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  2. Palavra-chave: morbidade e mortalidade
Figura 1
ABC
Editorial

A Técnica de Duplicação de Orifício na Plastia Valvar Mitral: 35 Anos de História

Pablo Maria Alberto Pomerantzeff et al. Carlos Manuel de Almeida Brandão Arlindo Riso Fabio Biscegli Jatene

As vantagens da plastia valvar mitral são menor morbimortalidade, redução do risco de tromboembolismo e endocardite, melhora na sobrevida e melhor preservação da função ventricular esquerda. A causa mais comum de regurgitação mitral degenerativa é a válvula mixomatosa com prolapso segmentar do folheto posterior; esta lesão pode ser corrigida por técnicas clássicas, como a ressecção quadrangular, mas outras lesões podem exigir técnicas cirúrgicas mais complexas, por exemplo, correção de prolapso do folheto anterior ou doença de Barlow. A plastia valvar mitral em pacientes reumáticos ainda é um desafio.

Em dezembro 1984, Adib Domingos Jatene MD, PhD realizou a primeira “duplicação de orifício mitral”, em uma paciente feminina com insuficiência mitral por ruptura das cordas do folheto anterior (). A técnica restaurou a competência mitral ancorando a borda livre dos folhetos em prolapso à borda livre correspondente do folheto oposto com um ponto de polipropileno 5-0 reforçado com compressas. A paciente apresentou boa evolução imediata e tardia.

[…]

  • Doenças das Valvas Cardíacas / cirurgia
  • Endocardite/prevenção e controle
  • morbidade e mortalidade
  • Tromboembolismo/prevenção e controle
  • Valva Mitral/cirurgia
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Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
20/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20210067
Figura 1
ABC
Artigo Original

O Tratamento Medicamentoso Habitual é Suficiente para Manter o Controle da Frequência Cardíaca nos Pacientes com Insuficiência Cardíaca?

Juliano Cardoso et al. Mateus Dressler de Espíndola Mauricio Cunha Enock Netto … Cristina Cardoso Milena Novaes Carlos Henrique Del Carlo Euler Brancalhão Alessandro Lyra Name Antonio Carlos Pereira Barretto

Resumo

Fundamento

Estudos revelam que pacientes com insuficiência cardíaca (IC) e frequência cardíaca (FC) 70. Entretanto, muitos pacientes com IC mantêm FC elevada.

Objetivo

Avaliar se os pacientes acompanhados em ambulatório de cardiologia têm sua FC controlada e como estava a prescrição dos medicamentos que reduzem a mortalidade na IC.

Métodos

Foram analisados de forma consecutiva pacientes que passaram em consulta e que já acompanhavam em ambulatório de cardiologia, idade > 18 anos e com diagnóstico de IC e fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) 70 bpm (G2). Na análise estatística, foram utilizados os testes t de Student, Qui-quadrado. Foi considerado significante p <0,05. Utilizamos o programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) para análise.

Resultados

Foram avaliados 212 pacientes de forma consecutiva. Destes, 41 (19,3%) apresentavam fibrilação atrial ou eram portadores de marca-passo e foram excluídos desta análise; assim, 171 pacientes foram analisados. Os pacientes em ritmo sinusal tinham idade média de 63,80 anos (±11,77), sendo 59,6% homens e FEVE média de 36,64% (±7,79). Com relação à etiologia, a isquêmica estava presente em 102 pacientes (59,65%), enquanto a cardiopatia chagásica em 17 pacientes (9,9%); 131 pacientes eram hipertensos (76,6%), enquanto 63 pacientes (36,84%) eram diabéticos. Quanto à FC, 101 pacientes apresentaram FC ≤70 bpm (59,06%) G1 e 70 pacientes (40,93%) FC >70 bpm (G2). A FC média no G1 foi de 61,53 bpm (±5,26) e no G2, 81,76 bpm (±9,52), p <0,001. A quase totalidade dos pacientes (98,8%) estava sendo tratada com carvedilol prescrito na dose média de 42,14 mg/dia (±18,55) no G1 versus 42,48 mg/dia (±21,14) no G2, p=0,911. A digoxina foi utilizada em 5,9% dos pacientes no G1 versus 8,5% no G2, p=0,510. A dose média de digoxina no G1 foi de 0,19 mg/dia (±0,06) e no G2 foi de 0,19 mg/dia (±0,06), p=0,999. A maioria dos pacientes (87,72%) utilizou o inibidor da enzima de conversão da angiotensina (IECA) ou bloqueador do receptor da angiotensina (BRA), e 56,72% utilizaram espironolactona. A dose média de enalapril foi de 28,86 mg/dia (±12,68) e de BRA foi de 87,80 mg/dia (±29,80). A maioria dos pacientes utilizou IECA ou BRA e com doses adequadas.

Conclusão

O estudo revelou que 40,93% dos pacientes estavam com FC acima de 70 bpm, apesar de o betabloqueador ter sido prescrito para praticamente todos os pacientes e em doses elevadas. Outras medidas precisam ser adotadas para manter a FC mais controlada nesse grupo de frequência mais elevada. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(6):1063-1069)

  • Adesão à Medicação
  • Digoxicina
  • Fibrilação Atrial
  • Frequência Cardíaca
  • Insuficiência Cardíaca
  • Marca-passo
  • morbidade e mortalidade
  • Tratamento Farmacológico
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18/01/2021 DOI: 10.36660/abc.20190090
ABC
Editorial

O Paradoxo da Obesidade na Insuficiência Cardíaca Depende da Aptidão Cardiorrespiratória?

Jari A. Laukkanen et al. Setor K. Kunutsor

A insuficiência cardíaca (IC) é uma ameaça global à saúde pública, associada ao aumento de hospitalizações, morbidade, mortalidade e altos custos econômicos. Entretanto, a IC, a qual tem a doença cardíaca isquêmica como doença subjacente comum, é uma condição pelo menos parcialmente evitável. A aptidão cardiorrespiratória (ACR) é um índice dos níveis habituais de atividade física e é considerado o padrão ouro para a capacidade de exercício aeróbico. A aptidão cardiorrespiratória, um componente importante da aptidão física e medida diretamente pelo consumo de oxigênio de pico (VO2 pico) e a inclinação da eficiência ventilatória (inclinação VE/VCO2), foi identificada como um dos preditores mais importantes dos desfechos de saúde e sobrevivência. Relatamos anteriormente que o VO2 pico, quando diretamente avaliado, está forte, independente e inversamente relacionado a um risco reduzido de condições cardiometabólicas, como IC,, fibrilação atrial,, fibrilação ventricular diabetes, bem como mortalidade por doenças cardiovasculares (DCV)., Nosso recente estudo de base populacional baseado no UK Biobank sugere que a ACR é um forte indicador de risco para mortalidade e a adição da ACR ao escore dos fatores de risco convencional melhorou a discriminação geral do risco de mortalidade e, mais importante, o valor preditivo da ACR variou através dos níveis de alguns fatores de risco relevantes, incluindo idade, sexo e tabagismo. Este fato é um indicador de que a ACR é uma ferramenta potencialmente valiosa de avaliação de risco na clínica prática.

Sabe-se que a obesidade, medida pelo índice de massa corporal (IMC), está relacionada ao desenvolvimento de desfechos cardiovasculares. No entanto, o efeito combinado da obesidade e da ACR no risco de IC futura ainda requer estudos adicionais. É de relevância clínica entender se a ACR atenua a associação da obesidade com o risco posterior de IC devido a outras DCV subjacentes. A maioria dos estudos anteriores sobre IMC mais alto, outros parâmetros de obesidade e risco de IC não levou em consideração as diferenças nos níveis de ACR. Embora o IMC alto seja um fator de risco para IC, há achados de uma relação não-linear entre os resultados de IMC e DCV em pacientes com IC, o que indica uma relação incomum. Em pacientes com IC estabelecida, evidências acumuladas sugerem que indivíduos com sobrepeso e obesidade (IMC mais alto) apresentaram melhor sobrevida em comparação com aqueles com IMC normal, um conceito conhecido que foi chamado de “paradoxo da obesidade” ou “epidemiologia reversa”. Alguns mecanismos têm sido propostos para explicar o paradoxo da obesidade da IC, que inclui a terapia da IC ser mais eficaz em pacientes obesos. Foi relatado que a ACR também pode desempenhar um papel, mitigando ou negando o “paradoxo da obesidade”.,

[…]

  • Aptidão Cardiorrespiratória
  • Exercício
  • Hospitalização
  • índice de massa corporal
  • Insuficiência Cardíaca
  • morbidade e mortalidade
  • Obesidade
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23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20200522
ABC
Artigo Original

Análise prospectiva de risco em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica

Antonio Carlos Mugayar Bianco et al. Ari Timerman Ângela Tavares Paes Carlos Gun … Rui Fernando Ramos Ronald Brewer Pereira Freire César Nicolas Conde Vela Antonio Aurélio de Paiva Fagundes Junior Luís Cláudio Behrmann Martins Leopoldo Soares Piegas

OBJETIVO: Análise estratificada de risco em Cirurgia de Revascularização Miocárdica (CRVM). MÉTODOS: Estudou-se, de forma prospectiva, 814 pacientes, aplicando-se dois índices prognósticos (IP): Parsonnet e Higgins Modificado. O IP Higgins foi Modificado por substituição da variável “valor do índice cardíaco” por “síndrome de baixo débito cardíaco”, na admissão à Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A capacidade discriminatória para morbimortalidade de ambos foi analisada através de curva ROC (receiver operating characteristic). Identificou-se, através de regressão logística, os fatores associados, de forma independente aos eventos. RESULTADOS: A taxa de mortalidade foi de 5,9% e a de morbidade, 35,5%. O IP Higgins Modificado, que analisa variáveis pré, intra-operatórias e variáveis fisiológicas na admissão à UTI, demonstrou áreas sob a curva ROC de 77% para mortalidade e de 67%, para morbidade. Por sua vez, o IP Parsonnet, que analisa somente variáveis pré-operatórias, demonstrou áreas de 62,2% e 62,4%, respectivamente. Doze variáveis caracterizaram-se como fatores prognósticos independentes: idade, diabete melito, baixa superfície corpórea, creatinina (>1,5 mg/dl), hipoalbuminemia, cirurgia não-eletiva, tempo prolongado de circulação extracorpórea (CEC), necessidade de balão intra-aórtico pós-CEC, síndrome de baixo débito cardíaco na admissão do paciente à UTI, freqüência cardíaca elevada, queda do bicarbonato sérico e alargamento do gradiente alvéolo-arterial de oxigênio nesse período. CONCLUSÃO: O IP Higgins Modificado mostrou-se superior ao IP Parsonnet na estratificação de risco cirúrgico, salientando a importância da análise de eventos intra-operatórios e variáveis fisiológicas na admissão do paciente à UTI, quando da definição prognóstica.

  • cirurgia de revascularização miocárdica
  • índices prognósticos
  • morbidade e mortalidade
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07/11/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005001700005 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Pomerantzeff PMA, Brandão CMA, Riso A, Jatene FB. A Técnica de Duplicação de Orifício na Plastia Valvar Mitral: 35 Anos de História. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(3):424-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pomerantzeff, Pablo Maria Alberto; Brandão, Carlos Manuel de Almeida; Riso, Arlindo; Jatene, Fabio Biscegli. A Técnica de Duplicação de Orifício na Plastia Valvar Mitral: 35 Anos de História. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 3, p. 424-425, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pomerantzeff, P. M. A., Brandão, C. M. A., Riso, A., & Jatene, F. B. (2021). A Técnica de Duplicação de Orifício na Plastia Valvar Mitral: 35 Anos de História. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(3), 424-425.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pomerantzeff, Pablo Maria Alberto and Brandão, Carlos Manuel de Almeida and Riso, Arlindo and Jatene, Fabio Biscegli. A Técnica de Duplicação de Orifício na Plastia Valvar Mitral: 35 Anos de História. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 424-425. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-tecnica-de-duplicacao-de-orificio-na-plastia-valvar-mitral-35-anos-de-historia/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Cardoso J, Espíndola MD, Cunha M, Netto E, Cardoso C, Novaes M, Carlo HD, et al. O Tratamento Medicamentoso Habitual é Suficiente para Manter o Controle da Frequência Cardíaca nos Pacientes com Insuficiência Cardíaca?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;115(6):1063-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cardoso, Juliano; Espíndola, Mateus Dressler de; Cunha, Mauricio; Netto, Enock; Cardoso, Cristina; Novaes, Milena; Carlo, s Henrique Del; Brancalhão, Euler; Name, Alessandro Lyra; Barretto, Antonio Carlos Pereira. O Tratamento Medicamentoso Habitual é Suficiente para Manter o Controle da Frequência Cardíaca nos Pacientes com Insuficiência Cardíaca?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 6, p. 1063-1069, jan. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cardoso, J., Espíndola, M. D. , Cunha, M., Netto, E., Cardoso, C., Novaes, M., Carlo, H. D., Brancalhão, E., Name, A. L., & Barretto, A. C. P. (2021). O Tratamento Medicamentoso Habitual é Suficiente para Manter o Controle da Frequência Cardíaca nos Pacientes com Insuficiência Cardíaca?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(6), 1063-1069.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cardoso, Juliano and Espíndola, Mateus Dressler de and Cunha, Mauricio and Netto, Enock and Cardoso, Cristina and Novaes, Milena and Carlo, s Henrique Del and Brancalhão, Euler and Name, Alessandro Lyra and Barretto, Antonio Carlos Pereira. O Tratamento Medicamentoso Habitual é Suficiente para Manter o Controle da Frequência Cardíaca nos Pacientes com Insuficiência Cardíaca?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 115, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1063-1069. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-tratamento-medicamentoso-habitual-e-suficiente-para-manter-o-controle-da-frequencia-cardiaca-nos-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Laukkanen JA, Kunutsor SK. O Paradoxo da Obesidade na Insuficiência Cardíaca Depende da Aptidão Cardiorrespiratória?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):646-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Laukkanen, Jari A.; Kunutsor, Setor K.. O Paradoxo da Obesidade na Insuficiência Cardíaca Depende da Aptidão Cardiorrespiratória?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 646-648, out. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Laukkanen, J. A., & Kunutsor, S. K. (2020). O Paradoxo da Obesidade na Insuficiência Cardíaca Depende da Aptidão Cardiorrespiratória?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 646-648.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Laukkanen, Jari A. and Kunutsor, Setor K.. O Paradoxo da Obesidade na Insuficiência Cardíaca Depende da Aptidão Cardiorrespiratória?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 646-648. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-paradoxo-da-obesidade-na-insuficiencia-cardiaca-depende-da-aptidao-cardiorrespiratoria/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Bianco ACM, Timerman A, Paes T, Gun C, Ramos RF, Freire RBP, Vela CNC, et al. Análise prospectiva de risco em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;85(4):254-61.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Bianco, Antonio Carlos Mugayar; Timerman, Ari; Paes, Ângela Tavares; Gun, Carlos; Ramos, Rui Fernando; Freire, Ronald Brewer Pereira; Vela, César Nicolas Conde; Fagundes Junior, Antonio Aurélio de Paiva; Martins, Luís Cláudio Behrmann; Piegas, Leopoldo Soares. Análise prospectiva de risco em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 85, n. 4, p. 254-261, nov. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Bianco, A. C. M., Timerman, A., Paes, T., Gun, C., Ramos, R. F., Freire, R. B. P., Vela, C. N. C., Fagundes Junior, A. A. P., Martins, L. C. B., & Piegas, L. S. (2005). Análise prospectiva de risco em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 85(4), 254-261.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Bianco, Antonio Carlos Mugayar and Timerman, Ari and Paes, Ângela Tavares and Gun, Carlos and Ramos, Rui Fernando and Freire, Ronald Brewer Pereira and Vela, César Nicolas Conde and Fagundes Junior, Antonio Aurélio de Paiva and Martins, Luís Cláudio Behrmann and Piegas, Leopoldo Soares. Análise prospectiva de risco em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 85, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 254-261. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/analise-prospectiva-de-risco-em-pacientes-submetidos-a-cirurgia-de-revascularizacao-miocardica/>. ISSN 0066-782X

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