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  2. Palavra-chave: Estimulação Cardíaca Artificial
Prognóstico de Pacientes Chagásicos e não Chagásicos Submetidos a Implante de Marca-passo e Ressincronizador Cardíaco em Centro Terciário
ABC
Artigo Original

Prognóstico de Pacientes Chagásicos e não Chagásicos Submetidos a Implante de Marca-passo e Ressincronizador Cardíaco em Centro Terciário

Laís Toledo de Vasconcelos et al. Larissa Natany Almeida Martins Anna Terra França Fábio Morato de Castilho Antônio Luiz Pinho Ribeiro

Resumo

Fundamento:

A cardiomiopatia chagásica (CCh) é responsável pelo implante de marca-passo (MP) em muitos pacientes, tendo sido associada a prognóstico adverso.

Objetivos:

Comparar o prognóstico da população chagásica e não chagásica submetida ao implante de MP e ressincronizador cardíaco.

Métodos:

Estudo observacional, retrospectivo, que analisou coorte de pacientes submetidos a implante desses dispositivos, em centro terciário, de outubro 2007 a dezembro de 2017, comparando o grupo de pacientes chagásicos com os não-chagásicos. O método não paramétrico de Kaplan-Meier foi utilizado para calcular a sobrevida dos pacientes. O nível de significância adotado na análise estatística foi de 5%. O desfecho primário foi a mortalidade por qualquer causa, enquanto os desfechos secundários foram a ocorrência de internação e o desfecho combinado internação e morte.

Resultados:

Um total de 911 pacientes foram incluídos, sendo que 23,4% apresentavam CCh. Em análise de Cox ajustada por sexo e idade, a doença de Chagas (dCh) não esteve associada ao risco aumentado de morte (HR: 1,14, IC:95%, 0,86-1,51, p=0,365), internação (HR: 0,79, IC:95%, 0,61-1,04, p=0,09) ou desfecho combinado morte e internação (HR: 0,90, IC:95%, 0,72-1,12, p=0,49).

Conclusões:

A dCh não se associou ao aumento do risco de morte, internação, ou desfecho combinado morte e internação, mesmo após ajuste para sexo e idade. Tais resultados se contrapõem aos de estudos prévios e sugerem modificação da qualidade do cuidado ao paciente cardiopata.

  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Marca-passo Artificial
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18/10/2024 DOI: 10.36660/abc.20230875 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Carta Científica

Síndrome do Seio Carotídeo Associada a Carcinoma Ex-Adenoma Pleomórfico: Qual o Papel da Estimulação Cardíaca Artificial?

Vanessa Sanson Lani et al. Jorge Elias Neto Márcio Augusto Silva Helena Alves de Andrade … Elisama Pimentel Zamian Cotias Fernando Luiz Torres Gomes

Introdução

A síndrome do seio carotídeo (SSC) é definida como síncope ou pré-síncope associada a no mínimo 3 segundos de assistolia (resposta cardioinibitória) e/ou queda de pelo menos 50 mmHg na pressão arterial sistólica (resposta vasodepressora) em resposta à estimulação do seio carotídeo. Foi reconhecida pela primeira vez por Weiss e Baker em 1933, desde então, há relatos da associação entre massas cervicais e ocorrência de síncope. Dentre os causadores, encontra-se o carcinoma ex-adenoma pleomórfico (CXAP), neoplasia maligna rara que se desenvolve a partir de um adenoma pleomórfico primário ou recorrente. Representa 3,6% de todas as neoplasias das glândulas salivares e 11,6% de todas as neoplasias malignas destas glândulas. A SSC causada por massas cervicais é decorrente da compressão e invasão do seio carotídeo e ramos nervosos. Tal síndrome possui 3 subtipos: cardioinibitória, vasodepressora e mista. Um quarto tipo “resposta cerebral”, foi previamente descrito na literatura, em que a compressão direta da artéria carótida causa isquemia cerebral ipsilateral levando a convulsões.

[…]

  • Adenoma Pleomorfo
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Neoplasias de Cabeça e Pescoço
  • Seio carotídeo
  • Síncope
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12/08/2024 DOI: 10.36660/abc.20240026 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Ressincronização com Estimulação em Área de Ramo Esquerdo em Paciente Chagásico e Dependente da Estimulação Cardíaca Artificial: Relato de Caso

Raoni de Castro Galvão et al. João Paulo Velasco Pucci Ofir Gomes Vieira Edvagner Leite Sérgio de Carvalho … Winder Marconsini Soares Guilherme Cunha dos S. Teles

Introdução

A estimulação monossítica persistente do ventrículo direito pode provocar efeitos deletérios na função ventricular. Pacientes com miocardiopatia chagásica (MCC) portadores de disfunção ventricular e que necessitam de estimulação artificial (ECA) podem acelerar a evolução para insuficiência cardíaca (IC) pela doença de base e a consequente dissincronia ventricular.

A terapia de ressincronização cardíaca (TRC) é uma alternativa consagrada na cardiologia há mais de 20 anos para tratamento da insuficiência cardíaca com fração de ejeção (FEVE) reduzida com distúrbio de condução intraventricular (BRE sobretudo)., Entretanto, o efeito da TRC nos chagásicos pode não ser tão exuberante em relação a outras cardiopatias. O alto grau de fibrose miocárdica, sobretudo em parede lateral de ventrículo esquerdo (VE) ou outras regiões alvo para posicionamento do eletrodo, pode ser um dos fatores que justifiquem a resposta pouco animadora a TRC.

[…]

  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Terapia de Ressincronização Cardíaca
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24/07/2023 DOI: 10.36660/abc.20220464 Visualizações 2
ABC
Artigo Original

Estimulação do Ramo Esquerdo do Sistema His-Purkinje: Experiência Inicial

Alexander Romeno Janner Dal Forno et al. Caique M. P. Ternes João Vítor Ternes Rech Helcio Garcia Nascimento … Andrei Lewandowski Grazyelle Damasceno Andre d’Avila

Resumo

Fundamento

A estimulação ventricular direita convencional aumenta o risco de fibrilação atrial e insuficiência cardíaca em portadores de marca-passo. A estimulação do ramo esquerdo (RE) do sistema His-Purkinje pode evitar os desfechos indesejados da estimulação ventricular direita.

Objetivo

Analisar retrospectivamente os desfechos intraoperatórios, eletrocardiográficos e os dados clínicos do seguimento inicial de pacientes submetidos à estimulação do RE.

Métodos

Foram avaliados os parâmetros eletrônicos do implante e eventuais complicações precoces de 52 pacientes consecutivos submetidos à estimulação do sistema de condução. O nível de significância alfa adotado foi igual a 0,05.

Resultados

52 pacientes foram submetidos a estimulação do RE do sistema His-Purkinje, obtendo sucesso em 50 procedimentos. 69,2% dos pacientes eram do sexo masculino e a mediana e intervalo interquatil da idade no momento do implante foi de 73,5 (65,0-80,0) anos. A duração do QRS pré-implante foi de 146 (104-175) ms e de 120 (112-130) ms após o procedimento. O tempo de ativação do ventrículo esquerdo foi de 78 (70-84) ms. A amplitude da onda R foi de 12,00 (7,95-15,30) mV, com limiar de estimulação de 0,5 (0,4-0,7) V × 0,4 ms e impedância de 676 (534-780) ohms. O tempo de procedimento foi de 116 (90-130) min e o tempo de fluoroscopia foi de 14,2 (10,0-21,6) min.

Conclusão

A estimulação cardíaca do sistema de condução His-Purkinje por meio da estimulação do ramo esquerdo é uma técnica segura e factível. Nesta casuística, apresentou alta taxa de sucesso, foi realizada com tempo de procedimento e fluoroscopia baixos e obteve medidas eletrônicas adequadas.

  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Marca-passo Artificial
  • Terapia por Estimulação Elétrica
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07/03/2022 DOI: 10.36660/abc.20201085 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Sincronia Ventricular na Estimulação Cardíaca Parahissiana: Alternativa por Ativação Cardíaca Fisiológica (Estimulação Indireta do Feixe de His)?

Andres Di Leoni Ferrari et al. Guilherme Ferreira Gazzoni Luis Manuel Ley Domingues Jessica Caroline Feltrin Willes … Gustavo Chiari Cabral Flavio Vinicius Costa Ferreira Laura Orlandini Lodi Gustavo Reis

Resumo

Fundamento

A estimulação cardíaca artificial (ECA) por captura direta ou indireta do feixe de His resulta em contração ventricular sincrônica (ECA fisiológica).

Objetivos

Comparar sincronia cardíaca, características técnicas e resultados de parâmetros eletrônicos entre duas técnicas de ECA indireta do feixe de His: a não seletiva e a parahissiana.

Métodos

Intervenção experimental (novembro de 2019 a abril de 2020) com implante de marca-passo definitivo (MPd) DDD em pacientes com fração de ejeção ventricular esquerda > 35%. Foram comparadas a sincronia cardíaca resultante mediante algoritmo de análise eletrocardiográfica da variância espacial do QRS e as características técnicas associadas a cada método entre ECA hissiana não seletiva (DDD-His) e parahissiana (DDD-Var).

Resultados

De 51 pacientes (28 homens), 34 (66,7%) foram alocados no grupo DDD-Var e 17 (33,3%), no grupo DDD-His, com idade média de 74 e 79 anos, respectivamente. No grupo DDD-Var, a análise da variância espacial do QRS (índice de sincronia ventricular) mostrou melhora após o implante de MPd (p < 0,001). Ao ECG pós-implante, 91,2% dos pacientes do grupo DDD-Var mostraram padrão fisiológico de ECA, comprovando ativação similar à do DDD-His (88,2%; p = 0,999). O eixo do QRS estimulado também foi similar (fisiológico) para ambos os grupos. A mediana do tempo de fluoroscopia do implante foi de 7 minutos no grupo DDD-Var e de 21 minutos no DDD-His (p < 0,001), favorecendo a técnica parahissiana. A duração média do QRS aumentou nos pacientes do DDD-Var (114,7 ms pré-MPd e 128,2 ms pós-implante, p = 0,044). A detecção da onda R foi de 11,2 mV no grupo DDD-Var e de 6,0 mV no DDD-His (p = 0,001).

Conclusão

A ECA parahissiana comprova recrutamento indireto do feixe de His, mostrando-se uma estratégia eficaz e comparável à ECA fisiológica ao resultar em contração ventricular sincrônica similar à obtida por captura hissiana não seletiva.

  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Marca-passo Artificial
  • Terapia por Estimulação Elétrica
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07/03/2022 DOI: 10.36660/abc.20201233 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Carta Científica

Impacto da Pandemia por COVID-19 nos Procedimentos Cirúrgicos de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis em um Centro de Referência Terciário

Roberto Costa et al. Katia Regina da Silva Sarah Caroline Martins Saucedo Laisa Arruda Silva … Elizabeth Sartori Crevelari Wagner Tadeu Jurevicius Nascimento Thiago Gonçalves Silveira Alfredo Fiorelli Martino Martinelli Filho Fabio Biscegli Jatene

Introdução

A pandemia da COVID-19 mudou o panorama da prática cirúrgica das diversas especialidades médicas no mundo inteiro. – Mudanças nas rotinas dos serviços de estimulação cardíaca artificial foram apoiadas pelas sociedades médicas da especialidade, que estabeleceram recomendações para a definição da gravidade dos casos e da urgência dos procedimentos cirúrgicos. ,

O objetivo do presente estudo foi avaliar o impacto das medidas implementadas para enfrentamento da pandemia nos procedimentos cirúrgicos realizados na área da estimulação cardíaca artificial, pela comparação dos dados obtidos durante o pico da pandemia aos do período imediatamente anterior. Para tanto, avaliamos o número de pacientes atendidos, o perfil clínico dos pacientes, o perfil dos procedimentos e a taxa de diagnósticos comprovados de COVID-19 nessa população.

[…]

  • Contaminação
  • COVID-19
  • Desfibriladores Implantáveis
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Hospitalização
  • Marca-passo Artificial
  • Pandemia
  • Qualidade de Assistência à Saúde
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25/10/2021 DOI: 10.36660/abc.20201378 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Efetividade e Segurança da Remoção de Cabos-Eletrodos Transvenosos de Marca-Passos e Desfibriladores Implantáveis no Cenário da Prática Clínica Real

Roberto Costa et al. Katia Regina da Silva Elizabeth Sartori Crevelari Wagner Tadeu Jurevicius Nascimento … Marcia Mitie Nagumo Martino Martinelli Filho Fabio Biscegli Jatene

Resumo

Fundamento

Remoção de cabos-eletrodos de dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis (DCEI) é procedimento pouco frequente e sua realização exige longo treinamento profissional e infraestrutura adequada.

Objetivos

Avaliar a efetividade e a segurança da remoção de cabos-eletrodos de DCEI e determinar fatores de risco para complicações cirúrgicas e mortalidade em 30 dias.

Métodos

Estudo prospectivo com dados derivados da prática clínica. De janeiro/2014 a abril/2020, foram incluídos, consecutivamente, 365 pacientes submetidos à remoção de cabos-eletrodos, independentemente da indicação e técnica cirúrgica utilizada. Os desfechos primários foram: taxa de sucesso do procedimento, taxa combinada de complicações maiores e morte intraoperatória. Os desfechos secundários foram: fatores de risco para complicações intraoperatórias maiores e morte em 30 dias. Empregou-se análise univariada e multivariada, com nível de significância de 5%.

Resultados

A taxa de sucesso do procedimento foi de 96,7%, sendo 90,1% de sucesso completo e 6,6% de sucesso clínico. Complicações maiores intraoperatórias ocorreram em 15 (4,1%) pacientes. Fatores preditores de complicações maiores foram: tempo de implante dos cabos-eletrodos ≥ 7 anos (OR= 3,78, p= 0,046) e mudança de estratégia cirúrgica (OR= 5,30, p= 0,023). Classe funcional III-IV (OR= 6,98, p<0,001), insuficiência renal (OR= 5,75, p=0,001), infecção no DCEI (OR= 13,30, p<0,001), número de procedimentos realizados (OR= 77,32, p<0,001) e complicações maiores intraoperatórias (OR= 38,84, p<0,001) foram fatores preditores para mortalidade em 30 dias.

Conclusões

Os resultados desse estudo, que é o maior registro prospectivo de remoção de cabos-eletrodos da América Latina, confirmam a segurança e a efetividade desse procedimento no cenário da prática clínica real. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(6):1114-1124)

  • Complicações Cirúrgicas
  • efetividade
  • Eletrodos Implantados
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • extração de cabos-eletrodos
  • infecção
  • Marca-passo
  • Mortalidade
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18/01/2021 DOI: 10.36660/abc.20200476 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Mortalidade de uma Coorte de Portadores da Resposta Cardioinibitória à Massagem do Seio Carotídeo – Estudo Longitudinal com 11 Anos de Seguimento

Gustavo de Castro Lacerda et al. Andrea Rocha de Lorenzo Bernardo Rangel Tura Marcela Cedenilla dos Santos … Artur Eduardo Cotrim Guimarães Renato Côrtes de Lacerda Roberto Coury Pedrosa

Resumo

Fundamento:

A resposta cardioinibitória (RCI) à massagem do seio carotídeo (MSC) caracteriza-se por assistolia ≥ 3 segundos provocada por 5 a 10 segundos de MSC. Existe uma preocupação de que pacientes com RCI e episódios prolongados de assistolia possam falecer em consequência direta de bradiarritmia, ou em decorrência de lesão cerebral, trauma grave ou arritmia ventricular pausa dependente.

Objetivos:

Determinar a mortalidade total, a mortalidade cardiovascular e a mortalidade relacionada ao trauma de uma coorte de pacientes com RCI à MSC e comparar essas mortalidades com as de uma coorte de pacientes sem RCI à MSC.

Métodos:

Em 2006, 502 pacientes com idade igual ou superior a 50 anos foram submetidos à MSC. Destes, 52 pacientes (10,4%) foram identificados com RCI. A sobrevida desta coorte foi comparada àquela observada em uma coorte de 408 pacientes sem RCI por meio de curvas de Kaplan-Meier. A regressão de Cox foi utilizada para avaliação da relação entre a RCI à MSC e a mortalidade. Variáveis com p < 0,05 foram consideradas estatisticamente significativas.

Resultados:

Após seguimento máximo de 11,6 anos, 29 dos 52 portadores de RCI (55,8%) faleceram. A mortalidade total, a mortalidade cardiovascular e a mortalidade relacionada ao trauma desta coorte de pacientes não foram significativamente diferentes daquelas encontradas nos 408 pacientes sem RCI (mortalidade total com RCI: 55,8% versus 49,3% sem RCI; p: 0,38).

Conclusões:

No fim do seguimento, a mortalidade dos 52 portadores de RCI foi semelhante à observada em uma coorte de pacientes sem RCI. A mortalidade cardiovascular e a relacionada ao trauma também foi semelhante nas duas coortes.

  • Bradicardia
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Massagem Seio Carotídeo/mortalidade
  • Síncope
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20/03/2020 DOI: 10.36660/abc.20190008 Visualizações 2
ABC
Editorial

Qual o Significado Clínico Real da Hipersensibilidade do Seio Carotídeo na Prática Clínica? Um Dilema Ainda a Espera de Respostas

Tan Chen Wu

A hipersensibilidade do seio carotídeo (HSC) é definida por pausa ≥ 3 segundos (sinusal ou em forma de bloqueio atrioventricular) e/ou queda da pressão arterial sistólica ≥ 50 mmHg durante a massagem do seio carotídeo (MSC). A prevalência da HSC é variável, de acordo com o método e a população avaliada, em até 68% de pacientes idosos com síncopes e 35 % de indivíduos assintomáticos com mais de 65 anos de idade. Portanto, deve-se questionar sempre a relação causa-efeito entre hipersensibilidade do seio carotídeo e síncope, podendo ser apenas um achado casual e não necessariamente ser a síndrome do seio carotídeo (SSC), uma das causas da síncope observada principalmente em pacientes idosos.

A relevância clínica da HSC obtida com MSC foi questionada em um estudo publicado recentemente por Wu e colaboradores. Os autores compararam a resposta à MSC entre 99 pacientes com síncope a esclarecer e 66 pacientes assintomáticos e encontraram taxas de HSC semelhantes entre os dois grupos, com resposta cardioinibitória em 24,2 e 25,8% e vasodepressora em 8,1 e 13,6%, em pacientes sintomáticos e assintomáticos respectivamente (p = 0,466). Portanto, a HSC pode ser uma resposta inespecífica na avaliação da síncope nesses pacientes com significado clínico dúbio, especialmente na população idosa, com múltiplas comorbidades, muitas vezes com possibilidade de etiologias variadas.

[…]

  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Hipotensão
  • Idoso
  • Massagem Seio Carotídeo/fisiopatologia
  • Mortalidade
  • Síncope
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20/03/2020 DOI: 10.36660/abc.20200005
ABC
Editorial

Consultas não Programadas em Emergência após Implante de Dispositivos Cardíacos

Roberto Costa

Nos últimos anos, a busca pela qualidade e eficiência dos serviços de saúde tem impulsionado a criação e a padronização de indicadores que possam auxiliar na interação entre especialistas, pesquisadores e gestores de saúde, possibilitando a geração de evidências para orientar ações estratégicas. Nesse contexto, a taxa de readmissões hospitalares é um dos mais importantes indicadores da qualidade do atendimento prestado por serviços de saúde.

O uso de indicadores de qualidade da assistência médica prestada tem sido considerado fundamental, tanto para a melhoria das rotinas assistenciais dos próprios hospitais, quanto para a racionalização dos gastos das fontes pagadoras. Nesse cenário, a adoção de padrões para medir os resultados entre os hospitais, como os desenvolvidos pelo Intenational Consortim for Health Outcomes Measurement (ICHOM), aumentou em todo o mundo e agora está ganhando familiaridade entre os hospitais brasileiros.

[…]

  • Complicações Intraoperatórias/mortalidade
  • Desfibriladores Implantáveis
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Insuficiência Cardíaca
  • Marcapasso Artificial/utilização
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06/06/2019 DOI: 10.5935/abc.20190063 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Eficácia, Segurança e Desempenho da Estimulação Ventricular Esquerda versus Direita em Pacientes com Bradiarritmias: Ensaio Clínico Randomizado

Elizabeth Sartori Crevelari et al. Katia Regina da Silva Caio Marcos de Moraes Albertini Marcelo Luiz Campos Vieira … Martino Martinelli Filho Roberto Costa

Resumo

Fundamento:

Considerando-se os potenciais efeitos deletérios da estimulação do ventrículo direito (VD), a hipótese desse estudo é que a estimulação unifocal ventricular esquerda pelo seio coronário é segura e pode proporcionar melhores benefícios clínicos e ecocardiográficos aos pacientes com bradiarritmias que apresentam função ventricular normal, necessitando apenas da correção da frequência cardíaca.

Objetivos:

Avaliar a segurança, a eficácia e os efeitos da estimulação do ventrículo esquerdo (VE), utilizando um cabo-eletrodo com fixação ativa, em comparação à estimulação do VD.

Métodos:

Estudo clínico, randomizado, simples-cego em pacientes adultos com indicação de marca-passo (MP) devido a bradiarritmias e função ventricular sistólica ≥ 0,40. A randomização aleatória (VD vs VE) ocorreu antes do procedimento. Os desfechos primários do estudo foram: o sucesso, a segurança e a eficácia do procedimento proposto. Os desfechos secundários foram: a evolução clínica e alterações ecocardiográficas. Empregou-se os testes Qui-quadrado, Exato de Fisher e t de Student, com nível de significância de 5%.

Resultados:

De junho de 2012 a janeiro de 2014 foram incluídos 91 pacientes, sendo 36 no grupo VD e 55 no grupo VE. As características basais dos pacientes dos dois grupos foram similares. O implante de MP foi realizado com sucesso e sem nenhuma intercorrência em todos os pacientes do grupo VD. Dos 55 pacientes inicialmente alocados para o grupo VE, o implante do cabo-eletrodo em veias coronárias não foi possível em 20 (36,4%) pacientes. Dentre os 35 pacientes que permaneceram com o cabo-eletrodo no VE, a estimulação frênica foi a complicação mais frequente e foi detectada em 9 (25,7%) pacientes. Na fase de seguimento clínico, não houve hospitalizações por insuficiência cardíaca. Reduções superiores a 10% na fração de ejeção do VE foram observadas em 23,5% dos pacientes do grupo VD e em 20,6% dos pacientes do grupo VE (p = 0,767). A análise feita pelo Doppler tecidual mostrou que 91,2% dos indivíduos do grupo VD e 68,8% dos do grupo VE apresentaram dissincronia interventricular (p = 0,022).

Conclusões:

A taxa de sucesso do implante no VE foi baixa e a segurança do procedimento foi influenciada, principalmente, pela alta taxa de estimulação frênica no pós-operatório.

  • Arritmias Cardíacas
  • Bradicardia
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Marca-passo Artificial
  • Remodelamento Ventricular
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15/04/2019 DOI: 10.5935/abc.20180275 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Image

Marca-passo Transvenoso sem Eletrodos: um Novo Conceito de Estimulação Cardíaca Artificial

Nicodemus Lopes et al. Diogo Cavaco Pedro Carmo Maurício Ibrahim Scanavacca Pedro Adragão

Paciente de 67 anos, sexo feminino, portadora de marca-passo desde 1983, devido a bloqueio atrioventricular total. Entre 1991 e 2004 sofreu seis cirurgias. A primeira, para substituição da bateria, e as outras por deslocamento de eletrodos, extrusão de gerador e, finalmente, por endocardite, quando se procedeu à extração cirúrgica do sistema e ao implante de eletrodo epicárdico no ventrículo direito (VD). Na última avaliação, em 2015, apresentava limiar de estimulação ventricular muito elevado e esgotamento da bateria. Devido a problemas técnicos anteriores, foi considerado o implante do marca-passo transvenoso sem eletrodos (Micra- Medtronic). Esse novo sistema de estimulação cardíaca tem como características principais a dimensão reduzida do gerador (volume de 0,8 cm3) e a ausência de eletrodos, tornando possível o implante do sistema diretamente no VD.

O implante foi realizado no Hospital Santa Cruz, Carnaxide, Portugal. Após anestesia local, uma bainha (23F) foi introduzida pela veia femoral direita para levar o sistema até o VD. Uma vez dentro do ventrículo, o cateter de entrega foi dirigido para sua porção septal e apical e a cápsula liberada. A fixação do aparelho nas trabéculas do VD, por meio de suas hastes flexíveis, foi confirmada pelos testes de fixação mecânica. Em seguida, foi realizada a avaliação eletrônica, obtendo-se bons parâmetros. Após assegurarmos que os parâmetros estavam adequados e a cápsula bem fixada, a mesma foi liberada, e o sistema de entrega removido. A paciente não apresentou complicações imediatas, e após 45 dias de seguimento, os parâmetros eletrônicos mantinham-se estáveis.

[…]

  • Bloqueio Atrioventricular
  • Cateterismo Venoso Central
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Marca-passo Artificial
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01/10/2016 DOI: 10.5935/abc.20160144
Sincronia e função ventricular esquerda em pacientes pediátricos portadores de marca-passo definitivo
ABC
Artigo Original

Sincronia e função ventricular esquerda em pacientes pediátricos portadores de marca-passo definitivo

Michel Cabrera Ortega et al. Adel Eladio Gonzales Morejón Giselle Serrano Ricardo

FUNDAMENTO: A estimulação crônica do ventrículo direito (EVD) induz um padrão de contração dessincronizado, produzindo assincronia interventricular e intraventricular. Muitos estudos têm mostrado a relação entre EVD e a forma e função ventricular esquerda (VE) comprometida. OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi avaliar a sincronia e a função do VE em pacientes pediátricos que receberam EVD em comparação com aqueles que receberam estimulação do VE (EVE). MÉTODOS: As funções sistólica e diastólica e a sincronia do VE foram avaliadas em 80 pacientes pediátricos com bloqueio atrioventricular total não cirúrgico ou pós-cirúrgico, com estimulação a partir do endocárdio do ventrículo direito (VD) (n = 40) ou do epicárdio do VE (n = 40). Foram analisados dados ecocardiográficos obtidos antes da implantação do marca-passo, imediatamente após a implantação, e no final de um acompanhamento médio de 6,8 anos. RESULTADOS: A função diastólica do VE não se alterou em nenhum dos pacientes durante o acompanhamento. A função sistólica ventricular esquerda foi preservada nos pacientes que receberam EVE. No entanto, a fração de encurtamento e a fração de ejeção diminuíram de medianas de 41% ± 2,6% e 70% ± 6,9% antes da implantação para 32% ± 4,2% e 64% ± 2,5% (p < 0,0001 e p < 0,0001), respectivamente, no acompanhamento final. O atraso mecânico interventricular foi significativamente maior com a EVD (66 ± 13 ms) do que com a EVE (20 ± 8 ms). Da mesma forma, nos dois grupos houve uma diferença significativa entre os seguintes parâmetros: atraso mecânico do VE (EVD: 69 ± 6 ms, EVE: 30 ± 11 ms, p < 0,0001); atraso septo-lateral (RVP: 75 ± 19 ms, LVP: 42 ± 10 ms, p < 0,0001) e atraso septo-posterior (EVD: 127 ± 33 ms, EVE: 58 ± 17 ms, p < 0,0001). CONCLUSÃO: Quando comparado ao endocárdio do VD, o epicárdio do VE é um local ideal para a estimulação para preservar a sincronia e a função cardíaca.

  • Contração Miocárdica
  • Criança
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Função Ventricular Esquerda
  • Marca-passo Artificial
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24/09/2013 DOI: 10.5935/abc.20130189
Stent de sustentação de eletrodo de seio coronariano na ressincronização cardíaca: relato de 5 casos
ABC
Relato de Caso

Stent de sustentação de eletrodo de seio coronariano na ressincronização cardíaca: relato de 5 casos

Jaime Giovany Arnez Maldonado et al. Carla Fank Simão Maduro Rodrigo Castro … Hernou Oliveira Andre Gomes

RELATO DE CASO

Stent de sustentação de eletrodo de seio coronariano na ressincronização cardíaca – relato de 5 casos

[…]

  • Cardiac Pacing, Artificial
  • coronary sinus
  • Disfunção Ventricular
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Seio Coronário
  • Stents
  • Ventricular Dysfunction
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22/11/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012001400016 Visualizações 1
Efeitos da estimulação ventricular convencional em pacientes com função ventricular normal
ABC
Artigo Original

Efeitos da estimulação ventricular convencional em pacientes com função ventricular normal

Luiz Antonio Batista de Sá et al. Salvador Rassi Márcia Andery Ludovico Batista

FUNDAMENTO: A estimulação de ventrículo direito pode ser deletéria em pacientes com disfunção ventricular, entretanto há poucas evidências sobre o impacto dessa estimulação em pacientes com função normal. OBJETIVO: Avaliar a evolução clínica e laboratorial de pacientes com função ventricular normal submetidos a implante de marcapasso cardíaco artificial. MÉTODOS: Foram estudados de forma prospectiva 16 pacientes com os seguintes critérios de inclusão: função ventricular normal definida pelo ecocardiograma e presença de estimulação ventricular superior 90% (avaliação por telemetria do gerador). Parâmetros analisados: classe funcional (CF), teste de caminhada, dosagem de BNP, ecocardiograma (convencional e parâmetros de dessincronia intraventricular e teste de qualidade de vida (SF36). Essas medidas fora feitas com 10 dias(d) (t1), 120d(t2) e 240 d(t3). Os dados foram comparados ao longo do tempo segundo método ANOVA. Comparações múltiplas de médias foram efetuadas utilizando-se o método de Tukey. RESULTADOS: Dos dados avaliados os seguintes não apresentaram variação estatística significante (p>0,05): classe funcional, dosagem de BNP, parâmetros ecocardiográficos convencionais, dessincronia intraventricular (Doppler tecidual). Apresentaram piora (p<0,05) o teste de caminhada (entre t2 e t3) e o tempo entre a contração septal e a parede posterior do ventrículo esquerdo, porém sem preencher critérios de dessincronia. Avaliação de qualidade de vida (SF36) mostrou melhora na capacidade funcional, nos aspectos sociais e estado geral de saúde. CONCLUSÃO: Após oito meses, em pacientes com função normal não foram evidenciadas alterações clínicas (CF e SF 36) e laboratoriais (ecocardiografia convencional, parâmetros de dessincronia e dosagem de BNP); entretanto, houve piora no teste de caminhada.

  • Disfunção Ventricular
  • ecocardiografia
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Marca-passo Artificial
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13/10/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000800016
Estimulação cardíaca artificial em pacientes portadores de cardiomiopatia hipertrófica: uma coorte com 24 anos de seguimento
ABC
Artigo Original

Estimulação cardíaca artificial em pacientes portadores de cardiomiopatia hipertrófica: uma coorte com 24 anos de seguimento

Lenine Angelo Alves Silva et al. Edmundo Arteaga Fernández Martino Martinelli Filho Roberto Costa … Sérgio Siqueira Barbara Maria Ianni Charles Mady

FUNDAMENTO: O benefício da estimulação cardíaca em pacientes portadores de cardiomiopatia hipertrófica (CMH) tem sido questionado, sendo escassas as pesquisas sobre este assunto no Brasil. OBJETIVO: Descrever a indicação, a resposta clínica, as complicações e a sobrevida relacionadas ao implante de marcapasso em pacientes portadores de CMH. MÉTODOS: Foram estudados, retrospectivamente, 39 pacientes portadores de cardiomiopatia hipertrófica (41% do sexo masculino) submetidos a implante de marcapasso, no período de maio de 1980 a novembro de 2003. RESULTADOS: Houve 27 portadores da forma obstrutiva e 12 portadores da forma não-obstrutiva com média de idade de 46,4 anos (14-77 anos) seguidos por 6,4 ± 4,1 anos. As principais indicações para implante foram: bloqueio atrioventricular espontâneo ou induzido (54%), refratariedade à terapêutica associada a gradiente elevado (33%), suporte para terapia medicamentosa por bradicardia (8%) e prevenção de fibrilação atrial (5%). Houve melhora na classe funcional de 2,41±0,87 para 1,97±0,92 (p = 0,008), bem como redução do número de sintomas referidos, sem ter havido diferença na utilização da terapia medicamentosa. Não houve óbitos relacionados ao procedimento que, apesar de demonstrar-se seguro, não foi isento de complicações (6 pacientes – 15,4%). Ocorreram três óbitos durante o seguimento, todos em pacientes mulheres, portadoras de fibrilação atrial e com evidências de deterioração funcional. Observou-se uma forte associação de piora clínica com surgimento de fibrilação atrial ou flutter. CONCLUSÃO: A estimulação cardíaca artificial em pacientes com CMH foi bem-sucedida, com evidências de alívio sintomático em pacientes portadores da forma obstrutiva. Não se observou melhora funcional para a forma não-obstrutiva.

  • avaliação de resultados
  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Estudos de Coortes
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11/11/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001600011
Influência da estimulação biatrial temporária externa na prevenção da fibrilação atrial no pós-operatório de revascularização miocárdica sem circulação extracorpórea
ABC
Artigo Original

Influência da estimulação biatrial temporária externa na prevenção da fibrilação atrial no pós-operatório de revascularização miocárdica sem circulação extracorpórea

Francisco Maia da Silva et al. Rodrigo Milani Dalton Précoma Maximiliano Guimarães … Jose Augusto Moutinho Laura Barboza Alexandre Sartori Paulo Brofman

FUNDAMENTO: A fibrilação atrial é a mais comum complicação no pós-operatório de revascularização miocárdica, aumentando a incidência de morbi-mortalidade. OBJETIVO: O propósito deste estudo prospectivo e randomizado foi testar a hipótese de que a estimulação cardíaca temporária biatrial reduz a incidência da fibrilação atrial no pós-operatório de revascularização miocárdica. MÉTODOS: Em uma casuística de 98 pacientes não-consecutivos, submetidos a revascularização miocárdica sem circulação extracorpórea, foram implantados respectivamente dois eletrodos temporários em átrio direito e em átrio esquerdo e conectados a cada par de saída atrial do marcapasso, além dos eletrodos implantados no ventrículo direito. Foram randomizados dois grupos (controle: 49 pacientes sem a estimulação biatrial; terapêutico: 49 pacientes com a estimulação biatrial). As variáveis de interesse foram: fibrilação atrial (presença ou não), tempo de hospitalização. RESULTADOS: A incidência de fibrilação atrial foi de 36,73% no grupo controle e 14,29% no grupo terapêutico (p=0,0194). O tempo de hospitalização foi de 7,00±2,82 dias nos pacientes sem fibrilação atrial (n=73), e de 9,20±2,87 dias nos pacientes com fibrilação atrial (n=25) (p=0,0001). A idade foi importante preditor da arritmia, variou de 62,34±9,00 anos no grupo sem fibrilação atrial, e de 67,20±7,42 anos no grupo com fibrilação atrial (p=0,0170). CONCLUSÃO: A estimulação temporária biatrial profilática é efetiva na prevenção da fibrilação atrial, quando comparada ao grupo controle. Permanência hospitalar foi maior nos pacientes que apresentaram fibrilação atrial no pós-operatório e a idade foi importante preditor para o desenvolvimento da arritmia.

  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Fibrilação Atrial
  • Revascularização Miocárdica
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28/04/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000200003
Comportamento funcional dos portadores de marcapasso convencional submetidos a ressincronização cardíaca
ABC
Artigo Original

Comportamento funcional dos portadores de marcapasso convencional submetidos a ressincronização cardíaca

Rodrigo Tavares Silva et al. Martino Martinelli Filho Carlos Eduardo Batista de Lima Daniela Garcia Moreno Cabral Martins … Silvana Angelina Dorio Nishióka Anísio Alexandre Pedrosa Elizabeth Sartori Crevelari Roberto Costa Eduardo Argentino Sosa José Antonio Franchini Ramires

FUNDAMENTO: A terapia de ressincronização cardíaca (TRC) é eficiente no tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca (IC), disfunção ventricular grave e bloqueio intraventricular. O marcapasso convencional (MPC) em região apical de ventrículo direito provoca alterações da seqüência de ativação normal do coração semelhante às do BRE. Nesse sentido, pacientes com MPC e IC avançada poderiam ser candidatos a TRC, mas reduzidas casuísticas foram avaliadas e não há conclusões definitivas. OBJETIVO: Analisar o comportamento clínico-funcional da terapia de ressincronização cardíaca (TRC) nos portadores de marcapasso convencional. MÉTODOS: Pacientes com MPC, IC-CF(NYHA) III/IV refratária a terapêutica medicamentosa, fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) <35%, foram submetidos a TRC. O comportamento clínico-funcional foi avaliado prospectivamente após seis meses. A redução de uma CF-IC foi estabelecida como resposta efetiva ao procedimento. Foram analisados: duração do QRS (ECG), diâmetro diastólico (DDVE), diâmetro sistólico do ventrículo esquerdo (DSVE) e FEVE ao ECO. A análise estatística utilizou os testes t de Student pareado e a correlação de Spearman. RESULTADOS: Vinte e nove pacientes com idade média de 61,5 anos foram estudados. Seis eram do sexo feminino e houve predomínio da cardiomiopatia chagásica. Em seguimento clínico de 22,7±13 meses, 86,2% dos pacientes melhoraram com a TRC. Nesse grupo, a FEVE média aumentou em 18% (p=0,013); houve redução da duração do QRS em 11,8% (p=0,002) e não houve redução significativa dos diâmetros intracavitários do ventrículo esquerdo. CONCLUSÃO: A TRC é efetiva para pacientes com MPC e IC avançada porque proporciona taxa elevada de responsivos (86,2%), melhora significativa da FEVE e redução da duração do QRS.

  • Bloqueio de Ramo
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • insuficiência cardíaca congestiva
  • Marcapasso cardíaco artificial
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28/04/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000200012 Visualizações 1
Ressincronização ventricular: comparando os marcapassos biventriculares com os marcapassos bifocais de ventrículo direito
ABC
Artigo Original

Ressincronização ventricular: comparando os marcapassos biventriculares com os marcapassos bifocais de ventrículo direito

Eduardo Arrais Rocha et al. Tatiana Pereira Gondim Sebastião Abreu Roberto Farias … Vera Marques Almino Rocha Demóstenes Ribeiro Ricardo Pereira Pedro Negreiros Carlos Roberto M. Rodrigues José Nogueira Paes Júnior

OBJETIVO: Realizar uma análise da estimulação biventricular convencional (BV), da estimulação bifocal (BF) de ventrículo direito (VD) e uma análise comparativa das duas técnicas, em relação aos parâmetros clínicos, funcionais e ecocardiográficos, em uma população sem os critérios de exclusão dos trabalhos clássicos. MÉTODOS: Foram analisados de forma prospectiva, não randomizada, 36 pacientes submetidos a cirurgia para implantes de marcapassos multissítos devido a QRS > 130 ms, disfunção ventricular esquerda grave e insuficiência cardíaca congestiva classe funcional III ou IV. RESULTADOS: Os resultados favoráveis da ressincronização foram obtidos com as duas técnicas, sem diferenças significativas na comparação dos dois grupos, exceto por maior estreitamento do QRS e tendência a menor número de internações no grupo dos BV. Quando os grupos foram analisados individualmente e comparados, antes e após os procedimentos, observamos que as melhoras foram bem mais expressivas no grupo dos biventriculares, assim como os índices de relevância estatística maiores. CONCLUSÃO: A terapia de ressincronização cardíaca mostrou ser terapia eficaz nos 2 grupos analisados, entretanto com resultados mais expressivos no grupo dos biventriculares.

  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • insuficiência cardíaca congestiva
  • Marcapasso Artificial
  • Ressincronização ventricular
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23/07/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000600008 Visualizações 1
Ativação elétrica ventricular na ressincronização cardíaca caracterizada pelo mapeamento eletrocardiográfico de superfície
ABC
Artigo Original

Ativação elétrica ventricular na ressincronização cardíaca caracterizada pelo mapeamento eletrocardiográfico de superfície

Carlos Alberto Pastore et al. Nancy Tobias Nelson Samesima Martino Martinelli Filho … Anisio Pedrosa Silvana Nishioka Roberto A. Douglas Luiz Felipe Pinho Moreira José Franchini Ramires

OBJETIVOS: Avaliar a ativação elétrica cardíaca usando Mapeamento Eletrocardiográfico de Superfície (MES), em pacientes com ICC e bloqueio de ramo esquerdo [BRE] submetidos a terapia de ressincronização cardíaca (CRT) com implante de marca-passo átrio-biventricular (MP-BIV). MÉTODOS: Foram analisados os tempos médios de ativação elétrica cardíaca no ventrículo direito (tempo médio de ativação do VD [mVD]), área ântero-septal (mAS), e ventrículo esquerdo (mVE), de 28 pacientes (idade média 61,2±9,5 anos, ICC classe III-IV NYHA, fração de ejeção <40%, BRE com QRS médio 181,2±19,4ms, SÂQRS= -8,5º±68,6º), mostrados nos mapas de linhas isócronas do MES, antes e após implante de marca-passo átrio-biventricular, e comparados a valores obtidos em um grupo controle composto de indivíduos normais [GNL], em três situações: (1) BRE nativo, (2) estimulação do VD; e (3) estimulação átrio-biventricular. RESULTADOS: situação (1): mVD e mAS foram semelhantes (41,0±11,8ms x 43,6±13,4ms), com mVE tardio (81,0±12,5ms, p<0,01) perdendo o sincronismo com o VD e a área ântero-septal; situação (2): mVD foi maior que no GNL (86,8±22,9ms, p<0,001), com maior diferença entre mAS e mVE (63,4±20,7ms x 102,7±20,3ms; p<0,001); situação (3): mVE e mVD foram semelhantes (72,0±32,0ms x 71,6±32,3ms), mVD foi maior que no GNL e BRE nativo (71,6±32,3ms x 35,1±10,9ms e 41,0±11,8ms; p<0,001), mAS se aproximou do GNL e BRE nativo (51,3±32,8ms x 50,1±11,4ms e 43,6±13,4ms). CONCLUSÃO: Pelo mapeamento eletrocardiográfico de superfície, tempos de ativação semelhantes no VD e VE e próximos daqueles da região ântero-septal indicam padrões de ativação ventricular sincronizada em portadores de ICC e BRE durante estimulação átrio-biventricular.

  • Bloqueio de Ramo
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • insuficiência cardíaca congestiva
  • mapeamento potencial de superfície corporal
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21/05/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000300001 Visualizações 1
Mudança do modo VVI para DDD ("upgrade") na troca eletiva do gerador de pulsos: análise comparativa clínico-funcional
ABC
Artigo Original

Mudança do modo VVI para DDD ("upgrade") na troca eletiva do gerador de pulsos: análise comparativa clínico-funcional

Luiz Antonio Castilho Teno et al. Roberto Costa Martino Martinelli Filho Fabian Cecchi Teno Castilho Ivan Ruiz

OBJETIVO: Comparar o comportamento clínico e funcional dos modos de estimulação ventricular e atrioventricular na troca eletiva do gerador de pulsos em pacientes com cardiopatia chagásica e bloqueio atrioventricular. MÉTODOS: Foram estudados comparativamente sob estimulação ventricular e atrioventricular 27 pacientes, inicialmente na inclusão do estudo e alternadamente no modo ventricular e atrioventricular em duas fases com duração de 90 dias, considerando: o comportamento clínico, avaliado pela qualidade de vida e classe funcional, e o comportamento funcional, avaliado pela ecocardiografia transtorácica e pelo teste de caminhada de seis minutos. A análise estatística foi realizada na condição basal, modo ventricular e modo atrioventricular, utilizando-se o teste qui-quadrado e a análise de variância para medidas repetidas, considerando-se nível de significância de 0,05. RESULTADOS: A média das medidas avaliadas na qualidade de vida foram: capacidade funcional (VVI 71,3+/-18,2 , DDD 69,3+/-20,4), estado geral (VVI 68,1+/-21,8 , DDD 69,4+/-19,4) e vitalidade (VVI 64,8+/-24,6 , DDD 67,6+/-25,5); na ecocardiografia: FEVE (VVI 52,5+/-12,8 , DDD 51,8+/-14,9), DDFVE (VVI 53,0+/-7,7 , DDD 42,4+/-7,8), AE (VVI 38,6+/-5,4 DDD 38,5+/-5,1) e no teste de caminhada de seis minutos: distância percorrida (VVI 463,4+/-84,7 , DDD 462,6+/-63,4). Houve quatro casos de complicações: três associadas à mudança de modo de estimulação. CONCLUSÃO: Não houve diferença entre os dois modos de estimulação, no comportamento clínico, avaliado pela qualidade de vida e classe funcional e no comportamento funcional, avaliado pela ecocardiografia e pelo teste de caminhada de seis minutos.

  • bloqueio cardíaco
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Marcapasso Artificial
  • Miocardiopatia Chagásica
  • Qualidade de Vida
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22/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000200001 Visualizações 2

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Vasconcelos LT, Martins LNA, França AT, Castilho FM, Ribeiro ALP. Prognóstico de Pacientes Chagásicos e não Chagásicos Submetidos a Implante de Marca-passo e Ressincronizador Cardíaco em Centro Terciário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(9):e20230875.

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Vasconcelos, Laís Toledo de; Martins, Larissa Natany Almeida; França, Anna Terra; Castilho, Fábio Morato de; Ribeiro, Antônio Luiz Pinho. Prognóstico de Pacientes Chagásicos e não Chagásicos Submetidos a Implante de Marca-passo e Ressincronizador Cardíaco em Centro Terciário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 9, e20230875, out. 2024.

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Vasconcelos, L. T. , Martins, L. N. A., França, A. T., Castilho, F. M. , & Ribeiro, A. L. P. (2024). Prognóstico de Pacientes Chagásicos e não Chagásicos Submetidos a Implante de Marca-passo e Ressincronizador Cardíaco em Centro Terciário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(9), e20230875.

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Vasconcelos, Laís Toledo de and Martins, Larissa Natany Almeida and França, Anna Terra and Castilho, Fábio Morato de and Ribeiro, Antônio Luiz Pinho. Prognóstico de Pacientes Chagásicos e não Chagásicos Submetidos a Implante de Marca-passo e Ressincronizador Cardíaco em Centro Terciário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 9, [citado 2026-10-14], e20230875. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prognostico-de-pacientes-chagasicos-e-nao-chagasicos-submetidos-a-implante-de-marca-passo-e-ressincronizador-cardiaco-em-centro-terciario/>. ISSN 0066-782X

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Lani VS, Elias Neto J, Silva MA, Andrade HA, Cotias EPZ, Gomes FLT. Síndrome do Seio Carotídeo Associada a Carcinoma Ex-Adenoma Pleomórfico: Qual o Papel da Estimulação Cardíaca Artificial?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(7):e20240026.

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Lani, Vanessa Sanson; Elias Neto, Jorge; Silva, Márcio Augusto; Andrade, Helena Alves de; Cotias, Elisama Pimentel Zamian; Gomes, Fernando Luiz Torres. Síndrome do Seio Carotídeo Associada a Carcinoma Ex-Adenoma Pleomórfico: Qual o Papel da Estimulação Cardíaca Artificial?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 7, e20240026, ago. 2024.

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Lani, V. S., Elias Neto, J., Silva, M. A., Andrade, H. A. , Cotias, E. P. Z., & Gomes, F. L. T. (2024). Síndrome do Seio Carotídeo Associada a Carcinoma Ex-Adenoma Pleomórfico: Qual o Papel da Estimulação Cardíaca Artificial?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(7), e20240026.

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Lani, Vanessa Sanson and Elias Neto, Jorge and Silva, Márcio Augusto and Andrade, Helena Alves de and Cotias, Elisama Pimentel Zamian and Gomes, Fernando Luiz Torres. Síndrome do Seio Carotídeo Associada a Carcinoma Ex-Adenoma Pleomórfico: Qual o Papel da Estimulação Cardíaca Artificial?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 7, [citado 2026-10-14], e20240026. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sindrome-do-seio-carotideo-associada-a-carcinoma-ex-adenoma-pleomorfico-qual-o-papel-da-estimulacao-cardiaca-artificial/>. ISSN 0066-782X

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Galvão RC, Pucci JPV, Vieira OG, Carvalho ELS, Soares WM, Teles GCS. Ressincronização com Estimulação em Área de Ramo Esquerdo em Paciente Chagásico e Dependente da Estimulação Cardíaca Artificial: Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(7):e20220464.

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Galvão, Raoni de Castro; Pucci, João Paulo Velasco; Vieira, Ofir Gomes; Carvalho, Edvagner Leite Sérgio de; Soares, Winder Marconsini; Teles, Guilherme Cunha dos S.. Ressincronização com Estimulação em Área de Ramo Esquerdo em Paciente Chagásico e Dependente da Estimulação Cardíaca Artificial: Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 7, e20220464, jul. 2023.

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Galvão, R. C., Pucci, J. P. V., Vieira, O. G., Carvalho, E. L. S. , Soares, W. M., & Teles, G. C. S. (2023). Ressincronização com Estimulação em Área de Ramo Esquerdo em Paciente Chagásico e Dependente da Estimulação Cardíaca Artificial: Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(7), e20220464.

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Galvão, Raoni de Castro and Pucci, João Paulo Velasco and Vieira, Ofir Gomes and Carvalho, Edvagner Leite Sérgio de and Soares, Winder Marconsini and Teles, Guilherme Cunha dos S.. Ressincronização com Estimulação em Área de Ramo Esquerdo em Paciente Chagásico e Dependente da Estimulação Cardíaca Artificial: Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 7, [citado 2026-10-14], e20220464. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ressincronizacao-com-estimulacao-em-area-de-ramo-esquerdo-em-paciente-chagasico-e-dependente-da-estimulacao-cardiaca-artificial-relato-de-caso/>. ISSN 0066-782X

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Forno ARJD, Ternes CMP, Rech JVT, Nascimento HG, Lewandowski A, Damasceno G, d’Avila A, et al. Estimulação do Ramo Esquerdo do Sistema His-Purkinje: Experiência Inicial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(2):505-16.

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Forno, Alexander Romeno Janner Dal; Ternes, Caique M. P.; Rech, João Vítor Ternes; Nascimento, Helcio Garcia; Lewandowski, Andrei; Damasceno, Grazyelle; d’Avila, Andre. Estimulação do Ramo Esquerdo do Sistema His-Purkinje: Experiência Inicial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 2, p. 505-516, mar. 2022.

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Forno, A. R. J. D., Ternes, C. M. P., Rech, J. V. T., Nascimento, H. G., Lewandowski, A., Damasceno, G., & d’Avila, A. (2022). Estimulação do Ramo Esquerdo do Sistema His-Purkinje: Experiência Inicial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(2), 505-516.

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Forno, Alexander Romeno Janner Dal and Ternes, Caique M. P. and Rech, João Vítor Ternes and Nascimento, Helcio Garcia and Lewandowski, Andrei and Damasceno, Grazyelle and d’Avila, Andre. Estimulação do Ramo Esquerdo do Sistema His-Purkinje: Experiência Inicial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 505-516. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estimulacao-do-ramo-esquerdo-do-sistema-his-purkinje-experiencia-inicial/>. ISSN 0066-782X

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Ferrari ADL, Gazzoni GF, Domingues LML, Willes JCF, Cabral GC, Ferreira FVC, Lodi LO, et al. Sincronia Ventricular na Estimulação Cardíaca Parahissiana: Alternativa por Ativação Cardíaca Fisiológica (Estimulação Indireta do Feixe de His)?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(2):488-502.

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Ferrari, Andres Di Leoni; Gazzoni, Guilherme Ferreira; Domingues, Luis Manuel Ley; Willes, Jessica Caroline Feltrin; Cabral, Gustavo Chiari; Ferreira, Flavio Vinicius Costa; Lodi, Laura Orlandini; Reis, Gustavo. Sincronia Ventricular na Estimulação Cardíaca Parahissiana: Alternativa por Ativação Cardíaca Fisiológica (Estimulação Indireta do Feixe de His)?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 2, p. 488-502, mar. 2022.

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Ferrari, A. D. L., Gazzoni, G. F., Domingues, L. M. L., Willes, J. C. F., Cabral, G. C., Ferreira, F. V. C., Lodi, L. O., & Reis, G. (2022). Sincronia Ventricular na Estimulação Cardíaca Parahissiana: Alternativa por Ativação Cardíaca Fisiológica (Estimulação Indireta do Feixe de His)?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(2), 488-502.

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Ferrari, Andres Di Leoni and Gazzoni, Guilherme Ferreira and Domingues, Luis Manuel Ley and Willes, Jessica Caroline Feltrin and Cabral, Gustavo Chiari and Ferreira, Flavio Vinicius Costa and Lodi, Laura Orlandini and Reis, Gustavo. Sincronia Ventricular na Estimulação Cardíaca Parahissiana: Alternativa por Ativação Cardíaca Fisiológica (Estimulação Indireta do Feixe de His)?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 488-502. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sincronia-ventricular-na-estimulacao-cardiaca-parahissiana-alternativa-por-ativacao-cardiaca-fisiologica-estimulacao-indireta-do-feixe-de-his/>. ISSN 0066-782X

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Costa R, Silva KR, Saucedo SCM, Silva LA, Crevelari ES, Nascimento WTJ, Silveira TG, et al. Impacto da Pandemia por COVID-19 nos Procedimentos Cirúrgicos de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis em um Centro de Referência Terciário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(4):765-9.

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Costa, Roberto; Silva, Katia Regina da; Saucedo, Sarah Caroline Martins; Silva, Laisa Arruda; Crevelari, Elizabeth Sartori; Nascimento, Wagner Tadeu Jurevicius; Silveira, Thiago Gonçalves; Fiorelli, Alfredo; Martinelli Filho, Martino; Jatene, Fabio Biscegli. Impacto da Pandemia por COVID-19 nos Procedimentos Cirúrgicos de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis em um Centro de Referência Terciário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 4, p. 765-769, out. 2021.

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Costa, R., Silva, K. R. , Saucedo, S. C. M., Silva, L. A., Crevelari, E. S., Nascimento, W. T. J., Silveira, T. G., Fiorelli, A., Martinelli Filho, M., & Jatene, F. B. (2021). Impacto da Pandemia por COVID-19 nos Procedimentos Cirúrgicos de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis em um Centro de Referência Terciário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(4), 765-769.

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Costa, Roberto and Silva, Katia Regina da and Saucedo, Sarah Caroline Martins and Silva, Laisa Arruda and Crevelari, Elizabeth Sartori and Nascimento, Wagner Tadeu Jurevicius and Silveira, Thiago Gonçalves and Fiorelli, Alfredo and Martinelli Filho, Martino and Jatene, Fabio Biscegli. Impacto da Pandemia por COVID-19 nos Procedimentos Cirúrgicos de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis em um Centro de Referência Terciário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 765-769. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-da-pandemia-por-covid-19-nos-procedimentos-cirurgicos-de-dispositivos-cardiacos-eletronicos-implantaveis-em-um-centro-de-referencia-terciario/>. ISSN 0066-782X

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Costa R, Silva KR, Crevelari ES, Nascimento WTJ, Nagumo MM, Martinelli Filho M, Jatene FB, et al. Efetividade e Segurança da Remoção de Cabos-Eletrodos Transvenosos de Marca-Passos e Desfibriladores Implantáveis no Cenário da Prática Clínica Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;115(6):1114-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Costa, Roberto; Silva, Katia Regina da; Crevelari, Elizabeth Sartori; Nascimento, Wagner Tadeu Jurevicius; Nagumo, Marcia Mitie; Martinelli Filho, Martino; Jatene, Fabio Biscegli. Efetividade e Segurança da Remoção de Cabos-Eletrodos Transvenosos de Marca-Passos e Desfibriladores Implantáveis no Cenário da Prática Clínica Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 6, p. 1114-1124, jan. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Costa, R., Silva, K. R. , Crevelari, E. S., Nascimento, W. T. J., Nagumo, M. M., Martinelli Filho, M., & Jatene, F. B. (2021). Efetividade e Segurança da Remoção de Cabos-Eletrodos Transvenosos de Marca-Passos e Desfibriladores Implantáveis no Cenário da Prática Clínica Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(6), 1114-1124.

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Costa, Roberto and Silva, Katia Regina da and Crevelari, Elizabeth Sartori and Nascimento, Wagner Tadeu Jurevicius and Nagumo, Marcia Mitie and Martinelli Filho, Martino and Jatene, Fabio Biscegli. Efetividade e Segurança da Remoção de Cabos-Eletrodos Transvenosos de Marca-Passos e Desfibriladores Implantáveis no Cenário da Prática Clínica Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 115, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1114-1124. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efetividade-e-seguranca-da-remocao-de-cabos-eletrodos-transvenosos-de-marca-passos-e-desfibriladores-implantaveis-no-cenario-da-pratica-clinica-real/>. ISSN 0066-782X

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Lacerda GC, Lorenzo AR, Tura BR, Santos MC, Guimarães AEC, Lacerda RC, Pedrosa RC, et al. Mortalidade de uma Coorte de Portadores da Resposta Cardioinibitória à Massagem do Seio Carotídeo – Estudo Longitudinal com 11 Anos de Seguimento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(2):245-53.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lacerda, Gustavo de Castro; Lorenzo, Andrea Rocha de; Tura, Bernardo Rangel; Santos, Marcela Cedenilla dos; Guimarães, Artur Eduardo Cotrim; Lacerda, Renato Côrtes de; Pedrosa, Roberto Coury. Mortalidade de uma Coorte de Portadores da Resposta Cardioinibitória à Massagem do Seio Carotídeo – Estudo Longitudinal com 11 Anos de Seguimento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 2, p. 245-253, mar. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lacerda, G. C., Lorenzo, A. R. , Tura, B. R., Santos, M. C. , Guimarães, A. E. C., Lacerda, R. C. , & Pedrosa, R. C. (2020). Mortalidade de uma Coorte de Portadores da Resposta Cardioinibitória à Massagem do Seio Carotídeo – Estudo Longitudinal com 11 Anos de Seguimento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(2), 245-253.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lacerda, Gustavo de Castro and Lorenzo, Andrea Rocha de and Tura, Bernardo Rangel and Santos, Marcela Cedenilla dos and Guimarães, Artur Eduardo Cotrim and Lacerda, Renato Côrtes de and Pedrosa, Roberto Coury. Mortalidade de uma Coorte de Portadores da Resposta Cardioinibitória à Massagem do Seio Carotídeo – Estudo Longitudinal com 11 Anos de Seguimento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 245-253. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mortalidade-de-uma-coorte-de-portadores-da-resposta-cardioinibitoria-a-massagem-do-seio-carotideo-estudo-longitudinal-com-11-anos-de-seguimento/>. ISSN 0066-782X

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Wu TC. Qual o Significado Clínico Real da Hipersensibilidade do Seio Carotídeo na Prática Clínica? Um Dilema Ainda a Espera de Respostas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(2):254-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Wu, Tan Chen. Qual o Significado Clínico Real da Hipersensibilidade do Seio Carotídeo na Prática Clínica? Um Dilema Ainda a Espera de Respostas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 2, p. 254-255, mar. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Wu, T. C. (2020). Qual o Significado Clínico Real da Hipersensibilidade do Seio Carotídeo na Prática Clínica? Um Dilema Ainda a Espera de Respostas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(2), 254-255.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Wu, Tan Chen. Qual o Significado Clínico Real da Hipersensibilidade do Seio Carotídeo na Prática Clínica? Um Dilema Ainda a Espera de Respostas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 254-255. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/qual-o-significado-clinico-real-da-hipersensibilidade-do-seio-carotideo-na-pratica-clinica-um-dilema-ainda-a-espera-de-respostas/>. ISSN 0066-782X

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Costa R. Consultas não Programadas em Emergência após Implante de Dispositivos Cardíacos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(5):499-500.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Costa, Roberto. Consultas não Programadas em Emergência após Implante de Dispositivos Cardíacos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 5, p. 499-500, jun. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Costa, R. (2019). Consultas não Programadas em Emergência após Implante de Dispositivos Cardíacos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(5), 499-500.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Costa, Roberto. Consultas não Programadas em Emergência após Implante de Dispositivos Cardíacos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 499-500. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/consultas-nao-programadas-em-emergencia-apos-implante-de-dispositivos-cardiacos/>. ISSN 0066-782X

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Crevelari ES, Silva KR, Albertini CMM, Vieira MLC, Martinelli Filho M, Costa R. Eficácia, Segurança e Desempenho da Estimulação Ventricular Esquerda versus Direita em Pacientes com Bradiarritmias: Ensaio Clínico Randomizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(4):410-21.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Crevelari, Elizabeth Sartori; Silva, Katia Regina da; Albertini, Caio Marcos de Moraes; Vieira, Marcelo Luiz Campos; Martinelli Filho, Martino; Costa, Roberto. Eficácia, Segurança e Desempenho da Estimulação Ventricular Esquerda versus Direita em Pacientes com Bradiarritmias: Ensaio Clínico Randomizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 4, p. 410-421, abr. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Crevelari, E. S., Silva, K. R. , Albertini, C. M. M., Vieira, M. L. C., Martinelli Filho, M., & Costa, R. (2019). Eficácia, Segurança e Desempenho da Estimulação Ventricular Esquerda versus Direita em Pacientes com Bradiarritmias: Ensaio Clínico Randomizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(4), 410-421.

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Crevelari, Elizabeth Sartori and Silva, Katia Regina da and Albertini, Caio Marcos de Moraes and Vieira, Marcelo Luiz Campos and Martinelli Filho, Martino and Costa, Roberto. Eficácia, Segurança e Desempenho da Estimulação Ventricular Esquerda versus Direita em Pacientes com Bradiarritmias: Ensaio Clínico Randomizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 410-421. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/eficacia-seguranca-e-desempenho-da-estimulacao-ventricular-esquerda-versus-direita-em-pacientes-com-bradiarritmias-ensaio-clinico-randomizado/>. ISSN 0066-782X

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Lopes N, Cavaco D, Carmo P, Scanavacca MI, Adragão P. Marca-passo Transvenoso sem Eletrodos: um Novo Conceito de Estimulação Cardíaca Artificial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(4):381-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lopes, Nicodemus; Cavaco, Diogo; Carmo, Pedro; Scanavacca, Maurício Ibrahim; Adragão, Pedro. Marca-passo Transvenoso sem Eletrodos: um Novo Conceito de Estimulação Cardíaca Artificial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 4, p. 381-382, set. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lopes, N., Cavaco, D., Carmo, P., Scanavacca, M. I., & Adragão, P. (2016). Marca-passo Transvenoso sem Eletrodos: um Novo Conceito de Estimulação Cardíaca Artificial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(4), 381-382.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lopes, Nicodemus and Cavaco, Diogo and Carmo, Pedro and Scanavacca, Maurício Ibrahim and Adragão, Pedro. Marca-passo Transvenoso sem Eletrodos: um Novo Conceito de Estimulação Cardíaca Artificial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 381-382. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/marca-passo-transvenoso-sem-eletrodos-um-novo-conceito-de-estimulacao-cardiaca-artificial/>. ISSN 0066-782X

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Ortega MC, Morejón AEG, Ricardo GS. Sincronia e função ventricular esquerda em pacientes pediátricos portadores de marca-passo definitivo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(5):410-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ortega, Michel Cabrera; Morejón, Adel Eladio Gonzales; Ricardo, Giselle Serrano. Sincronia e função ventricular esquerda em pacientes pediátricos portadores de marca-passo definitivo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 5, p. 410-417, set. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ortega, M. C., Morejón, A. E. G., & Ricardo, G. S. (2013). Sincronia e função ventricular esquerda em pacientes pediátricos portadores de marca-passo definitivo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(5), 410-417.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ortega, Michel Cabrera and Morejón, Adel Eladio Gonzales and Ricardo, Giselle Serrano. Sincronia e função ventricular esquerda em pacientes pediátricos portadores de marca-passo definitivo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 410-417. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sincronia-e-funcao-ventricular-esquerda-em-pacientes-pediatricos-portadores-de-marca-passo-definitivo/>. ISSN 0066-782X

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Maldonado JGA, Fank C, Maduro S, Castro R, Oliveira H, Gomes A. Stent de sustentação de eletrodo de seio coronariano na ressincronização cardíaca: relato de 5 casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;99(5):e159-61.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Maldonado, Jaime Giovany Arnez; Fank, Carla; Maduro, Simão; Castro, Rodrigo; Oliveira, Hernou; Gomes, Andre. Stent de sustentação de eletrodo de seio coronariano na ressincronização cardíaca: relato de 5 casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 5, p. e159-e161, nov. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Maldonado, J. G. A., Fank, C., Maduro, S., Castro, R., Oliveira, H., & Gomes, A. (2012). Stent de sustentação de eletrodo de seio coronariano na ressincronização cardíaca: relato de 5 casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(5), e159-e161.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Maldonado, Jaime Giovany Arnez and Fank, Carla and Maduro, Simão and Castro, Rodrigo and Oliveira, Hernou and Gomes, Andre. Stent de sustentação de eletrodo de seio coronariano na ressincronização cardíaca: relato de 5 casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 99, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. e159-e161. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/stent-de-sustentacao-de-eletrodo-de-seio-coronariano-na-ressincronizacao-cardiaca-relato-de-5-casos/>. ISSN 0066-782X

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Sá LAB, Rassi S, Batista MAL. Efeitos da estimulação ventricular convencional em pacientes com função ventricular normal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;93(2):167-73.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sá, Luiz Antonio Batista de; Rassi, Salvador; Batista, Márcia Andery Ludovico. Efeitos da estimulação ventricular convencional em pacientes com função ventricular normal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 2, p. 167-173, out. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sá, L. A. B. , Rassi, S., & Batista, M. A. L. (2009). Efeitos da estimulação ventricular convencional em pacientes com função ventricular normal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(2), 167-173.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sá, Luiz Antonio Batista de and Rassi, Salvador and Batista, Márcia Andery Ludovico. Efeitos da estimulação ventricular convencional em pacientes com função ventricular normal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 93, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 167-173. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeitos-da-estimulacao-ventricular-convencional-em-pacientes-com-funcao-ventricular-normal/>. ISSN 0066-782X

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Silva LAA, Fernández EA, Martinelli Filho M, Costa R, Siqueira S, Ianni BM, Mady C, et al. Estimulação cardíaca artificial em pacientes portadores de cardiomiopatia hipertrófica: uma coorte com 24 anos de seguimento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(4):274-80.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Lenine Angelo Alves; Fernández, Edmundo Arteaga; Martinelli Filho, Martino; Costa, Roberto; Siqueira, Sérgio; Ianni, Barbara Maria; Mady, Charles. Estimulação cardíaca artificial em pacientes portadores de cardiomiopatia hipertrófica: uma coorte com 24 anos de seguimento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 4, p. 274-280, nov. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, L. A. A., Fernández, E. A., Martinelli Filho, M., Costa, R., Siqueira, S., Ianni, B. M., & Mady, C. (2008). Estimulação cardíaca artificial em pacientes portadores de cardiomiopatia hipertrófica: uma coorte com 24 anos de seguimento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(4), 274-280.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Lenine Angelo Alves and Fernández, Edmundo Arteaga and Martinelli Filho, Martino and Costa, Roberto and Siqueira, Sérgio and Ianni, Barbara Maria and Mady, Charles. Estimulação cardíaca artificial em pacientes portadores de cardiomiopatia hipertrófica: uma coorte com 24 anos de seguimento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 274-280. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estimulacao-cardiaca-artificial-em-pacientes-portadores-de-cardiomiopatia-hipertrofica-uma-coorte-com-24-anos-de-seguimento/>. ISSN 0066-782X

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Silva FM, Milani R, Précoma D, Guimarães M, Moutinho JA, Barboza L, Sartori A, et al. Influência da estimulação biatrial temporária externa na prevenção da fibrilação atrial no pós-operatório de revascularização miocárdica sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(2):87-93.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Francisco Maia da; Milani, Rodrigo; Précoma, Dalton; Guimarães, Maximiliano; Moutinho, Jose Augusto; Barboza, Laura; Sartori, Alexandre; Brofman, Paulo. Influência da estimulação biatrial temporária externa na prevenção da fibrilação atrial no pós-operatório de revascularização miocárdica sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 2, p. 87-93, abr. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, F. M. , Milani, R., Précoma, D., Guimarães, M., Moutinho, J. A., Barboza, L., Sartori, A., & Brofman, P. (2008). Influência da estimulação biatrial temporária externa na prevenção da fibrilação atrial no pós-operatório de revascularização miocárdica sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(2), 87-93.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Francisco Maia da and Milani, Rodrigo and Précoma, Dalton and Guimarães, Maximiliano and Moutinho, Jose Augusto and Barboza, Laura and Sartori, Alexandre and Brofman, Paulo. Influência da estimulação biatrial temporária externa na prevenção da fibrilação atrial no pós-operatório de revascularização miocárdica sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 87-93. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/influencia-da-estimulacao-biatrial-temporaria-externa-na-prevencao-da-fibrilacao-atrial-no-pos-operatorio-de-revascularizacao-miocardica-sem-circulacao-extracorporea/>. ISSN 0066-782X

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Silva RT, Martinelli Filho M, Lima CEB, Martins DGMC, Nishióka SAD, Pedrosa AA, Crevelari ES, et al. Comportamento funcional dos portadores de marcapasso convencional submetidos a ressincronização cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(2):151-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Rodrigo Tavares; Martinelli Filho, Martino; Lima, Carlos Eduardo Batista de; Martins, Daniela Garcia Moreno Cabral; Nishióka, Silvana Angelina Dorio; Pedrosa, Anísio Alexandre; Crevelari, Elizabeth Sartori; Costa, Roberto; Sosa, Eduardo Argentino; Ramires, José Antonio Franchini. Comportamento funcional dos portadores de marcapasso convencional submetidos a ressincronização cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 2, p. 151-156, abr. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, R. T., Martinelli Filho, M., Lima, C. E. B. , Martins, D. G. M. C., Nishióka, S. A. D., Pedrosa, A. A., Crevelari, E. S., Costa, R., Sosa, E. A., & Ramires, J. A. F. (2008). Comportamento funcional dos portadores de marcapasso convencional submetidos a ressincronização cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(2), 151-156.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Rodrigo Tavares and Martinelli Filho, Martino and Lima, Carlos Eduardo Batista de and Martins, Daniela Garcia Moreno Cabral and Nishióka, Silvana Angelina Dorio and Pedrosa, Anísio Alexandre and Crevelari, Elizabeth Sartori and Costa, Roberto and Sosa, Eduardo Argentino and Ramires, José Antonio Franchini. Comportamento funcional dos portadores de marcapasso convencional submetidos a ressincronização cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 151-156. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comportamento-funcional-dos-portadores-de-marcapasso-convencional-submetidos-a-ressincronizacao-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Rocha EA, Gondim TP, Abreu S, Farias R, Marques V, Rocha A, Ribeiro D, et al. Ressincronização ventricular: comparando os marcapassos biventriculares com os marcapassos bifocais de ventrículo direito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(6):674-82.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rocha, Eduardo Arrais; Gondim, Tatiana Pereira; Abreu, Sebastião; Farias, Roberto; Marques, Vera; Rocha, Almino; Ribeiro, Demóstenes; Pereira, Ricardo; Negreiros, Pedro; Rodrigues, Carlos Roberto M.; Paes Júnior, José Nogueira. Ressincronização ventricular: comparando os marcapassos biventriculares com os marcapassos bifocais de ventrículo direito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 6, p. 674-682, jul. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rocha, E. A., Gondim, T. P., Abreu, S., Farias, R., Marques, V., Rocha, A., Ribeiro, D., Pereira, R., Negreiros, P., Rodrigues, C. R. M., & Paes Júnior, J. N. (2007). Ressincronização ventricular: comparando os marcapassos biventriculares com os marcapassos bifocais de ventrículo direito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(6), 674-682.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rocha, Eduardo Arrais and Gondim, Tatiana Pereira and Abreu, Sebastião and Farias, Roberto and Marques, Vera and Rocha, Almino and Ribeiro, Demóstenes and Pereira, Ricardo and Negreiros, Pedro and Rodrigues, Carlos Roberto M. and Paes Júnior, José Nogueira. Ressincronização ventricular: comparando os marcapassos biventriculares com os marcapassos bifocais de ventrículo direito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 674-682. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ressincronizacao-ventricular-comparando-os-marcapassos-biventriculares-com-os-marcapassos-bifocais-de-ventriculo-direito/>. ISSN 0066-782X

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Pastore CA, Tobias N, Samesima N, Martinelli Filho M, Pedrosa A, Nishioka S, Douglas RA, et al. Ativação elétrica ventricular na ressincronização cardíaca caracterizada pelo mapeamento eletrocardiográfico de superfície. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(3):251-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pastore, Carlos Alberto; Tobias, Nancy; Samesima, Nelson; Martinelli Filho, Martino; Pedrosa, Anisio; Nishioka, Silvana; Douglas, Roberto A.; Moreira, Luiz Felipe Pinho; Ramires, José Franchini. Ativação elétrica ventricular na ressincronização cardíaca caracterizada pelo mapeamento eletrocardiográfico de superfície. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 3, p. 251-257, maio. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pastore, C. A., Tobias, N., Samesima, N., Martinelli Filho, M., Pedrosa, A., Nishioka, S., Douglas, R. A., Moreira, L. F. P., & Ramires, J. F. (2007). Ativação elétrica ventricular na ressincronização cardíaca caracterizada pelo mapeamento eletrocardiográfico de superfície. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(3), 251-257.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pastore, Carlos Alberto and Tobias, Nancy and Samesima, Nelson and Martinelli Filho, Martino and Pedrosa, Anisio and Nishioka, Silvana and Douglas, Roberto A. and Moreira, Luiz Felipe Pinho and Ramires, José Franchini. Ativação elétrica ventricular na ressincronização cardíaca caracterizada pelo mapeamento eletrocardiográfico de superfície. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 251-257. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ativacao-eletrica-ventricular-na-ressincronizacao-cardiaca-caracterizada-pelo-mapeamento-eletrocardiografico-de-superficie/>. ISSN 0066-782X

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Teno LAC, Costa R, Martinelli Filho M, Castilho FCT, Ruiz I. Mudança do modo VVI para DDD (“upgrade”) na troca eletiva do gerador de pulsos: análise comparativa clínico-funcional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(2):128-33.

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Teno, Luiz Antonio Castilho; Costa, Roberto; Martinelli Filho, Martino; Castilho, Fabian Cecchi Teno; Ruiz, Ivan. Mudança do modo VVI para DDD (“upgrade”) na troca eletiva do gerador de pulsos: análise comparativa clínico-funcional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 2, p. 128-133, mar. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Teno, L. A. C., Costa, R., Martinelli Filho, M., Castilho, F. C. T., & Ruiz, I. (2007). Mudança do modo VVI para DDD (“upgrade”) na troca eletiva do gerador de pulsos: análise comparativa clínico-funcional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(2), 128-133.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Teno, Luiz Antonio Castilho and Costa, Roberto and Martinelli Filho, Martino and Castilho, Fabian Cecchi Teno and Ruiz, Ivan. Mudança do modo VVI para DDD (“upgrade”) na troca eletiva do gerador de pulsos: análise comparativa clínico-funcional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 128-133. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mudanca-do-modo-vvi-para-ddd-upgrade-na-troca-eletiva-do-gerador-de-pulsos-analise-comparativa-clinico-funcional/>. ISSN 0066-782X

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