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ABC
Carta Científica

Síndrome de Takotsubo, Bloqueio Atrioventricular Completo e Parada Cardíaca: Um Desafio Clínico

Ana Abrantes et al. Catarina Gregório Miguel Raposo Nelson Cunha … Dulce Brito Fausto J. Pinto

Resumo

O bloqueio atrioventricular completo pode estar associado à síndrome de Takotsubo, e a decisão sobre o implante do dispositivo nesses pacientes é desafiadora. Apresentamos o caso de uma mulher de 76 anos internada após parada cardíaca extra-hospitalar, que foi revertida após tratamento com desfibrilação. O eletrocardiograma pós-ressuscitação documentou bloqueio atrioventricular completo, e o ecocardiograma revelou disfunção ventricular esquerda grave com balonização apical. A angiografia coronária excluiu doença arterial coronariana, e a síndrome de Takotsubo foi diagnosticada com base nas características clínicas e de imagem. O bloqueio atrioventricular persistiu apesar da normalização da função ventricular esquerda; portanto, a parada cardíaca foi considerada secundária a uma arritmia ventricular induzida por bloqueio atrioventricular, e um marca-passo, em vez de um cardioversor-desfibrilador implantável, foi implantado. Durante o acompanhamento, o bloqueio atrioventricular completo persistiu, com 99% da estimulação ventricular observada após a investigação do dispositivo. Este caso corrobora a hipótese de que o estresse do bloqueio atrioventricular pode desencadear a síndrome de Takotsubo, que é agravada pela persistência de anormalidades de condução, apesar da reversão dos defeitos ventriculares. Portanto, a implantação precoce de um dispositivo cardíaco deve ser cuidadosamente considerada caso a caso.

  • Bloqueio Atrioventricular Completo
  • Marca-passo
  • Parada cardíaca
  • Síndrome de Takotsubo
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09/01/2026 DOI: 10.36660/abc.20250245 Visualizações 1
ABC
Editorial

Distúrbios de Condução após o Implante Transcateter de Válvula Aórtica: Desafio para mais 20 Anos?

Antonio Hélio Pozetti et al. Henrique Barbosa Ribeiro

O implante transcateter de válvula aórtica (TAVI) é um procedimento bem estabelecido para o tratamento da estenose aórtica grave, independente do risco cirúrgico para pacientes idosos. Desde sua introdução há duas décadas houve grandes avanços tecnológicos nos dispositivos, que aliados a novas técnicas de implante trouxeram reduções significativas nas taxas de complicações periprocedimento, impulsionando sua maior adoção mundialmente. No entanto, a incidência dos distúrbios de condução apresentou redução modesta, permanecendo como a complicação mais frequente após o TAVI, – o que contribui para o aumento da permanência hospitalar, dos custos e da piora dos desfechos clínicos a curto e longo prazos. , Além disso, a abordagem dos distúrbios de condução ainda tem grande variação entre os centros, principalmente em relação ao manejo do bloqueio de ramo esquerdo (BRE) novo, bloqueio atrioventricular avançado (BAV) pós procedimento e bloqueio de ramo direito (BRD) prévio, traduzido em taxas variáveis de implante de marca-passo definitivo (MP). Entre os pacientes que receberam MP após o TAVI também há grande variabilidade com respeito à sua dependência (estimulação ventricular) no seguimento.

Nesta edição do jornal, Pinto et al. avaliaram a incidência de distúrbios de condução, preditores e a taxa de dependência do MP, em uma população de 340 pacientes consecutivos submetidos a TAVI. Os distúrbios de condução ocorreram em mais de 50% dos pacientes pós procedimento, sendo o BRE o mais frequente (32%), com resolução espontânea em 56% deles após 6 meses. A taxa global de implante de MP foi de 18,5%, sendo o BRD prévio seu principal preditor. Entre os pacientes que necessitaram de MP, as principais razões foram BAV avançado (60,3%), seguido do BRE com BAV de baixo grau (22%). De maneira interessante, houve grande variação na porcentagem de estimulação ventricular entre os pacientes que receberam MP, sendo de 83% nos pacientes com BAV avançado (BAVT e Mobitz II) e de apenas 2% naqueles implantados por BRE e BAV de baixo grau (BAV de primeiro grau e Mobitz tipo I). Os resultados deste estudo reforçam os dados da literatura que demonstram a elevada incidência dos distúrbios de condução em cerca da metade dos pacientes após o TAVI e a necessidade de MP definitivo em quase 20% deles. – , Contudo, alguns aspectos deste estudo merecem uma reflexão.

[…]

  • Distúrbios de Condução
  • Marca-passo
  • TAVI
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21/10/2022 DOI: 10.36660/abc.20220619
Figura 1
ABC
Artigo Original

Efetividade e Segurança da Remoção de Cabos-Eletrodos Transvenosos de Marca-Passos e Desfibriladores Implantáveis no Cenário da Prática Clínica Real

Roberto Costa et al. Katia Regina da Silva Elizabeth Sartori Crevelari Wagner Tadeu Jurevicius Nascimento … Marcia Mitie Nagumo Martino Martinelli Filho Fabio Biscegli Jatene

Resumo

Fundamento

Remoção de cabos-eletrodos de dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis (DCEI) é procedimento pouco frequente e sua realização exige longo treinamento profissional e infraestrutura adequada.

Objetivos

Avaliar a efetividade e a segurança da remoção de cabos-eletrodos de DCEI e determinar fatores de risco para complicações cirúrgicas e mortalidade em 30 dias.

Métodos

Estudo prospectivo com dados derivados da prática clínica. De janeiro/2014 a abril/2020, foram incluídos, consecutivamente, 365 pacientes submetidos à remoção de cabos-eletrodos, independentemente da indicação e técnica cirúrgica utilizada. Os desfechos primários foram: taxa de sucesso do procedimento, taxa combinada de complicações maiores e morte intraoperatória. Os desfechos secundários foram: fatores de risco para complicações intraoperatórias maiores e morte em 30 dias. Empregou-se análise univariada e multivariada, com nível de significância de 5%.

Resultados

A taxa de sucesso do procedimento foi de 96,7%, sendo 90,1% de sucesso completo e 6,6% de sucesso clínico. Complicações maiores intraoperatórias ocorreram em 15 (4,1%) pacientes. Fatores preditores de complicações maiores foram: tempo de implante dos cabos-eletrodos ≥ 7 anos (OR= 3,78, p= 0,046) e mudança de estratégia cirúrgica (OR= 5,30, p= 0,023). Classe funcional III-IV (OR= 6,98, p<0,001), insuficiência renal (OR= 5,75, p=0,001), infecção no DCEI (OR= 13,30, p<0,001), número de procedimentos realizados (OR= 77,32, p<0,001) e complicações maiores intraoperatórias (OR= 38,84, p<0,001) foram fatores preditores para mortalidade em 30 dias.

Conclusões

Os resultados desse estudo, que é o maior registro prospectivo de remoção de cabos-eletrodos da América Latina, confirmam a segurança e a efetividade desse procedimento no cenário da prática clínica real. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(6):1114-1124)

  • Complicações Cirúrgicas
  • efetividade
  • Eletrodos Implantados
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • extração de cabos-eletrodos
  • infecção
  • Marca-passo
  • Mortalidade
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18/01/2021 DOI: 10.36660/abc.20200476 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

O Tratamento Medicamentoso Habitual é Suficiente para Manter o Controle da Frequência Cardíaca nos Pacientes com Insuficiência Cardíaca?

Juliano Cardoso et al. Mateus Dressler de Espíndola Mauricio Cunha Enock Netto … Cristina Cardoso Milena Novaes Carlos Henrique Del Carlo Euler Brancalhão Alessandro Lyra Name Antonio Carlos Pereira Barretto

Resumo

Fundamento

Estudos revelam que pacientes com insuficiência cardíaca (IC) e frequência cardíaca (FC) 70. Entretanto, muitos pacientes com IC mantêm FC elevada.

Objetivo

Avaliar se os pacientes acompanhados em ambulatório de cardiologia têm sua FC controlada e como estava a prescrição dos medicamentos que reduzem a mortalidade na IC.

Métodos

Foram analisados de forma consecutiva pacientes que passaram em consulta e que já acompanhavam em ambulatório de cardiologia, idade > 18 anos e com diagnóstico de IC e fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) 70 bpm (G2). Na análise estatística, foram utilizados os testes t de Student, Qui-quadrado. Foi considerado significante p <0,05. Utilizamos o programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) para análise.

Resultados

Foram avaliados 212 pacientes de forma consecutiva. Destes, 41 (19,3%) apresentavam fibrilação atrial ou eram portadores de marca-passo e foram excluídos desta análise; assim, 171 pacientes foram analisados. Os pacientes em ritmo sinusal tinham idade média de 63,80 anos (±11,77), sendo 59,6% homens e FEVE média de 36,64% (±7,79). Com relação à etiologia, a isquêmica estava presente em 102 pacientes (59,65%), enquanto a cardiopatia chagásica em 17 pacientes (9,9%); 131 pacientes eram hipertensos (76,6%), enquanto 63 pacientes (36,84%) eram diabéticos. Quanto à FC, 101 pacientes apresentaram FC ≤70 bpm (59,06%) G1 e 70 pacientes (40,93%) FC >70 bpm (G2). A FC média no G1 foi de 61,53 bpm (±5,26) e no G2, 81,76 bpm (±9,52), p <0,001. A quase totalidade dos pacientes (98,8%) estava sendo tratada com carvedilol prescrito na dose média de 42,14 mg/dia (±18,55) no G1 versus 42,48 mg/dia (±21,14) no G2, p=0,911. A digoxina foi utilizada em 5,9% dos pacientes no G1 versus 8,5% no G2, p=0,510. A dose média de digoxina no G1 foi de 0,19 mg/dia (±0,06) e no G2 foi de 0,19 mg/dia (±0,06), p=0,999. A maioria dos pacientes (87,72%) utilizou o inibidor da enzima de conversão da angiotensina (IECA) ou bloqueador do receptor da angiotensina (BRA), e 56,72% utilizaram espironolactona. A dose média de enalapril foi de 28,86 mg/dia (±12,68) e de BRA foi de 87,80 mg/dia (±29,80). A maioria dos pacientes utilizou IECA ou BRA e com doses adequadas.

Conclusão

O estudo revelou que 40,93% dos pacientes estavam com FC acima de 70 bpm, apesar de o betabloqueador ter sido prescrito para praticamente todos os pacientes e em doses elevadas. Outras medidas precisam ser adotadas para manter a FC mais controlada nesse grupo de frequência mais elevada. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(6):1063-1069)

  • Adesão à Medicação
  • Digoxicina
  • Fibrilação Atrial
  • Frequência Cardíaca
  • Insuficiência Cardíaca
  • Marca-passo
  • morbidade e mortalidade
  • Tratamento Farmacológico
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18/01/2021 DOI: 10.36660/abc.20190090
A estimulação cardíaca convencional é prejudicial em pacientes com função ventricular normal?
ABC
Artigo Original

A estimulação cardíaca convencional é prejudicial em pacientes com função ventricular normal?

Luiz Antonio Batista de Sá et al. Salvador Rassi Márcia Andery Ludovico Batista

FUNDAMENTO: A estimulação de ventrículo direito pode ser deletéria em pacientes com disfunção ventricular, porém, em pacientes com função normal, o impacto desta estimulação desencadeando disfunção ventricular clinicamente relevante não é completamente estabelecido. OBJETIVOS: Avaliar a evolução clínica, ecocardiográfica e laboratorial de pacientes, com função ventricular esquerdapreviamente normal, submetidos a implante de marca-passo. MÉTODO: Estudo observacional transversal em que foram acompanhados de forma prospectiva 20 pacientes submetidos a implante de marca-passo com os seguintes critérios de inclusão: função ventricular esquerda normal definida pelo ecocardiograma e estimulação ventricular superior a 90%. Foram avaliados: classe funcional (CF) (New York Heart Association), teste de caminhada de 6 minutos (TC6), dosagem do hormônio natriurético tipo B (BNP), avaliação ecocardiográfica (convencional e parâmetros de dessincronismo) e questionário de qualidade de vida (QV) (SF-36). A avaliação foi feita com dez dias (t1), quatro meses (t2), oito meses (t3), 12 meses (t4) e 24 meses (t5). RESULTADOS: Os parâmetros ecocardiográficos convencionais e de dessincronismo não apresentaram variação estatística significante ao longo do tempo. O TC6, a CF e a dosagem de BNP apresentaram piora ao final dos dois anos. A QV teve melhora inicial e piora ao final dos dois anos. CONCLUSÃO: O implante de marca-passo convencional foi associado à piora da classe funcional, piora do teste de caminhada, aumento da dosagem de BNP, aumento da duração do QRS e piora em alguns domínios da QV ao final de dois anos. Não houve alterações nas medidas ecocardiográficas (convencionais e medidas de assincronia).

  • Assincronia
  • Doença de Chagas
  • Estimulação Septal
  • Insuficiência Cardíaca
  • Marca-passo
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22/10/2013 DOI: 10.5935/abc.20130205

Como citar este artigo

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Abrantes A, Gregório C, Raposo M, Cunha N, Brito D, Pinto FJ. Síndrome de Takotsubo, Bloqueio Atrioventricular Completo e Parada Cardíaca: Um Desafio Clínico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;122(11):e20250245.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Abrantes, Ana; Gregório, Catarina; Raposo, Miguel; Cunha, Nelson; Brito, Dulce; Pinto, Fausto J.. Síndrome de Takotsubo, Bloqueio Atrioventricular Completo e Parada Cardíaca: Um Desafio Clínico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 11, e20250245, jan. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Abrantes, A., Gregório, C., Raposo, M., Cunha, N., Brito, D., & Pinto, F. J. (2026). Síndrome de Takotsubo, Bloqueio Atrioventricular Completo e Parada Cardíaca: Um Desafio Clínico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(11), e20250245.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Abrantes, Ana and Gregório, Catarina and Raposo, Miguel and Cunha, Nelson and Brito, Dulce and Pinto, Fausto J.. Síndrome de Takotsubo, Bloqueio Atrioventricular Completo e Parada Cardíaca: Um Desafio Clínico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 122, n. 11, [citado 2026-10-14], e20250245. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sindrome-de-takotsubo-bloqueio-atrioventricular-completo-e-parada-cardiaca-um-desafio-clinico/>. ISSN 0066-782X

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Pozetti AH, Ribeiro HB. Distúrbios de Condução após o Implante Transcateter de Válvula Aórtica: Desafio para mais 20 Anos?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(4):531-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pozetti, Antonio Hélio; Ribeiro, Henrique Barbosa. Distúrbios de Condução após o Implante Transcateter de Válvula Aórtica: Desafio para mais 20 Anos?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 4, p. 531-532, out. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pozetti, A. H., & Ribeiro, H. B. (2022). Distúrbios de Condução após o Implante Transcateter de Válvula Aórtica: Desafio para mais 20 Anos?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(4), 531-532.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pozetti, Antonio Hélio and Ribeiro, Henrique Barbosa. Distúrbios de Condução após o Implante Transcateter de Válvula Aórtica: Desafio para mais 20 Anos?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 531-532. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/disturbios-de-conducao-apos-o-implante-transcateter-de-valvula-aortica-desafio-para-mais-20-anos/>. ISSN 0066-782X

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Costa R, Silva KR, Crevelari ES, Nascimento WTJ, Nagumo MM, Martinelli Filho M, Jatene FB, et al. Efetividade e Segurança da Remoção de Cabos-Eletrodos Transvenosos de Marca-Passos e Desfibriladores Implantáveis no Cenário da Prática Clínica Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;115(6):1114-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Costa, Roberto; Silva, Katia Regina da; Crevelari, Elizabeth Sartori; Nascimento, Wagner Tadeu Jurevicius; Nagumo, Marcia Mitie; Martinelli Filho, Martino; Jatene, Fabio Biscegli. Efetividade e Segurança da Remoção de Cabos-Eletrodos Transvenosos de Marca-Passos e Desfibriladores Implantáveis no Cenário da Prática Clínica Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 6, p. 1114-1124, jan. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Costa, R., Silva, K. R. , Crevelari, E. S., Nascimento, W. T. J., Nagumo, M. M., Martinelli Filho, M., & Jatene, F. B. (2021). Efetividade e Segurança da Remoção de Cabos-Eletrodos Transvenosos de Marca-Passos e Desfibriladores Implantáveis no Cenário da Prática Clínica Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(6), 1114-1124.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Costa, Roberto and Silva, Katia Regina da and Crevelari, Elizabeth Sartori and Nascimento, Wagner Tadeu Jurevicius and Nagumo, Marcia Mitie and Martinelli Filho, Martino and Jatene, Fabio Biscegli. Efetividade e Segurança da Remoção de Cabos-Eletrodos Transvenosos de Marca-Passos e Desfibriladores Implantáveis no Cenário da Prática Clínica Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 115, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1114-1124. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efetividade-e-seguranca-da-remocao-de-cabos-eletrodos-transvenosos-de-marca-passos-e-desfibriladores-implantaveis-no-cenario-da-pratica-clinica-real/>. ISSN 0066-782X

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Cardoso J, Espíndola MD, Cunha M, Netto E, Cardoso C, Novaes M, Carlo HD, et al. O Tratamento Medicamentoso Habitual é Suficiente para Manter o Controle da Frequência Cardíaca nos Pacientes com Insuficiência Cardíaca?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;115(6):1063-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cardoso, Juliano; Espíndola, Mateus Dressler de; Cunha, Mauricio; Netto, Enock; Cardoso, Cristina; Novaes, Milena; Carlo, s Henrique Del; Brancalhão, Euler; Name, Alessandro Lyra; Barretto, Antonio Carlos Pereira. O Tratamento Medicamentoso Habitual é Suficiente para Manter o Controle da Frequência Cardíaca nos Pacientes com Insuficiência Cardíaca?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 6, p. 1063-1069, jan. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cardoso, J., Espíndola, M. D. , Cunha, M., Netto, E., Cardoso, C., Novaes, M., Carlo, H. D., Brancalhão, E., Name, A. L., & Barretto, A. C. P. (2021). O Tratamento Medicamentoso Habitual é Suficiente para Manter o Controle da Frequência Cardíaca nos Pacientes com Insuficiência Cardíaca?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(6), 1063-1069.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cardoso, Juliano and Espíndola, Mateus Dressler de and Cunha, Mauricio and Netto, Enock and Cardoso, Cristina and Novaes, Milena and Carlo, s Henrique Del and Brancalhão, Euler and Name, Alessandro Lyra and Barretto, Antonio Carlos Pereira. O Tratamento Medicamentoso Habitual é Suficiente para Manter o Controle da Frequência Cardíaca nos Pacientes com Insuficiência Cardíaca?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 115, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1063-1069. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-tratamento-medicamentoso-habitual-e-suficiente-para-manter-o-controle-da-frequencia-cardiaca-nos-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Sá LAB, Rassi S, Batista MAL. A estimulação cardíaca convencional é prejudicial em pacientes com função ventricular normal?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(6):545-53.

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Sá, Luiz Antonio Batista de; Rassi, Salvador; Batista, Márcia Andery Ludovico. A estimulação cardíaca convencional é prejudicial em pacientes com função ventricular normal?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 6, p. 545-553, out. 2013.

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Sá, L. A. B. , Rassi, S., & Batista, M. A. L. (2013). A estimulação cardíaca convencional é prejudicial em pacientes com função ventricular normal?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(6), 545-553.

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Sá, Luiz Antonio Batista de and Rassi, Salvador and Batista, Márcia Andery Ludovico. A estimulação cardíaca convencional é prejudicial em pacientes com função ventricular normal?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 545-553. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-estimulacao-cardiaca-convencional-e-prejudicial-em-pacientes-com-funcao-ventricular-normal/>. ISSN 0066-782X

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