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  2. Palavra-chave: Fração de Ejeção
Como Eu Faço a Avaliação da Função Atrial Esquerda: Da Jornada Básica à Rigidez Atrial
ABCIC
Review Article

Como Eu Faço a Avaliação da Função Atrial Esquerda: Da Jornada Básica à Rigidez Atrial

Halsted Alarcão Gomes Pereira da Silva et al. Helder Moura Gomes Alexandre Costa Souza

Resumo

O átrio esquerdo (AE) foi historicamente considerado uma câmara passiva de condução do fluxo sanguíneo entre as veias pulmonares e o ventrículo esquerdo (VE). Avanços no entendimento da fisiologia cardiovascular e nas técnicas de imagem evidenciaram seu papel ativo na modulação do débito cardíaco, na função diastólica ventricular e na estratificação das diversas cardiopatias. A avaliação do AE evoluiu ao longo dos anos para uma abordagem funcional multiparamétrica, consolidando se como componente essencial do exame ecocardiográfico moderno. A incorporação sistemática de parâmetros volumétricos, strain atrial e rigidez atrial permite caracterização mais precisa da fisiopatologia cardiovascular e aprimora a estratificação prognóstica, sustentando decisões clínicas mais embasadas.

  • Fração de Ejeção
  • Strain, Átrio esquerdo
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27/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260070
ABCHF
Research Letter

Quando Pensar em Insuficiência Cardíaca Avançada no Paciente com Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada?

Miguel Morita Fernandes-Silva et al. Fabiana G. Marcondes-Braga

Contribuição dos autores

Redação do manuscrito e Revisão crítica do manuscrito quanto ao conteúdo intelectual importante: Fernandes-Silva MM, Marcondes-Braga FG.

[…]

  • Fração de Ejeção
  • Insuficiência Cardíaca
  • Insuficiência Cardíaca Avançada
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29/06/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220037 Visualizações 1
Figura 1
ABCHF
Viewpoint

Inibidores do SGLT2 e Sacubitril-Valsartana: Como os Resultados de Estudos Clínicos Revolucionarão o Tratamento da IC com Fração de Ejeção Levemente Reduzida

Miguel Morita Fernandes-Silva

A fração de ejeção (FE) do ventrículo esquerdo é um parâmetro central no manejo da insuficiência cardíaca (IC), sendo um biomarcador crucial de avaliação prognóstica e decisão terapêutica. Os pacientes com IC são classificados em diferentes categorias de acordo com a FE. Apesar de o conceito de FE “normal” ter sido introduzido há quatro décadas, os valores de corte para FE normal e anormal têm sofrido variações consideráveis ao longo do tempo. Em 2016, as diretrizes de IC da European Society of Cardiology definiram IC com FE reduzida (ICFER) como pacientes com valores de FE abaixo de 40%, enquanto a IC com FE preservada (ICFEP) foi definida como FE igual ou acima de 50%. Para preencher a lacuna entre as duas categorias, foi introduzido o termo IC com FE intermediária. Mais recentemente, as diretrizes consideraram mais apropriado renomear essa categoria para IC com FE levemente reduzida (ICFELR). , Por que a classificação baseada na FE mudou consideravelmente nos últimos anos e como isso pode afetar o tratamento da IC?

Na década de 1980, os desenhos dos primeiros estudos de IC utilizavam os pontos de corte da FE para selecionar pacientes com pior prognóstico como uma estratégia de enriquecimento, isto é, selecionavam pacientes com base em um biomarcador que melhora a eficiência do desenho. Visto que pacientes com FE mais baixa apresentam pior prognóstico e, portanto, taxas mais altas de eventos, um tamanho amostral relativamente pequeno seria suficiente para detectar um efeito. Esses estudos utilizavam pontos de corte da FE que variavam de < 45 a < 25% ( ) e eram extremamente bem-sucedidos na identificação de terapias eficazes. Em geral, os estudos que utilizavam pontos de corte da FE < 40% consistentemente identificavam medicamentos e dispositivos para o tratamento de IC que melhoravam os desfechos.

[…]

  • Antagonista do Receptor Mineralocorticoide
  • Betabloqueador
  • Fração de Ejeção
  • Inibidor da Enzima Conversora de Angiotensina
  • Inibidor do Cotransportador de Sódio-glicose 2
  • Inibidor dos Receptores de Angiotensina-neprilisina
  • Insuficiência Cardíaca
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220013 Visualizações 1
Insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal: novos critérios diagnósticos e avanços fisiopatológicos
ABC
Revisão

Insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal: novos critérios diagnósticos e avanços fisiopatológicos

Evandro Tinoco Mesquita et al. Antonio José Lagoeiro Jorge

A insuficiência cardíaca (IC) é uma complexa síndrome cardiovascular com elevada prevalência, sendo que seu quadro clínico frequentemente é associado à dilatação do ventrículo, à diminuição da contratilidade e à reduzida fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FE). Porém, nas últimas duas décadas, estudos têm mostrado que muitos pacientes com sintomas e sinais de IC apresentam FE normal (maior que 50%). A grande dificuldade dos médicos estaria na identificação desses pacientes que apresentam insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal (ICFEN). Esta dificuldade parece estar relacionada principalmente a alta complexidade da síndrome e a falta de um método padrão para confirmar ou excluir o diagnóstico, que pudesse ser utilizado rotineiramente na prática clínica. Diferentemente da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFER), em que um único parâmetro – a FE menor que 50% – confirma o diagnóstico da síndrome, na ICFEN diferentes índices diastólicos têm sido empregados para caracterizar a presença ou não da disfunção diastólica (DD). Esta revisão tem o propósito de mostrar novos conceitos relacionados à função diastólica que irão auxiliar no entendimento da fisiopatologia cardiovascular presente na ICFEN. O presente trabalho tem também o objetivo de discutir a nova diretriz da Sociedade Européia de Cardiologia para o diagnóstico e exclusão da ICFEN, baseada nos índices de função cardíaca obtidos pelo ecocardiograma com Doppler tecidual (EDT) e na dosagem do peptídeo natriurético.

  • Diástole
  • ecodoppler tecidual
  • Fração de Ejeção
  • Insuficiência Cardíaca
  • Sístole
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13/10/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000800018
Capacidade funcional máxima, fração de ejeção e classe funcional na cardiomiopatia chagásica: existe relação entre estes índices?
ABC
Artigo Original

Capacidade funcional máxima, fração de ejeção e classe funcional na cardiomiopatia chagásica: existe relação entre estes índices?

Charles Mady et al. Vera Maria Cury Salemi Barbara Maria Ianni Felix José Alvarez Ramires Edmundo Arteaga

OBJETIVO: Avaliar a potencial associação entre a capacidade funcional máxima (VO2max), fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) e a classe funcional (CF) pela NYHA em pacientes com cardiomiopatia chagásica. MÉTODOS: Foram estudados 104 homens, com idade média de 40.3± 9.0 anos (variação: de 18 a 65), com diagnóstico estabelecido de cardiomiopatia chagásica. A FEVE e VO2max foram classificadas em três categorias: FEVE <0.30, 0.30< FEVE 0.50 e VO2max <10, 10<VO2max 20 ml.kg-1.min-1, respectivamente. RESULTADOS: Do total, 31 (29.8%) pacientes estavam em CF II, 41 (39.4%) em classe funcional III, e 32 (30.8%) em CF IV. Os valores correspondentes do VO2max e da FEVE para CF II, III e IV foram 21.5±4.0 ml.kg-1.min-1, 18.3±5.8 ml.kg-1.min-1 e 14.7±4.9 ml.kg-1.min-1 e 0.50±0.6, 0.35±0.9 e 0.29±0.7, respectivamente. FEVE <0.30 e VO2max 0.50 como também VO2max >20 ml.kg-1.min-1. CONCLUSÃO: Existe uma boa associação entre a classe funcional, a capacidade funcional máxima e a fração de ejeção do ventrículo esquerdo em pacientes com cardiomiopatia chagásica. Dados que podem ser úteis no manuseio da insuficiência cardíaca, em chagásicos.

  • capacidade funcional máxima
  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Classe funcional
  • Fração de Ejeção
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09/03/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005000200011 Visualizações 2

Como citar este artigo

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Silva HAGP, Gomes HM, Souza AC. Como Eu Faço a Avaliação da Função Atrial Esquerda: Da Jornada Básica à Rigidez Atrial. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260070.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Halsted Alarcão Gomes Pereira da; Gomes, Helder Moura; Souza, Alexandre Costa. Como Eu Faço a Avaliação da Função Atrial Esquerda: Da Jornada Básica à Rigidez Atrial. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260070, jul. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, H. A. G. P. , Gomes, H. M., & Souza, A. C. (2026). Como Eu Faço a Avaliação da Função Atrial Esquerda: Da Jornada Básica à Rigidez Atrial. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260070.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Halsted Alarcão Gomes Pereira da and Gomes, Helder Moura and Souza, Alexandre Costa. Como Eu Faço a Avaliação da Função Atrial Esquerda: Da Jornada Básica à Rigidez Atrial. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260070. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-a-avaliacao-da-funcao-atrial-esquerda-da-jornada-basica-a-rigidez-atrial/>. ISSN 2318-8219

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Fernandes-Silva MM, Marcondes-Braga FG. Quando Pensar em Insuficiência Cardíaca Avançada no Paciente com Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada?. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy 2022;2(2):214-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fernandes-Silva, Miguel Morita; Marcondes-Braga, Fabiana G.. Quando Pensar em Insuficiência Cardíaca Avançada no Paciente com Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada?. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, v. 2, n. 2, p. 214-217, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fernandes-Silva, M. M., & Marcondes-Braga, F. G. (2022). Quando Pensar em Insuficiência Cardíaca Avançada no Paciente com Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada?. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, 2(2), 214-217.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fernandes-Silva, Miguel Morita and Marcondes-Braga, Fabiana G.. Quando Pensar em Insuficiência Cardíaca Avançada no Paciente com Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada?. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy [online]. 2022, vol. 2, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 214-217. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/quando-pensar-em-insuficiencia-cardiaca-avancada-no-paciente-com-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-preservada/>

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Fernandes-Silva MM. Inibidores do SGLT2 e Sacubitril-Valsartana: Como os Resultados de Estudos Clínicos Revolucionarão o Tratamento da IC com Fração de Ejeção Levemente Reduzida. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):67-71.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fernandes-Silva, Miguel Morita. Inibidores do SGLT2 e Sacubitril-Valsartana: Como os Resultados de Estudos Clínicos Revolucionarão o Tratamento da IC com Fração de Ejeção Levemente Reduzida. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 67-71, abr. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fernandes-Silva, M. M. (2022). Inibidores do SGLT2 e Sacubitril-Valsartana: Como os Resultados de Estudos Clínicos Revolucionarão o Tratamento da IC com Fração de Ejeção Levemente Reduzida. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 67-71.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fernandes-Silva, Miguel Morita. Inibidores do SGLT2 e Sacubitril-Valsartana: Como os Resultados de Estudos Clínicos Revolucionarão o Tratamento da IC com Fração de Ejeção Levemente Reduzida. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 67-71. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/inibidores-do-sglt2-e-sacubitril-valsartana-como-os-resultados-de-estudos-clinicos-revolucionarao-o-tratamento-da-ic-com-fracao-de-ejecao-levemente-reduzida/>

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mesquita ET, Jorge AJL. Insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal: novos critérios diagnósticos e avanços fisiopatológicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;93(2):180-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mesquita, Evandro Tinoco; Jorge, Antonio José Lagoeiro. Insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal: novos critérios diagnósticos e avanços fisiopatológicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 2, p. 180-187, out. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mesquita, E. T., & Jorge, A. J. L. (2009). Insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal: novos critérios diagnósticos e avanços fisiopatológicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(2), 180-187.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mesquita, Evandro Tinoco and Jorge, Antonio José Lagoeiro. Insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal: novos critérios diagnósticos e avanços fisiopatológicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 93, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 180-187. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-normal-novos-criterios-diagnosticos-e-avancos-fisiopatologicos/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mady C, Salemi VMC, Ianni BM, Ramires FJA, Arteaga E. Capacidade funcional máxima, fração de ejeção e classe funcional na cardiomiopatia chagásica: existe relação entre estes índices?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;84(2):152-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mady, Charles; Salemi, Vera Maria Cury; Ianni, Barbara Maria; Ramires, Felix José Alvarez; Arteaga, Edmundo. Capacidade funcional máxima, fração de ejeção e classe funcional na cardiomiopatia chagásica: existe relação entre estes índices?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 84, n. 2, p. 152-155, mar. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mady, C., Salemi, V. M. C., Ianni, B. M., Ramires, F. J. A., & Arteaga, E. (2005). Capacidade funcional máxima, fração de ejeção e classe funcional na cardiomiopatia chagásica: existe relação entre estes índices?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 84(2), 152-155.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mady, Charles and Salemi, Vera Maria Cury and Ianni, Barbara Maria and Ramires, Felix José Alvarez and Arteaga, Edmundo. Capacidade funcional máxima, fração de ejeção e classe funcional na cardiomiopatia chagásica: existe relação entre estes índices?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 84, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 152-155. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/capacidade-funcional-maxima-fracao-de-ejecao-e-classe-funcional-na-cardiomiopatia-chagasica-existe-relacao-entre-estes-indices/>. ISSN 0066-782X

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