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  2. Palavra-chave: Força Muscular
Figura 1
ABC
Original Article

Aptidão Física Pré-Participação não Influencia a Aderência a um Programa de Exercício Supervisionado

Fábio Akio Nishijuka et al. Christina Grüne de Souza e Silva Carlos Vieira Duarte Claudio Gil Soares de Araújo

Resumo

Fundamento:

Reabilitação cardíaca com ênfase em exercício tende a reduzir a mortalidade. Contudo, é necessário que haja aderência de médio/longo prazo ao exercício físico regular. Identificar variáveis influenciadoras da aderência a programas de exercício supervisionado (PES) é relevante.

Objetivo:

Avaliar a influência dos componentes da aptidão física aeróbica e não-aeróbica pré-participação na aderência de médio prazo a PES.

Métodos:

Foram estudados 567 participantes (65 ± 12 anos) (68% homens) de um PES. Os participantes aderentes por menos de 6 meses (48%) (não-aderentes – NAD) foram comparados aos 52% dos participantes aderentes por 6 meses ou mais (aderentes – AD). Na aptidão não-aeróbica avaliou-se flexibilidade (FLX) (Flexiteste) e potência muscular (PTO)/peso corporal na remada em pé (watts/kg). Na aeróbica foi medido o consumo máximo de oxigênio (VO2 máx)/peso corporal. Essas medidas foram normalizadas para sexo e idade usando percentis (P) (P-FLX/P-PTO) de dados de referência ou percentuais do previsto (P-VO2). Adicionalmente, foram comparados AD e NAD com resultados extremos (tercis) simultaneamente para as três variáveis.

Resultados:

Não houve diferença entre AD e NAD para os resultados não-aeróbicos, em mediana [P25-P75], de P-FLX: 30[13-56] e 31[9-52], respectivamente (p = 0,69), e P-PTO: 34[17-58] e 36[16-62] (p = 0,96), respectivamente, e para resultados aeróbicos (média ± erro padrão) P-VO2 (75,9 ± 1,3% e 75,0 ± 1,3%), respectivamente (p = 0,83). Nos extremos, houve diferença apenas para P-PTO no tercil inferior com discreta vantagem dos AD sobre NAD – 9[5-16] versus 4[1-11] (p = 0,04).

Conclusão:

Embora seja útil conhecer os níveis pré-participação dos componentes de aptidão física aeróbica e não-aeróbica para a prescrição individualizada de exercício, essas variáveis não parecem influenciar a aderência de médio prazo a PES.

  • Consumo de Oxigênio
  • Força Muscular
  • Medicina Esportiva
  • Medicina Física e Reabilitação
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17/08/2017 DOI: 10.5935/abc.20170132 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Original Article

Treinamento de Força em Ratos Espontaneamente Hipertensos com Hipertensão Arterial Grave

Rodrigo Vanerson Passos Neves et al. Michel Kendy Souza Clévia Santos Passos Reury Frank Pereira Bacurau … Herbert Gustavo Simoes Jonato Prestes Mirian Aparecida Boim Niels Olsen Saraiva Câmara Maria do Carmo Pinho Franco Milton Rocha Moraes

Resumo

Fundamentos:

O treinamento de força (TF) tem sido recomendado como tratamento não farmacológico para hipertensão arterial moderada. Apesar do papel importante que a intensidade do exercício desempenha sobre a prescrição do treinamento, ainda não há nenhum dado avaliando os efeitos da intensidade do TF sobre a hipertensão arterial grave (HAG).

Objetivo:

Este estudo analisou os efeitos de dois protocolos do TF(subida em escada vertical), realizados com diferentes sobrecargas do peso máximo carregado (PMC), sobre a pressão arterial (PA) e a força muscular de ratos espontaneamente hipertensos (SHR) com HAG.

Métodos:

Quinze SHR machos (206 ± 10 mmHg de PA sistólica (PAS)) e cinco ratos Wistar Kyoto (WKY; 119 ± 10 mmHg de PAS) foram divididos em 4grupos:sedentários: (SED-WKY) e SHR (SED-SHR); treinados: TF1-SHR conforme o peso corporal (~40% do PMC); e TF2-SHR conforme o teste de PMC (~70% do PMC). Foram coletadas medidas de PAS e a frequência cardíaca (FC) semanalmente usando o método de pressão arterial caudal. A progressão da força muscular foi determinada a cada 15 dias. O TF consistiu de 3 sessões semanais em dias não consecutivos durante 12 semanas.

Resultados:

Os dois protocolos de TF preveniram o aumento da PAS(respectivamente, delta – 5 e -7 mmHg; p > 0, 05), enquanto que a PAS do grupo SED-SHR aumentou em 19 mmHg (p < 0, 05). Houve queda na FC apenas para o grupo TF1 (p < 0, 05). Foi observado um aumento mas significativo de força no grupo do protocolo TF2 (140%; p 0, 05).

Conclusões:

Nossos dados indicam que ambos os protocolos de TF foram efetivos na prevenção da elevação crônica da PAS na HAG. Além disso, sobrecargas maiores de TF induziram a um maior aumento de força muscular.

  • Força Muscular
  • Modelo Animal
  • Pressão Arterial
  • treinamento resistido
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02/02/2016 DOI: 10.5935/abc.20160019
Remodelamento miocárdico após grandes infartos converte potenciação pós-pausa em decaimento da força em ratos
ABC
Artigo Original

Remodelamento miocárdico após grandes infartos converte potenciação pós-pausa em decaimento da força em ratos

Danilo Sales Bocalini et al. Leonardo dos Santos Ednei Luiz Antonio Alexandra Alberta dos Santos … Ana Paula Davel Luciana V. Rossoni Dalto Valentim Vassalo Paulo José Ferreira Tucci

FUNDAMENTO: A Contração Pós-Repouso (CPR) do músculo cardíaco fornece informações indiretas sobre a manipulação de cálcio intracelular. OBJETIVO: Nosso objetivo foi estudar o comportamento da CPR e seus mecanismos subjacentes em camundongos com infarto do miocárdio. MÉTODOS: Seis semanas após a oclusão coronariana, a contratilidade dos Músculos Papilares (MP) obtidos a partir de camundongos submetidos à cirurgia sham (C, n = 17), com infarto moderado (MMI, n = 10) e grande infarto (LMI, n = 14), foi avaliada após intervalos de repouso de 10 a 60 segundos antes e depois da incubação com cloreto de lítio (Li+) em substituição ao cloreto de sódio ou rianodina (Ry). A expressão proteica de SR Ca(2+)-ATPase (SERCA2), trocador Na+/Ca2+ (NCX), fosfolambam (PLB) e fosfo-Ser (16)-PLB foi analisada por Western blotting. RESULTADOS: Os camundongos MMI apresentaram potenciação de CPR reduzida em comparação aos camundongos C. Em oposição à potenciação normal para camundongos C, foram observadas degradações de força pós-repouso nos músculos de camundongos LMI. Além disso, a Ry bloqueou a degradação ou potenciação de PRC observada em camundongos LMI e C; o Li+ inibiu o NCX e converteu a degradação em potenciação de CPR em camundongos LMI. Embora os camundongos MMI e LMI tenham apresentado diminuição no SERCA2 (72 ± 7% e 47 ± 9% de camundongos controle, respectivamente) e expressão protéica de fosfo-Ser16-PLB (75 ± 5% e 46 ± 11%, respectivamente), a superexpressão do NCX (175 ± 20%) só foi observada nos músculos de camundongos LMI. CONCLUSÃO: Nossos resultados mostraram, pela primeira vez, que a remodelação miocárdica pós-IAM em camundongos pode mudar a potenciação regular para degradação pós-repouso, afetando as proteínas de manipulação de Ca(2+) em miócitos.

  • Camundongos
  • Força Muscular
  • Infarto Do Miocárdio
  • relaxamento muscular
  • Remodelação cardíaca ventricular
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16/02/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000016 Visualizações 1
Respostas cardiovasculares durante avaliação muscular isocinética em claudicantes
ABC
Artigo Original

Respostas cardiovasculares durante avaliação muscular isocinética em claudicantes

Lucas Caseri Câmara et al. Raphael Mendes Ritti-Dias Claudia Lúcia de Moraes Forjaz Júlia Maria Greve … José Maria Santarém Wilson Jacob-Filho Pedro Puech-Leão Nelson Wolosker

FUNDAMENTO: A dinamometria isocinética tem tido crescente importância para avaliação da função muscular em indivíduos com claudicação intermitente. No entanto, ainda há escassez de informações sobre as respostas cardiovasculares desses doentes durante este tipo de avaliação. OBJETIVO: Avaliar e comparar as respostas cardiovasculares na avaliação da força e resistência muscular de dois exercícios comumente utilizados para de pacientes com CI (flexão plantar/dorsiflexão e flexão/extensão de joelhos). MÉTODOS: Dezessete claudicantes com doença estável há pelo menos 6 meses compuseram a amostra avaliada no dinamômetro isocinético. Frequência cardíaca, pressão arterial e duplo produto foram mensurados não invasivamente em repouso e no pico do esforço, em protocolos específicos para avaliação de força e resistência muscular. RESULTADOS: Com exceção da pressão arterial diastólica, a frequência cardíaca, pressão arterial sistólica e o duplo produto aumentaram durante o exercício em comparação ao repouso (p < 0,05). A frequência cardíaca e o duplo produto sofreram maior elevação durante o exercício de extensão/flexão de joelho, em comparação ao exercício de flexão plantar/dorsiflexão (P < 0,05). Maiores incrementos na frequência cardíaca foram observados durante o protocolo de avaliação da resistência em comparação ao da avaliação da força muscular. CONCLUSÃO: Os testes isocinéticos de avaliação da força e resistência musculares em pacientes com CI promovem aumento da frequência cardíaca, da pressão arterial sistólica e do duplo produto durante sua execução. Estes aumentos são maiores nos testes de resistência muscular e nos que envolvem maior massa muscular, sugerindo que testes de força de pequenos grupamentos musculares promovem menor sobrecarga cardiovascular nesses pacientes.

  • Claudicação Intermitente
  • dinamômetro de força muscular
  • Força Muscular
  • Teste de Esforço
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12/11/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000147 Visualizações 1
Série fracionada da extensão de joelho proporciona maiores respostas cardiovasculares que séries contínuas
ABC
Artigo Original

Série fracionada da extensão de joelho proporciona maiores respostas cardiovasculares que séries contínuas

Marcos Doederlein Polito et al. Roberto Simão Vitor Agnew Lira Antônio Cláudio Lucas da Nóbrega Paulo de Tarso Veras Farinatti

FUNDAMENTO: O exercício de força pode proporcionar significativas respostas cardiovasculares durante sua execução, sendo interessante traçar estratégias para reduzí-las sem comprometer a produção de força. OBJETIVO: Comparar as respostas cardiovasculares agudas de pressão arterial sistólica (PAS), diastólica (PAD), freqüência cardíaca (FC) e duplo-produto (DP) durante a extensão unilateral de joelho (quatro séries de oito repetições máximas) realizada de forma contínua ou fracionada. Ambos os protocolos envolveram 2 minutos (min) de intervalo entre as séries, e no protocolo fracionado foi adicionada uma pausa de 2 segundos (s) entre a 4ª e a 5ª repetições. MÉTODOS: Oito homens saudáveis e treinados em força muscular (26± 6 anos) participaram da coleta de dados, aleatoriamente divididos em dois dias não-consecutivos. As respostas cardiovasculares foram medidas por fotopletismografia (Finapres) em repouso, ao término de cada série e 2 min após a execução de cada protocolo. RESULTADOS: A série fracionada acusou valores significativamente mais elevados que o protocolo de série contínua para: PAS (mmHg) na 2ª (173,1± 5,4 vs 152,0± 4,0; p=0,001), 3ª (188,9± 8,6 vs 162,4± 6,0; p=0,000) e 4ª série (193,1± 8,1 vs 161,6± 5,9; p=0,000); PAD (mmHg) na 3ª (103,8± 4,1 vs 86,1± 3,3; p=0,000) e 4ª série (104,1± 2,7 vs 83,4± 3,3; p=0,000); DP (mmHg.bpm) na 2ª (17.907,5± 1.350,7 vs 14.541,9± 1.848,0; p=0,03), 3ª (19.687,3± 1.444,3 vs 15.612,1± 1.180,3; p=0,008) e 4ª série (21.271,0± 1.794,2 vs 15.992,0± 1.093,4; p=0,001). CONCLUSÃO: O protocolo fracionado proporcionou maior elevação das respostas pressóricas que o protocolo contínuo. No entanto, pelas características do delineamento adotado, são necessários outros estudos para confrontar esses achados.

  • Força Muscular
  • fotopletismografia
  • Frequência Cardíaca
  • Pressão Arterial
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25/06/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000600001 Visualizações 1
Avaliação da força muscular respiratória e da função pulmonar em pacientes com insuficiência cardíaca
ABC
Artigo Original

Avaliação da força muscular respiratória e da função pulmonar em pacientes com insuficiência cardíaca

Luiz Alberto Forgiarini Junior et al. Angélica Rubleski Garcia Douglas Juliana Tieppo … Rafael Vercelino Adriane Dal Bosco Mariane Borba Monteiro Alexandre Simões Dias

FUNDAMENTO: O termo insuficiência cardíaca (IC) refere-se à falha do coração em bombear sangue para suprir as necessidades do organismo. A função pulmonar e os músculos respiratórios podem estar afetados e os sintomas típicos apresentados pelos pacientes são desconforto aos mínimos esforços. OBJETIVO: Verificar a função pulmonar e a força dos músculos respiratórios em pacientes com IC em classes funcionais II e III, segundo a New York Heart Association (NYHA). MÉTODOS: O estudo foi descritivo e observacional, sendo incluídos 12 indivíduos com IC em classes II e III que estavam em acompanhamento ambulatorial. A função pulmonar (volume expiratório forçado no primeiro segundo – VEF1 – e capacidade vital forçada – CVF) foi avaliada por meio da microespirometria e a força muscular respiratória (pressão expiratória máxima – PEmáx – e pressão inspiratória máxima – PImáx), por meio de manovacuometria (marca Globalmed®). RESULTADOS: Houve diferença entre as classes II e III em relação à função pulmonar (VEF1: II = 91,17 ± 19,87 e III = 68,17 ± 21,78; CVF: II = 68,17 ± 21,78 e III = 73,67 ± 22,94) e à força muscular respiratória (PImáx: II = 71,67 ± 40,70 e III = 53,33 ± 29,27; PEmáx: II = 98,83 ± 34,56 e III = 58,33 ± 15,06). A classe II apresentou valores maiores que a III, em todos os parâmetros avaliados, com diferença estatisticamente significativa na PEmáx. CONCLUSÃO: A função pulmonar e a força muscular respiratória estão prejudicadas na IC, onde os indivíduos da classe III apresentam valores menores que a II, principalmente na PEmáx.

  • Baixo Débito cardíaco
  • Força Muscular
  • função pulmonar
  • Insuficiência Cardíaca
  • Insuficiência Respiratória
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28/08/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001300007 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Nishijuka FA, Silva CGS, Duarte CV, Araújo CGS. Aptidão Física Pré-Participação não Influencia a Aderência a um Programa de Exercício Supervisionado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(4):340-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Nishijuka, Fábio Akio; Silva, Christina Grüne de Souza e; Duarte, Carlos Vieira; Araújo, Claudio Gil Soares de. Aptidão Física Pré-Participação não Influencia a Aderência a um Programa de Exercício Supervisionado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 4, p. 340-347, ago. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Nishijuka, F. A., Silva, C. G. S. , Duarte, C. V., & Araújo, C. G. S. (2017). Aptidão Física Pré-Participação não Influencia a Aderência a um Programa de Exercício Supervisionado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(4), 340-347.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Nishijuka, Fábio Akio and Silva, Christina Grüne de Souza e and Duarte, Carlos Vieira and Araújo, Claudio Gil Soares de. Aptidão Física Pré-Participação não Influencia a Aderência a um Programa de Exercício Supervisionado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 340-347. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/aptidao-fisica-pre-participacao-nao-influencia-a-aderencia-a-um-programa-de-exercicio-supervisionado/>. ISSN 0066-782X

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Neves RVP, Souza MK, Passos CS, Bacurau RFP, Simoes HG, Prestes J, Boim MA, et al. Treinamento de Força em Ratos Espontaneamente Hipertensos com Hipertensão Arterial Grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;106(3):201-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Neves, Rodrigo Vanerson Passos; Souza, Michel Kendy; Passos, Clévia Santos; Bacurau, Reury Frank Pereira; Simoes, Herbert Gustavo; Prestes, Jonato; Boim, Mirian Aparecida; Câmara, Niels Olsen Saraiva; Franco, Maria do Carmo Pinho; Moraes, Milton Rocha. Treinamento de Força em Ratos Espontaneamente Hipertensos com Hipertensão Arterial Grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 3, p. 201-209, fev. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Neves, R. V. P., Souza, M. K., Passos, C. S., Bacurau, R. F. P., Simoes, H. G., Prestes, J., Boim, M. A., Câmara, N. O. S., Franco, M. C. P., & Moraes, M. R. (2016). Treinamento de Força em Ratos Espontaneamente Hipertensos com Hipertensão Arterial Grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(3), 201-209.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Neves, Rodrigo Vanerson Passos and Souza, Michel Kendy and Passos, Clévia Santos and Bacurau, Reury Frank Pereira and Simoes, Herbert Gustavo and Prestes, Jonato and Boim, Mirian Aparecida and Câmara, Niels Olsen Saraiva and Franco, Maria do Carmo Pinho and Moraes, Milton Rocha. Treinamento de Força em Ratos Espontaneamente Hipertensos com Hipertensão Arterial Grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 201-209. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/treinamento-de-forca-em-ratos-espontaneamente-hipertensos-com-hipertensao-arterial-grave/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Bocalini DS, Santos L, Antonio EL, Santos AA, Davel AP, Rossoni LV, Vassalo DV, et al. Remodelamento miocárdico após grandes infartos converte potenciação pós-pausa em decaimento da força em ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;98(3):243-51.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Bocalini, Danilo Sales; Santos, Leonardo dos; Antonio, Ednei Luiz; Santos, Alexandra Alberta dos; Davel, Ana Paula; Rossoni, Luciana V.; Vassalo, Dalto Valentim; Tucci, Paulo José Ferreira. Remodelamento miocárdico após grandes infartos converte potenciação pós-pausa em decaimento da força em ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 98, n. 3, p. 243-251, fev. 2012.

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Bocalini, D. S., Santos, L. , Antonio, E. L., Santos, A. A. , Davel, A. P., Rossoni, L. V., Vassalo, D. V., & Tucci, P. J. F. (2012). Remodelamento miocárdico após grandes infartos converte potenciação pós-pausa em decaimento da força em ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 98(3), 243-251.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Bocalini, Danilo Sales and Santos, Leonardo dos and Antonio, Ednei Luiz and Santos, Alexandra Alberta dos and Davel, Ana Paula and Rossoni, Luciana V. and Vassalo, Dalto Valentim and Tucci, Paulo José Ferreira. Remodelamento miocárdico após grandes infartos converte potenciação pós-pausa em decaimento da força em ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 98, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 243-251. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/remodelamento-miocardico-apos-grandes-infartos-converte-potenciacao-pos-pausa-em-decaimento-da-forca-em-ratos/>. ISSN 0066-782X

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Câmara LC, Ritti-Dias RM, Forjaz CLM, Greve JM, Santarém JM, Jacob-Filho W, Puech-Leão P, et al. Respostas cardiovasculares durante avaliação muscular isocinética em claudicantes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(5):571-6.

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Câmara, Lucas Caseri; Ritti-Dias, Raphael Mendes; Forjaz, Claudia Lúcia de Moraes; Greve, Júlia Maria; Santarém, José Maria; Jacob-Filho, Wilson; Puech-Leão, Pedro; Wolosker, Nelson. Respostas cardiovasculares durante avaliação muscular isocinética em claudicantes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 5, p. 571-576, nov. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Câmara, L. C., Ritti-Dias, R. M., Forjaz, C. L. M., Greve, J. M., Santarém, J. M., Jacob-Filho, W., Puech-Leão, P., & Wolosker, N. (2010). Respostas cardiovasculares durante avaliação muscular isocinética em claudicantes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(5), 571-576.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Câmara, Lucas Caseri and Ritti-Dias, Raphael Mendes and Forjaz, Claudia Lúcia de Moraes and Greve, Júlia Maria and Santarém, José Maria and Jacob-Filho, Wilson and Puech-Leão, Pedro and Wolosker, Nelson. Respostas cardiovasculares durante avaliação muscular isocinética em claudicantes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 571-576. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/respostas-cardiovasculares-durante-avaliacao-muscular-isocinetica-em-claudicantes/>. ISSN 0066-782X

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Polito MD, Simão R, Lira VA, Nóbrega ACL, Farinatti PTV. Série fracionada da extensão de joelho proporciona maiores respostas cardiovasculares que séries contínuas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(6):382-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Polito, Marcos Doederlein; Simão, Roberto; Lira, Vitor Agnew; Nóbrega, Antônio Cláudio Lucas da; Farinatti, Paulo de Tarso Veras. Série fracionada da extensão de joelho proporciona maiores respostas cardiovasculares que séries contínuas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 6, p. 382-387, jun. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Polito, M. D., Simão, R., Lira, V. A., Nóbrega, A. C. L. , & Farinatti, P. T. V. (2008). Série fracionada da extensão de joelho proporciona maiores respostas cardiovasculares que séries contínuas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(6), 382-387.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Polito, Marcos Doederlein and Simão, Roberto and Lira, Vitor Agnew and Nóbrega, Antônio Cláudio Lucas da and Farinatti, Paulo de Tarso Veras. Série fracionada da extensão de joelho proporciona maiores respostas cardiovasculares que séries contínuas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 382-387. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/serie-fracionada-da-extensao-de-joelho-proporciona-maiores-respostas-cardiovasculares-que-series-continuas/>. ISSN 0066-782X

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Forgiarini Junior LA, Rubleski A, Douglas G, Tieppo J, Vercelino R, Bosco AD, Monteiro MB, et al. Avaliação da força muscular respiratória e da função pulmonar em pacientes com insuficiência cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;89(1):36-41.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Forgiarini Junior, Luiz Alberto; Rubleski, Angélica; Douglas, Garcia; Tieppo, Juliana; Vercelino, Rafael; Bosco, Adriane Dal; Monteiro, Mariane Borba; Dias, Alexandre Simões. Avaliação da força muscular respiratória e da função pulmonar em pacientes com insuficiência cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 1, p. 36-41, ago. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Forgiarini Junior, L. A., Rubleski, A., Douglas, G., Tieppo, J., Vercelino, R., Bosco, A. D., Monteiro, M. B., & Dias, A. S. (2007). Avaliação da força muscular respiratória e da função pulmonar em pacientes com insuficiência cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(1), 36-41.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Forgiarini Junior, Luiz Alberto and Rubleski, Angélica and Douglas, Garcia and Tieppo, Juliana and Vercelino, Rafael and Bosco, Adriane Dal and Monteiro, Mariane Borba and Dias, Alexandre Simões. Avaliação da força muscular respiratória e da função pulmonar em pacientes com insuficiência cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 89, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 36-41. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-da-forca-muscular-respiratoria-e-da-funcao-pulmonar-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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