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ABC
Editorial

A Forma Correta de Identificar a Má Aptidão Cardiorrespiratória: Olhar Para a Direita

Willian R. Menegazzo et al. Anderson Donelli da Silveira

O ventrículo direito (VD), anteriormente conhecido como ventrículo esquecido, vem ganhando cada vez mais atenção como forte indicador de pior prognóstico em doenças cardíacas., Além das implicações prognósticas, a disfunção do VD está associada à pior aptidão cardiorrespiratória (ACR), independentemente de outras variáveis anatômicas e funcionais., Infelizmente, as estratégias atuais de tratamento para a insuficiência do VD não conferem os mesmos benefícios clínicos e prognósticos da insuficiência do ventrículo esquerdo (VE),, o que justifica novas estratégias de tratamento.

Ramirez et al., acessaram esse importante tópico estudando a função do VD em 109 pacientes com infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST), sua associação com ACR e sua melhora após reabilitação cardíaca (RC) em um centro em Monterrey, México. Seu objetivo principal foi avaliar a associação entre a função do VD e a ACR nesta população, e os objetivos secundários foram analisar a ACR antes e depois de um programa de RC em pacientes com ou sem disfunção do VD. A tolerância ao exercício foi avaliada através do teste de esforço cardiopulmonar, a função longitudinal do VD por meio da medida ecocardiográfica da onda S’ Doppler do anel tricúspide e da excursão sistólica do plano do anel tricúspide e a função radial do VD por meio da variação da área fracionada do VD. A população era predominantemente do sexo masculino (83%), com IAMCSST da parede anterior (55%), com mediana da fração de ejeção do VE de 49% e com função normal do VD (90%). Eles demonstraram associação e correlação entre disfunção radial e longitudinal do VD e ACR antes e depois da RC. O principal achado do estudo é que a disfunção do VD, seja radial ou longitudinal, após IAMCSST e antes da RC, foi associada à ausência na melhora de pelo menos 1 Equivalente Metabólico (MET) após um programa de RC (p = 0,028 para disfunção radial do VD e p = 0,008 para disfunção longitudinal do VD). Os autores concluíram que a disfunção do VD em pacientes com IAMCSST está associada e correlacionada com pior capacidade de exercício e classe funcional antes da RC e que a RC melhorou a ACR. Isto ajuda a identificar um subgrupo de pacientes com maior risco de serem sintomáticos, com pior prognóstico e possivelmente melhores candidatos à RC.

[…]

  • Aptidão Cardiorespiratória
  • Disfunção Ventrículo Direito
  • Ecocardiografia Doppler/métodos
  • Infarto Do Miocárdio
  • Reabilitação Cardíaca
  • Teste de Esforço/métodos
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27/10/2023 DOI: 10.36660/abc.20230630
Figura 1
ABC
Artigo Original

Capacidade Preditiva dos Parâmetros do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca em Terapia de Ressincronização Cardíaca

João Ferreira Reis et al. António Valentim Gonçalves Pedro Garcia Brás Rita Ilhão Moreira … Pedro Rio Ana Teresa Timóteo Rui M. Soares Rui Cruz Ferreira

Resumo

Fundamento

Há evidências sugerindo que um corte do pico de consumo de oxigênio (pVO2) de 10ml/kg/min fornece uma estratificação de risco mais precisa em pacientes com Terapia de Ressincronização Cardíaca (TRC).

Objetivo

Comparar o poder prognóstico de vários parâmetros do teste cardiopulmonar de exercício (TCPE) nesta população e avaliar a capacidade discriminativa dos valores de corte de pVO2 recomendados pelas diretrizes.

Métodos

Avaliação prospectiva de uma série consecutiva de pacientes com insuficiência cardíaca (IC) com fração de ejeção do ventrículo esquerdo ≤40%. O desfecho primário foi um composto de morte cardíaca e transplante cardíaco urgente (TC) nos primeiros 24 meses de acompanhamento, e foi analisado por vários parâmetros do TCPE para a maior área sob a curva (AUC) no grupo TRC. Uma análise de sobrevida foi realizada para avaliar a estratificação de risco fornecida por vários pontos de corte diferentes. Valores de p < 0,05 foram considerados significativos.

Resultados

Um total de 450 pacientes com IC, dos quais 114 possuíam aparelho de TRC. Esses pacientes apresentaram um perfil de risco basal mais alto, mas não houve diferença em relação ao desfecho primário (13,2% vs 11,6%, p = 0,660). A pressão expiratória de dióxido de carbono no limiar anaeróbico (PETCO2AT) teve o maior valor de AUC, que foi significativamente maior do que o de pVO2 no grupo TRC (0,951 vs 0,778, p = 0,046). O valor de corte de pVO2 atualmente recomendado forneceu uma estratificação de risco precisa nesse cenário (p <0,001), e o valor de corte sugerido de 10 ml/min/kg não melhorou a discriminação de risco em pacientes com dispositivos (p = 0,772).

Conclusão

A PETCO2AT pode superar o poder prognóstico do pVO2 para eventos adversos em pacientes com TRC. O ponto de corte de pVO2 recomendado pelas diretrizes atuais pode estratificar precisamente o risco dessa população.

  • Consumo de Oxigênio
  • Insuficiência Cardíaca
  • Terapia de Ressincronização Cardíaca/métodos
  • Teste de Esforço/métodos
  • Transplante do Coração
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18/07/2022 DOI: 10.36660/abc.20210620 Visualizações 1
ABC
Editorial

Ressonância Magnética Cardíaca de Estresse em Idosos: Fornece as Respostas?

Vera Vaz Ferreira et al. Boban Thomas

Após o ensaio clínico ISCHEMIA, apesar do debate em curso, os médicos precisam contemplar todas as estratégias para pacientes com doença cardíaca isquêmica crônica estável (DCICE). O manejo da DCICE tem dois objetivos – melhorar o prognóstico e/ou aliviar os sintomas. A maioria dos estudos demonstrou que a revascularização oferece maior alívio de sintomas comparativamente com a terapêutica médica optimizada isoladamente, mas dados sobre os hard outcomes ainda são escassos. Portanto, é importante melhorar nossas ferramentas de tomada de decisão clínica na seleção de pacientes para revascularização. Isso se torna particularmente importante quando selecionamos pacientes idosos para revascularização, porque a relação risco-benefício é provavelmente mais tênue do que em uma coorte mais jovem. Os idosos apresentam dificuldades na avaliação da DCICE por múltiplos motivos. Um refinamento é a seleção adequada do método de avaliação da DCICE. Existe uma panóplia de técnicas não invasivas de imagem, incluindo tomografia computadorizada cardíaca, ecocardiografia, técnicas de medicina nuclear e ressonância magnética cardíaca (RMC). Combinar o paciente certo e o método certo de avaliação seguido da estratégia terapêutica certa melhora os resultados. Na medicina clínica, o importante não é o quanto fazemos, mas o quão bem nossos pacientes se saem depois do que fazemos.

A RMC de perfusão de estresse é um recurso valioso com alto valor preditivo negativo naqueles que não apresentam defeitos de perfusão, independentemente da presença ou ausência de doença arterial coronariana. Existem poucos estudos sobre o valor prognóstico da RMC de perfusão de estresse com adenosina em pacientes idosos com ou sem DCICE estabelecida. O estudo de Boonyasirinant e Kaolawanich, embora não seja o primeiro, é uma adição bem-vinda ao repositório de literatura existente que fornece uma razão convincente para o uso de RMC de estresse para a avaliação de isquemia agora abordando a faixa etária idosa. Seus achados demonstram que, embora os dados clínicos tenham sido combinados com informações sobre a função ventricular esquerda, nenhum valor incremental foi observado em comparação com os dados clínicos isolados na previsão de eventos cardíacos graves. A presença de isquemia detectada pela RMC ajudou a prever eventos de modo significativamente melhor. O poder preditivo não foi aumentado com a adição de informação do realce tardio com gadolínio. Esteban-Fernandez et al. verificaram que pacientes idosos com grau moderado ou grave de isquemia na RMC de estresse têm maior risco de ter um evento durante o seguimento. Juntos, esses dois estudos fornecem evidências para o uso da RMC de estresse com adenosina na previsão de resultados em pacientes idosos. Uma característica notável de ambos os estudos é a ausência de eventos adversos significativos de adenosina. No entanto, o ensaio clínico ISCHEMIA refletiu a disponibilidade limitada de equipamentos e experiência, onde a RMC foi o método menos escolhido para avaliar a isquemia (5%), refletindo a prática do mundo real.

[…]

  • Diagnóstico por Imagem/tendências
  • Doença Arterial Coronariana/cirurgia
  • Espectroscopia de Ressonância Magnética/métodos
  • Idoso
  • Teste de Esforço/métodos
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11/07/2022 DOI: 10.36660/abc.20220385
ABC
Editorial

Importância Diagnóstica e Prognóstica da Capacidade Funcional nas Diversas Formas Evolutivas da Doença De Chagas

João Marcos Barbosa-Ferreira et al. Charles Mady Fábio Fernandes

O estudo publicado por Silva et al., nesta edição nos traz uma reflexão importante sobre a evolução das diversas formas da doença de Chagas (DC), ao demonstrar que os pacientes com a forma indeterminada (FI) possuem capacidade funcional, medida através do consumo de oxigênio de pico (VO2pico), semelhante a indivíduos saudáveis sem DC. Por outro lado, pacientes com cardiopatia chagásica sem disfunção ventricular apresentaram capacidade funcional semelhante aos pacientes com disfunção ventricular.

A FI da DC vem sendo estudada sob diversos aspectos há vários anos. Alguns estudos em pacientes assintomáticos e que se incluem na definição da FI por não apresentarem alterações eletrocardiográficas e na radiografia de tórax, demonstraram alterações incipientes em exames complementares que podem sugerir a possibiliade de evolução para as formas mais graves de DC ao longo dos anos. Avaliações feitas através da ecocardiografia apresentaram alterações em variáveis como Doppler tecidual e estudo da deformidade miocárdica através do strain bidimensional., Já houve demonstração também de alterações do sistema nervoso autônomo, principalmente no ramo parassimpático, que podem ser potenciais vias de piora no estágio clínico da doença no decorrer dos anos., Estudos feitos com ressonância magnética demonstraram presença de fibrose miocárdica em 12% de pacientes com a FI da doença. No entanto, apesar dessas pequenas alterações, a evolução a longo prazo desses pacientes tem se mostrado favorável e semelhante à de indivíduos saudáveis sem DC. Ianni et al., estudaram pacientes com a FI com base nos achados do eletrocardiograma (ECG) por 8 anos e concluíram que a FI da DC representa uma condição benigna com prognóstico favorável em longo prazo. No entanto, em um pequeno grupo de pacientes pode haver evolução para cardiopatia chagásica crônica (CCC) ou doença do aparelho digestivo em cerca de 10 a 20 anos após a infecção aguda. Sabino et al., em um estudo de coorte retrospectivo de 10 anos, sugeriram uma taxa de progressão para cardiomiopatia de 1,85% ao ano em pacientes com a FI da doença. Portanto, são necessários estudos que identifiquem marcadores que possam predizer a possibilidade desta evolução e a avaliação da capacidade funcional destes pacientes é importante neste aspecto.

[…]

  • cardiopatia chagásica
  • Doença de Chagas
  • Exercício
  • Insuficiência Cardíaca/complicações
  • Teste de Esforço/métodos
  • Tromboembolia
  • Trypanosoma cruzi
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22/11/2021 DOI: 10.36660/abc.20210808 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Confiabilidade Teste-Reteste de Medição Não-Invasiva de Débito Cardíaco durante Exercício em Voluntários Saudáveis sob Condições Clínicas de Rotina

Michael Thomas Coll Barroso et al. Matthias Wilhelm Hoppe Philip Boehme Thomas Krahn … Christian Kiefer Frank Kramer Thomas Mondritzki Phillipe Pirez Wilfried Dinh

Resumo

Fundamento:

A biorreatância torácica (BT), um método não invasivo destinado à medição do débito cardíaco (DC), mostra boa confiabilidade teste-reteste em adultos saudáveis examinados em condições de pesquisa e repouso.

Objetivo:

No presente estudo, avaliamos a confiabilidade teste-reteste da avaliação do DC e trabalho cardíaco (TC) durante exercício, avaliado por BT em adultos saudáveis sob condições clínicas de rotina.

Métodos:

25 indivíduos realizaram teste ergométrico gradual sintoma-limitante em ambiente ambulatorial em dois dias diferentes, com intervalo de uma semana. Parâmetros cardiorrespiratórios (trabalho cardíaco, VO2máx) e hemodinâmicos (frequência cardíaca, volume sistólico, DC, pressão arterial média, TC) foram medidos em repouso e continuamente sob exercício utilizando sistema espiroergométrico e cardiógrafo de biorreatância (NICOM, Cheetah Medical).

Resultados:

Após 8 participantes terem sido excluídos devido a erros de medição (outliers), não houve viés sistemático em nenhum dos parâmetros em todas as condições (tamanho do efeito: 0,2-0,6). Observamos que todos os débitos cardíacos medidos de forma não invasiva apresentaram níveis aceitáveis de confiabilidade teste-reteste (coeficiente de correlação intraclasse: 0,59-0,98; erro típico: 0,3-1,8). Além disso, TC máximo apresentou melhor confiabilidade (coeficiente de correlação intraclasse: 0,80-0,85; tamanho do efeito: 0,9-1,1), seguido do DC pela BT, graças apenas à confiabilidade superior da PAM (coeficiente de correlação intraclasse: 0,59-0,98; tamanho do efeito: 0,3-1,8).

Conclusão:

Nossos achados impedem o uso clínico da BT em indivíduos saudáveis quando outliers não forem identificados.

  • Adulto
  • Cardiografia de Impedância/métodos
  • Débito Cardíaco
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Exercício
  • Reprodutibilidade dos Testes
  • Teste de Esforço/métodos
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10/07/2019 DOI: 10.5935/abc.20190116

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Menegazzo WR, Silveira AD. A Forma Correta de Identificar a Má Aptidão Cardiorrespiratória: Olhar Para a Direita. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(9):e20230630.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Menegazzo, Willian R.; Silveira, Anderson Donelli da. A Forma Correta de Identificar a Má Aptidão Cardiorrespiratória: Olhar Para a Direita. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 9, e20230630, out. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Menegazzo, W. R., & Silveira, A. D. (2023). A Forma Correta de Identificar a Má Aptidão Cardiorrespiratória: Olhar Para a Direita. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(9), e20230630.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Menegazzo, Willian R. and Silveira, Anderson Donelli da. A Forma Correta de Identificar a Má Aptidão Cardiorrespiratória: Olhar Para a Direita. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 9, [citado 2026-10-14], e20230630. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-forma-correta-de-identificar-a-ma-aptidao-cardiorrespiratoria-olhar-para-a-direita/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

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Reis JF, Gonçalves AV, Brás PG, Moreira RI, Rio P, Timóteo AT, Soares RM, et al. Capacidade Preditiva dos Parâmetros do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca em Terapia de Ressincronização Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(3):413-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Reis, João Ferreira; Gonçalves, António Valentim; Brás, Pedro Garcia; Moreira, Rita Ilhão; Rio, Pedro; Timóteo, Ana Teresa; Soares, Rui M.; Ferreira, Rui Cruz. Capacidade Preditiva dos Parâmetros do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca em Terapia de Ressincronização Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 3, p. 413-423, jul. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Reis, J. F., Gonçalves, A. V., Brás, P. G., Moreira, R. I., Rio, P., Timóteo, A. T., Soares, R. M., & Ferreira, R. C. (2022). Capacidade Preditiva dos Parâmetros do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca em Terapia de Ressincronização Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(3), 413-423.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Reis, João Ferreira and Gonçalves, António Valentim and Brás, Pedro Garcia and Moreira, Rita Ilhão and Rio, Pedro and Timóteo, Ana Teresa and Soares, Rui M. and Ferreira, Rui Cruz. Capacidade Preditiva dos Parâmetros do Teste de Esforço Cardiopulmonar em Pacientes com Insuficiência Cardíaca em Terapia de Ressincronização Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 413-423. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/capacidade-preditiva-dos-parametros-do-teste-de-esforco-cardiopulmonar-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-em-terapia-de-ressincronizacao-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Ferreira VV, Thomas B. Ressonância Magnética Cardíaca de Estresse em Idosos: Fornece as Respostas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(1):107-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ferreira, Vera Vaz; Thomas, Boban. Ressonância Magnética Cardíaca de Estresse em Idosos: Fornece as Respostas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 1, p. 107-108, jul. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ferreira, V. V., & Thomas, B. (2022). Ressonância Magnética Cardíaca de Estresse em Idosos: Fornece as Respostas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(1), 107-108.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ferreira, Vera Vaz and Thomas, Boban. Ressonância Magnética Cardíaca de Estresse em Idosos: Fornece as Respostas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 107-108. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ressonancia-magnetica-cardiaca-de-estresse-em-idosos-fornece-as-respostas/>. ISSN 0066-782X

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Barbosa-Ferreira JM, Mady C, Fernandes F. Importância Diagnóstica e Prognóstica da Capacidade Funcional nas Diversas Formas Evolutivas da Doença De Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(5):942-3.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barbosa-Ferreira, João Marcos; Mady, Charles; Fernandes, Fábio. Importância Diagnóstica e Prognóstica da Capacidade Funcional nas Diversas Formas Evolutivas da Doença De Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 5, p. 942-943, nov. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barbosa-Ferreira, J. M., Mady, C., & Fernandes, F. (2021). Importância Diagnóstica e Prognóstica da Capacidade Funcional nas Diversas Formas Evolutivas da Doença De Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(5), 942-943.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barbosa-Ferreira, João Marcos and Mady, Charles and Fernandes, Fábio. Importância Diagnóstica e Prognóstica da Capacidade Funcional nas Diversas Formas Evolutivas da Doença De Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 942-943. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/importancia-diagnostica-e-prognostica-da-capacidade-funcional-nas-diversas-formas-evolutivas-da-doenca-de-chagas/>. ISSN 0066-782X

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Barroso MTC, Hoppe MW, Boehme P, Krahn T, Kiefer C, Kramer F, Mondritzki T, et al. Confiabilidade Teste-Reteste de Medição Não-Invasiva de Débito Cardíaco durante Exercício em Voluntários Saudáveis sob Condições Clínicas de Rotina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(2):231-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barroso, Michael Thomas Coll; Hoppe, Matthias Wilhelm; Boehme, Philip; Krahn, Thomas; Kiefer, Christian; Kramer, Frank; Mondritzki, Thomas; Pirez, Phillipe; Dinh, Wilfried. Confiabilidade Teste-Reteste de Medição Não-Invasiva de Débito Cardíaco durante Exercício em Voluntários Saudáveis sob Condições Clínicas de Rotina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 2, p. 231-239, jul. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barroso, M. T. C., Hoppe, M. W., Boehme, P., Krahn, T., Kiefer, C., Kramer, F., Mondritzki, T., Pirez, P., & Dinh, W. (2019). Confiabilidade Teste-Reteste de Medição Não-Invasiva de Débito Cardíaco durante Exercício em Voluntários Saudáveis sob Condições Clínicas de Rotina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(2), 231-239.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barroso, Michael Thomas Coll and Hoppe, Matthias Wilhelm and Boehme, Philip and Krahn, Thomas and Kiefer, Christian and Kramer, Frank and Mondritzki, Thomas and Pirez, Phillipe and Dinh, Wilfried. Confiabilidade Teste-Reteste de Medição Não-Invasiva de Débito Cardíaco durante Exercício em Voluntários Saudáveis sob Condições Clínicas de Rotina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 231-239. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/confiabilidade-teste-reteste-de-medicao-nao-invasiva-de-debito-cardiaco-durante-exercicio-em-voluntarios-saudaveis-sob-condicoes-clinicas-de-rotina/>. ISSN 0066-782X

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