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  4. 2022, Volume 2, Número 1
Review Article

Farmacocinética, Mecanismo de Ação e Efeitos Adversos dos Principais Fármacos Utilizados no Tratamento da IC: Uma Visão Prática para o Cardiologista Clínico

Viviane Melo e Silva de Figueiredo et al. João Vitor Soares Santos Bruna Costa de Albuquerque Bogéa Amanda Gomes de Oliveira José Albuquerque de Figueiredo Neto

Inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA)

[…]

  • Farmacologia
  • Insuficiência Cardíaca
  • Revisão
  • Visão Prática
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220002 Visualizações 2
Figura 1
Review Article

Terapia da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida em 2022: Os Pilares Fundamentais

Marcely Gimenes Bonatto et al. Andressa de Oliveira Coiradas Lídia Ana Zytynski Moura

Resumo

O tratamento farmacológico da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFEr) sofreu modificações ao longo dos anos com a descoberta de novos sistemas envolvidos na fisiopatologia e, portanto, de novos alvos terapêuticos. Nesse tratamento, algumas classes de medicações se tornaram fundamentais, devendo ser utilizadas em associação com o objetivo de reduzir a alta morbimortalidade da doença; portanto, são consideradas pilares no tratamento de pacientes com ICFEr. Essas classes medicamentosas atuam no sistema renina-angiotensina-aldosterona (inibidores da enzima conversora de angiotensina, bloqueadores do receptor de angiotensina e antagonistas dos receptores mineralocorticoides), no sistema nervoso autônomo (betabloqueadores), no sistema de peptídeos natriuréticos (inibidores de neprilisina e dos receptores de angiotensina) e no cotransportador de sódio-glicose 2 (inibidores do cotransportador de sódio-glicose 2). O embasamento fisiopatológico e a evidência científica que demonstra o benefício dessas medicações especificamente pelo impacto nos resultados dos ensaios clínicos são sumarizados de forma analítica neste artigo.

  • Antagonistas de Receptores de Mineralocorticoides
  • Bloqueadores do Receptor Tipo 1 de Angiotensina II
  • Inibidores do Transportador 2 de Sódio-Glicose
  • Insuficiência Cardíaca
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220003 Visualizações 2
Figura 1
Review Article

Tratamento da Insuficiência Cardíaca Baseada em Níveis de Peptídeos Natriuréticos: Uma Questão ainda não Resolvida?

Carlos Eduardo Lucena Montenegro et al. Taciana Queiroz Medeiros Gomes Ana Carla Alves de Souza Lyra Joyce Santana do Nascimento Luana do Amaral Dias

Ensaios em IC crônica

Vários estudos abordaram a hipótese que a terapia guiada pelo BNP ou NT-proBNP melhorariam os resultados clínicos na IC crônica. – Embora alguns desses estudos tenham demonstrado uma redução nos eventos clínicos, nenhum deles isoladamente teve poder adequado para testar o efeito desta estratégia na mortalidade por todas as causas.

Um dos primeiros estudos abordando essa questão, publicado em 2000, foi promissor, sugerindo benefício em termos de mortalidade e internação por IC. Troughton et al. demonstraram a redução de eventos cardiovasculares totais (morte, internação hospitalar ou descompensação de IC) (19 versus 54, p = 0,02) mas seu estudo tinha um pequeno número de pacientes (69 pacientes) e um acompanhamento de curto prazo.

[…]

  • Insuficiência Cardíaca
  • Peptídeo Natriurético Encefálico
  • Peptídeos Natriuréticos
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220017 Visualizações 1
Figura 1
Viewpoint

O Uso do Diurético no Paciente com Insuficiência Cardíaca Ambulatorial Estável – Posso Suspender?

Marciane Maria Rover et al. Aline Coletto Jaccottet Diether Villegas Calle Roberto Tofani Sant´Anna

Insuficiência cardíaca: congestão e diureticoterapia

A congestão é um componente central da fisiopatogenia da insuficiência cardíaca (IC), sendo causa de parte dos sintomas cardinais da doença como edema, ortopneia e dispneia aos esforços. O manejo da congestão, portanto, é de extrema importância para o tratamento bem-sucedido da IC. Esse manejo tem por base a prescrição de diuréticos de alça, indicados em pacientes sintomáticos conforme diferentes diretrizes, mesmo na ausência de estudos controlados por placebo que demonstrem impacto na redução da mortalidade e que respaldem sua utilização. , Quando administrados isoladamente ou em combinação com outras drogas, os diuréticos melhoram a capacidade funcional dos pacientes e escores de qualidade de vida por provocar redução da pré-carga e redução das pressões de enchimento ventricular e da regurgitação mitral, resultando em aumento no débito cardíaco.

É fundamental a avaliação da congestão na otimização dos diuréticos. Nesse contexto, devemos considerar a baixa acurácia de sinais clínicos de congestão, especialmente quando utilizados isoladamente. Por outro lado, a avaliação concomitante de vários fatores – incluindo classe funcional pela New York Heart Association (NYHA), presença de ortopneia ou dispneia paroxística noturna (DPN), edema, estertores pulmonares, presença de terceira bulha, refluxo hepatojugular e turgência jugular – pode identificar pacientes de maior risco quando agrupados por meio de escores de congestão. Exames complementares aumentam o valor preditivo e contribuem na tomada de decisão. Os mais utilizados são a dosagem sérica de peptídeos natriuréticos e exames de imagem como radiografia de tórax, ultrassonografia pulmonar e ecocardiograma. Eles podem ser considerados antes da suspensão de diurético e para acompanhamento da volemia, especialmente nos casos duvidosos.

[…]

  • Diurético
  • Furosemida
  • Insuficiência Cardíaca
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220019 Visualizações 1
Figura 1
Research Letter

Novos Fármacos no Tratamento da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida: Vericiguat e Omecamtiv Mecarbil

Mucio Tavares de Oliveira Jr et al. Antonio Carlos Pereira Barretto Carlos Henrique Del Carlo Sergio Jallad Mariana Silveira de Alcantara Chaud

Omecamtiv mecarbil – ativador da miosina

Durante as décadas de 80 e 90, diversas tentativas de tratamento a longo prazo com inotrópicos em pacientes com disfunção sistólica, resultaram quase sempre em aumento da mortalidade ou efeito neutro (milrinona via oral, infusão endovenosa de dobutamina), à exceção da levosimendana, quando usada em infusões intermitentes em pacientes com IC avançada, que não interferiu no prognóstico e evitou piora na qualidade de vida e reinternações.

O omecamtiv mecarbil (OM) é um inotrópico cuja forma de atuação difere dos demais, não tendo relação com aumento do influxo de cálcio ou com o aumento da sensibilidade ao cálcio pelas fibras miocárdicas. A droga aumenta a contratilidade cardíaca por interação seletiva com miosina cardíaca, aumentando o número de moléculas disponíveis para se ligar à actina e produzir uma maior energia cinética no início da sístole, sem aumento no consumo de cálcio e/ou oxigênio. O OM se liga a um sítio que estabiliza a molécula, promovendo maior número de interações actina-miosina, aumentando a quantidade de energia gerada com cada sístole ventricular.

[…]

  • Hospitalização
  • Insuficiência Cardíaca
  • Omecamtiv Mecarbil
  • Sobrevida
  • Vericiguat
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220009 Visualizações 1
Figura 1
Editorial

Nova Definição Universal de Insuficiência Cardíaca: Uma Nova Visão na Abordagem do Paciente com IC

Evandro Tinoco Mesquita et al. Ana Paula Chedid Lidia Ana Zytynski Moura

Em março de 2021, foi publicada, pioneira e simultaneamente no Journal of Cardiac Failure e no European Journal of Heart Failure , uma nova definição universal e classificação para a insuficiência cardíaca (IC). Esse documento foi elaborado pelas Sociedades Europeia, Norte-Americana e Japonesa de IC e apoiado pelas Sociedades Canadense, Indiana, Chinesa, Australiana e Neozelandesa de IC. Os objetivos da publicação foram fornecer uma definição universal, simples e abrangente, que pudesse garantir uma padronização nas pesquisas clínicas, diretrizes, assistência e frente aos pacientes e formadores de políticas públicas. Além disso, também objetiva propor uma classificação revisada e baseada na fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) a fim de guiar a terapia de acordo com a categoria da IC e, por fim, revisar os estágios da IC, visando ao prognóstico e com ênfase na prevenção.

A IC tem sido definida nos livros-texto de Cardiologia como uma síndrome clínica caracterizada pela incapacidade do coração de bombear sangue adequadamente para atender às demandas metabólicas do organismo. Esse perfil fisiopatológico, porém, é encontrado somente nos estágios avançados da IC. As definições são diferentes entre as diretrizes de diversas Sociedades e divergem dos livros-texto, trazendo o conceito de sintomas e sinais associados a anormalidades hemodinâmicas e neuro-hormonais, que não são simples e facilmente mensuráveis.

[…]

  • Cardiomiopatias
  • Insuficiência Cardíaca
  • Medicina da Família
  • Saúde Pública
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220001 Visualizações 2
Figura 1
Review Article

Prevenção Primária Farmacológica de Cardiotoxicidade por Quimioterápicos: Qual a Melhor Abordagem?

Mônica Samuel Avila et al. Deborah de Sá Pereira Belfort Mauro Rogério de Barros Wanderley Júnior

Introdução

Avanços na oncologia, tais como melhor acesso ao sistema de saúde, diagnóstico precoce de câncer e novas quimioterapias, têm levado ao aumento da sobrevida dos pacientes oncológicos ao longo das últimas décadas. No entanto, essa população é vulnerável a eventos adversos relacionados a medicamentos cardiovasculares, como a cardiomiopatia, que leva à insuficiência cardíaca e prejudica a sobrevida e a qualidade de vida. , Dentre as diferentes classes de quimioterápicos, as antraciclinas (ANT) se destacam como as mais relacionadas à cardiomiopatia, que pode acometer sobreviventes de câncer em 9% dos casos.

A definição mais amplamente reconhecida da cardiotoxicidade é baseada em alterações na fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE). Um declínio de 10% para um valor abaixo de 50% ou um declínio associado a sintomas de insuficiência cardíaca durante ou após o uso de um agente cardiotóxico sugere a cardiotoxicidade.

[…]

  • Cardiotoxicidade
  • Insuficiência Cardíaca
  • Preparações Farmacêuticas
  • Prevenção Primária
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220020 Visualizações 1
Review Article

Tratamento Farmacológico do Paciente com Insuficiência Cardíaca Avançada: Recomendações e Desafios

Fernanda Scussel

Resumo

A insuficiência cardíaca é uma condição altamente prevalente, e uma série de novas terapêuticas vêm surgindo nos últimos anos, melhorando a sobrevida e qualidade de vida dos pacientes, concomitante a uma maior complexidade do seu manejo. Em se tratando de pacientes com insuficiência cardíaca avançada, ou seja, com sintomas limitantes persistentes e internações recorrentes, a condução dos casos costuma ser ainda mais desafiadora, pois além de muitas vezes apresentarem características que os excluiriam da maioria dos estudos clínicos, apresentam uma série de dificuldades para a otimização das terapias, principalmente por hipotensão sintomática e disfunção renal, mas também por dificuldade de aderência à crescente lista de medicamentos, custos elevados, e baixa compreensão da sua própria doença. O conceito em voga atualmente é de que a otimização terapêutica, incluindo as 4 drogas fundamentais no tratamento da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (inibidores da enzima conversora da angiotensina/bloqueadores do receptor da angiotensina/inibidores do receptor da angiotensina-neprilisina, betabloqueadores, antagonistas do receptor da aldosterona e inibidores do cotransportador sódio-glicose 2) seja realizado de maneira rápida, em até 4 semanas após o diagnóstico ou internação por descompensação, caso o paciente não estivesse em uso das 4 classes. Este pode ser um objetivo um pouco “ousado” quando se trata de pacientes em estágios mais avançados. Nesses casos algumas estratégias podem ajudar para que se atinja o melhor tratamento possível tolerado, com bom controle de sintomas e melhora da sobrevida. Além disso, a intolerância ao tratamento clínico é também um marcador de doença avançada por si só e deve motivar o referenciamento para centros especializados em insuficiência cardíaca avançada sempre que possível.

  • Insuficiência Cardíaca
  • Tratamento Farmacológico
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220021
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Tratamento Personalizado para Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida: Ivabradina, Nitrato/Hidralazina e Digoxina – Revisão Sistemática e Metanálise

Ivna Girard Cunha Vieira Lima et al. Edimar Alcides Bocchi

Introdução

Nos últimos 30 anos, o tratamento da insuficiência cardíaca crônica com fração de ejeção reduzida (ICFER) evoluiu consideravelmente. Devido a esses avanços, houve uma redução significativa na mortalidade ao longo do tempo e na taxa de hospitalização por insuficiência cardíaca crônica (ICC).

O bloqueio neuro-hormonal se tornou uma peça-chave no tratamento da ICC; no entanto, com o surgimento de novas terapias, como os inibidores do cotransportador de sódio-glicose 2 (iSGLT2), inibidores da neprilisina, ressincronizadores e novos procedimentos, o número de opções disponíveis de tratamentos adicionais à terapia padrão aumentou consideravelmente. Porém, sabe-se que, historicamente, a iniciação de medicamentos que reduzem os desfechos na ICC é recomendada conforme a publicação dos estudos clínicos de eficácia. Atualmente, diante de várias opções, surgiu a seguinte pergunta clínica: é possível personalizar o tratamento adicional a partir das características clínicas do paciente? Esta metanálise visa a identificar populações de interesse nas quais os medicamentos poderiam ter um efeito benéfico incremental com a introdução dos remédios ivabradina, hidralazina e nitrato e digoxina.

[…]

  • Digoxina
  • Hidralazina
  • Insuficiência Cardíaca
  • Nitratos
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220008
Figura 1
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Sequenciamento Farmacológico na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Uma Abordagem Baseada em Fenótipos Clínicos

Evandro Tinoco Mesquita et al. Eduardo Thadeu de Oliveira Correia Letícia Mara dos Santos Barbetta

Introdução

A insuficiência cardíaca (IC) tradicionalmente é categorizada em fenótipos de acordo com a fração de ejeção (FE) do ventrículo esquerdo, sendo que um desses fenótipos é a IC com FE preservada (ICFEp; FE ≥ 50%). Nas últimas décadas, surgiram uma infinidade de tratamentos medicamentosos que reduzem as taxas de mortalidade e hospitalização por IC com FE reduzida. No entanto, embora a ICFEp represente cerca de 50% dos casos de IC, até o momento, apenas a empagliflozina demonstrou reduzir a hospitalização por IC e nenhum medicamento reduziu o risco de morte cardiovascular em ensaios clínicos randomizados (ECRs). Uma hipótese que pode explicar a falta de tratamentos que reduzam os desfechos concretos na ICFEp é a variedade de fenótipos que constituem a ICFEp como síndrome. Considerando esse cenário, neste artigo, discutimos evidências de ECRs e análises post-hoc de ECRs que podem ajudar a melhorar os desfechos de ICFEp, auxiliar os médicos e preparar o caminho para futuros ECRs.

[…]

  • Antagonistas Adrenérgicos beta
  • Antagonistas de Receptores de Mineralocorticoides
  • Digoxina
  • Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina
  • Insuficiência Cardíaca
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220014 Visualizações 1
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Sequência Rápida no Tratamento Fundamental da ICFER: A Proposta Inovadora de Milton Packer e John Mcmurray

Bianca Lopes Cunha et al. Laura Leite da Escóssia Marinho Jefferson Luís Vieira

O tratamento da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFER) envolve medidas de prevenção, retardo na progressão da doença, alívio de sintomas e, sobretudo, aumento de sobrevida. A eficácia do arsenal farmacológico no manejo da ICFER já está bem estabelecida através de inúmeros ensaios clínicos randomizados e envolve quatro pilares fundamentais de tratamento: (1) β-bloqueadores; (2) antagonistas do sistema renina-angiotensina, incluindo inibidores da enzima conversora de angiotensina (iECA), bloqueadores do receptor de angiotensina (BRA) ou inibidores da neprilisina e dos receptores de angiotensina (INRA); (3) inibidores do cotransportador de sódio-glicose 2 (iSGLT2); e (4) antagonistas dos receptores mineralocorticoides (ARM).

A abordagem farmacológica convencional apresentada pelas diretrizes de tratamento da ICFER recomenda a prescrição sequencial das quatro classes de drogas fundamentais na ordem em que foram testadas nos ensaios clínicos clássicos. – Seguindo um protocolo de cinco etapas, os médicos são orientados a iniciar o tratamento com IECA/BRA, seguido de β-bloqueador e, depois, ARM. No quarto passo, avalia-se a substituição de iECA/BRA por INRA e, finalmente, podemos adicionar os iSGLT2 ( ). Essa abordagem aconselha que se titule cada droga para a dose alvo usada nos grandes estudos antes de iniciar a próxima classe farmacológica recomendada ( ). Em 2021, no entanto, um artigo de perspectivas escrito por John McMurray e Milton Packer, responsáveis por boa parte dos principais estudos na área na última década, apontou uma série de limitações na abordagem convencional, propondo uma nova sequência de tratamento farmacológico para a ICFER ambulatorial baseada em três passos ( ). De acordo com a nova proposta, a abordagem convencional apresenta um algoritmo baseado na ordem histórica de publicação dos ensaios clínicos, assumindo erroneamente que drogas desenvolvidas primeiro seriam mais eficazes e mais bem toleradas. Outro ponto observado pelos autores é que a abordagem convencional prioriza a dose alvo de um determinado fármaco antes que o próximo seja introduzido, o que pode atrasar em mais de 6 meses a obtenção do tratamento máximo otimizado. De fato, ao analisarmos os levantamentos e os participantes de grandes ensaios clínicos, observamos que um percentual expressivo deles não recebia as medicações recomendadas; , mesmo em ensaios mais recentes, uma proporção significativa não era tratada com ARM nem INRA. Além disso, o sequenciamento adequado das drogas fundamentais pode melhorar a segurança e a tolerabilidade, uma vez que medicações como os INRA podem reduzir o risco de insuficiência renal associado a iECAs/BRAs. Além disso, tanto os INRA quanto os iSGLT2 podem mitigar o risco de hipercalemia associado ao uso de ARM.

[…]

  • Antagonistas Adrenérgicos beta
  • Antagonistas de Receptores de Mineralocorticoides
  • Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina
  • Inibidores do Transportador 2 de Sódio-Glicose
  • Insuficiência Cardíaca
  • Neprilisina
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220005 Visualizações 1
Figura 1
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Sequenciamento do Tratamento Farmacológico da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida (ICFER): Abordagem Baseada em Perfis Clínicos

Luís Beck-da-Silva

Uma Breve História do Tratamento da IC

O tratamento da Insuficiência Cardíaca (IC) até 1987 era:

Nenhuma destas recomendações acima possuía embasamento epidemiológico-clínico e eram, sim, baseadas no conhecimento fisiopatológico da doença à época, no efeito farmacológico das medicações e em bom-senso.

[…]

  • Antagonistas Adrenérgicos beta
  • Antagonistas de Receptores de Mineralocorticoides
  • Inibidores do Transportador 2 de Sódio-Glicose
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220007 Visualizações 1
Figura 1
Review Article

Diuréticos no Tratamento da Insuficiência Cardíaca

Luis Fernando Bernal da Costa Seguro et al. José Leudo Xavier Júnior

Resumo

Insuficiência cardíaca (IC) é a principal causa de internação em pacientes com mais de 65 anos e, na maioria dos casos, os pacientes se apresentam com sinais e sintomas de congestão. Dessa forma, diuréticos ocupam papel de destaque entre os medicamentos mais utilizados na IC. Apesar de serem utilizados há décadas, a falta de grandes estudos controlados na literatura, para embasar mais adequadamente seu uso, e o eventual desenvolvimento de resistência/tolerância, estão entre os fatores que tornam o manejo dos diuréticos desafiador.

  • Cardiopatias
  • Diuréticos
  • Insuficiência Cardíaca
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220018 Visualizações 2
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Relato de Caso

Miopericardite Aguda Sintomática após Vacina da Pfizer contra COVID-19

Ivana Tabalipa Giublin et al. Camila Hartmann Otavio Celeste Mangili Afonso Akio Shiozaki Lídia Ana Zytynski Moura

Introdução

Casos de miocardite e pericardite têm sido relatados em diversos lugares do mundo desde que se iniciou a vacinação contra o novo coronavírus com vacinas de RNA mensageiro (mRNA), principalmente as produzidas pela Pfizer-BioNTech. A fisiopatologia dessa patologia induzida pela vacina ainda não é totalmente conhecida, mas pode estar relacionada com o componente ativo da vacina (a sequência de mRNA que codifica a proteína spike do SARS-CoV-2) ou à resposta do sistema imunológico que é desencadeada após a vacinação. O que se sabe até o momento é que é um evento adverso raro diante do número de pessoas que já foram imunizadas com estes componentes e a grande maioria dos casos relatados na literatura são de curso benigno, apresentando boa evolução. – A seguir, relatamos um caso de miopericardite em um adulto jovem que apresentou sintomas dois dias após a segunda dose da vacina da Pfizer contra a COVID-19.

[…]

  • Miocardite
  • Pericardite
  • Vacinas contra COVID-19
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220023 Visualizações 1
Figura 1
Relato de Caso

Implementação do Uso Domiciliar de Inotrópico Intravenoso Contínuo como Terapia Paliativa em Paciente com Insuficiência Cardíaca Avançada no Sistema Único de Saúde: Relato de Caso

Ana Paula Chedid Mendes et al. Rita Zambonato Laura C. T. Hastenteufel Letícia Orlandin … Nadine Clausell Livia Adams Goldraich

Introdução

O tratamento contemporâneo baseado em evidências modificou a história natural da insuficiência cardíaca (IC). Contudo, com o atual envelhecimento da população com IC e o número elevado de comorbidades, há uma grande proporção de indivíduos inelegíveis a terapias avançadas e que potencialmente se beneficiam de cuidados paliativos. Dessa forma, estratégias para alívio dos sintomas e melhora da qualidade de vida ganham prioridade em detrimento de intervenções que objetivam desfechos a médio e longo prazos. Para um subgrupo de pacientes com IC avançada em atenção paliativa, a terapia domiciliar com inotrópico contínuo pode ser considerada e integrada aos cuidados paliativos gerais.

[…]

  • Dobutamina Cuidados Paliativos
  • Insuficiência Cardíaca
  • Milrinona
  • Serviços de Assistência Domiciliar
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220024 Visualizações 1
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O Estudo EMPEROR-Preserved: Resultados que Inovam o Tratamento da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada

Ricardo Mourilhe-Rocha et al. Marcelo Imbroinise Bittencourt Felipe Neves de Albuquerque Ana Luiza Ferreira Salles … Pedro Pimenta de Mello Spineti Denilson Campos de Albuquerque

O tratamento da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFEr) vem se aprimorando com inúmeras alternativas farmacológicas e não farmacológicas, conforme descritas em diretrizes nacionais e internacionais. Entretanto, para o cenário de pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEp), nenhuma atualização terapêutica ocorreu até a última diretriz publicada. –

Os inibidores do cotransportador sódio-glicose 2 (iSGLT2) são terapias hipoglicemiantes eficazes no diabetes melito tipo 2 (DM2) e estão associados a melhor controle glicêmico e reduções na massa corporal e na pressão arterial. Em grandes estudos randomizados em pacientes com diabetes, os iSGLT2 melhoraram desfechos cardiovasculares (DCV) e renais – incluindo hospitalização por insuficiência cardíaca (HIC). Esse benefício também foi reproduzido nos pacientes não diabéticos com ICFEr, ou seja, DM2 não é necessário para certificar benefício clínico dos iSGLT2 na ICFEr.

[…]

  • Fração de Ejeção Preservada
  • Insuficiência Cardíaca
  • Terapêutica
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220012 Visualizações 2
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Inibidores do SGLT2 e Sacubitril-Valsartana: Como os Resultados de Estudos Clínicos Revolucionarão o Tratamento da IC com Fração de Ejeção Levemente Reduzida

Miguel Morita Fernandes-Silva

A fração de ejeção (FE) do ventrículo esquerdo é um parâmetro central no manejo da insuficiência cardíaca (IC), sendo um biomarcador crucial de avaliação prognóstica e decisão terapêutica. Os pacientes com IC são classificados em diferentes categorias de acordo com a FE. Apesar de o conceito de FE “normal” ter sido introduzido há quatro décadas, os valores de corte para FE normal e anormal têm sofrido variações consideráveis ao longo do tempo. Em 2016, as diretrizes de IC da European Society of Cardiology definiram IC com FE reduzida (ICFER) como pacientes com valores de FE abaixo de 40%, enquanto a IC com FE preservada (ICFEP) foi definida como FE igual ou acima de 50%. Para preencher a lacuna entre as duas categorias, foi introduzido o termo IC com FE intermediária. Mais recentemente, as diretrizes consideraram mais apropriado renomear essa categoria para IC com FE levemente reduzida (ICFELR). , Por que a classificação baseada na FE mudou consideravelmente nos últimos anos e como isso pode afetar o tratamento da IC?

Na década de 1980, os desenhos dos primeiros estudos de IC utilizavam os pontos de corte da FE para selecionar pacientes com pior prognóstico como uma estratégia de enriquecimento, isto é, selecionavam pacientes com base em um biomarcador que melhora a eficiência do desenho. Visto que pacientes com FE mais baixa apresentam pior prognóstico e, portanto, taxas mais altas de eventos, um tamanho amostral relativamente pequeno seria suficiente para detectar um efeito. Esses estudos utilizavam pontos de corte da FE que variavam de < 45 a < 25% ( ) e eram extremamente bem-sucedidos na identificação de terapias eficazes. Em geral, os estudos que utilizavam pontos de corte da FE < 40% consistentemente identificavam medicamentos e dispositivos para o tratamento de IC que melhoravam os desfechos.

[…]

  • Antagonista do Receptor Mineralocorticoide
  • Betabloqueador
  • Fração de Ejeção
  • Inibidor da Enzima Conversora de Angiotensina
  • Inibidor do Cotransportador de Sódio-glicose 2
  • Inibidor dos Receptores de Angiotensina-neprilisina
  • Insuficiência Cardíaca
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220013 Visualizações 1
Figura 1
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Sequenciamento do Tratamento Farmacológico da ICFER: A Abordagem Tradicional

João Manoel Rossi Neto et al. Raphael Machado Rossi Marco Aurelio Finger Carolina Casadei dos Santos

A abordagem tradicional de sequenciamento

Essa abordagem respeita a introdução histórica dos medicamentos estudados e comprovados por estudos clínicos randomizados (ECR) e tem seu uso aprovado por todas as diretrizes. É importante ressaltar que todos os ECR na insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFER) utilizaram esse sequenciamento e, quando um novo medicamento era testado, ele era adicionado à terapia padrão otimizada, o que reforça a necessidade da manutenção da terapia tripla com betabloqueador (BB), inibidores da enzima conversora da angiotensina (iECA)/bloqueadores dos receptores da angiotensina (BRA) e antagonistas dos receptores mineralocorticoides. Portanto, essa tríade é recomendada como terapia fundamental para ICFER, a menos que os medicamentos sejam contraindicados ou não tolerados.

O inibidor da neprilisina e do receptor de angiotensina (INRA = sacubitril/valsartana) deve substituir os iECA em pacientes que permanecem sintomáticos apesar da tríade. Além disso, pode ser considerado como terapia de primeira linha no lugar dos iECA ( ). As doses máximas recomendadas (DMR) desses medicamentos estão descritas na diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

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  • Conduta do Tratamento Medicamentoso
  • Insuficiência Cardíaca
  • Volume sistólico
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12/04/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220004
Figura 1
Review Article

Terapia Fundamental da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada em 2022

Luiz Cláudio Danzmann et al. Joana Carolina Junqueira de Brum Leticia Kunst Priscila Braun Eduardo Lima Garcia

Resumo

A insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEp) é uma síndrome associada a evidências clínicas de insuficiência cardíaca (IC), fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) ≥ 50% e evidências de disfunção diastólica e/ou alteração estrutural cardíaca. A fisiopatologia da IC com FEVE preservada está relacionada com as morbidades primárias geradoras de agressão cardíaca e vascular a partir de um estado pró-inflamatório crônico com ação no endotélio. Atualmente, a base do manejo da ICFEp gira em torno de cinco pilares: o controle da congestão circulatória, o enfrentamento das morbidades ou etiologias primárias, o uso medicações que demonstram benefício clínico, a identificação e manejo das etiologias secundárias e a reabilitação cardiopulmonar. A terapia fundamental da ICFEp está associada a um diagnóstico preciso, à definição etiológica, à estimativa da gravidade e ao uso de medicações de ação cardiovascular com eficácia comprovada.

  • Capacidade Residual Funcional
  • Insuficiência Cardíaca
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Relato de Caso

Sobreposição de Etiologias em Paciente Jovem com Miocardite Grave: Relato de Caso

Thaís Martins de Oliveira et al. Fernando Luis Scolari Fabiano de Oliveira Poswar Francine Hehn de Oliveira … Ricardo Stein Lívia Adams Goldraich

Introdução

A identificação etiológica de pacientes jovens com insuficiência cardíaca (IC) sempre deve ser um objetivo médico. Nesse cenário, a miocardite infecciosa é um diagnóstico possível e, quando ocorre de fato, tem um curso benigno na maioria das vezes. No entanto, cardiopatias congênitas ou formas familiares de cardiomiopatia devem ser consideradas no diagnóstico diferencial e/ou em concomitância particularmente em apresentações mais graves de miocardite. Nestes casos, além da investigação específica para miocardite, que pode incluir avaliação clínica, exames de imagem, exames laboratoriais e biópsia endomiocárdica com pesquisa do agente viral em tecido miocárdico, o estudo genético é digno de consideração. A associação de etiologias pode ter impacto na apresentação e evolução clínica, mas os dados ainda são escassos, o que faz com que ainda haja na literatura uma lacuna a ser explorada. No presente relato, descrevemos o caso de um homem jovem com quadro de choque cardiogênico secundário a miocardite viral por Epstein Barr (EBV) que cursa com a identificação de uma mutação patogênica no gene PKP2.

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  • Anormalidades Cardiovasculares
  • Contusões Miocárdicas
  • Genética
  • Inflamação
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Viewpoint

Repensando a Definição de Insuficiência Cardíaca Baseada em Fração de Ejeção: Reflexões com Impacto na Terapêutica

Marcelo Iorio Garcia

A definição universal de insuficiência cardíaca (IC) vem em constante mudança nas últimas décadas. É preciso que seja simples e compreensível, de fácil aplicação clínica, capaz de diferenciar os estágios e a gravidade dos pacientes, permitindo uma estratificação dos níveis de cuidado e, principalmente, dos candidatos a terapias específicas.

Quanto à fração de ejeção (FEj), motivo de nossa reflexão, foi proposto no último documento as seguintes subdivisões de acordo com a fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEjVE): IC com fração de ejeção reduzida (ICFEr), FEj ≤ 40%; IC com FEj levemente reduzida (ICFELr), FEj 41% a 49%; IC com fração de ejeção preservada (ICFEp), FEj ≥ 50%; e IC com FEj melhorada (ICFEm), IC com FEj ≤ 40% que aumentou pelo menos 10 pontos, com segunda medida alcançando > 40%.

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  • Insuficiência Cardíaca
  • Terapêutica
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Sequenciamento do Tratamento Farmacológico da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida

Fabiana G. Marcondes-Braga

Ao longo das últimas três décadas, houve um importante avanço no conhecimento sobre o tratamento da insuficiência cardíaca (IC). Na década de 80, estavam disponíveis vasodilatadores diretos, como hidralazina e nitrato, e inibidores da enzima conversora de angiotensina II (iECAs). Esses medicamentos se mostraram eficazes no tratamento de pacientes com IC em diferentes classes funcionais. No estudo CONSENSUS, o uso de enalapril conferiu redução significativa de mortalidade, com número necessário para tratar (NNT) de 6 para pacientes com classe funcional IV da New York Heart Association (NYHA), assim como em pacientes com NYHA II apresentando NNT de 22 no estudo SOLVD. ,

No final da década de 90, os antagonistas dos receptores mineralocorticoides (ARM) e os betabloqueadores foram revelados como duas classes de drogas com impacto sobre a mortalidade em pacientes com IC com fração de ejeção reduzida (ICFER). No estudo RALES, o uso de espironolactona demonstrou redução significativa de mortalidade em pacientes com NYHA III-IV e NNT de 10, sendo necessária a interrupção precoce do estudo. Em relação aos betabloqueadores, seu uso na ICFER mudou a história natural da doença, uma vez que três betabloqueadores distintos (carvedilol, succinato de metoprolol e bisoprolol) demonstraram redução de cerca de 35% no risco relativo de morte geral em comparação ao placebo. –

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  • Insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida
  • Tratamento Farmacológico
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Como citar este artigo

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Figueiredo VMS, Santos JVS, Bogéa BCA, Oliveira AG, Figueiredo Neto JA. Farmacocinética, Mecanismo de Ação e Efeitos Adversos dos Principais Fármacos Utilizados no Tratamento da IC: Uma Visão Prática para o Cardiologista Clínico. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):4-11.

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Figueiredo, Viviane Melo e Silva de; Santos, João Vitor Soares; Bogéa, Bruna Costa de Albuquerque; Oliveira, Amanda Gomes de; Figueiredo Neto, José Albuquerque de. Farmacocinética, Mecanismo de Ação e Efeitos Adversos dos Principais Fármacos Utilizados no Tratamento da IC: Uma Visão Prática para o Cardiologista Clínico. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 4-11, abr. 2022.

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Figueiredo, V. M. S. , Santos, J. V. S., Bogéa, B. C. A., Oliveira, A. G. , & Figueiredo Neto, J. A. (2022). Farmacocinética, Mecanismo de Ação e Efeitos Adversos dos Principais Fármacos Utilizados no Tratamento da IC: Uma Visão Prática para o Cardiologista Clínico. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 4-11.

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Figueiredo, Viviane Melo e Silva de and Santos, João Vitor Soares and Bogéa, Bruna Costa de Albuquerque and Oliveira, Amanda Gomes de and Figueiredo Neto, José Albuquerque de. Farmacocinética, Mecanismo de Ação e Efeitos Adversos dos Principais Fármacos Utilizados no Tratamento da IC: Uma Visão Prática para o Cardiologista Clínico. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 4-11. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/farmacocinetica-mecanismo-de-acao-e-efeitos-adversos-dos-principais-farmacos-utilizados-no-tratamento-da-ic-uma-visao-pratica-para-o-cardiologista-clinico/>

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Bonatto MG, Coiradas AO, Moura LAZ. Terapia da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida em 2022: Os Pilares Fundamentais. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):15-23.

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Bonatto, Marcely Gimenes; Coiradas, Andressa de Oliveira; Moura, Lídia Ana Zytynski. Terapia da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida em 2022: Os Pilares Fundamentais. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 15-23, abr. 2022.

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Bonatto, M. G., Coiradas, A. O., & Moura, L. A. Z. (2022). Terapia da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida em 2022: Os Pilares Fundamentais. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 15-23.

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Bonatto, Marcely Gimenes and Coiradas, Andressa de Oliveira and Moura, Lídia Ana Zytynski. Terapia da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida em 2022: Os Pilares Fundamentais. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 15-23. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/terapia-da-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-reduzida-em-2022-os-pilares-fundamentais/>

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Montenegro CEL, Gomes TQM, Lyra ACAS, Nascimento JS, Dias LA. Tratamento da Insuficiência Cardíaca Baseada em Níveis de Peptídeos Natriuréticos: Uma Questão ainda não Resolvida?. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):80-5.

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Montenegro, Carlos Eduardo Lucena; Gomes, Taciana Queiroz Medeiros; Lyra, Ana Carla Alves de Souza; Nascimento, Joyce Santana do; Dias, Luana do Amaral. Tratamento da Insuficiência Cardíaca Baseada em Níveis de Peptídeos Natriuréticos: Uma Questão ainda não Resolvida?. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 80-85, abr. 2022.

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Montenegro, C. E. L., Gomes, T. Q. M., Lyra, A. C. A. S., Nascimento, J. S. , & Dias, L. A. (2022). Tratamento da Insuficiência Cardíaca Baseada em Níveis de Peptídeos Natriuréticos: Uma Questão ainda não Resolvida?. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 80-85.

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Montenegro, Carlos Eduardo Lucena and Gomes, Taciana Queiroz Medeiros and Lyra, Ana Carla Alves de Souza and Nascimento, Joyce Santana do and Dias, Luana do Amaral. Tratamento da Insuficiência Cardíaca Baseada em Níveis de Peptídeos Natriuréticos: Uma Questão ainda não Resolvida?. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 80-85. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tratamento-da-insuficiencia-cardiaca-baseada-em-niveis-de-peptideos-natriureticos-uma-questao-ainda-nao-resolvida/>

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Rover MM, Jaccottet AC, Calle DV, Sant´Anna RT. O Uso do Diurético no Paciente com Insuficiência Cardíaca Ambulatorial Estável – Posso Suspender?. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):94-8.

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Rover, Marciane Maria; Jaccottet, Aline Coletto; Calle, Diether Villegas; Sant´Anna, Roberto Tofani. O Uso do Diurético no Paciente com Insuficiência Cardíaca Ambulatorial Estável – Posso Suspender?. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 94-98, abr. 2022.

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Rover, M. M., Jaccottet, A. C., Calle, D. V., & Sant´Anna, R. T. (2022). O Uso do Diurético no Paciente com Insuficiência Cardíaca Ambulatorial Estável – Posso Suspender?. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 94-98.

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Rover, Marciane Maria and Jaccottet, Aline Coletto and Calle, Diether Villegas and Sant´Anna, Roberto Tofani. O Uso do Diurético no Paciente com Insuficiência Cardíaca Ambulatorial Estável – Posso Suspender?. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 94-98. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-uso-do-diuretico-no-paciente-com-insuficiencia-cardiaca-ambulatorial-estavel-posso-suspender/>

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Oliveira Jr MT, Barretto ACP, Carlo HD, Jallad S, Chaud MSA. Novos Fármacos no Tratamento da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida: Vericiguat e Omecamtiv Mecarbil. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):50-4.

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Oliveira Jr, Mucio Tavares de; Barretto, Antonio Carlos Pereira; Carlo, s Henrique Del; Jallad, Sergio; Chaud, Mariana Silveira de Alcantara. Novos Fármacos no Tratamento da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida: Vericiguat e Omecamtiv Mecarbil. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 50-54, abr. 2022.

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Oliveira Jr, M. T. , Barretto, A. C. P., Carlo, H. D., Jallad, S., & Chaud, M. S. A. (2022). Novos Fármacos no Tratamento da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida: Vericiguat e Omecamtiv Mecarbil. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 50-54.

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Oliveira Jr, Mucio Tavares de and Barretto, Antonio Carlos Pereira and Carlo, s Henrique Del and Jallad, Sergio and Chaud, Mariana Silveira de Alcantara. Novos Fármacos no Tratamento da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida: Vericiguat e Omecamtiv Mecarbil. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 50-54. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/novos-farmacos-no-tratamento-da-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-reduzida-vericiguat-e-omecamtiv-mecarbil/>

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Mesquita ET, Chedid AP, Moura LAZ. Nova Definição Universal de Insuficiência Cardíaca: Uma Nova Visão na Abordagem do Paciente com IC. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):1-3.

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Mesquita, Evandro Tinoco; Chedid, Ana Paula; Moura, Lidia Ana Zytynski. Nova Definição Universal de Insuficiência Cardíaca: Uma Nova Visão na Abordagem do Paciente com IC. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 1-3, abr. 2022.

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Mesquita, E. T., Chedid, A. P., & Moura, L. A. Z. (2022). Nova Definição Universal de Insuficiência Cardíaca: Uma Nova Visão na Abordagem do Paciente com IC. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 1-3.

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Mesquita, Evandro Tinoco and Chedid, Ana Paula and Moura, Lidia Ana Zytynski. Nova Definição Universal de Insuficiência Cardíaca: Uma Nova Visão na Abordagem do Paciente com IC. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 1-3. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/nova-definicao-universal-de-insuficiencia-cardiaca-uma-nova-visao-na-abordagem-do-paciente-com-ic/>

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Avila MS, Belfort DSP, Wanderley Júnior MRB. Prevenção Primária Farmacológica de Cardiotoxicidade por Quimioterápicos: Qual a Melhor Abordagem?. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):99-107.

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Avila, Mônica Samuel; Belfort, Deborah de Sá Pereira; Wanderley Júnior, Mauro Rogério de Barros. Prevenção Primária Farmacológica de Cardiotoxicidade por Quimioterápicos: Qual a Melhor Abordagem?. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 99-107, abr. 2022.

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Avila, M. S., Belfort, D. S. P., & Wanderley Júnior, M. R. B. (2022). Prevenção Primária Farmacológica de Cardiotoxicidade por Quimioterápicos: Qual a Melhor Abordagem?. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 99-107.

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Avila, Mônica Samuel and Belfort, Deborah de Sá Pereira and Wanderley Júnior, Mauro Rogério de Barros. Prevenção Primária Farmacológica de Cardiotoxicidade por Quimioterápicos: Qual a Melhor Abordagem?. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 99-107. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevencao-primaria-farmacologica-de-cardiotoxicidade-por-quimioterapicos-qual-a-melhor-abordagem/>

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Scussel F. Tratamento Farmacológico do Paciente com Insuficiência Cardíaca Avançada: Recomendações e Desafios. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):109-15.

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Scussel, Fernanda. Tratamento Farmacológico do Paciente com Insuficiência Cardíaca Avançada: Recomendações e Desafios. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 109-115, abr. 2022.

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Scussel, F. (2022). Tratamento Farmacológico do Paciente com Insuficiência Cardíaca Avançada: Recomendações e Desafios. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 109-115.

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Scussel, Fernanda. Tratamento Farmacológico do Paciente com Insuficiência Cardíaca Avançada: Recomendações e Desafios. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 109-115. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tratamento-farmacologico-do-paciente-com-insuficiencia-cardiaca-avancada-recomendacoes-e-desafios/>

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Lima IGCV, Bocchi EA. Tratamento Personalizado para Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida: Ivabradina, Nitrato/Hidralazina e Digoxina – Revisão Sistemática e Metanálise. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):41-9.

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Lima, Ivna Girard Cunha Vieira; Bocchi, Edimar Alcides. Tratamento Personalizado para Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida: Ivabradina, Nitrato/Hidralazina e Digoxina – Revisão Sistemática e Metanálise. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 41-49, abr. 2022.

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Lima, I. G. C. V., & Bocchi, E. A. (2022). Tratamento Personalizado para Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida: Ivabradina, Nitrato/Hidralazina e Digoxina – Revisão Sistemática e Metanálise. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 41-49.

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Lima, Ivna Girard Cunha Vieira and Bocchi, Edimar Alcides. Tratamento Personalizado para Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida: Ivabradina, Nitrato/Hidralazina e Digoxina – Revisão Sistemática e Metanálise. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 41-49. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tratamento-personalizado-para-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-reduzida-ivabradina-nitrato-hidralazina-e-digoxina-revisao-sistematica-e-metanalise/>

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Mesquita ET, Correia ETO, Barbetta LMS. Sequenciamento Farmacológico na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Uma Abordagem Baseada em Fenótipos Clínicos. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):72-5.

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Mesquita, Evandro Tinoco; Correia, Eduardo Thadeu de Oliveira; Barbetta, Letícia Mara dos Santos. Sequenciamento Farmacológico na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Uma Abordagem Baseada em Fenótipos Clínicos. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 72-75, abr. 2022.

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Mesquita, E. T., Correia, E. T. O., & Barbetta, L. M. S. (2022). Sequenciamento Farmacológico na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Uma Abordagem Baseada em Fenótipos Clínicos. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 72-75.

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Mesquita, Evandro Tinoco and Correia, Eduardo Thadeu de Oliveira and Barbetta, Letícia Mara dos Santos. Sequenciamento Farmacológico na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Uma Abordagem Baseada em Fenótipos Clínicos. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 72-75. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sequenciamento-farmacologico-na-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-preservada-uma-abordagem-baseada-em-fenotipos-clinicos/>

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Cunha BL, Marinho LLE, Vieira JL. Sequência Rápida no Tratamento Fundamental da ICFER: A Proposta Inovadora de Milton Packer e John Mcmurray. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):27-30.

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Cunha, Bianca Lopes; Marinho, Laura Leite da Escóssia; Vieira, Jefferson Luís. Sequência Rápida no Tratamento Fundamental da ICFER: A Proposta Inovadora de Milton Packer e John Mcmurray. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 27-30, abr. 2022.

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Cunha, B. L., Marinho, L. L. E., & Vieira, J. L. (2022). Sequência Rápida no Tratamento Fundamental da ICFER: A Proposta Inovadora de Milton Packer e John Mcmurray. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 27-30.

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Cunha, Bianca Lopes and Marinho, Laura Leite da Escóssia and Vieira, Jefferson Luís. Sequência Rápida no Tratamento Fundamental da ICFER: A Proposta Inovadora de Milton Packer e John Mcmurray. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 27-30. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sequencia-rapida-no-tratamento-fundamental-da-icfer-a-proposta-inovadora-de-milton-packer-e-john-mcmurray/>

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Beck-da-Silva L. Sequenciamento do Tratamento Farmacológico da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida (ICFER): Abordagem Baseada em Perfis Clínicos. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):36-40.

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Beck-da-Silva, Luís. Sequenciamento do Tratamento Farmacológico da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida (ICFER): Abordagem Baseada em Perfis Clínicos. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 36-40, abr. 2022.

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Beck-da-Silva, L. (2022). Sequenciamento do Tratamento Farmacológico da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida (ICFER): Abordagem Baseada em Perfis Clínicos. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 36-40.

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Beck-da-Silva, Luís. Sequenciamento do Tratamento Farmacológico da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida (ICFER): Abordagem Baseada em Perfis Clínicos. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 36-40. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sequenciamento-do-tratamento-farmacologico-da-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-reduzida-icfer-abordagem-baseada-em-perfis-clinicos/>

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Seguro LFBC, Xavier Júnior JL. Diuréticos no Tratamento da Insuficiência Cardíaca. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):86-93.

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Seguro, Luis Fernando Bernal da Costa; Xavier Júnior, José Leudo. Diuréticos no Tratamento da Insuficiência Cardíaca. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 86-93, abr. 2022.

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Seguro, L. F. B. C., & Xavier Júnior, J. L. (2022). Diuréticos no Tratamento da Insuficiência Cardíaca. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 86-93.

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Seguro, Luis Fernando Bernal da Costa and Xavier Júnior, José Leudo. Diuréticos no Tratamento da Insuficiência Cardíaca. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 86-93. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/diureticos-no-tratamento-da-insuficiencia-cardiaca/>

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Giublin IT, Hartmann C, Mangili OC, Shiozaki AA, Moura LAZ. Miopericardite Aguda Sintomática após Vacina da Pfizer contra COVID-19. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):120-2.

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Giublin, Ivana Tabalipa; Hartmann, Camila; Mangili, Otavio Celeste; Shiozaki, Afonso Akio; Moura, Lídia Ana Zytynski. Miopericardite Aguda Sintomática após Vacina da Pfizer contra COVID-19. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 120-122, abr. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Giublin, I. T., Hartmann, C., Mangili, O. C., Shiozaki, A. A., & Moura, L. A. Z. (2022). Miopericardite Aguda Sintomática após Vacina da Pfizer contra COVID-19. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 120-122.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Giublin, Ivana Tabalipa and Hartmann, Camila and Mangili, Otavio Celeste and Shiozaki, Afonso Akio and Moura, Lídia Ana Zytynski. Miopericardite Aguda Sintomática após Vacina da Pfizer contra COVID-19. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 120-122. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/miopericardite-aguda-sintomatica-apos-vacina-da-pfizer-contra-covid-19/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mendes APC, Zambonato R, Hastenteufel LCT, Orlandin L, Clausell N, Goldraich LA. Implementação do Uso Domiciliar de Inotrópico Intravenoso Contínuo como Terapia Paliativa em Paciente com Insuficiência Cardíaca Avançada no Sistema Único de Saúde: Relato de Caso. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):123-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mendes, Ana Paula Chedid; Zambonato, Rita; Hastenteufel, Laura C. T.; Orlandin, Letícia; Clausell, Nadine; Goldraich, Livia Adams. Implementação do Uso Domiciliar de Inotrópico Intravenoso Contínuo como Terapia Paliativa em Paciente com Insuficiência Cardíaca Avançada no Sistema Único de Saúde: Relato de Caso. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 123-125, abr. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mendes, A. P. C., Zambonato, R., Hastenteufel, L. C. T., Orlandin, L., Clausell, N., & Goldraich, L. A. (2022). Implementação do Uso Domiciliar de Inotrópico Intravenoso Contínuo como Terapia Paliativa em Paciente com Insuficiência Cardíaca Avançada no Sistema Único de Saúde: Relato de Caso. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 123-125.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mendes, Ana Paula Chedid and Zambonato, Rita and Hastenteufel, Laura C. T. and Orlandin, Letícia and Clausell, Nadine and Goldraich, Livia Adams. Implementação do Uso Domiciliar de Inotrópico Intravenoso Contínuo como Terapia Paliativa em Paciente com Insuficiência Cardíaca Avançada no Sistema Único de Saúde: Relato de Caso. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 123-125. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/implementacao-do-uso-domiciliar-de-inotropico-intravenoso-continuo-como-terapia-paliativa-em-paciente-com-insuficiencia-cardiaca-avancada-no-sistema-unico-de-saude-relato-de-caso/>

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mourilhe-Rocha R, Bittencourt MI, Albuquerque FN, Salles ALF, Spineti PPM, Albuquerque DC. O Estudo EMPEROR-Preserved: Resultados que Inovam o Tratamento da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):64-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mourilhe-Rocha, Ricardo; Bittencourt, Marcelo Imbroinise; Albuquerque, Felipe Neves de; Salles, Ana Luiza Ferreira; Spineti, Pedro Pimenta de Mello; Albuquerque, Denilson Campos de. O Estudo EMPEROR-Preserved: Resultados que Inovam o Tratamento da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 64-66, abr. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mourilhe-Rocha, R., Bittencourt, M. I., Albuquerque, F. N. , Salles, A. L. F., Spineti, P. P. M., & Albuquerque, D. C. (2022). O Estudo EMPEROR-Preserved: Resultados que Inovam o Tratamento da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 64-66.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mourilhe-Rocha, Ricardo and Bittencourt, Marcelo Imbroinise and Albuquerque, Felipe Neves de and Salles, Ana Luiza Ferreira and Spineti, Pedro Pimenta de Mello and Albuquerque, Denilson Campos de. O Estudo EMPEROR-Preserved: Resultados que Inovam o Tratamento da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 64-66. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-estudo-emperor-preserved-resultados-que-inovam-o-tratamento-da-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-preservada/>

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Fernandes-Silva MM. Inibidores do SGLT2 e Sacubitril-Valsartana: Como os Resultados de Estudos Clínicos Revolucionarão o Tratamento da IC com Fração de Ejeção Levemente Reduzida. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):67-71.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fernandes-Silva, Miguel Morita. Inibidores do SGLT2 e Sacubitril-Valsartana: Como os Resultados de Estudos Clínicos Revolucionarão o Tratamento da IC com Fração de Ejeção Levemente Reduzida. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 67-71, abr. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fernandes-Silva, M. M. (2022). Inibidores do SGLT2 e Sacubitril-Valsartana: Como os Resultados de Estudos Clínicos Revolucionarão o Tratamento da IC com Fração de Ejeção Levemente Reduzida. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 67-71.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fernandes-Silva, Miguel Morita. Inibidores do SGLT2 e Sacubitril-Valsartana: Como os Resultados de Estudos Clínicos Revolucionarão o Tratamento da IC com Fração de Ejeção Levemente Reduzida. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 67-71. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/inibidores-do-sglt2-e-sacubitril-valsartana-como-os-resultados-de-estudos-clinicos-revolucionarao-o-tratamento-da-ic-com-fracao-de-ejecao-levemente-reduzida/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Rossi Neto JM, Rossi RM, Finger MA, Santos CC. Sequenciamento do Tratamento Farmacológico da ICFER: A Abordagem Tradicional. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):24-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rossi Neto, João Manoel; Rossi, Raphael Machado; Finger, Marco Aurelio; Santos, Carolina Casadei dos. Sequenciamento do Tratamento Farmacológico da ICFER: A Abordagem Tradicional. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 24-26, abr. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rossi Neto, J. M., Rossi, R. M., Finger, M. A., & Santos, C. C. (2022). Sequenciamento do Tratamento Farmacológico da ICFER: A Abordagem Tradicional. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 24-26.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rossi Neto, João Manoel and Rossi, Raphael Machado and Finger, Marco Aurelio and Santos, Carolina Casadei dos. Sequenciamento do Tratamento Farmacológico da ICFER: A Abordagem Tradicional. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 24-26. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sequenciamento-do-tratamento-farmacologico-da-icfer-a-abordagem-tradicional/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Danzmann LC, Brum JCJ, Kunst L, Braun P, Garcia EL. Terapia Fundamental da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada em 2022. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):55-63.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Danzmann, Luiz Cláudio; Brum, Joana Carolina Junqueira de; Kunst, Leticia; Braun, Priscila; Garcia, Eduardo Lima. Terapia Fundamental da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada em 2022. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 55-63, abr. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Danzmann, L. C., Brum, J. C. J. , Kunst, L., Braun, P., & Garcia, E. L. (2022). Terapia Fundamental da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada em 2022. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 55-63.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Danzmann, Luiz Cláudio and Brum, Joana Carolina Junqueira de and Kunst, Leticia and Braun, Priscila and Garcia, Eduardo Lima. Terapia Fundamental da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada em 2022. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 55-63. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/terapia-fundamental-da-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-preservada-em-2022/>

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Oliveira TM, Scolari FL, Poswar FO, Oliveira FH, Stein R, Goldraich LA. Sobreposição de Etiologias em Paciente Jovem com Miocardite Grave: Relato de Caso. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):116-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Oliveira, Thaís Martins de; Scolari, Fernando Luis; Poswar, Fabiano de Oliveira; Oliveira, Francine Hehn de; Stein, Ricardo; Goldraich, Lívia Adams. Sobreposição de Etiologias em Paciente Jovem com Miocardite Grave: Relato de Caso. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 116-119, abr. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Oliveira, T. M. , Scolari, F. L., Poswar, F. O., Oliveira, F. H. , Stein, R., & Goldraich, L. A. (2022). Sobreposição de Etiologias em Paciente Jovem com Miocardite Grave: Relato de Caso. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 116-119.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Oliveira, Thaís Martins de and Scolari, Fernando Luis and Poswar, Fabiano de Oliveira and Oliveira, Francine Hehn de and Stein, Ricardo and Goldraich, Lívia Adams. Sobreposição de Etiologias em Paciente Jovem com Miocardite Grave: Relato de Caso. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 116-119. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sobreposicao-de-etiologias-em-paciente-jovem-com-miocardite-grave-relato-de-caso/>

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Garcia MI. Repensando a Definição de Insuficiência Cardíaca Baseada em Fração de Ejeção: Reflexões com Impacto na Terapêutica. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):76-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Garcia, Marcelo Iorio. Repensando a Definição de Insuficiência Cardíaca Baseada em Fração de Ejeção: Reflexões com Impacto na Terapêutica. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 76-79, abr. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Garcia, M. I. (2022). Repensando a Definição de Insuficiência Cardíaca Baseada em Fração de Ejeção: Reflexões com Impacto na Terapêutica. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 76-79.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Garcia, Marcelo Iorio. Repensando a Definição de Insuficiência Cardíaca Baseada em Fração de Ejeção: Reflexões com Impacto na Terapêutica. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 76-79. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/repensando-a-definicao-de-insuficiencia-cardiaca-baseada-em-fracao-de-ejecao-reflexoes-com-impacto-na-terapeutica/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Marcondes-Braga FG. Sequenciamento do Tratamento Farmacológico da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. ABC Heart Fail Cardiomyop 2022;2(1):31-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Marcondes-Braga, Fabiana G.. Sequenciamento do Tratamento Farmacológico da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 2, n. 1, p. 31-35, abr. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Marcondes-Braga, F. G. (2022). Sequenciamento do Tratamento Farmacológico da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. ABC Heart Fail Cardiomyop, 2(1), 31-35.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Marcondes-Braga, Fabiana G.. Sequenciamento do Tratamento Farmacológico da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2022, vol. 2, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 31-35. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sequenciamento-do-tratamento-farmacologico-da-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-reduzida/>

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