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  2. Palavra-chave: Limiar Anaeróbio
ABC
Editorial

Exercício Físico e Teste de Caminhada de 6-min na Doença Arterial Obstrutiva de Membros Inferiores

Tales de Carvalho

O artigo “Intensidade de Exercício durante o Teste de Caminhada de 6 Minutos em Pacientes com Doença Arterial Periférica”, com originalidade, produz informações de grande utilidade prática, a serem consideradas no diagnóstico, prognóstico e principalmente na avaliação funcional, que possibilitam um aprimoramento da prescrição de exercícios físicos no tratamento clínico da doença. O estudo foi realizado com o objetivo de determinar em pacientes sintomáticos com Doença Arterial Obstrutiva (DAO) de Membros Inferiores (MMII) se a caminhada no solo permite a detecção do primeiro limiar ventilatório, também denominado limiar anaeróbio (LA). O LA é um marcador reconhecido de intensidade do exercício, útil para a delimitação da zona considerada ideal para o treinamento físico visando o aprimoramento cardiorrespiratório.

A DAO de MMII é um grande problema de saúde pública, que de acordo com o relatório global de epidemiologia, acometia 202 milhões de indivíduos em 2010, crescendo 22% até 2015, quando atingiu 237 milhões de indivíduos.A associação da DAO com grandes eventos cardiovasculares (MACE) está bem documentada; em seu estágio mais grave, com isquemia crítica, apresenta elevado risco de eventos cardiovasculares, amputação de MMII e morte, associando-se a níveis elevados de troponina cardíaca e peptídeo natriurético cerebral pro-N-terminal (NT proBNP).

[…]

  • Atividades Físicas da Vida Diária
  • Claudicação Intermitente
  • Doença Arterial Periférica
  • Exercício
  • Limiar Anaeróbio
  • Teste de Caminhada
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06/04/2020 DOI: 10.36660/abc.20200068 Visualizações 2
Gráfico 1
ABC
Artigo Original

Repercussão do Treinamento de Alta Intensidade sobre a Função Ventricular de Ratos após Infarto Agudo do Miocárdio

Simone de Campos Neitzke Winter et al. Rafael Michel de Macedo Júlio Cesar Francisco Paula Costa Santos … Ana Paula Sarraff Lopes Leanderson Franco de Meira Katherine A. Teixeira de Carvalho José Rocha Faria Neto Ana Carolina Brandt de Macedo Luiz César Guarita-Souza

Resumo

Fundamento:

O exercício físico deve fazer parte do tratamento de pacientes pós-infarto agudo do miocárdio (IAM).

Objetivo:

Avaliar os efeitos de treinamento produzidos por dois modelos distintos (contínuo x intervalado) e sua repercussão sobre a função ventricular de ratos pós-IAM com função ventricular normal.

Métodos:

Quarenta ratos Wistar pós-IAM foram avaliados ecocardiograficamente 21 dias após o evento. Aqueles com FEVE = 50% (n = 29) foram incluídos e randomizados: controle (GC n = 10), treinamento contínuo (GTC n = 9) e treinamento intervalado (GTI n = 10). Após, foi realizado um teste de natação com controle de lactato. A partir do resultado foi definido o limiar de lactato (LL) para determinar as intensidades do treinamento. Após seis semanas, foram reavaliados com ecocardiografia e controle de lactato. Como desfecho, foram avaliados: diâmetros diastólico e sistólico final (DDF, DSF, mL), fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE, %), lactato de repouso, livre de carga (LC), lactato com 12 g e 13,5 g de carga adicional. Para a comparação dos grupos em relação às variáveis quantitativas do estudo, foi considerado o modelo de análise da variância com um fator (ANOVA). Nas comparações múltiplas dos grupos foi usado o teste de Newman-Keuls. Na comparação entre as duas avaliações, dentro de cada grupo, foi usado o teste t de Student para amostras dependentes. A condição de normalidade das variáveis foi avaliada pelo teste de Shapiro-Wilks. Valores de p < 0,05 indicaram significância estatística.

Resultados:

Com relação à análise intragrupos, entre o período pré- e pós-treinamento foi identificado semelhança para DDF, DSF, FEVE, porém o GC apresentou diferença significativa para a variável DDF (p = 0,008). Houve diferença do GTI para L12g (p = 0,002) e L13,5g (p = 0,032) e para o GTC na variável L12g (p = 0,014). Não houve diferença para as variáveis ecocardiográficas entre os grupos. Houve diferença nas variáveis LC e L12g na segunda avaliação (p = 0,016 e p = 0,031, respectivamente) e entre os grupos: GTI vs. GC (p = 0,019) e GTC vs. GC (p = 0,035).

Conclusão:

Os dois métodos produziram efeito de treinamento sem alterar a função ventricular.

  • Exercício
  • Função Ventricular Esquerda
  • Infarto Do Miocárdio
  • Limiar Anaeróbio
  • Ratos
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12/03/2018 DOI: 10.5935/abc.20180036 Visualizações 1
Método do limiar de variabilidade da frequência cardíaca aplicado em pré-adolescentes obesos e não obesos
ABC
Artigo Original

Método do limiar de variabilidade da frequência cardíaca aplicado em pré-adolescentes obesos e não obesos

Mário Augusto Paschoal et al. Caio Cesar Fontana

FUNDAMENTO: A detecção do limiar anaeróbico (LA) pela análise da variabilidade da frequência cardíaca (LiVFC) pode significar uma nova maneira de avaliação da capacidade funcional cardiorrespiratória (CFCR) em pré-adolescentes. OBJETIVO: Testar o método de LiVFC para detecção do LA em pré-adolescentes não obesos (NO), obesos (O) e obesos mórbidas (OM), a fim de determinar diferenças em sua CFCR. MÉTODOS: Foram estudados 30 pré-adolescentes, com idades entre 9 e 11 anos, divididos em três grupos de 10: a) grupo NO – índice de massa corpórea (IMC) com percentil do National Center for Chronic Disease Prevention and Health Promotion entre 5 e 85; b) grupo O – IMC de percentil entre 95 e 97 e c) grupo OM – IMC com percentil acima de 97. Todos foram submetidos a um protocolo incremental realizado em esteira rolante e registraram-se os batimentos cardíacos para detecção do LiVFC, que foi determinado pelo valor de 3,0 ms do índice do desvio-padrão 1 (SD1), extraído dos intervalos RR. RESULTADOS: Os valores médios no momento do LiVFC mostraram maiores valores para o grupo NO, destacando-se: a) VO2 (ml/kg/min) NO = 27,4 ± 9,2; O = 13,1 ± 7,6 e OM = 11,0 ± 1,7; b) FC (bpm): NO = 156,3 ± 18,0; O =141,7 ± 11,4 e OM = 137,7 ± 10,4; e c) distância percorrida (metros): NO = 1.194,9 ± 427,7; O = 503,2 ± 437,5 e OM = 399,9 ± 185,1. CONCLUSÃO: O LiVFC se mostrou efetivo para avaliação da CFCR e poderá vir a ser aplicado como método alternativo à ergoespirometria em determinadas situações.

  • Criança
  • Frequência Cardíaca
  • Limiar Anaeróbio
  • Obesidade
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29/04/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000052
Métodos para identificar o limiar anaeróbio em indivíduos com diabete tipo 2 e em indivíduos não-diabéticos
ABC
Artigo Original

Métodos para identificar o limiar anaeróbio em indivíduos com diabete tipo 2 e em indivíduos não-diabéticos

Herbert G. Simões et al. Sérgio R. Moreira Robert J. Moffatt Carmen S. G. Campbell

FUNDAMENTO: Apesar de o limiar anaeróbio (LAn) ser utilizado na avaliação funcional de diferentes populações, estudos comparando métodos para sua identificação em diabéticos tipo-2 tem sido pouco realizados. OBJETIVO: Comparar protocolos de identificação do LAn em indivíduos diabéticos tipo 2 e em não-diabéticos, e analisar respostas relacionadas ao equilíbrio ácido-básico em intensidades relativas ao LAn. MÉTODOS: Diabéticos tipo 2 (n=10; 54,5±9,5 anos; 30,1±5,0 kg/m²) e jovens não-diabéticos (n=10; 36,6±12,8 anos; 23,9±5,0 kg/m²) realizaram teste incremental (TI) em ciclo ergômetro. O aumento desproporcional no equivalente ventilatório de oxigênio (VE/VO2) e lactatemia ([lac]) identificaram intensidades (Watts-W) correspondentes aos limiares ventilatório (LV) e de lactato (LL), respectivamente. A intensidade correspondente à menor glicemia ([glic]) foi considerada limiar glicêmico individual (LGI). O LAn também foi determinado por ajuste polinomial das razões VE/Watts (LV VE/W) e [lac]/Watts (LL[lac]/W), as quais identificaram intensidades acima das quais um aumento desproporcional na VE e [lac] ocorreram. RESULTADOS: Não foram observadas diferenças entre LL, LV, LG, LL[lac]/W e LV VE/W em diabéticos (85,0±32,1; 88,0±31,7; 86,0±33,8; 82,0±20,9 e 90,2±22,2W) e não-diabéticos (139,0±39,0; 133,0±42,7; 140,8±36,4; 122,7±44,3 e 133,0±39,1W). Contudo os valores de LAn diferiram significativamente entre grupos (p<0.001). A técnica de Bland-Altman confirmou concordância entre os protocolos. Reduções significativas no pH e pCO2 em paralelo a um aumento na [lac], pO2 e VE foram observadas em intensidades supra limiares. CONCLUSÃO: Os protocolos apresentaram, para ambos os grupos estudados, concordância na identificação do LAn, que se mostrou como uma intensidade de exercício acima da qual ocorre perda de equilíbrio ácido-básico.

  • equilíbrio ácido básico
  • Glicemia
  • Limiar Anaeróbio
  • Protocolos Clínicos
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22/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000100012
Reprodutibilidade da determinação do limiar anaeróbico em pacientes com insuficiência cardíaca
ABC
Artigo Original

Reprodutibilidade da determinação do limiar anaeróbico em pacientes com insuficiência cardíaca

Danielle Aparecida Gomes Pereira et al. Danielle Soares Rocha Vieira Giane Amorim Ribeiro Samora Fernanda Lima Lopes … Maria Clara Norman Alencar Susan Martins Lage Verônica Franco Parreira Marcelo Velloso Maria da Consolação Vieira Moreira Raquel Rodrigues Britto

FUNDAMENTO: O limiar anaeróbico (LA) fornece informações sobre a capacidade funcional na insuficiência cardíaca (IC). Porém, a determinação visual do LA por métodos ventilatórios é subjetiva, ficando suscetível à diferença entre examinadores. OBJETIVOS: Avaliar a reprodutibilidade intraexaminador e interexaminadores na determinação do LA em indivíduos com IC leve a moderada pelos métodos visual-gráfico e V-slope. Comparar e correlacionar os resultados encontrados. MÉTODOS: Após realização de teste ergoespirométrico em esteira, utilizaram-se os métodos visual-gráfico e V-slope para análise do LA. Para avaliar a reprodutibilidade, três examinadores detectaram o LA duas vezes em cada método, em dias distintos. Para análise estatística, utilizou-se coeficiente de correlação intraclasse (CCI) com p < 0,05. RESULTADOS: Foram avaliados 16 indivíduos com média de idade de 45,9 ± 9,7 anos, fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 20,5 ± 8,1% e consumo de oxigênio no pico do esforço de 20,6 ± 7,8 ml/kg•min-1. A reprodutibilidade intraexaminador foi alta nos dois métodos para os três examinadores, com valores de CCI entre 0,87 e 0,99. A reprodutibilidade interexaminadores foi moderada tanto no método visual-gráfico (CCI = 0,69) quanto no V-slope (CCI = 0,64). Quando se contrastaram os métodos, foi encontrado CCI de 0,91. CONCLUSÕES: A detecção do LA por meio dos métodos visual-gráfico e V-slope apresentou reprodutibilidade intraexaminador e interexaminadores alta e moderada, respectivamente. Além disso, os dois métodos demonstraram alta concordância quando contrastados. Esses resultados sugerem que ambos os métodos podem ser utilizados, de forma reprodutível, na avaliação do LA em indivíduos com IC de leve a moderada

  • Insuficiência Cardíaca
  • Limiar Anaeróbio
  • Reprodutibilidade
  • Teste de Esforço
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07/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000044 Visualizações 2
Características cardíacas e metabólicas de corredores de longa distância do ambulatório de cardiologia do esporte e exercício, de um hospital terciário
ABC
Artigo Original

Características cardíacas e metabólicas de corredores de longa distância do ambulatório de cardiologia do esporte e exercício, de um hospital terciário

Luciene Ferreira Azevedo et al. Patrícia Chakur Brum Dudley Rosemblatt Patrícia de Sá Perlingeiro … Antônio Carlos Pereira Barretto Carlos Eduardo Negrão Luciana Diniz Nagem Janot de Matos

OBJETIVO: Caracterizar parâmetros cardíacos, eletrocardiográficos e funcionais, e respostas cardiopulmonares ao exercício em corredores de longa distância brasileiros, acompanhados no Ambulatório de Cardiologia do Esporte e Exercício de um hospital terciário. MÉTODOS: De uma população inicial de 443 atletas, de ambos os sexos, de diferentes modalidades esportivas, foram avaliados 162 (37%) corredores de longa distância, do sexo masculino, com idade variando entre quatorze e 67 anos. Registros eletrocardiográficos (doze derivações) e ecocardiográficos (modos mono e bidimensional) foram realizados em repouso. Respostas cardiopulmonares foram avaliadas durante teste em esteira rolante, com protocolo em rampa. RESULTADOS: Alterações metabólicas e doenças cardiovasculares foram diagnosticadas em 17% e 9% dos corredores, respectivamente. Bradicardia sinusal e hipertrofia ventricular esquerda foram verificadas em 62% e 33% dos corredores, respectivamente. Alterações estruturais, como cavidade ventricular > 55mm, espessura relativa de parede > 0,44 e índice de massa ventricular > 134g/m2 foram encontradas em 15%, 11% e 7% dos corredores, respectivamente. Fração de ejeção < 55% foi observada em 4% dos corredores. O consumo de oxigênio pico (VO2pico) diminuiu a partir de 41 anos, embora o limiar anaeróbio relativo ao VO2pico tenha se mantido inalterado com a idade. CONCLUSÃO: Bradicardia de repouso e hipertrofia ventricular esquerda são as adaptações cardiovasculares mais freqüentes em corredores de longa distância brasileiros acompanhados no Ambulatório de Cardiologia do Esporte e Exercício. Apesar da diminuição do VO2pico a partir de 41 anos, há manutenção do consumo de oxigênio relativo no limiar anaeróbio nesses corredores.

  • Consumo de Oxigênio
  • Eletrocardiografia
  • Frequência Cardíaca
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
  • Limiar Anaeróbio
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07/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000100003
Modelos para predição da carga máxima no teste clínico de esforço cardiopulmonar
ABC
Artigo Original

Modelos para predição da carga máxima no teste clínico de esforço cardiopulmonar

Fernando dos Santos Nogueira et al. Fernando Augusto Monteiro Sabóia Pompeu

OBJETIVO: Este estudo buscou derivar equações generalizadas para predição da carga máxima para homens e mulheres jovens. MÉTODOS: O método da ergoespirometria direta (Aerosport® TEEM 100, Estados Unidos da América do Norte) foi empregado para determinar o VO2máx e a carga máxima (Wmáx), no cicloergômetro (Monark®, Brasil), de 30 homens (25 ± 5 anos, 75,0 ± 10,7 kg; 48,4 ± 8,8 mL . kg -1 . min -1 e 243 ± 51 Watts) e 30 mulheres (26 ± 5 anos, 56,7 ± 5,9 kg, 39,8 ± 7,6 mL . kg -1 . min -1 e 172 ± 37 Watts). A idade e a massa corporal foram empregadas como variáveis independentes. Para todos os testes estatísticos aceitou-se o nível de significância de p < 0,05. RESULTADOS: No ajuste linear múltiplo a carga máxima foi explicada pela da idade e massa corporal em 54% (r = 0,73), para homens, e em 76% (r = 0,87), para mulheres, com erros padrões respectivamente de 0,66 W . kg -1 e de 25 Watts. As equações propostas passaram pela validação cruzada, empregando-se outra amostra com características similares de idade e VO2máx composta por 15 homens e 15 mulheres. A correlação intraclasse entre os valores de Wmáx preditos e os medidos através da ergoespirometria foram de 0,70 e 0,69, com erros padrões de 28,4 e 15,8 Watts, respectivamente, para homens e mulheres. CONCLUSÃO: Este estudo exibe equações generalizadas válidas para determinação da carga máxima no cicloergômetro para homens e mulheres.

  • Consumo de Oxigênio
  • Esforço Físico
  • Limiar Anaeróbio
  • limiar ventilatório
  • Teste de Esforço
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28/09/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001500011 Visualizações 2

Como citar este artigo

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Carvalho T. Exercício Físico e Teste de Caminhada de 6-min na Doença Arterial Obstrutiva de Membros Inferiores. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(3):493-5.

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Carvalho, Tales de. Exercício Físico e Teste de Caminhada de 6-min na Doença Arterial Obstrutiva de Membros Inferiores. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 3, p. 493-495, abr. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Carvalho, T. (2020). Exercício Físico e Teste de Caminhada de 6-min na Doença Arterial Obstrutiva de Membros Inferiores. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(3), 493-495.

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Carvalho, Tales de. Exercício Físico e Teste de Caminhada de 6-min na Doença Arterial Obstrutiva de Membros Inferiores. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 493-495. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/exercicio-fisico-e-teste-de-caminhada-de-6-min-na-doenca-arterial-obstrutiva-de-membros-inferiores/>. ISSN 0066-782X

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Winter SCN, Macedo RM, Francisco JC, Santos PC, Lopes APS, Meira LF, Carvalho KAT, et al. Repercussão do Treinamento de Alta Intensidade sobre a Função Ventricular de Ratos após Infarto Agudo do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(4):373-80.

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Winter, Simone de Campos Neitzke; Macedo, Rafael Michel de; Francisco, Júlio Cesar; Santos, Paula Costa; Lopes, Ana Paula Sarraff; Meira, Leanderson Franco de; Carvalho, Katherine A. Teixeira de; Faria Neto, José Rocha; Macedo, Ana Carolina Brandt de; Guarita-Souza, Luiz César. Repercussão do Treinamento de Alta Intensidade sobre a Função Ventricular de Ratos após Infarto Agudo do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 4, p. 373-380, mar. 2018.

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Winter, S. C. N., Macedo, R. M. , Francisco, J. C., Santos, P. C., Lopes, A. P. S., Meira, L. F. , Carvalho, K. A. T. , Faria Neto, J. R., Macedo, A. C. B. , & Guarita-Souza, L. C. (2018). Repercussão do Treinamento de Alta Intensidade sobre a Função Ventricular de Ratos após Infarto Agudo do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(4), 373-380.

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Winter, Simone de Campos Neitzke and Macedo, Rafael Michel de and Francisco, Júlio Cesar and Santos, Paula Costa and Lopes, Ana Paula Sarraff and Meira, Leanderson Franco de and Carvalho, Katherine A. Teixeira de and Faria Neto, José Rocha and Macedo, Ana Carolina Brandt de and Guarita-Souza, Luiz César. Repercussão do Treinamento de Alta Intensidade sobre a Função Ventricular de Ratos após Infarto Agudo do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 373-380. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/repercussao-do-treinamento-de-alta-intensidade-sobre-a-funcao-ventricular-de-ratos-apos-infarto-agudo-do-miocardio/>. ISSN 0066-782X

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Paschoal MA, Fontana CC. Método do limiar de variabilidade da frequência cardíaca aplicado em pré-adolescentes obesos e não obesos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;96(6):450-6.

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Paschoal, Mário Augusto; Fontana, Caio Cesar. Método do limiar de variabilidade da frequência cardíaca aplicado em pré-adolescentes obesos e não obesos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 96, n. 6, p. 450-456, abr. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Paschoal, M. A., & Fontana, C. C. (2011). Método do limiar de variabilidade da frequência cardíaca aplicado em pré-adolescentes obesos e não obesos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 96(6), 450-456.

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Paschoal, Mário Augusto and Fontana, Caio Cesar. Método do limiar de variabilidade da frequência cardíaca aplicado em pré-adolescentes obesos e não obesos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 96, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 450-456. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/metodo-do-limiar-de-variabilidade-da-frequencia-cardiaca-aplicado-em-pre-adolescentes-obesos-e-nao-obesos/>. ISSN 0066-782X

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Simões HG, Moreira SR, Moffatt RJ, Campbell CSG. Métodos para identificar o limiar anaeróbio em indivíduos com diabete tipo 2 e em indivíduos não-diabéticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(1):71-8.

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Simões, Herbert G.; Moreira, Sérgio R.; Moffatt, Robert J.; Campbell, Carmen S. G.. Métodos para identificar o limiar anaeróbio em indivíduos com diabete tipo 2 e em indivíduos não-diabéticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 1, p. 71-78, set. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Simões, H. G., Moreira, S. R., Moffatt, R. J., & Campbell, C. S. G. (2010). Métodos para identificar o limiar anaeróbio em indivíduos com diabete tipo 2 e em indivíduos não-diabéticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(1), 71-78.

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Simões, Herbert G. and Moreira, Sérgio R. and Moffatt, Robert J. and Campbell, Carmen S. G.. Métodos para identificar o limiar anaeróbio em indivíduos com diabete tipo 2 e em indivíduos não-diabéticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 71-78. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/metodos-para-identificar-o-limiar-anaerobio-em-individuos-com-diabete-tipo-2-e-em-individuos-nao-diabeticos/>. ISSN 0066-782X

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Pereira DAG, Vieira DSR, Samora GAR, Lopes FL, Alencar MCN, Lage SM, Parreira VF, et al. Reprodutibilidade da determinação do limiar anaeróbico em pacientes com insuficiência cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(6):771-8.

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Pereira, Danielle Aparecida Gomes; Vieira, Danielle Soares Rocha; Samora, Giane Amorim Ribeiro; Lopes, Fernanda Lima; Alencar, Maria Clara Norman; Lage, Susan Martins; Parreira, Verônica Franco; Velloso, Marcelo; Moreira, Maria da Consolação Vieira; Britto, Raquel Rodrigues. Reprodutibilidade da determinação do limiar anaeróbico em pacientes com insuficiência cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 6, p. 771-778, maio. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pereira, D. A. G., Vieira, D. S. R., Samora, G. A. R., Lopes, F. L., Alencar, M. C. N., Lage, S. M., Parreira, V. F., Velloso, M., Moreira, M. C. V., & Britto, R. R. (2010). Reprodutibilidade da determinação do limiar anaeróbico em pacientes com insuficiência cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(6), 771-778.

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Pereira, Danielle Aparecida Gomes and Vieira, Danielle Soares Rocha and Samora, Giane Amorim Ribeiro and Lopes, Fernanda Lima and Alencar, Maria Clara Norman and Lage, Susan Martins and Parreira, Verônica Franco and Velloso, Marcelo and Moreira, Maria da Consolação Vieira and Britto, Raquel Rodrigues. Reprodutibilidade da determinação do limiar anaeróbico em pacientes com insuficiência cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 771-778. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reprodutibilidade-da-determinacao-do-limiar-anaerobico-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Azevedo LF, Brum PC, Rosemblatt D, Perlingeiro PS, Barretto ACP, Negrão CE, Matos LDNJ, et al. Características cardíacas e metabólicas de corredores de longa distância do ambulatório de cardiologia do esporte e exercício, de um hospital terciário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(1):17-25.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Azevedo, Luciene Ferreira; Brum, Patrícia Chakur; Rosemblatt, Dudley; Perlingeiro, Patrícia de Sá; Barretto, Antônio Carlos Pereira; Negrão, Carlos Eduardo; Matos, Luciana Diniz Nagem Janot de. Características cardíacas e metabólicas de corredores de longa distância do ambulatório de cardiologia do esporte e exercício, de um hospital terciário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 1, p. 17-25, mar. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Azevedo, L. F., Brum, P. C., Rosemblatt, D., Perlingeiro, P. S., Barretto, A. C. P., Negrão, C. E., & Matos, L. D. N. J. (2007). Características cardíacas e metabólicas de corredores de longa distância do ambulatório de cardiologia do esporte e exercício, de um hospital terciário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(1), 17-25.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Azevedo, Luciene Ferreira and Brum, Patrícia Chakur and Rosemblatt, Dudley and Perlingeiro, Patrícia de Sá and Barretto, Antônio Carlos Pereira and Negrão, Carlos Eduardo and Matos, Luciana Diniz Nagem Janot de. Características cardíacas e metabólicas de corredores de longa distância do ambulatório de cardiologia do esporte e exercício, de um hospital terciário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 17-25. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caracteristicas-cardiacas-e-metabolicas-de-corredores-de-longa-distancia-do-ambulatorio-de-cardiologia-do-esporte-e-exercicio-de-um-hospital-terciario/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Nogueira FS, Pompeu FAMS. Modelos para predição da carga máxima no teste clínico de esforço cardiopulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(2):137-45.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Nogueira, Fernando dos Santos; Pompeu, Fernando Augusto Monteiro Sabóia. Modelos para predição da carga máxima no teste clínico de esforço cardiopulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 2, p. 137-145, set. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Nogueira, F. S., & Pompeu, F. A. M. S. (2006). Modelos para predição da carga máxima no teste clínico de esforço cardiopulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(2), 137-145.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Nogueira, Fernando dos Santos and Pompeu, Fernando Augusto Monteiro Sabóia. Modelos para predição da carga máxima no teste clínico de esforço cardiopulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 137-145. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/modelos-para-predicao-da-carga-maxima-no-teste-clinico-de-esforco-cardiopulmonar/>. ISSN 0066-782X

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