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  2. Palavra-chave: Ecocardiografia sob Estresse / métodos
ABC
Editorial

Resposta da Pressão Arterial e Ecocardiografia sob Estresse Físico: Novas Perspectivas sobre um Desafio Contemporâneo

Eduardo M. Vilela et al. Ricardo Fontes-Carvalho

O exercício impacta substancialmente o sistema cardiovascular e está associado a muitos benefícios potenciais em diferentes momentos do continuum cardiovascular. , Por outro lado, o exercício físico tem sido postulado há várias décadas como uma possível abordagem para avaliar a resposta cardiovascular. Como tal, esta metodologia pode ser de interesse para fins de diagnóstico, ao mesmo tempo que fornece informações prognósticas. Embora o amadurecimento de protocolos que abrangem a resposta eletrocardiográfica ao exercício tenha proporcionado grandes avanços, novas técnicas permitiram uma visão ampliada da complexa interação entre o exercício e o sistema cardiovascular. –

A ecocardiografia sob estresse físico (EEF) tem evoluído progressivamente para um quadro de grande relevância, nomeadamente na avaliação da doença arterial coronariana (DAC). A ecocardiografia também tem a vantagem de avaliar componentes como capacidade de exercício, função diastólica, gradientes dinâmicos e valvopatia. , Além disso, a pressão arterial (PA) e a monitorização eletrocardiográfica também fornecem informações essenciais. Dados recentes também mostram o potencial da combinação com outras técnicas, como a ultrassonografia pulmonar, para avaliar a congestão. Embora, conforme ilustrado nas diretrizes contemporâneas, a EEF tenha obtido grande interesse (sendo preferido aos testes farmacológicos em pacientes capazes de praticar exercício), ainda existem algumas ressalvas na sua aplicação ideal. ,

[…]

  • Doença arterial coronariana
  • Ecocardiografia sob Estresse / métodos
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Ecocardiografia/tendências
  • Pressão Arterial
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22/12/2023 DOI: 10.36660/abc.20230737
ABC
Artigo Original

O Papel da Ecocardiografia sob Estresse na Detecção Precoce de Disfunção Diastólica em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Não Grave

Zheyna Cherneva et al. Radostina Cherneva

Resumo

Fundamento

A dispneia por esforço é uma queixa comum de pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP) e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). A ICFEP é comum na DPOC e é um fator de risco independente para a progressão e exacerbação da doença. A detecção precoce, portanto, tem grande relevância clínica.

Objetivos

O objetivo deste estudo foi detectar a frequência de ICFEP mascarada em pacientes com DPOC não grave com dispneia aos esforços, sem doença cardiovascular manifesta, e analisar a correlação entre ICFEP mascarada e os parâmetros do teste cardiopulmonar de exercício (TCPE).

Métodos

Aplicamos o TCPE em 104 pacientes com DPOC não grave com dispneia aos esforços, sem doença cardiovascular evidente. A ecocardiografia foi realizada antes e no pico do TCPE. Os valores de corte para disfunção diastólica ventricular esquerda e direita induzida por estresse (DDVE/DDVD) foram E/e’ >15; E/e’ >6, respectivamente. A análise de correlação foi feita entre os parâmetros do TCPE e o estresse E/d’. Valor de p<0,05 foi considerado significativo.

Resultados

64% dos pacientes tinham DDVE induzida por estresse; 78% tinham DDVD induzida por estresse. Ambos os grupos com estresse DDVE e DDVD obtiveram carga menor, V’O2 e pulso de O2 mais baixos, além de apresentarem redução na eficiência ventilatória (maiores inclinações de VE/VCO2). Nenhum dos parâmetros do TCPE foram correlacionados com E/e’ DDVE/DDVD induzida por estresse.

Conclusão

Há uma alta prevalência de disfunção diastólica induzida por estresse em pacientes com DPOC não grave com dispneia aos esforços, sem doença cardiovascular evidente. Nenhum dos parâmetros do TCPE se correlaciona com E/e’ induzida por estresse. Isso demanda a realização de Ecocardiografia sob estresse por exercício (EES) e TCPE para detecção precoce e manejo adequado da ICFEP mascarada nesta população. (Arq Bras Cardiol. 2021; 116(2):259-265)

  • Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
  • Ecocardiografia sob Estresse / métodos
  • Insuficiência Cardíaca Diastólica
  • Testes de Função Respiratória
  • Volume sistólico
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01/03/2021 DOI: 10.36660/abc.20190623 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Editorial

Estenose Aórtica com Baixos Gradiente, Fluxo e Fração de Ejeção e Cálculo da Área da Válvula Aórtica Projetada: Tão Importante, mas Tão Complicado. Vamos Simplesmente Mantê-la Simples!

Wilson Mathias Junior

A estenose aórtica com baixos fluxo, gradiente e fração de ejeção ainda é um dos principais desafios não só para a ecocardiografia, mas também para a própria cardiologia. É um estágio muito tardio de estenose aórtica que apresenta um prognóstico muito pobre com tratamento médico, além de mortalidade cirúrgica extremamente elevada. Nesses casos, o ecocardiograma sob estresse pela dobutamina é de suma importância para confirmar a presença de estenose aórtica grave ou pseudo-estenose aórtica (estenose aórtica moderada) e prever a mortalidade cirúrgica pela avaliação do estado da reserva contrátil do ventrículo esquerdo.–

Para diferenciar melhor os dois parâmetros, a utilização da variação dos valores absolutos da área da válvula aórtica e do fluxo através do trato de saída do ventrículo esquerdo traz grandes problemas devido a condições de carga, uso prévio de medicação, como betabloqueadores, e estresse submáximo. Todas essas limitações podem impedir a detecção de débito cardíaco máximo, marcador de reserva contrátil, e subestimar a área valvar aórtica.

[…]

  • Ecocardiografia sob Estresse / métodos
  • Estenose Aórtica / cirurgia
  • Volume sistólico
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01/02/2018 DOI: 10.5935/abc.20180030
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Avaliação da Isquemia Miocárdica em Obesos Submetidos à Ecocardiografia sob Estresse Físico

Mara Graziele Maciel Silveira et al. Antônio Carlos Sobral Sousa Marcos Antônio Almeida Santos Irlaneide da Silva Tavares … Stephanie Macedo Andrade Luiza Dantas Melo Loren Suyane Oliveira de Andrade Emmanuel Lima Almeida Santos Joselina Luzia Menezes Oliveira

Fundamento:

A ecocardiografia sob estresse físico é a metodologia estabelecida para diagnóstico e estratificação de risco de doença arterial coronária em pacientes com capacidade física preservada. Em obesos (índice de massa coporal ≥ 30 kg/m2), já foi demonstrada a utilidade da ecocardiografia sob estresse farmacológico. Todavia, não tem sido relatado o uso da ecocardiografia sob estresse físico nesse grupo crescente da população.

Objetivo:

Avaliar a frequência de isquemia miocárdica em obesos e não obesos submetidos à ecocardiografia sob estresse físico, e comparar suas diferenças clínicas e ecocardiográficas.

Métodos:

Foram estudados 4.050 pacientes, submetidos à ecocardiografia sob estresse físico em esteira ergométrica, segundo o protocolo de Bruce, divididos em dois grupos: obesos (n = 945; 23,3%) e não obesos (n = 3.105; 76,6%).

Resultados:

Não houve diferença quanto ao sexo. Os obesos foram mais jovens (55,4 ± 10,9 anos vs. 57,56 ± 11,7 anos) e apresentaram maior frequência de hipertensão arterial sistêmica (75,2% vs. 57,2%; p < 0,0001), diabetes melito (15,2% vs. 10,9%; p < 0,0001), dislipidemia (59,5% vs. 51,9%; p < 0,0001), antecedentes familiares para doença arterial coronária (59,3% vs. 55,1%; p = 0,023) e de sedentarismo (71,4% vs. 52,9%; p < 0,0001). Os obesos apresentaram maiores dimensões da aorta (3,27 vs. 3,14 cm; p < 0,0001) do átrio esquerdo (3,97 vs. 3,72 cm; p < 0,0001) e da espessura relativa do ventrículo esquerdo (33,7cm vs. 32,8 cm; p < 0,0001). Quanto à presença de isquemia miocárdica, não houve diferença entre os grupos (19% vs. 17,9%; p = 0,41). Na regressão logística ajustada, isquemia miocárdica permaneceu associada de maneira independente a idade, sexo feminino, diabetes melito e hipertensão arterial sistêmica.

Conclusão:

A obesidade não se comportou como fator preditor de presença de isquemia à ecocardiografia sob estresse físico. A aplicação desse instrumento de avaliação em amostra de larga escala demonstra a exequibilidade da metodologia, também em obesos.

  • Doença da Artéria Coronariana / mortalidade
  • Ecocardiografia sob Estresse / métodos
  • Isquemia Miocárdica
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13/02/2015 DOI: 10.5935/abc.20150006 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Reserva de Velocidade de Fluxo Coronariano durante o Ecocardiograma sob Estresse com Dobutamina

José Sebastião de Abreu et al. José Wellington Oliveira Lima Tereza Cristina Pinheiro Diógenes Jordana Magalhães Siqueira … Nayara Lima Pimentel Pedro Sabino Gomes Neto Marília Esther Benevides de Abreu José Nogueira Paes Júnior

Fundamento:

A reserva de velocidade de fluxo coronariano (RVFC) ≥ 2 é adequada para inferir bom prognóstico ou ausência de coronariopatia importante.

Objetivo:

Identificar parâmetros relevantes na obtenção da RVFC (adequada ou inadequada) na descendente anterior (ADA), durante o ecocardiograma sob estresse com dobutamina (EED).

Métodos:

Avaliação de 100 pacientes encaminhados para pesquisa de isquemia miocárdica através do EED, orientados para suspender o betabloqueador 72 horas antes do exame. Calculou-se a RVFC pela divisão do pico de velocidade (cm/s) diastólica (PVD) verificado no EED (PVD-EED) pelo de repouso (PVD-REP). No grupo I, a RVFC < 2 e no grupo II a RVFC ≥ 2. Foram utilizados o teste t de Student e o exato de Fisher. Significância estatística quando p < 0,05.

Resultados:

Em repouso, o tempo (segundos) para obter o Doppler na ADA nos grupos I e II não diferiu (53 ± 31 vs. 45 ± 32; p = 0,23). No EED, registrou-se a ADA em 92 pacientes. O grupo I evidenciou pacientes mais velhos (65,9 ± 9,3 vs. 61,2 ± 10,8 anos; p = 0,04), menor fração de ejeção (61 ± 10 vs. 66 ± 6%; p = 0,005), maior PVD-REP (36,81 ± 08 vs. 25,63 ± 06 cm/s; p < 0,0001) e menor RVFC (1,67 ± 0,24 vs. 2,53 ± 0,57; p < 0,0001), entretanto o PVD-EED não diferiu (61,40 ± 16 vs. 64,23 ± 16 cm/s; p = 0,42). A suspensão do betabloqueador associou-se à chance 4 vezes maior de ocorrer RVFC < 2 (OR = 4; 95% IC [1,171 – 13,63], p = 0,027).

Conclusão:

O PVD-REP foi o principal parâmetro para determinar uma RVFC adequada. A suspensão do betabloqueador associou-se significativamente com RVFC inadequada. A elevada exequibilidade e o tempo para registro da ADA favorecem a utilização dessa metodologia.

  • Doença da Artéria Coronariana
  • Ecocardiografia sob Estresse / métodos
  • Reserva de velocidade de fluxo coronariano
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21/12/2013 DOI: 10.5935/abc.20130242 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Vilela EM, Fontes-Carvalho R. Resposta da Pressão Arterial e Ecocardiografia sob Estresse Físico: Novas Perspectivas sobre um Desafio Contemporâneo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(11):e20230737.

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Vilela, Eduardo M.; Fontes-Carvalho, Ricardo. Resposta da Pressão Arterial e Ecocardiografia sob Estresse Físico: Novas Perspectivas sobre um Desafio Contemporâneo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 11, e20230737, dez. 2023.

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Vilela, E. M., & Fontes-Carvalho, R. (2023). Resposta da Pressão Arterial e Ecocardiografia sob Estresse Físico: Novas Perspectivas sobre um Desafio Contemporâneo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(11), e20230737.

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Vilela, Eduardo M. and Fontes-Carvalho, Ricardo. Resposta da Pressão Arterial e Ecocardiografia sob Estresse Físico: Novas Perspectivas sobre um Desafio Contemporâneo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 11, [citado 2026-10-14], e20230737. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/resposta-da-pressao-arterial-e-ecocardiografia-sob-estresse-fisico-novas-perspectivas-sobre-um-desafio-contemporaneo/>. ISSN 0066-782X

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Cherneva Z, Cherneva R. O Papel da Ecocardiografia sob Estresse na Detecção Precoce de Disfunção Diastólica em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Não Grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(2):259-65.

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Cherneva, Zheyna; Cherneva, Radostina. O Papel da Ecocardiografia sob Estresse na Detecção Precoce de Disfunção Diastólica em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Não Grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 2, p. 259-265, fev. 2021.

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Cherneva, Z., & Cherneva, R. (2021). O Papel da Ecocardiografia sob Estresse na Detecção Precoce de Disfunção Diastólica em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Não Grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(2), 259-265.

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Cherneva, Zheyna and Cherneva, Radostina. O Papel da Ecocardiografia sob Estresse na Detecção Precoce de Disfunção Diastólica em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Não Grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 259-265. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-papel-da-ecocardiografia-sob-estresse-na-deteccao-precoce-de-disfuncao-diastolica-em-pacientes-com-doenca-pulmonar-obstrutiva-cronica-nao-grave/>. ISSN 0066-782X

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Mathias Junior W. Estenose Aórtica com Baixos Gradiente, Fluxo e Fração de Ejeção e Cálculo da Área da Válvula Aórtica Projetada: Tão Importante, mas Tão Complicado. Vamos Simplesmente Mantê-la Simples!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(2):109-10.

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Mathias Junior, Wilson. Estenose Aórtica com Baixos Gradiente, Fluxo e Fração de Ejeção e Cálculo da Área da Válvula Aórtica Projetada: Tão Importante, mas Tão Complicado. Vamos Simplesmente Mantê-la Simples!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 2, p. 109-110, jan. 2018.

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Mathias Junior, W. (2018). Estenose Aórtica com Baixos Gradiente, Fluxo e Fração de Ejeção e Cálculo da Área da Válvula Aórtica Projetada: Tão Importante, mas Tão Complicado. Vamos Simplesmente Mantê-la Simples!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(2), 109-110.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mathias Junior, Wilson. Estenose Aórtica com Baixos Gradiente, Fluxo e Fração de Ejeção e Cálculo da Área da Válvula Aórtica Projetada: Tão Importante, mas Tão Complicado. Vamos Simplesmente Mantê-la Simples!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 109-110. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estenose-aortica-com-baixos-gradiente-fluxo-e-fracao-de-ejecao-e-calculo-da-area-da-valvula-aortica-projetada-tao-importante-mas-tao-complicado-vamos-simplesmente-mante-la-simples/>. ISSN 0066-782X

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Silveira MGM, Sousa ACS, Santos MAA, Tavares IS, Andrade SM, Melo LD, Andrade LSO, et al. Avaliação da Isquemia Miocárdica em Obesos Submetidos à Ecocardiografia sob Estresse Físico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;104(5):394-400.

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Silveira, Mara Graziele Maciel; Sousa, Antônio Carlos Sobral; Santos, Marcos Antônio Almeida; Tavares, Irlaneide da Silva; Andrade, Stephanie Macedo; Melo, Luiza Dantas; Andrade, Loren Suyane Oliveira de; Santos, Emmanuel Lima Almeida; Oliveira, Joselina Luzia Menezes. Avaliação da Isquemia Miocárdica em Obesos Submetidos à Ecocardiografia sob Estresse Físico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 5, p. 394-400, fev. 2015.

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Silveira, M. G. M., Sousa, A. C. S., Santos, M. A. A., Tavares, I. S., Andrade, S. M., Melo, L. D., Andrade, L. S. O. , Santos, E. L. A., & Oliveira, J. L. M. (2015). Avaliação da Isquemia Miocárdica em Obesos Submetidos à Ecocardiografia sob Estresse Físico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(5), 394-400.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silveira, Mara Graziele Maciel and Sousa, Antônio Carlos Sobral and Santos, Marcos Antônio Almeida and Tavares, Irlaneide da Silva and Andrade, Stephanie Macedo and Melo, Luiza Dantas and Andrade, Loren Suyane Oliveira de and Santos, Emmanuel Lima Almeida and Oliveira, Joselina Luzia Menezes. Avaliação da Isquemia Miocárdica em Obesos Submetidos à Ecocardiografia sob Estresse Físico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 104, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 394-400. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-da-isquemia-miocardica-em-obesos-submetidos-a-ecocardiografia-sob-estresse-fisico/>. ISSN 0066-782X

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Abreu JS, Lima JWO, Diógenes TCP, Siqueira JM, Pimentel NL, Gomes Neto PS, Abreu MEB, et al. Reserva de Velocidade de Fluxo Coronariano durante o Ecocardiograma sob Estresse com Dobutamina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;102(2):134-42.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Abreu, José Sebastião de; Lima, José Wellington Oliveira; Diógenes, Tereza Cristina Pinheiro; Siqueira, Jordana Magalhães; Pimentel, Nayara Lima; Gomes Neto, Pedro Sabino; Abreu, Marília Esther Benevides de; Paes Júnior, José Nogueira. Reserva de Velocidade de Fluxo Coronariano durante o Ecocardiograma sob Estresse com Dobutamina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 2, p. 134-142, dez. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Abreu, J. S. , Lima, J. W. O., Diógenes, T. C. P., Siqueira, J. M., Pimentel, N. L., Gomes Neto, P. S., Abreu, M. E. B. , & Paes Júnior, J. N. (2013). Reserva de Velocidade de Fluxo Coronariano durante o Ecocardiograma sob Estresse com Dobutamina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(2), 134-142.

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Abreu, José Sebastião de and Lima, José Wellington Oliveira and Diógenes, Tereza Cristina Pinheiro and Siqueira, Jordana Magalhães and Pimentel, Nayara Lima and Gomes Neto, Pedro Sabino and Abreu, Marília Esther Benevides de and Paes Júnior, José Nogueira. Reserva de Velocidade de Fluxo Coronariano durante o Ecocardiograma sob Estresse com Dobutamina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 102, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 134-142. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reserva-de-velocidade-de-fluxo-coronariano-durante-o-ecocardiograma-sob-estresse-com-dobutamina/>. ISSN 0066-782X

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