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ABC
Editorial

Duração do Sono, Genética e Aterosclerose: Desafios e Oportunidades

Ana Vitoria Vitoreti Martins et al. Larissa T. Krul Luciano F. Drager

A aterosclerose, o mecanismo unificador para a maioria dos eventos de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral fatais e não fatais, é um processo multifatorial que vem aumentando em prevalência em todo o mundo. Os fatores de risco tradicionais para aterosclerose foram extensivamente estudados, mas evidências recentes apontaram que eles explicavam aproximadamente apenas 40-50% da variabilidade dos marcadores de dano arterial e aterosclerose. Portanto, um interesse crescente tem sido dedicado à exploração do papel relativo dos fatores de risco “não tradicionais”. Um dos candidatos promissores são os distúrbios do sono. De fato, a relação entre sono e saúde cardiovascular tem sido cada vez mais explorada na literatura., Embora a maioria das evidências se baseie no impacto da apneia obstrutiva do sono (AOS) na aterosclerose, os potenciais efeitos aterogênicos de extremos de duração do sono foram investigados recentemente,, considerando sua associação positiva com desfechos cardiovasculares ruins. Curiosamente, evidências anteriores mostraram consistentemente que não apenas a curta, mas a longa duração do sono (geralmente definida como >8 ou >9hs) aumentou o risco para esses eventos, confirmando uma associação em forma de U entre a duração do sono e os desfechos cardiovasculares. Essas evidências anteriores abrem caminho para explorar mecanismos potenciais pelos quais os extremos de duração do sono podem aumentar o risco cardiovascular.

Nesta edição dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Xu et al. avaliaram a associação entre a duração do sono e o risco de aterosclerose usando uma abordagem de randomização mendeliana (RM) com dados de estudos de associação genômica ampla (GWAS). Duas grandes coortes da Europa foram incluídas para análise. Os principais resultados indicaram que, ao contrário da hipótese inicial, não há associação causal significativa entre a duração do sono e a aterosclerose. O estudo concluiu que a duração do sono geneticamente prevista não afeta o risco de aterosclerose e sugeriu mais pesquisas para explorar essa relação em maiores detalhes. Os pontos fortes do estudo incluem o grande tamanho da amostra e o uso de um estudo de RM. Essa estratégia permite evitar vieses comuns observados em estudos observacionais. No entanto, limitações importantes merecem comentários apropriados que impeçam conclusões definitivas nesta importante área de pesquisa: 1) uma questão subjetiva definiu a duração do sono. Não é incomum encontrar percepções errôneas sobre a duração real do sono; 2) o polimorfismo de nucleotídeo único (SNPs) escolhido explica apenas parcialmente a variabilidade da duração subjetiva do sono nesta investigação. Este fato pode contribuir para menor poder estatístico na identificação de situações com correlações fracas; 3) a ‘aterosclerose’ foi identificada usando a Classificação Internacional de Doenças (CID) em vez de medidas objetivas. Há certamente uma subnotificação da carga real da aterosclerose nesta população; 4) outros distúrbios do sono (destacando o papel da AOS) são consistentemente associados a marcadores prevalentes e incidentes de aterosclerose,– mas não foram estudados na presente investigação; 5) a aplicabilidade dos resultados a populações não europeias merece investigações adicionais.

[…]

  • Aterosclerose
  • Doença Cardiovascular
  • Genética
  • Sono
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22/11/2024 DOI: 10.36660/abc.20240593 Visualizações 1
ABC
Editorial

Avaliação Ativa de Sono e Depressão em Pacientes Idosos no Cenário da Cardiologia Ambulatorial: O Que Estamos Esperando?

Ana Vitória Vitoreti Martins et al. Luciano F. Drager

O interesse nas relações entre distúrbios do sono, depressão e doença cardiovascular tem aumentado nas últimas décadas. A maioria das evidências disponíveis sugere que vários distúrbios do sono (incluindo privação de sono, insônia, e apneia obstrutiva do sono) não são somente meros espectadores, mas podem contribuir no aumento do risco cardiovascular.– A prevalência e o impacto dos distúrbios do sono podem variar dependendo de algumas características clínicas (por exemplo: idade, sexo e comorbidades). Idade avançada é claramente um fator de risco para o desenvolvimento de distúrbios do sono; evidências consistentes mostraram um maior número de queixas associadas ao sono com o avançar da idade, incluindo insônia e apneia obstrutiva do sono., A redução no número de horas de sono e uma má qualidade do sono podem prejudicar vários domínios relacionados à qualidade de vida nos idosos.– Ainda, a depressão está associada com várias consequências cognitivas e cardiovasculares. Com base na plausibilidade biológica que relaciona distúrbios do sono e depressão com risco cardiovascular,, e a elevada prevalência de doenças cardiovasculares em idosos, é razoável afirmar que os distúrbios do sono contribuem para o alto risco cardiovascular observado nesse subgrupo de pacientes.

Nesta edição dos Arquivos de Brasileiro de Cardiologia, Lopes et al. apresentam um estudo prospectivo do tipo coorte com 160 pacientes idosos (entre 60 e 98 anos de idade) com o objetivo de estimar o risco de morte e de eventos cardiovasculares após oito anos de acompanhamento (de 2009 a 2017) naqueles que apresentaram insônia e sonolência excessiva durante o dia no basal. Sonolência excessiva durante o dia, qualidade do sono, e presença de sintomas depressivos foram avaliados por Escala de Sono de Epworth, Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh, e Escala de Depressão Geriátrica respectivamente.

[…]

  • Depressão
  • idosos
  • Sono
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20/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20210624
ABC
Editorial

Uma Colaboração para Parar de Fumar

Ricardo Vivacqua Cardoso Costa

A associação de tabagismo e sedentarismo constitui uma importante expressão de morbimortalidade em amplas faixas etárias.

O presente estudo potencializa os reconhecidos riscos do tabagismo, correlacionando à qualidade do sono e às disfunções autonômicas com níveis de atividade física. Parâmetros considerados como fatores de risco para patologias cardiovasculares. Vale destacar à acurada metodologia contribuindo com a legitimação desse estudo. No grupo mais ativo (p>50) foram observados valores mais elevados da massa muscular esquelética, relacionados com o melhor desempenho e influenciando no metabolo reflexo. O tratamento estatístico demonstrou correlações significativas entre o fumo, a qualidade do sono e a disfunção autonômica. Acreditamos que um número mais elevado dos candidatos ao estudo, possa obter correlações mais fortes. Sugerimos como continuação desse estudo, avaliar a recuperação da frequência cardíaca no primeiro minuto da recuperação pós esforço, indicador de adaptação autonômica parassimpática de valor prognóstico nas afecções cardiovasculares. Vale, também, melhor quantificação de atividade física que caracteriza o comportamento ativo ou não. Merece destaque a bibliografia atual, com cerca de 16% de autores do nosso país.

[…]

  • Estilo de Vida Sedentário
  • Exercício
  • Hábito de Fumar
  • Morbimortaliadade
  • Sistema Nervoso Autônomo
  • Sono
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03/02/2021 DOI: 10.36660/abc.20200458 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Qualidade do Sono Associada ao Nível Habitual de Atividade Física e Sistema Nervoso Autônomo de Fumantes

Iara Buriola Trevisan et al. Luiz Carlos Marques Vanderlei Mahara Proença Tiago V. Barreira … Caroline Pereira Santos Tamara Santos Gouveia Ercy Mara Cipulo Ramos Dionei Ramos

Resumo

Fundamento

Poucos estudos já examinaram a relação do nível habitual de atividade física e a modulação do sistema nervoso autônomo (SNA) na qualidade do sono de fumantes.

Objetivos

O objetivo deste estudo foi identificar alterações na qualidade do sono de fumantes e sua relação com nível habitual de atividade física e modulação do SNA.

Métodos

Um total de 42 fumantes foram divididos em dois grupos de acordo com o 50º percentil de atividade física de moderada a vigorosa (AFMV). A qualidade do sono foi avaliada utilizando-se o Mini-Sleep Questionnaire (mini questionário do sono), e a modulação do SNA foi avaliada por índices de variabilidade de frequência cardíaca (VFC). Para a análise de possíveis diferenças de média, foi utilizada a análise de covariância (ANCOVA) para ajuste de idade, gênero, composição corporal, maços-ano, betabloqueadores, ansiedade, e depressão, em log base 10, exceto por dados qualitativos, tais como gênero e betabloqueadores. Foram estabelecidas correlações utilizando-se a correlação de postos de Spearman. A significância estatística foi definida em 5%.

Resultados

Os fumantes que eram menos ativos demonstraram pior qualidade do sono (p=0,048) e insônia (p=0,045). Além disso, o grupo menos ativo apresentou redução na modulação parassimpática [HF (un; p=0,049); RMSSD (ms; p=0,047) e SD1 (ms; p=0,047)] e aumento do índice de LF (un) index (p=0,033) e razão LF/HF (p=0,040). Houve correlação positiva entre a pontuação total no Mini-sleep com o índice de LF (un) (r=0,317, p=0,041) e razão LF/HF (r=0,318, p=0,040) e correlação negativa com o índice de HF (un) (r= -0,322, p=0,038).

Conclusões

Fumantes com baixo nível de atividade física habitual apresentaram baixa qualidade do sono e alterações na modulação do sistema nervoso autônomo. (Arq Bras Cardiol. 2020; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Doenças do Sistema Nervoso Autônomo
  • Exercício
  • Frequência Cardíaca
  • Qualidade do Sono
  • Sono
  • Tabagismo
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16/12/2020 DOI: 10.36660/abc.20190522 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Editorial

Descenso da Pressão Arterial durante o Sono e o Sistema Nervoso Autônomo

Fernando Antonio de Almeida

A pressão arterial (PA) é controlada continuamente por mecanismos complexos que envolvem as características estruturais do sistema arterial, o sistema nervoso autônomo (simpático e parassimpático) integrado aos sistemas de barorreceptores e quimiorreceptores, o volume circulante e vários sistemas hormonais vasoconstritores e vasodilatadores com ações sistêmicas e locais. A integração desses sistemas garante que a pressão arterial sofra mínimas variações em intervalos pequenos; no entanto, se considerarmos todo o dia, há momentos (p. ex., durante o sono e ao levantar-se pela manhã) em que ocorrem variações mais intensas da PA, sempre em torno de uma média. A monitoração ambulatorial da pressão arterial (MAPA) permite registrar esse fenômeno na prática clínica.

A apresenta o registro gráfico da MAPA de uma pessoa com hipertensão arterial indicando os principais parâmetros avaliados nesse exame. Um dos fenômenos mais importantes que pode ser avaliado por MAPA é a redução fisiológica da PA durante o sono. Esse comportamento fisiológico da PA durante o sono ocorre porque muitos mecanismos vasoconstritores são “desarmados” nessa condição – entre eles, o sistema nervoso autônomo é um dos mais importantes. Uma consequência direta desse efeito modulador do sistema nervoso autônomo é que, nas doenças ou condições clínicas em que está comprometido, a ausência desse efeito modulador se expressa pela ausência do descenso da PA durante o sono. Em alguns casos, pode haver, inclusive, elevação da PA durante o sono. Este é o exemplo clássico de indivíduos com diabetes mellitus com neuropatia autonômica: – eles frequentemente apresentam hipotensão postural, elevação da PA ao deitar-se e ausência do descenso da PA durante o sono. , , , A ausência do descenso da PA durante o sono implica maior carga pressórica sobre o sistema circulatório e aumenta o risco de eventos cardiovasculares a longo prazo. , Existem outras condições clínicas associadas à ausência do descenso da PA durante o sono, mas não é o caso desta discussão.

[…]

  • Diabetes mellitus
  • Doença de Chagas
  • Monitoração Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA
  • Pressão Arterial
  • Sistema Nervoso Autônomo
  • Sono
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29/05/2020 DOI: 10.36660/abc.20200280 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Original Article

Associação entre Ausência de Descenso da Pressão Arterial Durante o Sono e a Fragmentação do Complexo QRS em Pacientes Pré-Hipertensos

Mehmet Eyuboglu et al. Bahri Akdeniz

Resumo

Fundamento:

A fragmentação do QRS (fQRS) é um sinal de eventos cardiovasculares adversos em várias doenças cardiovasculares. É associado também à pressão arterial elevada e à ausência de descenso da pressão arterial durante o sono (non-dipping) em pacientes pré-hipertensos.

Objetivos:

O objetivo do estudo presente é investigar a relação entre fQRS e ausência de descenso da pressão arterial durante o sono em pacientes pré-hipertensos.

Métodos:

Duzentos e dezesseis pacientes elegíveis, recém-diagnosticados com pré-hipertensão, que foram submetidos a monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA) durante 24 horas para avaliação mais aprofundada da pressão arterial entre junho de 2015 e julho de 2016, foram incluídos no estudo. De acordo com os resultados da MAPA, os pacientes foram divididos em três grupos: normotensos, pré-hipertensos com descenso da pressão arterial durante o sono (padrão dipping) e pré-hipertensos com ausência de descenso da pressão arterial durante o sono (padrão non-dipping). Os grupos foram comparados quanto à presença de fQRS no eletrocardiograma. Adicionalmente, utilizou-se a análise de regressão logística multinomial para determinar a relação entre a fQRS e o padrão de pressão arterial em pacientes pré-hipertensos.

Resultados:

De acordo com os registos da MAPA, 61 pacientes apresentavam padrão de pressão arterial normotenso (pressão arterial sistólica < 120 mmHg e pressão arterial diastólica < 80 mmHg). Dos 155 pacientes pré-hipertensos, 83 tinham padrão dipping e 72 tinham padrão non-dipping. Os pacientes pré-hipertensos com padrão non-dipping tinham uma frequência significativamente mais alta de fQRS em comparação com os pacientes normotensos (p = 0,048). Além disso, a análise de regressão logística multinomial revelou que fQRS é um preditor independente do padrão non-dipping de pressão arterial em pacientes pré-hipertensos (p = 0,017, OR: 4,071, 95 % CI: 1,281-12,936).

Conclusões:

Verificamos que a fQRS é um preditor do padrão non-dipping em pacientes pré-hipertensos. Como marcador de fibrose e aumento na carga fibrótica do miocárdio, a fQRS pode ser útil na identificação de pacientes pré-hipertensos de alto risco antes do desenvolvimento da hipertensão.

  • Eletrocardiografia
  • Hipertensão
  • Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial
  • Pré-hipertensão
  • QRS
  • Sono
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17/12/2018 DOI: 10.5935/abc.20180242 Visualizações 1
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ABC
Review Article

Revisão Sistemática sobre Duração do Sono e Dislipidemia em Adolescentes: Avaliando Inconsistências

Gabriela de Azevedo Abreu et al. Laura Augusta Barufaldi Katia Vergetti Bloch Moyses Szklo

Introdução

Embora muitas questões sobre o papel do sono continuem sem resposta, sabe-se que o sono não é apenas uma função fisiológica, mas também desempenha um papel importante na promoção do crescimento, maturação e estado geral de saúde das crianças e adolescentes, contribuindo significativamente para as funções cognitivas, emocionais e desempenho escolar. Atualmente, há uma tendência entre a população jovem para ter horas de sono irregulares, com diferenças nos horários de dormir e despertar entre dias úteis e os fins de semana, especialmente à medida que ficam mais velhos–.

Há um interesse crescente sobre o impacto do sono e seus distúrbios na regulação de processos inflamatórios e de morbidades, particularmente no contexto de doenças metabólicas e cardiovasculares (DCV) e suas complicações. Em crianças e adolescentes, estudos transversais– e prospectivos, têm mostrado uma associação entre sobrepeso ou obesidade e poucas horas de sono. Em adultos, há provas que apoiam essa associação, bem como correlações com a resistência à insulina, diabetes e doenças cardiovasculares–.

[…]

  • Adolescente
  • Dislipidemias
  • Revisão
  • Sono
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25/09/2015 DOI: 10.5935/abc.20150121
ABC
Original Article

Apneia do Sono e Arritmia Cardíaca Noturna: Estudo Populacional

Fatima Dumas Cintra et al. Renata Pimentel Leite Luciana Julio Storti Lia Azeredo Bittencourt … Dalva Poyares Laura de Siqueira Castro Sergio Tufik Angelo de Paola

Fundamento:

Os mecanismos relacionados às consequências cardiovasculares da apneia obstrutiva do sono incluem modificações abruptas no tônus autonômico, que podem desencadear arritmias cardíacas. Os autores tiveram como hipótese a ocorrência de arritmias cardíacas noturnas maiores em pacientes portadores de apneia obstrutiva do sono.

Objetivo:

Analisar a relação entre a apneia obstrutiva do sono e o registro de anormalidade no ritmo cardíaco, durante o sono, em uma amostra populacional.

Métodos:

Estudo transversal com uma amostra representativa da cidade de São Paulo de 1.101 voluntários. A polissonografia de noite inteira foi realizada por meio de um sistema digital (EMBLA® S7000), durante o horário regular de sono do indivíduo. O canal de eletrocardiograma foi extraído, duplicado e, em seguida, analisado com um sistema Holter (Cardio Smart®).

Resultados:

Um total de 767 participantes, sendo 461 do sexo masculino, com idade média de 42,00 ± 0,53 anos, foi incluído nas análises. Pelo menos um tipo de distúrbio do ritmo cardíaco noturno (arritmia atrial/ventricular ou pausa) foi observado em 62,7% da amostra. A ocorrência de arritmias cardíacas noturnas foi mais frequente com o aumento da gravidade da doença. A perturbação do ritmo foi observada em 53,3% da amostra sem distúrbios respiratórios do sono, enquanto que 92,3% dos pacientes com grave apneia obstrutiva do sono apresentaram arritmia cardíaca. Ectopia atrial e ventricular isolada foi mais frequente em pacientes com apneia obstrutiva do sono moderada/severa quando comparada com controles (p < 0,001). Após controle de potenciais fatores de confusão, idade, sexo e Índice de Apneia-Hipopneia foram associados à arritmia cardíaca noturna.

Conclusão:

Arritmias cardíacas noturnas ocorrem com maior frequência em pacientes portadores de apneia obstrutiva do sono, e sua prevalência aumenta com a gravidade da doença. Idade, sexo e o Índice de Apneia-Hipopneia foram os fatores preditores de arritmias nesta amostra.

  • Apneia do Sono Tipo Obstrutiva
  • Arritmias Cardíacas
  • Síndromes da apneia do sono
  • Sono
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23/09/2014 DOI: 10.5935/abc.20140142 Visualizações 2
ABC
Comunicação Breve

Horas de sono e índice de massa corporal em pré-escolares do sul do Brasil

Maria Laura da Costa Louzada et al. Fernanda Rauber Paula Dal Bó Campagnolo Márcia Regina Vitolo

A prevenção e o tratamento do excesso de peso são particularmente complexos, reforçando a importância de estudos que visem esclarecer sua rede de causas e efeitos. Assim, o objetivo desse estudo foi avaliar a relação entre horas de sono noturnas e medidas antropométricas. Realizou-se uma análise transversal realizada a partir de dados de 348 crianças de 3 e 4 anos da cidade de São Leopoldo/ RS. As horas de sono noturnas foram relatadas pelas mães e as medidas de índice de massa corporal, circunferência da cintura e dobras cutâneas foram medidas de acordo com protocolo padrão. As análises foram ajustadas para consumo energético e horas de televisão assistidas. As crianças com excesso de peso apresentaram, em média, 0,39 horas a menos de sono em relação àquelas com peso adequado (9,77 ± 1,44 versus 10,17 ± 1,34; IC95% 0,03-0,76). Observou-se associação inversa entre horas de sono noturnas e valores de escore z de índice de massa corporal para idade (B = -0,12 IC95% -0,22–0,02). A circunferência da cintura e as dobras cutâneas apresentaram relação inversa com as horas de sono, porém sem diferença estatística. Em pré-escolares do sul do Brasil, menos horas de sono noturnas foram associadas com maiores valores de índice de massa corporal.

  • Circunferência da Cintura
  • dobras cutâneas
  • índice de massa corporal
  • pré-escolar
  • Sono
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11/03/2013 DOI: 10.1590/S0066-782X2012001500013 Visualizações 1
MAPA em portadores de DPOC com dessaturação no sono
ABC
Artigo Original

MAPA em portadores de DPOC com dessaturação no sono

Neila Anders Aidar et al. Márcio Alberto Carvalho da Silva César Augusto Melo e Silva Pedro Nery Ferreira Júnior Paulo Tavares

FUNDAMENTO: A hipoxemia no período de sono pode, por mecanismo de ativação simpática, alterar a pressão arterial. Poucos estudos demonstram os parâmetros pressóricos em portadores de DPOC, que não têm apnéia do sono, mas que dessaturam nesse período. OBJETIVOS: Analisar os parâmetros pressóricos em pacientes com DPOC e dessaturação no sono, não causada por apnéia. MÉTODOS: Treze pacientes com DPOC foram submetidos à espirometria, gasometria arterial, polissonografia e MAPA para avaliação pressórica. Quatorze pacientes sem DPOC foram submetidos à espirometria, oximetria e MAPA. As análises pressóricas foram feitas tanto na vigília quanto no sono. Os dois grupos foram constituídos por pacientes sem antecedentes hipertensivos. RESULTADOS: Os dois grupos eram semelhantes em relação à idade, altura, peso e índice de massa corporal. Houve diferença significativa (p < 0,05) entre os parâmetros pressóricos nos períodos de vigília, sono, 24 horas e descenso do sono. Observou-se valores pressóricos maiores nos portadores de DPOC, exceto em níveis diastólicos em vigília, máximos valores ao sono e nas 24 horas. O descenso do sono no grupo DPOC foi atenuado, enquanto no grupo controle foi fisiológico, com menores valores pressóricos. CONCLUSÕES: Os resultados da pressão arterial sistólica e diastólica se mostraram maiores no grupo DPOC do que no grupo controle. A significância dessa afirmação ocorreu em todos os períodos aferidos, exceto em vigília e nas 24 horas para níveis de pressão diastólica. Pode-se concluir que, o grupo portador de DPOC com dessaturação no sono possui níveis de pressão arterial significativamente maiores do que o grupo controle.

  • Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
  • Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial
  • polissonografia
  • Sono
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22/10/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000900012 Visualizações 2

Como citar este artigo

EndNote RIS

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Martins AVV, Krul LT, Drager LF. Duração do Sono, Genética e Aterosclerose: Desafios e Oportunidades. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(9):e20240593.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Martins, Ana Vitoria Vitoreti; Krul, Larissa T.; Drager, Luciano F.. Duração do Sono, Genética e Aterosclerose: Desafios e Oportunidades. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 9, e20240593, nov. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Martins, A. V. V., Krul, L. T., & Drager, L. F. (2024). Duração do Sono, Genética e Aterosclerose: Desafios e Oportunidades. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(9), e20240593.

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Martins, Ana Vitoria Vitoreti and Krul, Larissa T. and Drager, Luciano F.. Duração do Sono, Genética e Aterosclerose: Desafios e Oportunidades. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 9, [citado 2026-10-14], e20240593. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/duracao-do-sono-genetica-e-aterosclerose-desafios-e-oportunidades/>. ISSN 0066-782X

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Martins AVV, Drager LF. Avaliação Ativa de Sono e Depressão em Pacientes Idosos no Cenário da Cardiologia Ambulatorial: O Que Estamos Esperando?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(3):455-6.

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Martins, Ana Vitória Vitoreti; Drager, Luciano F.. Avaliação Ativa de Sono e Depressão em Pacientes Idosos no Cenário da Cardiologia Ambulatorial: O Que Estamos Esperando?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 3, p. 455-456, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Martins, A. V. V., & Drager, L. F. (2021). Avaliação Ativa de Sono e Depressão em Pacientes Idosos no Cenário da Cardiologia Ambulatorial: O Que Estamos Esperando?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(3), 455-456.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Martins, Ana Vitória Vitoreti and Drager, Luciano F.. Avaliação Ativa de Sono e Depressão em Pacientes Idosos no Cenário da Cardiologia Ambulatorial: O Que Estamos Esperando?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 455-456. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-ativa-de-sono-e-depressao-em-pacientes-idosos-no-cenario-da-cardiologia-ambulatorial-o-que-estamos-esperando/>. ISSN 0066-782X

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Costa RVC. Uma Colaboração para Parar de Fumar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(1):36.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Costa, Ricardo Vivacqua Cardoso. Uma Colaboração para Parar de Fumar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 1, p. 36-36, fev. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Costa, R. V. C. (2021). Uma Colaboração para Parar de Fumar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(1), 36-36.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Costa, Ricardo Vivacqua Cardoso. Uma Colaboração para Parar de Fumar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 36-36. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uma-colaboracao-para-parar-de-fumar/>. ISSN 0066-782X

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Trevisan IB, Vanderlei LCM, Proença M, Barreira TV, Santos CP, Gouveia TS, Ramos EMC, et al. Qualidade do Sono Associada ao Nível Habitual de Atividade Física e Sistema Nervoso Autônomo de Fumantes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;116(1):26-35.

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Trevisan, Iara Buriola; Vanderlei, Luiz Carlos Marques; Proença, Mahara; Barreira, Tiago V.; Santos, Caroline Pereira; Gouveia, Tamara Santos; Ramos, Ercy Mara Cipulo; Ramos, Dionei. Qualidade do Sono Associada ao Nível Habitual de Atividade Física e Sistema Nervoso Autônomo de Fumantes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 1, p. 26-35, dez. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Trevisan, I. B., Vanderlei, L. C. M., Proença, M., Barreira, T. V., Santos, C. P., Gouveia, T. S., Ramos, E. M. C., & Ramos, D. (2020). Qualidade do Sono Associada ao Nível Habitual de Atividade Física e Sistema Nervoso Autônomo de Fumantes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(1), 26-35.

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Trevisan, Iara Buriola and Vanderlei, Luiz Carlos Marques and Proença, Mahara and Barreira, Tiago V. and Santos, Caroline Pereira and Gouveia, Tamara Santos and Ramos, Ercy Mara Cipulo and Ramos, Dionei. Qualidade do Sono Associada ao Nível Habitual de Atividade Física e Sistema Nervoso Autônomo de Fumantes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 116, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 26-35. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/qualidade-do-sono-associada-ao-nivel-habitual-de-atividade-fisica-e-sistema-nervoso-autonomo-de-fumantes/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Almeida FA. Descenso da Pressão Arterial durante o Sono e o Sistema Nervoso Autônomo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(4):716-7.

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Almeida, Fernando Antonio de. Descenso da Pressão Arterial durante o Sono e o Sistema Nervoso Autônomo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 4, p. 716-717, maio. 2020.

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Almeida, F. A. (2020). Descenso da Pressão Arterial durante o Sono e o Sistema Nervoso Autônomo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(4), 716-717.

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Almeida, Fernando Antonio de. Descenso da Pressão Arterial durante o Sono e o Sistema Nervoso Autônomo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 716-717. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/descenso-da-pressao-arterial-durante-o-sono-e-o-sistema-nervoso-autonomo/>. ISSN 0066-782X

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Eyuboglu M, Akdeniz B. Associação entre Ausência de Descenso da Pressão Arterial Durante o Sono e a Fragmentação do Complexo QRS em Pacientes Pré-Hipertensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;112(1):59-64.

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Eyuboglu, Mehmet; Akdeniz, Bahri. Associação entre Ausência de Descenso da Pressão Arterial Durante o Sono e a Fragmentação do Complexo QRS em Pacientes Pré-Hipertensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 1, p. 59-64, dez. 2018.

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Eyuboglu, M., & Akdeniz, B. (2018). Associação entre Ausência de Descenso da Pressão Arterial Durante o Sono e a Fragmentação do Complexo QRS em Pacientes Pré-Hipertensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(1), 59-64.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Eyuboglu, Mehmet and Akdeniz, Bahri. Associação entre Ausência de Descenso da Pressão Arterial Durante o Sono e a Fragmentação do Complexo QRS em Pacientes Pré-Hipertensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 112, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 59-64. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-ausencia-de-descenso-da-pressao-arterial-durante-o-sono-e-a-fragmentacao-do-complexo-qrs-em-pacientes-pre-hipertensos/>. ISSN 0066-782X

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Abreu GA, Barufaldi LA, Bloch KV, Szklo M. Revisão Sistemática sobre Duração do Sono e Dislipidemia em Adolescentes: Avaliando Inconsistências. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(4):418-25.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Abreu, Gabriela de Azevedo; Barufaldi, Laura Augusta; Bloch, Katia Vergetti; Szklo, Moyses. Revisão Sistemática sobre Duração do Sono e Dislipidemia em Adolescentes: Avaliando Inconsistências. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 4, p. 418-425, set. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Abreu, G. A., Barufaldi, L. A., Bloch, K. V., & Szklo, M. (2015). Revisão Sistemática sobre Duração do Sono e Dislipidemia em Adolescentes: Avaliando Inconsistências. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(4), 418-425.

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Abreu, Gabriela de Azevedo and Barufaldi, Laura Augusta and Bloch, Katia Vergetti and Szklo, Moyses. Revisão Sistemática sobre Duração do Sono e Dislipidemia em Adolescentes: Avaliando Inconsistências. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 418-425. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/revisao-sistematica-sobre-duracao-do-sono-e-dislipidemia-em-adolescentes-avaliando-inconsistencias/>. ISSN 0066-782X

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Cintra, Fatima Dumas; Leite, Renata Pimentel; Storti, Luciana Julio; Bittencourt, Lia Azeredo; Poyares, Dalva; Castro, Laura de Siqueira; Tufik, Sergio; Paola, Angelo de. Apneia do Sono e Arritmia Cardíaca Noturna: Estudo Populacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 5, p. 368-374, set. 2014.

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Cintra, F. D., Leite, R. P., Storti, L. J., Bittencourt, L. A., Poyares, D., Castro, L. S., Tufik, S., & Paola, A. (2014). Apneia do Sono e Arritmia Cardíaca Noturna: Estudo Populacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(5), 368-374.

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Cintra, Fatima Dumas and Leite, Renata Pimentel and Storti, Luciana Julio and Bittencourt, Lia Azeredo and Poyares, Dalva and Castro, Laura de Siqueira and Tufik, Sergio and Paola, Angelo de. Apneia do Sono e Arritmia Cardíaca Noturna: Estudo Populacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 368-374. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/apneia-do-sono-e-arritmia-cardiaca-noturna-estudo-populacional/>. ISSN 0066-782X

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Louzada MLC, Rauber F, Campagnolo PDB, Vitolo MR. Horas de sono e índice de massa corporal em pré-escolares do sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;99(6):1156-8.

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Louzada, Maria Laura da Costa; Rauber, Fernanda; Campagnolo, Paula Dal Bó; Vitolo, Márcia Regina. Horas de sono e índice de massa corporal em pré-escolares do sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 6, p. 1156-1158, mar. 2013.

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Louzada, M. L. C., Rauber, F., Campagnolo, P. D. B., & Vitolo, M. R. (2013). Horas de sono e índice de massa corporal em pré-escolares do sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(6), 1156-1158.

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Louzada, Maria Laura da Costa and Rauber, Fernanda and Campagnolo, Paula Dal Bó and Vitolo, Márcia Regina. Horas de sono e índice de massa corporal em pré-escolares do sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 99, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1156-1158. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/horas-de-sono-e-indice-de-massa-corporal-em-pre-escolares-do-sul-do-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Aidar NA, Silva MAC, Silva CAM, Ferreira Júnior PN, Tavares P. MAPA em portadores de DPOC com dessaturação no sono. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;93(3):275-82.

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Aidar, Neila Anders; Silva, Márcio Alberto Carvalho da; Silva, César Augusto Melo e; Ferreira Júnior, Pedro Nery; Tavares, Paulo. MAPA em portadores de DPOC com dessaturação no sono. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 3, p. 275-282, out. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Aidar, N. A., Silva, M. A. C. , Silva, C. A. M. , Ferreira Júnior, P. N., & Tavares, P. (2009). MAPA em portadores de DPOC com dessaturação no sono. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(3), 275-282.

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Aidar, Neila Anders and Silva, Márcio Alberto Carvalho da and Silva, César Augusto Melo e and Ferreira Júnior, Pedro Nery and Tavares, Paulo. MAPA em portadores de DPOC com dessaturação no sono. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 93, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 275-282. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mapa-em-portadores-de-dpoc-com-dessaturacao-no-sono/>. ISSN 0066-782X

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