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  4. 2022, Volume 35, Número 4
Figura 1
Relato de Caso

Angiossarcoma Primário Cardíaco Avaliado em PET/TC

Pedro Henrique Rodrigues da Silva et al. Carlos Eduardo Lucena Montenegro Maria Eduarda Duarte de Mello Flamini Mariana Vila Nova de Oliveira Pontual Simone Cristina Soares Brandão

Introdução

O angiossarcoma cardíaco é um tumor endotelial maligno, altamente agressivo, de mau prognóstico e raro., Apresenta elevada taxa de mortalidade, tendo em vista a tendência à recidiva local e a alta incidência de metástases sistêmicas. Assim, é muito importante diagnosticá-lo precocemente, bem como determinar sua extensão local e a distância para o manejo terapêutico adequado. O objetivo deste relato de caso é mostrar o valor da tomografia por emissão de pósitrons associada à tomografia computadorizada com 18-fluordeoxiglicose (18F-FDG PET/TC) no diagnóstico e no estadiamento de angiossarcoma cardíaco.

[…]

  • Angiossarcoma
  • Diagnóstico por Imagem
  • Tomografia por Emissão de Pósitrons
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21/12/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223504eabc337p Visualizações 1
Figura 1
Editorial

Grupo de Mulheres do DIC-SBC

Samira Saady Morhy et al. Marly Uellendahl

No 11° Congresso do Departamento de Imagem Cardiovascular (DIC) da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), sediado em São Paulo, nos dias 28 a 31 de julho de 2022, realizamos a primeira reunião do Grupo de Mulheres do DIC-SBC.

O objetivo deste encontro foi organizar um grupo de trabalho para estimular e desenvolver uma maior participação das mulheres como Membros do DIC, como palestrantes de atividades científicas, autoras de diretrizes e membros da diretoria.

[…]

  • Desigualdade de Gênero
  • Mulheres no Mercado de Trabalho
  • Papel das Mulheres
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21/12/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223504eed_33p Visualizações 1
Figura 1
Artigo Original

Strain Longitudinal Global como Preditor de Cardiotoxicidade Induzida por Quimioterapia

Monica Samuel Avila et al. Marco Stephan Lofrano Alves Silvia Moreira Ayub-Ferreira Mauro Rogerio de Barros Wanderley Junior … Fatima das Dores Cruz Sara Michelly Gonçalves Brandão Ludhmila Abrahão Hajjar Roberto Kalil Filho Cecilia Beatriz Bittencourt Viana Cruz Maria Cristina Abduch Danilo Bora Moleta Edimar Alcides Bocchi

Resumo

Fundamento

A cardiotoxicidade induzida por quimioterapia (CiC) é uma complicação importante entre os pacientes que recebem antraciclinas. Biomarcadores e parâmetros de imagem têm sido estudados por sua capacidade de identificar pacientes com risco de desenvolver essa complicação. O strain longitudinal global do ventrículo esquerdo (SLG-VE) tem sido descrito como um parâmetro sensível para detectar disfunção sistólica, mesmo na presença de fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) preservada.

Objetivo

avaliar o papel do SLG-VE como preditor de CiC.

Métodos

O presente estudo consiste em uma análise post-hoc do estudo CECCY (Carvedilol for Prevention of Chemotherapy-Related Cardiotoxicity [Carvedilol para Prevenção da Cardiotoxicidade Relacionada à Quimioterapia]), que avaliou a prevenção primária de cardiotoxicidade com carvedilol durante quimioterapia com doxorrubicina em uma população com câncer de mama. Definiu-se cardiotoxicidade como uma redução 10% na FEVE. O SLG-VE foi obtido antes da quimioterapia em pacientes sem doença cardiovascular prévia ou anormalidades no ecocardiograma.

Resultados

Trinta e um pacientes submetidos a estudo ecocardiográfico completo incluindo avaliação de SLG-VE antes da quimioterapia foram incluídos nesta análise. Um SLG-VE absoluto <16,9% antes da quimioterapia mostrou 100% de sensibilidade e 73% de especificidade para predizer cardiotoxicidade (AUC=0,85; IC 95% 0,680–0,959, p<0,001). Nesta população, os valores de FEVE antes da quimioterapia não foram preditores de CiC (IC 95% 0,478 a -0,842, p=0,17). A associação de baixos níveis séricos de SLG-VE (17 pg/mL) dois meses após a quimioterapia aumentou a precisão para detectar CiC de início precoce (100% de sensibilidade, 88% de especificidade, AUC=0,94; IC 95% 0,781–0,995, p<0,0001).

Conclusões

Nossos dados sugerem que o SLG-VE é um possível preditor de cardiotoxicidade induzida por quimioterapia. São necessários estudos maiores para confirmar a relevância clínica desse parâmetro ecocardiográfico nesse cenário clínico.

  • Betabloqueadores
  • Cardiotoxicidade
  • Ecocardiograma
  • Prevenção
  • Quimioterapia
  • Strain
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21/12/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223504eabc340p Visualizações 1
Figura 1
Relato de Caso

Ocupação Apical por Endomiocardiofibrose Associada a Trombo Diagnosticada com Ecocardiografia de Contraste e Resolvida com Tratamento Clínico

André Timóteo Sapalo et al. Rodolpho Cunha Luis Gustavo Gali Minna Moreira Dias Romano

Resumo

A endomiocardiofibrose é uma doença negligenciada e predominante em países subdesenvolvidos. Apesar de sua frequência, ainda é considerada rara. Assim, a doença é marcada pelos seguintes achados: distorção arquitetural, alterações no enchimento ventricular e alterações da mobilidade segmentar. Ela afetando não só a dinâmica diastólica e sistólica, como também as funções das válvulas cardíacas. Em uma condição mais avançada da doença, pode haver formação de trombos apicais. Neste relato de caso, revisitamos a endomiocardiofibrose, apresentando um caso desafiador de paciente do sexo feminino de 52 anos, com clínica de insuficiência cardíaca classe funcional IV da New York Heart Association. A eletrocardiografia de repouso revelou ritmo sinusal com sobrecarga do ventrículo esquerdo com vetores de alta voltagem, infradesnivelamento retificado do segmento ST e onda T negativa em região anterolateral, podendo ser compatível com padrão de strain. Já na avaliação de imagens ecocardiográficas, revelou dilatação acentuada do átrio esquerdo, com ventrículos sem dilatações e imagem de ocupação apical hiperrefringente no interior do ventrículo esquerdo, sugerindo grande trombo séssil sobreposto à capa fibrosa endocárdica. Embora a conduta cirúrgica seja a mais apoiada em literatura em tais situações, a paciente aqui apresentada recebeu tratamento com anticoagulação oral por 1 mês e 24 dias. Ela evoluiu clinicamente bem, com melhora da classe funcional da New York Heart Association e, em ecocardiografia realizada 2 meses após o início da anticoagulação oral, houve demonstração da regressão da imagem de trombo apical, apoiada com a técnica de contraste endocavitário.

  • Anticoagulantes
  • ecocardiografia
  • Trombose
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21/12/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223504eabc349p Visualizações 1
Figura 1
Artigo Original

Aumento do Trabalho Miocárdico Desperdiçado como Indicador de Lesão Coronariana Significativa

Márcio Mendes Pereira et al. Amanda Castro Barroso Marco Túlio Hercos Juliano Márcio Mesquita Barbosa … Gustavo Travassos Gama Rodrigo de Jesus Louzeiro Melo José Bonifácio Barbosa Carlos Alberto Vieira Gama José Xavier de Melo Filho Auridesio Cutrim de Araujo

Resumo

Introdução

A avaliação dos índices de trabalho miocárdico global em condições basais pode ser útil para a estratificação clínica de pacientes com suspeita de obstrução coronariana.

Objetivo

Correlacionar o valor do índice de trabalho miocárdico global e a presença de lesões obstrutivas coronarianas significativas.

Método

Estudo transversal, com pacientes encaminhados para cinecoronarioangiografia eletiva. Foi realizado ecocardiograma com obtenção das medidas para cálculo do valor do trabalho miocárdico, sendo avaliada a presença de lesões obstrutivas coronarianas significativas à cinecoronarioangiografia.

Resultados

A amostra foi composta de 30 pacientes, com a idade média de 64,2±12,8 anos, sendo a maioria do sexo masculino (63,3%), dos quais 68,4% apresentaram lesões obstrutivas coronarianas significativas. O índice de trabalho miocárdico global foi de 1.876mmHg%±253,8 no grupo com lesões obstrutivas coronarianas significativas e de 2.054,2mmHg%±417,3 naqueles sem lesões significativas (p=0,089). O trabalho miocárdio construtivo global nos pacientes sem lesões obstrutivas coronarianas significativas foi maior (2.329,3mmHg%±462,9) do que naqueles com lesões obstrutivas coronarianas significativas (2.109,5mmHg%±332,3; p=0,064). O trabalho miocárdio desperdiçado global foi maior nos pacientes com lesões obstrutivas coronarianas significativas (103,7mmHg%±47,1 versus 68,3mmHg%±33,8; p=0,038). O ponto de corte de 115mmHg% foi aquele com a melhor área sob a curva (0,625), com sensibilidade de 83,3%.

Conclusão

O aumento do trabalho miocárdio desperdiçado global se correlacionou com a presença de lesões obstrutivas coronarianas significativas em nossa amostra.

  • Cardiopatias Congênitas
  • ecocardiografia
  • Estenose coronária
  • Função cardíaca
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21/12/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223504eabc346p
Figura 1
Review Article

Cardiomiopatia Hipertrófica: Uma Revisão pelo Olhar da Ressonância Magnética

Raul Serra Valério et al. Marcio Sommer Bittencourt Marly M. Uellendahl

Resumo

A cardiomiopatia hipertrófica é a cardiopatia genética mais frequente na população geral e é caracterizada por uma hipertrofia ventricular esquerda assimétrica. Entretanto, as alterações fenotípicas desta cardiomiopatia vão muito além da hipertrofia ventricular, e incluem alterações do aparato valvar mitral, dos músculos papilares e do ventrículo direito. Devido à dificuldade no diagnóstico diferencial entre as múltiplas causas de hipertrofia, a ressonância magnética cardíaca vem cumprindo um papel fundamental na avaliação diagnóstica e prognóstica desta cardiomiopatia. A cine-ressonância magnética na definição da localização e extensão da hipertrofia, o realce tardio, na detecção das áreas de fibrose miocárdica e técnicas mais recentes como o Mapa de T1 que avalia a fibrose intersticial e o volume extracelular; e finalmente o Tissue Tracking na análise da deformação miocárdica.

  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • Ressonância Magnética
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
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21/12/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223504erer_15p
Figura 1
Review Article

Como eu Faço Contraste Ecocardiográfico

Miguel Osman Dias Aguiar et al. Alessandra Joslin Oliveira Carolina Stangenhaus Wilson Mathias Junior

Introdução

A ecocardiografia contrastada (EC) é uma ferramenta que utiliza um agente de realce ultrassonográfico (ARUS) que, ao ser introduzido na corrente sanguínea e associado ao efeito do ultrassom (US), contrasta o sangue, pela grande capacidade refletiva das microbolhas. Assim, permite a completa opacificação do ventrículo esquerdo (VE), a melhor definição dos bordos endocárdicos, o realce do sinal Doppler e o estudo da perfusão miocárdica (PM).

Os ARUS de segunda geração, atualmente disponíveis comercialmente, são compostos de gases de alto peso molecular, envoltos por uma cápsula externa de albumina, fosfolípide ou polímero. São estruturas inertes, que se agregam e permanecem dentro do espaço intravascular, apresentando cinética similar a das hemácias, porém com menos da metade de seu tamanho (de 1,0 a 4,5µm), o que permite que ultrapassem a barreira capilar pulmonar e alcancem as câmaras esquerdas. Possuem eliminação predominantemente pulmonar, com alto metabolismo (tempo de meia-vida de 10 a 12 minutos), não se depositam nos tecidos e não apresentam nenhum risco conhecido de nefrotoxicidade, diferentemente dos contrastes iodados.,

[…]

  • ecocardiografia
  • Ecocardiografia de contraste
  • Imagem de Perfusão
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21/12/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223504ecom36p Visualizações 1
Figura 1
Editorial

Por Que é Tão Difícil Introduzir a Ecocardiografia com Contraste na Prática Clínica Diária na América do Sul: Uma Questão de Economia?

Ricardo Ronderos

A ecocardiografia com contraste mostrou utilidade inestimável no campo clínico durante os últimos 20 anos. A maioria dos trabalhos publicados mostravam sua aplicação bem-sucedida em diferentes cenários clínicos. Os agentes de contraste ultrassônicos (ACUs) tiveram uma incrível evolução e aprimoramento desde o primeiro uso dos ACUs pioneiros no final dos anos noventa, no século passado. Desde os agentes fracos e de curta duração como o Levovist™ até o desenvolvimento de agentes fluorocarbonados com armazenamento simples como o Definity™ e o Sonovue™, alcançou-se uma melhoria significativa, e a logística nos laboratórios de ecocardiografia ficou mais fácil. No entanto, principalmente na América Latina, com foco na América do Sul, sua aplicação clínica não aumentou como esperado.

Para analisar esse fato, devemos pensar nas probabilidades de uma nova técnica diagnóstica se estabelecer e perdurar para se tornar uma ferramenta diagnóstica regular e difundida.

[…]

  • Análise Custo-Benefício
  • ecocardiografia
  • Ecocardiografia de contraste
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01/12/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223504eed_16i Visualizações 1
Figura 1
Case Report

Fechamento Percutâneo de Comunicação Interatrial Múltipla com Repercussão Hemodinâmica: Relato de Dois Casos em Pacientes Adultos Parentes de Primeiro Grau

Débora Freire Ribeiro Rocha et al. Henrique Lima Guimarães Maurício Prudente Lopes João Batista Masson Silva Giulliano Gardenghi

Introdução

Os defeitos do septo atrial representam 7 a 10% das anomalias cardíacas congênitas.,

Existem três tipos anatômicos de defeito do septo atrial (DSA) ou comunicação interatrial (CIA): ostium secundum (OS; 70% dos casos), ostium primum (15 a 20% dos casos) e defeito do seio venoso (5 a 10% dos casos). O OS envolve a região da fossa ovalis e resulta do pobre desenvolvimento embriológico do septum secundum ou da excessiva absorção do septum primum, originando uma ausência do septo na fossa ovalis.

[…]

  • Comunicação Interatrial
  • ecocardiografia
  • Hemodinâmica
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01/12/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223504eabc345i
Figura 1
Review Article

Como eu Faço a Análise da Função Diastólica na Presença de Fibrilação Atrial

Antonio Amador Calvilho Júnior et al. João Moron Saes Braga Jorge Eduardo Assef Andrea de Andrade Vilela

Introdução

A fibrilação atrial (FA) é uma arritmia prevalente, que pode ocorrer de forma isolada ou em combinação com outras condições clínicas. Seu aparecimento interfere tanto nos algoritmos diagnósticos comuns, como em suas respectivas condutas protocolares. No caso da avaliação da função diastólica pela ecocardiografia, ocorre drástica mudança na sequência de análise. Essa relação torna-se ainda mais complexa, pelo fato da disfunção diastólica ser associada ao surgimento da FA não valvar, ou seja, é uma de suas causas.

Não é somente a presença de FA que modifica os algoritmos de estudo. Na verdade, existe um grupo de condições, chamadas de “situações” ou “populações especiais em diastologia” que, além da FA, incluem especialmente, mas não exclusivamente, taquicardia sinusal, cardiomiopatia hipertrófica, cardiomiopatia restritiva, hipertensão pulmonar de causa não cardíaca, estenose mitral, regurgitação mitral, calcificação do anel mitral de grau maior que discreto, transplantados cardíacos e pericardite constritiva.–

[…]

  • Diástole
  • ecocardiografia
  • Fibrilação Atrial
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01/12/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223504eabc344p Visualizações 2
Figura 1
Review Article

Como eu faço Avaliação Ecocardiográfica do Paciente Oncológico Pediátrico

Claudia Cosentino Gallafrio et al. Ricardo H. Pignatelli

Qual importância da avaliação cardiovascular do paciente oncológico pediátrico?

A oncologia pediátrica teve grandes avanços nas últimas décadas devido ao desenvolvimento de protocolos de tratamentos mais eficazes, com sobrevida livre de doença em 5 anos superando 80%. No entanto, apesar da melhora nas taxas de sobrevida, os riscos cardiovasculares decorrentes dessas terapias são de cinco a seis vezes maiores quando comparados aos da população pediátrica geral., Assim, os eventos cardiovasculares, como infarto agudo do miocárdio, insuficiência cardíaca e acidente vascular cerebral, são a maior causa de morte não oncológica nesses pacientes.

A cardiotoxicidade é definida como qualquer dano estrutural ou funcional do coração e da circulação durante ou após o tratamento oncológico. Os responsáveis por essas alterações podem ser os agentes quimioterápicos, a radioterapia ou mesmo a própria doença (). Sua manifestação pode se dar com insuficiência cardíaca sintomática ou não, alterações do pericárdio, arritmias, eventos tromboembólicos, hipertensão arterial e doenças valvares e coronarianas., Pode também ser determinada pelo tempo de sua apresentação, sendo dividida em:

[…]

  • Cardio-Oncologia
  • ecocardiografia
  • Pediatria
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01/12/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223504ecom33p
Figura 1
Editorial

Cardiomiopatia Hipertrófica: Como Realizar uma Análise Diagnóstica e Prognóstica em 2022. Dividir para Tratar Melhor?

Alexandra Toste et al. Nuno Cardim

A cardiomiopatia hipertrófica (CH) é a doença cardíaca genética mais frequente, com prevalência na população geral estimada entre 1:500 e 1:200. O diagnóstico baseia-se na presença de hipertrofia ventricular esquerda (HVE), que não é explicada na totalidade pelas condições de carga, e ocorrendo na ausência de outra doença, cardíaca ou sistêmica, metabólica, ou no contexto de síndrome multiorgânica associado à HVE.

Apesar de ser considerada uma doença genética, na maioria das vezes o diagnóstico inicial não requer a realização de teste genético. O poder diagnóstico dos painéis genéticos atuais é modesto, rondando apenas os 46%, e a não deteção de mutação não exclui o diagnóstico. As diretrizes atuais recomendam o teste genético, sobretudo quando se antecipa a possibilidade de fazer rastreio genético familiar em cascata ou nos casos em que a apresentação clínica sugere uma etiologia específica não sarcomérica potencialmente tratável com terapêutica específica, como a doença de Anderson Fabry, doença de Danon ou amiloidose familiar.

[…]

  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • diagnóstico
  • Genética
  • Prognóstico
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01/12/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223504eed_23i Visualizações 1
Figura 1
Relato de Caso

Aplicação do Ecocardiograma Tridimensional em Tempo Real para Detecção de Complicações Tardias no Seguimento Pós-Implante de MitraClip®

Alexandre Costa et al. Bruna de Mattos Ivo Junqueira Carolina Thé Macedo Marcus Vinicius Silva Freire de Carvalho … Cristiano Guedes Bezerra Rodrigo Morel Vieira de Melo

Introdução

Tradicionalmente, o tratamento de eleição da insuficiência valvar mitral grave é a cirurgia convencional. Contudo, para pacientes de alto risco cirúrgico, esse tipo de tratamento não é viável, sendo uma população com elevado índice de morbimortalidade a despeito do tratamento clínico. O tratamento percutâneo da valva (MitraClip®) vem evoluindo como uma perspectiva terapêutica para essa população com redução de taxas de hospitalizações por insuficiência cardíaca (IC) e mortalidade por todas as causas.,,

O ecocardiograma transesofágico tridimensional (ECOTE 3D) tem papel aditivo durante o seguimento clínico, sobretudo diante da suspeita de complicações tardias, com elevado detalhamento da anatomia valvar e do posicionamento do clipe nas estruturas cardíacas. Adicionalmente, devido à maior acurácia anatômica desse exame, complicações decorrentes do procedimento podem ser detectadas em tempo real e com maior segurança.

[…]

  • Complicações Pós-Operatórias
  • Ecocardiografia Tridimensional
  • Insuficiência da Valva Mitral
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardiovasculares
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01/12/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223504eabc298i Visualizações 1
Figura 1
Systematic Review

Trabalho Miocárdio: uma Revisão Sistemática do Novo Método de Ecocardiografia e Aplicações Clínicas

Sidhi Laksono et al. Hillary Kusharsamita Mefri Yanni Astri Astuti

Resumo

Fundamento:

O trabalho miocárdico (MW) é uma nova modalidade de imagem que surgiu como uma forma potencial de avaliação da função ventricular esquerda (VE) em vários cenários clínicos. Ele calcula curvas de tensão de ecocardiografia de rastreamento de manchas (STE) com uma curva de pressão LV estimada utilizando curvas padrão de pressão arterial braquial de forma não invasiva.

Objetivo:

O objetivo desta pesquisa foi fornecer um resumo do conhecimento atual da MW não invasiva e suas aplicações clínicas, incluindo insuficiência cardíaca (IC), doença arterial coronariana (DAC), cardiomiopatia (CMP) e hipertensão (HTN). Além disso, são discutidas as limitações e recomendações da MW na prática clínica.

Métodos:

Pesquisamos no banco de dados online PubMed para nossa coleta de dados. Usamos as seguintes palavras-chave; (trabalho construtivo do miocárdio) OU (trabalho septal desperdiçado)) OU (trabalho miocárdico global)) OU (trabalho miocárdico)) OU (trabalho construtivo do miocárdio) OU (ecocardiografia nova). Revisamos ainda doze estudos com leitura de texto completo e incluídos nesta revisão sistemática.

Resultados:

Embora os índices de MW, particularmente GWI e GCW, tenham mostrado uma boa correlação com FE e parâmetros de deformação, a oportunidade de oferecer informações incrementais que não são afetadas pelas condições de carga tornou a aplicação de MW particularmente útil em uma variedade de configurações clínicas.

Conclusão:

Comparado ao FE e GLS, o MW é um teste promissor com maior sensibilidade e acurácia na identificação de indivíduos com doença cardiovascular. Os médicos também devem depender dos sintomas e dos achados do ECG até que uma extensa pesquisa multicêntrica validando essa estratégia seja feita para estabelecer o valor incremental da MW na avaliação ecocardiográfica diária.

  • Contração Miocárdica
  • ecocardiografia
  • Função Ventricular Esquerda
  • Método não Invasivo
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01/12/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223504eabc299i Visualizações 1
Figura 1
Review Article

O Papel da Ressonância Magnética Cardíaca em Pacientes com Amiloidose e Estenose Aórtica

Pedro Macedo Esmeraldo Barbosa et al. Tiago Augusto Magalhães

Resumo

A ressonância magnética cardíaca (RMC) tem papel de destaque para o diagnóstico e o prognóstico de diversas cardiopatias. A incidência de amiloidose cardíaca e de estenose aórtica vem aumentando nos últimos anos, especialmente pela associação com o envelhecimento populacional. A possibilidade de coexistência de ambas tem gerado desafios diagnósticos frequentes na prática clínica. A ressonância magnética cardíaca (RMC) assume valor importante nesse contexto por sua capacidade ímpar de avaliação multiparamétrica, incluindo aspectos anatômicos, funcionais e histopatológicos. A presente revisão tem o objetivo de aprofundar o conhecimento acerca do diagnóstico e do prognóstico da amiloidose na presença de estenose aórtica, destacando a importância da ressonância magnética cardíaca (RMC) neste cenário.

  • Amiloidose
  • Coração
  • Estenose da Valva Aórtica
  • Imageamento por Ressonância Magnética
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01/12/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223504eabc320p Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Silva PHR, Montenegro CEL, Flamini MEDM, Pontual MVNO, Brandão SCS. Angiossarcoma Primário Cardíaco Avaliado em PET/TC. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(4):eabc337.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Pedro Henrique Rodrigues da; Montenegro, Carlos Eduardo Lucena; Flamini, Maria Eduarda Duarte de Mello; Pontual, Mariana Vila Nova de Oliveira; Brandão, Simone Cristina Soares. Angiossarcoma Primário Cardíaco Avaliado em PET/TC. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 4, eabc337, dez. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, P. H. R. , Montenegro, C. E. L., Flamini, M. E. D. M., Pontual, M. V. N. O., & Brandão, S. C. S. (2022). Angiossarcoma Primário Cardíaco Avaliado em PET/TC. ABC Imagem Cardiovascular, 35(4), eabc337.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Pedro Henrique Rodrigues da and Montenegro, Carlos Eduardo Lucena and Flamini, Maria Eduarda Duarte de Mello and Pontual, Mariana Vila Nova de Oliveira and Brandão, Simone Cristina Soares. Angiossarcoma Primário Cardíaco Avaliado em PET/TC. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 4, [citado 2026-10-14], eabc337. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/angiossarcoma-primario-cardiaco-avaliado-em-pet-tc/>. ISSN 2318-8219

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Morhy SS, Uellendahl M. Grupo de Mulheres do DIC-SBC. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(4):eed_33.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Morhy, Samira Saady; Uellendahl, Marly. Grupo de Mulheres do DIC-SBC. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 4, eed_33, dez. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Morhy, S. S., & Uellendahl, M. (2022). Grupo de Mulheres do DIC-SBC. ABC Imagem Cardiovascular, 35(4), eed_33.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Morhy, Samira Saady and Uellendahl, Marly. Grupo de Mulheres do DIC-SBC. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 4, [citado 2026-10-14], eed_33. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/grupo-de-mulheres-do-dic-sbc/>. ISSN 2318-8219

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Avila MS, Alves MSL, Ayub-Ferreira SM, Wanderley Junior MRB, Cruz FD, Brandão SMG, Hajjar LA, et al. Strain Longitudinal Global como Preditor de Cardiotoxicidade Induzida por Quimioterapia. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(4):eabc340.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Avila, Monica Samuel; Alves, Marco Stephan Lofrano; Ayub-Ferreira, Silvia Moreira; Wanderley Junior, Mauro Rogerio de Barros; Cruz, Fatima das Dores; Brandão, Sara Michelly Gonçalves; Hajjar, Ludhmila Abrahão; Kalil Filho, Roberto; Cruz, Cecilia Beatriz Bittencourt Viana; Abduch, Maria Cristina; Moleta, Danilo Bora; Bocchi, Edimar Alcides. Strain Longitudinal Global como Preditor de Cardiotoxicidade Induzida por Quimioterapia. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 4, eabc340, dez. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Avila, M. S., Alves, M. S. L., Ayub-Ferreira, S. M., Wanderley Junior, M. R. B., Cruz, F. D., Brandão, S. M. G., Hajjar, L. A., Kalil Filho, R., Cruz, C. B. B. V., Abduch, M. C., Moleta, D. B., & Bocchi, E. A. (2022). Strain Longitudinal Global como Preditor de Cardiotoxicidade Induzida por Quimioterapia. ABC Imagem Cardiovascular, 35(4), eabc340.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Avila, Monica Samuel and Alves, Marco Stephan Lofrano and Ayub-Ferreira, Silvia Moreira and Wanderley Junior, Mauro Rogerio de Barros and Cruz, Fatima das Dores and Brandão, Sara Michelly Gonçalves and Hajjar, Ludhmila Abrahão and Kalil Filho, Roberto and Cruz, Cecilia Beatriz Bittencourt Viana and Abduch, Maria Cristina and Moleta, Danilo Bora and Bocchi, Edimar Alcides. Strain Longitudinal Global como Preditor de Cardiotoxicidade Induzida por Quimioterapia. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 4, [citado 2026-10-14], eabc340. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/strain-longitudinal-global-como-preditor-de-cardiotoxicidade-induzida-por-quimioterapia/>. ISSN 2318-8219

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Sapalo AT, Cunha R, Gali LG, Romano MMD. Ocupação Apical por Endomiocardiofibrose Associada a Trombo Diagnosticada com Ecocardiografia de Contraste e Resolvida com Tratamento Clínico. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(4):eabc349.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sapalo, André Timóteo; Cunha, Rodolpho; Gali, Luis Gustavo; Romano, Minna Moreira Dias. Ocupação Apical por Endomiocardiofibrose Associada a Trombo Diagnosticada com Ecocardiografia de Contraste e Resolvida com Tratamento Clínico. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 4, eabc349, dez. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sapalo, A. T., Cunha, R., Gali, L. G., & Romano, M. M. D. (2022). Ocupação Apical por Endomiocardiofibrose Associada a Trombo Diagnosticada com Ecocardiografia de Contraste e Resolvida com Tratamento Clínico. ABC Imagem Cardiovascular, 35(4), eabc349.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sapalo, André Timóteo and Cunha, Rodolpho and Gali, Luis Gustavo and Romano, Minna Moreira Dias. Ocupação Apical por Endomiocardiofibrose Associada a Trombo Diagnosticada com Ecocardiografia de Contraste e Resolvida com Tratamento Clínico. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 4, [citado 2026-10-14], eabc349. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ocupacao-apical-por-endomiocardiofibrose-associada-a-trombo-diagnosticada-com-ecocardiografia-de-contraste-e-resolvida-com-tratamento-clinico/>. ISSN 2318-8219

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Pereira MM, Barroso AC, Juliano MTH, Barbosa MM, Gama GT, Melo RJL, Barbosa JB, et al. Aumento do Trabalho Miocárdico Desperdiçado como Indicador de Lesão Coronariana Significativa. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(4):eabc346.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pereira, Márcio Mendes; Barroso, Amanda Castro; Juliano, Marco Túlio Hercos; Barbosa, Márcio Mesquita; Gama, Gustavo Travassos; Melo, Rodrigo de Jesus Louzeiro; Barbosa, José Bonifácio; Gama, Carlos Alberto Vieira; Melo Filho, José Xavier de; Araujo, Auridesio Cutrim de. Aumento do Trabalho Miocárdico Desperdiçado como Indicador de Lesão Coronariana Significativa. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 4, eabc346, dez. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pereira, M. M., Barroso, A. C., Juliano, M. T. H., Barbosa, M. M., Gama, G. T., Melo, R. J. L., Barbosa, J. B., Gama, C. A. V., Melo Filho, J. X. , & Araujo, A. C. (2022). Aumento do Trabalho Miocárdico Desperdiçado como Indicador de Lesão Coronariana Significativa. ABC Imagem Cardiovascular, 35(4), eabc346.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pereira, Márcio Mendes and Barroso, Amanda Castro and Juliano, Marco Túlio Hercos and Barbosa, Márcio Mesquita and Gama, Gustavo Travassos and Melo, Rodrigo de Jesus Louzeiro and Barbosa, José Bonifácio and Gama, Carlos Alberto Vieira and Melo Filho, José Xavier de and Araujo, Auridesio Cutrim de. Aumento do Trabalho Miocárdico Desperdiçado como Indicador de Lesão Coronariana Significativa. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 4, [citado 2026-10-14], eabc346. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/aumento-do-trabalho-miocardico-desperdicado-como-indicador-de-lesao-coronariana-significativa/>. ISSN 2318-8219

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Valério RS, Bittencourt MS, Uellendahl MM. Cardiomiopatia Hipertrófica: Uma Revisão pelo Olhar da Ressonância Magnética. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(4):erer_15.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Valério, Raul Serra; Bittencourt, Marcio Sommer; Uellendahl, Marly M.. Cardiomiopatia Hipertrófica: Uma Revisão pelo Olhar da Ressonância Magnética. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 4, erer_15, dez. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Valério, R. S., Bittencourt, M. S., & Uellendahl, M. M. (2022). Cardiomiopatia Hipertrófica: Uma Revisão pelo Olhar da Ressonância Magnética. ABC Imagem Cardiovascular, 35(4), erer_15.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Valério, Raul Serra and Bittencourt, Marcio Sommer and Uellendahl, Marly M.. Cardiomiopatia Hipertrófica: Uma Revisão pelo Olhar da Ressonância Magnética. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 4, [citado 2026-10-14], erer_15. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cardiomiopatia-hipertrofica-uma-revisao-pelo-olhar-da-ressonancia-magnetica/>. ISSN 2318-8219

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Aguiar MOD, Oliveira AJ, Stangenhaus C, Mathias Junior W. Como eu Faço Contraste Ecocardiográfico. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(4):ecom36.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Aguiar, Miguel Osman Dias; Oliveira, Alessandra Joslin; Stangenhaus, Carolina; Mathias Junior, Wilson. Como eu Faço Contraste Ecocardiográfico. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 4, ecom36, dez. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Aguiar, M. O. D., Oliveira, A. J., Stangenhaus, C., & Mathias Junior, W. (2022). Como eu Faço Contraste Ecocardiográfico. ABC Imagem Cardiovascular, 35(4), ecom36.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Aguiar, Miguel Osman Dias and Oliveira, Alessandra Joslin and Stangenhaus, Carolina and Mathias Junior, Wilson. Como eu Faço Contraste Ecocardiográfico. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 4, [citado 2026-10-14], ecom36. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-contraste-ecocardiografico/>. ISSN 2318-8219

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Ronderos R. Por Que é Tão Difícil Introduzir a Ecocardiografia com Contraste na Prática Clínica Diária na América do Sul: Uma Questão de Economia?. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(4):eed_16.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ronderos, Ricardo. Por Que é Tão Difícil Introduzir a Ecocardiografia com Contraste na Prática Clínica Diária na América do Sul: Uma Questão de Economia?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 4, eed_16, nov. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ronderos, R. (2022). Por Que é Tão Difícil Introduzir a Ecocardiografia com Contraste na Prática Clínica Diária na América do Sul: Uma Questão de Economia?. ABC Imagem Cardiovascular, 35(4), eed_16.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ronderos, Ricardo. Por Que é Tão Difícil Introduzir a Ecocardiografia com Contraste na Prática Clínica Diária na América do Sul: Uma Questão de Economia?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 4, [citado 2026-10-14], eed_16. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/por-que-e-tao-dificil-introduzir-a-ecocardiografia-com-contraste-na-pratica-clinica-diaria-na-america-do-sul-uma-questao-de-economia/>. ISSN 2318-8219

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Rocha DFR, Guimarães HL, Lopes MP, Silva JBM, Gardenghi G. Fechamento Percutâneo de Comunicação Interatrial Múltipla com Repercussão Hemodinâmica: Relato de Dois Casos em Pacientes Adultos Parentes de Primeiro Grau. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(4):eabc345.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rocha, Débora Freire Ribeiro; Guimarães, Henrique Lima; Lopes, Maurício Prudente; Silva, João Batista Masson; Gardenghi, Giulliano. Fechamento Percutâneo de Comunicação Interatrial Múltipla com Repercussão Hemodinâmica: Relato de Dois Casos em Pacientes Adultos Parentes de Primeiro Grau. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 4, eabc345, nov. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rocha, D. F. R., Guimarães, H. L., Lopes, M. P., Silva, J. B. M., & Gardenghi, G. (2022). Fechamento Percutâneo de Comunicação Interatrial Múltipla com Repercussão Hemodinâmica: Relato de Dois Casos em Pacientes Adultos Parentes de Primeiro Grau. ABC Imagem Cardiovascular, 35(4), eabc345.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rocha, Débora Freire Ribeiro and Guimarães, Henrique Lima and Lopes, Maurício Prudente and Silva, João Batista Masson and Gardenghi, Giulliano. Fechamento Percutâneo de Comunicação Interatrial Múltipla com Repercussão Hemodinâmica: Relato de Dois Casos em Pacientes Adultos Parentes de Primeiro Grau. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 4, [citado 2026-10-14], eabc345. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fechamento-percutaneo-de-comunicacao-interatrial-multipla-com-repercussao-hemodinamica-relato-de-dois-casos-em-pacientes-adultos-parentes-de-primeiro-grau/>. ISSN 2318-8219

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Calvilho Júnior AA, Braga JMS, Assef JE, Vilela AA. Como eu Faço a Análise da Função Diastólica na Presença de Fibrilação Atrial. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(4):eabc344.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Calvilho Júnior, Antonio Amador; Braga, João Moron Saes; Assef, Jorge Eduardo; Vilela, Andrea de Andrade. Como eu Faço a Análise da Função Diastólica na Presença de Fibrilação Atrial. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 4, eabc344, nov. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Calvilho Júnior, A. A., Braga, J. M. S., Assef, J. E., & Vilela, A. A. (2022). Como eu Faço a Análise da Função Diastólica na Presença de Fibrilação Atrial. ABC Imagem Cardiovascular, 35(4), eabc344.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Calvilho Júnior, Antonio Amador and Braga, João Moron Saes and Assef, Jorge Eduardo and Vilela, Andrea de Andrade. Como eu Faço a Análise da Função Diastólica na Presença de Fibrilação Atrial. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 4, [citado 2026-10-14], eabc344. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-a-analise-da-funcao-diastolica-na-presenca-de-fibrilacao-atrial/>. ISSN 2318-8219

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Gallafrio CC, Pignatelli RH. Como eu faço Avaliação Ecocardiográfica do Paciente Oncológico Pediátrico. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(4):ecom33.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gallafrio, Claudia Cosentino; Pignatelli, Ricardo H.. Como eu faço Avaliação Ecocardiográfica do Paciente Oncológico Pediátrico. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 4, ecom33, nov. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gallafrio, C. C., & Pignatelli, R. H. (2022). Como eu faço Avaliação Ecocardiográfica do Paciente Oncológico Pediátrico. ABC Imagem Cardiovascular, 35(4), ecom33.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gallafrio, Claudia Cosentino and Pignatelli, Ricardo H.. Como eu faço Avaliação Ecocardiográfica do Paciente Oncológico Pediátrico. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 4, [citado 2026-10-14], ecom33. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-avaliacao-ecocardiografica-do-paciente-oncologico-pediatrico/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Toste A, Cardim N. Cardiomiopatia Hipertrófica: Como Realizar uma Análise Diagnóstica e Prognóstica em 2022. Dividir para Tratar Melhor?. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(4):eed_23.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Toste, Alexandra; Cardim, Nuno. Cardiomiopatia Hipertrófica: Como Realizar uma Análise Diagnóstica e Prognóstica em 2022. Dividir para Tratar Melhor?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 4, eed_23, nov. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Toste, A., & Cardim, N. (2022). Cardiomiopatia Hipertrófica: Como Realizar uma Análise Diagnóstica e Prognóstica em 2022. Dividir para Tratar Melhor?. ABC Imagem Cardiovascular, 35(4), eed_23.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Toste, Alexandra and Cardim, Nuno. Cardiomiopatia Hipertrófica: Como Realizar uma Análise Diagnóstica e Prognóstica em 2022. Dividir para Tratar Melhor?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 4, [citado 2026-10-14], eed_23. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cardiomiopatia-hipertrofica-como-realizar-uma-analise-diagnostica-e-prognostica-em-2022-dividir-para-tratar-melhor/>. ISSN 2318-8219

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Costa A, Junqueira BMI, Macedo CT, Carvalho MVSF, Bezerra CG, Melo RMV. Aplicação do Ecocardiograma Tridimensional em Tempo Real para Detecção de Complicações Tardias no Seguimento Pós-Implante de MitraClip®. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(4):eabc298.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Costa, Alexandre; Junqueira, Bruna de Mattos Ivo; Macedo, Carolina Thé; Carvalho, Marcus Vinicius Silva Freire de; Bezerra, Cristiano Guedes; Melo, Rodrigo Morel Vieira de. Aplicação do Ecocardiograma Tridimensional em Tempo Real para Detecção de Complicações Tardias no Seguimento Pós-Implante de MitraClip®. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 4, eabc298, nov. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Costa, A., Junqueira, B. M. I., Macedo, C. T., Carvalho, M. V. S. F. , Bezerra, C. G., & Melo, R. M. V. (2022). Aplicação do Ecocardiograma Tridimensional em Tempo Real para Detecção de Complicações Tardias no Seguimento Pós-Implante de MitraClip®. ABC Imagem Cardiovascular, 35(4), eabc298.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Costa, Alexandre and Junqueira, Bruna de Mattos Ivo and Macedo, Carolina Thé and Carvalho, Marcus Vinicius Silva Freire de and Bezerra, Cristiano Guedes and Melo, Rodrigo Morel Vieira de. Aplicação do Ecocardiograma Tridimensional em Tempo Real para Detecção de Complicações Tardias no Seguimento Pós-Implante de MitraClip®. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 4, [citado 2026-10-14], eabc298. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/aplicacao-do-ecocardiograma-tridimensional-em-tempo-real-para-deteccao-de-complicacoes-tardias-no-seguimento-pos-implante-de-mitraclip/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Laksono S, Kusharsamita H, Yanni M, Astuti A. Trabalho Miocárdio: uma Revisão Sistemática do Novo Método de Ecocardiografia e Aplicações Clínicas. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(4):eabc299.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Laksono, Sidhi; Kusharsamita, Hillary; Yanni, Mefri; Astuti, Astri. Trabalho Miocárdio: uma Revisão Sistemática do Novo Método de Ecocardiografia e Aplicações Clínicas. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 4, eabc299, nov. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Laksono, S., Kusharsamita, H., Yanni, M., & Astuti, A. (2022). Trabalho Miocárdio: uma Revisão Sistemática do Novo Método de Ecocardiografia e Aplicações Clínicas. ABC Imagem Cardiovascular, 35(4), eabc299.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Laksono, Sidhi and Kusharsamita, Hillary and Yanni, Mefri and Astuti, Astri. Trabalho Miocárdio: uma Revisão Sistemática do Novo Método de Ecocardiografia e Aplicações Clínicas. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 4, [citado 2026-10-14], eabc299. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/trabalho-miocardio-uma-revisao-sistematica-do-novo-metodo-de-ecocardiografia-e-aplicacoes-clinicas/>. ISSN 2318-8219

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Barbosa PME, Magalhães TA. O Papel da Ressonância Magnética Cardíaca em Pacientes com Amiloidose e Estenose Aórtica. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(4):eabc320.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barbosa, Pedro Macedo Esmeraldo; Magalhães, Tiago Augusto. O Papel da Ressonância Magnética Cardíaca em Pacientes com Amiloidose e Estenose Aórtica. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 4, eabc320, nov. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barbosa, P. M. E., & Magalhães, T. A. (2022). O Papel da Ressonância Magnética Cardíaca em Pacientes com Amiloidose e Estenose Aórtica. ABC Imagem Cardiovascular, 35(4), eabc320.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barbosa, Pedro Macedo Esmeraldo and Magalhães, Tiago Augusto. O Papel da Ressonância Magnética Cardíaca em Pacientes com Amiloidose e Estenose Aórtica. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 4, [citado 2026-10-14], eabc320. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-papel-da-ressonancia-magnetica-cardiaca-em-pacientes-com-amiloidose-e-estenose-aortica/>. ISSN 2318-8219

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