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  4. 2026, Volume 39, Número 2
Editorial

A Nova Fronteira na Prevenção Cardiovascular: Além da Proibição, o Manejo Clínico do Usuário de Esteroides

Fabio Roston et al. Alexandre Aby Azar Ribeiro Naiara Caroline Makiniks Luiz Felipe Branco Ribeiro Liliana Ludwing Ziegler

Diagnóstico Subclínico: O Papel do Ecocardiograma Avançado

A avaliação cardíaca convencional muitas vezes falha em detectar danos precoces, pois a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo (FEVE) pode permanecer normal mesmo na presença de lesão miocárdica instalada. As fontes destacam que usuários de EAA apresentam alterações na geometria e função cardíaca, incluindo hipertrofia patológica, disfunção diastólica e comprometimento biventricular.,

Nesse cenário, o uso do ecocardiograma com medidas avançadas, como o strain miocárdico, surge como uma ferramenta essencial. Embora a FEVE possa estar preservada em estágios iniciais, a análise da deformação miocárdica (strain) permite identificar a disfunção sistólica incipiente decorrente da fibrose e da destruição de miofibrilas causadas pela toxicidade direta dos andrógenos. Estudos recentes já demonstram que tanto usuários atuais quanto antigos apresentam cardiomiopatia biventricular persistente, reforçando a necessidade de monitoramento contínuo.

[…]

  • Anabolic Androgenic Steroids
  • Cardiomyopathies
  • Myocardial Infarction
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31/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260076 Visualizações 1
Figura 1
Comunicação Breve

Visualização da Aorta Ascendente pela Ecocardiografia Transtorácica: Uma Vista Paraesternal Longitudinal Modificada Poderia Fornecer Imagem Adicional de um Segmento Aórtico Mais Longo?

Heba Farouk et al. Karim El-Chilali Axel Kloppe

Introdução

A avaliação da aorta ascendente é um componente essencial da ecocardiografia transtorácica (ETT) padrão. Embora a visualização da raiz da aorta e da porção proximal da aorta ascendente seja rotineiramente obtida por meio da vista paraesternal longitudinal padrão (PLAX), o imageamento das porções média e distal da aorta ascendente ainda permanece tecnicamente desafiador.– As recomendações atuais sugerem o deslocamento do transdutor para espaços intercostais superiores esquerdos ou, alternativamente, o uso de janelas paraesternais direitas para melhorar a visualização desses segmentos em pacientes com janelas acústicas adequadas.

Na prática clínica, ecocardiografistas experientes frequentemente obtêm visualização satisfatória da porção tubular da aorta ascendente utilizando modificações individualizadas das vistas convencionais. Entretanto, operadores menos experientes e cardiologistas gerais podem não conseguir visualizar consistentemente esses segmentos, uma vez que a vista paraesternal longitudinal superior esquerda (uPLAX) é pouco descrita na literatura, enquanto a aquisição da vista paraesternal direita é tecnicamente mais exigente e mais demorada.

[…]

  • Aorta ascendente
  • ecocardiografia
  • Imagem da aorta
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31/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260068 Visualizações 3
Reconhecimento dos Estágios Clínicos e do Dano Miocárdico na Estenose Aórtica: Muito Além do Diagnóstico – To Op or Not To Op
Review Article

Reconhecimento dos Estágios Clínicos e do Dano Miocárdico na Estenose Aórtica: Muito Além do Diagnóstico – To Op or Not To Op

Daniel Franca Vasconcelos

Resumo

A estenose aórtica severa é uma entidade clínica progressiva que acompanha historicamente as descrições da anatomia patológica, da semiologia cardiovascular, da cirurgia cardíaca e das intervenções cardiovasculares percutâneas. A indicação, ainda hoje, para intervenção de troca da valva de pacientes portadores de estenose valvar aórtica severa, baseia-se no surgimento de sintomas. Com o avanço da técnica cirúrgica, sobretudo o implante percutâneo, busca-se identificar marcadores precoces de dano miocárdico que possam indicar lesões irreversíveis do miocárdio. Este artigo de revisão apresenta uma análise abrangente dos métodos de identificação do dano miocárdico em pacientes com estenose aórtica severa, incluindo avaliação clínica, eletrocardiografia, ecocardiografia, ressonância magnética cardíaca (RMC) e biomarcadores plasmáticos. Discute-se a classificação dos estágios de dano miocárdico e o momento ideal para intervenção terapêutica, com base em achados clínicos, funcionais e estruturais. Estudos recentes que foram desenhados para responder como abordar os pacientes portadores de estenose aórtica assintomáticos apresentam resultados divergentes. Desta forma, pretende-se auxiliar o clínico na decisão sobre o melhor momento para realizar a intervenção da troca valvar, considerando as particularidades de cada paciente.

  • ecocardiografia
  • Estenose da Valva Aórtica
  • Imageamento por Ressonância Magnética
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31/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260054 Visualizações 3
Editorial

Lipoproteína(a) Elevada no Paciente sem Comorbidades: Quais Exames de Imagem Solicitar?

Eduardo Gomes Lima et al. Leticia Neves Solon Carvalho Tatiane Mascarenhas Santiago Emerich Eduardo Ferreira Amorim Fabiana Hanna Rached

A incorporação da lipoproteína(a) [Lp(a)] à avaliação contemporânea do risco cardiovascular trouxe uma questão prática cada vez mais presente no consultório: diante de um resultado elevado, como reclassificar o risco e qual conduta adotar, já que as diretrizes recomendam sua dosagem ao menos uma vez na vida adulta e reconhecem a Lp(a) como fator modificador da interpretação do risco., Todavia, a estimativa do risco de eventos cardiovasculares preconizada pelas mesmas diretrizes, a partir de escores prognósticos, como o desenvolvido pela American Heart Association em 2023, Predicting Risk of Cardiovascular Disease EVENTs – atherosclerotic cardiovascular disease (PREVENT-ASCVD), não computa, a priori, o impacto da presença de Lp(a) elevada em sua aferição. Surge, assim, um cenário clínico tão concreto quanto desafiador, ou seja; a possibilidade de que o paciente assintomático, sem fatores de risco tradicionais, possa carregar um fator de risco biologicamente relevante que o escore não “enxerga”. Eis, pois, a questão: o que fazer com a Lp(a) elevada? Em particular, deve-se recorrer à imagem cardiovascular para refinar a estratificação?

Uma resposta razoável a tais importantes questões pressupõe uma análise da biologia e da evidência que catapultaram a Lp(a) ao seu recém-conquistado destaque no palco da chamada prevenção primária em cardiologia. Trata-se de uma partícula semelhante à lipoproteína de baixa densidade (LDL), formada por uma molécula de apolipoproteína B-100 covalentemente ligada à apolipoproteína(a), com níveis predominantemente determinados pelo gene LPA e relativa estabilidade ao longo da vida., Sua associação com doença aterosclerótica cardiovascular é sustentada por evidência epidemiológica, genética e de randomização mendeliana, o que confere à partícula um estatuto mais forte do que o de simples marcador associativo., Dados de 450.000 pacientes apontam a forte correlação linear entre níveis elevados de Lp(a) e doença aterosclerótica, com um aumento de aproximado de 11% de risco relativo a cada 50nmol/L.

[…]

  • Aterosclerose
  • lipoproteína(a)
  • Prevenção Primária
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31/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260053 Visualizações 1
Figura 1
Relato de Caso

Miocardiopatia Dilatada Como Manifestação Inicial Rara da Poliangeíte Microscópica ANCA-Positiva: Relato de Caso

Karoline Gonzaga Costa et al. Maria Estefânia Bosco Otto André Felipe Lobão Fernandes Nathália de Macêdo Assunção … Mariana Ubaldo Barbosa Paiva Rosyane Luz Rufino de Lima Rita Mikelle Soares Dias

Introdução

As vasculites associadas a anticorpos anticitoplasma de neutrófilos (ANCA) constituem um grupo de doenças inflamatórias sistêmicas de pequenos vasos, caracterizadas por vasculite necrotizante pauci-imune e manifestações multissistêmicas, incluindo a granulomatose com poliangeíte (GPA), a granulomatose eosinofílica com poliangeíte (EGPA) e a poliangeíte microscópica (MPA).– A MPA está classicamente associada à glomerulonefrite rapidamente progressiva e à hemorragia alveolar, implicando em elevada morbimortalidade quando não reconhecida e tratada precocemente.,

Além do acometimento renal e pulmonar predominante, há crescente evidência de que pacientes com vasculites associadas a ANCA apresentam risco cardiovascular aumentado, relacionado tanto a fatores tradicionais quanto a mecanismos específicos da doença, como inflamação persistente, disfunção endotelial e aceleração da aterosclerose.– Estudos sugerem aumento da incidência de eventos cardiovasculares maiores (infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e insuficiência cardíaca) em relação à população geral.

[…]

  • Cardiomiopatia dilatada
  • ecocardiografia
  • Poliangiite Microscópica
  • Vasculite Associada a Anticorpo Anticitoplasma de Neutrófilos
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31/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260038 Visualizações 1
Errata

ERRATA: Amiloidose Cardíaca É Mesmo um Exemplo de Cardiomiopatia de Fenótipo Hipertrófico?

No Minieditorial Silva TO. Amiloidose Cardíaca É Mesmo um Exemplo de Cardiomiopatia de Fenótipo Hipertrófico? Arq Bras Cardiol: Imagem cardiovasc. 2026;39(2):e20260058.

Onde se lia:

[…]

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27/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260088
Editorial

Além da Fração de Ejeção: Integrando a Deformação Miocárdica e a Ressonância Magnética Cardíaca na Avaliação Contemporânea da Função Ventricular Esquerda

Marly Uellendahl

A avaliação da função ventricular esquerda atravessa um momento de transformação. Durante décadas, a fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) ocupou posição central na prática clínica, orientando o diagnóstico, a estratificação prognóstica e as decisões terapêuticas em um amplo espectro de doenças cardiovasculares. Sua ampla validação clínica, simplicidade de obtenção e reprodutibilidade consolidaram a ecocardiografia bidimensional como o método de primeira linha para avaliação da função sistólica ventricular.,

Todavia, os avanços da imagem cardiovascular evidenciaram que a função miocárdica não pode ser plenamente caracterizada por um único parâmetro volumétrico. Embora a FEVE permaneça um marcador robusto do desempenho global do ventrículo esquerdo, sua dependência das condições de carga e sua limitada sensibilidade para identificar alterações precoces da contratilidade ressaltam a necessidade de uma avaliação funcional mais abrangente.

[…]

  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • Imageamento por Ressonância Magnética
  • Volume sistólico
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27/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260087 Visualizações 1
Figura 1
Editorial

Além da Imagem: O Impacto Silencioso da Depressão na Doença Arterial Coronariana

Priscila Cestari Quagliato

A doença arterial coronariana (DAC) permanece como a principal causa de morbimortalidade global, e a sua intersecção com a saúde mental tem ganhado merecido destaque nas discussões cardiológicas contemporâneas. Em 2025, a Sociedade Europeia de Cardiologia publicou uma diretriz abordando especificamente a associação multidirecional entre saúde mental e doença cardiovascular. Pontos críticos foram destacados, incluindo o desconhecimento dos profissionais de saúde sobre a prevalência de distúrbios mentais e seus impactos diretos na saúde cardiovascular, além do reconhecimento inadequado da doença mental grave e dos estigmas associados a essa condição.

A doença mental atua como um fator prejudicial direto na prevenção cardiovascular, afetando a adesão ao tratamento e o manejo de descompensações agudas. A sintomatologia sobreposta entre as duas condições e as dificuldades no seguimento da doença crônica impactam negativamente o prognóstico do paciente.

[…]

  • Cardiologia
  • Depressão
  • Doença da Artéria Coronariana
  • saúde mental
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27/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260074 Visualizações 1
Editorial

Trabalho Miocárdico Com Esforço Isométrico: Da Fisiologia à Prática

Rodrigo Bellio de Mattos Barretto et al. Carlos Eduardo Suaide Silva

A avaliação da função ventricular esquerda por meio da ecocardiografia tem avançado de forma notável em sua capacidade de caracterizar aspectos que vão além das medidas tradicionais de volume e fração de ejeção (FE). Entre esses avanços, destaca-se a avaliação da contratilidade por meio da análise do strain bidimensional. A evolução tecnológica permite atualmente que essa medida seja ajustada à pós-carga por meio do trabalho miocárdico (TM), conferindo maior potencial para identificar alterações sutis da função ventricular.

O esforço isométrico constitui uma estratégia para aumentar a pós-carga por meio do handgrip, sendo particularmente favorável na ecocardiografia por possibilitar a identificação de mudanças funcionais em diferentes situações clínicas, como doença arterial coronariana, avaliação da função diastólica, hipertensão arterial sistêmica (HAS), atletas e até mesmo regurgitação mitral funcional de origem atrial.–

[…]

  • Deformação Longitudinal Global
  • Ecocardiografia sob Estresse
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27/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260073
Como Eu Faço a Avaliação da Função Atrial Esquerda: Da Jornada Básica à Rigidez Atrial
Review Article

Como Eu Faço a Avaliação da Função Atrial Esquerda: Da Jornada Básica à Rigidez Atrial

Halsted Alarcão Gomes Pereira da Silva et al. Helder Moura Gomes Alexandre Costa Souza

Resumo

O átrio esquerdo (AE) foi historicamente considerado uma câmara passiva de condução do fluxo sanguíneo entre as veias pulmonares e o ventrículo esquerdo (VE). Avanços no entendimento da fisiologia cardiovascular e nas técnicas de imagem evidenciaram seu papel ativo na modulação do débito cardíaco, na função diastólica ventricular e na estratificação das diversas cardiopatias. A avaliação do AE evoluiu ao longo dos anos para uma abordagem funcional multiparamétrica, consolidando se como componente essencial do exame ecocardiográfico moderno. A incorporação sistemática de parâmetros volumétricos, strain atrial e rigidez atrial permite caracterização mais precisa da fisiopatologia cardiovascular e aprimora a estratificação prognóstica, sustentando decisões clínicas mais embasadas.

  • Fração de Ejeção
  • Strain, Átrio esquerdo
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27/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260070
Esteroides Anabolizantes Androgênicos e Infarto Agudo do Miocárdio em Jovens: Uma Revisão da Literatura Baseada em Série de Casos
Artigo Original

Esteroides Anabolizantes Androgênicos e Infarto Agudo do Miocárdio em Jovens: Uma Revisão da Literatura Baseada em Série de Casos

Fabiana Rocha Botelho de Oliveira et al. Danielli Oliveira de Costa Lino Germano Freire Bezerra Filho Bruno Cavalcante Linhares … Leonardo Brito De Souza Luiz Filipe Torres de Alencar Matheus Rolim Santa Cruz Mateus Paiva Marques Feitosa

Resumo

Fundamento:

O uso de esteroides anabolizantes androgênicos (EAA) tem aumentado de forma expressiva, especialmente entre adultos jovens com objetivos estéticos e de melhora do desempenho físico. Evidências científicas demonstram associação significativa entre o uso abusivo dessas substâncias e eventos cardiovasculares graves, incluindo infarto agudo do miocárdio (IAM), frequentemente em indivíduos sem fatores de risco cardiovasculares tradicionais.

Objetivo:

Descrever os efeitos adversos dos EAA sobre o sistema cardiovascular e os principais mecanismos fisiopatológicos envolvidos no desenvolvimento do IAM, por meio da análise de uma série de casos clínicos associada à revisão da literatura médica.

Métodos:

Foi realizada uma revisão sistemática da literatura nas bases de dados PubMed e SciELO, complementada pela análise de três casos clínicos. Foram avaliadas variáveis demográficas e características relacionadas ao uso dos EAA, incluindo tempo de exposição e via de administração, com ênfase nos mecanismos fisiopatológicos associados ao IAM.

Resultados:

A análise dos casos clínicos identificou diferentes mecanismos relacionados ao IAM, como trombose coronariana, aterosclerose com ruptura de placa e dissecção espontânea da artéria coronária (DEAC). A revisão da literatura evidenciou ainda outros mecanismos relevantes, como vasoespasmo coronariano e miocardite tóxica. Observou-se predominância do sexo masculino, com maior incidência entre indivíduos de 20-40 anos, sendo os ésteres de testosterona os EAA mais frequentemente utilizados.

Conclusões:

O abuso de EAA representa importante ameaça à saúde cardiovascular, estando associado ao IAM por múltiplos mecanismos fisiopatológicos. Os achados reforçam a necessidade de conscientização da população, bem como do desenvolvimento de estratégias preventivas e diretrizes clínicas voltadas ao manejo dessa condição emergente.

  • Aterosclerose
  • Esteróides Androgênicos Anabolizantes
  • Infarto Do Miocárdio
  • Miocardite
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27/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260049 Visualizações 1
Como Eu Faço Uso do Contraste Com Solução Salina Agitada no Ecocardiograma de Pacientes Pediátricos
Review Article

Como Eu Faço Uso do Contraste Com Solução Salina Agitada no Ecocardiograma de Pacientes Pediátricos

Karen Saori Shiraishi Sawamura et al. Márcio Miranda Brito

Resumo

O contraste com solução salina agitada é um método simples, seguro e amplamente disponível na ecocardiografia, sendo particularmente útil na população pediátrica para a investigação de shunts direita-esquerda e alterações vasculares pulmonares. Este artigo apresenta uma abordagem prática para o uso dessa técnica na ecocardiografia pediátrica. São revisados os princípios fisiológicos envolvidos, os aspectos técnicos relacionados ao preparo e à aquisição das imagens, bem como suas principais aplicações clínicas.

  • Comunicação Interatrial
  • ecocardiografia
  • Ecocardiografia de contraste
  • Forame Oval Patente
  • Síndrome Hepatopulmonar
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24/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260041 Visualizações 1
Editorial

Amiloidose Cardíaca É Mesmo um Exemplo de Cardiomiopatia de Fenótipo Hipertrófico?

Tonnison de Oliveira Silva

A amiloidose cardíaca é um exemplo clássico de doença infiltrativa, cuja principal apresentação fenotípica corresponde a um padrão hipertrófico de acometimento miocárdico., Os estudos mais relevantes, tanto aqueles voltados ao desenvolvimento de terapias modificadoras da história natural da doença quanto as coortes que avaliaram ferramentas diagnósticas, utilizaram como critério fundamental para a suspeita de amiloidose cardíaca a presença de aumento da espessura ventricular.– A partir desse conceito, diversos trabalhos propuseram fluxos diagnósticos nos quais o aumento da espessura da parede ventricular figura como um dos principais sinais de alerta para a investigação da cardiomiopatia amiloide.,

Entretanto, o aumento da espessura da parede ventricular não parece ser uma condição universal para o diagnóstico dessa patologia? É possível diagnosticar a amiloidose amiloidose por cadeias leves de imunoglobulinas (AL) ou amiloidose por transtirretina (ATTR), inclusive por métodos não invasivos, mesmo sem a presença do fenótipo hipertrófico clássico?

[…]

  • Amiloidose Cardíaca
  • Amiloidose sem hipertrofia
  • Fenótipo hipertrófico
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24/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260058
Transtorno Depressivo Maior e Qualidade de Vida em Pacientes Com Doença Arterial Coronariana Avaliados por Cintilografia de Perfusão do Miocárdio
Artigo Original

Transtorno Depressivo Maior e Qualidade de Vida em Pacientes Com Doença Arterial Coronariana Avaliados por Cintilografia de Perfusão do Miocárdio

Guilherme Gonçais Lopes Almeida et al. Gustavo B. Barbirato Valéria de Queiroz Pagnin Daniel Pagnin Cláudio Tinoco Mesquita

Resumo

Fundamento:

O transtorno depressivo maior (TDM) pode influenciar negativamente o prognóstico cardiovascular, aumentando a morbimortalidade de pacientes com doença arterial coronariana (DAC). Assim, a avaliação psicométrica desses indivíduos pode contribuir para a compreensão de como a saúde mental impacta a fisiopatologia da isquemia miocárdica.

Objetivo:

Avaliar a prevalência de TDM em pacientes com DAC submetidos à cintilografia de perfusão do miocárdio (CPM) de estresse e repouso utilizando o instrumento psicométrico Patient Health Questionnaire-9 (PHQ-9). Como objetivos secundários, correlacionar os dados de qualidade de vida (QV) obtidos pelos instrumentos 12-Item Short Form Survey (SF-12) e Positive and Negative Affect Schedule (PANAS) com a presença ou ausência de isquemia miocárdica detectada pela CPM.

Métodos:

Os questionários SF-12, PHQ-9 e PANAS foram aplicados em 120 pacientes consecutivos encaminhados para realização de CPM para avaliação de DAC. Foi avaliada a prevalência de TDM, e os resultados foram correlacionados com os achados de CPM e com as escalas de QV.

Resultados:

Foi encontrada elevada prevalência de TDM (58 casos; 48,3%), sem associação com fatores de risco, idade ou achados da CPM. Observou-se taxa significativa de ideação suicida entre os avaliados (15 casos; 12,5%), além de redução da QV em 88,3% dos pacientes (n = 106), com pontuação inferior a 50 no SF-12 físico, e em 65% (n = 78), com pontuação inferior a 50 no SF-12 mental, indicando baixa percepção de saúde mental.

Conclusão:

Esses achados reforçam a necessidade de abordagem multidisciplinar no manejo de pacientes com suspeita de DAC, incluindo avaliação sistemática da saúde mental, em virtude das oportunidades de melhoria de desfechos durante os contatos dos pacientes com o sistema de saúde.

  • Isquemia Miocárdica
  • Qualidade de Vida
  • Transtorno Depressivo Maior
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24/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260048 Visualizações 1
Figura 1
Relato de Caso

Uma Conexão Oculta: Artéria Circunflexa Esquerda Anômala Originando-se da Artéria Pulmonar Direita Revelada pela Tomografia Computadorizada Cardiovascular

Mubariz Ahmed Hassan et al. Ashraf Alzahrani Mohammad Mhanna Ola Abdelkarim … Rodrigo Bello Paulo Savoia Promporn Suksaranjit Kimberly Delcour

Introdução

As anomalias congênitas das artérias coronárias são condições incomuns, porém clinicamente significativas, que podem se manifestar em um amplo espectro, variando desde achados incidentais até isquemia miocárdica, arritmias ventriculares, insuficiência cardíaca (IC) e morte súbita cardíaca (MSC). Em adultos, origens coronárias anômalas podem ser particularmente desafiadoras de reconhecer, pois os sintomas frequentemente são inespecíficos e podem se sobrepor a causas mais prevalentes de dor torácica, dispneia ou palpitações.

Em casos raros, uma artéria coronária pode originar-se da circulação arterial pulmonar, resultando em perfusão miocárdica dependente de fluxo colateral proveniente das demais artérias coronárias originadas da aorta, predispondo, assim, o miocárdio à instabilidade elétrica relacionada à isquemia. A imagem anatômica não invasiva desempenha papel fundamental no estabelecimento do diagnóstico definitivo, particularmente quando a angiografia convencional é inconclusiva.

[…]

  • Artéria Pulmonar
  • Cateterismo Cardíaco
  • Tomografia Computadorizada por Raios X
  • Vasos Coronários
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24/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260040 Visualizações 1
Como Eu Faço a Avaliação Padronizada da Valva Tricúspide: Uma Análise Contemporânea
Review Article

Como Eu Faço a Avaliação Padronizada da Valva Tricúspide: Uma Análise Contemporânea

Halsted Alarcão Gomes Pereira da Silva et al. Alexandre Costa Souza Adenalva Beck

Resumo

A insuficiência tricúspide (IT) permanece uma das valvopatias mais frequentes na prática ecocardiográfica. Casos classificados como discretos geralmente não necessitam de investigação adicional ou tratamento específico. Já as valvopatias moderadas e importantes requerem avaliação anatômica e etiológica mais aprofundada, a fim de melhor compreender o mecanismo fisiopatológico.

A análise ecocardiográfica bidimensional é o exame inicial de escolha e deve ser realizada de forma protocolada, com identificação individual das cúspides, utilizando as principais janelas do ecocardiograma transtorácico (ETT). A descrição de parâmetros complementares — como função sistólica do ventrículo direito (VD), deformação miocárdica por strain longitudinal, diâmetros e volumes das câmaras direitas e estimativa das pressões pulmonares — orienta o cardiologista quanto às possíveis estratégias terapêuticas e fornece informações prognósticas relevantes.

Nesse contexto, a diretriz da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC) de 2025 reforça a importância de uma avaliação padronizada e abrangente da valva tricúspide e de suas repercussões hemodinâmicas. Grande parte dessa análise pode ser realizada pelo ETT bidimensional, amplamente disponível na prática clínica.

  • Hipertensão Pulmonar
  • Insuficiência da Valva Tricúspide
  • Valva Tricúspide
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24/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260034 Visualizações 1
Figura 1
Relato de Caso

Massas Intracardíacas Recorrentes em Receptor de Transplante Cardíaco Ortotópico

Bilal Saeed et al. Natdanai Punnanithinont Shareef Mansour Paulo Savoia Promporn Suksaranjit

Introdução

À medida que a sobrevida em longo prazo melhora entre receptores de transplante cardíaco, complicações raras pós-transplante, incluindo massas intracardíacas, vêm sendo reconhecidas com maior frequência.

A dilatação grave do átrio esquerdo (AE) e as arritmias atriais podem contribuir adicionalmente para estase sanguínea e formação de trombos em receptores de transplante. Os trombos em AE nesses pacientes podem mimetizar massas neoplásicas e representam importantes desafios diagnósticos e terapêuticos. Entre os fatores contribuintes estão dilatação atrial, arritmias, material estranho e os componentes da tríade de Virchow, nomeadamente fluxo sanguíneo anormal, lesão endotelial e hipercoagulabilidade.,

[…]

  • Átrios do Coração
  • Imageamento por Ressonância Magnética
  • Tomografia Computadorizada por Raios X
  • Transplante de Coração
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24/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260031 Visualizações 3
Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica das Pressões de Enchimento do Ventrículo Esquerdo: Da Ambiguidade à Precisão com Novas Diretrizes
Review Article

Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica das Pressões de Enchimento do Ventrículo Esquerdo: Da Ambiguidade à Precisão com Novas Diretrizes

Marco Stephan Lofrano Alves et al. Larissa Maria Vosgerau Marcelo Vitola Dreckmann Roberto D´Ávila Martins … Cláudia Biondo Zanlorensi Eduardo Henrique Bonotto

Resumo

A estimativa ecocardiográfica das pressões de enchimento do ventrículo esquerdo (VE) é um pilar na avaliação da insuficiência cardíaca, particularmente em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEp). O algoritmo da American Society of Echocardiography (ASE)/European Association of Cardiovascular Imaging (EACVI) de 2016 padronizou essa avaliação utilizando variáveis-chave, mas uma proporção substancial de casos permaneceu indeterminada na prática clínica. A atualização recente da diretriz americana reorganizou a abordagem em um modelo hierárquico, incorporando ajustes relacionados à idade e formalizando o papel do strain atrial esquerdo (SAE) como parâmetro de desempate, além de fornecer uma caracterização mais detalhada de cenários clínicos especiais. Em paralelo, a diretriz de 2024 da British Society of Echocardiography enfatiza a interpretação fisiopatológica do enchimento ventricular, complementando o modelo operacional proposto pelo documento americano. Estudos multicêntricos com validação invasiva sustentam essas atualizações, estabelecendo o SAE como um marcador robusto de pressões de enchimento elevadas. Neste artigo, apresentamos Como Eu Faço a avaliação ecocardiográfica das pressões de enchimento do VE, baseada em uma avaliação morfofuncional inicial, seguida por uma triagem estruturada (Etapa 1) e refinamento adicional (Etapa 2), incorporando o SAE e parâmetros adicionais. Também apresentamos uma comparação entre diretrizes, discutimos armadilhas comuns e limitações dos algoritmos, e incluímos vídeos baseados em casos para aplicação prática.

  • ecocardiografia
  • Função Ventricular Esquerda
  • Insuficiência Cardíaca
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24/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260026 Visualizações 1
Concordância Entre a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo por Ecocardiografia pelo Método de Simpson, o Strain Longitudinal Global e a Ressonância Magnética Cardíaca
Artigo Original

Concordância Entre a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo por Ecocardiografia pelo Método de Simpson, o Strain Longitudinal Global e a Ressonância Magnética Cardíaca

Álvaro Herrera-Escandón et al. Juan Pablo Morales-Grisales Sebastián Ayala-Zapata Stephany Barbosa-Balaguera … Álvaro José Muriel-Ruiz Juan Felipe Bravo-Rueda José Eduardo Citelli-Ramírez Luis Fernando Osío-Jimenez Luis Miguel Benitez-Gómez Carlos Javier Ramírez-Estupiñán

Resumo

Fundamento:

A fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) medida por ecocardiografia é um parâmetro amplamente utilizado na prática clínica para a avaliação da função ventricular. Mais recentemente, o strain longitudinal global (SLG) emergiu como um método complementar, assim como a avaliação da FEVE por ressonância magnética cardíaca (RMC). No entanto, ainda há escassez de evidências regionais que avaliem a concordância entre essas três técnicas.

Objetivos:

Avaliar a concordância entre as medidas ecocardiográficas e por RMC em pacientes atendidos em uma clínica cardiovascular na cidade de Cali, Colômbia.

Métodos:

Este estudo transversal, analítico e descritivo incluiu 35 pacientes com doença cardíaca confirmada ou suspeita, nos quais os três métodos foram realizados de forma consecutiva. A concordância foi avaliada por meio do coeficiente de correlação de concordância (CCC) de Lin, gráficos de Bland-Altman para a FEVE e coeficientes κ ponderados linear e quadrático para a concordância entre as classificações da FEVE.

Resultados:

A média de idade foi de 58 anos, e 60% dos participantes eram do sexo masculino. As comorbidades mais comuns foram hipertensão arterial (22%) e dislipidemia (11%). A FEVE média foi de 59% pelo método de Simpson e de 57,7% pela RMC, enquanto o SLG médio foi de −17,7%. A concordância foi a seguinte: FEVE por Simpson vs. RMC (CCC, 0,831; intervalo de confiança de 95% [IC95%], 0,609-0,932); SLG vs. FEVE derivada da RMC (CCC, 0,751; IC95%, 0,419-0,903); e FEVE por Simpson vs. SLG (CCC, 0,891; IC95%, 0,721-0,957).

Conclusões:

Tanto o método de Simpson quanto o SLG são ferramentas válidas para estimar a função sistólica. A RMC permanece como padrão de referência.

  • ecocardiografia
  • Espectroscopia de Ressonância Magnética
  • Volume sistólico
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24/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20250102 Visualizações 1
Editorial

Cardiotoxicidade por Quimioterapia na População Pediátrica: Que Singularidades Temos no Acompanhamento por Imagem Cardiovascular?

Jéssica Laureano Martins et al. Maria do Carmo Menezes Bezerra Duarte Fabiana Gomes Aragão Magalhães Feitosa Maria Verônica Câmara dos Santos

Considerações especiais na população pediátrica,

A visão pediátrica na cardio-oncologia impõe desafios particulares, uma vez que a cardiotoxicidade relacionada ao tratamento oncológico não se limita a um evento agudo, mas representa um processo dinâmico que pode interferir no crescimento e na maturação miocárdica ao longo do tempo. A vulnerabilidade do coração em desenvolvimento, associada à exposição precoce a terapias potencialmente cardiotóxicas, confere a esses pacientes um risco prolongado de disfunção miocárdica progressiva. Nesse contexto, a utilização de estratégias de imagem cardiovascular mais sensíveis, reprodutíveis e integradas torna-se fundamental. A abordagem multimodal, com destaque para a ecocardiografia (e a ressonância magnética cardíaca em situações selecionadas), amplia a acurácia diagnóstica e contribui para melhor estratificação de risco. Adicionalmente, o seguimento longitudinal estruturado, com interpretação baseada na individualização clínica, é essencial para o adequado acompanhamento desses pacientes.

Por fim, a incorporação de fatores genéticos, clínicos e terapêuticos em modelos de risco, aliada ao monitoramento contínuo por imagem, representa uma perspectiva promissora para a medicina de precisão, com o objetivo de reduzir a morbimortalidade cardiovascular e melhorar a qualidade de vida dos sobreviventes do câncer infantojuvenil.

[…]

  • Cardiotoxicidade
  • Criança
  • ecocardiografia
  • Neoplasias
  • Tratamento Farmacológico
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20/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260044 Visualizações 1
Hipoplasia das Cúspides da Valva Mitral no Adulto: Função da Imagem Cardiovascular
Review Article

Hipoplasia das Cúspides da Valva Mitral no Adulto: Função da Imagem Cardiovascular

Fábio Luis de Jesus Soares

Resumo

A hipoplasia das cúspides da valva mitral é uma anomalia congênita rara, tradicionalmente descrita na infância, mas cada vez mais reconhecida em adultos, frequentemente como achado incidental ou na investigação de insuficiência mitral. Sua apresentação clínica é heterogênea e depende da configuração anatômica das cúspides, das alterações do aparato subvalvar e do grau de regurgitação valvar. Nesta revisão narrativa da literatura, incluindo relatos e séries de casos, bem como artigos de revisão de periódicos nacionais e internacionais, discutem-se os aspectos epidemiológicos, clínicos e, principalmente, os achados ecocardiográficos. A hipoplasia da cúspide posterior representa a forma mais comum, podendo ocorrer de maneira parcial ou completa. A ecocardiografia tridimensional tem papel central na avaliação anatômica, permitindo mensurações diretas da área e do comprimento das cúspides e contribuindo para a diferenciação entre hipoplasia verdadeira e condições miméticas, como cleft mitral, restrição funcional ou alterações subvalvares. A prevalência estimada em adultos assintomáticos é de aproximadamente 1:8.800. O manejo terapêutico está diretamente relacionado à gravidade da insuficiência mitral, sendo o reparo valvar factível apenas em anatomias selecionadas. Assim, uma compreensão anatômica refinada, especialmente por meio da ecocardiografia tridimensional, é fundamental para o diagnóstico preciso e o adequado planejamento terapêutico dessa condição rara, porém clinicamente relevante.

  • Anormalidades Congênitas
  • Ecocardiografia Tridimensional
  • Valva Mitral
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20/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260046 Visualizações 2
Impacto do Exercício Isométrico na Mecânica do Ventrículo Esquerdo Avaliada pelo Strain Longitudinal Global e pelo Trabalho Miocárdico em Adultos Saudáveis
Artigo Original

Impacto do Exercício Isométrico na Mecânica do Ventrículo Esquerdo Avaliada pelo Strain Longitudinal Global e pelo Trabalho Miocárdico em Adultos Saudáveis

Marcio Mendes Pereira et al. Maria Estefania Bosco Otto Juliana Lins da Paz Portela

Resumo

Fundamento:

Parâmetros volumétricos tradicionais apresentam limitações na detecção de disfunção sistólica sutil do ventrículo esquerdo (VE). O strain longitudinal global (SLG) e o trabalho miocárdico (TM) permitem uma avaliação mais sensível da mecânica ventricular.

Objetivos:

Avaliar as alterações do SLG e dos índices de TM durante o exercício isométrico de preensão manual, em comparação às condições de repouso.

Métodos:

Ao todo, 30 indivíduos saudáveis (29,3 ± 6,1 anos; 50% do sexo masculino) foram incluídos na amostra. A ecocardiografia foi realizada em repouso e durante o exercício de preensão manual (30%-40% da força máxima). Foram avaliados o SLG, a fração de ejeção do VE (FEVE) e os índices de TM: i) índice de trabalho global (ITG), ii) trabalho construtivo global (TCG), iii) trabalho desperdiçado global (TDG) e iv) eficiência global do trabalho (EGT). As comparações foram realizadas por testes pareados, considerando-se significância estatística quando p < 0,05.

Resultados:

O exercício de preensão manual promoveu aumento da pressão arterial (PA) sistólica (115 ± 16 vs 133 ± 18 mmHg; p < 0,0001) e diastólica (69 ± 9 vs 79 ± 13 mmHg; p = 0,0002), sem alteração significativa da FEVE (64,8% vs 64,4%; p = 0,62). Observou-se redução do SLG (20,38% ± 2,57% vs 19,60% ± 2,52%; p = 0,028), aumento do ITG (+244 mmHg%; p = 0,0002), do TCG (+313 mmHg%; p < 0,0001) e do TDG (+52 mmHg%; p = 0,0008), além de redução da EGT (94,8% ± 1,8% vs 93,6% ± 2,5%; p = 0,022).

Conclusões:

O exercício de preensão manual induz alterações mecânicas ventriculares mensuráveis em indivíduos saudáveis, refletindo resposta fisiológica à sobrecarga pressórica aguda.

  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • ecocardiografia
  • Exercício Físico
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20/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260036 Visualizações 2
Figura 1
Relato de Caso

Mixoma Atrial Gigante em Gestante: Relato de Caso

Roberto Ramos Barbosa et al. Caio Badiani Prando Victor Macedo Bianchini Lucas Crespo de Barros … Larissa Novaes Paganini Gracielly Barros Darlan Dadalt Sergio Luis Santos Guedes Vinicius Eduardo Araújo Costa Marcus Gustavo Tito Tiago Bernardo Nery Marcio Vinicius de Nardi de Angeli Maria Eduarda Vichi Gomes Viana Mariana Oliveira Roncato João Paulo Moulin Auad Guilherme Freitas Fernandes de Oliveira Renato Giestas Serpa Osmar Araujo Calil Luiz Fernando Machado Barbosa

Introdução

Entre os tumores primários do coração, o mixoma atrial é o mais prevalente na população., A manifestação clínica dos mixomas costuma ser inespecífica, podendo apresentar dispneia, fadiga, redução da capacidade funcional, edema e, eventualmente, embolizações cerebrais com déficits neurológicos focais. Embora sejam neoplasias benignas, tendo como localização mais comum o átrio esquerdo, podem causar obstrução ao fluxo sanguíneo intracardíaco e, quando friáveis, embolizações sistêmicas com consequente isquemia tecidual.,

Apesar da maior prevalência em mulheres (65%), seu diagnóstico durante a gestação é considerado incomum, com maiores desafios no tratamento e risco aumentado de óbito fetal. Relatamos a seguir uma complicação referente a um mixoma atrial em uma gestante, que se manifestou durante o trabalho de parto.

[…]

  • Cirurgia Torácica
  • Insuficiência Cardíaca
  • Mixoma
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20/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260010 Visualizações 1
Avaliação Ecocardiográfica da Disfunção Diastólica em Situações Especiais
Review Article

Avaliação Ecocardiográfica da Disfunção Diastólica em Situações Especiais

Antonio Amador Calvilho Júnior

Resumo

A avaliação ecocardiográfica da função diastólica e das pressões de enchimento do ventrículo esquerdo (VE) é fundamental na investigação da dispneia e no manejo da insuficiência cardíaca. Entretanto, os algoritmos convencionais apresentam limitações em diversas situações clínicas especiais, nas quais alterações do ritmo cardíaco, valvopatias, hipertensão pulmonar (HP) ou modificações estruturais do coração interferem na interpretação dos parâmetros Doppler. Este artigo apresenta uma abordagem prática para a avaliação da função diastólica em cenários como fibrilação atrial (FA), HP, doença valvar mitral, calcificação do anel mitral, valvopatias aórticas, distúrbios de condução, estimulação ventricular e miocardiopatias restritivas. São discutidos os principais parâmetros aplicáveis em cada contexto, os aspectos técnicos da aquisição das medidas e as estratégias para a elaboração de um laudo ecocardiográfico claro e clinicamente útil.

  • Ecocardiografia Doppler
  • Insuficiência Cardíaca Diastólica
  • Volume sistólico
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17/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260029 Visualizações 1

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Roston F, Ribeiro AAA, Makiniks NC, Ribeiro LFB, Ziegler LL. A Nova Fronteira na Prevenção Cardiovascular: Além da Proibição, o Manejo Clínico do Usuário de Esteroides. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260076.

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Roston, Fabio; Ribeiro, Alexandre Aby Azar; Makiniks, Naiara Caroline; Ribeiro, Luiz Felipe Branco; Ziegler, Liliana Ludwing. A Nova Fronteira na Prevenção Cardiovascular: Além da Proibição, o Manejo Clínico do Usuário de Esteroides. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260076, jul. 2026.

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Roston, F., Ribeiro, A. A. A., Makiniks, N. C., Ribeiro, L. F. B., & Ziegler, L. L. (2026). A Nova Fronteira na Prevenção Cardiovascular: Além da Proibição, o Manejo Clínico do Usuário de Esteroides. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260076.

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Roston, Fabio and Ribeiro, Alexandre Aby Azar and Makiniks, Naiara Caroline and Ribeiro, Luiz Felipe Branco and Ziegler, Liliana Ludwing. A Nova Fronteira na Prevenção Cardiovascular: Além da Proibição, o Manejo Clínico do Usuário de Esteroides. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260076. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-nova-fronteira-na-prevencao-cardiovascular-alem-da-proibicao-o-manejo-clinico-do-usuario-de-esteroides/>. ISSN 2318-8219

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Farouk H, El-Chilali K, Kloppe A. Visualização da Aorta Ascendente pela Ecocardiografia Transtorácica: Uma Vista Paraesternal Longitudinal Modificada Poderia Fornecer Imagem Adicional de um Segmento Aórtico Mais Longo?. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260068.

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Farouk, Heba; El-Chilali, Karim; Kloppe, Axel. Visualização da Aorta Ascendente pela Ecocardiografia Transtorácica: Uma Vista Paraesternal Longitudinal Modificada Poderia Fornecer Imagem Adicional de um Segmento Aórtico Mais Longo?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260068, jul. 2026.

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Farouk, H., El-Chilali, K., & Kloppe, A. (2026). Visualização da Aorta Ascendente pela Ecocardiografia Transtorácica: Uma Vista Paraesternal Longitudinal Modificada Poderia Fornecer Imagem Adicional de um Segmento Aórtico Mais Longo?. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260068.

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Farouk, Heba and El-Chilali, Karim and Kloppe, Axel. Visualização da Aorta Ascendente pela Ecocardiografia Transtorácica: Uma Vista Paraesternal Longitudinal Modificada Poderia Fornecer Imagem Adicional de um Segmento Aórtico Mais Longo?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260068. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/visualizacao-da-aorta-ascendente-pela-ecocardiografia-transtoracica-uma-vista-paraesternal-longitudinal-modificada-poderia-fornecer-imagem-adicional-de-um-segmento-aortico-mais-longo/>. ISSN 2318-8219

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Vasconcelos DF. Reconhecimento dos Estágios Clínicos e do Dano Miocárdico na Estenose Aórtica: Muito Além do Diagnóstico – To Op or Not To Op. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260054.

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Vasconcelos, Daniel Franca. Reconhecimento dos Estágios Clínicos e do Dano Miocárdico na Estenose Aórtica: Muito Além do Diagnóstico – To Op or Not To Op. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260054, jul. 2026.

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Vasconcelos, D. F. (2026). Reconhecimento dos Estágios Clínicos e do Dano Miocárdico na Estenose Aórtica: Muito Além do Diagnóstico – To Op or Not To Op. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260054.

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Vasconcelos, Daniel Franca. Reconhecimento dos Estágios Clínicos e do Dano Miocárdico na Estenose Aórtica: Muito Além do Diagnóstico – To Op or Not To Op. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260054. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reconhecimento-dos-estagios-clinicos-e-do-dano-miocardico-na-estenose-aortica-muito-alem-do-diagnostico-to-op-or-not-to-op/>. ISSN 2318-8219

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Lima EG, Carvalho LNS, Emerich TMS, Amorim EF, Rached FH. Lipoproteína(a) Elevada no Paciente sem Comorbidades: Quais Exames de Imagem Solicitar?. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260053.

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Lima, Eduardo Gomes; Carvalho, Leticia Neves Solon; Emerich, Tatiane Mascarenhas Santiago; Amorim, Eduardo Ferreira; Rached, Fabiana Hanna. Lipoproteína(a) Elevada no Paciente sem Comorbidades: Quais Exames de Imagem Solicitar?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260053, jul. 2026.

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Lima, E. G., Carvalho, L. N. S., Emerich, T. M. S., Amorim, E. F., & Rached, F. H. (2026). Lipoproteína(a) Elevada no Paciente sem Comorbidades: Quais Exames de Imagem Solicitar?. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260053.

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Lima, Eduardo Gomes and Carvalho, Leticia Neves Solon and Emerich, Tatiane Mascarenhas Santiago and Amorim, Eduardo Ferreira and Rached, Fabiana Hanna. Lipoproteína(a) Elevada no Paciente sem Comorbidades: Quais Exames de Imagem Solicitar?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260053. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/lipoproteinaa-elevada-no-paciente-sem-comorbidades-quais-exames-de-imagem-solicitar/>. ISSN 2318-8219

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Costa KG, Otto MEB, Fernandes AFL, Assunção NM, Paiva MUB, Lima RLR, Dias RMS, et al. Miocardiopatia Dilatada Como Manifestação Inicial Rara da Poliangeíte Microscópica ANCA-Positiva: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260038.

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Costa, Karoline Gonzaga; Otto, Maria Estefânia Bosco; Fernandes, André Felipe Lobão; Assunção, Nathália de Macêdo; Paiva, Mariana Ubaldo Barbosa; Lima, Rosyane Luz Rufino de; Dias, Rita Mikelle Soares. Miocardiopatia Dilatada Como Manifestação Inicial Rara da Poliangeíte Microscópica ANCA-Positiva: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260038, jul. 2026.

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Costa, K. G., Otto, M. E. B., Fernandes, A. F. L., Assunção, N. M., Paiva, M. U. B., Lima, R. L. R. , & Dias, R. M. S. (2026). Miocardiopatia Dilatada Como Manifestação Inicial Rara da Poliangeíte Microscópica ANCA-Positiva: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260038.

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Costa, Karoline Gonzaga and Otto, Maria Estefânia Bosco and Fernandes, André Felipe Lobão and Assunção, Nathália de Macêdo and Paiva, Mariana Ubaldo Barbosa and Lima, Rosyane Luz Rufino de and Dias, Rita Mikelle Soares. Miocardiopatia Dilatada Como Manifestação Inicial Rara da Poliangeíte Microscópica ANCA-Positiva: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260038. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/miocardiopatia-dilatada-como-manifestacao-inicial-rara-da-poliangeite-microscopica-anca-positiva-relato-de-caso/>. ISSN 2318-8219

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. ERRATA: Amiloidose Cardíaca É Mesmo um Exemplo de Cardiomiopatia de Fenótipo Hipertrófico?. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260088.

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. ERRATA: Amiloidose Cardíaca É Mesmo um Exemplo de Cardiomiopatia de Fenótipo Hipertrófico?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260088, jul. 2026.

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(2026). ERRATA: Amiloidose Cardíaca É Mesmo um Exemplo de Cardiomiopatia de Fenótipo Hipertrófico?. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260088.

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. ERRATA: Amiloidose Cardíaca É Mesmo um Exemplo de Cardiomiopatia de Fenótipo Hipertrófico?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260088. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/errata-amiloidose-cardiaca-e-mesmo-um-exemplo-de-cardiomiopatia-de-fenotipo-hipertrofico/>. ISSN 2318-8219

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Uellendahl M. Além da Fração de Ejeção: Integrando a Deformação Miocárdica e a Ressonância Magnética Cardíaca na Avaliação Contemporânea da Função Ventricular Esquerda. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260087.

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Uellendahl, Marly. Além da Fração de Ejeção: Integrando a Deformação Miocárdica e a Ressonância Magnética Cardíaca na Avaliação Contemporânea da Função Ventricular Esquerda. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260087, jul. 2026.

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Uellendahl, M. (2026). Além da Fração de Ejeção: Integrando a Deformação Miocárdica e a Ressonância Magnética Cardíaca na Avaliação Contemporânea da Função Ventricular Esquerda. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260087.

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Uellendahl, Marly. Além da Fração de Ejeção: Integrando a Deformação Miocárdica e a Ressonância Magnética Cardíaca na Avaliação Contemporânea da Função Ventricular Esquerda. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260087. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/alem-da-fracao-de-ejecao-integrando-a-deformacao-miocardica-e-a-ressonancia-magnetica-cardiaca-na-avaliacao-contemporanea-da-funcao-ventricular-esquerda/>. ISSN 2318-8219

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Quagliato PC. Além da Imagem: O Impacto Silencioso da Depressão na Doença Arterial Coronariana. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260074.

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Quagliato, Priscila Cestari. Além da Imagem: O Impacto Silencioso da Depressão na Doença Arterial Coronariana. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260074, jul. 2026.

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Quagliato, P. C. (2026). Além da Imagem: O Impacto Silencioso da Depressão na Doença Arterial Coronariana. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260074.

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Quagliato, Priscila Cestari. Além da Imagem: O Impacto Silencioso da Depressão na Doença Arterial Coronariana. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260074. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/alem-da-imagem-o-impacto-silencioso-da-depressao-na-doenca-arterial-coronariana/>. ISSN 2318-8219

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Barretto RBM, Silva CES. Trabalho Miocárdico Com Esforço Isométrico: Da Fisiologia à Prática. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260073.

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Barretto, Rodrigo Bellio de Mattos; Silva, Carlos Eduardo Suaide. Trabalho Miocárdico Com Esforço Isométrico: Da Fisiologia à Prática. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260073, jul. 2026.

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Barretto, R. B. M., & Silva, C. E. S. (2026). Trabalho Miocárdico Com Esforço Isométrico: Da Fisiologia à Prática. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260073.

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Barretto, Rodrigo Bellio de Mattos and Silva, Carlos Eduardo Suaide. Trabalho Miocárdico Com Esforço Isométrico: Da Fisiologia à Prática. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260073. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/trabalho-miocardico-com-esforco-isometrico-da-fisiologia-a-pratica/>. ISSN 2318-8219

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Silva HAGP, Gomes HM, Souza AC. Como Eu Faço a Avaliação da Função Atrial Esquerda: Da Jornada Básica à Rigidez Atrial. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260070.

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Silva, Halsted Alarcão Gomes Pereira da; Gomes, Helder Moura; Souza, Alexandre Costa. Como Eu Faço a Avaliação da Função Atrial Esquerda: Da Jornada Básica à Rigidez Atrial. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260070, jul. 2026.

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Silva, H. A. G. P. , Gomes, H. M., & Souza, A. C. (2026). Como Eu Faço a Avaliação da Função Atrial Esquerda: Da Jornada Básica à Rigidez Atrial. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260070.

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Silva, Halsted Alarcão Gomes Pereira da and Gomes, Helder Moura and Souza, Alexandre Costa. Como Eu Faço a Avaliação da Função Atrial Esquerda: Da Jornada Básica à Rigidez Atrial. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260070. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-a-avaliacao-da-funcao-atrial-esquerda-da-jornada-basica-a-rigidez-atrial/>. ISSN 2318-8219

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Oliveira FRB, Lino DOC, Bezerra Filho GF, Linhares BC, Souza LBD, Alencar LFT, Cruz MRS, et al. Esteroides Anabolizantes Androgênicos e Infarto Agudo do Miocárdio em Jovens: Uma Revisão da Literatura Baseada em Série de Casos. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260049.

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Oliveira, Fabiana Rocha Botelho de; Lino, Danielli Oliveira de Costa; Bezerra Filho, Germano Freire; Linhares, Bruno Cavalcante; Souza, Leonardo Brito De; Alencar, Luiz Filipe Torres de; Cruz, Matheus Rolim Santa; Feitosa, Mateus Paiva Marques. Esteroides Anabolizantes Androgênicos e Infarto Agudo do Miocárdio em Jovens: Uma Revisão da Literatura Baseada em Série de Casos. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260049, jul. 2026.

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Oliveira, F. R. B. , Lino, D. O. C., Bezerra Filho, G. F., Linhares, B. C., Souza, L. B. D., Alencar, L. F. T. , Cruz, M. R. S., & Feitosa, M. P. M. (2026). Esteroides Anabolizantes Androgênicos e Infarto Agudo do Miocárdio em Jovens: Uma Revisão da Literatura Baseada em Série de Casos. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260049.

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Oliveira, Fabiana Rocha Botelho de and Lino, Danielli Oliveira de Costa and Bezerra Filho, Germano Freire and Linhares, Bruno Cavalcante and Souza, Leonardo Brito De and Alencar, Luiz Filipe Torres de and Cruz, Matheus Rolim Santa and Feitosa, Mateus Paiva Marques. Esteroides Anabolizantes Androgênicos e Infarto Agudo do Miocárdio em Jovens: Uma Revisão da Literatura Baseada em Série de Casos. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260049. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/esteroides-anabolizantes-androgenicos-e-infarto-agudo-do-miocardio-em-jovens-uma-revisao-da-literatura-baseada-em-serie-de-casos/>. ISSN 2318-8219

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Sawamura KSS, Brito MM. Como Eu Faço Uso do Contraste Com Solução Salina Agitada no Ecocardiograma de Pacientes Pediátricos. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260041.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sawamura, Karen Saori Shiraishi; Brito, Márcio Miranda. Como Eu Faço Uso do Contraste Com Solução Salina Agitada no Ecocardiograma de Pacientes Pediátricos. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260041, jul. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sawamura, K. S. S., & Brito, M. M. (2026). Como Eu Faço Uso do Contraste Com Solução Salina Agitada no Ecocardiograma de Pacientes Pediátricos. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260041.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sawamura, Karen Saori Shiraishi and Brito, Márcio Miranda. Como Eu Faço Uso do Contraste Com Solução Salina Agitada no Ecocardiograma de Pacientes Pediátricos. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260041. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-uso-do-contraste-com-solucao-salina-agitada-no-ecocardiograma-de-pacientes-pediatricos/>. ISSN 2318-8219

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Silva TO. Amiloidose Cardíaca É Mesmo um Exemplo de Cardiomiopatia de Fenótipo Hipertrófico?. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260058.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Tonnison de Oliveira. Amiloidose Cardíaca É Mesmo um Exemplo de Cardiomiopatia de Fenótipo Hipertrófico?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260058, jul. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, T. O. (2026). Amiloidose Cardíaca É Mesmo um Exemplo de Cardiomiopatia de Fenótipo Hipertrófico?. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260058.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Tonnison de Oliveira. Amiloidose Cardíaca É Mesmo um Exemplo de Cardiomiopatia de Fenótipo Hipertrófico?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260058. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/amiloidose-cardiaca-e-mesmo-um-exemplo-de-cardiomiopatia-de-fenotipo-hipertrofico/>. ISSN 2318-8219

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Almeida GGL, Barbirato GB, Pagnin VQ, Pagnin D, Mesquita CT. Transtorno Depressivo Maior e Qualidade de Vida em Pacientes Com Doença Arterial Coronariana Avaliados por Cintilografia de Perfusão do Miocárdio. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260048.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Almeida, Guilherme Gonçais Lopes; Barbirato, Gustavo B.; Pagnin, Valéria de Queiroz; Pagnin, Daniel; Mesquita, Cláudio Tinoco. Transtorno Depressivo Maior e Qualidade de Vida em Pacientes Com Doença Arterial Coronariana Avaliados por Cintilografia de Perfusão do Miocárdio. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260048, jul. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Almeida, G. G. L., Barbirato, G. B., Pagnin, V. Q., Pagnin, D., & Mesquita, C. T. (2026). Transtorno Depressivo Maior e Qualidade de Vida em Pacientes Com Doença Arterial Coronariana Avaliados por Cintilografia de Perfusão do Miocárdio. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260048.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Almeida, Guilherme Gonçais Lopes and Barbirato, Gustavo B. and Pagnin, Valéria de Queiroz and Pagnin, Daniel and Mesquita, Cláudio Tinoco. Transtorno Depressivo Maior e Qualidade de Vida em Pacientes Com Doença Arterial Coronariana Avaliados por Cintilografia de Perfusão do Miocárdio. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260048. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/transtorno-depressivo-maior-e-qualidade-de-vida-em-pacientes-com-doenca-arterial-coronariana-avaliados-por-cintilografia-de-perfusao-do-miocardio/>. ISSN 2318-8219

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Hassan MA, Alzahrani A, Mhanna M, Abdelkarim O, Bello R, Savoia P, Suksaranjit P, et al. Uma Conexão Oculta: Artéria Circunflexa Esquerda Anômala Originando-se da Artéria Pulmonar Direita Revelada pela Tomografia Computadorizada Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260040.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Hassan, Mubariz Ahmed; Alzahrani, Ashraf; Mhanna, Mohammad; Abdelkarim, Ola; Bello, Rodrigo; Savoia, Paulo; Suksaranjit, Promporn; Delcour, Kimberly. Uma Conexão Oculta: Artéria Circunflexa Esquerda Anômala Originando-se da Artéria Pulmonar Direita Revelada pela Tomografia Computadorizada Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260040, jul. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Hassan, M. A., Alzahrani, A., Mhanna, M., Abdelkarim, O., Bello, R., Savoia, P., Suksaranjit, P., & Delcour, K. (2026). Uma Conexão Oculta: Artéria Circunflexa Esquerda Anômala Originando-se da Artéria Pulmonar Direita Revelada pela Tomografia Computadorizada Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260040.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Hassan, Mubariz Ahmed and Alzahrani, Ashraf and Mhanna, Mohammad and Abdelkarim, Ola and Bello, Rodrigo and Savoia, Paulo and Suksaranjit, Promporn and Delcour, Kimberly. Uma Conexão Oculta: Artéria Circunflexa Esquerda Anômala Originando-se da Artéria Pulmonar Direita Revelada pela Tomografia Computadorizada Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260040. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uma-conexao-oculta-arteria-circunflexa-esquerda-anomala-originando-se-da-arteria-pulmonar-direita-revelada-pela-tomografia-computadorizada-cardiovascular/>. ISSN 2318-8219

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Silva HAGP, Souza AC, Beck A. Como Eu Faço a Avaliação Padronizada da Valva Tricúspide: Uma Análise Contemporânea. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260034.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Halsted Alarcão Gomes Pereira da; Souza, Alexandre Costa; Beck, Adenalva. Como Eu Faço a Avaliação Padronizada da Valva Tricúspide: Uma Análise Contemporânea. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260034, jul. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, H. A. G. P. , Souza, A. C., & Beck, A. (2026). Como Eu Faço a Avaliação Padronizada da Valva Tricúspide: Uma Análise Contemporânea. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260034.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Halsted Alarcão Gomes Pereira da and Souza, Alexandre Costa and Beck, Adenalva. Como Eu Faço a Avaliação Padronizada da Valva Tricúspide: Uma Análise Contemporânea. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260034. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-a-avaliacao-padronizada-da-valva-tricuspide-uma-analise-contemporanea/>. ISSN 2318-8219

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Saeed B, Punnanithinont N, Mansour S, Savoia P, Suksaranjit P. Massas Intracardíacas Recorrentes em Receptor de Transplante Cardíaco Ortotópico. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260031.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Saeed, Bilal; Punnanithinont, Natdanai; Mansour, Shareef; Savoia, Paulo; Suksaranjit, Promporn. Massas Intracardíacas Recorrentes em Receptor de Transplante Cardíaco Ortotópico. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260031, jul. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Saeed, B., Punnanithinont, N., Mansour, S., Savoia, P., & Suksaranjit, P. (2026). Massas Intracardíacas Recorrentes em Receptor de Transplante Cardíaco Ortotópico. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260031.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Saeed, Bilal and Punnanithinont, Natdanai and Mansour, Shareef and Savoia, Paulo and Suksaranjit, Promporn. Massas Intracardíacas Recorrentes em Receptor de Transplante Cardíaco Ortotópico. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260031. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/massas-intracardiacas-recorrentes-em-receptor-de-transplante-cardiaco-ortotopico/>. ISSN 2318-8219

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Alves MSL, Vosgerau LM, Dreckmann MV, Martins RD, Zanlorensi CB, Bonotto EH. Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica das Pressões de Enchimento do Ventrículo Esquerdo: Da Ambiguidade à Precisão com Novas Diretrizes. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260026.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Alves, Marco Stephan Lofrano; Vosgerau, Larissa Maria; Dreckmann, Marcelo Vitola; Martins, Roberto D´Ávila; Zanlorensi, Cláudia Biondo; Bonotto, Eduardo Henrique. Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica das Pressões de Enchimento do Ventrículo Esquerdo: Da Ambiguidade à Precisão com Novas Diretrizes. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260026, jul. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Alves, M. S. L., Vosgerau, L. M., Dreckmann, M. V., Martins, R. D., Zanlorensi, C. B., & Bonotto, E. H. (2026). Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica das Pressões de Enchimento do Ventrículo Esquerdo: Da Ambiguidade à Precisão com Novas Diretrizes. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260026.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Alves, Marco Stephan Lofrano and Vosgerau, Larissa Maria and Dreckmann, Marcelo Vitola and Martins, Roberto D´Ávila and Zanlorensi, Cláudia Biondo and Bonotto, Eduardo Henrique. Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica das Pressões de Enchimento do Ventrículo Esquerdo: Da Ambiguidade à Precisão com Novas Diretrizes. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260026. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-a-avaliacao-ecocardiografica-das-pressoes-de-enchimento-do-ventriculo-esquerdo-da-ambiguidade-a-precisao-com-novas-diretrizes/>. ISSN 2318-8219

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Herrera-Escandón , Morales-Grisales JP, Ayala-Zapata S, Barbosa-Balaguera S, Muriel-Ruiz J, Bravo-Rueda JF, Citelli-Ramírez JE, et al. Concordância Entre a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo por Ecocardiografia pelo Método de Simpson, o Strain Longitudinal Global e a Ressonância Magnética Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20250102.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Herrera-Escandón, Álvaro; Morales-Grisales, Juan Pablo; Ayala-Zapata, Sebastián; Barbosa-Balaguera, Stephany; Muriel-Ruiz, Álvaro José; Bravo-Rueda, Juan Felipe; Citelli-Ramírez, José Eduardo; Osío-Jimenez, Luis Fernando; Benitez-Gómez, Luis Miguel; Ramírez-Estupiñán, Carlos Javier. Concordância Entre a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo por Ecocardiografia pelo Método de Simpson, o Strain Longitudinal Global e a Ressonância Magnética Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20250102, jul. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Herrera-Escandón, , Morales-Grisales, J. P., Ayala-Zapata, S., Barbosa-Balaguera, S., Muriel-Ruiz, J., Bravo-Rueda, J. F., Citelli-Ramírez, J. E., Osío-Jimenez, L. F., Benitez-Gómez, L. M., & Ramírez-Estupiñán, C. J. (2026). Concordância Entre a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo por Ecocardiografia pelo Método de Simpson, o Strain Longitudinal Global e a Ressonância Magnética Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20250102.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Herrera-Escandón, Álvaro and Morales-Grisales, Juan Pablo and Ayala-Zapata, Sebastián and Barbosa-Balaguera, Stephany and Muriel-Ruiz, Álvaro José and Bravo-Rueda, Juan Felipe and Citelli-Ramírez, José Eduardo and Osío-Jimenez, Luis Fernando and Benitez-Gómez, Luis Miguel and Ramírez-Estupiñán, Carlos Javier. Concordância Entre a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo por Ecocardiografia pelo Método de Simpson, o Strain Longitudinal Global e a Ressonância Magnética Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20250102. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/concordancia-entre-a-fracao-de-ejecao-do-ventriculo-esquerdo-por-ecocardiografia-pelo-metodo-de-simpson-o-strain-longitudinal-global-e-a-ressonancia-magnetica-cardiaca/>. ISSN 2318-8219

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Martins JL, Duarte MCMB, Feitosa FGAM, Santos MVC. Cardiotoxicidade por Quimioterapia na População Pediátrica: Que Singularidades Temos no Acompanhamento por Imagem Cardiovascular?. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260044.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Martins, Jéssica Laureano; Duarte, Maria do Carmo Menezes Bezerra; Feitosa, Fabiana Gomes Aragão Magalhães; Santos, Maria Verônica Câmara dos. Cardiotoxicidade por Quimioterapia na População Pediátrica: Que Singularidades Temos no Acompanhamento por Imagem Cardiovascular?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260044, jul. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Martins, J. L., Duarte, M. C. M. B., Feitosa, F. G. A. M., & Santos, M. V. C. (2026). Cardiotoxicidade por Quimioterapia na População Pediátrica: Que Singularidades Temos no Acompanhamento por Imagem Cardiovascular?. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260044.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Martins, Jéssica Laureano and Duarte, Maria do Carmo Menezes Bezerra and Feitosa, Fabiana Gomes Aragão Magalhães and Santos, Maria Verônica Câmara dos. Cardiotoxicidade por Quimioterapia na População Pediátrica: Que Singularidades Temos no Acompanhamento por Imagem Cardiovascular?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260044. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cardiotoxicidade-por-quimioterapia-na-populacao-pediatrica-que-singularidades-temos-no-acompanhamento-por-imagem-cardiovascular/>. ISSN 2318-8219

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Soares FLJ. Hipoplasia das Cúspides da Valva Mitral no Adulto: Função da Imagem Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260046.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Soares, Fábio Luis de Jesus. Hipoplasia das Cúspides da Valva Mitral no Adulto: Função da Imagem Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260046, jul. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Soares, F. L. J. (2026). Hipoplasia das Cúspides da Valva Mitral no Adulto: Função da Imagem Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260046.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Soares, Fábio Luis de Jesus. Hipoplasia das Cúspides da Valva Mitral no Adulto: Função da Imagem Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260046. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hipoplasia-das-cuspides-da-valva-mitral-no-adulto-funcao-da-imagem-cardiovascular/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Pereira MM, Otto MEB, Portela JLP. Impacto do Exercício Isométrico na Mecânica do Ventrículo Esquerdo Avaliada pelo Strain Longitudinal Global e pelo Trabalho Miocárdico em Adultos Saudáveis. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260036.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pereira, Marcio Mendes; Otto, Maria Estefania Bosco; Portela, Juliana Lins da Paz. Impacto do Exercício Isométrico na Mecânica do Ventrículo Esquerdo Avaliada pelo Strain Longitudinal Global e pelo Trabalho Miocárdico em Adultos Saudáveis. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260036, jul. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pereira, M. M., Otto, M. E. B., & Portela, J. L. P. (2026). Impacto do Exercício Isométrico na Mecânica do Ventrículo Esquerdo Avaliada pelo Strain Longitudinal Global e pelo Trabalho Miocárdico em Adultos Saudáveis. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260036.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pereira, Marcio Mendes and Otto, Maria Estefania Bosco and Portela, Juliana Lins da Paz. Impacto do Exercício Isométrico na Mecânica do Ventrículo Esquerdo Avaliada pelo Strain Longitudinal Global e pelo Trabalho Miocárdico em Adultos Saudáveis. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260036. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-do-exercicio-isometrico-na-mecanica-do-ventriculo-esquerdo-avaliada-pelo-strain-longitudinal-global-e-pelo-trabalho-miocardico-em-adultos-saudaveis/>. ISSN 2318-8219

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Barbosa RR, Prando CB, Bianchini VM, Barros LC, Paganini LN, Barros G, Dadalt D, et al. Mixoma Atrial Gigante em Gestante: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260010.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barbosa, Roberto Ramos; Prando, Caio Badiani; Bianchini, Victor Macedo; Barros, Lucas Crespo de; Paganini, Larissa Novaes; Barros, Gracielly; Dadalt, Darlan; Guedes, Sergio Luis Santos; Costa, Vinicius Eduardo Araújo; Tito, Marcus Gustavo; Nery, Tiago Bernardo; Angeli, Marcio Vinicius de Nardi de; Viana, Maria Eduarda Vichi Gomes; Roncato, Mariana Oliveira; Auad, João Paulo Moulin; Oliveira, Guilherme Freitas Fernandes de; Serpa, Renato Giestas; Calil, Osmar Araujo; Barbosa, Luiz Fernando Machado. Mixoma Atrial Gigante em Gestante: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260010, jul. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barbosa, R. R., Prando, C. B., Bianchini, V. M., Barros, L. C. , Paganini, L. N., Barros, G., Dadalt, D., Guedes, S. L. S., Costa, V. E. A., Tito, M. G., Nery, T. B., Angeli, M. V. N. , Viana, M. E. V. G., Roncato, M. O., Auad, J. P. M., Oliveira, G. F. F. , Serpa, R. G., Calil, O. A., & Barbosa, L. F. M. (2026). Mixoma Atrial Gigante em Gestante: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260010.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barbosa, Roberto Ramos and Prando, Caio Badiani and Bianchini, Victor Macedo and Barros, Lucas Crespo de and Paganini, Larissa Novaes and Barros, Gracielly and Dadalt, Darlan and Guedes, Sergio Luis Santos and Costa, Vinicius Eduardo Araújo and Tito, Marcus Gustavo and Nery, Tiago Bernardo and Angeli, Marcio Vinicius de Nardi de and Viana, Maria Eduarda Vichi Gomes and Roncato, Mariana Oliveira and Auad, João Paulo Moulin and Oliveira, Guilherme Freitas Fernandes de and Serpa, Renato Giestas and Calil, Osmar Araujo and Barbosa, Luiz Fernando Machado. Mixoma Atrial Gigante em Gestante: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260010. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mixoma-atrial-gigante-em-gestante-relato-de-caso/>. ISSN 2318-8219

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Calvilho Júnior AA. Avaliação Ecocardiográfica da Disfunção Diastólica em Situações Especiais. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260029.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Calvilho Júnior, Antonio Amador. Avaliação Ecocardiográfica da Disfunção Diastólica em Situações Especiais. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260029, jul. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Calvilho Júnior, A. A. (2026). Avaliação Ecocardiográfica da Disfunção Diastólica em Situações Especiais. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260029.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Calvilho Júnior, Antonio Amador. Avaliação Ecocardiográfica da Disfunção Diastólica em Situações Especiais. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260029. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-ecocardiografica-da-disfuncao-diastolica-em-situacoes-especiais/>. ISSN 2318-8219

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