Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: Estudo Comparativo
ABC
Artigo Original

Estudo Comparativo entre Receptores de Desfibriladores Subcutâneos e Transvenosos em Relação à Tolerância ao Procedimento de Implante e Percepção da Qualidade de Vida

Pablo Esteban Auquilla-Clavijo et al. Naiara Calvo-Galiano Marina Povar-Echeverría Teresa Oloriz-Sanjuan … Francisco Diaz-Cortejana Antonio Asso-Abadia

Resumo

Fundamento

O cardioversor-desfibrilador implantável subcutâneo (S-CDI) é uma alternativa segura ao sistema convencional do CDI transvenoso (TV-CDI) para evitar morte súbita.

Objetivo

Comparar o impacto do tipo de sistema de CDI e técnica cirúrgica na qualidade de vida dos pacientes, bem como a gravidade do desconforto e da dor, entre receptores de S-CDI e TV-CDI.

Métodos

Pacientes consecutivamente implantados com um sistema S-CDI foram pareados com pacientes com um sistema TV-CDI. Além disso, foram incluídos os pacientes submetidos ao implante de S-CDI após a remoção de um TV-CDI, devido a complicações. Foram avaliadas a qualidade de vida (medida com o questionário de saúde de 12 itens) e a gravidade da dor e desconforto. Significância estatística foi definida como p < 0,05.

Resultados

Foram analisados 64 pacientes implantados com S-CDI ou TV-CDI sob anestesia local e sedação consciente. Pacientes com sistemas S-CDI e TV-CDI não diferiram significativamente nos escores de qualidade de vida. Os pacientes com S-CDI apresentaram maior nível de dor peri-operatória; nenhuma diferença foi encontrada em relação à gravidade da dor intra-operatória. A magnitude do desconforto estético e dos distúrbios do sono não diferiu entre os grupos.O S-CDI foi implantado em 7 pacientes adicionais após a remoção de um TV-CDI. Todos exceto um desses pacientes recomendaram o sistema S-CDI.

Conclusões

O tipo de sistema de CDI e a técnica cirúrgica têm impacto insignificante na qualidade de vida dos pacientes. Estes resultados sugerem que a sedação consciente, fornecida por uma equipe experiente de eletrofisiologia, pode ser considerada uma alternativa à anestesia geral para o manejo de pacientes submetidos ao implante de S-CDI.

  • Desfibriladores Implantáveis
  • Desfibriladores Implantáveis Subcutâneos
  • Estudo Comparativo
  • Qualidade de Vida
  • Sedação Consciente
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
14/06/2021 DOI: 10.36660/abc.20190312
Figura 1
ABC
Carta Científica

Redução no Número de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda Suspeita e Confirmada nos Primeiros Meses da Pandemia da Covid-19: Análise de uma Rede Brasileira

Pedro Gabriel Melo de Barros e Silva et al. Ana Amaral Ferreira Dutra Adriana Bertolami Manfredi Pedro Paulo Nogueres Sampaio … Celso Musa Correa Hemilo Borba Griz Daniel Setta Valter Furlan

Introdução

Os primeiros relatos de infecções pela síndrome respiratória aguda grave coronavírus 2 (SARS-CoV-2) ocorreram em dezembro de 2019 em Wuhan, China., A doença (denominada doença coronavírus-2019, Covid-19) se espalhou rapidamente pelo mundo e, em 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou estado de pandemia., O “Lockdown” era uma recomendação comum em países afetados.

Apesar de toda a atenção dada à Covid-19 pelas autoridades de saúde, outras doenças também podem ser impactadas por esta nova circunstância. As taxas de doenças cardiovasculares agudas mudaram em países como Itália e Estados Unidos, com redução nas internações.– Dados nacionais anteriores sobre síndromes coronarianas agudas (SCA) já estão bem e amplamente descritos, mas esses estudos não incluíram o período da Covid-19., Assim, apesar de o Brasil ter sido o segundo país mais afetado em número de casos de Covid-19, o impacto nas internações por suspeita ou confirmação de SCA ainda não está bem definido nos sistemas de saúde público e privado brasileiros.

[…]

  • Dor no Peito
  • Epidemiologia
  • Estudo Comparativo
  • Hospitais Privados
  • Hospitais Públicos
  • Pandemia
  • Síndrome Coronariana Aguda
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
17/05/2021 DOI: 10.36660/abc.20200873 Visualizações 2
ABC
Artigo Original

A Gravidade da Doença Afeta os Parâmetros de Repolarização Ventricular em Pacientes com COVID-19

Mevlut Koc et al. Hilmi Erdem Sumbul Erdinc Gulumsek Hasan Koca … Yurdaer Bulut Emre Karakoc Tuba Turunc Edip Bayrak Huseyin Ali Ozturk Muhammed Zubeyir Aslan Abdullah Orhan Demirtas Yahya Kemal Icen

Resumo

Fundamento:

Não há estudos avaliando o intervalo Tpico-Tfim (Tpe), a relação Tpe/QT e a relação Tpe/QTc para avaliar arritmias cardíacas em pacientes com COVID-19.

Objetivo:

Visamos investigar se há alterações nos intervalos QT, QTc e Tpe e nas relações Tpe/QT e Tpe/QTc em pacientes com COVID-19.

Métodos:

O estudo incluiu 90 pacientes com infecção por COVID-19 e 30 controles saudáveis pareados por sexo e idade. Foram aferidos os intervalos QT, QTc e Tpe e as relações Tpe/QT e Tpe/QTc. Os participantes incluídos no estudo foram divididos nos seguintes 4 grupos: controles saudáveis (grupo I), pacientes com COVID-19 sem pneumonia (grupo II), pacientes com COVID-19 e pneumonia leve (grupo III) e pacientes com COVID-19 e pneumonia grave (grupo IV). Significância estatística foi definida por valor p < 0,05.

Resultados:

Verificou-se que a frequência cardíaca basal, a presença de hipertensão e diabetes, a contagem de leucócitos, o nitrogênio ureico no sangue, a creatinina, o potássio, o aspartato aminotransferase, a alanina aminotransferase, o NT-proBNP, a proteína C reativa de alta sensibilidade, o dímero-D, a TncI-as, o intervalo Tpe, a relação Tpe/QT e a relação Tpe/QTc aumentaram do grupo I para o grupo IV e foram significativamente mais altos em todos os pacientes do grupo IV (p < 0,05). A pressão arterial sistólica, a hemoglobina e os níveis de cálcio eram menores no grupo IV e significativamente menores em comparação com os demais grupos (< 0,05). Os intervalos QT e QTc eram semelhantes entre grupos. Determinou-se que os níveis elevados de frequência cardíaca, cálcio, dímero-D, NT-proBNP e PCR-as eram significativamente relacionados a Tpe, Tpe/QT e Tpe/QTc.

Conclusões:

Em pacientes com COVID-19 e pneumonia grave, o intervalo Tpe, a relação Tpe/QT e a relação Tpe/QTc, que estão entre os parâmetros de repolarização ventricular, foram aumentados, sem prolongação dos intervalos QT e QTc. A partir deste estudo, não podemos definitivamente concluir que as alterações eletrocardiográficas observadas estão diretamente relacionadas à infecção por COVID-19 ou à inflamação, mas sim associadas a cenários graves de COVID-19, que podem envolver outras causas de inflamação e comorbidades.

  • Betacoronavírus
  • COVID-19/complicações
  • Diabetes Melitus
  • Doenças Cardiovasculares
  • Estudo Comparativo
  • Hipertensão
  • Pneumonia
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
07/12/2020 DOI: 10.36660/abc.20200482
ABC
Editorial

Minieditorial: Características Clínicas da Hipertensão Arterial Resistente versus Refratária em uma População de Hipertensos Afrodescendentes

Rui Póvoa

As diferenças do comportamento clínico da hipertensão arterial (HA) nas diversas etnias são, há muito tempo, objetos de intensa investigação científica. As estatísticas da American Heart Association de 2015 verificaram que os afrodescendentes americanos têm a maior prevalência de hipertensão do mundo. Em homens e mulheres negros, não hispânicos, a prevalência ocorreu em 44,9% e 46,1%, respectivamente. Embora tais números não sejam universais para todas as populações negras, existem grupos em que os níveis pressóricos são muito mais elevados, como os negros sul-africanos, nos quais a pressão arterial sistólica é 9,7 mmHg mais elevada em comparação aos afro-americanos. ,

As lesões a órgãos-alvo e as complicações são mais prevalentes nos negros em comparação aos brancos ou hispânicos para os mesmos níveis de pressão, além de apresentarem maior resistência ao tratamento. ,

[…]

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Epidemiologia
  • Estudo Comparativo
  • Grupo com Ancestrais do Continente Africano/genética
  • Hipertensão/complicações
  • Infarto Do Miocárdio
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
07/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20200344 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Características Clínicas da Hipertensão Arterial Resistente vs. Refratária em uma População de Hipertensos Afrodescendentes

Cristiano Macedo et al. Roque Aras Junior Isabella Sales de Macedo

Resumo

Fundamentos

Afrodescendentes têm sido associados a uma maior gravidade da hipertensão arterial e maior incidência de complicações cardiovasculares. Características na apresentação da hipertensão resistente (HR) ou hipertensão refratária (HRf), especificamente nessa etnia, não têm sido devidamente estudadas.

Objetivos

O estudo compara características clínicas e epidemiológicas e prevalência de eventos cardiovasculares em afrodescendentes com diagnóstico de HR ou de HRf. Métodos: Estudo transversal realizado em ambulatório de referência para pacientes com Hipertensão Grave. O nível de significância foi de 5%.

Resultados

Avaliados 146 pacientes consecutivos, dos quais 68,7% eram do sexo feminino. A média de idade foi de 61,8 anos, sendo 88,4% afrodescendentes (pardos ou negros). 51% apresentavam HRf. Houve alta prevalência de fatores de risco cardiovascular: 34,2% tinham diabetes, 69,4% dislipidemia, 36,1% obesidade e 38,3% história de tabagismo. Função renal reduzida foi observada em 34,2%. Eventos cardiovasculares prévios ocorreram em 21,8% para infarto do miocárdio e em 19,9% para acidente vascular cerebral. O escore de risco de Framingham foi moderado/alto em 61%. Os pacientes com HRf eram mais jovens (média de idade de 59,38±11,69 anos versus 64,10±12,23 anos, p=0,02), tinham mais dislipidemia (83,8 versus 66,7%, p=0,021) e acidente vascular cerebral (30,4 versus 12,3%, p=0,011) quando comparados aos com HR. O uso de combinação de ACEi/BRA+CCB+Diurético, clortalidona e espironolactona também foi mais frequente em indivíduos com HRf.

Conclusão

Afrodescendentes com HR apresentaram alto risco cardiovascular, alta prevalência de HRf, maior frequência de dislipidemia e de acidente vascular cerebral, compatível com alta incidência de lesão a órgãos-alvo. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(1):31-39)

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Epidemiologia
  • Estudo Comparativo
  • Grupo com Ancestrais do Continente Africano/genética
  • Hipertensão/complicações
  • Infarto Do Miocárdio
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
07/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20190218 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Original Article

Comparação entre a Ventriculografia Radioisotópica e a Ecocardiografia na Quantificação da Função Sistólica Ventricular Esquerda em Ratos Expostos à Doxorrubicina

Luciano Fonseca Lemos de Oliveira et al. João Lucas O'Connell Eduardo Elias Vieira de Carvalho Érica Carolina Campos Pulici … Minna Moreira Dias Romano Benedito Carlos Maciel Marcus Vinicius Simões

Resumo

Fundamento:

A ventriculografia radioisotópica (VRI) é um método validado para avaliação da função sistólica do ventrículo esquerdo (FSVE) em pequenos roedores. Contudo, nenhum estudo prévio comparou os resultados obtidos com VRI com os obtidos por outros métodos de imagem neste contexto.

Objetivos:

Comparar os resultados de FSVE obtidos por VRI e por ecocardiografia (ECO) em modelo experimental de cardiotoxicidade por doxorrubicina (DXR) em ratos.

Métodos:

Ratos Wistar machos adultos controles (n = 7) e tratados com DXR (n = 22) em doses acumuladas de 8, 12 e 16 mg/kg, foram avaliados com ECO com equipamento Sonos 5500 Philips (transdutor de 12 MHz) e VRI adquirida em gama-câmara Orbiter-Siemens com colimador pinhole de 4 mm de abertura. Após eutanásia, foi realizada a quantificação histopatológica da fibrose miocárdica.

Resultados:

Os animais controles apresentaram valores comparáveis na análise da FSVE à ECO e à VRI (83,5 ± 5% e 82,8 ± 2,8%, respectivamente, p > 0,05). Os animais que receberam DXR apresentaram valores menores de FSVE quando comparados aos dos controles (p < 0,05); entretanto, observou-se neste grupo menores valores de FSVE obtidos por VRI (60,6 ± 12,5%) quando comparados aos obtidos pela ECO (71,8 ± 10,1%, p = 0,0004). A análise da correlação entre a FSVE e a fibrose miocárdica mostrou uma correlação moderada quando a FSVE foi estimada com a ECO (r = -0,69, p = 0,0002) e mais forte quando a FSVE foi obtida por VRI (r = -0,79, p < 0,0001). Apenas a VRI apresentou correlação de forma independente com a fibrose miocárdica à análise de regressão múltipla.

Conclusão:

A VRI é um método alternativo para avaliação da função ventricular esquerda in vivo em pequenos roedores, exibindo comparativamente à ECO melhor correlação com o grau de lesão miocárdica no modelo de cardiotoxicidade por DXR.

  • Doxorrubicina
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Estudo Comparativo
  • Função Ventricular Esquerda
  • Ratos
  • Ventriculografia com Radionuclídeos /métodos
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/01/2017 DOI: 10.5935/abc.20160194 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Review Article

Metanálise de Rede para Sintetizar Evidências para a Tomada de Decisão na Pesquisa Cardiovascular

Leonardo Roever et al. Giuseppe Biondi-Zoccai

Resumo

A tomada de decisão clínica requer síntese de evidências de revisões da literatura focadas em um tema específico. Para sintetizar evidências, são realizadas avaliações qualitativas e revisões sistemáticas de ensaios clínicos randomizados, tipicamente cobrindo análises estatísticas agregadas com metanálise pareada. Estes métodos incluem metanálise de comparação indireta ajustada, metanálise de rede e comparação de múltiplos tratamentos. Estas ferramentas permitem a síntese de evidências e eficácia comparativa na pesquisa cardiovascular.

  • Doenças Cardiovasculares
  • Estudo Comparativo
  • Medicina baseada em evidências
  • Metanálise
  • Pesquisa
  • Revisão
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/04/2016 DOI: 10.5935/abc.20160052
ABC
Artigo de Pesquisa

Variações na Prevalência dos Fatores de Risco para Doença Arterial Coronariana no Rio Grande do Sul: Uma Análise Comparativa entre 2002-2014

Iseu Gus et al. Rodrigo Antonini Ribeiro Sérgio Kato Juliano Bastos … Claudio Medina Claudio Zazlavsky Vera Lucia Portal Rita Timmers Melissa Medeiros Markoski Carlos Antônio Mascia Gottschall

Resumo

Fundamento:

Diante da importância da doença arterial coronariana (DAC), é necessário pesquisar continuamente seus fatores de risco (FR).

Objetivo:

Conhecer a prevalência dos FR da DAC em cidades do Estado do Rio Grande do Sul (RS), e compará-la com a encontrada em pesquisa semelhante realizada nas mesmas cidades em 2002.

Métodos:

Estudo transversal de uma amostra de 1056 indivíduos adultos, em que se pesquisou a prevalência e frequências absolutas e relativas dos seguintes FR para a DAC: obesidade, hipertensão arterial sistêmica (HAS), dislipidemias, tabagismo, sedentarismo, diabetes mellitus, e antecedentes familiares de cardiopatia isquêmica, além de idade e gênero. A coleta de dados foi realizada em 19 cidades sede das Coordenadorias Regionais de Saúde do RS, como feito em 2002.

Resultados:

A amostra foi constituída de 26% de idosos e 57% de mulheres. As prevalências dos FR foram de 44% de sedentarismo, 50% de antecedentes familiares, 23% de tabagismo, 68% de sobrepeso/obesidade, 43% de dislipidemia (colesterol elevado), 40% de HAS, e 11% de diabetes. Quando comparado ao estudo de 2002, verificou-se que a população de fumantes ativos e sedentários diminuiu, e a de hipertensos, dislipidêmicos e obesos aumentou. A obesidade é o FR mais prevalente em mulheres, e a HAS o mais prevalente em homens.

Conclusão:

A prevalência dos FR da DAC no RS continua alta. Fatores como hipertensão, obesidade, dislipidemia continuam elevados e demandam maiores programas de prevenção. O hábito de fumar e a inatividade física têm diminuído no estado, sugerindo a eficácia das campanhas relacionadas.

  • Doença da arterial Coronariana / epidemiologia
  • Estudo Comparativo
  • Fatores de risco
  • Prevalência
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
27/10/2015 DOI: 10.5935/abc.20150127 Visualizações 2
Gráfico 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Mortalidade em Idosos por Doenças Cardiovasculares: Análise Comparativa de Dois Quinquênios

Grasiela Piuvezam et al. Wilton Rodrigues Medeiros Andressa Vellasco Costa Felipe Fonseca Emerenciano … Renata Cristina Santos Danilo Silveira Seabra

Fundamento:

As doenças cardiovasculares constituem a primeira causa de morte no Brasil. A melhor compreensão da distribuição espacial e temporal das taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares na população idosa brasileira é fundamental para embasar ações em saúde mais direcionadas para cada região do país.

Objetivo:

Descrever e comparar geoespacialmente as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares nos idosos residentes no Brasil, por sexo, nos quinquênios de 1996 a 2000 e de 2006 a 2010.

Métodos:

Trata-se de um estudo ecológico, para o qual os dados sobre mortalidade foram obtidos do DATASUS e os populacionais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A taxa média de mortalidade para doenças cardiovasculares nos idosos, para cada sexo, foi calculada em cada período. A autocorrelação espacial dessa variável foi avaliada pelo TerraView 4.2.0 por meio do índice global de Moran e a formação de aglomerados (clusters), pelo índice local de Moran-LISA.

Resultados:

Observou-se, no segundo quinquênio, um aumento da taxa de mortalidade por doenças cardiovasculares nas Regiões Norte e Nordeste, concomitantemente à sua diminuição no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Também houve formação de aglomerados com altas taxas de mortalidade no segundo quinquênio em Roraima, para o sexo feminino, e no Ceará, Pernambuco e Roraima, para o sexo masculino.

Conclusão:

A elevação das taxas de mortalidade para o Norte e Nordeste possivelmente esteve relacionada à mudança do perfil de mortalidade e melhoria na qualidade da informação, resultado do incremento das ações de vigilância e assistência à saúde nessas regiões.

  • Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Estudo Comparativo
  • Idoso
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
18/08/2015 DOI: 10.5935/abc.20150096
Figura 1
ABC
Original Article

Valor Prognóstico do Escore TIMI versus Escore GRACE no Infarto com Supradesnível do Segmento ST

Luis C. L. Correia et al. Guilherme Garcia Felipe Kalil Felipe Ferreira … Manuela Carvalhal Ruan Oliveira André Silva Isis Vasconcelos Caio Henri Márcia Noya-Rabelo

Fundamento:

O Escore TIMI para infarto com supradesnível do segmento ST (IAMcSST) foi criado e validado especificamente para este cenário clínico, enquanto o Escore GRACE é genérico para qualquer tipo de síndrome coronariana aguda.

Objetivo:

Identificar qual dos escores, TIMI ou GRACE, apresenta melhor desempenho prognóstico em pacientes com IAMcSST.

Métodos:

Foram incluídos 152 indivíduos consecutivamente internados por IAMcSST. Os escores TIMI e GRACE foram testados quanto a sua capacidade discriminatória (estatística-C) e calibração (teste Hosmer-Lemeshow), em relação ao desfecho óbito hospitalar.

Resultados:

O Escore TIMI apresentou distribuição equitativa de pacientes nas faixas de baixo, intermediário e alto risco (39%, 27% e 34%, respectivamente), diferente do Escore GRACE que apresentou distribuição predominante em baixo risco (80%, 13% e 7%, respectivamente). A letalidade da amostra foi de 11%. A estatística-C do Escore TIMI foi de 0,87 (95% IC = 0,76 – 0,98), semelhante ao GRACE (0,87; 95% IC = 0,75-0,99) – p = 0,71. O Escore TIMI apresentou calibração satisfatória, representada por χ2 de 1,4 (p = 0,92), nitidamente superior à calibração do Escore GRACE, que apresentou χ2 de 14 (p = 0,08). Esta calibração se reflete em incidências esperadas para as faixas de baixo, intermediário e alto risco de acordo com o Escore TIMI (0%, 4,9% e 25%, respectivamente), diferente do GRACE (2,4%, 25% e 73%) que caracterizou inadequadamente a faixa intermediária.

Conclusão:

Os escores TIMI e GRACE apresentam semelhante capacidade discriminatória em relação a óbito hospitalar, porém o Escore TIMI possui calibração superior ao GRACE. Para populações de risco diferente da nossa amostra, esta conclusão deve ser validada por futuros trabalhos.

  • Estudo Comparativo
  • Fatores de risco
  • Infarto Do Miocárdio
  • Pontuação de Propensão
  • Prognóstico
  • Síndrome Coronariana Aguda / diagnóstico
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
15/07/2014 DOI: 10.5935/abc.20140095 Visualizações 1
Stent farmacológico autoexpansível miniaturizado em coronárias de pequeno calibre: eficácia tardia
ABC
Artigo Original

Stent farmacológico autoexpansível miniaturizado em coronárias de pequeno calibre: eficácia tardia

Flavio Roberto Azevedo de Oliveira et al. Luiz Alberto Piva e Mattos Alexandre Abizaid Andrea S. Abizaid … J. Ribamar Costa Ricardo Costa Rodolfo Staico Roberto Botelho J. Eduardo Sousa Amanda Sousa

FUNDAMENTO: Na angioplastia coronária percutânea (ACP), os vasos de fino calibre representam um fator de risco para reestenose. O stent farmacológico (SF) autoexpansível Sparrow®, de perfil menor que os sistemas atuais, nunca foi testado nesse cenário. OBJETIVOS: Avaliar a eficácia tardia do SF Sparrow®, com relação à perda luminal tardia intrastent (PLT intrastent) aos oito meses. MÉTODOS: Estudo prospectivo, randomizado, em P com doença arterial coronária (DAC) sintomática ou com isquemia documentada, submetido à ACP em vasos de calibre < 2,75 mm, dividido em dois grupos quanto ao tipo de stent Sparrow®: grupo 1, SF; grupo 2, stent não farmacológico (SNF). O seguimento clínico foi de 12 meses. De imediato e aos oito meses, avaliação pela angiografia coronária quantitativa (ACQ). Para o cálculo da amostra estimou-se diminuição de mais de 65% de PLT intrastent com o SF. Para análise estatística utilizou-se o programa IBM SPSS Statistics® versão 19 (Chicago, Illinois, EUA). RESULTADOS: Foram incluídos 24 p, 12 em cada grupo. Os grupos SF e SNF foram semelhantes quanto à idade (63,25 ± 10,01 versus 64,58 ± 11,54, p = 0,765), sexo masculino (58,3% versus 33,3%, p = 0,412), fatores de risco e todos os aspectos angiográficos. Os resultados imediatos foram satisfatórios em ambos os grupos. Aos oito meses, a PLT intrastent foi significativamente menor no SF do que no SNF (SF 0,25 ± 0,16 versus SNF 0,97 ± 0,76, p = 0,008). CONCLUSÃO: Em ACP de vasos de calibre < 2,75 mm, o SF Sparrow® determinou significativa redução da PLT intrastent, em comparação ao SNF Sparrow®.

  • Angioplastia Coronária com Balão
  • Ensaio Clínico Controlado Aleatório
  • Estudo Comparativo
  • Stents Famacológicos
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
08/10/2013 DOI: 10.5935/abc.20130199
Desfechos clínicos aos 30 dias do registro brasileiro das síndromes coronárias agudas (ACCEPT)
ABC
Artigo Especial

Desfechos clínicos aos 30 dias do registro brasileiro das síndromes coronárias agudas (ACCEPT)

Luiz A lberto Piva e Mattos et al. Otávio Berwanger Elizabete Silva dos Santos Helder José Lima Reis … Edson Renato Romano João Luiz Fernandes Petriz Antônio Carlos Sobral Sousa Fernando C. Neuenschwander Jorge Ilha Guimarães Jadelson Pinheiro de Andrade

FUNDAMENTO: São escassos os registros documentando a prática clínica brasileira na vigência de uma síndrome coronária aguda. OBJETIVOS: Descrição da demografia, ocorrência de desfechos graves e análise comparativa dentre aqueles que efetivaram ou não uma estratégia invasiva (cinecoronariografia e revascularização miocárdica) em um registro brasileiro multicêntrico de portadores de uma síndrome coronária aguda. MÉTODOS: O registro ACCEPT/SBC coletou prospectivamente, em 47 centros hospitalares brasileiros, pacientes na vigência de uma síndrome coronária aguda. Apresentamos a ocorrência de desfechos clínicos graves, de modo integral, e de acordo com a submissão ou não a um procedimento de revascularização do miocárdio ao final dos primeiros 30 dias de seguimento. RESULTADOS: De agosto de 2010 até dezembro de 2011, 2.485 pacientes foram incluídos neste registro. Destes, 31,6% eram portadores de angina instável e 34,9% e 33,4%, com síndrome sem e com supradesnível do segmento ST. Aos 30 dias, a submissão a procedimento de revascularização do miocárdio foi progressivamente maior de acordo com a gravidade da apresentação clínica (38,7% versus 53,6% versus 77,7%; p < 0,001). A ocorrência de mortalidade cardíaca, dentre aqueles submetidos ou não à revascularização miocárdica, foi de 1,0% versus 2,3% (p = 0,268), 1,9% versus 4,2% (p = 0,070) e 2,0% versus 8,1% (p < 0,001), angina instável, síndrome sem e com supradesnível do segmento ST, respectivamente. CONCLUSÕES: A prescrição de revascularização do miocárdio foi progressivamente mais frequente de acordo com a gravidade da apresentação clínica; naqueles atendidos na vigência de síndrome coronária sem e com supradesnível do segmento ST, promoveu tendência e redução significativa da mortalidade, aos 30 dias, respectivamente.

  • Estudo Comparativo
  • Estudos Multicêntricos
  • Síndrome Coronariana Aguda
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
29/01/2013 DOI: 10.1590/S0066-782X2013000100003 Visualizações 1
Angioplastia coronariana versus cirurgia de revascularização: revisão de estudos randomizados
ABC
Atualização

Angioplastia coronariana versus cirurgia de revascularização: revisão de estudos randomizados

Pedro José Negreiros de Andrade et al. Marta Maria das Chagas Medeiros Antonio Thomaz de Andrade Antonio Augusto Guimarães Lima

Realizamos uma revisão com agregação de resultados dos ensaios randomizados que compararam intervenção coronariana percutânea (ICP) com cirurgia de revascularização miocárdica (CRM). Os 25 ensaios selecionados envolveram 12.305 pacientes dos quais 11.103 pertenciam a estudos em multiarteriais e 1.212 pertenciam a estudos em lesão única de descendente anterior (DA). Nos estudos em multiarteriais a ICP mostrou uma tendência a menor mortalidade precoce (1,2% versus 2%) e menor incidência de acidente vascular cerebral (AVC): 0,7% versus 1,65%. Não houve diferença na mortalidade intermediária (3,8% versus 3,8%). Houve tendência à superioridade da CRM na mortalidade tardia (10,5% versus 9,6%). A diferença deveu-se exclusivamente aos estudos da era balão, tendendo a inverter-se na era stent (9,6% versus 9,9%). Nos estudos de lesão única de DA não houve diferença significativa em nenhum desfecho. A agregação de resultados de nove estudos que avaliaram a mortalidade tardia em diabéticos mostrou diferença favorável à cirurgia (21,3% versus 15,9%). Dois estudos que avaliaram lesão de tronco não mostraram diferença significativa na mortalidade em um ano (3,9% versus 4,7%). A incidência de nova revascularização foi consistentemente maior na ICP, apesar de progressiva melhora dos resultados na era stent.

  • angioplastia transluminal percutânea coronariana
  • Estudo Comparativo
  • Metanálise
  • Ponte de Artéria Coronária
  • Revascularização Miocárdica
  • Revisão
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
21/10/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011001200021 Visualizações 1
Anemia e insuficiência cardíaca na comunidade: comparação com um ambulatório especializado
ABC
Artigo Original

Anemia e insuficiência cardíaca na comunidade: comparação com um ambulatório especializado

Eduarda Barcellos dos Santos et al. Bolívar Saenz Tello Humberto Villacorta Ana Luisa Ferreira Sales … Christiane Wiefels Pedro Soares Teixeira Luis Costa Lima Filho Evandro Tinoco Mesquita

FUNDAMENTO: A anemia é comum em pacientes com insuficiência cardíaca (IC). Sua prevalência em pacientes com IC na comunidade é desconhecida em nosso meio. OBJETIVO: Avaliar a prevalência e características de pacientes com anemia em uma população não selecionada com IC na comunidade, comparando-a a uma população com IC atendida em um ambulatório especializado. MÉTODOS: Estudo transversal, prospectivo, observacional, realizado de janeiro de 2006 a março de 2007. Os pacientes com IC preenchiam os critérios de Boston, com pontuação >8. Anemia foi definida pelos critérios da Organização Mundial de Saúde, como valores de hemoglobina <13 g/dl para homens e <12 g/dl para mulheres. Foram selecionados aleatoriamente pacientes atendidos em um programa de atenção primária na comunidade e pacientes atendidos em um ambulatório de insuficiência cardíaca em um hospital universitário. RESULTADOS: Avaliados 206 pacientes com média de idade de 61,3±13,1 anos, 53,4% do sexo feminino. A prevalência da anemia na comunidade (n=114) foi de 21% e no ambulatório (n=92), de 25% (p=0,50). Os pacientes da comunidade apresentavam menor taxa de disfunção renal (TFG<60 ml/min/1,73-5), predominância de IC com fração de ejeção normal e sexo feminino. Parâmetros de função renal (uréia ou cretinina) relacionaram-se de modo independente com a anemia, nas duas populações. CONCLUSÃO: A prevalência da anemia foi semelhante nas populações estudadas. A função renal foi o único fator relacionado de modo independente com a anemia nas duas populações.

  • ambulatório hospitalar
  • Anemia
  • Estudo Comparativo
  • Insuficiência Cardíaca
  • Prevalência
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
22/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000100016 Visualizações 2
Comportamento cardiorrespiratório em crianças saudáveis durante o exercício progressivo máximo
ABC
Artigo Original

Comportamento cardiorrespiratório em crianças saudáveis durante o exercício progressivo máximo

Danilo Marcelo Leite do Prado et al. Ana Maria F. Wanderley Braga Maria Urbana Pinto Rondon Luciene Ferreira Azevedo … Luciana D. N. J. Matos Carlos Eduardo Negrão Ivani Credidio Trombetta

FUNDAMENTO: Pouco se sabe sobre a resposta cardiorrespiratória e metabólica em crianças saudáveis durante teste de esforço progressivo máximo. OBJETIVO: Testar a hipótese de que as crianças apresentam respostas diferentes nos parâmetros cardiorrespiratórios e metabólicos durante teste de esforço progressivo máximo em comparação aos adultos. MÉTODOS: Vinte e cinco crianças saudáveis (sexo, 15M/10F; idade, 10,2 ± 0,2) e 20 adultos saudáveis (sexo, 11M/9F; idade, 27,5 ± 0,4) foram submetidos a um teste cardiopulmonar progressivo em esteira ergométrica até a exaustão para determinar a capacidade aeróbia máxima e limiar anaeróbio ventilatório (LAV). RESULTADOS: A carga de pico (5,9 ± 0,1 vs 5,6 ± 0,1 mph, respectivamente; p > 0,05), tempo de exercício (9,8 ± 0,4 vs 10,2 ± 0,4 min, respectivamente, p > 0,05), e aptidão cardiorrespiratória (VO2pico, 39,4 ± 2,1 vs 39,1 ± 2,0 ml.kg-1.min-1, respectivamente, p > 0,05) foram semelhantes em crianças e adultos. No limiar anaeróbio ventilatório, a frequência cardíaca, VO2 ml.kg-1.min-1, a frequência respiratória (FR), o espaço morto funcional estimado (VD/VT), o equivalente ventilatório de oxigênio (VE/VO2) e a pressão expiratória final do oxigênio (PETO2) foram maiores nas crianças, enquanto o volume corrente (VC), pulso de O2 e a pressão expiratória final do dióxido de carbono (PETCO2) foram menores. No pico do exercício, as crianças apresentaram FR e VD/VT superiores. No entanto, o pulso de O2, o VC, a ventilação pulmonar, o PETCO2 e a razão de troca respiratória foram menores nas crianças do que em adultos. CONCLUSÃO: Respostas cardiorrespiratórias e metabólicas durante o teste de esforço progressivo são diferentes em crianças em comparação aos adultos. Especificamente, essas diferenças sugerem que as crianças têm menor eficiência cardiovascular e respiratória. No entanto, as crianças apresentaram maior eficiência metabólica durante o teste de esforço. Em resumo, apesar das diferenças observadas, as crianças mostraram níveis semelhantes de capacidade de esforço, quando comparadas aos adultos.

  • Criança
  • Estudo Comparativo
  • Metabolismo
  • Teste de Esforço
  • ventilação
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
05/03/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000007 Visualizações 1
Realce tardio e perfusão miocárdica em cardiomiopatia hipertrófica (comparação entre grupos)
ABC
Artigo Original

Realce tardio e perfusão miocárdica em cardiomiopatia hipertrófica (comparação entre grupos)

Clarissa Almeida Sarmento Barbosa et al. Cláudio Campi de Castro Luiz Francisco Rodrigues de Ávila José Rodrigues Parga Filho … Domingos Mohanad Hattem Edmundo Arteaga Fernandez

FUNDAMENTO: A ressonância magnética é um método eficaz para estudo da cardiomiopatia hipertrófica. OBJETIVO: Avaliar, pela ressonância magnética, os parâmetros de função sistólica, perfusão e viabilidade miocárdica em pacientes portadores de cardiomiopatia hipertrófica, comparando os grupos com e sem obstrução na via de saída do ventrículo esquerdo. MÉTODO: Vinte e um pacientes com diagnóstico de cardiomiopatia hipertrófica realizaram estudos de função, viabilidade e perfusão miocárdica nas fases de estresse e de repouso pela ressonância magnética. RESULTADOS: Os segmentos ventriculares mais comprometidos pela hipertrofia foram os da região septal. O grupo obstrutivo apresentou distribuição segmentar de espessura miocárdica semelhante ao não-obstrutivo, porém com maiores médias que o primeiro grupo. A média da fração de ejeção dos pacientes do grupo obstrutivo foi maior que o grupo não-obstrutivo, enquanto as médias dos volumes sistólico e diastólico finais foram menores no grupo obstrutivo. Houve correlação positiva entre a espessura segmentar do ventrículo e a massa segmentar do realce tardio. A indução de estresse determinou aumento do número de segmentos com alteração de perfusão e essa alteração foi mais evidente no grupo obstrutivo. CONCLUSÃO: Os segmentos ventriculares com maior espessura são os septais. As regiões hipertróficas estão associadas à maior extensão de realce tardio. Houve correlação positiva entre as áreas de hipertrofia ventricular e perfusão miocárdica alterada, e esses achados foram mais evidentes no grupo obstrutivo.

  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • Estudo Comparativo
  • imagem de ressonância magnética
  • Perfusão Miocárdica
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
24/11/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009001000017
Enzima conversora de angiotensina no líquido pericárdico: estudo comparativo com a atividade sérica
ABC
Artigo Original

Enzima conversora de angiotensina no líquido pericárdico: estudo comparativo com a atividade sérica

Roseli Aparecida da Silva Gomes et al. Lívia das Graças Vieito Lombardi Teodoro Isabel Cristina Rezende Lopes Patrícia Alessandra Bersanetti … Adriana Karaoglanovic Carmona Valdemar Hial

FUNDAMENTO: A caracterização de uma enzima conversora de angiotensina (ECA) no líquido pericárdico humano é relevante diante do seu papel na liberação de angiotensina II e, portanto, do papel do pericárdio na homeostase cardivascular. OBJETIVO: Isolar e caracterizar uma ECA do líquido pericárdico humano. Comparar as atividades conversoras de angiotensina I do fluido pericárdico e do soro de pacientes submetidos à cirurgia cardiovascular. MÉTODOS: A enzima do líquido pericárdico humano foi purificada por meio de etapas cromatográficas e caracterizada por eletroforese em gel de poliacrilamida (SDS-PAGE), hidrólise de angiotensina I, bradicinina, Hip-His-Leu e substratos sintéticos com supressão interna de fluorescência. Lisinopril foi usado como inibidor. A atividade de ECA foi determinada em amostras de sangue e líquido pericárdico de 23 pacientes submetidos à cirurgia cardiovascular. RESULTADOS: A ECA purificada (MM = 140 kDa) libera angiotensina II, hidrolisa a bradicinina e o substrato Hip-His-Leu. Os parâmetros cinéticos k cat,(s-1) e k cat/Km (µM-1. s-1) foram respectivamente: Hip-His-Leu (1,14 e 7 x 10 -4), Abz-YRK(Dnp)P-OH (2,60 e 0,77), Abz-LFK(Dnp)-OH (2,77 e 0,36) e Abz-SDK(Dnp)P-OH (1,92 e 0,19). As atividades conversoras de angiotensina I (média ± DP) do líquido pericárdico e no soro foram, respectivamente, 3,16 ± 0,90 mU x mg -1x min-1 e 0,33 ± 0,11 mU x mg -1x min-1 . A diferença foi significativa entre os dois fluidos. CONCLUSÃO: Uma ECA com grande similaridade com a enzima somática foi isolada do fluido pericárdico humano. A atividade conversora de angiotensina I é maior no líquido pericárdico quando comparada com a atividade do soro. Esses dados constituem importante evidência do papel do líquido pericárdico no metabolismo de peptídeos ativos.

  • Enzima conversora de angiotensina
  • Estudo Comparativo
  • lisinopril
  • pericardiocentese
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/10/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001500006
Ressonância magnética vs cintilografia com pirofosfato marcado com tecnécio-99m para a detecção de necrose miocárdica perioperatória
ABC
Artigo Original

Ressonância magnética vs cintilografia com pirofosfato marcado com tecnécio-99m para a detecção de necrose miocárdica perioperatória

Guilherme Urpia Monte et al. Luciano Ferreira Drager Fábio Solano de Freitas Souza Luiz Francisco Rodrigues de Ávila … José Rodrigues Parga Filho Luiz Antônio Machado César Marisa Izaki José Cláudio Meneghetti Carlos Eduardo Rochitte Roberto Kalil Filho

FUNDAMENTO: O infarto do miocárdio perioperatório (IMPO) é uma complicação da cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) com potencial impacto prognóstico. A cintilografia miocárdica (CM) com pirofosfato marcado com tecnécio-99m é utilizada no diagnóstico de IMPO, mas demonstra limitada sensibilidade para lesões subendocárdicas. A ressonância magnética cardiovascular (RMC), por sua vez, detém alta acurácia para a detecção de necrose miocárdica. OBJETIVO: Comparar a RMC e a CM para a detecção de IMPO após CRM. MÉTODOS: Foram estudados 24 pacientes portadores de doença arterial coronária crônica, com a técnica de realce tardio pela RMC e com a CM, antes e depois da CRM, analisando-se o surgimento de áreas de necrose miocárdica perioperatória (IMPO). Mensuraram-se também marcadores bioquímicos de lesão miocárdica (CKMB e troponina I), antes e depois da cirurgia. RESULTADOS: Dezenove pacientes completaram o estudo. Desses, 6 (32%) apresentaram IMPO à RMC, e 4 (21%) à CM (p = NS). Dos 323 segmentos do ventrículo esquerdo avaliados, 17 (5,3%) exibiram necrose perioperatória à RMC, e 7 (2,2%) à CM (p = 0,013). Observou-se moderada concordância entre os métodos (kappa = 0,46), havendo divergência, quanto ao diagnóstico de IMPO, em 4 (21%) casos, a maioria com pequenas áreas de necrose perioperatória à RMC, não visualizadas à CM. Em todos os casos com IMPO à RMC, houve elevação significativa de CKMB e troponina I. CONCLUSÃO: Houve moderada concordância diagnóstica entre os métodos para a detecção de IMPO, mas a RMC permitiu a visualização de pequenas áreas de necrose miocárdica perioperatória, não identificadas pela CM e associadas à elevação de marcadores bioquímicos de lesão miocárdica.

  • Estudo Comparativo
  • Imagem por Ressonância Magnética
  • Infarto Do Miocárdio
  • Miocárdio
  • pirofosfato de Tecnécio Tc 99 m
  • Revascularização Miocárdica
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
08/08/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001400009 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Auquilla-Clavijo PE, Calvo-Galiano N, Povar-Echeverría M, Oloriz-Sanjuan T, Diaz-Cortejana F, Asso-Abadia A. Estudo Comparativo entre Receptores de Desfibriladores Subcutâneos e Transvenosos em Relação à Tolerância ao Procedimento de Implante e Percepção da Qualidade de Vida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(6):1139-48.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Auquilla-Clavijo, Pablo Esteban; Calvo-Galiano, Naiara; Povar-Echeverría, Marina; Oloriz-Sanjuan, Teresa; Diaz-Cortejana, Francisco; Asso-Abadia, Antonio. Estudo Comparativo entre Receptores de Desfibriladores Subcutâneos e Transvenosos em Relação à Tolerância ao Procedimento de Implante e Percepção da Qualidade de Vida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 6, p. 1139-1148, jun. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Auquilla-Clavijo, P. E., Calvo-Galiano, N., Povar-Echeverría, M., Oloriz-Sanjuan, T., Diaz-Cortejana, F., & Asso-Abadia, A. (2021). Estudo Comparativo entre Receptores de Desfibriladores Subcutâneos e Transvenosos em Relação à Tolerância ao Procedimento de Implante e Percepção da Qualidade de Vida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(6), 1139-1148.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Auquilla-Clavijo, Pablo Esteban and Calvo-Galiano, Naiara and Povar-Echeverría, Marina and Oloriz-Sanjuan, Teresa and Diaz-Cortejana, Francisco and Asso-Abadia, Antonio. Estudo Comparativo entre Receptores de Desfibriladores Subcutâneos e Transvenosos em Relação à Tolerância ao Procedimento de Implante e Percepção da Qualidade de Vida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1139-1148. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-comparativo-entre-receptores-de-desfibriladores-subcutaneos-e-transvenosos-em-relacao-a-tolerancia-ao-procedimento-de-implante-e-percepcao-da-qualidade-de-vida/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Silva PGMB, Dutra AAF, Manfredi AB, Sampaio PPN, Correa CM, Griz HB, Setta D, et al. Redução no Número de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda Suspeita e Confirmada nos Primeiros Meses da Pandemia da Covid-19: Análise de uma Rede Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(5):1003-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Pedro Gabriel Melo de Barros e; Dutra, Ana Amaral Ferreira; Manfredi, Adriana Bertolami; Sampaio, Pedro Paulo Nogueres; Correa, Celso Musa; Griz, Hemilo Borba; Setta, Daniel; Furlan, Valter. Redução no Número de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda Suspeita e Confirmada nos Primeiros Meses da Pandemia da Covid-19: Análise de uma Rede Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 5, p. 1003-1006, maio. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, P. G. M. B. , Dutra, A. A. F., Manfredi, A. B., Sampaio, P. P. N., Correa, C. M., Griz, H. B., Setta, D., & Furlan, V. (2021). Redução no Número de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda Suspeita e Confirmada nos Primeiros Meses da Pandemia da Covid-19: Análise de uma Rede Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(5), 1003-1006.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Pedro Gabriel Melo de Barros e and Dutra, Ana Amaral Ferreira and Manfredi, Adriana Bertolami and Sampaio, Pedro Paulo Nogueres and Correa, Celso Musa and Griz, Hemilo Borba and Setta, Daniel and Furlan, Valter. Redução no Número de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda Suspeita e Confirmada nos Primeiros Meses da Pandemia da Covid-19: Análise de uma Rede Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 1003-1006. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reducao-no-numero-de-pacientes-com-sindrome-coronariana-aguda-suspeita-e-confirmada-nos-primeiros-meses-da-pandemia-da-covid-19-analise-de-uma-rede-brasileira/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Koc M, Sumbul HE, Gulumsek E, Koca H, Bulut Y, Karakoc E, Turunc T, et al. A Gravidade da Doença Afeta os Parâmetros de Repolarização Ventricular em Pacientes com COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(5):907-13.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Koc, Mevlut; Sumbul, Hilmi Erdem; Gulumsek, Erdinc; Koca, Hasan; Bulut, Yurdaer; Karakoc, Emre; Turunc, Tuba; Bayrak, Edip; Ozturk, Huseyin Ali; Aslan, Muhammed Zubeyir; Demirtas, Abdullah Orhan; Icen, Yahya Kemal. A Gravidade da Doença Afeta os Parâmetros de Repolarização Ventricular em Pacientes com COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 5, p. 907-913, dez. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Koc, M., Sumbul, H. E., Gulumsek, E., Koca, H., Bulut, Y., Karakoc, E., Turunc, T., Bayrak, E., Ozturk, H. A., Aslan, M. Z., Demirtas, A. O., & Icen, Y. K. (2020). A Gravidade da Doença Afeta os Parâmetros de Repolarização Ventricular em Pacientes com COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(5), 907-913.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Koc, Mevlut and Sumbul, Hilmi Erdem and Gulumsek, Erdinc and Koca, Hasan and Bulut, Yurdaer and Karakoc, Emre and Turunc, Tuba and Bayrak, Edip and Ozturk, Huseyin Ali and Aslan, Muhammed Zubeyir and Demirtas, Abdullah Orhan and Icen, Yahya Kemal. A Gravidade da Doença Afeta os Parâmetros de Repolarização Ventricular em Pacientes com COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 907-913. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-gravidade-da-doenca-afeta-os-parametros-de-repolarizacao-ventricular-em-pacientes-com-covid-19/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Póvoa R. Minieditorial: Características Clínicas da Hipertensão Arterial Resistente versus Refratária em uma População de Hipertensos Afrodescendentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(1):40-1.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Póvoa, Rui. Minieditorial: Características Clínicas da Hipertensão Arterial Resistente versus Refratária em uma População de Hipertensos Afrodescendentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 1, p. 40-41, ago. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Póvoa, R. (2020). Minieditorial: Características Clínicas da Hipertensão Arterial Resistente versus Refratária em uma População de Hipertensos Afrodescendentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(1), 40-41.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Póvoa, Rui. Minieditorial: Características Clínicas da Hipertensão Arterial Resistente versus Refratária em uma População de Hipertensos Afrodescendentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 40-41. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/minieditorial-caracteristicas-clinicas-da-hipertensao-arterial-resistente-versus-refrataria-em-uma-populacao-de-hipertensos-afrodescendentes/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Macedo C, Aras Junior R, Macedo IS. Características Clínicas da Hipertensão Arterial Resistente vs. Refratária em uma População de Hipertensos Afrodescendentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(1):31-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Macedo, Cristiano; Aras Junior, Roque; Macedo, Isabella Sales de. Características Clínicas da Hipertensão Arterial Resistente vs. Refratária em uma População de Hipertensos Afrodescendentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 1, p. 31-39, ago. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Macedo, C., Aras Junior, R., & Macedo, I. S. (2020). Características Clínicas da Hipertensão Arterial Resistente vs. Refratária em uma População de Hipertensos Afrodescendentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(1), 31-39.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Macedo, Cristiano and Aras Junior, Roque and Macedo, Isabella Sales de. Características Clínicas da Hipertensão Arterial Resistente vs. Refratária em uma População de Hipertensos Afrodescendentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 31-39. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caracteristicas-clinicas-da-hipertensao-arterial-resistente-vs-refrataria-em-uma-populacao-de-hipertensos-afrodescendentes/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Oliveira LFL, O’Connell JL, Carvalho EEV, Pulici CC, Romano MMD, Maciel BC, Simões MV, et al. Comparação entre a Ventriculografia Radioisotópica e a Ecocardiografia na Quantificação da Função Sistólica Ventricular Esquerda em Ratos Expostos à Doxorrubicina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(1):12-20.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Oliveira, Luciano Fonseca Lemos de; O’Connell, João Lucas; Carvalho, Eduardo Elias Vieira de; Pulici, Érica Carolina Campos; Romano, Minna Moreira Dias; Maciel, Benedito Carlos; Simões, Marcus Vinicius. Comparação entre a Ventriculografia Radioisotópica e a Ecocardiografia na Quantificação da Função Sistólica Ventricular Esquerda em Ratos Expostos à Doxorrubicina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 1, p. 12-20, dez. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Oliveira, L. F. L. , O’Connell, J. L., Carvalho, E. E. V. , Pulici, C. C., Romano, M. M. D., Maciel, B. C., & Simões, M. V. (2017). Comparação entre a Ventriculografia Radioisotópica e a Ecocardiografia na Quantificação da Função Sistólica Ventricular Esquerda em Ratos Expostos à Doxorrubicina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(1), 12-20.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Oliveira, Luciano Fonseca Lemos de and O’Connell, João Lucas and Carvalho, Eduardo Elias Vieira de and Pulici, Érica Carolina Campos and Romano, Minna Moreira Dias and Maciel, Benedito Carlos and Simões, Marcus Vinicius. Comparação entre a Ventriculografia Radioisotópica e a Ecocardiografia na Quantificação da Função Sistólica Ventricular Esquerda em Ratos Expostos à Doxorrubicina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 12-20. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comparacao-entre-a-ventriculografia-radioisotopica-e-a-ecocardiografia-na-quantificacao-da-funcao-sistolica-ventricular-esquerda-em-ratos-expostos-a-doxorrubicina/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Roever L, Biondi-Zoccai G. Metanálise de Rede para Sintetizar Evidências para a Tomada de Decisão na Pesquisa Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;106(4):333-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Roever, Leonardo; Biondi-Zoccai, Giuseppe. Metanálise de Rede para Sintetizar Evidências para a Tomada de Decisão na Pesquisa Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 4, p. 333-337, mar. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Roever, L., & Biondi-Zoccai, G. (2016). Metanálise de Rede para Sintetizar Evidências para a Tomada de Decisão na Pesquisa Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(4), 333-337.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Roever, Leonardo and Biondi-Zoccai, Giuseppe. Metanálise de Rede para Sintetizar Evidências para a Tomada de Decisão na Pesquisa Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 333-337. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/metanalise-de-rede-para-sintetizar-evidencias-para-a-tomada-de-decisao-na-pesquisa-cardiovascular/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Gus I, Ribeiro RA, Kato S, Bastos J, Medina C, Zazlavsky C, Portal VL, et al. Variações na Prevalência dos Fatores de Risco para Doença Arterial Coronariana no Rio Grande do Sul: Uma Análise Comparativa entre 2002-2014. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(6):573-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gus, Iseu; Ribeiro, Rodrigo Antonini; Kato, Sérgio; Bastos, Juliano; Medina, Claudio; Zazlavsky, Claudio; Portal, Vera Lucia; Timmers, Rita; Markoski, Melissa Medeiros; Gottschall, Carlos Antônio Mascia. Variações na Prevalência dos Fatores de Risco para Doença Arterial Coronariana no Rio Grande do Sul: Uma Análise Comparativa entre 2002-2014. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 6, p. 573-579, out. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gus, I., Ribeiro, R. A., Kato, S., Bastos, J., Medina, C., Zazlavsky, C., Portal, V. L., Timmers, R., Markoski, M. M., & Gottschall, C. A. M. (2015). Variações na Prevalência dos Fatores de Risco para Doença Arterial Coronariana no Rio Grande do Sul: Uma Análise Comparativa entre 2002-2014. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(6), 573-579.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gus, Iseu and Ribeiro, Rodrigo Antonini and Kato, Sérgio and Bastos, Juliano and Medina, Claudio and Zazlavsky, Claudio and Portal, Vera Lucia and Timmers, Rita and Markoski, Melissa Medeiros and Gottschall, Carlos Antônio Mascia. Variações na Prevalência dos Fatores de Risco para Doença Arterial Coronariana no Rio Grande do Sul: Uma Análise Comparativa entre 2002-2014. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 573-579. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/variacoes-na-prevalencia-dos-fatores-de-risco-para-doenca-arterial-coronariana-no-rio-grande-do-sul-uma-analise-comparativa-entre-2002-2014/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Piuvezam G, Medeiros WR, Costa AV, Emerenciano FF, Santos RC, Seabra DS. Mortalidade em Idosos por Doenças Cardiovasculares: Análise Comparativa de Dois Quinquênios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(4):371-80.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Piuvezam, Grasiela; Medeiros, Wilton Rodrigues; Costa, Andressa Vellasco; Emerenciano, Felipe Fonseca; Santos, Renata Cristina; Seabra, Danilo Silveira. Mortalidade em Idosos por Doenças Cardiovasculares: Análise Comparativa de Dois Quinquênios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 4, p. 371-380, ago. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Piuvezam, G., Medeiros, W. R., Costa, A. V., Emerenciano, F. F., Santos, R. C., & Seabra, D. S. (2015). Mortalidade em Idosos por Doenças Cardiovasculares: Análise Comparativa de Dois Quinquênios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(4), 371-380.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Piuvezam, Grasiela and Medeiros, Wilton Rodrigues and Costa, Andressa Vellasco and Emerenciano, Felipe Fonseca and Santos, Renata Cristina and Seabra, Danilo Silveira. Mortalidade em Idosos por Doenças Cardiovasculares: Análise Comparativa de Dois Quinquênios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 371-380. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mortalidade-em-idosos-por-doencas-cardiovasculares-analise-comparativa-de-dois-quinquenios/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Correia LCL, Garcia G, Kalil F, Ferreira F, Carvalhal M, Oliveira R, Silva A, et al. Valor Prognóstico do Escore TIMI versus Escore GRACE no Infarto com Supradesnível do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(2):98-106.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Correia, Luis C. L.; Garcia, Guilherme; Kalil, Felipe; Ferreira, Felipe; Carvalhal, Manuela; Oliveira, Ruan; Silva, André; Vasconcelos, Isis; Henri, Caio; Noya-Rabelo, Márcia. Valor Prognóstico do Escore TIMI versus Escore GRACE no Infarto com Supradesnível do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 2, p. 98-106, jul. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Correia, L. C. L., Garcia, G., Kalil, F., Ferreira, F., Carvalhal, M., Oliveira, R., Silva, A., Vasconcelos, I., Henri, C., & Noya-Rabelo, M. (2014). Valor Prognóstico do Escore TIMI versus Escore GRACE no Infarto com Supradesnível do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(2), 98-106.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Correia, Luis C. L. and Garcia, Guilherme and Kalil, Felipe and Ferreira, Felipe and Carvalhal, Manuela and Oliveira, Ruan and Silva, André and Vasconcelos, Isis and Henri, Caio and Noya-Rabelo, Márcia. Valor Prognóstico do Escore TIMI versus Escore GRACE no Infarto com Supradesnível do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 98-106. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/valor-prognostico-do-escore-timi-versus-escore-grace-no-infarto-com-supradesnivel-do-segmento-st/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Oliveira FRA, Mattos LAP, Abizaid A, Abizaid AS, Costa JR, Costa R, Staico R, et al. Stent farmacológico autoexpansível miniaturizado em coronárias de pequeno calibre: eficácia tardia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(5):379-87.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Oliveira, Flavio Roberto Azevedo de; Mattos, Luiz Alberto Piva e; Abizaid, Alexandre; Abizaid, Andrea S.; Costa, J. Ribamar; Costa, Ricardo; Staico, Rodolfo; Botelho, Roberto; Sousa, J. Eduardo; Sousa, Amanda. Stent farmacológico autoexpansível miniaturizado em coronárias de pequeno calibre: eficácia tardia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 5, p. 379-387, out. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Oliveira, F. R. A. , Mattos, L. A. P. , Abizaid, A., Abizaid, A. S., Costa, J. R., Costa, R., Staico, R., Botelho, R., Sousa, J. E., & Sousa, A. (2013). Stent farmacológico autoexpansível miniaturizado em coronárias de pequeno calibre: eficácia tardia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(5), 379-387.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Oliveira, Flavio Roberto Azevedo de and Mattos, Luiz Alberto Piva e and Abizaid, Alexandre and Abizaid, Andrea S. and Costa, J. Ribamar and Costa, Ricardo and Staico, Rodolfo and Botelho, Roberto and Sousa, J. Eduardo and Sousa, Amanda. Stent farmacológico autoexpansível miniaturizado em coronárias de pequeno calibre: eficácia tardia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 379-387. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/stent-farmacologico-autoexpansivel-miniaturizado-em-coronarias-de-pequeno-calibre-eficacia-tardia/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mattos LAP, Berwanger O, Santos ES, Reis HJL, Romano ER, Petriz JLF, Sousa ACS, et al. Desfechos clínicos aos 30 dias do registro brasileiro das síndromes coronárias agudas (ACCEPT). Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;100(1):6-13.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mattos, Luiz A lberto Piva e; Berwanger, Otávio; Santos, Elizabete Silva dos; Reis, Helder José Lima; Romano, Edson Renato; Petriz, João Luiz Fernandes; Sousa, Antônio Carlos Sobral; Neuenschwander, Fernando C.; Guimarães, Jorge Ilha; Andrade, Jadelson Pinheiro de. Desfechos clínicos aos 30 dias do registro brasileiro das síndromes coronárias agudas (ACCEPT). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 1, p. 6-13, jan. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mattos, L. A. P. , Berwanger, O., Santos, E. S. , Reis, H. J. L., Romano, E. R., Petriz, J. L. F., Sousa, A. C. S., Neuenschwander, F. C., Guimarães, J. I., & Andrade, J. P. (2013). Desfechos clínicos aos 30 dias do registro brasileiro das síndromes coronárias agudas (ACCEPT). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 100(1), 6-13.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mattos, Luiz A lberto Piva e and Berwanger, Otávio and Santos, Elizabete Silva dos and Reis, Helder José Lima and Romano, Edson Renato and Petriz, João Luiz Fernandes and Sousa, Antônio Carlos Sobral and Neuenschwander, Fernando C. and Guimarães, Jorge Ilha and Andrade, Jadelson Pinheiro de. Desfechos clínicos aos 30 dias do registro brasileiro das síndromes coronárias agudas (ACCEPT). Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 100, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 6-13. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/desfechos-clinicos-aos-30-dias-do-registro-brasileiro-das-sindromes-coronarias-agudas-accept/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Andrade PJN, Medeiros MMC, Andrade AT, Lima AAG. Angioplastia coronariana versus cirurgia de revascularização: revisão de estudos randomizados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(3):e60-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Andrade, Pedro José Negreiros de; Medeiros, Marta Maria das Chagas; Andrade, Antonio Thomaz de; Lima, Antonio Augusto Guimarães. Angioplastia coronariana versus cirurgia de revascularização: revisão de estudos randomizados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 3, p. e60-e69, out. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Andrade, P. J. N. , Medeiros, M. M. C., Andrade, A. T. , & Lima, A. A. G. (2011). Angioplastia coronariana versus cirurgia de revascularização: revisão de estudos randomizados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(3), e60-e69.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Andrade, Pedro José Negreiros de and Medeiros, Marta Maria das Chagas and Andrade, Antonio Thomaz de and Lima, Antonio Augusto Guimarães. Angioplastia coronariana versus cirurgia de revascularização: revisão de estudos randomizados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. e60-e69. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/angioplastia-coronariana-versus-cirurgia-de-revascularizacao-revisao-de-estudos-randomizados/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Santos EB, Tello BS, Villacorta H, Sales ALF, Wiefels C, Teixeira PS, Lima Filho LC, et al. Anemia e insuficiência cardíaca na comunidade: comparação com um ambulatório especializado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(1):102-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Santos, Eduarda Barcellos dos; Tello, Bolívar Saenz; Villacorta, Humberto; Sales, Ana Luisa Ferreira; Wiefels, Christiane; Teixeira, Pedro Soares; Lima Filho, Luis Costa; Mesquita, Evandro Tinoco. Anemia e insuficiência cardíaca na comunidade: comparação com um ambulatório especializado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 1, p. 102-108, set. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos, E. B. , Tello, B. S., Villacorta, H., Sales, A. L. F., Wiefels, C., Teixeira, P. S., Lima Filho, L. C., & Mesquita, E. T. (2010). Anemia e insuficiência cardíaca na comunidade: comparação com um ambulatório especializado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(1), 102-108.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Santos, Eduarda Barcellos dos and Tello, Bolívar Saenz and Villacorta, Humberto and Sales, Ana Luisa Ferreira and Wiefels, Christiane and Teixeira, Pedro Soares and Lima Filho, Luis Costa and Mesquita, Evandro Tinoco. Anemia e insuficiência cardíaca na comunidade: comparação com um ambulatório especializado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 102-108. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/anemia-e-insuficiencia-cardiaca-na-comunidade-comparacao-com-um-ambulatorio-especializado/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Prado DML, Braga AMFW, Rondon MUP, Azevedo LF, Matos LDNJ, Negrão CE, Trombetta IC, et al. Comportamento cardiorrespiratório em crianças saudáveis durante o exercício progressivo máximo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(4):493-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Prado, Danilo Marcelo Leite do; Braga, Ana Maria F. Wanderley; Rondon, Maria Urbana Pinto; Azevedo, Luciene Ferreira; Matos, Luciana D. N. J.; Negrão, Carlos Eduardo; Trombetta, Ivani Credidio. Comportamento cardiorrespiratório em crianças saudáveis durante o exercício progressivo máximo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 4, p. 493-499, mar. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Prado, D. M. L. , Braga, A. M. F. W., Rondon, M. U. P., Azevedo, L. F., Matos, L. D. N. J., Negrão, C. E., & Trombetta, I. C. (2010). Comportamento cardiorrespiratório em crianças saudáveis durante o exercício progressivo máximo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(4), 493-499.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Prado, Danilo Marcelo Leite do and Braga, Ana Maria F. Wanderley and Rondon, Maria Urbana Pinto and Azevedo, Luciene Ferreira and Matos, Luciana D. N. J. and Negrão, Carlos Eduardo and Trombetta, Ivani Credidio. Comportamento cardiorrespiratório em crianças saudáveis durante o exercício progressivo máximo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 493-499. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comportamento-cardiorrespiratorio-em-criancas-saudaveis-durante-o-exercicio-progressivo-maximo/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Barbosa CAS, Castro CC, Ávila LFR, Parga Filho JR, Hattem DM, Fernandez EA. Realce tardio e perfusão miocárdica em cardiomiopatia hipertrófica (comparação entre grupos). Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;93(4):426-33.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barbosa, Clarissa Almeida Sarmento; Castro, Cláudio Campi de; Ávila, Luiz Francisco Rodrigues de; Parga Filho, José Rodrigues; Hattem, Domingos Mohanad; Fernandez, Edmundo Arteaga. Realce tardio e perfusão miocárdica em cardiomiopatia hipertrófica (comparação entre grupos). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 4, p. 426-433, nov. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barbosa, C. A. S., Castro, C. C. , Ávila, L. F. R. , Parga Filho, J. R., Hattem, D. M., & Fernandez, E. A. (2009). Realce tardio e perfusão miocárdica em cardiomiopatia hipertrófica (comparação entre grupos). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(4), 426-433.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barbosa, Clarissa Almeida Sarmento and Castro, Cláudio Campi de and Ávila, Luiz Francisco Rodrigues de and Parga Filho, José Rodrigues and Hattem, Domingos Mohanad and Fernandez, Edmundo Arteaga. Realce tardio e perfusão miocárdica em cardiomiopatia hipertrófica (comparação entre grupos). Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 93, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 426-433. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/realce-tardio-e-perfusao-miocardica-em-cardiomiopatia-hipertrofica-comparacao-entre-grupos/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Gomes RAS, Teodoro LGVL, Lopes ICR, Bersanetti PA, Carmona AK, Hial V. Enzima conversora de angiotensina no líquido pericárdico: estudo comparativo com a atividade sérica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(3):172-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gomes, Roseli Aparecida da Silva; Teodoro, Lívia das Graças Vieito Lombardi; Lopes, Isabel Cristina Rezende; Bersanetti, Patrícia Alessandra; Carmona, Adriana Karaoglanovic; Hial, Valdemar. Enzima conversora de angiotensina no líquido pericárdico: estudo comparativo com a atividade sérica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 3, p. 172-178, set. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gomes, R. A. S., Teodoro, L. G. V. L., Lopes, I. C. R., Bersanetti, P. A., Carmona, A. K., & Hial, V. (2008). Enzima conversora de angiotensina no líquido pericárdico: estudo comparativo com a atividade sérica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(3), 172-178.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gomes, Roseli Aparecida da Silva and Teodoro, Lívia das Graças Vieito Lombardi and Lopes, Isabel Cristina Rezende and Bersanetti, Patrícia Alessandra and Carmona, Adriana Karaoglanovic and Hial, Valdemar. Enzima conversora de angiotensina no líquido pericárdico: estudo comparativo com a atividade sérica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 172-178. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/enzima-conversora-de-angiotensina-no-liquido-pericardico-estudo-comparativo-com-a-atividade-serica/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Monte GU, Drager LF, Souza FSF, Ávila LFR, Parga Filho JR, César LAM, Izaki M, et al. Ressonância magnética vs cintilografia com pirofosfato marcado com tecnécio-99m para a detecção de necrose miocárdica perioperatória. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(2):126-31.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Monte, Guilherme Urpia; Drager, Luciano Ferreira; Souza, Fábio Solano de Freitas; Ávila, Luiz Francisco Rodrigues de; Parga Filho, José Rodrigues; César, Luiz Antônio Machado; Izaki, Marisa; Meneghetti, José Cláudio; Rochitte, Carlos Eduardo; Kalil Filho, Roberto. Ressonância magnética vs cintilografia com pirofosfato marcado com tecnécio-99m para a detecção de necrose miocárdica perioperatória. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 2, p. 126-131, ago. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Monte, G. U., Drager, L. F., Souza, F. S. F., Ávila, L. F. R. , Parga Filho, J. R., César, L. A. M., Izaki, M., Meneghetti, J. C., Rochitte, C. E., & Kalil Filho, R. (2008). Ressonância magnética vs cintilografia com pirofosfato marcado com tecnécio-99m para a detecção de necrose miocárdica perioperatória. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(2), 126-131.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Monte, Guilherme Urpia and Drager, Luciano Ferreira and Souza, Fábio Solano de Freitas and Ávila, Luiz Francisco Rodrigues de and Parga Filho, José Rodrigues and César, Luiz Antônio Machado and Izaki, Marisa and Meneghetti, José Cláudio and Rochitte, Carlos Eduardo and Kalil Filho, Roberto. Ressonância magnética vs cintilografia com pirofosfato marcado com tecnécio-99m para a detecção de necrose miocárdica perioperatória. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 126-131. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ressonancia-magnetica-vs-cintilografia-com-pirofosfato-marcado-com-tecnecio-99m-para-a-deteccao-de-necrose-miocardica-perioperatoria/>. ISSN 0066-782X

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias