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  2. Palavra-chave: arteriosclerose coronariana
ABC
Artigo Original

Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea

Priscyla B. M. A. Girardi et al. Whady Hueb Célia R. S. R. Nogueira Myrthes E. Takiuti … Teryo Nakano Cibele Larrosa Garzillo Felipe da S. Paulitsch Aécio F. T. Góis Neuza H. M. Lopes Noedir A. Stolf

FUNDAMENTO: Técnicas cirúrgicas de revascularização miocárdica sem o uso de circulação extracorpórea (CEC) projetaram esperanças de resultados operatórios com menor dano sistêmico, menor ocorrência de complicações clínicas e menor tempo de internação hospitalar, gerando expectativas de menor custo hospitalar. OBJETIVO: Avaliar o custo hospitalar em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica com e sem o uso de CEC, e em portadores de doença multiarterial coronariana estável com função ventricular preservada. MÉTODOS: Os custos hospitalares foram baseados na remuneração governamental vigente. Acrescentaram-se aos custos uso de órteses e próteses, complicações e intercorrências clínicas. Consideraram-se o tempo e os custos de permanência na UTI e de internação hospitalar. RESULTADOS: Entre janeiro de 2002 e agosto de 2006, foram randomizados 131 pacientes para cirurgia com CEC (CCEC) e 128 pacientes sem CEC (SCEC). As características basais foram semelhantes para os dois grupos. Os custos das intercorrências cirúrgicas foram significativamente menores (p < 0,001) para pacientes do grupo SCEC comparados ao grupo CCEC (606,00 ± 525,00 vs. 945,90 ± 440,00), bem como os custos na UTI: 432,20 ± 391,70 vs. 717,70 ± 257,70, respectivamente. Os tempos de permanência na sala cirúrgica foram (4,9 ± 1,1 h vs. 3,9 ± 1,0 h), (p < 0,001) na UTI (48,2 ± 17,2 h vs. 29,2 ± 26,1h) (p < 0,001), com tempo de entubação (9,2 ± 4,5 h vs. 6,4 ± 5,1h) (p < 0,001) para pacientes do grupo com e sem CEC, respectivamente. CONCLUSÃO: Os resultados permitem concluir que a cirurgia de revascularização miocárdica, sem circulação extracorpórea, proporciona diminuição de custos operacionais e de tempo de permanência em cada setor relacionado ao tratamento cirúrgico.

  • arteriosclerose coronariana
  • Circulação Extracorpórea
  • Custos Hospitalares
  • efeitos adversos
  • Ponte de Artéria Coronária sem Circulação Extracorpórea
  • Revascularização Miocárdica
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05/01/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001800003 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Qualidade de vida após revascularização cirúrgica do miocárdio com e sem circulação extracorpórea

Celia R. S. R. Nogueira et al. Whady Hueb Myrthes E. Takiuti Priscyla B. M. A. Girardi … Teryo Nakano Fábio Fernandes Felipe da S. Paulitsch Aécio F. T. Góis Neuza H. M. Lopes Noedir A. Stolf

FUNDAMENTO: Técnicas de cirurgia de revascularização miocárdica (RM) sem o uso de circulação extracorpórea (CEC) possibilitou resultados operatórios com menor dano sistêmico, menor ocorrência de complicações clínicas, menor permanência na sala de terapia intensiva e também no tempo de internação, gerando expectativas de melhor qualidade de vida (QV) dos pacientes. OBJETIVO: Avaliar a QV em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização com e sem CEC. MÉTODOS: Em pacientes com doença multiarterial coronariana (DAC) estável e função ventricular preservada, aplicou-se o Short-Form Health Survey (SF-36) Questionnaire antes da cirurgia e depois de 6 e 12 meses. RESULTADOS: Entre janeiro de 2002 e dezembro de 2006, foram randomizados 202 pacientes para cirurgia de RM. As características demográficas clínicas laboratoriais e angiográficas foram semelhantes nos dois grupos. Desses pacientes, 105 foram operados sem CEC e 97 com CEC. Na evolução, 22 pacientes sofreram infarto, 29 relataram angina, um reoperou, 3 tiveram AVC e nenhum morreu. A avaliação da QV mostrou similaridade nos dois grupos em relação ao componente físico e mental. Todavia, encontrou-se significativa melhora da capacidade funcional e percepção do aspecto físico nos pacientes do sexo masculino. Além disso, um expressivo número de pacientes dos dois grupos retornou ao trabalho. CONCLUSÃO: Em todos os pacientes estudados, observaram-se melhora progressiva da qualidade de vida e retorno precoce ao trabalho, independentemente da técnica cirúrgica empregada. Exceto pela melhor percepção da capacidade funcional e do aspecto físico experimentado pelos homens, não houve diferença estatística nos resultados dos demais domínios alcançados pelos dois grupos estudados.

  • arteriosclerose coronariana
  • Circulação Extracorpórea
  • Qualidade de Vida
  • Revascularização Miocárdica
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11/11/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001600006 Visualizações 1
Miocárdio viável pela tomografia computadorizada com Tc-99m (MIBI) sensibilizada por nitroglicerina endovenosa
ABC
Artigo Original

Miocárdio viável pela tomografia computadorizada com Tc-99m (MIBI) sensibilizada por nitroglicerina endovenosa

José Ramos Filho et al. Marcos Welber Nascimento Rafael Mariano Gislon da Silva Thiago Negrini de Camargo … Roberto Simões de Almeida Eloá Jacinto Lima

FUNDAMENTO: A seleção de pacientes com doença coronariana crônica para recanalização baseia-se na detecção do miocárdio comprometido, potencialmente viável. OBJETIVO: Avaliar o miocárdio isquêmico, potencialmente viável pelo SPECT com MIBI sensibilizado por nitroglicerina em dose máxima tolerada. MÉTODOS: Investigamos de forma prospectiva, de abril de 2004 a novembro de 2005, pela tomografia computadorizada por emissão de fóton único SPECT com Tc-99m (MIBI), 40 pacientes (média etária 62 ± 8,9 anos, 30 homens) com obstrtução coronariana demonstrada angiograficamente, e a cintilografia miocárdica foi realizada em repouso e com nitroglicerina endovenosa (EV), iniciando com a dose (1 µg/kg/min) e incremento a cada minuto, até a queda da pressão arterial sistólica em 20 mmHg. A redução da perfusão dos segmentos foi classificada em moderada e severa, e comparada depois da nitroglicerina. Analisamos as variáveis angiográficas, hemodinâmicas e de perfusão miocárdica. RESULTADOS: Analisamos 680 segmentos miocárdicos em repouso: 538 com distribuição homogênea e 142 com hipoperfusão (54 com redução moderada e 88 severa). Depois da nitroglicerina, ocorreu aumento da perfusão em 19 (47,5%) de 40 pacientes. Tornaram-se viáveis 55 de 142 segmentos: 33 (61,1%) com redução moderada e 22 (25%) com redução severa, ambos apresentaram aumento significativo da distribuição do radiofármaco (p < 0,001, qui-quadrado). CONCULSÃO: Dos componentes com Tc-99m, está incluído o Tc-99m-2-methoxy-isobutil-isonitrila (MIBI) que, utilizado com dose otimizada de nitroglicerina EV, pode aumentar a captação do radiofármaco em áreas com hipoperfusão moderada e severa. Os resultados deste estudo sugerem aumento da sensibilidade do Tc-99m (MIBI) pela nitroglicerina para detecção de miocárdio viável.

  • arteriosclerose coronariana
  • Miocárdio
  • Miocárdio Atordoado
  • nitroglicerina
  • Reperfusão Miocárdica
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01/10/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001500003 Visualizações 1
Mieloperoxidase e doença arterial coronariana: da pesquisa à prática clínica
ABC
Atualização

Mieloperoxidase e doença arterial coronariana: da pesquisa à prática clínica

Raquel Melchior Roman et al. Andrea Elisabet Wendland Carisi Anne Polanczyk

A mieloperoxidase (MPO) é uma enzima derivada de leucócitos que catalisa a formação de numerosas espécies reativas oxidantes. Além de integrantes da resposta imune inata, evidências têm comprovado a contribuição desses oxidantes para o dano tecidual durante inflamação. A MPO participa de atividades biológicas pró-aterogênicas relacionadas à evolução da doença cardiovascular, incluindo iniciação, propagação e as fases de complicação aguda do processo aterosclerótico. Dessa forma, a MPO e sua cascata inflamatória representam um alvo atrativo para investigação prognóstica e terapêutica na doença aterosclerótica cardiovascular. Nesta revisão, apresentamos o estado da arte no entendimento das ações biológicas às evidências clínicas da relação entre MPO e doença arterial coronariana. Vários estudos apontam para o efeito independente dos níveis de MPO na evolução da doença e ocorrência de eventos em pacientes com síndrome coronariana aguda. Entretanto, ainda não é consistente o valor preditivo adicional dos níveis de MPO na estratificação de risco cardiovascular para incorporá-la à prática clínica como sinalizadora de vulnerabilidade de placa. Estudos adicionais são necessários para confirmar seu papel nas diferentes formas de apresentação da cardiopatia isquêmica, além da padronização do ensaio, ponto fundamental para a transição desse marcador do ambiente de pesquisa para uso na rotina clínica.

  • arteriosclerose coronariana
  • Aterosclerose
  • Inflamação
  • Peroxidase
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25/07/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001300015
Perfil de uso dos stents farmacológicos no Brasil: dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC)
ABC
Artigo Original

Perfil de uso dos stents farmacológicos no Brasil: dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC)

Cristiano O. Cardoso et al. Alexandre S. de Quadros Luiz A. Mattos Carlos A. Gottschall … Rogério E. Sarmento-Leite José A. Marin-Neto

FUNDAMENTO: Os stents farmacológicos (SF) foram um grande avanço no tratamento da cardiopatia isquêmica, mas críticas têm sido feitas à extrapolação dos resultados favoráveis de ensaios clínicos para a prática clínica diária. OBJETIVO: Avaliar o uso dos stents farmacológicos (SF) no Brasil, entre os anos de 2000 e 2005. MÉTODOS: Por meio do banco de dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC), da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, foram analisados todos os procedimentos com uso de SF entre os anos de 2000-2005. Os grupos foram divididos nos biênios (2000-2001(A), 2002-2003 (B) e 2004-2005(C)), e as características clínicas, angiográficas e os desfechos foram comparados. Análise estatística foi realizada com teste quiquadrado ou ANOVA, sendo significativo p<0,05. RESULTADOS: No período estudado foram avaliados 154.406 procedimentos, e os SF foram utilizados em 10.426 intervenções (7% do total). Observou-se progressivo e estatisticamente significativo aumento uso dos SF no período analisado: 0,14% em 2000-2001, 5% em 2002-2003, e 14% em 2004-2005 (p<0,0001). Após 2001, observou-se aumento dos índices de sucesso (96,58% em 2000-2001 (A), 99,69% em 2002-2003 (B) e 99,56 em 2004-2005 (C), A x B com p<0,001; B x C com p=0,015) e redução nas taxas de óbito hospitalar (1,59% no grupo A, 0,38% no grupo B, 0,66% no grupo C, p=0,59 para A x B; e p<0,0001 para B x C). CONCLUSÃO: O uso dos SF no Brasil cresceu significativamente nos últimos anos, com melhora dos índices de sucesso e diminuição do óbito hospitalar.

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  • Stents Farmacológicos
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18/04/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001800002
Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro
ABC
Artigo Original

Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro

Dany David Kruczan et al. Nelson Albuquerque de Souza e Silva Basílio de Bragança Pereira Vítor André Romão … Wilson Braz Correa Filho Fidel Ernesto Castro Morales

OBJETIVO: Avaliar a prevalência de doença arterial coronariana (DAC) na valvopatia de etiologia reumática e não-reumática, examinando possíveis fatores preditivos da presença da doença. MÉTODOS: Estudo transversal, de série de casos obtidos em população pré-definida. Foram avaliados 1.412 pacientes com indicação de cirurgia cardíaca por qualquer etiologia. Destes, foram encontrados e estudados 294 casos com valvopatia primária de etiologias reumática e não-reumática, com idade > 40 anos, submetidos a coronariografia. RESULTADOS: Os valvopatas reumáticos apresentaram menor prevalência de DAC (4%) que os não-reumáticos (33,61%) (p 55 anos, HAS, dor torácica típica, diabete e dislipidemia se relacionavam diretamente com a DAC, sendo as três últimas as variáveis de maior peso para a doença. CONCLUSÃO: A prevalência de DAC é baixa entre valvopatas reumáticos e mais alta entre não-reumáticos; a etiologia reumática não parece exercer efeito protetor sobre a prevalência de DAC; e as variáveis sexo, idade, HAS, dor torácica típica, dislipidemia e diabete melito foram identificadas como fortemente associadas à presença de DAC. É possível definir critérios de indicação de coronariografia pré-operatória nas trocas valvares, podendo-se evitar a indicação rotineira a partir dos 40 anos.

  • angiografia coronariana
  • arteriosclerose coronariana
  • cardiopatia reumática
  • Doenças das Valvas Cardíacas
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27/03/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000300010
ABC
Artigo Original

Perfil lipídico e intensidade de doença aterosclerótica na síndrome coronariana aguda

Rafaela Andrade Penalva et al. Marçal de Oliveira Huoya Luis Cláudio Lemos Correia Gilson Soares Feitosa Ana Marice Teixeira Ladeia

FUNDAMENTO: A relação entre doença arterial coronariana (DAC) e dislipidemia nas síndromes coronariana agudas tem sido pouco demonstrada por meio de estudos clínico-epidemiológicos. OBJETIVO: Avaliar associação entre perfil lipídico e intensidade de DAC em pacientes com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. MÉTODOS: Neste estudo retrospectivo, foram revisados prontuários de 107 pacientes consecutivos, admitidos no período de um ano com diagnóstico de síndrome coronariana aguda (SCA) sem supradesnivelamento de ST, que realizaram cineangioronariografia durante a internação. A avaliação laboratorial incluiu níveis séricos das frações lipídicas. A intensidade de DAC foi determinada pela avaliação do número, grau e escore das obstruções das artérias coronárias. Análise estatística: Teste t de Student, qui-quadrado e ANOVA com significância estatística definida por p<0,05. Realizou-se análise multivariada. RESULTADOS: Dos 107 pacientes incluídos, 94 (88%) tinham DAC e, destes, 50 (53,2%) eram do sexo masculino e com predominância de lesões multiarteriais. Sobre o perfil lipídico, observou-se que 64 (59,8%) dos pacientes tinham CT<200 mg/dl, 33 (30,8%) tinham HDL< 40mg/dl e 38 (35,5%) com LDL70%. Na associação entre perfil lipídico e DAC, observou-se que a relação CT/HDL foi superior nos grupos multiarterial e biarterial quando comparados ao grupo uniarterial (4,3±2, 4,0±1,7, 2,9±1,6, respectivamente) com p ANOVA igual a 0,049. Na análise multivariada, a relação CT/HDL permaneceu um preditor significativo (p = 0,016). CONCLUSÃO: A relação CT/HDL foi marcador de gravidade de DAC em relação ao número de vasos comprometidos, demonstrando que perfil lipídico pode ser um determinante de gravidade em pacientes com SCA sem supradesnivelamento de ST.

  • arteriosclerose coronariana
  • cineangiocoronariografia
  • Dislipidemias
  • Doença da Artéria Coronariana
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22/02/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000100005
ABC
Artigo Original

Doença arterial coronariana em diabéticas do tipo 2 assintomáticas: estudo comparativo entre o teste ergométrico, o teste cardiopulmonar e a cintilografia de perfusão miocárdica com dipiridamol na identificação de isquemia

Paola Emanuela Poggio Smanio et al. Antonio Carlos Carvalho Antonio Sergio Tebexreni Anneliese Thom … Filadelfo Rodrigues Romeu Meneghelo Luiz Mastrocolla Alexandre Alves Leopoldo Soares Piegas Angelo Amato de Paola

FUNDAMENTO: A doença cardiovascular é a principal causa de morbi-mortalidade nos diabéticos. A isquemia do miocárdio é freqüentemente assintomática levando ao diagnóstico tardio e pior prognóstico. Sabe-se que a mulher diabética tem risco de morte cardiovascular maior em relação ao sexo masculino. OBJETIVO: Avaliar a prevalência de doença arterial coronariana (DAC) em diabéticas assintomáticas. Comparar os resultados do teste ergométrico (TE), do teste cardiopulmonar (TCP) e da cintilografia do miocárdio sob estímulo farmacológico com dipiridamol (CM) com os achados da cinecoronariografia (CINE) verificando o método de maior acurácia na identificação de DAC significativa. MÉTODOS: Foram avaliadas 104 diabéticas que realizaram TE, TCP e CM no período de dois meses da CINE. As cintilografias com MIBI-99mTc foram realizadas pela técnica de gated-SPECT. A análise estatística foi realizada pelos testes x² de Pearson e t de Student, sendo realizada, ainda, análise de regressão logística. RESULTADOS: A prevalência de DAC no grupo estudado foi de 32,7%. No TE, o teste eficaz (p=0,045), a incompetência cronotrópica (p=0,031) e o tempo de esforço realizado (p=0,022) apresentaram associação significativa com DAC. No TCP, o VO2pico e a FC atingida apresentaram associação com DAC (p=0,004 e p=0,025). A maioria das variáveis da CM mostrou importante associação com DAC (todas com p=0,001). CONCLUSÃO: Os resultados obtidos sugerem elevada prevalência de DAC em pacientes diabéticas assintomáticas, devendo ser essa uma população investigada do ponto de vista cardiovascular. Dos métodos diagnósticos não-invasivos que foram empregados, o que mostrou ter maior poder de discriminação em relação às portadoras de DAC foi a CM com dipiridamol.

  • arteriosclerose coronariana
  • Cintilografia
  • diabete melito tipo 2
  • Mulheres
  • Teste de Esforço
  • Testes de Função Respiratória
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07/12/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001700003
Espessamento médio-intimal na origem da artéria subclávia direita como marcador precoce de risco cardiovascular
ABC
Artigo Original

Espessamento médio-intimal na origem da artéria subclávia direita como marcador precoce de risco cardiovascular

Carlos Alberto Engelhorn et al. Ana Luiza Engelhorn Maria Fernanda Cassou Cassiana Casagrande Zanoni … Carlos José Gosalan Emerson Ribas Adriana Pacholok Marcela de Fátima Koehler

OBJETIVO: O espessamento médio-intimal (EMI) na artéria carótida comum é considerado fator de risco cardiovascular e marcador de doença arterial coronariana precoce. O objetivo deste trabalho foi investigar a existência de correlação entre o EMI nas artérias carótidas e na origem da artéria subclávia direita, e avaliar o EMI na artéria subclávia como um marcador mais precoce para avaliação de risco cardiovascular. MÉTODOS: Cento e seis pacientes consecutivos, 52 homens e 54 mulheres, com média de idade de 51 anos, foram submetidos à avaliação das artérias carótidas e subclávia direita pela ultra-sonografia vascular com Doppler colorido. Para avaliar a associação entre EMI das artérias carótidas e subclávia direita calcularam-se o coeficiente de correlação de Pearson e o intervalo de 95% de confiança para esse coeficiente. A qualidade da medida do EMI da artéria subclávia direita para diagnóstico de espessamento precoce, considerando-se o espessamento da carótida como padrão de referência (> 0,8 mm), foi descrita por valores de sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo, valor preditivo negativo e acurácia. Pontos de corte para o EMI da artéria subclávia foram sugeridos pela Curva ROC. Valores de p 0,8 mm. O valor médio de EMI obtido na artéria carótida foi de 0,87 mm (DP = 0,23) e na artéria subclávia direita foi de 1,17 mm (DP = 0,46), com coeficiente de correlação de 0,31 (95% IC: 0,12 ; 0,47). A avaliação pela curva ROC demonstrou um valor de corte de 0,7 mm para EMI da artéria subclávia direita, tendo como padrão de referência o valor de corte de EMI da artéria carótida de 0,8 mm (sensibilidade 91%, especificidade 27%, VPP 66%, VPN 65% e acurácia 66%). CONCLUSÃO: Existe boa correlação entre o EMI das artérias carótidas e da artéria subclávia direita. O EMI pode ser detectado mais precocemente na artéria subclávia do que nas carótidas, com valor de corte de 0,7 mm. O EMI na origem da artéria subclávia direita pode ser considerado um marcador mais precoce para avaliação de risco cardiovascular.

  • arteriosclerose coronariana
  • Diagnóstico Precoce
  • Espessamento médio-intimal
  • Infarto Do Miocárdio
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06/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001800010 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Girardi PBMA, Hueb W, Nogueira CRSR, Takiuti ME, Nakano T, Garzillo CL, Paulitsch FS, et al. Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;91(6):369-76.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Girardi, Priscyla B. M. A.; Hueb, Whady; Nogueira, Célia R. S. R.; Takiuti, Myrthes E.; Nakano, Teryo; Garzillo, Cibele Larrosa; Paulitsch, Felipe da S.; Góis, Aécio F. T.; Lopes, Neuza H. M.; Stolf, Noedir A.. Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 6, p. 369-376, jan. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Girardi, P. B. M. A., Hueb, W., Nogueira, C. R. S. R., Takiuti, M. E., Nakano, T., Garzillo, C. L., Paulitsch, F. S., Góis, A. F. T., Lopes, N. H. M., & Stolf, N. A. (2009). Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(6), 369-376.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Girardi, Priscyla B. M. A. and Hueb, Whady and Nogueira, Célia R. S. R. and Takiuti, Myrthes E. and Nakano, Teryo and Garzillo, Cibele Larrosa and Paulitsch, Felipe da S. and Góis, Aécio F. T. and Lopes, Neuza H. M. and Stolf, Noedir A.. Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 91, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 369-376. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/custos-comparativos-entre-a-revascularizacao-miocardica-com-e-sem-circulacao-extracorporea/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Nogueira CRSR, Hueb W, Takiuti ME, Girardi PBMA, Nakano T, Fernandes F, Paulitsch FS, et al. Qualidade de vida após revascularização cirúrgica do miocárdio com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(4):238-44.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Nogueira, Celia R. S. R.; Hueb, Whady; Takiuti, Myrthes E.; Girardi, Priscyla B. M. A.; Nakano, Teryo; Fernandes, Fábio; Paulitsch, Felipe da S.; Góis, Aécio F. T.; Lopes, Neuza H. M.; Stolf, Noedir A.. Qualidade de vida após revascularização cirúrgica do miocárdio com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 4, p. 238-244, nov. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Nogueira, C. R. S. R., Hueb, W., Takiuti, M. E., Girardi, P. B. M. A., Nakano, T., Fernandes, F., Paulitsch, F. S., Góis, A. F. T., Lopes, N. H. M., & Stolf, N. A. (2008). Qualidade de vida após revascularização cirúrgica do miocárdio com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(4), 238-244.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Nogueira, Celia R. S. R. and Hueb, Whady and Takiuti, Myrthes E. and Girardi, Priscyla B. M. A. and Nakano, Teryo and Fernandes, Fábio and Paulitsch, Felipe da S. and Góis, Aécio F. T. and Lopes, Neuza H. M. and Stolf, Noedir A.. Qualidade de vida após revascularização cirúrgica do miocárdio com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 238-244. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/qualidade-de-vida-apos-revascularizacao-cirurgica-do-miocardio-com-e-sem-circulacao-extracorporea/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Ramos Filho J, Nascimento MW, Silva RMG, Camargo TN, Almeida RS, Lima EJ. Miocárdio viável pela tomografia computadorizada com Tc-99m (MIBI) sensibilizada por nitroglicerina endovenosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(3):148-55.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ramos Filho, José; Nascimento, Marcos Welber; Silva, Rafael Mariano Gislon da; Camargo, Thiago Negrini de; Almeida, Roberto Simões de; Lima, Eloá Jacinto. Miocárdio viável pela tomografia computadorizada com Tc-99m (MIBI) sensibilizada por nitroglicerina endovenosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 3, p. 148-155, set. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ramos Filho, J., Nascimento, M. W., Silva, R. M. G. , Camargo, T. N. , Almeida, R. S. , & Lima, E. J. (2008). Miocárdio viável pela tomografia computadorizada com Tc-99m (MIBI) sensibilizada por nitroglicerina endovenosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(3), 148-155.

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Ramos Filho, José and Nascimento, Marcos Welber and Silva, Rafael Mariano Gislon da and Camargo, Thiago Negrini de and Almeida, Roberto Simões de and Lima, Eloá Jacinto. Miocárdio viável pela tomografia computadorizada com Tc-99m (MIBI) sensibilizada por nitroglicerina endovenosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 148-155. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/miocardio-viavel-pela-tomografia-computadorizada-com-tc-99m-mibi-sensibilizada-por-nitroglicerina-endovenosa/>. ISSN 0066-782X

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Roman RM, Wendland AE, Polanczyk CA. Mieloperoxidase e doença arterial coronariana: da pesquisa à prática clínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(1):e12-9.

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Roman, Raquel Melchior; Wendland, Andrea Elisabet; Polanczyk, Carisi Anne. Mieloperoxidase e doença arterial coronariana: da pesquisa à prática clínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 1, p. e12-e19, jul. 2008.

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Roman, R. M., Wendland, A. E., & Polanczyk, C. A. (2008). Mieloperoxidase e doença arterial coronariana: da pesquisa à prática clínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(1), e12-e19.

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Roman, Raquel Melchior and Wendland, Andrea Elisabet and Polanczyk, Carisi Anne. Mieloperoxidase e doença arterial coronariana: da pesquisa à prática clínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. e12-e19. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mieloperoxidase-e-doenca-arterial-coronariana-da-pesquisa-a-pratica-clinica/>. ISSN 0066-782X

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Cardoso CO, Quadros AS, Mattos LA, Gottschall CA, Sarmento-Leite RE, Marin-Neto JA. Perfil de uso dos stents farmacológicos no Brasil: dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC). Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;89(6):356-61.

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Cardoso, Cristiano O.; Quadros, Alexandre S. de; Mattos, Luiz A.; Gottschall, Carlos A.; Sarmento-Leite, Rogério E.; Marin-Neto, José A.. Perfil de uso dos stents farmacológicos no Brasil: dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 6, p. 356-361, abr. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cardoso, C. O., Quadros, A. S. , Mattos, L. A., Gottschall, C. A., Sarmento-Leite, R. E., & Marin-Neto, J. A. (2008). Perfil de uso dos stents farmacológicos no Brasil: dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(6), 356-361.

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Cardoso, Cristiano O. and Quadros, Alexandre S. de and Mattos, Luiz A. and Gottschall, Carlos A. and Sarmento-Leite, Rogério E. and Marin-Neto, José A.. Perfil de uso dos stents farmacológicos no Brasil: dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC). Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 89, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 356-361. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/perfil-de-uso-dos-stents-farmacologicos-no-brasil-dados-da-central-nacional-de-intervencoes-cardiovasculares-cenic/>. ISSN 0066-782X

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Kruczan DD, Silva NAS, Pereira BB, Romão VA, Correa Filho WB, Morales FEC. Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(3):217-23.

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Kruczan, Dany David; Silva, Nelson Albuquerque de Souza e; Pereira, Basílio de Bragança; Romão, Vítor André; Correa Filho, Wilson Braz; Morales, Fidel Ernesto Castro. Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 3, p. 217-223, mar. 2008.

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Kruczan, D. D., Silva, N. A. S. , Pereira, B. B., Romão, V. A., Correa Filho, W. B., & Morales, F. E. C. (2008). Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(3), 217-223.

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Kruczan, Dany David and Silva, Nelson Albuquerque de Souza e and Pereira, Basílio de Bragança and Romão, Vítor André and Correa Filho, Wilson Braz and Morales, Fidel Ernesto Castro. Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 217-223. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/doenca-arterial-coronariana-em-pacientes-com-valvopatia-reumatica-e-nao-reumatica-acompanhados-em-hospital-publico-do-rio-de-janeiro/>. ISSN 0066-782X

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Penalva RA, Huoya MO, Correia LCL, Feitosa GS, Ladeia AMT. Perfil lipídico e intensidade de doença aterosclerótica na síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(1):24-30.

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Penalva, Rafaela Andrade; Huoya, Marçal de Oliveira; Correia, Luis Cláudio Lemos; Feitosa, Gilson Soares; Ladeia, Ana Marice Teixeira. Perfil lipídico e intensidade de doença aterosclerótica na síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 1, p. 24-30, fev. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Penalva, R. A., Huoya, M. O., Correia, L. C. L., Feitosa, G. S., & Ladeia, A. M. T. (2008). Perfil lipídico e intensidade de doença aterosclerótica na síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(1), 24-30.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Penalva, Rafaela Andrade and Huoya, Marçal de Oliveira and Correia, Luis Cláudio Lemos and Feitosa, Gilson Soares and Ladeia, Ana Marice Teixeira. Perfil lipídico e intensidade de doença aterosclerótica na síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 24-30. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/perfil-lipidico-e-intensidade-de-doenca-aterosclerotica-na-sindrome-coronariana-aguda/>. ISSN 0066-782X

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Smanio PEP, Carvalho AC, Tebexreni AS, Thom A, Rodrigues F, Meneghelo R, Mastrocolla L, et al. Doença arterial coronariana em diabéticas do tipo 2 assintomáticas: estudo comparativo entre o teste ergométrico, o teste cardiopulmonar e a cintilografia de perfusão miocárdica com dipiridamol na identificação de isquemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;89(5):290-7.

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Smanio, Paola Emanuela Poggio; Carvalho, Antonio Carlos; Tebexreni, Antonio Sergio; Thom, Anneliese; Rodrigues, Filadelfo; Meneghelo, Romeu; Mastrocolla, Luiz; Alves, Alexandre; Piegas, Leopoldo Soares; Paola, Angelo Amato de. Doença arterial coronariana em diabéticas do tipo 2 assintomáticas: estudo comparativo entre o teste ergométrico, o teste cardiopulmonar e a cintilografia de perfusão miocárdica com dipiridamol na identificação de isquemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 5, p. 290-297, dez. 2007.

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Smanio, P. E. P., Carvalho, A. C., Tebexreni, A. S., Thom, A., Rodrigues, F., Meneghelo, R., Mastrocolla, L., Alves, A., Piegas, L. S., & Paola, A. A. (2007). Doença arterial coronariana em diabéticas do tipo 2 assintomáticas: estudo comparativo entre o teste ergométrico, o teste cardiopulmonar e a cintilografia de perfusão miocárdica com dipiridamol na identificação de isquemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(5), 290-297.

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Smanio, Paola Emanuela Poggio and Carvalho, Antonio Carlos and Tebexreni, Antonio Sergio and Thom, Anneliese and Rodrigues, Filadelfo and Meneghelo, Romeu and Mastrocolla, Luiz and Alves, Alexandre and Piegas, Leopoldo Soares and Paola, Angelo Amato de. Doença arterial coronariana em diabéticas do tipo 2 assintomáticas: estudo comparativo entre o teste ergométrico, o teste cardiopulmonar e a cintilografia de perfusão miocárdica com dipiridamol na identificação de isquemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 89, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 290-297. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/doenca-arterial-coronariana-em-diabeticas-do-tipo-2-assintomaticas-estudo-comparativo-entre-o-teste-ergometrico-o-teste-cardiopulmonar-e-a-cintilografia-de-perfusao-miocardica-com-dipiridamol-na-ide/>. ISSN 0066-782X

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Engelhorn CA, Engelhorn AL, Cassou MF, Zanoni CC, Gosalan CJ, Ribas E, Pacholok A, et al. Espessamento médio-intimal na origem da artéria subclávia direita como marcador precoce de risco cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;87(5):609-14.

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Engelhorn, Carlos Alberto; Engelhorn, Ana Luiza; Cassou, Maria Fernanda; Zanoni, Cassiana Casagrande; Gosalan, Carlos José; Ribas, Emerson; Pacholok, Adriana; Koehler, Marcela de Fátima. Espessamento médio-intimal na origem da artéria subclávia direita como marcador precoce de risco cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 5, p. 609-614, mar. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Engelhorn, C. A., Engelhorn, A. L., Cassou, M. F., Zanoni, C. C., Gosalan, C. J., Ribas, E., Pacholok, A., & Koehler, M. F. (2007). Espessamento médio-intimal na origem da artéria subclávia direita como marcador precoce de risco cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(5), 609-614.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Engelhorn, Carlos Alberto and Engelhorn, Ana Luiza and Cassou, Maria Fernanda and Zanoni, Cassiana Casagrande and Gosalan, Carlos José and Ribas, Emerson and Pacholok, Adriana and Koehler, Marcela de Fátima. Espessamento médio-intimal na origem da artéria subclávia direita como marcador precoce de risco cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 87, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 609-614. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/espessamento-medio-intimal-na-origem-da-arteria-subclavia-direita-como-marcador-precoce-de-risco-cardiovascular/>. ISSN 0066-782X

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