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  2. Palavra-chave: Coronavírus-19
Figura 1
ABC
Carta Científica

Miocardite Aguda após a Vacina de mRNA contra a COVID-19

Daniel A. Gomes et al. Rita R. Santos Pedro Freitas Mariana S. Paiva … Jorge Ferreira Marisa Trabulo

Introdução

A vacinação é um dos maiores desenvolvimentos da medicina moderna e constitui um grande avanço na prevenção de doenças infecciosas. Normalmente as vacinas são eficazes e têm um excelente perfil de segurança geral.De fato, relatos de efeitos adversos graves após a vacinação são extremamente raros e idiossincráticos.

Como o mecanismo de ação da vacina é baseado na resposta imune do hospedeiro, uma estreita relação com a autoimunidade não pode ser desconsiderada. Casos de reatogenicidade imunológica, como síndrome de Guillain-Barré e miocardite aguda após vacinação, foram relatados anteriormente.,

[…]

  • Coronavírus-19
  • COVID-19
  • Diagnóstico por Imagem
  • Imunogenicidade da Vacina
  • Mimetismo Molecular
  • Miocardite
  • Vacina/efeitos Adversos
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29/04/2022 DOI: 10.36660/abc.20210469 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Carta Científica

Impacto da COVID-19 na Vida do Cardiologista e Cirurgião Cardiovascular Brasileiros

Andre Luiz Cerqueira Almeida et al. Marcelo Melo Rodrigo Elton Ferreira Rodrigues Luis Fábio Botelho … Paulo André Abreu Almeida Silvio Henrique Barberato

Introdução

A pandemia da COVID-19 (sigla do inglês Coronavirus Disease – 2019) impactou significativamente os serviços de cardiologia. O número de consultas, exames e intervenções cardiológicas diminuiu em várias partes do mundo nos últimos meses.1,2 Contudo, apesar da pressão crescente e da carga sobre o sistema de saúde, a oferta de serviços em cardiologia não foi interrompida, já que doença cardiovascular preexistente coloca os pacientes sob maior risco de infecção, complicações e a manifestações cardíacas primárias da COVID-19.

Além disso, os efeitos da COVID-19 têm afetado a sociedade em geral e os profissionais de saúde em particular, a saber: impacto na saúde física e mental, perturbações financeiras e alterações na qualidade de vida.– Sendo assim, a pandemia causou verdadeira ruptura em diversos aspectos da prática profissional e da vida de médicos e demais profissionais de saúde.,,

[…]

  • Cardiologistas
  • Cirurgiões
  • Comportamento Sedentário
  • Coronavírus-19
  • COVID-19
  • Doenças Cardiovasculares
  • Epidemiologia
  • Fatores de risco
  • Infecção/complicações
  • Pandemia
  • Profissionais de saúde
  • Sistemas de Saúde
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22/11/2021 DOI: 10.36660/abc.20201231 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Comunicação Breve

Prevalência de Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus em Indivíduos com COVID-19: Um Estudo Retrospectivo de Óbitos em Pernambuco, Brasil

Lucas Gomes Santos et al. Jussara Almeida de Oliveira Baggio Thiago Cavalcanti Leal Francisco A. Costa … Tânia Rita Moreno de Oliveira Fernandes Regicley Vieira da Silva Anderson Armstrong Rodrigo Feliciano Carmo Carlos Dornels Freire de Souza

Resumo

Hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes mellitus (DM) são dois dos principais fatores de risco para a mortalidade por COVID-19.

Descrever a prevalência e o perfil clínico-epidemiológico de óbito por COVID-19 ocorridos em Pernambuco, Brasil, entre 12 de março e 14 de maio de 2020 entre pacientes que possuíam hipertensão arterial sistêmica e/ou diabetes mellitus como doenças prévias.

Estudo observacional transversal. Foram analisadas as seguintes variáveis: município de procedência, sexo, faixa etária, tempo entre o início dos sinais/sintomas e o óbito, sinais/sintomas, tipo de comorbidades e hábitos de vida. Variáveis categóricas foram descritas por meio de frequências e variáveis contínuas por meio de medidas de tendência central e de dispersão. Os testes de Mann-Whitney e Kruskal-Wallis foram utilizados.

Dos 1.276 registros incluídos no estudo, 410 apresentavam HAS e/ou DM. A prevalência de HAS foi 26,5% (n=338) e de DM foi 19,7% (n=252). Dos registros, 158 (12,4%) eram de pacientes que possuíam somente HAS, 72 (5,6%) somente DM e 180 (14,1%) apresentavam HAS e DM. Dos indivíduos com HAS, 53,3% apresentavam DM e 71,4% dos diabéticos apresentam HAS. A mediana (em dias) do tempo entre o início dos sinais/sintomas e o desfecho óbito foi 8,0 (IIQ 9,0), sem diferença significativa entre os grupos de comorbidades (p=0,633), sexo (p=0,364) e faixa etária (p=0,111). Observou-se maior prevalência de DM e HAS na população masculina (DM — 61,3% eram homens e 38,9% mulheres; HAS — 53,2% eram homens e 46,8% mulheres). Os sinais/sintomas mais frequentes foram dispneia (74,1%; n=304), tosse (72,2%; n=296), febre (68,5%; n=281) e saturação de O2<95% (66,1%; n=271). Dos hipertensos, 73,3% (n=100) apresentavam outras comorbidades/fatores de risco associados, e 54,2% (n=39) dos diabéticos apresentavam outras comorbidades/fatores de risco associados. Destacaramse as cardiopatias (19,5%; n=80), obesidade (8,3%; n=34), doença respiratória prévia (7,3%; n=30) e nefropatia (7,8%; n=32). A prevalência de tabagismo foi 8,8% (n=36) e de etilismo alcançou 3,4% (n=14).

O estudo mostrou que a prevalência de HAS foi superior à prevalência de DM nos indivíduos que foram a óbito por COVID-19. Em idosos, a prevalência foi superior à observada em indivíduos não idosos.

  • Coronavírus-19
  • Diabetes Mellitus/complicações
  • Fatores de Risco/prevenção e controle
  • Hipertensão/complicações
  • Idoso
  • Pandemia
  • Prevalência
  • SARS-CoV-19
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06/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20200885 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Carta Científica

Sars-Cov-2 e Injúria Miocárdica com Supradesnivelamento de ST sem Doença Coronariana: Relato de Caso e Breve Revisão da Literatura

Carolina Ragonetti et al. Enzo Oku Martinazzo Felipe Montesano Fazionato Guilherme Osório Guimarães Ferreira … Milena Piccolo Santana Camila Hartmann

Introdução

Durante a pandemia de SARS-CoV-2, há relatos de infecção cursando com injúria miocárdica aguda (IMA), que causa piores resultados clínicos. A manifestação pode ser com elevação de troponina, alterações de imagem e eletrocardiográficas. Nesse sentido, a IMA com supradesnivelamento de ST (SST) tem sido observada em alguns pacientes. Contudo, apesar de alteração isquêmica ao eletrocardiograma (ECG), os exames podem não evidenciar obstrução, não sendo oclusão coronariana a causa da injúria.

[…]

  • Angiografia Coronária/métodos
  • Cardiomiopatia de Takotsubo
  • Coronavírus-19
  • Eletrocardiografia / métodos
  • Miocardite/complicações
  • Pandemia
  • SARS-CoV-2
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06/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20201268 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Relato de Caso

O Efeito da Máscara Cirúrgica de Proteção Respiratória nos Marcadores Fisiológicos de Desempenho Aeróbio em um Corredor Recreacional

Danilo Marcelo Leite do Prado et al. Valmir Oliveira Silvino Ewerton Gomes Vieira Bruno Viana Rosa … Acácio Salvador Veras e Silva Marcos Antonio Pereira dos Santos

Introdução

O advento da pandemia do Coronavírus 19 (COVID-19), que se espalhou rapidamente pelo mundo, aumentando a atenção em relação ao uso de máscara de proteção facial (MPF) não somente por profissionais da saúde, mas também pela população em geral. Neste contexto, o uso de MPF durante exercícios físicos em ambiente externo pode reduzir os riscos de infecção de COVID-19. Por outro lado, o uso da MPF pode aumentar a percepção subjetiva de dificuldade respiratória a partir da formação de microclimas dentro da máscara (ou seja, temperatura e umidade) e pela restrição do fluxo expiratório.

Nos últimos anos, o número de corredores amadores aumentou significativamente entre várias populações no mundo todo, já que a corrida pode ser realizada com equipamentos mínimos e por uma ampla variedade de pessoas. É interessante notar que, durante o exercício aeróbio, a capacidade de adaptação do sistema cardiorrespiratório é de extrema importância, já que ele aumenta o transporte de oxigênio convectivo e difusivo, permitindo, assim, que o corpo atenda à demanda por oxigênio, entrega de substrato, e retirada do dióxido de carbono. Além disso, os chamados marcadores fisiológicos de desempenho aeróbio, tais como o limiar anaeróbio ventilatório, ponto de compensação respiratória, economia de corrida, e consumo máximo de oxigênio, também parecem ser importantes na definição da intensidade absoluta do exercício (ou seja, ritmo, potência).

[…]

  • Atividade Física
  • Consumo de Oxigênio
  • Coronavírus-19
  • Desempenho Aeróbio
  • Dispositivo de Proteção Respiratória
  • Educação da População
  • Exercício
  • Infecção por Coronavírus
  • Máscara
  • Pandemia
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19/07/2021 DOI: 10.36660/abc.20200792 Visualizações 1
Figura 1
ABCHF
Editorial

Sobrecarga Cardiovascular da COVID-19 e a Era Pós-COVID

Samuel D. Moscavitch et al. Jefferson L. Vieira Peter Libby

Por que a COVID-19 tornou-se uma questão para especialistas cardiovasculares? Lesão miocárdica e miocardite relacionadas a SARS-CoV-2

Aproximadamente 20-30% dos pacientes hospitalizados com COVID-19 têm evidências de lesão cardíaca, conforme indicado pelos níveis elevados de troponinas de alta sensibilidade. A presença e a magnitude da elevação da troponina está associada a doença mais grave e pior prognóstico, mesmo após ajuste para fatores de risco relevantes. Lesão miocárdica prenuncia desfecho fatal da COVID-19, enquanto o prognóstico de pacientes sem lesão miocárdica, mesmo com doença cardiovascular subjacente, é mais favorável.

A fisiopatologia da lesão miocárdica induzida pelo SARS-CoV-2 permanece um tema de pesquisa ativa. A COVID-19 pode afetar desfavoravelmente o equilíbrio entre a oferta e a demanda de oxigênio pelo miocárdio, assim como outras infecções virais ou bacterianas avassaladoras (). Febre, estresse metabólico, ativação simpática e taquicardia aumentam o gasto energético e consumo de oxigênio do miocárdio., Esse desequilíbrio pode provocar infarto do miocárdio tipo 2. A hipóxia decorrente do comprometimento respiratório pode favorecer a produção de espécies reativas de oxigênio, estresse oxidativo, acidose, dano mitocondrial e morte celular.,, Outros mecanismos de lesão miocárdica durante a COVID-19 incluem isquemia decorrente de trombos microvasculares e níveis tóxicos de citocinas. O dano cardíaco devido à infecção direta dos miócitos cardíacos por SARS-CoV-2 parece ser incomum.– De fato, os pericitos, células semelhantes células musculares lisas que circundam microvasos, expressam altos níveis do receptor para o SARS-CoV-2, a enzima conversora de angiotensina 2 (ECA2), enquanto os próprios miócitos cardíacos têm poucos receptores, ou talvez nenhum, utilizados pelo vírus como porta de entrada.

[…]

  • Betacoronavírus/complicações
  • Coronavírus-19
  • COVID-19
  • Doenças Cardíacas/complicações
  • Pandemia
  • SARS-19
  • Síndrome Respiratória Aguda Grave
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06/07/2021 DOI: 10.36660/abchf.20210001 Visualizações 2
IJCS
Viewpoint

Marginalization, Vulnerability and Economic Dynamics in COVID-19

Andres Felipe Valencia Rendon et al. Isabela Mendes Volschan Manoella de Novais Pereira Alessandra de Freitas Pimentel … Wagner Lima Monteiro Gláucia Maria Moraes de Oliveira

Abstract

COVID-19, caused by the coronavirus family SARS-CoV-2 and declared a pandemic in March 2020, continues to spread. Its enormous and unprecedented impact on our society has evidenced the huge social inequity of our modern society, in which the most vulnerable individuals have been pushed into even worse socioeconomic situations, struggling to survive.

As the pandemic continues, we witness the huge suffering of the most marginalized populations around the globe, even in developed, high-income latitudes, such as North America and Europe. That is even worse in low-income regions, such as Brazil, where the public healthcare infrastructure had already been struggling before the pandemic.

Cities with even more evident social inequity have been impacted the most, leaving the most socioeconomically disadvantaged ones, such as slum residents and black people, continuously inflating the statistics of COVID-19 sufferers.

Poverty, marginalization, and inequity have been well-known risk factors for morbidity and mortality from other diseases. However, COVID-19 has deepened our society’s wound. It is up to us to heal it up. If we really care for the others and want to survive as a species, we must fight social inequity.

  • Brazil
  • Coronavírus-19
  • COVID-19
  • Disaster Vulnerability
  • Ethnicity and Health
  • Population Dynamics
  • Poverty
  • Social Marginalization
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03/05/2021 DOI: 10.36660/ijcs.20210029 Visualizações 1
ABC
Carta Científica

Afecções Pericárdicas em Pacientes com COVID-19: Uma Possível Causa de Deterioração Hemodinâmica

Fábio Fernandes et al. Felix José Alvarez Ramires Fábio Danziato Fernandes Marcus Vinicius Simões … Evandro Tinoco Mesquita Charles Mady

Introdução

O curso clínico da infecção por SARS-CoV-2 é caracterizado por sintomas do trato respiratório, febre, tosse, dor de garganta, fadiga e complicações relacionadas à síndrome do desconforto respiratório agudo. No entanto, alguns pacientes que inicialmente apresentam sintomas leves poderão subsequentemente apresentar deterioração clínica, a qual ocorre aproximadamente uma semana após o início dos sintomas.

A progressão aguda da COVID-19 pode ser dividida em três fases distintas: infecção precoce, fase pulmonar e hiperinflamação. No entanto, pode haver sobreposição significativa entre as diferentes fases em qualquer paciente.

[…]

  • Betacoronavírus/complicações
  • Complicações Cardiovasculares
  • Coronavírus-19
  • COVID-19
  • Hipóxia
  • Inflamação Sistêmica
  • Pandemia
  • SARS-CoV-2
  • Trombose
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20200474 Visualizações 1
ABC
Editorial

Vida Fisicamente Ativa como Medida de Enfrentamento ao COVID-19

Maycon Junior Ferreira et al. Maria Cláudia Irigoyen Fernanda Consolim-Colombo José Francisco Kerr Saraiva Kátia De Angelis

A rápida e incontrolável disseminação do novo coronavírus (SARS-CoV-2) pelo mundo aliada à sua gravidade fez com que, no dia 11 de março de 2020, o Diretor-Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) caracterizasse a situação como pandemia. Atualmente, nota-se um esforço cada vez mais intenso por parte das organizações de saúde e do poder público no sentido de conter o avanço e disseminação do SARS-CoV-2. O SARS-CoV-2 emerge como um novo subtipo de síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV) humana caracterizado por alta capacidade de transmissão e indução de quadros de infecção respiratória severa. Estudos recentes demonstraram alta prevalência de hipertensão arterial e diabetes em pacientes idosos acometidos pela COVID-19 que vieram a óbito em Wuhan, China, , epicentro do surto de SARS-CoV-2, o que sugere que tais comorbidades são importantes fatores de risco para o agravamento e pior prognóstico das complicações associadas ao COVID-19.

Diante das recomendações de isolamento social atualmente impostas em vários países, incentivar a manutenção de uma rotina de vida fisicamente ativa por parte da população como uma medida preventiva para a saúde é fundamental durante esse período de enfrentamento contra a disseminação do vírus. Em um período de reclusão domiciliar a população tende a adotar uma rotina sedentária, o que favoreceria a um aumento no ganho de peso corporal e surgimento de comorbidades associadas a maior risco cardiovascular, como obesidade, aumento da pressão arterial, intolerância à glicose, bem como transtornos psicossociais como ansiedade e depressão. De fato, o comportamento sedentário, seja sentado, assistindo TV ou passando tempo em frente a dispositivos eletrônicos, foi associado a aumento do peso corporal em crianças, adolescentes, adultos e idosos e aumento marcante do risco de mortalidade cardiovascular. Por outro lado, o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e mortalidade mostra-se reduzido em indivíduos com hábitos de vida fisicamente ativos, como caminhadas de moderada intensidade. Além disto, tem sido demonstrado que o risco de infecção do trato respiratório superior por coronavírus é potencialmente maior na presença de deficiência do sistema imunológico. Neste sentido, a prática de exercício físico como medida benéfica para a melhora da imunidade é fortemente evidenciada na literatura. – O Colégio Americano de Medicina do Esporte divulgou recentemente um guia em que sugere que a atividade física de intensidade moderada deva ser mantida no período de quarentena em função do SARS-CoV-2, salientando a importância para a saúde de cada minuto fisicamente ativo.

[…]

  • Atividade Motora
  • Coronavírus-19
  • COVID-19
  • Exercício
  • Fatores de risco
  • Prevenção e Controle
  • Sedentarismo
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09/04/2020 DOI: 10.36660/abc.20200235 Visualizações 2

Como citar este artigo

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Gomes DA, Santos RR, Freitas P, Paiva MS, Ferreira J, Trabulo M. Miocardite Aguda após a Vacina de mRNA contra a COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(4):783-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gomes, Daniel A.; Santos, Rita R.; Freitas, Pedro; Paiva, Mariana S.; Ferreira, Jorge; Trabulo, Marisa. Miocardite Aguda após a Vacina de mRNA contra a COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 4, p. 783-786, abr. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gomes, D. A., Santos, R. R., Freitas, P., Paiva, M. S., Ferreira, J., & Trabulo, M. (2022). Miocardite Aguda após a Vacina de mRNA contra a COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(4), 783-786.

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Gomes, Daniel A. and Santos, Rita R. and Freitas, Pedro and Paiva, Mariana S. and Ferreira, Jorge and Trabulo, Marisa. Miocardite Aguda após a Vacina de mRNA contra a COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 783-786. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/miocardite-aguda-apos-a-vacina-de-mrna-contra-a-covid-19/>. ISSN 0066-782X

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Almeida ALC, Melo M, Rodrigues REF, Botelho LF, Almeida PAA, Barberato SH. Impacto da COVID-19 na Vida do Cardiologista e Cirurgião Cardiovascular Brasileiros. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(5):1048-55.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Almeida, Andre Luiz Cerqueira; Melo, Marcelo; Rodrigues, Rodrigo Elton Ferreira; Botelho, Luis Fábio; Almeida, Paulo André Abreu; Barberato, Silvio Henrique. Impacto da COVID-19 na Vida do Cardiologista e Cirurgião Cardiovascular Brasileiros. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 5, p. 1048-1055, nov. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Almeida, A. L. C., Melo, M., Rodrigues, R. E. F., Botelho, L. F., Almeida, P. A. A., & Barberato, S. H. (2021). Impacto da COVID-19 na Vida do Cardiologista e Cirurgião Cardiovascular Brasileiros. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(5), 1048-1055.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Almeida, Andre Luiz Cerqueira and Melo, Marcelo and Rodrigues, Rodrigo Elton Ferreira and Botelho, Luis Fábio and Almeida, Paulo André Abreu and Barberato, Silvio Henrique. Impacto da COVID-19 na Vida do Cardiologista e Cirurgião Cardiovascular Brasileiros. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 1048-1055. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-da-covid-19-na-vida-do-cardiologista-e-cirurgiao-cardiovascular-brasileiros/>. ISSN 0066-782X

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Santos LG, Baggio JAO, Leal TC, Costa FA, Fernandes TRMO, Silva RV, Armstrong A, et al. Prevalência de Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus em Indivíduos com COVID-19: Um Estudo Retrospectivo de Óbitos em Pernambuco, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(2):416-22.

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Santos, Lucas Gomes; Baggio, Jussara Almeida de Oliveira; Leal, Thiago Cavalcanti; Costa, Francisco A.; Fernandes, Tânia Rita Moreno de Oliveira; Silva, Regicley Vieira da; Armstrong, Anderson; Carmo, Rodrigo Feliciano; Souza, Carlos Dornels Freire de. Prevalência de Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus em Indivíduos com COVID-19: Um Estudo Retrospectivo de Óbitos em Pernambuco, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 2, p. 416-422, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos, L. G., Baggio, J. A. O., Leal, T. C., Costa, F. A., Fernandes, T. R. M. O., Silva, R. V. , Armstrong, A., Carmo, R. F., & Souza, C. D. F. (2021). Prevalência de Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus em Indivíduos com COVID-19: Um Estudo Retrospectivo de Óbitos em Pernambuco, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 416-422.

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Santos, Lucas Gomes and Baggio, Jussara Almeida de Oliveira and Leal, Thiago Cavalcanti and Costa, Francisco A. and Fernandes, Tânia Rita Moreno de Oliveira and Silva, Regicley Vieira da and Armstrong, Anderson and Carmo, Rodrigo Feliciano and Souza, Carlos Dornels Freire de. Prevalência de Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus em Indivíduos com COVID-19: Um Estudo Retrospectivo de Óbitos em Pernambuco, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 416-422. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-de-hipertensao-arterial-sistemica-e-diabetes-mellitus-em-individuos-com-covid-19-um-estudo-retrospectivo-de-obitos-em-pernambuco-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Ragonetti C, Martinazzo EO, Fazionato FM, Ferreira GOG, Santana MP, Hartmann C. Sars-Cov-2 e Injúria Miocárdica com Supradesnivelamento de ST sem Doença Coronariana: Relato de Caso e Breve Revisão da Literatura. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(2):411-4.

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Ragonetti, Carolina; Martinazzo, Enzo Oku; Fazionato, Felipe Montesano; Ferreira, Guilherme Osório Guimarães; Santana, Milena Piccolo; Hartmann, Camila. Sars-Cov-2 e Injúria Miocárdica com Supradesnivelamento de ST sem Doença Coronariana: Relato de Caso e Breve Revisão da Literatura. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 2, p. 411-414, set. 2021.

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Ragonetti, C., Martinazzo, E. O., Fazionato, F. M., Ferreira, G. O. G., Santana, M. P., & Hartmann, C. (2021). Sars-Cov-2 e Injúria Miocárdica com Supradesnivelamento de ST sem Doença Coronariana: Relato de Caso e Breve Revisão da Literatura. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 411-414.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ragonetti, Carolina and Martinazzo, Enzo Oku and Fazionato, Felipe Montesano and Ferreira, Guilherme Osório Guimarães and Santana, Milena Piccolo and Hartmann, Camila. Sars-Cov-2 e Injúria Miocárdica com Supradesnivelamento de ST sem Doença Coronariana: Relato de Caso e Breve Revisão da Literatura. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 411-414. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sars-cov-2-e-injuria-miocardica-com-supradesnivelamento-de-st-sem-doenca-coronariana-relato-de-caso-e-breve-revisao-da-literatura/>. ISSN 0066-782X

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Prado DML, Silvino VO, Vieira EG, Rosa BV, Silva ASV, Santos MAP. O Efeito da Máscara Cirúrgica de Proteção Respiratória nos Marcadores Fisiológicos de Desempenho Aeróbio em um Corredor Recreacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(1 suppl 1):23-8.

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Prado, Danilo Marcelo Leite do; Silvino, Valmir Oliveira; Vieira, Ewerton Gomes; Rosa, Bruno Viana; Silva, Acácio Salvador Veras e; Santos, Marcos Antonio Pereira dos. O Efeito da Máscara Cirúrgica de Proteção Respiratória nos Marcadores Fisiológicos de Desempenho Aeróbio em um Corredor Recreacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 1 suppl 1, p. 23-28, jul. 2021.

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Prado, D. M. L. , Silvino, V. O., Vieira, E. G., Rosa, B. V., Silva, A. S. V. , & Santos, M. A. P. (2021). O Efeito da Máscara Cirúrgica de Proteção Respiratória nos Marcadores Fisiológicos de Desempenho Aeróbio em um Corredor Recreacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(1 suppl 1), 23-28.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Prado, Danilo Marcelo Leite do and Silvino, Valmir Oliveira and Vieira, Ewerton Gomes and Rosa, Bruno Viana and Silva, Acácio Salvador Veras e and Santos, Marcos Antonio Pereira dos. O Efeito da Máscara Cirúrgica de Proteção Respiratória nos Marcadores Fisiológicos de Desempenho Aeróbio em um Corredor Recreacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 1 suppl 1, [citado 2026-10-14], pp. 23-28. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-efeito-da-mascara-cirurgica-de-protecao-respiratoria-nos-marcadores-fisiologicos-de-desempenho-aerobio-em-um-corredor-recreacional/>. ISSN 0066-782X

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Moscavitch SD, Vieira JL, Libby P. Sobrecarga Cardiovascular da COVID-19 e a Era Pós-COVID. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy 2021;1(1):1-10.

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Moscavitch, Samuel D.; Vieira, Jefferson L.; Libby, Peter. Sobrecarga Cardiovascular da COVID-19 e a Era Pós-COVID. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, v. 1, n. 1, p. 1-10, jul. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Moscavitch, S. D., Vieira, J. L., & Libby, P. (2021). Sobrecarga Cardiovascular da COVID-19 e a Era Pós-COVID. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, 1(1), 1-10.

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

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Formato de Documento Eletrônico (APA)

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Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rendon, Andres Felipe Valencia and Volschan, Isabela Mendes and Pereira, Manoella de Novais and Pimentel, Alessandra de Freitas and Monteiro, Wagner Lima and Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. Marginalization, Vulnerability and Economic Dynamics in COVID-19. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2021, vol. 34, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 319-323. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/marginalization-vulnerability-and-economic-dynamics-in-covid-19-2/>. ISSN 2359-4802

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

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Formato de Documento Eletrônico (APA)

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

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Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ferreira, Maycon Junior and Irigoyen, Maria Cláudia and Consolim-Colombo, Fernanda and Saraiva, José Francisco Kerr and Angelis, Kátia De. Vida Fisicamente Ativa como Medida de Enfrentamento ao COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 601-602. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/vida-fisicamente-ativa-como-medida-de-enfrentamento-ao-covid-19/>. ISSN 0066-782X

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