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Resiliência Cardiopulmonar em Indivíduos Altamente Ativos: Análise de Testes de Esforço Cardiopulmonar Pré e Pós-Covid-19
ABC
Artigo Original

Resiliência Cardiopulmonar em Indivíduos Altamente Ativos: Análise de Testes de Esforço Cardiopulmonar Pré e Pós-Covid-19

Fabrício Braga et al. Gabriel Espinosa Amanda Monteiro Mauricio Milani … Juliana Paiva Juliana Goulart Prata Oliveira Milani Leandro Franzoni Ricardo Stein Gerson Cipriano Jr. Jonas Lírio Gurgel Ricardo Mourilhe-Rocha

Resumo

Fundamento:

A pandemia de covid-19 afetou milhões de pessoas em todo o mundo, com impactos persistentes que se estendem além da fase aguda. Um desses efeitos é a condição conhecida como pós-covid (ou covid longa), caracterizada por sintomas como fadiga e intolerância ao exercício com duração superior a 60 dias. Embora o exercício físico regular esteja associado à redução do risco de desfechos graves, relatos de queda no desempenho atlético após a infecção — mesmo entre indivíduos altamente ativos (IAAs) — têm gerado preocupações quanto aos efeitos de longo prazo sobre a saúde física. O teste de esforço cardiopulmonar (TECP) é uma ferramenta valiosa para avaliar a intolerância ao exercício e investigar as consequências metabólicas e ventilatórias da covid-19.

Objetivo:

Avaliar o impacto da covid-19 na função cardiopulmonar de IAAs por meio da análise das respostas metabólicas e ventilatórias obtidas em TECP realizado antes e após a infecção.

Métodos:

Foram analisados retrospectivamente dados de TECP de IAAs de ambos os sexos. Os desfechos primários incluíram alterações no consumo máximo de oxigênio (O2pico) e na eficiência ventilatória (relação E/CO2). O nível de significância estatística foi estabelecido em 5% (p < 0,05).

Resultados:

Foram incluídos 43 IAAs (72,1% do sexo masculino; 44 ± 10 anos). O intervalo mediano entre os testes foi de 479 dias, sendo o segundo TECP realizado em média 44 ± 27 dias após a infecção por covid-19. Observou-se uma redução média de 1,5 ml/kg/min no O2pico (p = 0,017), correspondendo a uma diminuição de 3,84% nos valores previstos de O2pico (p = 0,045). A relação E/CO2 aumentou em média 1,2 (p = 0,017).

Conclusão:

Embora os IAAs não sejam imunes aos efeitos da covid-19, seu elevado nível basal de atividade física parece conferir uma considerável resiliência cardiopulmonar. As alterações observadas após a infecção foram mínimas, sugerindo que a manutenção da aptidão física pode oferecer benefícios protetores contra sequelas prolongadas da doença.

  • Aptidão Cardiorrespiratória
  • desempenho atlético
  • Exercício Físico
  • Teste de Esforço
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14/11/2025 DOI: 10.36660/abc.20250094 Visualizações 1
Treinamento Físico Reduz a Inflamação e a Fibrose e Preserva a Função e a Perfusão Miocárdica em um Modelo de Cardiomiopatia Chagásica Crônica
ABC
Artigo Original

Treinamento Físico Reduz a Inflamação e a Fibrose e Preserva a Função e a Perfusão Miocárdica em um Modelo de Cardiomiopatia Chagásica Crônica

Thayrine R. Damasceno et al. Denise M. Tanaka Enrico F. Magnani Rafael D. B. Oliveira … Danielle A. G. Pereira Ildernandes Vieira-Alves Virginia S. Lemos Jorge M. Cabeza Camila G. Fabricio Alessandra A. Resende Dawit A. P. Gonçalves Gustavo de Oliveira Zanetti Eduardo E. Vieira de Carvalho Marcus V. Simões Luciano F. L. Oliveira

Resumo

Fundamento:

A Cardiomiopatia Chagásica Crônica (CCC) é causada por um processo inflamatório induzido pelo Trypanosoma cruzi, que leva à miocardite com fibrose reativa e reparativa. A CCC progride com alterações de perfusão miocárdica e eventos histopatológicos que afetam a Aptidão Cardiorrespiratória (ACR).

Objetivos:

Avaliamos os efeitos do Treinamento Físico Aeróbico (TFA) na perfusão miocárdica e nos comprometimentos morfológicos e funcionais relacionados à inflamação e fibrose em hamsters sírios com CCC. Como objetivo secundário, analisamos as áreas de secção transversa do músculo esquelético.

Métodos:

Hamsters com CCC e seus respectivos controles foram divididos em quatro grupos: CCC sedentário, CCC-TFA, controle sedentário e controle TFA. Sete meses após a infecção, os animais foram submetidos à ecocardiografia, à cintilografia de perfusão miocárdica e ao teste de esforço cardiopulmonar. TFA de intensidade moderada foi realizado durante cinquenta minutos, cinco vezes por semana, por oito semanas. Posteriormente, os animais foram reavaliados. A análise histopatológica foi realizada após os procedimentos acima mencionados. O nível de significância foi estabelecido em 5% em todas as análises (p<0,05).

Resultados:

Animais com CCC sedentários apresentaram piores Defeitos de Perfusão Miocárdica (DPM) ao longo do tempo, Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo (FEVE) reduzida, e apresentaram mais inflamação e fibrose quando comparados aos demais grupos (análise ANOVA mista). Por outro lado, o TFA foi capaz de mitigar a progressão do DPM, atenuar a inflamação e a fibrose e melhorar a eficiência da ACR em animais CCC-TFA.

Conclusão:

Nosso estudo demonstrou que o TFA melhorou a disfunção cardíaca, DPM e reduziu a inflamação e a fibrose em modelos de hamster com CCC. Além disso, os animais CCC-SED apresentaram atrofia do músculo esquelético, enquanto os animais CCC-TFA apresentaram a AST do músculo esquelético preservada. Compreender os efeitos da TFA nas dimensões fisiopatológicas da CCC é crucial para futuras pesquisas e intervenções terapêuticas.

  • Aptidão Cardiorrespiratória
  • Cardiomiopatia Chagásica
  • exercício aeróbico
  • Imagem de Perfusão do Miocárdio
  • Miocardite
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09/09/2024 DOI: 10.36660/abc.20230707 Visualizações 1
Figura Central
ABC
Artigo Original

Teste Cardiopulmonar em Pacientes Pós-COVID-19: De Onde vem a Intolerância ao Exercício?

Mauricio Milani et al. Juliana Goulart Prata Oliveira Milani Graziella França Bernardelli Cipriano Lawrence Patrick Cahalin … Ricardo Stein Gerson Cipriano Jr.

Resumo

Fundamento

A intolerância ao exercício pós-COVID-19 não é bem entendida. O teste de esforço cardiopulmonar (TECP) pode identificar as limitações ao exercício subjacentes.

Objetivos

Avaliar a etiologia e a magnitude da intolerância ao exercício em sujeitos pós-COVID-19.

Métodos

Estudo de coorte que avaliou sujeitos com níveis de gravidades diferentes da doença COVID-19 e um grupo de controle selecionado por pareamento por escores de propensão. Em uma amostra seleta com TECP anterior à infecção viral disponível, foram realizadas comparações antes e depois. O nível de significância foi de 5% em toda a análise.

Resultados

Foram avaliados cento e quarenta e dois sujeitos com COVID-19 (idade mediana: 43 anos, 57% do sexo masculino), com níveis de gravidade de doença diferentes (60% leve, 21% moderada, 19% grave). O TECP foi realizado 11,5 (7,0, 21,2) semanas após o aparecimento da doença, com as limitações ao exercício sendo atribuídas aos sistemas muscular periférico (92%), pulmonar (6%), e cardiovascular (2%). Menor valor mediano do consumo de oxigênio pico percentual foi observado no subgrupo com níveis graves de doença (72,2%) em comparação com os controles (91,6%). O consumo de oxigênio foi diferente entre os grupos com diferentes níveis de gravidade de doença e o controle no pico e nos limiares ventilatórios. Inversamente, os equivalentes ventilatórios, a inclinação da eficiência do consumo de oxigênio, e o pico do pulso de oxigênio foram semelhantes. A análise do subgrupo de 42 sujeitos com TECP prévio revelou uma redução significativa no pico de velocidade da esteira no subgrupo com nível leve de doença, e no consumo de oxigênio no pico e nos limiares ventilatórios nos subgrupos com níveis moderado/grave. Por outro lado, os equivalentes ventilatórios, a inclinação da eficiência do consumo de oxigênio e o pico do pulso de oxigênio não apresentaram alterações significativas.

Conclusões

A fadiga do músculo periférico foi a etiologia de limitação de exercício mais comum em pacientes pós-COVID-19 independentemente da gravidade da doença. Os dados sugerem que o tratamento deve enfatizar programas de reabilitação abrangentes, incluindo componentes aeróbicos e de fortalecimento muscular.

  • Aptidão Cardiorrespiratória
  • COVID-19
  • Teste de Esforço
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06/03/2023 DOI: 10.36660/abc.20220150 Visualizações 1
ABC
Editorial

O Paradoxo da Obesidade na Insuficiência Cardíaca Depende da Aptidão Cardiorrespiratória?

Jari A. Laukkanen et al. Setor K. Kunutsor

A insuficiência cardíaca (IC) é uma ameaça global à saúde pública, associada ao aumento de hospitalizações, morbidade, mortalidade e altos custos econômicos. Entretanto, a IC, a qual tem a doença cardíaca isquêmica como doença subjacente comum, é uma condição pelo menos parcialmente evitável. A aptidão cardiorrespiratória (ACR) é um índice dos níveis habituais de atividade física e é considerado o padrão ouro para a capacidade de exercício aeróbico. A aptidão cardiorrespiratória, um componente importante da aptidão física e medida diretamente pelo consumo de oxigênio de pico (VO2 pico) e a inclinação da eficiência ventilatória (inclinação VE/VCO2), foi identificada como um dos preditores mais importantes dos desfechos de saúde e sobrevivência. Relatamos anteriormente que o VO2 pico, quando diretamente avaliado, está forte, independente e inversamente relacionado a um risco reduzido de condições cardiometabólicas, como IC,, fibrilação atrial,, fibrilação ventricular diabetes, bem como mortalidade por doenças cardiovasculares (DCV)., Nosso recente estudo de base populacional baseado no UK Biobank sugere que a ACR é um forte indicador de risco para mortalidade e a adição da ACR ao escore dos fatores de risco convencional melhorou a discriminação geral do risco de mortalidade e, mais importante, o valor preditivo da ACR variou através dos níveis de alguns fatores de risco relevantes, incluindo idade, sexo e tabagismo. Este fato é um indicador de que a ACR é uma ferramenta potencialmente valiosa de avaliação de risco na clínica prática.

Sabe-se que a obesidade, medida pelo índice de massa corporal (IMC), está relacionada ao desenvolvimento de desfechos cardiovasculares. No entanto, o efeito combinado da obesidade e da ACR no risco de IC futura ainda requer estudos adicionais. É de relevância clínica entender se a ACR atenua a associação da obesidade com o risco posterior de IC devido a outras DCV subjacentes. A maioria dos estudos anteriores sobre IMC mais alto, outros parâmetros de obesidade e risco de IC não levou em consideração as diferenças nos níveis de ACR. Embora o IMC alto seja um fator de risco para IC, há achados de uma relação não-linear entre os resultados de IMC e DCV em pacientes com IC, o que indica uma relação incomum. Em pacientes com IC estabelecida, evidências acumuladas sugerem que indivíduos com sobrepeso e obesidade (IMC mais alto) apresentaram melhor sobrevida em comparação com aqueles com IMC normal, um conceito conhecido que foi chamado de “paradoxo da obesidade” ou “epidemiologia reversa”. Alguns mecanismos têm sido propostos para explicar o paradoxo da obesidade da IC, que inclui a terapia da IC ser mais eficaz em pacientes obesos. Foi relatado que a ACR também pode desempenhar um papel, mitigando ou negando o “paradoxo da obesidade”.,

[…]

  • Aptidão Cardiorrespiratória
  • Exercício
  • Hospitalização
  • índice de massa corporal
  • Insuficiência Cardíaca
  • morbidade e mortalidade
  • Obesidade
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23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20200522
Figura 1
ABC
Artigo Original

O Impacto da Aptidão Cardiorrespiratória no Paradoxo da Obesidade em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida

Rita Ilhão Moreira et al. Tiago Pereira Silva António Valentim Gonçalves Joana Feliciano … Pedro Rio Rui Soares Rui Cruz Ferreira

Resumo

Fundamento:

Índice de massa corporal (IMC) elevado tem sido associado a desfechos melhores em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida. Este achado tem levado ao conceito do paradoxo da obesidade.

Objetivo:

Investigar o impacto de tolerância ao exercício e capacidade cardiorrespiratória no paradoxo da obesidade.

Método:

Pacientes ambulatoriais com insuficiência cardíaca sintomática e fração de ejeção ventricular esquerda (FEVE) ≤ 40%, acompanhados no nosso centro, foram prospectivamente submetidos à avaliação abrangente de linha de base incluindo parâmetros clínicos, laboratoriais, eletrocardiográficos, ecocardiográficos e de exercício cardiopulmonar. A população do estudo foi dividida de acordo com o IMC (< 25, 25 – 29,9 e ≥ 30 kg/m2). Todos os pacientes foram acompanhados durante 60 meses. O desfecho composto foi definido como morte cardíaca, transplante cardíaco urgente ou necessidade de suporte circulatório mecânico. Valores de p < 0,05 foram considerados significativos.

Resultados:

Dos 282 pacientes incluídos (75% masculino, 54 ± 12 anos, IMC 27 ± 4 kg/m2, FEVE 27% ± 7%), o desfecho composto ocorreu em 24,4% durante o acompanhamento. Os pacientes com IMC elevado eram mais velhos e apresentavam FEVE e níveis séricos de sódio mais elevados, bem como menor inclinação de eficiência ventilatória (VE/VCO2). VE/VCO2 e consumo de oxigênio de pico (VO2p) eram fortes preditores prognósticos (p < 0,001). Na análise univariada de regressão de Cox, o IMC elevado foi associado a desfechos melhores (razão de risco 0,940, intervalo de confiança 0,886 – 0,998, p 0,042). Porém, após ajustar para ou inclinação VE/VCO2 ou VO2p, o papel protetor do IMC sumiu. O benefício de sobrevida do IMC não foi evidente quando os pacientes foram agrupados de acordo com a classe de aptidão cardiorrespiratória (VE/VCO2, valor de corte de 35, e VO2p, valor de corte de 14 mL/kg/min).

Conclusão:

Estes resultados sugerem que a aptidão cardiorrespiratória supera a relação entre o IMC e a sobrevida em pacientes com insuficiência cardíaca.

  • Aptidão Cardiorrespiratória
  • Exercícios Respiratórios
  • Fração de Ejeção Ventricular
  • índice de massa corporal
  • Insuficiência Cardíaca
  • Obesidade
  • Testes de Função Respiratória
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23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20190337 Visualizações 1
IJCS
Editoriais

O Ponto Ótimo Cardiorrespiratório Medido Durante o Teste Cardiopulmonar de Exercício Máximo é um Indicador Relevante de Desempenho Esportivo?

Jari A. Laukkanen

A aptidão cardiorrespiratória (ACR) é considerada padrão-ouro para avaliação do desempenho aeróbico de atletas e da população normal, tendo sido recentemente denominada sinal vital clínico e indicador essencial de função cardiovascular e pulmonar. A ACR está associada a menor risco de eventos cardiovasculares fatais e não fatais, tendo estudos demonstrado sua associação consistente e inversa com mortalidade, mesmo após ajuste para fatores de risco tradicionais. Além disso, tanto o consumo de oxigênio máximo (VO2max) quanto o consumo de oxigênio (VO2) no limiar ventilatório (LV) foram associados com um risco reduzido de desfechos adversos.,– Uma meta-análise com 33 estudos observacionais de coorte delineou melhor a relação da ACR com os defechos de mortalidade por doença cardiovascular e por todas as causas. Entretanto, o VO2max e o LV são frequentemente usados para avaliar o desempenho de atletas e monitorar suas respostas ao treinamento. Durante o teste cardiopulmonar de exercício (TCPE), muitas variáveis podem ser usadas para avaliar respostas específicas ao treinamento nos sistemas cardiovascular, respiratório e musculoesquelético com base na análise de respostas submáximas e máximas ao exercício incremental progressivo.

Os sistemas modernos de TCPE permitem a análise da troca gasosa em repouso, durante exercício leve, moderado e máximo, e na recuperação, fornecendo medidas de VO2, de produção de dióxido de carbono (VCO2) e de ventilação (VE). Esses sistemas computadorizados avançados permitem análises simples e complexas dos dados que são facilmente obtidos e armazenados, o que torna o TCPE amplamente disponível. O VO2 no LV, frequentemente referido como limiar anaeróbico, é avaliado no nível submáximo do TCPE. Para a maioria dos indivíduos saudáveis, o limiar anaeróbico é atingido em intensidades de exercício que variam entre 50% e 75% do VO2max, enquanto que, para atletas de alto rendimento, pode ser atingido em intensidades de exercício de até 80% do VO2max.

[…]

  • Aptidão Cardiorrespiratória
  • Atletas
  • desempenho atlético
  • Exercício
  • Testes de Função Respiratória
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180041

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Braga F, Espinosa G, Monteiro A, Milani M, Paiva J, Milani JGPO, Franzoni L, et al. Resiliência Cardiopulmonar em Indivíduos Altamente Ativos: Análise de Testes de Esforço Cardiopulmonar Pré e Pós-Covid-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(9):e20250094.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Braga, Fabrício; Espinosa, Gabriel; Monteiro, Amanda; Milani, Mauricio; Paiva, Juliana; Milani, Juliana Goulart Prata Oliveira; Franzoni, Leandro; Stein, Ricardo; Cipriano Jr., Gerson; Gurgel, Jonas Lírio; Mourilhe-Rocha, Ricardo. Resiliência Cardiopulmonar em Indivíduos Altamente Ativos: Análise de Testes de Esforço Cardiopulmonar Pré e Pós-Covid-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 9, e20250094, nov. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Braga, F., Espinosa, G., Monteiro, A., Milani, M., Paiva, J., Milani, J. G. P. O., Franzoni, L., Stein, R., Cipriano Jr., G., Gurgel, J. L., & Mourilhe-Rocha, R. (2025). Resiliência Cardiopulmonar em Indivíduos Altamente Ativos: Análise de Testes de Esforço Cardiopulmonar Pré e Pós-Covid-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(9), e20250094.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Braga, Fabrício and Espinosa, Gabriel and Monteiro, Amanda and Milani, Mauricio and Paiva, Juliana and Milani, Juliana Goulart Prata Oliveira and Franzoni, Leandro and Stein, Ricardo and Cipriano Jr., Gerson and Gurgel, Jonas Lírio and Mourilhe-Rocha, Ricardo. Resiliência Cardiopulmonar em Indivíduos Altamente Ativos: Análise de Testes de Esforço Cardiopulmonar Pré e Pós-Covid-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 9, [citado 2026-10-14], e20250094. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/resiliencia-cardiopulmonar-em-individuos-altamente-ativos-analise-de-testes-de-esforco-cardiopulmonar-pre-e-pos-covid-19/>. ISSN 0066-782X

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Damasceno TR, Tanaka DM, Magnani EF, Oliveira RDB, Pereira DAG, Vieira-Alves I, Lemos VS, et al. Treinamento Físico Reduz a Inflamação e a Fibrose e Preserva a Função e a Perfusão Miocárdica em um Modelo de Cardiomiopatia Chagásica Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(8):e20230707.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Damasceno, Thayrine R.; Tanaka, Denise M.; Magnani, Enrico F.; Oliveira, Rafael D. B.; Pereira, Danielle A. G.; Vieira-Alves, Ildernandes; Lemos, Virginia S.; Cabeza, Jorge M.; Fabricio, Camila G.; Resende, Alessandra A.; Gonçalves, Dawit A. P.; Zanetti, Gustavo de Oliveira; Carvalho, Eduardo E. Vieira de; Simões, Marcus V.; Oliveira, Luciano F. L.. Treinamento Físico Reduz a Inflamação e a Fibrose e Preserva a Função e a Perfusão Miocárdica em um Modelo de Cardiomiopatia Chagásica Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 8, e20230707, set. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Damasceno, T. R., Tanaka, D. M., Magnani, E. F., Oliveira, R. D. B., Pereira, D. A. G., Vieira-Alves, I., Lemos, V. S., Cabeza, J. M., Fabricio, C. G., Resende, A. A., Gonçalves, D. A. P., Zanetti, G. O., Carvalho, E. E. V. , Simões, M. V., & Oliveira, L. F. L. (2024). Treinamento Físico Reduz a Inflamação e a Fibrose e Preserva a Função e a Perfusão Miocárdica em um Modelo de Cardiomiopatia Chagásica Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(8), e20230707.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Damasceno, Thayrine R. and Tanaka, Denise M. and Magnani, Enrico F. and Oliveira, Rafael D. B. and Pereira, Danielle A. G. and Vieira-Alves, Ildernandes and Lemos, Virginia S. and Cabeza, Jorge M. and Fabricio, Camila G. and Resende, Alessandra A. and Gonçalves, Dawit A. P. and Zanetti, Gustavo de Oliveira and Carvalho, Eduardo E. Vieira de and Simões, Marcus V. and Oliveira, Luciano F. L.. Treinamento Físico Reduz a Inflamação e a Fibrose e Preserva a Função e a Perfusão Miocárdica em um Modelo de Cardiomiopatia Chagásica Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 8, [citado 2026-10-14], e20230707. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/treinamento-fisico-reduz-a-inflamacao-e-a-fibrose-e-preserva-a-funcao-e-a-perfusao-miocardica-em-um-modelo-de-cardiomiopatia-chagasica-cronica/>. ISSN 0066-782X

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Milani M, Milani JGPO, Cipriano GFB, Cahalin LP, Stein R, Cipriano Jr. G. Teste Cardiopulmonar em Pacientes Pós-COVID-19: De Onde vem a Intolerância ao Exercício?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(2):e20220150.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Milani, Mauricio; Milani, Juliana Goulart Prata Oliveira; Cipriano, Graziella França Bernardelli; Cahalin, Lawrence Patrick; Stein, Ricardo; Cipriano Jr., Gerson. Teste Cardiopulmonar em Pacientes Pós-COVID-19: De Onde vem a Intolerância ao Exercício?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 2, e20220150, mar. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Milani, M., Milani, J. G. P. O., Cipriano, G. F. B., Cahalin, L. P., Stein, R., & Cipriano Jr., G. (2023). Teste Cardiopulmonar em Pacientes Pós-COVID-19: De Onde vem a Intolerância ao Exercício?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(2), e20220150.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Milani, Mauricio and Milani, Juliana Goulart Prata Oliveira and Cipriano, Graziella França Bernardelli and Cahalin, Lawrence Patrick and Stein, Ricardo and Cipriano Jr., Gerson. Teste Cardiopulmonar em Pacientes Pós-COVID-19: De Onde vem a Intolerância ao Exercício?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 2, [citado 2026-10-14], e20220150. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/teste-cardiopulmonar-em-pacientes-pos-covid-19-de-onde-vem-a-intolerancia-ao-exercicio/>. ISSN 0066-782X

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Laukkanen JA, Kunutsor SK. O Paradoxo da Obesidade na Insuficiência Cardíaca Depende da Aptidão Cardiorrespiratória?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):646-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Laukkanen, Jari A.; Kunutsor, Setor K.. O Paradoxo da Obesidade na Insuficiência Cardíaca Depende da Aptidão Cardiorrespiratória?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 646-648, out. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Laukkanen, J. A., & Kunutsor, S. K. (2020). O Paradoxo da Obesidade na Insuficiência Cardíaca Depende da Aptidão Cardiorrespiratória?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 646-648.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Laukkanen, Jari A. and Kunutsor, Setor K.. O Paradoxo da Obesidade na Insuficiência Cardíaca Depende da Aptidão Cardiorrespiratória?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 646-648. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-paradoxo-da-obesidade-na-insuficiencia-cardiaca-depende-da-aptidao-cardiorrespiratoria/>. ISSN 0066-782X

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Moreira RI, Silva TP, Gonçalves AV, Feliciano J, Rio P, Soares R, Ferreira RC, et al. O Impacto da Aptidão Cardiorrespiratória no Paradoxo da Obesidade em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):639-45.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Moreira, Rita Ilhão; Silva, Tiago Pereira; Gonçalves, António Valentim; Feliciano, Joana; Rio, Pedro; Soares, Rui; Ferreira, Rui Cruz. O Impacto da Aptidão Cardiorrespiratória no Paradoxo da Obesidade em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 639-645, out. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Moreira, R. I., Silva, T. P., Gonçalves, A. V., Feliciano, J., Rio, P., Soares, R., & Ferreira, R. C. (2020). O Impacto da Aptidão Cardiorrespiratória no Paradoxo da Obesidade em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 639-645.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Moreira, Rita Ilhão and Silva, Tiago Pereira and Gonçalves, António Valentim and Feliciano, Joana and Rio, Pedro and Soares, Rui and Ferreira, Rui Cruz. O Impacto da Aptidão Cardiorrespiratória no Paradoxo da Obesidade em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 639-645. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-impacto-da-aptidao-cardiorrespiratoria-no-paradoxo-da-obesidade-em-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-reduzida/>. ISSN 0066-782X

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Laukkanen JA. O Ponto Ótimo Cardiorrespiratório Medido Durante o Teste Cardiopulmonar de Exercício Máximo é um Indicador Relevante de Desempenho Esportivo?. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(4):320-2.

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Laukkanen, Jari A.. O Ponto Ótimo Cardiorrespiratório Medido Durante o Teste Cardiopulmonar de Exercício Máximo é um Indicador Relevante de Desempenho Esportivo?. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 4, p. 320-322, dez. 2017.

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Laukkanen, J. A. (2018). O Ponto Ótimo Cardiorrespiratório Medido Durante o Teste Cardiopulmonar de Exercício Máximo é um Indicador Relevante de Desempenho Esportivo?. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(4), 320-322.

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Laukkanen, Jari A.. O Ponto Ótimo Cardiorrespiratório Medido Durante o Teste Cardiopulmonar de Exercício Máximo é um Indicador Relevante de Desempenho Esportivo?. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 320-322. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-ponto-otimo-cardiorrespiratorio-medido-durante-o-teste-cardiopulmonar-de-exercicio-maximo-e-um-indicador-relevante-de-desempenho-esportivo/>. ISSN 2359-4802

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