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  2. Palavra-chave: Atividade Motora
Atividades de Vida Diária, Atividade Física, Aptidão Física e Qualidade de Vida em Crianças com Cardiopatia Congênita: Um Estudo de Caso-Controle
ABC
Artigo Original

Atividades de Vida Diária, Atividade Física, Aptidão Física e Qualidade de Vida em Crianças com Cardiopatia Congênita: Um Estudo de Caso-Controle

Berfin Kişin et al. Sema Savci Buse Ozcan Kahraman Aylin Tanriverdi … Hazer Erçan Bozyer Halise Zeynep Genç Mustafa Kir

Resumo

Fundamento

Apesar dos relatos de redução da aptidão física em crianças com cardiopatia congênita (CC), não foram realizadas avaliações específicas de desempenho para atividades de vida diária.

Objetivos

O objetivo foi comparar as atividades de vida diária, qualidade de vida, postura, aptidão física e níveis de atividade física entre crianças com CC e controles saudáveis (CS).

Métodos

O estudo incluiu 30 crianças, de 6 a 14 anos, com diagnóstico de CC moderada ou grave e 30 consideradas CS pareadas por idade e sexo. Os dados sociodemográficos e clínicos dos participantes foram registrados. Todos os participantes realizaram diversos testes: teste de TGlittre-P para atividades de vida diária; teste de caminhada de 6 minutos (TC6M) para capacidade funcional; bateria de testes Fitnessgram para aptidão física; dinamômetro de mão para medir a força de preensão; pedômetro para medir a atividade física; além disso, a criança e os pais completaram o Pediatric Quality of Life Inventory (PedsQL) para avaliação da qualidade de vida, além de análises posturais. Valores de p < 0,05 foram considerados estatisticamente significativos.

Resultados

Indivíduos com CC apresentaram um tempo de conclusão do teste TGlittre-P mais longo e uma distância de TC6M mais curta em comparação com o CS (TGlittre-P: CC 3,45 [3,24-4,02] min vs. CS 3,10 [2,57-3,23] min, TC6M: CC 514,00 [412,50-566,00] m vs. CS 591,50 [533,00-631,00] m). Para o grupo CC, os resultados dos testes de sit-ups, flexões, elevação do tronco e sentar e alcançar, dentro da bateria do Fitnessgram, além de força de preensão, postura e qualidade de vida foram menores do que os do grupo CS. Os níveis de atividade física foram semelhantes entre os grupos.

Conclusões

O desempenho das atividades de vida diária, a capacidade funcional, a aptidão física, a postura e a qualidade de vida de crianças com CC moderada e grave foram afetados em comparação com seus pares saudáveis.

  • Aptidão Física
  • Atividade Motora
  • Atividades Cotidianas
  • Cardiopatias Congênitas
  • Estudos de Casos e Controles
  • Qualidade de Vida
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13/10/2023 DOI: 10.36660/abc.20230022 Visualizações 2
ABC
Editorial

O Paradoxo da Intensidade do Exercício Físico na Prevenção de Eventos Cardiovasculares na Doença Arterial Obstrutiva Periférica

Pablo de Souza et al. Cássio Perfete

A doença arterial periférica (DAP), que tem como característica o estreitamento das artérias de membros inferiores por acometimento aterosclerótico, apresenta manifestações clínicas que vão muito além de apenas uma redução do fluxo sanguíneo, levando à isquemia crônica. Evidências atuais mostram que disfunção endotelial, estresse oxidativo, rigidez arterial e inflamação também acarretam o comprometimento funcional e, consequentemente, o declínio do paciente.

Todos esses fatores acabam impactando na qualidade de vida do indivíduo, pois reduzem sua resistência ao caminhar, tendo a claudicação intermitente (CI) como principal sintoma. Não menos importante, também verificamos danos progressivos às fibras musculares ocasionados por essa isquemia crônica, corroborando ainda mais para a disfunção da morfologia musculoesquelética e metabólica do membro. Isso acaba criando uma barreira importante para a prática de atividade física, perpetuando e elevando os riscos de eventos cardiovasculares–

[…]

  • Atividade Motora
  • Caminhada
  • Claudicação Intermitente
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Exercício
  • Fatores de risco
  • Reabilitação
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06/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20210595 Visualizações 2
ABC
Artigo Original

Pressão Arterial de Crianças: Associação a Indicadores Antropométricos, Composição Corporal, Aptidão Cardiorrespiratória e Atividade Física

Gisele Pinheiro et al. Júlio Mello Adroaldo Gaya Anelise Reis Gaya

Resumo

Fundamento:

Evidências apontam variáveis antropométricas e de condicionamento físico como fatores associados à pressão arterial infantil. Analisá-los em apenas um contexto é um meio relevante de identificar o peso que cada um deles pode apresentar no desenvolvimento da hipertensão arterial.

Objetivo:

Identificar as possíveis associações de medidas antropométricas, da composição corporal, da atividade física moderada-vigorosa (AFMV) e da aptidão cardiorrespiratória (ApC) com a pressão arterial em crianças.

Métodos:

Estudo correlacional com abordagem quantitativa. Duzentos e quinze (215) estudantes com idades de 6 a 12 anos de uma escola pública de Porto Alegre, selecionados por critério de conveniência. A pressão arterial foi aferida através de um esfigmomanômetro digital. Para o tratamento dos dados, os valores de pressão arterial sistólica e diastólica foram padronizados (escore Z) e somados. As variáveis testadas como preditoras foram: AFMV; Percentual de gordura (%G); Índice de massa corporal (IMC); Razão cintura/estatura (RCE); Maturação somática; ApC. Após a verificação dos parâmetros de normalidade, as associações brutas e ajustadas (para sexo, idade e maturação somática) foram testadas através de equações de regressão linear. Para as análises, foi considerado p < 0,05.

Resultados:

Três diferentes modelos indicaram os melhores conjuntos de fatores associados à pressão arterial padronizada: O Modelo 1 (R2 = 0,21) se constituiu das variáveis RCE (β = 9,702) e AFMV (β = – 0,021); O Modelo 2 (R2 = 0,19) foi composto pelas variáveis IMC (β = 0,156) e AFMV (β = – 0,021); O Modelo 3 (R2 = 0,18) incluiu as variáveis %G (β = 0,063) e ApC (β = – 0,004).

Conclusões:

A pressão arterial de crianças é predita pelas variáveis corporais %G, IMC e RCE. Além disso, está associada negativamente à AFMV e a ApC.

  • Antropometria
  • Aptidão Física
  • Atividade Motora
  • Composição Corporal
  • Criança
  • Exercício
  • Pressão Arterial
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17/05/2021 DOI: 10.36660/abc.20190520 Visualizações 1
ABC
Editorial

Consumo de Oxigênio e Aptidão Cardiorrespiratória | Diferença entre Idade Cronológica e Biológica

Artur Haddad Herdy et al. Amberson Vieira Assis

O oxigênio é, sem dúvida, um dos principais elementos para a vida de um organismo aeróbico. Os animais com estruturas mais complexas – dentre eles, os seres humanos – desenvolveram no processo evolutivo o metabolismo oxidativo como principal fonte de produção de energia. Sendo assim, a nossa capacidade de aproveitamento e utilização do oxigênio representa a principal usina de energia e está intimamente associada à nossa vitalidade. A sua aferição deveria ser considerada mais um sinal vital. Na avaliação de atletas ou de pessoas com patologias graves, o consumo de oxigênio (VO2) é um importante marcador de desempenho ou sobrevida. O VO2 também define terapias fundamentais em pacientes graves com ICC. Em uma série de 715 pacientes encaminhados para transplante cardíaco, a sobrevida livre de eventos como morte e transplante em 1 ano foi de 87% diante de VO2 >14, 77% entre 10,1 e 14 e 65% quando ≤10 mL/kg.min., Por outro lado, valores acima de 20 mL/kg.min são considerados de melhor prognóstico e podem seguir em terapia farmacológica. Recentemente, na pandemia do coronavírus-19 (Sars-CoV-2), o valor dos níveis arteriais de oxigênio se mostrou importantíssima ferramenta na avaliação da gravidade desses pacientes. Nos quadros iniciais de lesão pulmonar, os pacientes apresentavam-se relativamente bem, apesar da dessaturação de oxigênio pouco responsiva à oxigenioterapia, em um claro descolamento entre a gravidade da hipoxemia e os sintomas, o que tem sido descrito como “Happy hypoxemia”. O monitoramento precoce da saturação de oxigênio desde a fase domiciliar permitiu a antecipação do aparecimento da dispneia, que já representa um indicativo da fase adiantada do comprometimento pulmonar e da iminente necessidade de suplementação de oxigênio e/ou ventilação invasiva.

A avaliação da capacidade cardiorrespiratória (ACR) ou funcional ao exercício é uma ferramenta poderosíssima na definição do estado de saúde de uma maneira geral na população, seja em indivíduos saudáveis ou com doença cardiovascular, superando outras variáveis no valor prognóstico, como a presença de isquemia miocárdica ao eletrocardiograma no esforço. Essa análise leva em conta o funcionamento integrado dos sistemas cardiovascular, respiratório, metabólico e biomecânico.

[…]

  • Atividade Motora
  • Atletas
  • Classe Social
  • Estilo de Vida Saudável
  • Exercício
  • Isquemia Miocárdica/prevenção e controle
  • Resistência Física
  • Sedentarismo
  • Treino Aeróbico
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18/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20200648
ABC
Artigo Original

Hipertensão Arterial em Trabalhadores: O Efeito Cumulativo das Dimensões da Atividade Física sobre esse Agravo

Uelito Everaldo Souza Ribeiro Junior et al. Rita de Cassia Pereira Fernandes

Resumo

Fundamento

A atividade física, em diferentes dimensões (ocupacional, doméstica e de lazer), pode ter papel relevante sobre a hipertensão arterial (HA). Praticar atividade física apenas no lazer, ou isoladamente nas outras dimensões, pode ser insuficiente para o controle efetivo da HA.

Objetivo

Analisar o efeito isolado e cumulativo das dimensões da atividade física sobre a ocorrência de hipertensão arterial em trabalhadores.

Métodos

Estudo transversal com 1.070 trabalhadores de Limpeza Urbana e Indústria de Calçados, na Bahia, utilizando questionário aplicado por entrevistador acerca de aspectos sociodemográficos, ocupacionais, de estilo de vida e morbidade hipertensiva.

Foram medidos

peso, altura, circunferência abdominal e pressão arterial. Caso de HA: pressão arterial sistólica ≥140 ou diastólica ≥90, ou tratamento regular de Hipertensão. Foram investigadas as dimensões ocupacional, doméstica e de lazer da atividade física. Realizou-se análise multivariada com Regressão de Cox para estudos transversais.

Resultados

A prevalência de HA foi de 24%, sendo 37% dentre pacientes com idades entre 35 e 44 anos, e 51% entre 45 e 54 anos. O modelo multivariado evidenciou que ativos em uma dimensão ou em nenhuma tiveram 62% mais HA, e um valor 25% mais elevado de HA foi observado dentre aqueles trabalhadores ativos em duas das três dimensões, na comparação com os ativos nas três dimensões. Sexo masculino, maior idade (> 31 anos) e excesso de peso se associaram à HA, com razões de prevalência de 1,62, 2,10 e 2,26, respectivamente.

Conclusões

Verificou-se efeito cumulativo das dimensões da atividade física sobre a ocorrência de HA. Classificar sujeitos ativos no trabalho ou no ambiente doméstico como inativos ao se basear apenas na dimensão do lazer pode implicar em erro metodológico. (Arq Bras Cardiol. 2020; 114(5):755-761)

  • Antropometria
  • Atividade Motora
  • Esforço Físico
  • Estilo de Vida
  • Fatores Socioeconômicos
  • Hipertensão
  • Serviço de Limpeza Urbana
  • Trabalhadores
  • Trabalho
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01/06/2020 DOI: 10.36660/abc.20190065 Visualizações 1
ABC
Editorial

Vida Fisicamente Ativa como Medida de Enfrentamento ao COVID-19

Maycon Junior Ferreira et al. Maria Cláudia Irigoyen Fernanda Consolim-Colombo José Francisco Kerr Saraiva Kátia De Angelis

A rápida e incontrolável disseminação do novo coronavírus (SARS-CoV-2) pelo mundo aliada à sua gravidade fez com que, no dia 11 de março de 2020, o Diretor-Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) caracterizasse a situação como pandemia. Atualmente, nota-se um esforço cada vez mais intenso por parte das organizações de saúde e do poder público no sentido de conter o avanço e disseminação do SARS-CoV-2. O SARS-CoV-2 emerge como um novo subtipo de síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV) humana caracterizado por alta capacidade de transmissão e indução de quadros de infecção respiratória severa. Estudos recentes demonstraram alta prevalência de hipertensão arterial e diabetes em pacientes idosos acometidos pela COVID-19 que vieram a óbito em Wuhan, China, , epicentro do surto de SARS-CoV-2, o que sugere que tais comorbidades são importantes fatores de risco para o agravamento e pior prognóstico das complicações associadas ao COVID-19.

Diante das recomendações de isolamento social atualmente impostas em vários países, incentivar a manutenção de uma rotina de vida fisicamente ativa por parte da população como uma medida preventiva para a saúde é fundamental durante esse período de enfrentamento contra a disseminação do vírus. Em um período de reclusão domiciliar a população tende a adotar uma rotina sedentária, o que favoreceria a um aumento no ganho de peso corporal e surgimento de comorbidades associadas a maior risco cardiovascular, como obesidade, aumento da pressão arterial, intolerância à glicose, bem como transtornos psicossociais como ansiedade e depressão. De fato, o comportamento sedentário, seja sentado, assistindo TV ou passando tempo em frente a dispositivos eletrônicos, foi associado a aumento do peso corporal em crianças, adolescentes, adultos e idosos e aumento marcante do risco de mortalidade cardiovascular. Por outro lado, o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e mortalidade mostra-se reduzido em indivíduos com hábitos de vida fisicamente ativos, como caminhadas de moderada intensidade. Além disto, tem sido demonstrado que o risco de infecção do trato respiratório superior por coronavírus é potencialmente maior na presença de deficiência do sistema imunológico. Neste sentido, a prática de exercício físico como medida benéfica para a melhora da imunidade é fortemente evidenciada na literatura. – O Colégio Americano de Medicina do Esporte divulgou recentemente um guia em que sugere que a atividade física de intensidade moderada deva ser mantida no período de quarentena em função do SARS-CoV-2, salientando a importância para a saúde de cada minuto fisicamente ativo.

[…]

  • Atividade Motora
  • Coronavírus-19
  • COVID-19
  • Exercício
  • Fatores de risco
  • Prevenção e Controle
  • Sedentarismo
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09/04/2020 DOI: 10.36660/abc.20200235 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Níveis de Atividade Física Em Pacientes Com Doença Arterial Periférica

Aline Mendes Gerage et al. Marilia de Almeida Correia Paulo Mesquita Longano de Oliveira Aline Cabral Palmeira … Wagner Jorge Ribeiro Domingues Antônio Eduardo Zeratti Pedro Puech-Leão Nelson Wolosker Raphael Mendes Ritti-Dias Gabriel Grizzo Cucato

Resumo

Fundamento:

Aumentos nos níveis de atividade física diária são recomendados para pacientes com doença arterial periférica (DAP). No entanto, apesar dessa recomendação, pouco se sabe sobre os padrões de atividade física dos pacientes com DAP.

Objetivo:

Descrever os padrões de atividade física de pacientes com DAP sintomática.

Métodos:

Este estudo transversal incluiu 174 pacientes com DAP com sintomas de claudicação intermitente. Os pacientes foram submetidos a avaliações clínicas, hemodinâmicas e funcionais. A atividade física foi objetivamente medida por um acelerômetro, e o tempo gasto em atividades sedentárias, de baixa intensidade, de alta intensidade e atividade física moderada-a-vigorosa (AFMV) foi obtido. A análise descritiva foi realizada para resumir os dados dos pacientes e a regressão logística binária foi utilizada para testar as associações brutas e ajustadas entre a adesão à recomendação de atividade física e os fatores sociodemográficos e clínicos. Para todas as análises estatísticas, a significância foi estabelecida em p < 0,05.

Resultados:

Os pacientes gastaram em média 640 ± 121 min/dia, 269 ± 94 min / dia, 36 ± 27 min/dia e 15 ± 16 min/dia em atividades sedentárias, de baixa intensidade, alta intensidade e AFMV, respectivamente. A prevalência de pacientes que atingiram as recomendações de atividade física foi de 3,4%. Após ajuste para fatores de confusão, observou-se associação inversa significativa entre adesão à recomendação de atividade física e idade (OR = 0,925; p = 0,004), enquanto tempo de doença, ITB e distância total de caminhada não se associaram a esse critério de adesão (p> 0,05).

Conclusão:

Os padrões de atividade física dos pacientes com DAP são caracterizados por uma grande quantidade de tempo gasto em comportamentos sedentários e um baixo envolvimento na AFMV. Pacientes mais jovens, independentemente dos fatores clínicos e funcionais, apresentaram maior probabilidade de atender às recomendações atuais de atividade física.

  • Atividade Motora
  • Caminhada
  • Claudicação Intermitente
  • Doença Arterial Periférica
  • Exercício
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29/07/2019 DOI: 10.5935/abc.20190142 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Original Article

Intervenções Lúdicas Aumentam o Conhecimento sobre Hábitos Saudáveis e Fatores de Risco Cardiovasculares em Crianças: Estudo Clínico Randomizado CARDIOKIDS

Fátima H. Cecchetto et al. Daniela B. Pena Lucia C. Pellanda

Resumo

Fundamento:

A obesidade infantil é um importante problema de saúde no mundo. Nesse contexto, há uma necessidade para o desenvolvimento e a avaliação de intervenções educativas inovadoras que objetivem a prevenção e a formação de hábitos saudáveis.

Objetivo:

Avaliar o impacto de workshops lúdicos sobre o conhecimento, autocuidado, e peso corporal de crianças.

Métodos:

Esse foi um estudo clínico randomizado, com 79 estudantes com idade entre 7 e 11 anos. Medidas antropométricas foram coletadas, e dois questionários (DAFA, Dia Típico de Atividades Físicas e de Alimentação e o CARDIOKIDS, um questionário de conhecimento sobre fatores de risco cardiovasculares) foram aplicados no basal, ao final da intervenção, e três meses depois. A intervenção consistiu em oito workshops lúdicos, que incluiu a apresentação de uma peça de teatro.

Resultados:

Setenta e nove estudantes foram randomizados para o grupo intervenção (n = 40) ou para o grupo controle (n = 39). A idade média foi 10 ± 1,1 anos. Após oito semanas, o grupo intervenção mostrou uma melhora significativa no escore de conhecimento (p < 0,01). Houve um aumento nos escores de atividade física em ambos os grupos, mas sem diferença entre os grupos no final da intervenção (p=0,209). Observou-se uma redução no percentil do IMC no grupo intervenção, mas não houve diferença estatística entre os grupos após a intervenção.

Conclusões:

Intervenções lúdicas podem melhorar o conhecimento e níveis de atividade física em crianças e, quando combinadas com outras estratégias, podem ser benéficas na prevenção da obesidade e melhoria do autocuidado.

  • Atividade Motora
  • Conhecimento
  • Criança
  • Ensaio Clínico Controlado Aleatório como Assunto
  • Jogos Recreativos
  • Obesidade Pediátrica
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20/07/2017 DOI: 10.5935/abc.20170107 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Original Article

Escola Saudável é mais Feliz: Design e Protocolo de um Ensaio Clinico Randomizado Desenvolvido para Prevenir o Ganho de Peso em Crianças

Daniela Schneid Schuh et al. Maíra Ribas Goulart Sandra Mari Barbiero Caroline D’Azevedo Sica … Raphael Borges David William Moraes Lucia Campos Pellanda

Resumo

Fundamento:

As escolas tornaram-se essenciais para a promoção de saúde e de intervenções para obesidade, propiciando o desenvolvimento de consciência crítica para a construção e promoção de dieta saudável, atividade física e monitoramento do status nutricional na infância e adolescência.

Objetivos:

Descrever um protocolo de estudo para avaliar a eficiência de uma intervenção projetada para aprimorar o conhecimento sobre escolhas alimentares no ambiente escolar.

Métodos:

Estudo clínico randomizado em cluster, paralelo, de dois braços, conduzido em escolas públicas de ensino fundamental e médio no Brasil. Os participantes serão crianças e adolescentes entre 5 e 15 anos de idade, dos dois sexos. As intervenções se concentrarão em mudanças de estilo de vida, atividade física e educação nutricional. As atividades de intervenção ocorrerão mensalmente na sala de multimídia ou quadra de esportes das escolas. O grupo controle receberá as recomendações usuais através da escola. O desfecho primário será a mudança nas medidas antropométricas, como índice de massa corporal e os níveis de atividade física conforme o Questionário Internacional de Atividade Física.

Resultados:

Esperamos que, após o estudo, as crianças aumentem o consumo de alimentos frescos, reduzam o consumo excessivo de alimentos açucarados e processados, e reduzam as horas gastas em atividades sedentárias.

Conclusão:

O propósito de iniciar a intervenção dietética nessa fase da vida é desenvolver o conhecimento que permitirá escolhas saudáveis, propiciando oportunidades para um melhor futuro para essa população.

  • Alimentos e Nutrição
  • Atividade Motora
  • Comportamentos Saudáveis
  • Dieta
  • Escolas
  • Obesidade
  • Peso Corporal
  • Prevenção & Controle
  • Promoção da Saúde
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01/06/2017 DOI: 10.5935/abc.20170072 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Original Article

Atividade Física e Perfil Lipídico no Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil)

Raquel Caroline da Silva et al. Maria de Fátima Haueisen Sander Diniz Sheila Alvim Pedro Guatimosim Vidigal … Ligia Maria Giongo Fedeli Sandhi Maria Barreto

Resumo

Fundamento:

A prática regular de atividade física (AF) induz alterações desejáveis nos níveis das lipoproteínas de alta densidade (HDL) e de baixa densidade (LDL) e dos triglicérides (TG), importantes fatores de risco cardiometabólico, mas persistem dúvidas se intensidade e duração da AF têm benefícios equivalentes.

Objetivo:

Investigar a associação da intensidade e da duração da AF com os níveis de HDL, LDL e TG.

Métodos:

Estudo transversal com 12.688 participantes da linha de base do Estudo Longitudinal da Saúde do Adulto que não usavam medicação para controle de lipídeos. Regressão linear múltipla foi usada para avaliar a associação, após ajustes por fatores sociodemográficos e de saúde, entre a intensidade e a duração da AF e os níveis de HDL, LDL e TG (logaritmo natural).

Resultados:

AF moderada e vigorosa bem como a prática de AF ≥ 150 min/semana foram associadas a maiores níveis de HDL. Maior intensidade de AF e AF ≥ 150 min/semana foram associadas a menores níveis de TG. Após ajustes, AF moderada e AF vigorosa aumentaram a média de HDL em 0,89 mg/dL e 1,71 mg/dL, respectivamente, e reduziram a média geométrica de TG em 0,98 mg/dL e 0,93 mg/dL, respectivamente. AF ≥ 150 min/semana aumentou a média de HDL em 1,05 mg/dL e reduziu a média geométrica de TG em 0,98 mg/dL.

Conclusão:

Nossos resultados reforçam os benefícios da AF sobre níveis de HDL e TG, sugerindo vantagem para a intensidade vigorosa quando comparada à recomendação baseada apenas na duração da AF.

  • Atividade Motora
  • Colesterol
  • Doenças Cardiovasculares
  • Hipercolesterolemia
  • Perfil de Saúde
  • Triglicerides
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23/06/2016 DOI: 10.5935/abc.20160091 Visualizações 2
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Artigo de Pesquisa

Efeitos do Hormônio do Crescimento na Remodelação Cardíaca Durante Treinamento Resistido em Ratos

Adriana Junqueira et al. Antônio Carlos Cicogna Letícia Estevam Engel Maiara Almeida Aldá … Loreta Casquel de Tomasi Rogério Giuffrida Inês Cristina Giometti Ana Paula Coelho Figueira Freire Andreo Fernando Aguiar Francis Lopes Pacagnelli

Resumo

Fundamento:

Apesar de os efeitos benéficos do treinamento resistido (TR) sobre o sistema cardiovascular estarem bem estabelecidos, poucos estudos têm investigado os efeitos crônicos da administração de hormônio do crescimento (GH) sobre a remodelação cardíaca durante um programa de TR.

Objetivo:

avaliar os efeitos do GH sobre a remodelação cardíaca em suas características morfológicas e na expressão dos genes do trânsito de Ca2+ em ratos submetidos ao TR.

Métodos:

Ratos Wistar machos foram divididos em 4 grupos (n = 7 por grupo): controle (CT), GH, TR e TR com GH (TRGH). A dose de GH foi de 0,2 UI/kg, a cada dois dias, por 30 dias. O modelo de TR utilizado foi o salto vertical em água (4 séries de 10 saltos, 3 vezes/semana) durante 30 dias consecutivos. Após o período experimental, as seguintes variáveis foram analisadas: peso corporal final (PCF), peso do ventrículo esquerdo (PVE), razão PVE/PCF, área seccional de cardiomiócitos (ASC), fração de colágeno, creatina quinase fração músculo-cérebro (CK-MB) e expressão gênica de SERCA2a, fosfolambam (PLB) e rianodina (RyR).

Resultados:

Não houve diferença significativa (p > 0,05) entre os grupos para PCF, PVE, razão PVE/PCF, ASC, e expressão gênica de SERCA2a, PLB e RyR. O grupo TR mostrou um significativo aumento (p < 0,05) da fração de colágeno em comparação aos outros. Além disso, os grupos treinados (TR e TRGH) apresentaram maiores níveis de CK-MB em comparação aos não treinados (CT e GH).

Conclusão:

Esses resultados indicam que o GH pode atenuar os efeitos negativos do TR na remodelação cardíaca por contrabalançar o aumento da síntese de colágeno, sem afetar a expressão de genes que regulam o trânsito de Ca2+ cardíaco.

  • Atividade Motora
  • Exercício
  • Hormônio do Crescimento
  • Ratos
  • Remodelação Ventricular
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08/12/2015 DOI: 10.5935/abc.20160003 Visualizações 1
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Review Article

Impacto de Intervenções em Atividade Física sobre a Pressão Arterial de Populações Brasileiras

Vivian Freitas Rezende Bento et al. Flávia Barbizan Albino Karen Fernandes de Moura Gustavo Jorge Maftum … Mauro de Castro dos Santos Luiz César Guarita-Souza José Rocha Faria Neto Cristina Pellegrino Baena

Fundamento:

A pressão arterial elevada está associada com a doença cardiovascular, que é a principal causa de mortalidade na população brasileira. Modificações no estilo de vida, incluindo a atividade física, são importantes para a redução dos níveis pressóricos e diminuição dos gastos decorrentes de desfechos.

Objetivo:

Avaliar o impacto de intervenções em atividade física sobre a pressão arterial de brasileiros.

Métodos:

Metanálise feita por meio de revisão sistemática, utilizando várias bases de dados em ciências da saúde publicados até maio/2014. Foram utilizados sete estudos e uma amostra de 493 participantes. Foram incluídos estudos paralelos de intervenções em atividade física em populações adultas brasileiras que possuíam descrição de pressão arterial (mmHg) antes e após a intervenção em grupos controle e intervenção.

Resultados:

Dos 390 estudos encontrados, oito atingiram os critérios de inclusão propostos para a revisão sistemática e sete ensaios clínicos randomizados foram incluídos para a meta-análise. Dentre esses, intervenções com atividade física variaram entre exercícios de resistência e aeróbico. Houve redução da pressão arterial sistólica -10.09 (IC 95%: – 18.76 a -1.43 mmHg) e da pressão arterial diastólica -7,47 (IC 95%: -11.30 a -3.63 mmHg).

Conclusões:

A evidência disponível sobre os efeitos da atividade física na pressão arterial da população brasileira indica um efeito homogêneo e significativo para pressão arterial sistólica e para pressão arterial diastólica, porém a força dos estudos sintetizados é baixa e a qualidade metodológica, baixa e/ou regular. Estudos maiores e com maior rigor metodológico são necessários para construção de evidência robusta.

  • Atividade Motora
  • Avaliação do Impacto na Saúde
  • Epidemiologia
  • Pressão Arterial
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19/05/2015 DOI: 10.5935/abc.20150048 Visualizações 1
Prevalência de dislipidemia em indivíduos fisicamente ativos durante a infância, adolescência e idade adulta
ABC
Artigo Original

Prevalência de dislipidemia em indivíduos fisicamente ativos durante a infância, adolescência e idade adulta

Rômulo Araújo Fernandes et al. Diego Giulliano Destro Christofaro Juliano Casonatto Jamile Sanches Codogno … Eduardo Quieroti Rodrigues Mauro Leandro Cardoso Sandra Satie Kawaguti Angelina Zanesco

FUNDAMENTO: A prevalência de dislipidemias vem aumentando em diversas partes do Brasil, porém não é claro ainda quanto de exercício físico é necessário para se obter efeitos benéficos sobre os níveis de lipoproteínas plasmáticas. OBJETIVO: O estudo analisou, em oito cidades do Estado de São Paulo, a associação entre a prática continuada de exercícios físicos ao longo da vida e a ocorrência de dislipidemia na idade adulta. MÉTODOS: Estudo transversal envolvendo 2.720 adultos, de ambos os sexos, residentes em oito cidades do Estado de São Paulo. Por meio de entrevista domiciliar, a presença de dislipidemias foi autorreferida e a prática de exercícios físicos foi analisada na infância (7-10 anos), na adolescência (11-17 anos) e na idade adulta (atividades de lazer). No tratamento estatístico, modelos multivariados foram criados com a regressão logística binária. RESULTADOS: A prevalência de dislipidemia foi de 12,2% (IC95%= 11,1%-13,5%) e não houve diferença entre as cidades (p = 0,443). Mulheres (p = 0,001) e obesos (p = 0,001) apresentaram maior taxa de dislipidemia. Exercício físico atual não se associou com a presença de dislipidemia ([> 180 minutos por semana] p = 0,165), porém, a prática de exercício físico, tanto na infância (p = 0,001) como na adolescência (p = 0,001), foi associada com menor ocorrência da doença. Adultos fisicamente ativos em todos os três momentos da vida apresentaram 65% menos chances de reportar dislipidemia (RC = 0,35 [0,15-0,78]). CONCLUSÃO: A prática continuada de exercícios físicos ao longo da vida foi associada com menor ocorrência de dislipidemia entre adultos do Estado de São Paulo.

  • Adulto
  • Atividade Motora
  • Brasil
  • Dislipidemias
  • Exercício
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05/08/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000083 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Associação entre atividade física no tempo livre e pressão arterial em adultos

Francisco José Gondim Pitanga et al. Ines Lessa

FUNDAMENTO: A pressão arterial (PA) elevada é encontrada em níveis epidêmicos em adultos das sociedades industrializadas favorecendo o aumento do risco de desenvolvimento de numerosas patologias cardiovasculares. OBJETIVO: Verificar se existe associação entre atividade física no tempo livre (AFTL) e pressão arterial sistólica (PAS)/ pressão arterial diastólica (PAD) elevadas em adultos na cidade de Salvador-Bahia. MÉTODOS: O estudo foi de corte transversal, em amostra de 2.292 adultos de ambos os sexos com idades > 20 anos. Aqueles que participavam de atividades físicas nos momentos de lazer foram considerados como ativos no tempo livre. Utilizou-se análise de regressão logística para estimar a razão de chances (RC), com intervalo de confiança de 95%. RESULTADOS: Após ajustamento para idade e estratificação por sexo, as associações entre AFTL e PAS/PAD foram: PAS = 0,86 (0,85 – 0,87) para o sexo feminino e 0,65 (0,64 – 0,66) para o sexo masculino; PAD = 0,94 (0,92-0,95) para o sexo feminino e 0,64 (0,63-0,65) para o sexo masculino. CONCLUSÃO: Os resultados deste estudo são importantes para a saúde pública e devem ser utilizados para conscientizar a população sobre a relevância da AFTL visando à prevenção de níveis elevados de PAS/PAD.

  • Adultos
  • Atividade Motora
  • Hipertensão
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17/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000124 Visualizações 2
Estudo comparativo do perfil pró-aterosclerótico de estudantes de Medicina e de Educação Física
ABC
Artigo Original

Estudo comparativo do perfil pró-aterosclerótico de estudantes de Medicina e de Educação Física

Marcelo de Aquino Resende et al. Roberta Barreto Vasconcelos Resende Rodrigo da Silveira Tavares Carlos Roberto Rodrigues Santos José Augusto Soares Barreto-Filho

FUNDAMENTO: Estudos recentes indicam forte associação entre inatividade física, baixo nível de condicionamento cardiorrespiratório e presença de fatores de risco cardiovascular. OBJETIVO: Comparar o nível de atividade física, o nível de condicionamento cardiorrespiratório e o risco cardiovascular entre estudantes de medicina e de educação física. MÉTODOS: Em uma primeira etapa aplicou-se o International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) para quantificar a atividade física em 126 alunos dos 7os e 8os períodos dos cursos de educação física e medicina. Em uma segunda etapa, selecionou-se, por intermédio de randomização, 40 alunos, 20 de cada curso, para avaliação de fatores de risco cardiovascular e avaliação do condicionamento cardiorrespiratório. Foram mensurados: 1) pressão arterial; 2) índice de massa corpórea (IMC); 3) percentual de gordura (bioimpedância elétrica); 4) circunferência de cintura (CC); 5) testes bioquímicos laboratoriais; e 6) condicionamento cardiorrespiratório (Teste de Kline). RESULTADOS: Comparando estudantes de medicina a estudantes de educação física, respectivamente, foi observada maior frequência de indivíduos apresentando: baixo nível de atividade física (55% vs 15,0%; p = 0,008); pré-hipertensão pela PAS (80% vs 25,0%; p = 0,000) e pela PAD (45% vs 5,0%; p = 0,003); sobrepeso (50% vs 10,0%; p = 0,006); circunferência de cintura aumentada (25% vs 0,0%; p = 0,017); colesterol total elevado (165 ± 28 vs 142 ± 28 mg/dl; p = 0,015); LDLc elevado (99 ± 27 vs 81 ± 23 mg/dl; p = 0,026); glicemia elevada (81 ± 8,0 vs 75 ± 7,0 mg/dl; p = 0,013); menor condicionamento cardiorrespiratório (48 ± 8,0 vs 56 ± 7,0 ml/kg/min; p = 0,001). CONCLUSÃO: Estudantes de medicina apresentam menor quantitativo de prática de atividade física, menor nível de condicionamento cardiorrespiratório e maior frequência dos fatores de risco cardiovascular, comparados aos de educação física.

  • Atividade Motora
  • educação física e treinamento
  • Estudantes de Medicina
  • Exercício
  • Fatores de risco
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11/06/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000061 Visualizações 1
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Artigo Original

Obesidade abdominal em adolescentes: prevalência e associação com atividade física e hábitos alimentares

Cláudio Barnabé dos Santos Cavalcanti et al. Mauro Virgilio Gomes de Barros Annelise Lins Menêses Carla Menêses Santos … Andrea Maria Pires Azevedo Fernando José de Sá Pereira Guimarães

FUNDAMENTO: A obesidade abdominal em adolescentes está associada a doenças cardiovasculares e metabólicas, mas a prevalência e os fatores associados à sua ocorrência são ignorados. OBJETIVOS: Determinar a prevalência e verificar se indicadores de atividade física e hábitos alimentares estão associados à ocorrência de obesidade abdominal em adolescentes. MÉTODOS: A amostra compreendeu 4.138 estudantes do ensino médio (14-19 anos), selecionados mediante amostragem por conglomerados em dois estágios. Obtiveram-se os dados por meio do Global School-based Health Survey, enquanto medidas antropométricas foram aferidas para determinação de excesso de peso e obesidade abdominal. Regressão logística binária foi empregada para análise dos fatores comportamentais associados à ocorrência de obesidade abdominal. Identificação dos casos de obesidade abdominal foi efetuada por análise da circunferência da cintura, tomando-se como referência pontos de corte para idade e sexo. RESULTADOS: A idade média foi de 16,8 anos (s =1,4), e 59,8% dos sujeitos eram do sexo feminino; a prevalência de obesidade abdominal foi de 6% (IC95%:5,3-6,7), significativamente superior entre as moças (6,7%; IC95%: 5,8-7,8) em comparação aos rapazes (4,9%; IC95%:3,9-6,0). As análises brutas evidenciaram que sexo e excesso de peso são fatores associados à ocorrência de obesidade abdominal. O ajustamento das análises por regressão logística permitiu observar que a prática de atividades físicas está significativamente associada à ocorrência de obesidade abdominal nesse grupo (OR = 0,7; IC95%:0,49-0,99), independentemente da presença de excesso de peso. CONCLUSÕES: A Prevalência de obesidade abdominal foi baixa em comparação ao observado em levantamentos internacionais, e a prática de atividades físicas é um fator associado à ocorrência desse evento em adolescentes.

  • Adolescente
  • Atividade Motora
  • Epidemiologia
  • Obesidade
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28/04/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000300015 Visualizações 1
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Artigo Original

Atividade física, consumo de lipídios e fatores de risco para aterosclerose em adolescentes

Wagner de Campos et al. Antonio Stabelini Neto Rodrigo Bozza Anderson Zampier Ulbrich … Renata Labronici Bertin Luis Paulo Gomes Mascarenhas Sérgio Gregório da Silva Jeffer Eidi Sasaki

FUNDAMENTO: A aterosclerose é a doença coronariana que acomete com maior frequência a população adulta brasileira. Embora seja uma doença predominantemente adulta, os fatores de risco associados podem surgir em indivíduos jovens. OBJETIVO: Verificar a associação do nível de atividade física (NAF) e o consumo de lipídios com os fatores de risco para aterosclerose em adolescentes. MÉTODOS: Foram avaliados 260 meninos e 237 meninas com idades entre 10-18 anos. O nível de atividade física foi estimado através do recordatório proposto por Bouchard e cols.. O consumo de lipídios foi avaliado através do inquérito alimentar desenvolvido por Sichieri e Everhart. A pressão arterial foi mensurada utilizando um esfigmomanômetro de coluna de mercúrio. O colesterol total, o HDL-C e os triglicérides foram determinados através do método enzimático-colorimétrico. O LDL-C foi calculado pela fórmula de Friedewald. Na análise estatística, foi empregada a regressão logística, com nível de significância estipulado em p < 0,05. RESULTADOS: Quanto ao NAF, 17,3% dos meninos e 22,6% das meninas foram classificados como sedentários. Para os hábitos alimentares, 54% e 48,6% dos meninos e meninas, respectivamente, apresentaram consumo de lipídios acima das recomendações. Meninos com níveis elevados de colesterol total e de LDL-C tiveram maior razão de chances de serem sedentários do que seus pares mais ativos. Apresentar níveis elevados de LDL-C esteve associado ao consumo excessivo de gordura saturada em ambos os sexos. CONCLUSÃO: Os resultados avigoram as evidências prévias de que jovens devem ser encorajados desde cedo à adoção de um estilo de vida fisicamente mais ativo associado a uma ingestão alimentar apropriada.

  • Adolescente
  • Aterosclerose
  • Atividade Motora
  • consumo alimentar
  • Exercício
  • Fatores de risco
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16/04/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000033 Visualizações 1
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Prevalência e variáveis associadas à inatividade física em indivíduos de alto e baixo nível socioeconômico

Helena França Correia dos Reis et al. Ana Marice Teixeira Ladeia Everton Carvalho Passos Flávio Guilherme de Oliveira Santos … Larissa Tapioca de Wasconcellos Luís Cláudio Lemos Correia Marta Silva Menezes Renata Dáttoli Gouvêa Santos Victor Guerrero do Bomfim Mário de Seixas Rocha

FUNDAMENTO: Estudos que consideram apenas a atividade física de lazer encontraram que a inatividade física é maior entre os indivíduos com menor renda. Existe a possibilidade de que, ao se considerar as atividades de transporte, trabalho e domésticas ocorra modificações nessa associação. OBJETIVO:Determinar se há diferença entre as prevalências de inatividade física entre indivíduos de alto e baixo nível socioeconômico. MÉTODOS: A amostra foi constituída por indivíduos de ambos os sexos, com 18 anos ou mais, de dois grupos de diferentes níveis socioeconômicos. O Grupo de baixo nível socioeconômico (BNSE) foi composto por pais de alunos de uma escola pública. Os indivíduos de alto nível socioeconômico (ANSE) foram pais de uma escola de nível superior privada. Para determinação do nível de atividade física foi utilizado o Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ). RESULTADOS: Noventa e um indivíduos foram avaliados no grupo de BNSE e 59 no ANSE. No grupo de baixo NSE, 42,9% (39) dos indivíduos foram classificados como insuficientemente ativos, comparados a 57,6% (34) nos indivíduos de alto NSE. Tomando-se como parâmetro de inatividade física um tempo de atividade física semanal menor que 150 minutos houve redução da classificação de inatividade em ambos os grupos, porém com manutenção de maior inatividade nos indivíduos de alto NSE (49,2% vs 28,6%; p= 0,01). CONCLUSÃO:Os indivíduos de alto nível socioeconômico são mais sedentários que os indivíduos de baixo nível socioeconômico.

  • Atividade Motora
  • Classe Social
  • Exercício
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17/04/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000300007 Visualizações 1
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Resposta circulatória à caminhada de 50 m na unidade coronariana, na síndrome coronariana aguda

Cristiane Maria Carvalho Costa Dias et al. Ana Célia Carneiro de Almeida Maiato Kátia Maria Moreno Baqueiro Alessandra Maia Furtado Fiqueredo … Fernanda Warken Rosa Janaina Oliveira Pitanga Ludmila Ivo Catão de Souza Armênio Costa Guimarães

FUNDAMENTO: Ausência de técnica padronizada e monitorada para iniciar a reabilitação de pacientes com síndrome coronariana aguda (SCA), na unidade coronariana. OBJETIVO: Descrever a técnica e a resposta circulatória à caminhada de 50 m (C50m). MÉTODOS: Estudo experimental, transversal, com 65 pacientes com SCA; destes 36 (54%) com infarto agudo do miocárdio (IAM), Killip I; 29 (45,2%) com angina instável (AI); 61,5% do sexo masculino, idade 62,8 ± 12,7 anos. Caminhada com início 45 ± 23 horas pós-internamento. Mensuraram-se pressão arterial sistólica (PAS mmHg) e diastólica (PAD mmHg), freqüência cardíaca (FC bpm), duplo produto (PAS mmHg X FC bpm), saturação periférica de oxigênio (SpO2%), tempo de caminhada e percepção do esforço pela escala de Borg (EB). Obtiveram-se medições nas posições supina, sentada e ortostase (fase 1 – estresse gravitacional), no final da caminhada e pós-repouso de 5 minutos (fase 2 – estresse físico). RESULTADOS: Observou-se aumento da FC ao estresse gravitacional sentado (Δ = 4,18) e em ortostase (Δ = 2,69), (p < 0,001). Houve elevação pós-caminhada da PAS (Δ = 4,84), (p < 0,001); FC (Δ = 4,68), (p < 0,001); DP (Δ = 344,97), (p = 0,004); e decréscimo da SpO2 (Δ = -1,42), (p 142 mmHg ao sentar associou-se com aumento significativo (p = 0,031) de 11 mmHg ao exercício em 13 pacientes com sobrepeso/obesidade e 85% com hipertensão. Verificaram-se efeitos adversos em 19 (29,2%) pacientes, tonturas em 23,1%, com impedimento da caminhada em três deles. CONCLUSÃO: Nesta amostra, após 24 horas do evento coronariano, não se verificaram efeitos colaterais graves à C50m.

  • angina instável
  • Atividade Motora
  • Infarto Do Miocárdio
  • Reabilitação
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06/04/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000200010 Visualizações 1
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Excesso de peso, pressão arterial e atividade física no deslocamento à escola

Kelly S. Silva et al. Adair S. Lopes

FUNDAMENTO: A prevalência de obesidade e pressão arterial (PA) tem aumentado em crianças e adolescentes, enquanto os domínios da atividade física declinaram. OBJETIVO: Identificar e associar o excesso de peso, de gordura corporal e de PA elevada entre os estudantes ativos e passivos no deslocamento à escola. MÉTODOS: Participaram do estudo 1.570 escolares de 7 a 12 anos de idade, de João Pessoa, PB. Os estudantes responderam a um questionário sobre a forma de deslocamento à escola (ativo = caminhada/bicicleta ou passivo = carro/moto/ônibus) e o tempo despendido. O excesso de peso foi determinado no IMC > 25 kg/m², a gordura no percentil > 85 da dobra tricipital e a PA elevada no percentil > 90. Na análise, utilizaram-se o teste qui-quadrado e a regressão de Poisson. RESULTADOS: O deslocamento ativo associou-se à menor prevalência de excesso de peso e de gordura, em relação ao passivo (p 0,05) CONCLUSÃO: O deslocamento passivo à escola associou-se ao excesso de peso e gordura, e dissociou-se da PA elevada. O excesso de peso associou-se ao excesso de gordura e à PA elevada. É preciso prevenir o excesso de peso, como meio de evitar o acúmulo de gordura e o aumento da PA.

  • Atividade Motora
  • Criança
  • Hipertensão
  • Obesidade
  • Sobrepeso
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08/08/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001400005
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Revisão

Fatores de risco no desenvolvimento da aterosclerose na infância e adolescência

Maria Gisele dos Santos et al. Marina Pegoraro Fabiano Sandrini Emílio César Macuco

As doenças cardiovasculares (DCV) constituem uma importante causa de morte nos países desenvolvidos e também naqueles em desenvolvimento. Em geral, as manifestações clínicas das DCV, como infarto do miocárdio, acidente vascular encefálico e doença vascular periférica, são causadas por um processo aterosclerótico e têm início a partir da meia-idade. No entanto, estudos atuais indicam que o processo aterosclerótico começa a se desenvolver na infância. A fisiopatogenia da aterosclerose tem sido estudada pelo seu aspecto inflamatório, e, dentre os marcadores inflamatórios, a proteína-C-reativa (PCR) vem sendo bastante estudada nos indivíduos portadores de alguma DCV, inclusive naqueles aparentemente saudáveis. Níveis elevados de PCR têm sido relacionados a fatores de risco para a aterosclerose: história familiar de doença arterial coronariana (DAC), dislipidemia, hipertensão arterial, diabete melito, obesidade, tabagismo e sedentarismo. Grande parte desses fatores de risco pode ser influenciada por modificações no estilo de vida, tais como a mudança de hábitos alimentares e a prática de atividade física. Na literatura estão documentados os efeitos da atividade física sobre os níveis de PCR na fase adulta, porém há pouco conhecimento dos estilos de vida ativo ou sedentário em crianças e adolescentes. Este trabalho tem o objetivo de revisar o impacto da atividade física em crianças e adolescentes sobre os níveis de PCR e os fatores de risco para o desenvolvimento de DCV.

  • Adolescente
  • Aterosclerose coronariana
  • Atividade Motora
  • Criança
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29/05/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000400012
Avaliação da flexibilidade: valores normativos do flexiteste dos 5 aos 91 anos de idade
ABC
Artigo Original

Avaliação da flexibilidade: valores normativos do flexiteste dos 5 aos 91 anos de idade

Claudio Gil Soares de Araújo

FUNDAMENTO: O exercício físico é um instrumento de promoção de saúde e sua prescrição deve ser baseada em evidências científicas. A flexibilidade é um dos principais componentes da aptidão física, está relacionada ao desempenho e à saúde, e é definida como a amplitude máxima passiva fisiológica de um dado movimento articular. Considerando sua especificidade, a avaliação da flexibilidade deve contemplar diversos movimentos. Introduzido em 1980 e com a publicação de mapas redesenhados em 1986, o Flexiteste consiste na avaliação da mobilidade em uma escala de 0 a 4. Pela soma dos resultados da mobilidade de cada um dos vinte movimentos articulares testados, é possível obter um escore global denominado Flexíndice. OBJETIVO: Apresentar valores normativos atualizados do Flexiteste. MÉTODOS: Este trabalho baseia-se em dados de 4.711 indivíduos não-atletas (2.943 homens e 1.768 mulheres) com idade entre 5 e 91 anos. Todos os dados foram colhidos por avaliadores experientes e cerca de 70% deles pelo próprio autor do método. RESULTADOS: Considerando a distribuição não-paramétrica e a heterocedasticidade dos dados, optou-se por trabalhar com tabela de percentis para faixas etárias separadas por gêneros. O Flexíndice diminui com a idade, e os resultados femininos medianos são superiores aos masculinos para a mesma idade desde a infância, o que se acentua com o desenvolvimento físico e, posteriormente, com o envelhecimento. CONCLUSÃO: Esses dados normativos contribuem para o melhor conhecimento do comportamento da flexibilidade com a idade e o gênero, e favorecerão os profissionais que avaliam a flexibilidade na sua prática profissional.

  • amplitude de movimento articular
  • articulações
  • Atividade Motora
  • Avaliação
  • Exercício
  • Exercício Físico
  • Flexibilidade
  • valores normativos
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29/05/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000400008 Visualizações 2

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Kişin B, Savci S, Kahraman BO, Tanriverdi A, Bozyer HE, Genç HZ, Kir M, et al. Atividades de Vida Diária, Atividade Física, Aptidão Física e Qualidade de Vida em Crianças com Cardiopatia Congênita: Um Estudo de Caso-Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(9):e20230022.

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Kişin, Berfin; Savci, Sema; Kahraman, Buse Ozcan; Tanriverdi, Aylin; Bozyer, Hazer Erçan; Genç, Halise Zeynep; Kir, Mustafa. Atividades de Vida Diária, Atividade Física, Aptidão Física e Qualidade de Vida em Crianças com Cardiopatia Congênita: Um Estudo de Caso-Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 9, e20230022, out. 2023.

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Kişin, B., Savci, S., Kahraman, B. O., Tanriverdi, A., Bozyer, H. E., Genç, H. Z., & Kir, M. (2023). Atividades de Vida Diária, Atividade Física, Aptidão Física e Qualidade de Vida em Crianças com Cardiopatia Congênita: Um Estudo de Caso-Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(9), e20230022.

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Kişin, Berfin and Savci, Sema and Kahraman, Buse Ozcan and Tanriverdi, Aylin and Bozyer, Hazer Erçan and Genç, Halise Zeynep and Kir, Mustafa. Atividades de Vida Diária, Atividade Física, Aptidão Física e Qualidade de Vida em Crianças com Cardiopatia Congênita: Um Estudo de Caso-Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 9, [citado 2026-10-14], e20230022. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/atividades-de-vida-diaria-atividade-fisica-aptidao-fisica-e-qualidade-de-vida-em-criancas-com-cardiopatia-congenita-um-estudo-de-caso-controle/>. ISSN 0066-782X

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Souza P, Perfete C. O Paradoxo da Intensidade do Exercício Físico na Prevenção de Eventos Cardiovasculares na Doença Arterial Obstrutiva Periférica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(2):317-8.

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Souza, Pablo de; Perfete, Cássio. O Paradoxo da Intensidade do Exercício Físico na Prevenção de Eventos Cardiovasculares na Doença Arterial Obstrutiva Periférica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 2, p. 317-318, set. 2021.

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Souza, P. , & Perfete, C. (2021). O Paradoxo da Intensidade do Exercício Físico na Prevenção de Eventos Cardiovasculares na Doença Arterial Obstrutiva Periférica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 317-318.

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Souza, Pablo de and Perfete, Cássio. O Paradoxo da Intensidade do Exercício Físico na Prevenção de Eventos Cardiovasculares na Doença Arterial Obstrutiva Periférica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 317-318. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-paradoxo-da-intensidade-do-exercicio-fisico-na-prevencao-de-eventos-cardiovasculares-na-doenca-arterial-obstrutiva-periferica/>. ISSN 0066-782X

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Pinheiro G, Mello J, Gaya A, Gaya AR. Pressão Arterial de Crianças: Associação a Indicadores Antropométricos, Composição Corporal, Aptidão Cardiorrespiratória e Atividade Física. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(5):950-6.

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Pinheiro, Gisele; Mello, Júlio; Gaya, Adroaldo; Gaya, Anelise Reis. Pressão Arterial de Crianças: Associação a Indicadores Antropométricos, Composição Corporal, Aptidão Cardiorrespiratória e Atividade Física. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 5, p. 950-956, maio. 2021.

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Pinheiro, G., Mello, J., Gaya, A., & Gaya, A. R. (2021). Pressão Arterial de Crianças: Associação a Indicadores Antropométricos, Composição Corporal, Aptidão Cardiorrespiratória e Atividade Física. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(5), 950-956.

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Pinheiro, Gisele and Mello, Júlio and Gaya, Adroaldo and Gaya, Anelise Reis. Pressão Arterial de Crianças: Associação a Indicadores Antropométricos, Composição Corporal, Aptidão Cardiorrespiratória e Atividade Física. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 950-956. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/pressao-arterial-de-criancas-associacao-a-indicadores-antropometricos-composicao-corporal-aptidao-cardiorrespiratoria-e-atividade-fisica/>. ISSN 0066-782X

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Herdy AH, Assis AV. Consumo de Oxigênio e Aptidão Cardiorrespiratória | Diferença entre Idade Cronológica e Biológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):478-9.

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Herdy, Artur Haddad; Assis, Amberson Vieira. Consumo de Oxigênio e Aptidão Cardiorrespiratória | Diferença entre Idade Cronológica e Biológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 478-479, set. 2020.

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Herdy, A. H., & Assis, A. V. (2020). Consumo de Oxigênio e Aptidão Cardiorrespiratória | Diferença entre Idade Cronológica e Biológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 478-479.

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Herdy, Artur Haddad and Assis, Amberson Vieira. Consumo de Oxigênio e Aptidão Cardiorrespiratória | Diferença entre Idade Cronológica e Biológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 478-479. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/consumo-de-oxigenio-e-aptidao-cardiorrespiratoria-diferenca-entre-idade-cronologica-e-biologica/>. ISSN 0066-782X

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Ribeiro Junior UES, Fernandes RCP. Hipertensão Arterial em Trabalhadores: O Efeito Cumulativo das Dimensões da Atividade Física sobre esse Agravo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(5):755-61.

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Ribeiro Junior, Uelito Everaldo Souza; Fernandes, Rita de Cassia Pereira. Hipertensão Arterial em Trabalhadores: O Efeito Cumulativo das Dimensões da Atividade Física sobre esse Agravo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 5, p. 755-761, maio. 2020.

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Ribeiro Junior, U. E. S., & Fernandes, R. C. P. (2020). Hipertensão Arterial em Trabalhadores: O Efeito Cumulativo das Dimensões da Atividade Física sobre esse Agravo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(5), 755-761.

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Ribeiro Junior, Uelito Everaldo Souza and Fernandes, Rita de Cassia Pereira. Hipertensão Arterial em Trabalhadores: O Efeito Cumulativo das Dimensões da Atividade Física sobre esse Agravo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 755-761. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hipertensao-arterial-em-trabalhadores-o-efeito-cumulativo-das-dimensoes-da-atividade-fisica-sobre-esse-agravo/>. ISSN 0066-782X

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Ferreira MJ, Irigoyen MC, Consolim-Colombo F, Saraiva JFK, Angelis KD. Vida Fisicamente Ativa como Medida de Enfrentamento ao COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(4):601-2.

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Ferreira, Maycon Junior; Irigoyen, Maria Cláudia; Consolim-Colombo, Fernanda; Saraiva, José Francisco Kerr; Angelis, Kátia De. Vida Fisicamente Ativa como Medida de Enfrentamento ao COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 4, p. 601-602, abr. 2020.

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Ferreira, M. J., Irigoyen, M. C., Consolim-Colombo, F., Saraiva, J. F. K., & Angelis, K. D. (2020). Vida Fisicamente Ativa como Medida de Enfrentamento ao COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(4), 601-602.

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Ferreira, Maycon Junior and Irigoyen, Maria Cláudia and Consolim-Colombo, Fernanda and Saraiva, José Francisco Kerr and Angelis, Kátia De. Vida Fisicamente Ativa como Medida de Enfrentamento ao COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 601-602. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/vida-fisicamente-ativa-como-medida-de-enfrentamento-ao-covid-19/>. ISSN 0066-782X

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Gerage AM, Correia MA, Oliveira PML, Palmeira AC, Domingues WJR, Zeratti AE, Puech-Leão P, et al. Níveis de Atividade Física Em Pacientes Com Doença Arterial Periférica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(3):410-6.

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Gerage, Aline Mendes; Correia, Marilia de Almeida; Oliveira, Paulo Mesquita Longano de; Palmeira, Aline Cabral; Domingues, Wagner Jorge Ribeiro; Zeratti, Antônio Eduardo; Puech-Leão, Pedro; Wolosker, Nelson; Ritti-Dias, Raphael Mendes; Cucato, Gabriel Grizzo. Níveis de Atividade Física Em Pacientes Com Doença Arterial Periférica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 3, p. 410-416, jul. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gerage, A. M., Correia, M. A., Oliveira, P. M. L. , Palmeira, A. C., Domingues, W. J. R., Zeratti, A. E., Puech-Leão, P., Wolosker, N., Ritti-Dias, R. M., & Cucato, G. G. (2019). Níveis de Atividade Física Em Pacientes Com Doença Arterial Periférica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(3), 410-416.

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Gerage, Aline Mendes and Correia, Marilia de Almeida and Oliveira, Paulo Mesquita Longano de and Palmeira, Aline Cabral and Domingues, Wagner Jorge Ribeiro and Zeratti, Antônio Eduardo and Puech-Leão, Pedro and Wolosker, Nelson and Ritti-Dias, Raphael Mendes and Cucato, Gabriel Grizzo. Níveis de Atividade Física Em Pacientes Com Doença Arterial Periférica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 410-416. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/niveis-de-atividade-fisica-em-pacientes-com-doenca-arterial-periferica/>. ISSN 0066-782X

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Cecchetto FH, Pena DB, Pellanda LC. Intervenções Lúdicas Aumentam o Conhecimento sobre Hábitos Saudáveis e Fatores de Risco Cardiovasculares em Crianças: Estudo Clínico Randomizado CARDIOKIDS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(3):199-206.

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Cecchetto, Fátima H.; Pena, Daniela B.; Pellanda, Lucia C.. Intervenções Lúdicas Aumentam o Conhecimento sobre Hábitos Saudáveis e Fatores de Risco Cardiovasculares em Crianças: Estudo Clínico Randomizado CARDIOKIDS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 3, p. 199-206, jul. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cecchetto, F. H., Pena, D. B., & Pellanda, L. C. (2017). Intervenções Lúdicas Aumentam o Conhecimento sobre Hábitos Saudáveis e Fatores de Risco Cardiovasculares em Crianças: Estudo Clínico Randomizado CARDIOKIDS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(3), 199-206.

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Cecchetto, Fátima H. and Pena, Daniela B. and Pellanda, Lucia C.. Intervenções Lúdicas Aumentam o Conhecimento sobre Hábitos Saudáveis e Fatores de Risco Cardiovasculares em Crianças: Estudo Clínico Randomizado CARDIOKIDS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 199-206. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/intervencoes-ludicas-aumentam-o-conhecimento-sobre-habitos-saudaveis-e-fatores-de-risco-cardiovasculares-em-criancas-estudo-clinico-randomizado-cardiokids/>. ISSN 0066-782X

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Schuh DS, Goulart MR, Barbiero SM, Sica CD, Borges R, Moraes DW, Pellanda LC, et al. Escola Saudável é mais Feliz: Design e Protocolo de um Ensaio Clinico Randomizado Desenvolvido para Prevenir o Ganho de Peso em Crianças. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(6):501-7.

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Schuh, Daniela Schneid; Goulart, Maíra Ribas; Barbiero, Sandra Mari; Sica, Caroline D’Azevedo; Borges, Raphael; Moraes, David William; Pellanda, Lucia Campos. Escola Saudável é mais Feliz: Design e Protocolo de um Ensaio Clinico Randomizado Desenvolvido para Prevenir o Ganho de Peso em Crianças. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 6, p. 501-507, maio. 2017.

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Schuh, D. S., Goulart, M. R., Barbiero, S. M., Sica, C. D., Borges, R., Moraes, D. W., & Pellanda, L. C. (2017). Escola Saudável é mais Feliz: Design e Protocolo de um Ensaio Clinico Randomizado Desenvolvido para Prevenir o Ganho de Peso em Crianças. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(6), 501-507.

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Schuh, Daniela Schneid and Goulart, Maíra Ribas and Barbiero, Sandra Mari and Sica, Caroline D’Azevedo and Borges, Raphael and Moraes, David William and Pellanda, Lucia Campos. Escola Saudável é mais Feliz: Design e Protocolo de um Ensaio Clinico Randomizado Desenvolvido para Prevenir o Ganho de Peso em Crianças. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 501-507. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/escola-saudavel-e-mais-feliz-design-e-protocolo-de-um-ensaio-clinico-randomizado-desenvolvido-para-prevenir-o-ganho-de-peso-em-criancas/>. ISSN 0066-782X

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Silva RC, Diniz MFHS, Alvim S, Vidigal PG, Fedeli LMG, Barreto SM. Atividade Física e Perfil Lipídico no Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil). Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(1):10-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Raquel Caroline da; Diniz, Maria de Fátima Haueisen Sander; Alvim, Sheila; Vidigal, Pedro Guatimosim; Fedeli, Ligia Maria Giongo; Barreto, Sandhi Maria. Atividade Física e Perfil Lipídico no Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 1, p. 10-19, jun. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, R. C. , Diniz, M. F. H. S., Alvim, S., Vidigal, P. G., Fedeli, L. M. G., & Barreto, S. M. (2016). Atividade Física e Perfil Lipídico no Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(1), 10-19.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Raquel Caroline da and Diniz, Maria de Fátima Haueisen Sander and Alvim, Sheila and Vidigal, Pedro Guatimosim and Fedeli, Ligia Maria Giongo and Barreto, Sandhi Maria. Atividade Física e Perfil Lipídico no Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil). Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 10-19. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/atividade-fisica-e-perfil-lipidico-no-estudo-longitudinal-de-saude-do-adulto-elsa-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Junqueira A, Cicogna AC, Engel LE, Aldá MA, Tomasi LC, Giuffrida R, Giometti IC, et al. Efeitos do Hormônio do Crescimento na Remodelação Cardíaca Durante Treinamento Resistido em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;106(1):18-25.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Junqueira, Adriana; Cicogna, Antônio Carlos; Engel, Letícia Estevam; Aldá, Maiara Almeida; Tomasi, Loreta Casquel de; Giuffrida, Rogério; Giometti, Inês Cristina; Freire, Ana Paula Coelho Figueira; Aguiar, Andreo Fernando; Pacagnelli, Francis Lopes. Efeitos do Hormônio do Crescimento na Remodelação Cardíaca Durante Treinamento Resistido em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 1, p. 18-25, dez. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Junqueira, A., Cicogna, A. C., Engel, L. E., Aldá, M. A., Tomasi, L. C. , Giuffrida, R., Giometti, I. C., Freire, A. P. C. F., Aguiar, A. F., & Pacagnelli, F. L. (2015). Efeitos do Hormônio do Crescimento na Remodelação Cardíaca Durante Treinamento Resistido em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(1), 18-25.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Junqueira, Adriana and Cicogna, Antônio Carlos and Engel, Letícia Estevam and Aldá, Maiara Almeida and Tomasi, Loreta Casquel de and Giuffrida, Rogério and Giometti, Inês Cristina and Freire, Ana Paula Coelho Figueira and Aguiar, Andreo Fernando and Pacagnelli, Francis Lopes. Efeitos do Hormônio do Crescimento na Remodelação Cardíaca Durante Treinamento Resistido em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 106, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 18-25. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeitos-do-hormonio-do-crescimento-na-remodelacao-cardiaca-durante-treinamento-resistido-em-ratos/>. ISSN 0066-782X

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Bento VFR, Albino FB, Moura KF, Maftum GJ, Santos MC, Guarita-Souza LC, Faria Neto JR, et al. Impacto de Intervenções em Atividade Física sobre a Pressão Arterial de Populações Brasileiras. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(3):301-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Bento, Vivian Freitas Rezende; Albino, Flávia Barbizan; Moura, Karen Fernandes de; Maftum, Gustavo Jorge; Santos, Mauro de Castro dos; Guarita-Souza, Luiz César; Faria Neto, José Rocha; Baena, Cristina Pellegrino. Impacto de Intervenções em Atividade Física sobre a Pressão Arterial de Populações Brasileiras. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 3, p. 301-308, maio. 2015.

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Bento, V. F. R., Albino, F. B., Moura, K. F. , Maftum, G. J., Santos, M. C. , Guarita-Souza, L. C., Faria Neto, J. R., & Baena, C. P. (2015). Impacto de Intervenções em Atividade Física sobre a Pressão Arterial de Populações Brasileiras. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(3), 301-308.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Bento, Vivian Freitas Rezende and Albino, Flávia Barbizan and Moura, Karen Fernandes de and Maftum, Gustavo Jorge and Santos, Mauro de Castro dos and Guarita-Souza, Luiz César and Faria Neto, José Rocha and Baena, Cristina Pellegrino. Impacto de Intervenções em Atividade Física sobre a Pressão Arterial de Populações Brasileiras. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 301-308. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-de-intervencoes-em-atividade-fisica-sobre-a-pressao-arterial-de-populacoes-brasileiras/>. ISSN 0066-782X

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Fernandes RA, Christofaro DGD, Casonatto J, Codogno JS, Rodrigues EQ, Cardoso ML, Kawaguti SS, et al. Prevalência de dislipidemia em indivíduos fisicamente ativos durante a infância, adolescência e idade adulta. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(4):317-23.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fernandes, Rômulo Araújo; Christofaro, Diego Giulliano Destro; Casonatto, Juliano; Codogno, Jamile Sanches; Rodrigues, Eduardo Quieroti; Cardoso, Mauro Leandro; Kawaguti, Sandra Satie; Zanesco, Angelina. Prevalência de dislipidemia em indivíduos fisicamente ativos durante a infância, adolescência e idade adulta. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 4, p. 317-323, ago. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fernandes, R. A., Christofaro, D. G. D., Casonatto, J., Codogno, J. S., Rodrigues, E. Q., Cardoso, M. L., Kawaguti, S. S., & Zanesco, A. (2011). Prevalência de dislipidemia em indivíduos fisicamente ativos durante a infância, adolescência e idade adulta. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(4), 317-323.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fernandes, Rômulo Araújo and Christofaro, Diego Giulliano Destro and Casonatto, Juliano and Codogno, Jamile Sanches and Rodrigues, Eduardo Quieroti and Cardoso, Mauro Leandro and Kawaguti, Sandra Satie and Zanesco, Angelina. Prevalência de dislipidemia em indivíduos fisicamente ativos durante a infância, adolescência e idade adulta. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 317-323. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-de-dislipidemia-em-individuos-fisicamente-ativos-durante-a-infancia-adolescencia-e-idade-adulta/>. ISSN 0066-782X

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Pitanga FJG, Lessa I. Associação entre atividade física no tempo livre e pressão arterial em adultos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(4):480-5.

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Pitanga, Francisco José Gondim; Lessa, Ines. Associação entre atividade física no tempo livre e pressão arterial em adultos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 4, p. 480-485, set. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pitanga, F. J. G., & Lessa, I. (2010). Associação entre atividade física no tempo livre e pressão arterial em adultos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(4), 480-485.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pitanga, Francisco José Gondim and Lessa, Ines. Associação entre atividade física no tempo livre e pressão arterial em adultos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 480-485. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-atividade-fisica-no-tempo-livre-e-pressao-arterial-em-adultos/>. ISSN 0066-782X

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Resende MA, Resende RBV, Tavares RS, Santos CRR, Barreto-Filho JAS. Estudo comparativo do perfil pró-aterosclerótico de estudantes de Medicina e de Educação Física. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(1):21-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Resende, Marcelo de Aquino; Resende, Roberta Barreto Vasconcelos; Tavares, Rodrigo da Silveira; Santos, Carlos Roberto Rodrigues; Barreto-Filho, José Augusto Soares. Estudo comparativo do perfil pró-aterosclerótico de estudantes de Medicina e de Educação Física. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 1, p. 21-29, jun. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Resende, M. A., Resende, R. B. V., Tavares, R. S., Santos, C. R. R., & Barreto-Filho, J. A. S. (2010). Estudo comparativo do perfil pró-aterosclerótico de estudantes de Medicina e de Educação Física. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(1), 21-29.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Resende, Marcelo de Aquino and Resende, Roberta Barreto Vasconcelos and Tavares, Rodrigo da Silveira and Santos, Carlos Roberto Rodrigues and Barreto-Filho, José Augusto Soares. Estudo comparativo do perfil pró-aterosclerótico de estudantes de Medicina e de Educação Física. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 21-29. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-comparativo-do-perfil-pro-aterosclerotico-de-estudantes-de-medicina-e-de-educacao-fisica/>. ISSN 0066-782X

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Cavalcanti CBS, Barros MVG, Menêses AL, Santos CM, Azevedo AMP, Guimarães FJSP. Obesidade abdominal em adolescentes: prevalência e associação com atividade física e hábitos alimentares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(3):371-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cavalcanti, Cláudio Barnabé dos Santos; Barros, Mauro Virgilio Gomes de; Menêses, Annelise Lins; Santos, Carla Menêses; Azevedo, Andrea Maria Pires; Guimarães, Fernando José de Sá Pereira. Obesidade abdominal em adolescentes: prevalência e associação com atividade física e hábitos alimentares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 3, p. 371-377, abr. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cavalcanti, C. B. S., Barros, M. V. G. , Menêses, A. L., Santos, C. M., Azevedo, A. M. P., & Guimarães, F. J. S. P. (2010). Obesidade abdominal em adolescentes: prevalência e associação com atividade física e hábitos alimentares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(3), 371-377.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cavalcanti, Cláudio Barnabé dos Santos and Barros, Mauro Virgilio Gomes de and Menêses, Annelise Lins and Santos, Carla Menêses and Azevedo, Andrea Maria Pires and Guimarães, Fernando José de Sá Pereira. Obesidade abdominal em adolescentes: prevalência e associação com atividade física e hábitos alimentares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 371-377. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/obesidade-abdominal-em-adolescentes-prevalencia-e-associacao-com-atividade-fisica-e-habitos-alimentares/>. ISSN 0066-782X

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Campos W, Stabelini Neto A, Bozza R, Ulbrich AZ, Bertin RL, Mascarenhas LPG, Silva SG, et al. Atividade física, consumo de lipídios e fatores de risco para aterosclerose em adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(5):601-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Campos, Wagner de; Stabelini Neto, Antonio; Bozza, Rodrigo; Ulbrich, Anderson Zampier; Bertin, Renata Labronici; Mascarenhas, Luis Paulo Gomes; Silva, Sérgio Gregório da; Sasaki, Jeffer Eidi. Atividade física, consumo de lipídios e fatores de risco para aterosclerose em adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 5, p. 601-607, abr. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Campos, W. , Stabelini Neto, A., Bozza, R., Ulbrich, A. Z., Bertin, R. L., Mascarenhas, L. P. G., Silva, S. G. , & Sasaki, J. E. (2010). Atividade física, consumo de lipídios e fatores de risco para aterosclerose em adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(5), 601-607.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Campos, Wagner de and Stabelini Neto, Antonio and Bozza, Rodrigo and Ulbrich, Anderson Zampier and Bertin, Renata Labronici and Mascarenhas, Luis Paulo Gomes and Silva, Sérgio Gregório da and Sasaki, Jeffer Eidi. Atividade física, consumo de lipídios e fatores de risco para aterosclerose em adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 601-607. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/atividade-fisica-consumo-de-lipidios-e-fatores-de-risco-para-aterosclerose-em-adolescentes/>. ISSN 0066-782X

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Reis HFC, Ladeia AMT, Passos EC, Santos FGO, Wasconcellos LT, Correia LCL, Menezes MS, et al. Prevalência e variáveis associadas à inatividade física em indivíduos de alto e baixo nível socioeconômico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(3):203-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Reis, Helena França Correia dos; Ladeia, Ana Marice Teixeira; Passos, Everton Carvalho; Santos, Flávio Guilherme de Oliveira; Wasconcellos, Larissa Tapioca de; Correia, Luís Cláudio Lemos; Menezes, Marta Silva; Santos, Renata Dáttoli Gouvêa; Bomfim, Victor Guerrero do; Rocha, Mário de Seixas. Prevalência e variáveis associadas à inatividade física em indivíduos de alto e baixo nível socioeconômico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 3, p. 203-208, abr. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Reis, H. F. C. , Ladeia, A. M. T., Passos, E. C., Santos, F. G. O., Wasconcellos, L. T. , Correia, L. C. L., Menezes, M. S., Santos, R. D. G., Bomfim, V. G. , & Rocha, M. S. (2009). Prevalência e variáveis associadas à inatividade física em indivíduos de alto e baixo nível socioeconômico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(3), 203-208.

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Reis, Helena França Correia dos and Ladeia, Ana Marice Teixeira and Passos, Everton Carvalho and Santos, Flávio Guilherme de Oliveira and Wasconcellos, Larissa Tapioca de and Correia, Luís Cláudio Lemos and Menezes, Marta Silva and Santos, Renata Dáttoli Gouvêa and Bomfim, Victor Guerrero do and Rocha, Mário de Seixas. Prevalência e variáveis associadas à inatividade física em indivíduos de alto e baixo nível socioeconômico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 203-208. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-e-variaveis-associadas-a-inatividade-fisica-em-individuos-de-alto-e-baixo-nivel-socioeconomico/>. ISSN 0066-782X

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Dias CMCC, Maiato ACCA, Baqueiro KMM, Fiqueredo AMF, Rosa FW, Pitanga JO, Souza LIC, et al. Resposta circulatória à caminhada de 50 m na unidade coronariana, na síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(2):135-42.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Dias, Cristiane Maria Carvalho Costa; Maiato, Ana Célia Carneiro de Almeida; Baqueiro, Kátia Maria Moreno; Fiqueredo, Alessandra Maia Furtado; Rosa, Fernanda Warken; Pitanga, Janaina Oliveira; Souza, Ludmila Ivo Catão de; Guimarães, Armênio Costa. Resposta circulatória à caminhada de 50 m na unidade coronariana, na síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 2, p. 135-142, abr. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Dias, C. M. C. C., Maiato, A. C. C. A., Baqueiro, K. M. M., Fiqueredo, A. M. F., Rosa, F. W., Pitanga, J. O., Souza, L. I. C. , & Guimarães, A. C. (2009). Resposta circulatória à caminhada de 50 m na unidade coronariana, na síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(2), 135-142.

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Dias, Cristiane Maria Carvalho Costa and Maiato, Ana Célia Carneiro de Almeida and Baqueiro, Kátia Maria Moreno and Fiqueredo, Alessandra Maia Furtado and Rosa, Fernanda Warken and Pitanga, Janaina Oliveira and Souza, Ludmila Ivo Catão de and Guimarães, Armênio Costa. Resposta circulatória à caminhada de 50 m na unidade coronariana, na síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 135-142. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/resposta-circulatoria-a-caminhada-de-50-m-na-unidade-coronariana-na-sindrome-coronariana-aguda/>. ISSN 0066-782X

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Silva KS, Lopes AS. Excesso de peso, pressão arterial e atividade física no deslocamento à escola. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(2):93-101.

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Silva, Kelly S.; Lopes, Adair S.. Excesso de peso, pressão arterial e atividade física no deslocamento à escola. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 2, p. 93-101, ago. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, K. S., & Lopes, A. S. (2008). Excesso de peso, pressão arterial e atividade física no deslocamento à escola. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(2), 93-101.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Kelly S. and Lopes, Adair S.. Excesso de peso, pressão arterial e atividade física no deslocamento à escola. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 93-101. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/excesso-de-peso-pressao-arterial-e-atividade-fisica-no-deslocamento-a-escola/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Santos MG, Pegoraro M, Sandrini F, Macuco EC. Fatores de risco no desenvolvimento da aterosclerose na infância e adolescência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(4):301-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Santos, Maria Gisele dos; Pegoraro, Marina; Sandrini, Fabiano; Macuco, Emílio César. Fatores de risco no desenvolvimento da aterosclerose na infância e adolescência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 4, p. 301-308, maio. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos, M. G. , Pegoraro, M., Sandrini, F., & Macuco, E. C. (2008). Fatores de risco no desenvolvimento da aterosclerose na infância e adolescência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(4), 301-308.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Santos, Maria Gisele dos and Pegoraro, Marina and Sandrini, Fabiano and Macuco, Emílio César. Fatores de risco no desenvolvimento da aterosclerose na infância e adolescência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 301-308. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fatores-de-risco-no-desenvolvimento-da-aterosclerose-na-infancia-e-adolescencia/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Araújo CGS. Avaliação da flexibilidade: valores normativos do flexiteste dos 5 aos 91 anos de idade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(4):280-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Araújo, Claudio Gil Soares de. Avaliação da flexibilidade: valores normativos do flexiteste dos 5 aos 91 anos de idade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 4, p. 280-287, maio. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Araújo, C. G. S. (2008). Avaliação da flexibilidade: valores normativos do flexiteste dos 5 aos 91 anos de idade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(4), 280-287.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Araújo, Claudio Gil Soares de. Avaliação da flexibilidade: valores normativos do flexiteste dos 5 aos 91 anos de idade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 280-287. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-da-flexibilidade-valores-normativos-do-flexiteste-dos-5-aos-91-anos-de-idade/>. ISSN 0066-782X

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