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  2. Palavra-chave: Gordura Intra-Abdominal
ABC
Carta ao Editor

Compreendendo a Relação entre Gordura Visceral e Saúde Cardíaca

Moacir Fernandes Godoy

Li com interesse o artigo “A Variabilidade da Frequência Cardíaca em Repouso está Independentemente Associada aos Escores de Classificação de Gordura Visceral em Homens Adultos Sauditas” de Syed Shahid Habib et al., publicado na ABC Cardiol comparando a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) em 99 homens saudáveis estratificados pela classificação da gordura visceral (CGV) e mostrando associações entre a VFC e as métricas de composição corporal, mas tenho algumas reservas.

A VFC tem sido demonstrada como um método conveniente para avaliar o estado homeostático individual. Tentativas de estabelecer valores de referência de acordo com a faixa etária e grau de comprometimento têm sido numerosas na literatura especializada desde o lançamento da Task Force em 1996.– Entre as variáveis de VFC mais estudadas estão o desvio padrão dos intervalos RR normais (SDNN) e a raiz quadrada média das diferenças sucessivas (RMSSD) no domínio do tempo e potência de baixa frequência (LF ms2) e potência de alta frequência (HF) além da razão LF/HF, no domínio da frequência. Essas foram exatamente as variáveis estudadas por Habib e colaboradores, concluindo que homens na categoria de menor classificação de gordura visceral (G1) apresentaram a maior VFC. A classificação de gordura visceral foi mais fortemente associada à VFC do que a porcentagem de gordura corporal e a razão massa muscular/gordura visceral (MMCGV). Os parâmetros do domínio do tempo foram mais sensíveis ao tecido adiposo visceral (TAV) do que os parâmetros do domínio da frequência. Eles concluem dizendo que os parâmetros de VFC podem ser os principais parâmetros de interesse no monitoramento do estado cardíaco-autonômico em resposta a intervenções que visam a redução do TAV. Todos esses são pontos relevantes, mas houve um problema crucial na apresentação deste estudo. Os valores de VFC citados nos resultados devem ter sofrido um erro de digitação, pois são completamente incompatíveis com os intervalos de referência.

[…]

  • Frequência Cardíaca
  • Gordura Intra-Abdominal
  • Sistema Nervoso Autônomo
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Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
03/02/2025 DOI: 10.36660/abc.20240466 Visualizações 1
A Variabilidade da Frequência Cardíaca em Repouso está Independentemente Associada aos Escores de Classificação de Gordura Visceral em Homens Adultos Sauditas
ABC
Artigo Original

A Variabilidade da Frequência Cardíaca em Repouso está Independentemente Associada aos Escores de Classificação de Gordura Visceral em Homens Adultos Sauditas

Syed Shahid Habib et al. Shaea Alkahtani Nouf Aljawini Syed Mohammad Habib Andrew A. Flatt

Resumo

Fundamento

O tecido adiposo visceral (TAV) pode ser um contribuinte modificável específico para o comprometimento autonômico relacionado à composição corporal.

Objetivos

Comparar a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) entre grupos estratificados pela classificação de gordura visceral (CGC) e comparar associações entre VFC e métricas de composição corporal.

Métodos

Um estudo transversal foi realizado em homens saudáveis (n=99, idade=37,8±13,4 anos, índice de massa corporal [IMC]=26,9±4,6 kg/m2). A VFC foi derivada de registros eletrocardiográficos de 5 minutos. A composição corporal (percentual de gordura corporal, CGC e relação entre massa muscular e gordura visceral [RMMCGC]) foi estimada por meio de análise de impedância bioelétrica tetrapolar. Os participantes foram categorizados em grupos de acordo com a CGC: G1 (CGC=1-8); G2 (CGC=9-12); e G3 (CGC>12). Comparações ajustadas por idade foram feitas entre os grupos. Associações independentes foram quantificadas com regressões lineares múltiplas. P <0,05 foi significativo.

Resultados

Raiz quadrada média de diferenças sucessivas (RMSSD) e desvio padrão dos intervalos RR normais (SDNN) foram maiores para G1 vs. G2 e G3 (p<0,05). A potência de baixa frequência (BF) foi maior no G1 que no G2 (p<0,05). CGC e RMMCGC foram associados negativamente com SDNN, RMSSD, BF e AF (p<0,05). Depois de ajustar para idade, IMC e pressão arterial sistólica e diastólica, a CGC foi significativamente preditiva de RMSSD, SDNN e AF (p = 0,002, –0,027), e a RMMCGC foi significativamente preditiva de RMSSD e SDNN (p = 0,020, –0,023).

Conclusões

Os homens na categoria de CGC mais baixa tiveram a VFC mais alta. A CGC foi mais fortemente associada à VFC do que ao percentual de gordura corporal e à RMMCGC. Os parâmetros no domínio do tempo foram mais sensíveis ao TAV do que os parâmetros no domínio da frequência. Os parâmetros da VFC podem ser os principais parâmetros de interesse no rastreamento do estado autonômico cardíaco em resposta a intervenções que visam a redução do TAV.

  • Frequência Cardíaca
  • Gordura Intra-Abdominal
  • Sistema Nervoso Autônomo
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14/10/2024 DOI: 10.36660/abc.20220780 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Volume de Gordura Epicárdica está Associada com Disfunção Endotelial, mas Não com Calcificação Coronariana: Do ELSA-Brasil

Karina P. M. P. Martins et al. Sandhi M. Barreto Daniel Bos Jesiana Pedrosa … Douglas R. M. Azevedo Larissa Fortunato Araújo Murilo Foppa Bruce B. Duncan Antonio Luiz P. Ribeiro Luisa C. C. Brant

Resumo

Fundamento

O aumento no volume de gordura epicárdica (VGE) está relacionado com doença arterial coronariana (DAC), independentemente de gordura visceral ou subcutânea. O mecanismo dessa associação não é claro. O escore de cálcio coronariano (CC) e a disfunção endotelial estão relacionados com eventos coronarianos, mas não está bem esclarecido se o VGE está relacionado com esses marcadores.

Objetivos

Avaliar a associação entre VGE medido por método automatizado, fatores de risco cardiovasculares, escore de CC, e função endotelial. Métodos: Em 470 participantes do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto LSA-Brasil com medidas de VGE, escore de CC e função endotelial, realizamos modelos multivariados para avaliar a relação entre fatore de risco cardiovascular e VGE (variável resposta), e entre VGE (variável explicativa), e função endotelial ou escore de CC. Valor de p<0,05 bilateral foi considerado estatisticamente significativo.

Resultados

A idade média foi 55 ± 8 anos, e 52,3% dos pacientes eram homens. O VGE médio foi 111mL (86-144), e a prevalência de escore de CC igual a zero foi 55%. Nas análises multivariadas, um VGE mais alto relacionou-se com sexo feminino, idade mais avançada, circunferência da cintura, e triglicerídeos (p<0,001 para todos). Um VGE mais alto foi associado com pior função endotelial: em comparação ao primeiro quartil, os valores de odds ratio para a amplitude de pulso basal foram (q2=1,22; IC95% 1,07-1,40; q3=1,50, IC95% 1,30-1,74; q4=1,50, IC95% 1,28-1,79) e para a razão de tonometria arterial periférica foram (q2=0,87; IC95% 0,81-0,95; q3=0,86, IC95% 0,79-0,94; q4=0,80, IC95% 0,73-0,89), mas não com escore de CC maior que zero.

Conclusão

Um VGE mais alto associou-se com comprometimento da função endotelial, mas não com escore de CC. Os resultados sugerem que o VGE esteja relacionado ao desenvolvimento de DAC por uma via diferente da via do CC, possivelmente pela piora da disfunção endotelial e doença microvascular.

  • Aterosclerose
  • Gordura Intra-Abdominal
  • Obesidade Abdominal
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10/10/2022 DOI: 10.36660/abc.20210750 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Original Article

Relação Entre Circunferência do Pescoço e Espessura da Gordura Epicárdica em Uma População de Homens Saudáveis

Uğur Küçük et al. Hilal Olgun Küçük Ferhat Cüce Sevket Balta

Resumo

Fundamentos:

A gordura epicárdica é um depósito de gordura visceral na parte superior do organismo que pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento de perfis cardiovasculares e metabólicos adversos. Há uma relação direta significativa entre a quantidade de gordura epicárdica e a adiposidade corporal geral (índice de massa corporal, IMC), mas dados sobre a adiposidade subcutânea são limitados.

Objetivos:

Realizamos um estudo para determinar a associação entre a circunferência do pescoço e a espessura da gordura epicárdica em jovens saudáveis do sexo masculino, além de avaliar as suas correlações individuais com a adiposidade corporal geral e fatores de risco cardiometabólicos.

Métodos:

Cem pacientes consecutivos do sexo masculino com idade igual ou superior a 18 anos e sem nenhuma condição médica importante e conhecida foram incluídos no estudo. Todos os participantes foram submetidos a um exame físico detalhado que incluiu medida da pressão arterial, peso, altura, razão cintura/quadril e circunferência do pescoço. Sangue foi coletado para determinação da glicemia de jejum e parâmetros lipídicos. Um exame ecocardiográfico padrão foi realizado com determinação adicional da espessura da gordura epicárdica.

Resultados:

Entre os 100 participantes do estudo, a circunferência do pescoço mostrou correlação significativa com o peso, circunferência de cintura, IMC, glicemia e níveis séricos de colesterol total, lipoproteína de baixa densidade (LDL-colesterol) e triglicerídeos. Não foi observada correlação significativa entre a circunferência do pescoço e níveis de colesterol de alta densidade (HDL-colesterol). A circunferência do pescoço correlacionou moderadamente e positivamente com a espessura da gordura epicárdica à ecocardiografia.

Conclusão:

Entre pacientes com baixo risco cardiometabólico, o aumento da circunferência do pescoço foi associado a um aumento da espessura da gordura epicárdica.

  • Doenças Cardiovasculares
  • Ecocardiografia/diagnóstico
  • Glicemia
  • Gordura Intra-Abdominal
  • índice de massa corporal
  • Pescoço
  • Pressão Arterial
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08/08/2016 DOI: 10.5935/abc.20160112
Indicadores antropométricos de resistência à insulina
ABC
Atualização

Indicadores antropométricos de resistência à insulina

Ana Carolina Vasques et al. Lina Rosado Gilberto Rosado Rita de Cassia Ribeiro … Sylvia Franceschini Bruno Geloneze

Alguns estudos têm analisado a eficiência de indicadores antropométricos em predizer resistência à insulina (RI), por serem mais econômicos e acessíveis. Neste estudo, objetivou-se discutir sobre as medidas e índices antropométricos que têm sido associados à RI. Realizou-se um levantamento bibliográfico nas bases Scielo, Science Direct e Pubmed. Dentre os estudos analisados, perímetro da cintura e diâmetro abdominal sagital apresentaram melhor capacidade preditiva para RI, com resultados mais consistentes. As relações cintura/coxa, cintura/estatura, pescoço/coxa, o índice de conicidade e o índice sagital demonstraram resultados positivos, contudo mais estudos são necessários para consolidá-los como preditores de RI. Os resultados obtidos com o uso do índice de massa corporal e da relação cintura/quadril foram mais inconsistentes. Sugere-se a realização de estudos avaliando o desempenho desses indicadores em predizer RI na população brasileira, pois resultados de estudos feitos com outras populações muitas vezes não são aplicáveis à nossa, devido às diferenças étnicas resultantes da grande miscigenação no País.

  • Antropometria
  • Circunferência abdominal
  • Gordura Intra-Abdominal
  • Obesidade
  • Resistência à Insulina
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29/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010001100025

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Godoy MF. Compreendendo a Relação entre Gordura Visceral e Saúde Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(1):e20240466.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Godoy, Moacir Fernandes. Compreendendo a Relação entre Gordura Visceral e Saúde Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 1, e20240466, fev. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Godoy, M. F. (2025). Compreendendo a Relação entre Gordura Visceral e Saúde Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(1), e20240466.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Godoy, Moacir Fernandes. Compreendendo a Relação entre Gordura Visceral e Saúde Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 1, [citado 2026-10-14], e20240466. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/compreendendo-a-relacao-entre-gordura-visceral-e-saude-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Habib SS, Alkahtani S, Aljawini N, Habib SM, Flatt AA. A Variabilidade da Frequência Cardíaca em Repouso está Independentemente Associada aos Escores de Classificação de Gordura Visceral em Homens Adultos Sauditas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(5):e20220780.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Habib, Syed Shahid; Alkahtani, Shaea; Aljawini, Nouf; Habib, Syed Mohammad; Flatt, Andrew A.. A Variabilidade da Frequência Cardíaca em Repouso está Independentemente Associada aos Escores de Classificação de Gordura Visceral em Homens Adultos Sauditas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 5, e20220780, out. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Habib, S. S., Alkahtani, S., Aljawini, N., Habib, S. M., & Flatt, A. A. (2024). A Variabilidade da Frequência Cardíaca em Repouso está Independentemente Associada aos Escores de Classificação de Gordura Visceral em Homens Adultos Sauditas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(5), e20220780.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Habib, Syed Shahid and Alkahtani, Shaea and Aljawini, Nouf and Habib, Syed Mohammad and Flatt, Andrew A.. A Variabilidade da Frequência Cardíaca em Repouso está Independentemente Associada aos Escores de Classificação de Gordura Visceral em Homens Adultos Sauditas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 5, [citado 2026-10-14], e20220780. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-variabilidade-da-frequencia-cardiaca-em-repouso-esta-independentemente-associada-aos-escores-de-classificacao-de-gordura-visceral-em-homens-adultos-sauditas/>. ISSN 0066-782X

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Martins KPMP, Barreto SM, Bos D, Pedrosa J, Azevedo DRM, Araújo LF, Foppa M, et al. Volume de Gordura Epicárdica está Associada com Disfunção Endotelial, mas Não com Calcificação Coronariana: Do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(6):912-20.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Martins, Karina P. M. P.; Barreto, Sandhi M.; Bos, Daniel; Pedrosa, Jesiana; Azevedo, Douglas R. M.; Araújo, Larissa Fortunato; Foppa, Murilo; Duncan, Bruce B.; Ribeiro, Antonio Luiz P.; Brant, Luisa C. C.. Volume de Gordura Epicárdica está Associada com Disfunção Endotelial, mas Não com Calcificação Coronariana: Do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 6, p. 912-920, out. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Martins, K. P. M. P., Barreto, S. M., Bos, D., Pedrosa, J., Azevedo, D. R. M., Araújo, L. F., Foppa, M., Duncan, B. B., Ribeiro, A. L. P., & Brant, L. C. C. (2022). Volume de Gordura Epicárdica está Associada com Disfunção Endotelial, mas Não com Calcificação Coronariana: Do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(6), 912-920.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Martins, Karina P. M. P. and Barreto, Sandhi M. and Bos, Daniel and Pedrosa, Jesiana and Azevedo, Douglas R. M. and Araújo, Larissa Fortunato and Foppa, Murilo and Duncan, Bruce B. and Ribeiro, Antonio Luiz P. and Brant, Luisa C. C.. Volume de Gordura Epicárdica está Associada com Disfunção Endotelial, mas Não com Calcificação Coronariana: Do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 912-920. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/volume-de-gordura-epicardica-esta-associada-com-disfuncao-endotelial-mas-nao-com-calcificacao-coronariana-do-elsa-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Küçük U, Küçük HO, Cüce F, Balta S. Relação Entre Circunferência do Pescoço e Espessura da Gordura Epicárdica em Uma População de Homens Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(3):266-70.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Küçük, Uğur; Küçük, Hilal Olgun; Cüce, Ferhat; Balta, Sevket. Relação Entre Circunferência do Pescoço e Espessura da Gordura Epicárdica em Uma População de Homens Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 3, p. 266-270, ago. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Küçük, U., Küçük, H. O., Cüce, F., & Balta, S. (2016). Relação Entre Circunferência do Pescoço e Espessura da Gordura Epicárdica em Uma População de Homens Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(3), 266-270.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Küçük, Uğur and Küçük, Hilal Olgun and Cüce, Ferhat and Balta, Sevket. Relação Entre Circunferência do Pescoço e Espessura da Gordura Epicárdica em Uma População de Homens Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 266-270. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-circunferencia-do-pescoco-e-espessura-da-gordura-epicardica-em-uma-populacao-de-homens-saudaveis/>. ISSN 0066-782X

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Vasques AC, Rosado L, Rosado G, Ribeiro RC, Franceschini S, Geloneze B. Indicadores antropométricos de resistência à insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(1):e14-23.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Vasques, Ana Carolina; Rosado, Lina; Rosado, Gilberto; Ribeiro, Rita de Cassia; Franceschini, Sylvia; Geloneze, Bruno. Indicadores antropométricos de resistência à insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 1, p. e14-e23, set. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Vasques, A. C., Rosado, L., Rosado, G., Ribeiro, R. C., Franceschini, S., & Geloneze, B. (2010). Indicadores antropométricos de resistência à insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(1), e14-e23.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Vasques, Ana Carolina and Rosado, Lina and Rosado, Gilberto and Ribeiro, Rita de Cassia and Franceschini, Sylvia and Geloneze, Bruno. Indicadores antropométricos de resistência à insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. e14-e23. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/indicadores-antropometricos-de-resistencia-a-insulina/>. ISSN 0066-782X

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