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  4. 2024, Volume 37, Número 3
Figura 1
Review Article

Novas Perspectivas das Adaptações na Função Atrial Esquerda em Atletas

Rômulo Leal Almeida et al. Maria do Socorro Brasileiro Santos Isabelle Adjanine Borges de Lima Eduardo Porto dos Santos … Stephanney Karolinne Mercer Souza Freitas de Moura Marcelo Tavares Amilton da Cruz Santos

Resumo

Em atletas de alta performance, principalmente aqueles que praticam esportes de resistência com treinos de alta intensidade e longa duração, o coração sofre alterações elétricas, funcionais e estruturais, aumentando a probabilidade de arritmias ventriculares e atriais. Sabe-se que esses atletas possuem aumento do diâmetro e do volume indexado do átrio esquerdo (AE), entretanto, os efeitos dessas alterações na função atrial ainda não estão totalmente esclarecidos. A mecânica do AE envolve três funções: 1) função de reservatório, caracterizada pelo armazenamento do retorno venoso proveniente das veias pulmonares, que ocorre durante a sístole ventricular; 2) função de conduto, representada pelo enchimento passivo do ventrículo esquerdo (VE); e 3) função contrátil, expressa pela contração atrial. Recentemente, a análise da função do átrio por meio da deformação miocárdica, utilizando a técnica de speckle tracking, vem sendo utilizada cada vez mais e contribuindo para a compreensão da mecânica atrial. Atletas de resistência apresentam maiores adaptações atriais, como um maior diâmetro e volume do AE, provavelmente provocado pelo aumento repetitivo e sustentado da pré-carga de esforço, a fim de atender a demanda do débito cardíaco durante o treinamento de alta intensidade. Além do aumento do AE, estudos têm demonstrado redução da função de reservatório em atletas, quando comparados ao grupo controle. Deste modo, acreditamos que estes achados podem contribuir para melhor estratificação de pacientes com maior risco de desenvolver fibrilação atrial (FA). Por fim, entendemos que são necessários mais estudos para um melhor entendimento sobre a relação dose-resposta entre exercício e função atrial esquerda.

  • Atletas
  • ecocardiografia
  • Função Atrial
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01/10/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240077 Visualizações 1
Figura 1
Review Article

Oclusão Percutânea do Apêndice Atrial Esquerdo

Lucas Velloso Dutra et al. Arthur Cortez Gonçalves Bruna Morhy Borges Leal Assunção Jairo Alves Pinheiro Junior

Resumo

A oclusão percutânea de apêndice atrial esquerdo (AAE) é uma alternativa à anticoagulação oral para pacientes com fibrilação atrial (FA) ou flutter, com risco elevado para eventos cardioembólicos, porém com histórico ou risco elevado de sangramento. Nos últimos anos, têm sido desenvolvidas novas gerações de dispositivos oclusores, que, somadas à maior experiência dos operadores, tornaram o procedimento seguro quando bem indicado. O estudo ecocardiográfico transesofágico tem papel central na avaliação da morfologia do AAE, seleção do tamanho dos dispositivos, assim como no monitoramento com imagem durante o procedimento cardiovascular estrutural.

  • Fibrilação Atrial
  • Oclusão Coronária
  • Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo
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01/10/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240060 Visualizações 1
Função Ventricular Esquerda e Análise da Deformação Longitudinal Miocárdica em Pacientes com Doença de Chagas: Série de Casos e Revisão Sistemática da Literatura
Original Article

Função Ventricular Esquerda e Análise da Deformação Longitudinal Miocárdica em Pacientes com Doença de Chagas: Série de Casos e Revisão Sistemática da Literatura

José Victor da Nóbrega Borges et al. Samira Abdel Correia Leila Manuella Guedes da Nóbrega Machado Kiran Sooraj Thirukonda Jegadeesh Babu … Karma Jashvantbhai Patel Kavya Hiteshkumar Shah Mahitha Reddy Takkasila Abdul Majid Shaik Muhammad Ahmed Shaikh Ninad Khandekar Sahithi Burra

Resumo

Introdução:

Disfunção ventricular esquerda como preditor independente de mortalidade na doença de Chagas. A deformação longitudinal global (DLG) é uma modalidade ecocardiográfica emergente com possível valor incremental na detecção precoce de envolvimento cardíaco.

Objetivo:

Comparar a função ventricular esquerda com múltiplos parâmetros ecocardiográficos entre pacientes com formas indeterminadas e crônicas de Chagas, e realizar uma revisão da literatura.

Metodologia:

Neste estudo observacional, 11 pacientes com diagnóstico confirmado de doença de Chagas foram avaliados. Os indivíduos foram distribuídos da seguinte forma: cinco com as formas indeterminadas e seis com as formas crônicas. A avaliação ecocardiográfica convencional foi acompanhada pela medida da DLG.

Resultados:

A média da fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) foi de 33 ± 2,88 e a DLG média do ventrículo esquerdo foi de −10,76 ± 2,20 na forma crônica, em comparação com 57,80 ± 6,49 e −17,34 ± 3,82, respectivamente no grupo indeterminado. A contratilidade foi reduzida em segmentos das paredes inferior, inferoseptal e ântero-septal em ambos os grupos. Essas alterações segmentares no grupo indeterminado podem ser atribuídas ao dano miocárdico precoce por inflamação e fibrose, mesmo antes de uma disfunção ventricular esquerda significativa se tornar evidente.

Conclusão:

A análise da deformação longitudinal na forma indeterminada tem potencial valor incremental à análise convencional da fração de ejeção quando comparada a pacientes com cardiomiopatia chagásica crônica, principalmente com a análise segmentar individual, mas o impacto e o significado clínico dessas técnicas ainda são desconhecidos.

  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Deformação Longitudinal Global
  • Função Ventricular Esquerda
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01/10/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240053 Visualizações 1
Figura 1
Relato de Caso

Valvulite Aórtica na Síndrome Hipereosinofílica: Relato de Caso

Mariano Gaston Bergier et al. Rocío Blanco Santiago Decotto Anibal Arias

Introdução

As síndromes hipereosinofílicas são caracterizadas pela produção excessiva e sustentada de eosinófilos, que podem infiltrar diversos órgãos e liberar toxinas que danificam os tecidos. As causas do aumento de eosinófilos incluem: 1) causas primárias ou neoplásicas (por exemplo, neoplasia de células-tronco, mieloide ou de eosinófilos, e distúrbios clonais); 2) causas secundárias ou reativas (por exemplo, infecções parasitárias, tumores sólidos e linfomas de células T); 3) causas idiopáticas: parte de síndromes específicas (p. ex., Churg-Strauss); e 4) hipereosinofilia de significado desconhecido, quando não há dano orgânico.

Ao se discutir especificamente as síndromes reumáticas, a mais comum é a granulomatose eosinofílica com poliangiite, anteriormente conhecida como síndrome de Churg-Strauss. Essa vasculite afeta artérias de pequeno e médio calibre, atingindo principalmente a pele e os pulmões. No entanto, trata-se de um distúrbio multissistêmico que pode afetar também os rins, o coração e o sistema nervoso. Essa condição é frequentemente associada à rinossinusite crônica, asma e eosinofilia. Os anticorpos ANCA geralmente estão presentes, exceto nos casos em que o coração está envolvido. Nessas situações, os anticorpos ANCA geralmente são negativos, mas a contagem de eosinófilos permanece elevada. Sempre que possível, o diagnóstico deve ser confirmado por biópsia endomiocárdica.,

[…]

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Síndrome Hipereosinofílica
  • Valvopatia Aórtica
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20/09/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240055 Visualizações 1
Elastografia Hepática na Avaliação Complementar da Insuficiência Cardíaca
Review Article

Elastografia Hepática na Avaliação Complementar da Insuficiência Cardíaca

Diane Xavier de Ávila et al. Humberto Villacorta Evandro Tinoco Mesquita

Resumo

A elastografia hepática (EH) avalia as consequências sistêmicas da insuficiência cardíaca (IC). Este método pode auxiliar na avaliação prognóstica dos portadores de IC. A IC pode afetar de forma secundária a função de vários órgãos e sistemas, notadamente o hepático, mediante congestão venosa. O objetivo deste artigo é mostrar, através de uma revisão narrativa, a importância da EH na avaliação complementar da IC. As consequências hepáticas na doença cardíaca, por vezes, se mostram silenciosas, sem grandes alterações no exame físico e/ou em exames laboratoriais. Nesse contexto, a EH demonstrou ser um método não invasivo recomendável para a mensuração do dano hepático causado pela IC.

  • Cirrose Hepática
  • Fígado Gorduroso
  • Insuficiência Cardíaca
  • Técnicas de Imagem por Elasticidade
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20/09/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240057 Visualizações 2
Figura 1
Review Article

Como Eu Faço o Método PISA EROA na Regurgitação Mitral: Uma Revisão Crítica

Nicolas Merke

Resumo

É importante se manter humilde na ecocardiografia, mas também confiante. A regurgitação da válvula mitral (RM) é a doença cardíaca valvular mais comum. Para orientar a terapia adequada, é fundamental seguir e aplicar as ferramentas ecocardiográficas recomendadas pelas diretrizes. O método de convergência de fluxo, que calcula a área efetiva do orifício regurgitante e o volume regurgitante, desempenha um papel central na investigação diagnóstica, sendo amplamente utilizado por ecocardiografistas e ultrassonografistas. Somente mediante conhecimento da aplicação correta, e evitando seus riscos, podemos garantir valores abrangentes e plausíveis. Esta revisão crítica mostrará detalhadamente todos os momentos críticos da aplicação do método PISA EROA.

  • Doenças das Valvas Cardíacas
  • Insuficiência da Valva Mitral
  • Risco
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13/09/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240061 Visualizações 1
Figura 1
Relato de Caso

A Amiloidose Cardíaca Transtirretina do Tipo Selvagem Ainda e Considerada uma Doença Rara?

Luis Enrique Sanchez Siancas

Resumo

A amiloidose cardíaca por transtirretina (TTR) era considerada uma doença rara, com prognóstico ruim devido à falta de tratamento efetivo e à detecção desafiadora. Isso mudou nos últimos anos, com um aumento na prevalência e incidência da doença devido a um melhor reconhecimento da doença, à disponibilidade de novos métodos diagnósticos e aos tratamentos modificadores da doença. Apresentamos o caso de um paciente do sexo masculino de 62 anos, com sinais e sintomas de insuficiência cardíaca associada a envolvimento do sistema nervoso periférico e disfunção autonômica. O uso de ecocardiograma transtorácico, ressonância magnética cardíaca, cintilografia cardíaca, análise de cadeias leves no sangue e teste genético possibilitou o diagnóstico de amiloidose por TTR (ATTR) do tipo selvagem (ATTRs).

  • Amiloidose
  • Doenças raras
  • Pré-Albumina
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13/09/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240050 Visualizações 2
Figura 1
Review Article

Como eu Faço Ecocardiograma Focado em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal – Fundamental?

Alessandro Cavalcanti Lianza et al. Samira Saady Morhy

Resumo

Com o avanço tecnológico, o exame físico não é mais suficiente para uma avaliação mais assertiva de pacientes criticamente enfermos, principalmente em reécm-nascidos prematuros onde os sinais clínicos podem não ser interpretados de forma objetiva. Desta forma, há um grande interesse no treinamento de médicos neonatologistas para sua realização, determinando que os grandes centros mundiais já o façam de forma permanente nos seus programas de residência e educação médica continuada. O presente artigo de revisão trata da nossa experiência no ensino do ecocardiograma focado institucional.

  • Ecocardiograma
  • Recém-Nascido
  • Unidades de Terapia Intensiva Neonatal
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13/09/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240039
Figura 1
Review Article

Como Eu Faço Disfunção das Próteses Valvares: Qual o Papel da Tomografia?

Jorge Andion Torreão

Resumo

A prevalência de doença valvar cardíaca permanece significativa globalmente, assim como a consequente interposição de dispositivos de substituição valvar. Atualmente, contamos com próteses valvares mecânicas (PVM), próteses valvares biológicas (PVB) e próteses valvares de implante transcateter (THV). A tomografia apresenta excelente resolução espacial e destacada participação no fluxo de diagnóstico complementar nas disfunções das próteses valvares. A tomografia computadorizada (TC) permite a adequada visualização de calcificação/espessamento dos folhetos (biológicas) ou movimentação e angulação discos (mecânicas), desempenhando papel fundamental no diagnóstico de pannus e/ou trombo, assim como na caracterização das complicações paravalvares (deiscência, fistula, “leak“, abscesso, pseudoaneurisma). Por fim, a TC tem papel bem estabelecido como ferramenta necessária para o planejamento de intervenções percutâneas (valve-in-valve [VIV]) ou cirúrgicas na substituição de próteses biológicas disfuncionais (Figura Central).

  • Doenças das Valvas Cardíacas
  • Implante de Prótese de Valva Cardíaca
  • Tomografia Computadorizada de Emissão
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13/09/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240041 Visualizações 1
Figura 1
Artigo Original

Novo Preditor de Arritmia Ventricular Após Ablação Septal Alcoólica: Espessura da Parede Inferolateral Pré-Operatória

Ahmet Anıl Başkurt et al. Ayşe Çolak Zeynep Kumral Reşit Yiğit Yılancıoğlu … Hüseyin Dursun Oğuzhan Ekrem Turan Ebru Özpelit Emin Evren Özcan Özer Badak Özhan Göldeli

Resumo

Introdução:

Foram identificados preditores de arritmias e morte cardíaca súbita em pacientes com cardiomiopatia hipertrófica (CMH). No entanto, não foram validados após ablação septal alcoólica (ASA), uma vez que há uma escassez de dados sobre a predição da ocorrência de arritmia após o procedimento.

Objetivos:

Analisar retrospectivamente pacientes submetidos à ASA e determinar os preditores de arritmia ventricular pós-operatória.

Pacientes e Metodologia:

Um total de 53 pacientes consecutivos com CMH, submetidos ao procedimento de ASA devido à obstrução sintomática da via de saída do ventrículo esquerdo (VSVE), foram inscritos retrospectivamente, apesar do tratamento médico tolerado ao máximo entre janeiro de 2010 e dezembro de 2022. Um valor de p < 0,05 foi considerado estatisticamente significativo.

Resultados:

A idade média dos pacientes foi de 56,45 anos e 55% eram do sexo masculino. Os pacientes foram submetidos à ASA bem-sucedida, com uma média de 1,76 cc de álcool sendo usada. Uma redução de 70,81% foi obtida nos gradientes da VSVE. Nenhum gradiente patológico da VSVE foi observado em nenhum paciente após o procedimento. Durante o acompanhamento pós-procedimento, o bloqueio atrioventricular total foi detectado em 12 pacientes e o implante de cardioversor desfibrilador implantável (CDI) foi realizado nesses pacientes. Quando pacientes com arritmias ventriculares pós ASA bem-sucedida foram comparados com um grupo sem procedimento, o escore de risco de cardiomiopatia hipertrófica de morte cardíaca súbita (HCMSCD) pré-operatório > 6 e a espessura da parede inferolateral do ventrículo esquerdo pré-operatória foram estatisticamente diferentes entre os dois grupos (p: 0,049, p: 0,006, respectivamente). Quando a regressão multilogística foi realizada, a espessura da parede inferolateral do ventrículo esquerdo basal > 15,5 mm foi considerada um fator de risco independente para arritmia ventricular pós ASA (p: 0,027).

Conclusões:

A espessura da parede inferolateral do ventrículo esquerdo é um preditor independente de arritmia ventricular após ASA, podendo ser usada no acompanhamento pós-procedimento do paciente e na tomada de decisão para implantação do CDI.

  • Arritmias Cardíacas
  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • Desfibriladores Implantáveis
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13/09/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240013 Visualizações 4
Figura 1
Review Article

Como Eu Faço Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética Cardiovasculares na Avaliação dos Pseudotumores Cardíacos: uma Breve Revisão

Roberto Vitor Almeida Torres et al. Bruno Maeda Fuzissima Eduardo Kaiser Ururahy Nunes Fonseca Lucas de Pádua Gomes de Farias … Walther Yoshiharu Ishikawa José de Arimatéia Batista Araújo Filho

Resumo

As lesões pseudotumorais cardíacas são condições não neoplásicas que muitas vezes são negligenciadas no diagnóstico diferencial das massas cardíacas. Apresentam quadro clínico variável, podendo ser assintomáticas ou causar complicações como restrição ao enchimento ventricular e obstrução da via de saída. O ecocardiograma é o método de imagem de primeira linha, mas possui limitações como dependência da janela acústica e variabilidade interoperadoras. No entanto, uma abordagem multimodalidade, incluindo TC e RM, é essencial para a busca de um diagnóstico preciso. A TC, com excelente resolução espacial, permite detalhamento anatômico, avaliação de calcificações e gordura intralesionais, além de contribuir para o planejamento terapêutico. A RM é preferida para a caracterização tecidual e diferenciação entre lesões benignas e malignas. Estruturas anatômicas normais, como a valva de Eustáquio e a rede de Chiari, podem ser confundidas com trombos ou tumores, exigindo sua correta identificação. Trombos são comuns em pacientes com fibrilação atrial ou doença valvar mitral, sendo a RM importante para diferenciá-los de neoplasias. Outras condições pseudotumorais incluem vegetação, gossipibomas, calcificação caseosa do anel valvar mitral, hipertrofia lipomatosa do septo interatrial. A integração de modalidades avançadas de imagem cardiovascular é fundamental para o diagnóstico e manejo dessas lesões, otimizando o cuidado dos pacientes.

  • Espectroscopia de Ressonância Magnética
  • Neoplasias Cardíacas
  • Tomografia Computadorizada de Emissão
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29/08/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240044 Visualizações 1
Figura 1
Review Article

Como Eu Faço a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo: Do Bidimensional ao Tridimensional

Lucas Arraes de França et al. Danilo Bora Moleta

Resumo

A ecocardiografia é o método diagnóstico mais usado para aferição de índices de função sistólica do ventrículo esquerdo (VE), permitindo a estimativa rápida, disponível e não invasiva de parâmetros como volumes ventriculares, stroke volume e fração de ejeção. O conhecimento detalhado da técnica é muito importante para estimativa acurada dessas medidas. Também é importante seu refinamento, intimamente associado à experiência do examinador e ao conhecimento dos softwares atuais.

Neste artigo de revisão, será discutido como medir com precisão os volumes do VE e sua fração de ejeção usando técnicas ecocardiográficas bidimensionais e tridimensionais, com dicas e sugestões baseadas nas principais diretrizes de quantificação de câmaras cardíacas americanas e europeias, bem como nos artigos mais recentes da literatura.

  • ecocardiografia
  • Ecocardiografia Tridimensional
  • Volume sistólico
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29/08/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240059
Figura Central
Review Article

Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica na Cardiomiopatia Arritmogênica

Danilo Bora Moleta et al. Cassio Carvalho Soeiro Machado Lucas Arraes de França Marcelo Luiz Campos Vieira

Resumo

A avaliação ecocardiográfica criteriosa do ventrículo direito (VD), embora desafiadora e por vezes negligenciada, é de fundamental importância no diagnóstico de determinadas patologias, tais como a cardiomiopatia arritmogênica (CMA) – doença miocárdica hereditária associada ao desenvolvimento de arritmias ventriculares, insuficiência cardíaca e morte súbita. Este artigo tem o objetivo de revisar os critérios diagnósticos propostos na Task Force de 2010 e as modificações sugeridas pelos critérios de Pádua de 2020, além de ilustrar o uso potencial de técnicas avançadas de ecocardiografia para detecção mais precoce e definição prognóstica.

  • Cardiomiopatias
  • Displasia Arritmogênica Ventricular Direita
  • Taquicardia Ventricular, Morte Súbita Cardíaca, Disfunção Ventricular Direita
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27/08/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240033 Visualizações 2
Figura Central
Review Article

Avaliação Hemodinâmica na Ecocardiografia sob Estresse Físico

Andrea de Andrade Vilela et al. Maria Estefania Otto Gustavo Nishida Jorge Eduardo Assef

Resumo

O ecocardiograma com esforço físico em ciclomaca é uma técnica de grande importância pois provê informações da dinâmica das câmaras cardíacas e da hemodinâmica cardiovascular durante o exercício. Este método possibilita a investigação de diversas causas de dispneia, por meio da análise das pressões de enchimento diastólico e pressão sistólica da artéria pulmonar, identificando os pacientes que apresentam congestão hemodinâmica ao esforço. Recentemente, com a incorporação do ultrassom de pulmão, foi possível agregar o parâmetro de congestão pulmonar com a identificação do aparecimento de linhas “B” durante o exame, sensibilizando o protocolo. Entretanto, o ecocardiograma em ciclomaca ainda é pouco utilizado em nosso meio. Provavelmente, essa realidade se deve, em parte, a necessidade de um treinamento apropriado da equipe médica e enfermagem; além do desconhecimento do método entre a comunidade médica que pouco solicita esse exame para avaliação hemodinâmica e pesquisa de dispnéia aos esforços. Dessa forma, o objetivo do presente documento é não apenas difundir o método, mas também descrever de forma prática e didática o passo a passo da avaliação hemodinâmica do ecocardiograma com estresse físico em ciclomaca. Sugerimos protocolo de fácil aplicabilidade e capaz de distinguir entre os achados de pacientes com hemodinâmica normal daqueles com resposta hemodinâmica inapropriada ao esforço físico. Adicionalmente, dois casos clínicos são relatados com múltiplas imagens e alterações hemodinâmicas, com a descrição da correta interpretação dos achados para melhor compreensão do método e de sua capacidade diagnóstica.

  • ecocardiografia
  • Estresse Diastólico
  • Estresse Fisico
  • Hemodinâmica
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27/08/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240049 Visualizações 1
Figura 1
Relato de Caso

Teratoma Intrapericárdico Fetal: Desafio Diagnóstico e Terapêutico

Marcia Ferreira Alves Barberato et al. Rodrigo Ferreira Alves Barberato Fernanda Ferreira Alves Barberato Silvio Henrique Barberato

Introdução

Os tumores cardíacos primários são raros em todos os grupos etários, admitindo-se incidência de 0,002% a 0,3% em séries de autópsias. No período pré-natal, os tumores cardíacos são bastante incomuns e podem ser achados incidentais em avaliação ecográfica de rotina, o que se tornou mais frequente com a ampla utilização dos métodos de imagem nas últimas décadas. A ecocardiografia fetal é a principal ferramenta para o diagnóstico detalhado da anatomia e função cardíaca desde o final do primeiro trimestre até o termo., Em vida fetal, os tumores mais encontrados são os primários benignos, que incluem os rabdomiomas (os mais frequentes), além de teratomas, fibromas, hemangiomas e mixomas. O achado de tumores primários malignos (como o rabdomiossarcomas e fibrossarcomas) ou metastáticos é excepcional. No feto, os tumores cardíacos podem ser assintomáticos ou cursar com complicações, tais como arritmias, hidropisia, obstrução dos fluxos de entrada ou saída dos ventrículos, insuficiência cardíaca e óbito.

Os teratomas, embora usualmente benignos, podem ter origem embrionária em uma ou mais das 3 lâminas germinativas, o que determina histologia complexa, com a possibilidade de áreas simultâneas de tecido maduro e imaturo. Os teratomas intrapericárdicos são tumores de baixa incidência, mas que frequentemente invadem mediastino e comprimem estruturas adjacentes, levando ao óbito. Apresentamos um caso de teratoma intrapericárdico diagnosticado em um feto de 22 semanas de gestação.

[…]

  • Derrame Pericárdico
  • Diagnóstico Pré-Natal
  • ecocardiografia
  • Teratoma
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27/08/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240065 Visualizações 1
Figura Central
Review Article

Como Eu Faço o Ecocardiograma para o Diagnóstico de Amiloidose

Liria Lima Maria da Silva et al. Andrea de Andrade Vilela Antonio Tito Paladino Filho Jorge Eduardo Assef

Resumo

A amiloidose cardíaca (AC) é uma doença multissistêmica e infiltrativa, caracterizada pelo depósito de proteínas insolúveis conhecidas como fibrilas de amiloide no interstício (espaço extracelular) de diferentes tecidos, como coração, sistema nervoso, trato gastrointestinal e olhos. No coração, caracteriza-se por aumento progressivo da espessura miocárdica, evoluindo para um padrão restritivo.

Atualmente, apresenta diagnóstico cada vez mais frequente, provavelmente decorrente de maior informação sobre o tema associada aos avanços dos métodos diagnósticos e das terapias modificadoras do curso evolutivo da doença. O ecocardiograma é o exame de primeira linha para o rastreio diagnóstico, acompanhamento e diferenciação com outras fenocópias.

  • Amiloidose
  • Deformação Longitudinal Global
  • ecocardiografia
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27/08/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240056 Visualizações 1
Figura 1
Review Article

Como Eu Faço Ecocardiograma sob Estresse em Ciclomaca: É a Melhor Modalidade para o Brasil?

Carolina Stangenhaus et al. Fernando Rodrigues da Camara Oliveira Adriana Cordovil

Introdução

O ecocardiograma sob estresse físico é um método consagrado no diagnóstico e prognóstico de doença arterial coronariana.– Comparado ao ecocardiograma sob estresse farmacológico, é fisiológico, não depende de venóclise e é isento de efeitos colaterais. O exercício físico preserva a resposta eletromecânica normal e fornece informações prognósticas valiosas sobre o estado funcional do paciente. Assim, o estresse físico é o teste de escolha para avaliar isquemia miocárdica em pacientes capazes de se exercitar. As principais diferenças entre os métodos estão expostas na .

Os meios mais utilizados no método são esteira ergométrica e cicloergômetro (bicicleta ergométrica ou ciclomaca). O ecocardiograma realizado durante esforço físico em bicicleta oferece vantagem em relação à esteira ergométrica por permitir a obtenção das imagens em tempo real, e não após o exercício. A monitorização contínua da contratilidade miocárdica permite definir o exato momento, isto é, com qual frequência cardíaca ocorre a alteração em pacientes com teste positivo. Se tal alteração ocorre em baixas frequências cardíacas ou baixo duplo-produto, infere-se a presença de estenose coronariana severa ou doença multiarterial, informações prognósticas preciosas. A ciclomaca oferece vantagens em relação à bicicleta supina devido à sua estrutura, que consiste em um acoplamento do sistema cicloergômetro à uma maca, onde o paciente pode deitar-se ou sentar-se para pedalar enquanto o médico adquire as imagens.

[…]

  • Doença da Artéria Coronariana
  • ecocardiografia
  • Exercício Físico
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26/08/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240042 Visualizações 2
Figura Central
Review Article

Como Eu Faço o Doppler Transcraniano Combinado ao Ecocardiograma Transtorácico e Transesofágico para Pesquisa de FOP

Gracielly Barros et al. Patrick Ventorim Costa

Resumo

Este artigo de revisão explora o uso combinado do Doppler Transcraniano (DTC) com ecocardiograma transtorácico (ETT) e transesofágico (ETE) para investigar o Forame Oval Patente (FOP), uma condição encontrada em cerca de 25-27% da população adulta. O FOP é um remanescente da circulação fetal e a causa mais comum de shunt interatrial. Está associado a complicações clínicas como síndrome de platipneia-ortodeóxia, apneia do sono obstrutiva, enxaqueca e acidente vascular cerebral (AVC).

A avaliação do FOP é geralmente realizada por meio de ETT e ETE, mas o DTC, um método de alta sensibilidade e menos utilizado, também é importante. O DTC detecta shunts de forma indireta em pacientes acordados e utiliza o escore de graduação de sinais microembólicos (MES) para classificar a gravidade do shunt. A técnica envolve a injeção de uma solução de contraste na veia antecubital durante a manobra de Valsalva, onde o aparecimento de microbolhas nos primeiros ciclos cardíacos indica um shunt intracardíaco.

Relato de caso que ilustra a eficácia do DTC no rastreamento inicial de um paciente com suspeita de FOP, utilizando ETT, DTC e ETE. A conclusão destaca o papel crucial do DTC como uma ferramenta diagnóstica, especialmente relevante no manejo terapêutico de pacientes com AVC criptogênico. O estudo faz referência a várias publicações científicas, proporcionando uma base teórica para o uso combinado de DTC, ETT e ETE na investigação de FOP.

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Ecocardiografia Transesofagiana
  • Forame Oval Patente
  • Ultrassonografia Doppler Transcraniana
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02/08/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240051
Figura Central
Review Article

Envelhecimento E Análise Ecocardiográfica Funcional do Átrio Esquerdo

Fernando Rodrigues da Camara Oliveira et al. Marcos Valerio Coimbra de Resende Marcelo Luiz Campos Vieira

Resumo

As doenças cardiovasculares (DCV) são a principal causa de morte no Brasil, com o envelhecimento sendo um grande fator de risco. Estudos indicam que a prevalência de DCV aumenta com a idade, afetando a hipertrofia ventricular, disfunção diastólica e fibrilação atrial. A miopatia atrial, relacionada ao envelhecimento, tem sido mais estudada, com o estresse oxidativo e a inflamação crônica sendo investigados como agentes causadores desse processo. A função atrial esquerda tem sido mais analisada com destaque para seu papel na performance cardíaca. Técnicas atuais de análise ecocardiográfica, como o speckle tracking, permitem uma avaliação detalhada da função atrial, mostrando vantagens em relação à análise do volume atrial máximo. Estudos revelam a importância do strain atrial na previsão de eventos cardiovasculares. Com o envelhecimento, há uma redução progressiva das funções atriais, e novas medidas estão sendo desenvolvidas para detectar precocemente a disfunção atrial, o que pode impactar as futuras diretrizes e a definição dos padrões normais relacionados à idade.

  • ecocardiografia
  • envelhecimento
  • função atrial, remodelamento atrial
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02/08/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240043 Visualizações 2

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Almeida RL, Santos MSB, Lima IAB, Santos EP, Moura SKMSF, Tavares M, Santos AC, et al. Novas Perspectivas das Adaptações na Função Atrial Esquerda em Atletas. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(3):e20240077.

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Almeida, R. L., Santos, M. S. B., Lima, I. A. B. , Santos, E. P. , Moura, S. K. M. S. F. , Tavares, M., & Santos, A. C. (2024). Novas Perspectivas das Adaptações na Função Atrial Esquerda em Atletas. ABC Imagem Cardiovascular, 37(3), e20240077.

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Almeida, Rômulo Leal and Santos, Maria do Socorro Brasileiro and Lima, Isabelle Adjanine Borges de and Santos, Eduardo Porto dos and Moura, Stephanney Karolinne Mercer Souza Freitas de and Tavares, Marcelo and Santos, Amilton da Cruz. Novas Perspectivas das Adaptações na Função Atrial Esquerda em Atletas. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 3, [citado 2026-10-14], e20240077. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/novas-perspectivas-das-adaptacoes-na-funcao-atrial-esquerda-em-atletas/>. ISSN 2318-8219

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Borges, J. V. N., Leila, S. A. C., Machado, M. G. N., Babu, K. S. T. J., Patel, K. J., Shah, K. H., Takkasila, M. R., Shaik, A. M., Shaikh, M. A., Khandekar, N., & Burra, S. (2024). Função Ventricular Esquerda e Análise da Deformação Longitudinal Miocárdica em Pacientes com Doença de Chagas: Série de Casos e Revisão Sistemática da Literatura. ABC Imagem Cardiovascular, 37(3), e20240053.

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Borges, José Victor da Nóbrega and Leila, Samira Abdel Correia and Machado, Manuella Guedes da Nóbrega and Babu, Kiran Sooraj Thirukonda Jegadeesh and Patel, Karma Jashvantbhai and Shah, Kavya Hiteshkumar and Takkasila, Mahitha Reddy and Shaik, Abdul Majid and Shaikh, Muhammad Ahmed and Khandekar, Ninad and Burra, Sahithi. Função Ventricular Esquerda e Análise da Deformação Longitudinal Miocárdica em Pacientes com Doença de Chagas: Série de Casos e Revisão Sistemática da Literatura. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 3, [citado 2026-10-14], e20240053. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/funcao-ventricular-esquerda-e-analise-da-deformacao-longitudinal-miocardica-em-pacientes-com-doenca-de-chagas-serie-de-casos-e-revisao-sistematica-da-literatura/>. ISSN 2318-8219

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Barros, Gracielly; Costa, Patrick Ventorim. Como Eu Faço o Doppler Transcraniano Combinado ao Ecocardiograma Transtorácico e Transesofágico para Pesquisa de FOP. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 3, e20240051, ago. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barros, G., & Costa, P. V. (2024). Como Eu Faço o Doppler Transcraniano Combinado ao Ecocardiograma Transtorácico e Transesofágico para Pesquisa de FOP. ABC Imagem Cardiovascular, 37(3), e20240051.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barros, Gracielly and Costa, Patrick Ventorim. Como Eu Faço o Doppler Transcraniano Combinado ao Ecocardiograma Transtorácico e Transesofágico para Pesquisa de FOP. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 3, [citado 2026-10-14], e20240051. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-o-doppler-transcraniano-combinado-ao-ecocardiograma-transtoracico-e-transesofagico-para-pesquisa-de-fop/>. ISSN 2318-8219

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Oliveira FRC, Resende MVC, Vieira MLC. Envelhecimento E Análise Ecocardiográfica Funcional do Átrio Esquerdo. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(3):e20240043.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Oliveira, Fernando Rodrigues da Camara; Resende, Marcos Valerio Coimbra de; Vieira, Marcelo Luiz Campos. Envelhecimento E Análise Ecocardiográfica Funcional do Átrio Esquerdo. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 3, e20240043, ago. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Oliveira, F. R. C., Resende, M. V. C. , & Vieira, M. L. C. (2024). Envelhecimento E Análise Ecocardiográfica Funcional do Átrio Esquerdo. ABC Imagem Cardiovascular, 37(3), e20240043.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Oliveira, Fernando Rodrigues da Camara and Resende, Marcos Valerio Coimbra de and Vieira, Marcelo Luiz Campos. Envelhecimento E Análise Ecocardiográfica Funcional do Átrio Esquerdo. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 3, [citado 2026-10-14], e20240043. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/envelhecimento-e-analise-ecocardiografica-funcional-do-atrio-esquerdo/>. ISSN 2318-8219

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