119-125, ago. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Issa, V. S., Taniguchi, L. U., Park, M., Cruz, L. M., Bocchi, E. A., Velasco, I. T., & Soriano, F. (2008). Influência da pressão expiratória final positiva (PEEP) e da função renal sobre o nível de peptídeo natriurético tipo B em pacientes com sepse grave e choque séptico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(2), 119-125.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Issa, Victor Sarli and Taniguchi, Leandro Utino and Park, Marcelo and Cruz, Luiz Monteiro and Bocchi, Edimar Alcides and Velasco, Irineu Tadeu and Soriano, Francisco. Influência da pressão expiratória final positiva (PEEP) e da função renal sobre o nível de peptídeo natriurético tipo B em pacientes com sepse grave e choque séptico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 119-125. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/influencia-da-pressao-expiratoria-final-positiva-peep-e-da-funcao-renal-sobre-o-nivel-de-peptideo-natriuretico-tipo-b-em-pacientes-com-sepse-grave-e-choque-septico/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Marson F, Martins MA, Coletto FA, Campos AD, Basile-Filho A. Correlação entre o consumo de oxigênio obtido pelo método de Fick e pela calorimetria indireta no paciente grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;82(1):72-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Marson, Flávio; Martins, Maria Auxiliadora; Coletto, Francisco Antonio; Campos, Antonio Dorival; Basile-Filho, Anibal. Correlação entre o consumo de oxigênio obtido pelo método de Fick e pela calorimetria indireta no paciente grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 82, n. 1, p. 72-76, fev. 2004.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Marson, F., Martins, M. A., Coletto, F. A., Campos, A. D., & Basile-Filho, A. (2004). Correlação entre o consumo de oxigênio obtido pelo método de Fick e pela calorimetria indireta no paciente grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 82(1), 72-76.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Marson, Flávio and Martins, Maria Auxiliadora and Coletto, Francisco Antonio and Campos, Antonio Dorival and Basile-Filho, Anibal. Correlação entre o consumo de oxigênio obtido pelo método de Fick e pela calorimetria indireta no paciente grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 82, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 72-76. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-entre-o-consumo-de-oxigenio-obtido-pelo-metodo-de-fick-e-pela-calorimetria-indireta-no-paciente-grave/>. ISSN 0066-782X

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias