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Impacto da Impressão em 3D nas Cirurgias de Cardiopatias Congênitas: Revisão Sistemática e Metanálise
ABC
Artigo Original

Impacto da Impressão em 3D nas Cirurgias de Cardiopatias Congênitas: Revisão Sistemática e Metanálise

Davi Shunji Yahiro et al. Mariana de Paula Cruz Brenda Ficheira Coelho Ribeiro Luiza Meireles Teixeira … Maria Fernanda Ribeiro Mendes de Oliveira Aurea Lúcia Alves de Azevedo Grippa de Souza Ana Flávia Malheiros Torbey Juliana Serafim da Silveira Claudio Tinoco Mesquita

Resumo

Fundamento

As cardiopatias congênitas (CCs) impõem um desafio importante ao tratamento cirúrgico devido à complexidade da anatomia cardíaca. A impressão em 3D surgiu como uma ferramenta promissora no planejamento perioperatório, no direcionamento intraoperatório, e na educação médica em cirurgia de CC.

Objetivo

Avaliar sistematicamente a literatura sobre o uso e os benefícios da tecnologia de impressão em 3D nas intervenções cirúrgicas de CCs.

Métodos

Realizou-se uma busca sistemática nas bases de dados PubMed e EMBASE por estudos publicados até fevereiro de 2024. Incluímos estudos controlados e não controlados investigando o papel da impressão em 3D em cirurgias em pacientes com CCs. Conduzimos uma metanálise de braço único estimando a proporção de mudança no planejamento do tratamento devido ao uso de modelos impressos em 3D. Além disso, estudos que compararam o uso de impressão em 3D com tratamento convencional foram incluídos na metanálise. Um valor de p<0,05 foi considerado estatisticamente significativo.

Resultados

Um total de 21 estudos preencheram os critérios de inclusão, incluindo 444 pacientes submetidos a cirurgias de CCs com auxílio da impressão em 3D. O planejamento pré-operatório com ajuda de modelos 3D levou a mudança de decisões cirúrgicas em 35 dos 75 casos (51,8%; IC95% 26,6-77,0%, I2=80,68%, p=0,001) e redução no tempo total da cirurgia em 22,25 minutos a favor da impressão e 3D (IC95% – 49,95; 5,80 min; I2=0%; p=0,817), mas sem significância estatística. Embora em uma amostra menor, outros desfechos (ventilação mecânica e tempo na unidade de terapia intensiva) demonstraram algum benefício da tecnologia mas sem significância estatística.

Conclusões

Ao fornecer modelos anatômicos personalizados, a impressão em 3D pode facilitar o planejamento e a execução da cirurgia. Mais estudos são necessários para investigar os efeitos da impressão em 3D na redução nos tempos da intervenção, de internação e de ventilação mecânica.

  • Cardiopatias Congênitas
  • cuidados pré-operatórios
  • Impressão tridimensional
  • Medicina de Precisão
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14/02/2025 DOI: 10.36660/abc.20240430
Figura Central
ABC
Artigo Original

Importância Prognóstica do Eletrocardiograma Pré-Operatório em Pacientes de Baixo Risco Submetidos à Intervenção Cirúrgica sob Anestesia Geral

Lafayete Ramos et al. Alexandre Chataubriand Coutinho José Rebelato Marcos Vinicius Ramos … Eliane Elly Pedro Amoedo Gustavo Viel Valdir Ambrósio Moises

Resumo

Fundamento

Pacientes com idade superior a 50 anos requerem quatro vezes mais intervenções cirúrgicas que o grupo mais jovem. Muitas diretrizes recomendam a realização do eletrocardiograma pré-operatório nessa faixa etária.

Objetivos

Determinar a importância do ECG pré-operatório em pacientes com idade superior a 50 anos e com classificação de risco cirúrgico ASA I e II.

Métodos

Foram recrutados pacientes com idade superior a 50 anos, sem comorbidades, submetidos à intervenção cirúrgica sob anestesia geral. Os pacientes foram randomizados para a realização (grupo A n=214) ou não (grupo B n=213) do ECG pré-operatório. Foram analisadas as variáveis: sexo, idade, resultado do ECG, da radiografia do tórax e dos exames laboratoriais, risco cirúrgico, duração do procedimento, eventos adversos e mortalidade intra-hospitalar. O nível de significância estatística adotado foi de 5%.

Resultados

Houve ocorrência de desfechos adversos em 23 (5,4%) pacientes, com um número significante de eventos adversos nos pacientes do sexo masculino (OR=7,91, IC95% 3,3-18,90, p<0,001) e naqueles com intervenções de maior porte cirúrgico (OR=30,02, IC95% 4,01-224,92, p<0,001). Não houve diferença entre os grupos que realizaram ou não o ECG (OR=1,59, IC95% 0,67-3,75, p=0,289). As demais variáveis não mostraram diferenças significantes. Na regressão logística multivariada o sexo masculino (OR=6,49; IC95% 2,42-17,42, p<0,001) e o porte cirúrgico (OR=22,62; IC95% 2,95-173,41, p=0,002) foram preditores independentes de desfechos adversos, enquanto realizar ou não ECG (OR=1,09; IC95% 0,41-2,90, p=0,867) permaneceu sem significância estatística.

Conclusões

Os resultados sugerem que o ECG pré-operatório não foi capaz de predizer aumento do risco de desfechos adversos nos pacientes estudados, durante a fase hospitalar.

  • Cirurgia Geral
  • cuidados pré-operatórios
  • Eletrocardiografia
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05/02/2024 DOI: 10.36660/abc.20230098 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Revisão

Lesão Miocárdica após Cirurgia Não Cardíaca – Estado da Arte

Antonio José Lagoeiro Jorge et al. Evandro Tinoco Mesquita Wolney de Andrade Martins

Resumo

Aproximadamente 300 milhões de cirurgias não cardíacas são realizadas anualmente no mundo, e eventos cardiovasculares adversos são as principais causas de morbimortalidade no período perioperatório e pós-operatório. A lesão miocárdica após cirurgia não cardíaca (MINS, do inglês myocardial injury after non-cardiac surgery) é uma nova entidade clínica associada com desfechos cardiovasculares adversos. MINS é definida como uma lesão miocárdica que pode resultar em necrose secundária à isquemia, com elevação dos biomarcadores. A lesão tem importância prognóstica e ocorre em até 30 dias após a cirurgia não cardíaca. Os critérios diagnósticos para MINS são: níveis elevados de troponina durante ou em até 30 dias após a cirurgia não cardíaca, sem evidência de etiologia não isquêmica, sem que haja necessariamente sintomas isquêmicos ou achados eletrocardiográficos de isquemia. Recentemente, pacientes com maior risco para MINS têm sido identificados por variáveis clínicas e biomarcadores, bem como por protocolos de vigilância quanto ao monitoramento eletrocardiográfico e dosagem de troponina cardíaca. Pacientes idosos com doença aterosclerótica prévia necessitam medir troponina diariamente no período pós-operatório. O objetivo deste trabalho é descrever este novo problema de saúde pública, seu impacto clínico e a abordagem terapêutica contemporânea.

  • Biomarcadores
  • Contusões Miocárdicas
  • cuidados pré-operatórios
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20/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20200317
Figura 1
ABC
Artigo Original

Determinantes da Desproporção de Prótese Aórtica em Hospital de Atendimento de Saúde Pública Brasileiro: Pacientes Grandes ou Próteses Pequenas?

Maria Estefania Otto et al. Fernando Antibas Atik Marcelo do Nascimento Moreira Luiz Carlos Madruga Ribeiro … Bianca Corrêa Rocha de Mello Joyce Gomes Elias Lima Maiara Sanchez Ribeiro Ana Carolina Pereira Matos Domingues Reyna Pinheiro Calzada Armindo Jreige Jr. Larissa Lucas Schloicka Philippe Pibarot

Resumo

Fundamento:

A desproporção entre o tamanho da prótese aórtica-paciente (DPP) está associada a maior mortalidade.

Objetivo:

Determinar a frequência e avaliar variáveis ​​pré-operatórias associadas à DPP acentuada no cenário da saúde pública em hospital terciário.

Métodos:

316 pacientes submetidos à troca valvar aórtica (TVA), com ecocardiograma realizado nos primeiros 30 dias após cirurgia, foram analisados retrospectivamente. A área de orifício efetivo indexado (AOEi) da prótese foi utilizada para classificar os pacientes em três grupos de acordo com a DPP, considerando o índice de massa corporal (IMC): DPP acentuada (AOEi) < 0,65 cm2/m2, DPP discreta a moderada (AOEi, 0,65 cm2/m2 – 0,85 cm2/m2) e sem DPP (iEOA > 0,85 cm2/m2) para IMC < 30 kg/m2 e DPP acentuada (AOEi) < 0,55 cm2/m2), discreta a moderada (AOEi, 0,55 cm2/m2 – 0,70 cm2/m2) e sem DPP (AOEi > 0,7 cm2/m2) para IMC > 30 kg/m2. Significância estatística foi considerada com p < 0,05.

Resultados:

A AOEi foi obtida em 176 pacientes. A frequência de DPP acentuada foi de 33,4% e moderada de 36,2%. Pacientes com DPP acentuada foram mais jovens e com maior IMC, mas menor diâmetro da via de saída do ventrículo esquerdo (DVSVE). As variáveis independentes que podem predizer DPP acentuada são: gênero masculino, IMC > 25 kg/m2, idade < 60 anos, DVSVE < 21 mm e etiologia reumática com área sob a curva ROC de 0,82.

Conclusão:

A frequência de DPP acentuada é alta em uma população brasileira submetida à TVA no Sistema Público de Saúde. Os principais determinantes de DPP acentuada são: valvopatia reumática, gênero masculino, IMC alto, idade < 60 anos e menor DVSVE.

  • Cuidados Pós Operatórios
  • cuidados pré-operatórios
  • Ecocardiografia/ métodos
  • índice de massa corporal
  • Percepção de Tamanho
  • Próteses Valvulares Cardíacas/cirurgia
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28/10/2019 DOI: 10.5935/abc.20190231
ABC
Original Article

Utilidade do Ecocardiograma Ultraportátil Direcionado na Avaliação Pré-Operatória de Cirurgia Não Cardíaca

Jean Allan Costa et al. Maria Lucia Pereira Almeida Tereza Cristina Duque Estrada Guilherme Lobosco Werneck … Alexandre Marins Rocha Maria Luiza Garcia Rosa Mario Luiz Ribeiro Claudio Tinoco Mesquita

Resumo

Fundamento:

O ecocardiógrafo ultraportátil, com importante mobilidade e facilidade diagnóstica em mãos experientes pode contribuir para a segurança na avaliação pré-operatória em cirurgias não cardíacas.

Objetivo:

Avaliar os parâmetros de função cardíaca nos pacientes com mais de 60 anos de idade, candidatos a cirurgias não-cardíacas eletivas, classificados como ASA 1 ou ASA 2 na classificação de risco cirúrgico.

Métodos:

Foram incluídos 211 pacientes direcionados para cirurgias eletivas diversas e sem suspeita prévia de cardiopatia. Os pacientes foram avaliados por técnica ecocardiográfica convencional, usando o aparelho ultraportátil V Scan (GE) logo após a avaliação clínica pré-anestésica. Avaliamos o impacto clínico dos resultados da ecocardiografia por um questionário dirigido ao anestesista.

Resultados:

A idade média dos pacientes foi 68,9 ± 7,0 anos, 154 do sexo feminino. As cirurgias mais frequentes foram: a) Facectomia-catarata – 18; b) Herniorrafia inguinal – 18; c) Colecistectomia – 16. No total, foram observados 58 exames normais (27,5%), 70 (33,2%) exames que apresentavam leves refluxos valvares e 83 (39,3%) exames com alguma anormalidade relevante, como aumento de câmara cardíaca, disfunção contrátil global e/ou segmentar, disfunção valvar mais significativa ou outra não especificada. Os resultados determinaram que 20 (9,5%) pacientes tivessem seus procedimentos cirúrgicos adiados até avaliação cardiológica mais detalhada e em 7 (3,3%) houve mudança na conduta anestésica.

Conclusão:

Houve um impacto clínico considerável com o uso da ecocardiografia ultraportátil, pois um em cada dez pacientes avaliados sofreu modificação na conduta clínica, em função da detecção de cardiopatias significativas, não suspeitadas previamente, e com potencial para complicações graves.

  • cuidados pré-operatórios
  • Diagnóstico por Imagem/métodos
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Procedimentos Cirúrgicos Eletivos
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01/11/2016 DOI: 10.5935/abc.20160169 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Custos das Cirurgias Cardíacas Segundo o Risco Pré-Operatório no Sistema Público de Saúde Brasileiro

David Provenzale Titinger et al. Luiz Augusto Ferreira Lisboa Bruna La Regina Matrangolo Luis Roberto Palma Dallan … Luis Alberto Oliveira Dallan Evelinda Marramon Trindade Ivone Eckl Roberto Kalil Filho Omar Asdrúbal Vilca Mejía Fabio Biscegli Jatene

Resumo

Fundamentos:

A cirurgia cardíaca evoluiu progressivamente com o aumento da complexidade dos pacientes.

Objetivo:

Avaliar a utilização de recursos e o custo real segundo o grupo de risco dos pacientes submetidos à cirurgia cardíaca, e compará-los com o valor ressarcido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Método:

Foram analisadas todas as cirurgias cardíacas realizadas entre janeiro e julho de 2013 em um centro terciário. Dados demográficos e clínicos permitiram o cálculo do valor ressarcido pelo SUS. Os pacientes foram estratificados em baixo, médio e alto risco pelo EuroSCORE. Os resultados clínicos, o uso de recursos e os custos (real versus SUS) foram comparados entre os grupos de risco estabelecidos.

Resultados:

Taxas de mortalidade pós-operatória de baixo, intermediário e alto risco apresentaram correlação linear positiva (EuroSCORE: 3,8%, 10% e 25%, respectivamente; p < 0,0001), assim como a ocorrência de alguma complicação pós-operatória (EuroSCORE: 13,7%, 20,7% e 30,8%, respectivamente; p = 0,006). O tempo de internação aumentou de 20,9 para 24,8 e 29,2 dias, respectivamente (p < 0,001). O custo real foi paralelo ao aumento da utilização de recursos, segundo o EuroSCORE (R$ 27.116,00 ± R$13.928,00 versus R$ 34.854,00 ± R$ 27.814,00 versus R$ 43.234,00 ± R$ 26.009,00, respectivamente; p < 0,001). O ressarcimento do SUS também aumentou (R$ 14.306,00 ± R$ 4.571,00 versus R$ 16.217,00 ± R$ 7.298,00 versus R$ 19.548,00 ± R$ 935,00; p < 0,001). Mesmo com aumento do EuroSCORE, houve diferença (p < 0,0001) progressiva entre o incremento do custo real e o ressarcimento do SUS.

Conclusão:

O aumento do EuroSCORE esteve relacionado a maiores morbimortalidade, tempo de internação e custos no pós-operatório. Embora o ressarcimento do SUS também aumente conforme o risco, ele não é proporcional ao custo real.

  • cuidados pré-operatórios
  • Custos Hospitalares
  • Grupos de Risco
  • Morbidade
  • Mortalidade Hospitalar
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardíacos / economia
  • Sistema Único de Saúde (SUS
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23/06/2015 DOI: 10.5935/abc.20150068 Visualizações 1
Valor prognóstico do fragmento N-terminal do peptídeo natriurético tipo B em cirurgia não-cardíaca
ABC
Artigo Original

Valor prognóstico do fragmento N-terminal do peptídeo natriurético tipo B em cirurgia não-cardíaca

Flávia Kessler Borges et al. Mariana Vargas Furtado Ana Paula Webber Rossini Carolina Bertoluci … Vinícius Leite Gonzalez Eduardo Gehling Bertoldi Denis Maltz Grutcki Leandro Gazziero Rech Mariana Magalhães Carisi Anne Polanczyk

FUNDAMENTO: Já foi demonstrado o uso do NT-proBNP pré-operatório para prever resultado cardíaco adverso, embora estudos recentes tenham sugerido que a determinação do NT-proBNP pós-operatório possa fornecer um valor adicional em pacientes submetidos à cirurgia não cardíaca. OBJETIVO: Avaliar o valor prognóstico perioperatório do NT-proBNP em pacientes de intermediário e alto risco cardiovascular submetidos à cirurgia não cardíaca. MÉTODOS: Este estudo incluiu prospectivamente 145 pacientes com idade > 45 anos, com pelo menos um fator de risco do Índice de Risco Cardíaco Revisado e submetidos à cirurgia de médio ou alto risco não-cardíaca. Os níveis de NTproBNP foram medidos no pré e pós-operatório. Preditores cardíacos de curto prazo foram avaliados por modelos de regressão logística. RESULTADOS: Durante uma mediana de acompanhamento de 29 dias, 17 pacientes (11,7%) apresentaram eventos cardíacos adversos importantes (MACE – 14 infartos do miocárdio não fatais, 2 paradas cardíacas não-fatais e 3 mortes cardíacas). Os níveis ótimos de limiar discriminatório para o NT-proBNP pré e pós-operatório foram 917 e 2962 pg/ mL, respectivamente. O NT-proBNP pré e pós-operatório (OR = 4,7, IC 95%: 1,62-13,73, p = 0,005 e OR 4,5, IC 95%: 1,53-13,16, p = 0,006) foram associados de forma significativa com MACE (eventos cardíacos adversos maiores). O NTproBNP pré-operatório foi significativa e independentemente associado com eventos cardíacos adversos em análise de regressão multivariada (OR ajustado 4,2, IC 95%: 1,38-12,62, p = 0,011). CONCLUSÃO: O NT-proBNP é um importante marcador de curto prazo de eventos cardiovasculares perioperatórios em pacientes de alto risco. Os níveis pós-operatórios foram menos informativos do que os níveis pré-operatórios. Uma única medição de NT-proBNP pré-operatório deve ser considerada na avaliação de risco pré-operatório.

  • cuidados pré-operatórios
  • Doenças Cardiovasculares
  • Encefálico
  • Fragmentos de Peptídeos
  • Medição de Risco
  • Peptideo Natriurético
  • Procedimentos Cirúrgicos Operatórios
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07/05/2013 DOI: 10.5935/abc.20130090 Visualizações 1
Função diastólica do ventrículo esquerdo em obesos graves em pré-operatório para cirurgia bariátrica
ABC
Artigo Original

Função diastólica do ventrículo esquerdo em obesos graves em pré-operatório para cirurgia bariátrica

Irlaneide da Silva Tavares et al. Antonio Carlos Sobral Sousa Raimundo Sotero Menezes Filho Manuel Hermínio de Aguiar-Oliveira … José Augusto Barreto-Filho Amanda Ferreira de Brito Joselina Luzia Menezes Oliveira

FUNDAMENTO: Obesidade é uma doença crônica, multifatorial, associada a aumento do risco cardiovascular, especialmente a insuficiência cardíaca diastólica. OBJETIVO: Avaliar a função diastólica do ventrículo esquerdo em obesos graves em pré-operatório para cirurgia bariátrica, relacionando com os fatores de risco cardiovascular e a estrutura cardíaca. MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal, com 132 pacientes candidatos a cirurgia bariátrica, submetidos a avaliação ecocardiográfica transtorácica e dos fatores de risco cardiovascular, sendo: 97 mulheres (73,5%), idade média de 38,5 ± 10,5 anos e IMC de 43,7 ± 7,2 Kg/m². Foram divididos em três grupos: 61 com função diastólica normal, 24 com disfunção diastólica leve e 47 com disfunção diastólica moderada/grave, dos quais 41 com disfunção diastólica moderada (padrão pseudonormal) e seis com disfunção diastólica grave (padrão restritivo). RESULTADOS: Hipertensão arterial sistêmica, idade e gênero foram diferentes nos grupos com disfunção diastólica. Os grupos com disfunção tiveram maior diâmetro do átrio esquerdo, do ventrículo esquerdo, volume do átrio esquerdo em quatro e duas câmaras, índice de volume atrial esquerdo e índice de massa do ventrículo esquerdo corrigido para a superfície corpórea e para altura. CONCLUSÃO: A elevada frequência de disfunção diastólica do ventrículo esquerdo na fase pré-clínica em obesos graves justifica a necessidade de uma avaliação ecocardiográfica criteriosa, com o objetivo de identificar indivíduos de maior risco, para que medidas de intervenção precoce sejam adotadas.

  • cirurgia bariátrica
  • cuidados pré-operatórios
  • Insuficiência Cardíaca
  • Obesidade Mórbida
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27/03/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000028 Visualizações 2
Proteína C Reativa pré-operatória prediz infecção respiratória após cirurgia de revascularização miocárdica
ABC
Artigo Original

Proteína C Reativa pré-operatória prediz infecção respiratória após cirurgia de revascularização miocárdica

Agda Mezzomo et al. Odemir L. Bodin Jr. Vera Lucia

FUNDAMENTO: Níveis elevados de proteína C reativa de alta sensibilidade (PCRas) na avaliação pré-operatória para cirurgia de revascularização do miocárdio (CRM) têm sido associados a maus desfechos no pós-operatório. OBJETIVO: Avaliar a associação entre níveis elevados de PCRas e os desfechos em curto prazo após cirurgia cardíaca. MÉTODOS: Coorte prospectivo com 331 pacientes submetidos à CRM com circulação extracorpórea (CEC) em nossa instituição. Os pacientes foram divididos em dois grupos de acordo com os níveis de PCRas, medidos antes da cirurgia: normal (grupo N), nível menor que 3 mg/l PCRas, e elevado (grupo A), nível maior ou igual a 3 mg/l PCRas. O grupo N apresentou uma sensibilidade e uma especificidade de 60% para a previsão de infecção respiratória, com uma aproximação de 90%. Os pacientes foram acompanhados durante o período em que permaneceram hospitalizados. RESULTADOS: A idade média foi de 60 anos, e 71,6% dos pacientes eram do sexo masculino. A PCRas estava elevada (grupo A) em 144 pacientes (43,5%). A mortalidade hospitalar foi de 4,8%, e as complicações mais frequentes nos dois grupos foram: infecções em geral (18%), infecções respiratórias (16%), fibrilação atrial (15%) e infarto agudo do miocárdio (7,6%). A incidência de infecções pós-operatórias gerais foi de 14,4% no grupo N e de 23,6% no grupo A (p = 0,046). As infecções respiratórias também foram mais frequentes no grupo A (21,5% vs. 11,8%; p = 0,024). As análises multivariadas mostraram que o nível de PCRas representou um preditor independente para a infecção respiratória no pós-operatório (RC = 2,08, CI de 95% = 1,14 – 3,79). CONCLUSÃO: O alto nível de PCRas no pré-operatório é um preditor independente para infecções respiratórias no período de médio prazo do pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio eletiva.

  • cuidados pré-operatórios
  • infecção
  • Revascularização Miocárdica
  • Sistema Respiratório
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30/09/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000092 Visualizações 1
Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar
ABC
Artigo Original

Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar

João Carlos Vieira da Costa Guaragna et al. Luiz Carlos Bodanese Fabiana Lucas Bueno Marco Antonio Goldani

FUNDAMENTO: Estabelecer escore de risco para cirurgias cardíacas permite avaliar risco pré-operatório, informar o paciente e definir cuidados durante a intervenção. OBJETIVO: Pesquisar fatores de risco pré-operatórios para óbito em cirurgia cardíaca valvar e construir um modelo de risco simples (escore) para mortalidade hospitalar para os pacientes candidatos à cirurgia no Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (HSL-PUCRS). MÉTODOS: A amostra do estudo inclui 1.086 pacientes adultos que realizaram cirurgia cardíaca valvar entre Janeiro de 1996 a Dezembro de 2007 no HSL-PUCRS. Regressão logística foi usada para identificar fatores de risco e mortalidade hospitalar. O modelo foi desenvolvido em 699 pacientes e seu desempenho foi testado nos dados restantes (n = 387). O modelo final foi criado com a análise da amostra total (n = 1.086). RESULTADOS: A mortalidade global foi 11,8%: 8,8% casos eletivos e 63,8% cirurgia de emergência. Na análise multivariada, 9 variáveis permaneceram preditores independentes para o desfecho: idade avançada, prioridade cirúrgica, sexo feminino, fração de ejeção 2,5 mg/dl ou diálise). A área sob a curva ROC foi 0,83 (IC: 95%, 0,78 – 0,86). O modelo de risco mostrou boa habilidade para mortalidade observada/prevista: teste Hosmer-Lemeshow foi x² = 5,61; p = 0,691 e r = 0,98 (coeficiente de Pearson). CONCLUSÃO: As variáveis preditoras de mortalidade hospitalar permitiram construir um escore de risco simplificado para a prática diária, que classifica o paciente de baixo, médio, elevado, muito elevado e extremamente elevado risco pré-operatório.

  • Cirurgia Torácica
  • cuidados pré-operatórios
  • Probabilidade
  • Risco
  • Valvas Cardíacas
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23/04/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000026 Visualizações 1
Prevalência de doença arterial coronariana e avaliação pré-operatória em portadores de valvopatia
ABC
Artigo Original

Prevalência de doença arterial coronariana e avaliação pré-operatória em portadores de valvopatia

Roney Orismar Sampaio et al. Vívian Masutti Jonke João L. Falcão Sandra Falcão … Guilherme S. Spina Flávio Tarasoutchi Max Grinberg

FUNDAMENTO: A coronariografia tem sido indicada no pré-operatório para valvopatas >35 anos. Entretanto, a real prevalência de doença arterial coronariana (DAC) obstrutiva nessa população tem sido pouco estudada. OBJETIVO: Avaliar a prevalência e os fatores de risco para DAC em candidatos para cirurgia valvar no Brasil. MÉTODOS: Foi realizada angiocoronariografia em 3.736 pacientes candidatos a cirurgia valvar e avaliados prevalência e fatores de risco para DAC associada a valvopatia. RESULTADOS: A DAC esteve associada a valvopatia em 121 pacientes (prevalência 3,42%). Em 79 (68,1%), o diagnóstico de DAC foi feito apenas por coronariografia pré-operatória. Entre esses 79, 50 (63,3%) tinham valvopatia aórtica isolada ou valvopatia aórtica associada a mitral. Tabagismo foi visto em 54 pacientes (68,3%), hipertensão em quatro (43%), história familiar em 24 (30,3%), diabete melito em 15 (18,9%), e obesidade em oito (10,1%). Idade >50 anos foi observada em 95,7% dos 121 pacientes. Apenas cinco (4,3% dos pacientes com DAC) tinham idade 50 anos. A idade ideal para realização da coronariografia pré-operatória de rotina em portadores de valvopatia deveria ser reavaliada.

  • Angiografia Coronária
  • arteriosclerose coronária
  • cuidados pré-operatórios
  • Doenças das Valvas Cardíacas
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01/10/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001500010 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Yahiro DS, Cruz MP, Ribeiro BFC, Teixeira LM, Oliveira MFRM, Souza ALAAG, Torbey AFM, et al. Impacto da Impressão em 3D nas Cirurgias de Cardiopatias Congênitas: Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;121(12):e20240430.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Yahiro, Davi Shunji; Cruz, Mariana de Paula; Ribeiro, Brenda Ficheira Coelho; Teixeira, Luiza Meireles; Oliveira, Maria Fernanda Ribeiro Mendes de; Souza, Aurea Lúcia Alves de Azevedo Grippa de; Torbey, Ana Flávia Malheiros; Silveira, Juliana Serafim da; Mesquita, Claudio Tinoco. Impacto da Impressão em 3D nas Cirurgias de Cardiopatias Congênitas: Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 12, e20240430, fev. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Yahiro, D. S., Cruz, M. P., Ribeiro, B. F. C., Teixeira, L. M., Oliveira, M. F. R. M. , Souza, A. L. A. A. G. , Torbey, A. F. M., Silveira, J. S. , & Mesquita, C. T. (2025). Impacto da Impressão em 3D nas Cirurgias de Cardiopatias Congênitas: Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(12), e20240430.

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Yahiro, Davi Shunji and Cruz, Mariana de Paula and Ribeiro, Brenda Ficheira Coelho and Teixeira, Luiza Meireles and Oliveira, Maria Fernanda Ribeiro Mendes de and Souza, Aurea Lúcia Alves de Azevedo Grippa de and Torbey, Ana Flávia Malheiros and Silveira, Juliana Serafim da and Mesquita, Claudio Tinoco. Impacto da Impressão em 3D nas Cirurgias de Cardiopatias Congênitas: Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 121, n. 12, [citado 2026-10-14], e20240430. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-da-impressao-em-3d-nas-cirurgias-de-cardiopatias-congenitas-revisao-sistematica-e-metanalise/>. ISSN 0066-782X

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Ramos L, Coutinho AC, Rebelato J, Ramos MV, Elly E, Amoedo P, Viel G, et al. Importância Prognóstica do Eletrocardiograma Pré-Operatório em Pacientes de Baixo Risco Submetidos à Intervenção Cirúrgica sob Anestesia Geral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(1):e20230098.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ramos, Lafayete; Coutinho, Alexandre Chataubriand; Rebelato, José; Ramos, Marcos Vinicius; Elly, Eliane; Amoedo, Pedro; Viel, Gustavo; Moises, Valdir Ambrósio. Importância Prognóstica do Eletrocardiograma Pré-Operatório em Pacientes de Baixo Risco Submetidos à Intervenção Cirúrgica sob Anestesia Geral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 1, e20230098, fev. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ramos, L., Coutinho, A. C., Rebelato, J., Ramos, M. V., Elly, E., Amoedo, P., Viel, G., & Moises, V. A. (2024). Importância Prognóstica do Eletrocardiograma Pré-Operatório em Pacientes de Baixo Risco Submetidos à Intervenção Cirúrgica sob Anestesia Geral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(1), e20230098.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ramos, Lafayete and Coutinho, Alexandre Chataubriand and Rebelato, José and Ramos, Marcos Vinicius and Elly, Eliane and Amoedo, Pedro and Viel, Gustavo and Moises, Valdir Ambrósio. Importância Prognóstica do Eletrocardiograma Pré-Operatório em Pacientes de Baixo Risco Submetidos à Intervenção Cirúrgica sob Anestesia Geral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230098. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/importancia-prognostica-do-eletrocardiograma-pre-operatorio-em-pacientes-de-baixo-risco-submetidos-a-intervencao-cirurgica-sob-anestesia-geral/>. ISSN 0066-782X

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Jorge AJL, Mesquita ET, Martins WA. Lesão Miocárdica após Cirurgia Não Cardíaca – Estado da Arte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(3):544-53.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Jorge, Antonio José Lagoeiro; Mesquita, Evandro Tinoco; Martins, Wolney de Andrade. Lesão Miocárdica após Cirurgia Não Cardíaca – Estado da Arte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 3, p. 544-553, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Jorge, A. J. L., Mesquita, E. T., & Martins, W. A. (2021). Lesão Miocárdica após Cirurgia Não Cardíaca – Estado da Arte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(3), 544-553.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Jorge, Antonio José Lagoeiro and Mesquita, Evandro Tinoco and Martins, Wolney de Andrade. Lesão Miocárdica após Cirurgia Não Cardíaca – Estado da Arte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 544-553. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/lesao-miocardica-apos-cirurgia-nao-cardiaca-estado-da-arte/>. ISSN 0066-782X

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Otto ME, Atik FA, Moreira MN, Ribeiro LCM, Mello BCR, Lima JGE, Ribeiro MS, et al. Determinantes da Desproporção de Prótese Aórtica em Hospital de Atendimento de Saúde Pública Brasileiro: Pacientes Grandes ou Próteses Pequenas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;114(1):12-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Otto, Maria Estefania; Atik, Fernando Antibas; Moreira, Marcelo do Nascimento; Ribeiro, Luiz Carlos Madruga; Mello, Bianca Corrêa Rocha de; Lima, Joyce Gomes Elias; Ribeiro, Maiara Sanchez; Domingues, Ana Carolina Pereira Matos; Calzada, Reyna Pinheiro; Jreige Jr., Armindo; Schloicka, Larissa Lucas; Pibarot, Philippe. Determinantes da Desproporção de Prótese Aórtica em Hospital de Atendimento de Saúde Pública Brasileiro: Pacientes Grandes ou Próteses Pequenas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 1, p. 12-22, out. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Otto, M. E., Atik, F. A., Moreira, M. N., Ribeiro, L. C. M., Mello, B. C. R. , Lima, J. G. E., Ribeiro, M. S., Domingues, A. C. P. M., Calzada, R. P., Jreige Jr., A., Schloicka, L. L., & Pibarot, P. (2019). Determinantes da Desproporção de Prótese Aórtica em Hospital de Atendimento de Saúde Pública Brasileiro: Pacientes Grandes ou Próteses Pequenas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(1), 12-22.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Otto, Maria Estefania and Atik, Fernando Antibas and Moreira, Marcelo do Nascimento and Ribeiro, Luiz Carlos Madruga and Mello, Bianca Corrêa Rocha de and Lima, Joyce Gomes Elias and Ribeiro, Maiara Sanchez and Domingues, Ana Carolina Pereira Matos and Calzada, Reyna Pinheiro and Jreige Jr., Armindo and Schloicka, Larissa Lucas and Pibarot, Philippe. Determinantes da Desproporção de Prótese Aórtica em Hospital de Atendimento de Saúde Pública Brasileiro: Pacientes Grandes ou Próteses Pequenas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 114, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 12-22. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/determinantes-da-desproporcao-de-protese-aortica-em-hospital-de-atendimento-de-saude-publica-brasileiro-pacientes-grandes-ou-proteses-pequenas/>. ISSN 0066-782X

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Costa JA, Almeida MLP, Estrada TCD, Werneck GL, Rocha AM, Rosa MLG, Ribeiro ML, et al. Utilidade do Ecocardiograma Ultraportátil Direcionado na Avaliação Pré-Operatória de Cirurgia Não Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(5):420-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Costa, Jean Allan; Almeida, Maria Lucia Pereira; Estrada, Tereza Cristina Duque; Werneck, Guilherme Lobosco; Rocha, Alexandre Marins; Rosa, Maria Luiza Garcia; Ribeiro, Mario Luiz; Mesquita, Claudio Tinoco. Utilidade do Ecocardiograma Ultraportátil Direcionado na Avaliação Pré-Operatória de Cirurgia Não Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 5, p. 420-426, out. 2016.

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Costa, J. A., Almeida, M. L. P., Estrada, T. C. D., Werneck, G. L., Rocha, A. M., Rosa, M. L. G., Ribeiro, M. L., & Mesquita, C. T. (2016). Utilidade do Ecocardiograma Ultraportátil Direcionado na Avaliação Pré-Operatória de Cirurgia Não Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(5), 420-426.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Costa, Jean Allan and Almeida, Maria Lucia Pereira and Estrada, Tereza Cristina Duque and Werneck, Guilherme Lobosco and Rocha, Alexandre Marins and Rosa, Maria Luiza Garcia and Ribeiro, Mario Luiz and Mesquita, Claudio Tinoco. Utilidade do Ecocardiograma Ultraportátil Direcionado na Avaliação Pré-Operatória de Cirurgia Não Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 420-426. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/utilidade-do-ecocardiograma-ultraportatil-direcionado-na-avaliacao-pre-operatoria-de-cirurgia-nao-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Titinger DP, Lisboa LAF, Matrangolo BLR, Dallan LRP, Dallan LAO, Trindade EM, Eckl I, et al. Custos das Cirurgias Cardíacas Segundo o Risco Pré-Operatório no Sistema Público de Saúde Brasileiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(2):130-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Titinger, David Provenzale; Lisboa, Luiz Augusto Ferreira; Matrangolo, Bruna La Regina; Dallan, Luis Roberto Palma; Dallan, Luis Alberto Oliveira; Trindade, Evelinda Marramon; Eckl, Ivone; Kalil Filho, Roberto; Mejía, Omar Asdrúbal Vilca; Jatene, Fabio Biscegli. Custos das Cirurgias Cardíacas Segundo o Risco Pré-Operatório no Sistema Público de Saúde Brasileiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 2, p. 130-138, jun. 2015.

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Titinger, D. P., Lisboa, L. A. F., Matrangolo, B. L. R., Dallan, L. R. P., Dallan, L. A. O., Trindade, E. M., Eckl, I., Kalil Filho, R., Mejía, O. A. V., & Jatene, F. B. (2015). Custos das Cirurgias Cardíacas Segundo o Risco Pré-Operatório no Sistema Público de Saúde Brasileiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(2), 130-138.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Titinger, David Provenzale and Lisboa, Luiz Augusto Ferreira and Matrangolo, Bruna La Regina and Dallan, Luis Roberto Palma and Dallan, Luis Alberto Oliveira and Trindade, Evelinda Marramon and Eckl, Ivone and Kalil Filho, Roberto and Mejía, Omar Asdrúbal Vilca and Jatene, Fabio Biscegli. Custos das Cirurgias Cardíacas Segundo o Risco Pré-Operatório no Sistema Público de Saúde Brasileiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 130-138. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/custos-das-cirurgias-cardiacas-segundo-o-risco-pre-operatorio-no-sistema-publico-de-saude-brasileiro/>. ISSN 0066-782X

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Borges FK, Furtado MV, Rossini APW, Bertoluci C, Gonzalez VL, Bertoldi EG, Grutcki DM, et al. Valor prognóstico do fragmento N-terminal do peptídeo natriurético tipo B em cirurgia não-cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;100(6):561-70.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Borges, Flávia Kessler; Furtado, Mariana Vargas; Rossini, Ana Paula Webber; Bertoluci, Carolina; Gonzalez, Vinícius Leite; Bertoldi, Eduardo Gehling; Grutcki, Denis Maltz; Rech, Leandro Gazziero; Magalhães, Mariana; Polanczyk, Carisi Anne. Valor prognóstico do fragmento N-terminal do peptídeo natriurético tipo B em cirurgia não-cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 6, p. 561-570, maio. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Borges, F. K., Furtado, M. V., Rossini, A. P. W., Bertoluci, C., Gonzalez, V. L., Bertoldi, E. G., Grutcki, D. M., Rech, L. G., Magalhães, M., & Polanczyk, C. A. (2013). Valor prognóstico do fragmento N-terminal do peptídeo natriurético tipo B em cirurgia não-cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 100(6), 561-570.

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Borges, Flávia Kessler and Furtado, Mariana Vargas and Rossini, Ana Paula Webber and Bertoluci, Carolina and Gonzalez, Vinícius Leite and Bertoldi, Eduardo Gehling and Grutcki, Denis Maltz and Rech, Leandro Gazziero and Magalhães, Mariana and Polanczyk, Carisi Anne. Valor prognóstico do fragmento N-terminal do peptídeo natriurético tipo B em cirurgia não-cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 100, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 561-570. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/valor-prognostico-do-fragmento-n-terminal-do-peptideo-natriuretico-tipo-b-em-cirurgia-nao-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Tavares IS, Sousa ACS, Menezes Filho RS, Aguiar-Oliveira MH, Barreto-Filho JA, Brito AF, Oliveira JLM, et al. Função diastólica do ventrículo esquerdo em obesos graves em pré-operatório para cirurgia bariátrica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;98(4):300-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Tavares, Irlaneide da Silva; Sousa, Antonio Carlos Sobral; Menezes Filho, Raimundo Sotero; Aguiar-Oliveira, Manuel Hermínio de; Barreto-Filho, José Augusto; Brito, Amanda Ferreira de; Oliveira, Joselina Luzia Menezes. Função diastólica do ventrículo esquerdo em obesos graves em pré-operatório para cirurgia bariátrica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 98, n. 4, p. 300-306, mar. 2012.

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Tavares, I. S., Sousa, A. C. S., Menezes Filho, R. S., Aguiar-Oliveira, M. H. , Barreto-Filho, J. A., Brito, A. F. , & Oliveira, J. L. M. (2012). Função diastólica do ventrículo esquerdo em obesos graves em pré-operatório para cirurgia bariátrica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 98(4), 300-306.

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Tavares, Irlaneide da Silva and Sousa, Antonio Carlos Sobral and Menezes Filho, Raimundo Sotero and Aguiar-Oliveira, Manuel Hermínio de and Barreto-Filho, José Augusto and Brito, Amanda Ferreira de and Oliveira, Joselina Luzia Menezes. Função diastólica do ventrículo esquerdo em obesos graves em pré-operatório para cirurgia bariátrica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 98, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 300-306. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/funcao-diastolica-do-ventriculo-esquerdo-em-obesos-graves-em-pre-operatorio-para-cirurgia-bariatrica/>. ISSN 0066-782X

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Mezzomo A, Bodin Jr. OL, Lucia V. Proteína C Reativa pré-operatória prediz infecção respiratória após cirurgia de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(5):365-71.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mezzomo, Agda; Bodin Jr., Odemir L.; Lucia, Vera. Proteína C Reativa pré-operatória prediz infecção respiratória após cirurgia de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 5, p. 365-371, set. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mezzomo, A., Bodin Jr., O. L., & Lucia, V. (2011). Proteína C Reativa pré-operatória prediz infecção respiratória após cirurgia de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(5), 365-371.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mezzomo, Agda and Bodin Jr., Odemir L. and Lucia, Vera. Proteína C Reativa pré-operatória prediz infecção respiratória após cirurgia de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 365-371. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/proteina-c-reativa-pre-operatoria-prediz-infeccao-respiratoria-apos-cirurgia-de-revascularizacao-miocardica/>. ISSN 0066-782X

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Guaragna JCVC, Bodanese LC, Bueno FL, Goldani MA. Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(4):541-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Guaragna, João Carlos Vieira da Costa; Bodanese, Luiz Carlos; Bueno, Fabiana Lucas; Goldani, Marco Antonio. Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 4, p. 541-548, abr. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Guaragna, J. C. V. C., Bodanese, L. C., Bueno, F. L., & Goldani, M. A. (2010). Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(4), 541-548.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Guaragna, João Carlos Vieira da Costa and Bodanese, Luiz Carlos and Bueno, Fabiana Lucas and Goldani, Marco Antonio. Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 541-548. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/proposta-de-escore-de-risco-pre-operatorio-para-pacientes-candidatos-a-cirurgia-cardiaca-valvar/>. ISSN 0066-782X

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Sampaio RO, Jonke VM, Falcão JL, Falcão S, Spina GS, Tarasoutchi F, Grinberg M, et al. Prevalência de doença arterial coronariana e avaliação pré-operatória em portadores de valvopatia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(3):200-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sampaio, Roney Orismar; Jonke, Vívian Masutti; Falcão, João L.; Falcão, Sandra; Spina, Guilherme S.; Tarasoutchi, Flávio; Grinberg, Max. Prevalência de doença arterial coronariana e avaliação pré-operatória em portadores de valvopatia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 3, p. 200-204, set. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sampaio, R. O., Jonke, V. M., Falcão, J. L., Falcão, S., Spina, G. S., Tarasoutchi, F., & Grinberg, M. (2008). Prevalência de doença arterial coronariana e avaliação pré-operatória em portadores de valvopatia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(3), 200-204.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sampaio, Roney Orismar and Jonke, Vívian Masutti and Falcão, João L. and Falcão, Sandra and Spina, Guilherme S. and Tarasoutchi, Flávio and Grinberg, Max. Prevalência de doença arterial coronariana e avaliação pré-operatória em portadores de valvopatia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 200-204. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-de-doenca-arterial-coronariana-e-avaliacao-pre-operatoria-em-portadores-de-valvopatia/>. ISSN 0066-782X

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