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  2. Palavra-chave: diabete melito tipo 2
ABC
Artigo Original

Genótipos de haptoglobina e hipertensão refratária em pacientes com diabete melito tipo 2

Vânia Pereira Albuquerque Wobeto et al. Paula da Cunha Pinho José Roberto M. Souza Tânia Regina Zaccariotto Maria de Fátima Zonati

FUNDAMENTO: Tem sido sugerido que o polimorfismo da haptoglobina pode influenciar na patogênese das complicações microvasculares e macrovasculares em pacientes diabéticos. OBJETIVO: O objetivo principal deste estudo transversal foi de realizar uma investigação da existência ou não de uma associação entre os genótipos de haptoglobina e a prevalência de eventos isquêmicos cardiovasculares (angina estável, angina instável e infarto agudo do miocárdio), hipertensão arterial sistêmica, hipertensão refratária, obesidade e dislipidemia em 120 pacientes com diabete melito tipo 2, seguidos no Hospital Universitário da Unicamp, em Campinas, Estado de São Paulo. MÉTODOS: A genotipagem da haptoglobina foi realizada por reações em cadeia da polimerase alelo-específicas. As frequências dos genótipos de haptoglobina foram comparadas com a presença/ausência de doença cardiovascular, hipertensão arterial sistêmica, hipertensão refratária, obesidade e dislipidemia; medições de pressão arterial sistólica e diastólica; glicemia, colesterol (total, lipoproteínas de alta densidade – HDL e lipoproteínas de baixa densidade – LDL) e triglicerídeos; assim como níveis de creatinina sérica. RESULTADOS: Embora nenhuma associação entre o genótipo de haptoglobina e a presença de doença cardiovascular tenha sido identificada, encontramos um excesso significativo de pacientes com o genótipo Hp2-1 entre as pessoas com hipertensão refratária, que também apresentavam uma maior pressão arterial sistólica e diastólica e níveis de colesterol total e LDL. CONCLUSÃO: Nossos resultados sugerem que os pacientes com diabete melito tipo 2 com o genótipo Hp2-1 podem apresentar uma maior chance de desenvolver hipertensão refratária. Estudos adicionais em populações diabéticas são necessários para confirmar esses achados.

  • diabete melito tipo 2
  • Dislipidemias
  • Haptoglobinas
  • Hipertensão
  • Infarto Do Miocárdio
  • Obesidade
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21/10/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000107
ABC
Artigo Original

Análise estrutural e funcional carotídea em familiares de pacientes com diabete melito tipo 2

Sônia Silva Prado et al. Mário Luiz Ribeiro Gilberto Perez Cardoso Kelb Bousquet-Santos … Luis Guillermo Coca Velarde Antônio Cláudio Lucas da Nóbrega

FUNDAMENTO: O diabete melito tipo 2 (DM2) é a principal causa de morbidade e mortalidade nos países ocidentais, principalmente de origem cardiovascular. Com base na história familiar de diabete, mesmo em indivíduos não-diabéticos, como aumento de risco de doença cardíaca coronariana, faz-se necessária a utilização de reconhecidos marcadores substitutos de aterosclerose precoce, como as medidas ecográficas carotídeas. OBJETIVO:Comparar tanto características estruturais (espessura médio-intimal – EMI) quanto funcionais (medidas de distensibilidade) de artérias carotídeas dos indivíduos com história familiar (HF+) e dos não-parentes de portadores de DM2 (HF-), todos sem fatores de risco cardiovasculares reconhecidos. MÉTODOS:Trinta e dois indivíduos (19 HF+ e 13 HF-), com idade entre 21 e 47 anos, de ambos os sexos, foram submetidos a estudo ultra-sonográfico de alta resolução das carótidas (comuns e internas) bilateralmente. Os grupos apresentavam comparação (p > 0,05) no que tangia a idade, índice de massa corporal (IMC), pressão arterial, glicose e insulina de jejum, leptina e proteína C reativa (PCR). RESULTADOS:A espessura médio-intimal das artérias carótidas comuns esquerdas (ACCE) foi estatisticamente mais elevada (p = 0,029) nos HF+ (0,568 ± 0,107 mm) que nos HF- (0,477± 0,116 mm). A análise de regressão múltipla identificou como prognosticadores independentes da EMI de ACCE a idade, o IMC acima da normalidade, a PCR e o LDL-colesterol. CONCLUSÃO:Indivíduos com história familiar de DM2, mesmo sem desordens metabólicas laboratoriais detectadas, apresentaram maior espessamento médio-intimal em território carotídeo comum esquerdo que aqueles sem tal parentesco, no entanto não houve alteração funcional do vaso.

  • Artéria carótida primitiva
  • diabete melito tipo 2
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22/04/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000300006 Visualizações 1
Transferências lipídicas para HDL em diabéticos tipo 2: associações com microalbuminúria, estatina e insulina
ABC
Artigo Original

Transferências lipídicas para HDL em diabéticos tipo 2: associações com microalbuminúria, estatina e insulina

Gilson Soares Feitosa-Filho et al. Talita de Mattos Seydell Alina Coutinho Rodrigues Feitosa Raul Cavalcante Maranhão José Antônio Franchini Ramires

FUNDAMENTO: O diabete melito tipo 2 (DM2) é um fator de risco isolado para coronariopatia, principalmente quando associado à microalbuminúria (MA). Alterações estruturais e funcionais das lipoproteínas não são totalmente esclarecidas nesse contexto. OBJETIVO: Avaliar a transferência de lípides para HDL (T) em pacientes DM2 e a associação com a presença da MA e com o tratamento com estatina ou insulina. MÉTODOS: Estudamos 33 pacientes com DM2 e 34 controles pareados para idade. Uma nanoemulsão lipídica artificial radiomarcada com ³H-Triglicéride (TG) e 14C-colesterol livre (CL) ou ³H-colesterol éster (CE) e 14C-fosfolípide (FL) foi incubada com plasma. A nanoemulsão e as lipoproteínas foram precipitadas, exceto a HDL, que teve sua radioatividade contada. RESULTADOS: A TFL (%) foi maior no grupo com DM2 que no grupo-controle (25,2±3,2 e 19,7±3,2 respectivamente; p < 0,001), assim como a TCL (%): 9,1±2,7 e 6,3±1,5 respectivamente; p < 0,001. O diagnóstico de MA não se associou a mudanças da propriedade de transferência. O uso da insulina associou-se à menor TFL (%): 23,5±2,1 contra 26,1±3,3; p = 0,018. Já o uso da estatina associou-se à queda de todas – TCE (%): 3,5±0,9; TFL (%):23,8±2,0; TTG (%): 3,9±0,8; TCL (%):7,4±1,3 – quando comparado ao grupo que não usava estatina (TCE (%):5,9±2,4; TFL (%):26,9±3,6; TTG (%):6,4±2,2; TCL (%):11,1±2,6). CONCLUSÃO: O DM2 aumentou a transferência de lípides de superfície para HDL, enquanto o uso de estatina diminuiu todas as transferências de lípides. A presença de MA não se associou às alterações das transferências de lípides.

  • albuminúria
  • Colesterol- HDL
  • diabete melito tipo 2
  • inibidores de hidroximetilglutaril-CoA redutase
  • insulina
  • Lipoproteínas
  • nefropatias diabéticas
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06/04/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000200005
ABC
Artigo Original

Doença arterial coronariana em diabéticas do tipo 2 assintomáticas: estudo comparativo entre o teste ergométrico, o teste cardiopulmonar e a cintilografia de perfusão miocárdica com dipiridamol na identificação de isquemia

Paola Emanuela Poggio Smanio et al. Antonio Carlos Carvalho Antonio Sergio Tebexreni Anneliese Thom … Filadelfo Rodrigues Romeu Meneghelo Luiz Mastrocolla Alexandre Alves Leopoldo Soares Piegas Angelo Amato de Paola

FUNDAMENTO: A doença cardiovascular é a principal causa de morbi-mortalidade nos diabéticos. A isquemia do miocárdio é freqüentemente assintomática levando ao diagnóstico tardio e pior prognóstico. Sabe-se que a mulher diabética tem risco de morte cardiovascular maior em relação ao sexo masculino. OBJETIVO: Avaliar a prevalência de doença arterial coronariana (DAC) em diabéticas assintomáticas. Comparar os resultados do teste ergométrico (TE), do teste cardiopulmonar (TCP) e da cintilografia do miocárdio sob estímulo farmacológico com dipiridamol (CM) com os achados da cinecoronariografia (CINE) verificando o método de maior acurácia na identificação de DAC significativa. MÉTODOS: Foram avaliadas 104 diabéticas que realizaram TE, TCP e CM no período de dois meses da CINE. As cintilografias com MIBI-99mTc foram realizadas pela técnica de gated-SPECT. A análise estatística foi realizada pelos testes x² de Pearson e t de Student, sendo realizada, ainda, análise de regressão logística. RESULTADOS: A prevalência de DAC no grupo estudado foi de 32,7%. No TE, o teste eficaz (p=0,045), a incompetência cronotrópica (p=0,031) e o tempo de esforço realizado (p=0,022) apresentaram associação significativa com DAC. No TCP, o VO2pico e a FC atingida apresentaram associação com DAC (p=0,004 e p=0,025). A maioria das variáveis da CM mostrou importante associação com DAC (todas com p=0,001). CONCLUSÃO: Os resultados obtidos sugerem elevada prevalência de DAC em pacientes diabéticas assintomáticas, devendo ser essa uma população investigada do ponto de vista cardiovascular. Dos métodos diagnósticos não-invasivos que foram empregados, o que mostrou ter maior poder de discriminação em relação às portadoras de DAC foi a CM com dipiridamol.

  • arteriosclerose coronariana
  • Cintilografia
  • diabete melito tipo 2
  • Mulheres
  • Teste de Esforço
  • Testes de Função Respiratória
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07/12/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001700003
Monitorização ambulatorial da pressão arterial e diabete melito tipo 2
ABC
Revisão

Monitorização ambulatorial da pressão arterial e diabete melito tipo 2

Cristiane Bauermann Leitão et al. Luís Henrique Canani Sandra Pinho Silveiro Jorge Luiz Gross

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é um dos principais fatores de risco para a instalação e progressão das complicações crônicas do diabetes melito (DM) tipo 2. A medida da pressão arterial (PA) através da monitorização ambulatorial da PA (MAPA) apresenta melhor correlação com o desenvolvimento de lesões em órgãos-alvo do que a medida no consultório. Além disso, permite a avaliação de parâmetros pressóricos distintos como as médias das PAs sistólica e diastólica das 24 h, do dia e da noite, cargas pressóricas e ausência do descenso noturno, além da identificação de pacientes com HAS do avental branco e mascarada. Os pacientes com DM apresentam maiores médias de PA diurna e noturna do que os sem DM. Além disso, um terço do pacientes normotensos com DM tipo 2 apresentam HAS mascarada, que está associada a um aumento da albuminúria e da espessura das paredes do ventrículo esquerdo. Por outro lado, a prevalência e o efeito da HAS do avental branco nos pacientes com DM ainda não foram adequadamente avaliados. A determinação da ausência do descenso noturno da PA não acrescenta informação às medidas da PA nas 24 h, no dia ou na noite, mas a medida da PA noturna parece ser relevante na retinopatia do DM. Em conclusão, a determinação da PA através da MAPA é capaz de estratificar de forma mais adequada os pacientes em risco para o desenvolvimento das complicações crônicas do DM e tornou-se um instrumento indispensável para o controle efetivo da PA nestes pacientes.

  • diabete melito tipo 2
  • Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial
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07/12/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001700012
Reprodutibilidade da medida ambulatorial da pressão arterial em pacientes hipertensos com diabete melito tipo 2
ABC
Artigo Original

Reprodutibilidade da medida ambulatorial da pressão arterial em pacientes hipertensos com diabete melito tipo 2

João Soares Felício et al. Juliana Torres Pacheco Sandra Roberta Ferreira Frida Plavnik … Oswaldo Kohlmann Artur Beltrame Ribeiro Maria Tereza Zanella

OBJETIVO: Avaliar a reprodutibilidade e o efeito placebo sobre a monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA) (SpaceLabs-90207). MÉTODOS: Mensurou-se a PA no consultório e por meio de duas MAPA, realizadas em um intervalo de 1 a 10 meses (média de 4,9 meses), de 26 pacientes com diabetes tipo 2 e hipertensão. Onze pacientes (G1) realizaram as duas MAPA sem medicação anti-hipertensiva por 15 dias, enquanto o G2 (N = 15) fez a segunda MAPA em uso de placebo pelo mesmo período. RESULTADOS: Ao avaliarmos os coeficientes de variação (CV) da PA sistólica na vigília (PASV), PA diastólica na vigília (PADV), PA sistólica nas 24h (PAS24h) e PA diastólica nas 24h (PAD24h), encontramos valores de 4,6%, 3,9%, 5,0% e 4,0% no G1 e 4,3%, 5,1%, 3,7% e 5,1% no G2, respectivamente. Quanto ao CV da PA sistólica e diastólica durante o sono (PASS e PADS), encontramos 7,7% e 8,2% para G1, e 5,6% e 6,3% para G2, respectivamente. O CV da freqüência cardíaca na vigília e durante o sono foram: G1 = 5,9% e 9,0%, G2 = 6,9% e 5,8%, respectivamente. Analisando o total dos pacientes, todas as variáveis mostraram fortes correlações entre a primeira e a segunda MAPA (PASV, r=0,76; P<0,001; PADV, r=0,65; p<0,001; PAS24h, r=0,77; p<0,001; PAD24h, r=0,70; p<0,001; PASS, r=0,62; p<0,001; PADS, r=0,52; p<0,01). Ocorreram também correlações entre a PA sistólica e a diastólica de consultório e a PAS24h e PAD24h (r=0,65; p<0,001; r=0,57; p<0,01). CONCLUSÃO: A média dos níveis pressóricos avaliados pela MAPA apresentou boa reprodutibilidade e esses não foram afetados pelo efeito placebo.

  • diabete melito tipo 2
  • Hipertensão Arterial
  • Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial
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20/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000200012 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Wobeto VPA, Pinho PC, Souza JRM, Zaccariotto TR, Zonati MF. Genótipos de haptoglobina e hipertensão refratária em pacientes com diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(4):338-45.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Wobeto, Vânia Pereira Albuquerque; Pinho, Paula da Cunha; Souza, José Roberto M.; Zaccariotto, Tânia Regina; Zonati, Maria de Fátima. Genótipos de haptoglobina e hipertensão refratária em pacientes com diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 4, p. 338-345, out. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Wobeto, V. P. A., Pinho, P. C., Souza, J. R. M., Zaccariotto, T. R., & Zonati, M. F. (2011). Genótipos de haptoglobina e hipertensão refratária em pacientes com diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(4), 338-345.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Wobeto, Vânia Pereira Albuquerque and Pinho, Paula da Cunha and Souza, José Roberto M. and Zaccariotto, Tânia Regina and Zonati, Maria de Fátima. Genótipos de haptoglobina e hipertensão refratária em pacientes com diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 338-345. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/genotipos-de-haptoglobina-e-hipertensao-refrataria-em-pacientes-com-diabete-melito-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

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Prado SS, Ribeiro ML, Cardoso GP, Bousquet-Santos K, Velarde LGC, Nóbrega ACL. Análise estrutural e funcional carotídea em familiares de pacientes com diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(3):196-202.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Prado, Sônia Silva; Ribeiro, Mário Luiz; Cardoso, Gilberto Perez; Bousquet-Santos, Kelb; Velarde, Luis Guillermo Coca; Nóbrega, Antônio Cláudio Lucas da. Análise estrutural e funcional carotídea em familiares de pacientes com diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 3, p. 196-202, abr. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Prado, S. S., Ribeiro, M. L., Cardoso, G. P., Bousquet-Santos, K., Velarde, L. G. C., & Nóbrega, A. C. L. (2009). Análise estrutural e funcional carotídea em familiares de pacientes com diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(3), 196-202.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Prado, Sônia Silva and Ribeiro, Mário Luiz and Cardoso, Gilberto Perez and Bousquet-Santos, Kelb and Velarde, Luis Guillermo Coca and Nóbrega, Antônio Cláudio Lucas da. Análise estrutural e funcional carotídea em familiares de pacientes com diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 196-202. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/analise-estrutural-e-funcional-carotidea-em-familiares-de-pacientes-com-diabete-melito-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

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Feitosa-Filho GS, Seydell TM, Feitosa ACR, Maranhão RC, Ramires JAF. Transferências lipídicas para HDL em diabéticos tipo 2: associações com microalbuminúria, estatina e insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(2):100-6.

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Feitosa-Filho, Gilson Soares; Seydell, Talita de Mattos; Feitosa, Alina Coutinho Rodrigues; Maranhão, Raul Cavalcante; Ramires, José Antônio Franchini. Transferências lipídicas para HDL em diabéticos tipo 2: associações com microalbuminúria, estatina e insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 2, p. 100-106, abr. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Feitosa-Filho, G. S., Seydell, T. M., Feitosa, A. C. R., Maranhão, R. C., & Ramires, J. A. F. (2009). Transferências lipídicas para HDL em diabéticos tipo 2: associações com microalbuminúria, estatina e insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(2), 100-106.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Feitosa-Filho, Gilson Soares and Seydell, Talita de Mattos and Feitosa, Alina Coutinho Rodrigues and Maranhão, Raul Cavalcante and Ramires, José Antônio Franchini. Transferências lipídicas para HDL em diabéticos tipo 2: associações com microalbuminúria, estatina e insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 100-106. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/transferencias-lipidicas-para-hdl-em-diabeticos-tipo-2-associacoes-com-microalbuminuria-estatina-e-insulina/>. ISSN 0066-782X

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Smanio PEP, Carvalho AC, Tebexreni AS, Thom A, Rodrigues F, Meneghelo R, Mastrocolla L, et al. Doença arterial coronariana em diabéticas do tipo 2 assintomáticas: estudo comparativo entre o teste ergométrico, o teste cardiopulmonar e a cintilografia de perfusão miocárdica com dipiridamol na identificação de isquemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;89(5):290-7.

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Smanio, Paola Emanuela Poggio; Carvalho, Antonio Carlos; Tebexreni, Antonio Sergio; Thom, Anneliese; Rodrigues, Filadelfo; Meneghelo, Romeu; Mastrocolla, Luiz; Alves, Alexandre; Piegas, Leopoldo Soares; Paola, Angelo Amato de. Doença arterial coronariana em diabéticas do tipo 2 assintomáticas: estudo comparativo entre o teste ergométrico, o teste cardiopulmonar e a cintilografia de perfusão miocárdica com dipiridamol na identificação de isquemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 5, p. 290-297, dez. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Smanio, P. E. P., Carvalho, A. C., Tebexreni, A. S., Thom, A., Rodrigues, F., Meneghelo, R., Mastrocolla, L., Alves, A., Piegas, L. S., & Paola, A. A. (2007). Doença arterial coronariana em diabéticas do tipo 2 assintomáticas: estudo comparativo entre o teste ergométrico, o teste cardiopulmonar e a cintilografia de perfusão miocárdica com dipiridamol na identificação de isquemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(5), 290-297.

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Smanio, Paola Emanuela Poggio and Carvalho, Antonio Carlos and Tebexreni, Antonio Sergio and Thom, Anneliese and Rodrigues, Filadelfo and Meneghelo, Romeu and Mastrocolla, Luiz and Alves, Alexandre and Piegas, Leopoldo Soares and Paola, Angelo Amato de. Doença arterial coronariana em diabéticas do tipo 2 assintomáticas: estudo comparativo entre o teste ergométrico, o teste cardiopulmonar e a cintilografia de perfusão miocárdica com dipiridamol na identificação de isquemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 89, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 290-297. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/doenca-arterial-coronariana-em-diabeticas-do-tipo-2-assintomaticas-estudo-comparativo-entre-o-teste-ergometrico-o-teste-cardiopulmonar-e-a-cintilografia-de-perfusao-miocardica-com-dipiridamol-na-ide/>. ISSN 0066-782X

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Leitão CB, Canani LH, Silveiro SP, Gross JL. Monitorização ambulatorial da pressão arterial e diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;89(5):347-54.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Leitão, Cristiane Bauermann; Canani, Luís Henrique; Silveiro, Sandra Pinho; Gross, Jorge Luiz. Monitorização ambulatorial da pressão arterial e diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 5, p. 347-354, dez. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Leitão, C. B., Canani, L. H., Silveiro, S. P., & Gross, J. L. (2007). Monitorização ambulatorial da pressão arterial e diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(5), 347-354.

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Leitão, Cristiane Bauermann and Canani, Luís Henrique and Silveiro, Sandra Pinho and Gross, Jorge Luiz. Monitorização ambulatorial da pressão arterial e diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 89, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 347-354. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/monitorizacao-ambulatorial-da-pressao-arterial-e-diabete-melito-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

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Felício JS, Pacheco JT, Ferreira SR, Plavnik F, Kohlmann O, Ribeiro AB, Zanella MT, et al. Reprodutibilidade da medida ambulatorial da pressão arterial em pacientes hipertensos com diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(2):206-11.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Felício, João Soares; Pacheco, Juliana Torres; Ferreira, Sandra Roberta; Plavnik, Frida; Kohlmann, Oswaldo; Ribeiro, Artur Beltrame; Zanella, Maria Tereza. Reprodutibilidade da medida ambulatorial da pressão arterial em pacientes hipertensos com diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 2, p. 206-211, mar. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Felício, J. S., Pacheco, J. T., Ferreira, S. R., Plavnik, F., Kohlmann, O., Ribeiro, A. B., & Zanella, M. T. (2007). Reprodutibilidade da medida ambulatorial da pressão arterial em pacientes hipertensos com diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(2), 206-211.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Felício, João Soares and Pacheco, Juliana Torres and Ferreira, Sandra Roberta and Plavnik, Frida and Kohlmann, Oswaldo and Ribeiro, Artur Beltrame and Zanella, Maria Tereza. Reprodutibilidade da medida ambulatorial da pressão arterial em pacientes hipertensos com diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 206-211. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reprodutibilidade-da-medida-ambulatorial-da-pressao-arterial-em-pacientes-hipertensos-com-diabete-melito-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

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