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  2. Palavra-chave: Claudicação Intermitente
ABC
Artigo Original

Respostas Fisiológicas à Caminhada Máxima e Submáxima em Pacientes com Doença Arterial Periférica Sintomática

Marcel Chehuen et al. Aluisio Andrade-Lima Natan Silva Junior Roberto Miyasato … Rodrigo W. Alves de Souza Anthony Leicht Patricia Chakur Brum Edilamar M. Oliveira Nelson Wolosker Claudia Lucia de Moraes Forjaz

Resumo

Fundamento:

Embora a caminhada máxima e submáxima sejam recomendadas para pacientes com doença arterial periférica (DAP), a realização desses exercícios pode induzir diferentes respostas fisiológicas.

Objetivos:

Comparar os efeitos agudos de caminhada máxima e submáxima na função cardiovascular, a regulação e os processos fisiopatológicos associados pós-exercício em pacientes com DAP sintomática.

Métodos:

Trinta pacientes do sexo masculino foram submetidos a 2 sessões: caminhada máxima (protocolo de Gardner) e caminhada submáxima (15 períodos de 2 minutos de caminhada separados por 2 minutos de repouso ereto). Em cada sessão, foram medidos a pressão arterial (PA), a frequência cardíaca (FC), a modulação autonômica cardíaca (variabilidade da FC), os fluxos sanguíneos (FS) do antebraço e da panturrilha, a capacidade vasodilatadora (hiperemia reativa), o óxido nítrico (ON), o estresse oxidativo (a peroxidação lipídica) e a inflamação (quatro marcadores), pré e pós-caminhada. ANOVAs foram empregadas e p < 0,05 foi considerado significativo.

Resultados:

A PA sistólica e a PA média diminuíram após a sessão submáxima, mas aumentaram após a sessão máxima (interações, p 0,05), mas aumentou após a caminhada máxima (interação, p < 0,001). A FC, o equilíbrio simpatovagal e os FS aumentaram de forma semelhante após as duas sessões (momento, p < 0,001, p = 0,04 e p 0,05). As moléculas de adesão vascular e intercelular aumentaram de forma semelhante após as sessões de caminhada máxima e submáxima (momento, p = 0,001).

Conclusões:

Nos pacientes com a DAP sintomática, a caminhada submáxima, mas não a máxima, reduziu a PA pós-exercício, enquanto a caminhada máxima manteve a sobrecarga cardíaca elevada durante o período de recuperação. Por outro lado, as sessões de caminhada máxima e submáxima aumentaram a FC, o equilíbrio simpatovagal cardíaco e a inflamação pós-exercício de forma semelhante, enquanto não alteraram a biodisponibilidade de ON e o estresse oxidativo pós-exercício.

  • Biomarcadores
  • Caminhada
  • Claudicação Intermitente
  • Doença Arterial Periférica
  • Estresse Oxidativo
  • Monitoração Hemodinâmica
  • Velocidade da Caminhada
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06/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20200156 Visualizações 2
ABC
Editorial

O Paradoxo da Intensidade do Exercício Físico na Prevenção de Eventos Cardiovasculares na Doença Arterial Obstrutiva Periférica

Pablo de Souza et al. Cássio Perfete

A doença arterial periférica (DAP), que tem como característica o estreitamento das artérias de membros inferiores por acometimento aterosclerótico, apresenta manifestações clínicas que vão muito além de apenas uma redução do fluxo sanguíneo, levando à isquemia crônica. Evidências atuais mostram que disfunção endotelial, estresse oxidativo, rigidez arterial e inflamação também acarretam o comprometimento funcional e, consequentemente, o declínio do paciente.

Todos esses fatores acabam impactando na qualidade de vida do indivíduo, pois reduzem sua resistência ao caminhar, tendo a claudicação intermitente (CI) como principal sintoma. Não menos importante, também verificamos danos progressivos às fibras musculares ocasionados por essa isquemia crônica, corroborando ainda mais para a disfunção da morfologia musculoesquelética e metabólica do membro. Isso acaba criando uma barreira importante para a prática de atividade física, perpetuando e elevando os riscos de eventos cardiovasculares–

[…]

  • Atividade Motora
  • Caminhada
  • Claudicação Intermitente
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Exercício
  • Fatores de risco
  • Reabilitação
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06/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20210595 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Treinamento de Caminhada Melhora a Variabilidade da Pressão Arterial Ambulatorial em Claudicantes

Marcel da Rocha Chehuen et al. Gabriel Grizzo Cucato Celso Ricardo Fernandes de Carvalho Antonio Eduardo Zerati … Anthony Leicht Nelson Wolosker Raphael Mendes Ritti-Dias Claudia Lucia de Moraes Forjaz

Resumo

Fundamento:

O treinamento de caminhada (TC) melhora a capacidade de caminhar e reduz a pressão arterial (PA) clínica em pacientes com doença arterial periférica (DAP), mas seus efeitos na PA ambulatorial permanecem desconhecidos.

Objetivo:

Investigar o efeito de 12 semanas de TC na PA ambulatorial e sua variabilidade em pacientes com DAP.

Métodos:

Trinta e cinco pacientes do sexo masculino com DAP e sintomas de claudicação foram alocados aleatoriamente em dois grupos: controle (n = 16, 30 min de alongamento) e TC (n = 19, 15 séries de 2 minutos de caminhada na frequência cardíaca em que ocorreu limiar de dor intercalados por 2 minutos de repouso em pé). Antes e depois de 12 semanas, a PA ambulatorial de 24 horas foi avaliada. Os índices de variabilidade da PA ambulatorial avaliados em ambos os momentos incluíram o desvio-padrão de 24 horas (DP24), o desvio-padrão ponderado de vigília e sono (DPvs) e a variabilidade real média de 24 horas (VRM24). Os dados foram analisados por ANOVAs mistas de dois fatores, considerando significativo P<0,05.

Resultados:

Após 12 semanas, nenhum dos grupos apresentou alterações na PA de 24 horas, vigília e sono. O TC diminuiu as variabilidades da PA sistólica e média (PA sistólica – 13,3 ± 2,8 vs 11,8 ± 2,3; 12,1 ± 2,84 vs 10,7 ± 2,5; e 9,4 ± 2,3 vs 8,8 ± 2,2 mmHg; PA média – 11,0 ± 1,7 vs 10,4 ± 1,9; 10,1 ± 1,6 vs 9,1 ± 1,7; e 8,0 ± 1,7 vs 7,2 ± 1,5 mmHg para DP24, DPvs e VRM24, respectivamente). Nenhum dos grupos apresentou mudanças significantesnos índices de variabilidade da PA diastólica após 12 semanas.

Conclusões:

O TC não altera os níveis ambulatoriais da PA, mas diminui a sua variabilidade em pacientes com DAP. Essa melhora pode ter um impacto favorável no risco cardiovascular de pacientes com DAP sintomática. (Arq Bras Cardiol. 2021; 116(5):898-905)

  • Caminhada
  • Claudicação Intermitente
  • Fraqueza Muscular
  • Monitoração Ambulatorial da Pressão Arterial
  • Pressão Arterial
  • Treinamento Aeróbico
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17/05/2021 DOI: 10.36660/abc.20190822 Visualizações 1
ABC
Editorial

O Exercício de Caminhada Melhora a Variabilidade da Pressão Arterial Ambulatorial em Claudicantes

Leandro Franzoni et al. Gabriel Pereira de Reis Zubaran Stephanie Bastos da Motta

A doença arterial periférica (DAP) tem se mostrado cada vez mais prevalente em todo o mundo. O diagnóstico clínico se baseia na avaliação do índice tornozelo-braquial (ITB), onde a pressão arterial (PA) sistólica do tornozelo é dividida pela PA sistólica do braço². Valores <0,9 indicam a presença de DAP. A redução da PA sistólica do tornozelo se deve à aterosclerose dos membros inferiores. Indivíduos com DAP apresentam alterações hemodinâmicas significativas, como aumento nos níveis de PA. Além disso, a alta variabilidade da PA está correlacionada ao desenvolvimento de DAP em indivíduos diabéticos.

É importante reduzir os níveis de PA em indivíduos com DAP. O treinamento físico é uma ferramenta útil que pode auxiliar no tratamento dos sintomas clínicos,. Foi o que Chehuen et al., fizeram; eles investigaram o efeito do exercício de caminhada (EC) na variabilidade da PA ambulatorial em indivíduos com DAP. Trata-se de um elegante ensaio clínico randomizado no qual indivíduos com DAP e sintomas de claudicação foram divididos em dois grupos: controle (n=16) e EC (n=19). Avaliou-se a PA ambulatorial de 24 horas antes e após 12 semanas. Como desfecho, eles avaliaram a PA sistólica média e a PA diastólica ambulatorial, bem como as variáveis que representam a variabilidade da PA sistólica, diastólica e média (desvio padrão de 24 horas — DP24; desvio padrão ponderado em vigília e sono — DPdn e média de 24 horas de variabilidade real — MVR24).

[…]

  • Aterosclerose
  • Caminhada
  • Claudicação Intermitente
  • Diabetes mellitus
  • Doença Arterial Periférica
  • Índice Tornozelo-Braço
  • Pressão Arterial
  • Prevalência
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17/05/2021 DOI: 10.36660/abc.20210140
Figura 1
ABC
Artigo Original

Intensidade de Exercício durante o Teste de Caminhada de 6 Minutos em Pacientes com Doença Arterial Periférica

Breno Quintella Farah et al. Raphael Mendes Ritti-Dias Polly Montgomery Gabriel Grizzo Cucato Andrew Gardner

Resumo

Fundamento

a caminhada não supervisionada em solo tem sido indicada para pacientes com doença arterial periférica (DAP) sintomática. No entanto, a magnitude do esforço exigido por essa atividade e as características dos pacientes que a praticam com mais intensidade não estão claras.

Objetivos

determinar se a caminhada em solo excede o limiar ventilatório (LV), um reconhecido marcador de intensidade de exercício, em pacientes com DAP sintomática.

Métodos

Foram recrutados 70 pacientes (61,4% do sexo masculino e com idade entre 40 e 85 anos) com DAP sintomática. Os pacientes realizaram um teste ergométrico em esteira para definir o LV. Em seguida, foram submetidos ao teste de caminhada de 6 minutos para determinar o alcance do LV durante deambulação no solo. Realizou-se regressão logística múltipla para identificar preditores de LV durante o teste de caminhada de 6 minutos, e o valor de p<0,05 foi considerado significativo para todas as análises.

Resultados

Ao todo, 60% dos pacientes atingiram o LV durante o teste de caminhada de 6 minutos. Mulheres (OR = 0,18 e IC95% = 0,05 a 0,64) e pacientes com mais aptidão cardiorrespiratória (OR = 0,56 e IC 95% = 0,40 a 0,77) tiveram menor probabilidade de chegar ao LV durante a caminhada em solo em comparação a homens e pacientes com menos aptidão cardiorrespiratória, respectivamente.

Conclusão

Mais da metade dos pacientes com DAP sintomática alcançou o LV durante o teste de caminhada de 6 minutos. Mulheres e pacientes com mais aptidão cardiorrespiratória têm menos probabilidade de chegar ao LV durante o teste de caminhada de 6 minutos, o que indica que a caminhada no solo pode ser mais intensa para esse grupo. Isso deve ser considerado ao se prescreverem exercícios de caminhada em solo para esses pacientes. (Arq Bras Cardiol. 2020; 114(3):486-492)

  • Capacidade Vital/fisiologia
  • Claudicação Intermitente
  • Doença Arterial Periférica
  • Esforço Físico
  • Exercício
  • Teste de Caminhada/métodos
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06/04/2020 DOI: 10.36660/abc.20190053 Visualizações 1
ABC
Editorial

Exercício Físico e Teste de Caminhada de 6-min na Doença Arterial Obstrutiva de Membros Inferiores

Tales de Carvalho

O artigo “Intensidade de Exercício durante o Teste de Caminhada de 6 Minutos em Pacientes com Doença Arterial Periférica”, com originalidade, produz informações de grande utilidade prática, a serem consideradas no diagnóstico, prognóstico e principalmente na avaliação funcional, que possibilitam um aprimoramento da prescrição de exercícios físicos no tratamento clínico da doença. O estudo foi realizado com o objetivo de determinar em pacientes sintomáticos com Doença Arterial Obstrutiva (DAO) de Membros Inferiores (MMII) se a caminhada no solo permite a detecção do primeiro limiar ventilatório, também denominado limiar anaeróbio (LA). O LA é um marcador reconhecido de intensidade do exercício, útil para a delimitação da zona considerada ideal para o treinamento físico visando o aprimoramento cardiorrespiratório.

A DAO de MMII é um grande problema de saúde pública, que de acordo com o relatório global de epidemiologia, acometia 202 milhões de indivíduos em 2010, crescendo 22% até 2015, quando atingiu 237 milhões de indivíduos.A associação da DAO com grandes eventos cardiovasculares (MACE) está bem documentada; em seu estágio mais grave, com isquemia crítica, apresenta elevado risco de eventos cardiovasculares, amputação de MMII e morte, associando-se a níveis elevados de troponina cardíaca e peptídeo natriurético cerebral pro-N-terminal (NT proBNP).

[…]

  • Atividades Físicas da Vida Diária
  • Claudicação Intermitente
  • Doença Arterial Periférica
  • Exercício
  • Limiar Anaeróbio
  • Teste de Caminhada
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06/04/2020 DOI: 10.36660/abc.20200068 Visualizações 2
ABC
Editorial

Aspectos do Tratamento não Farmacológico em Doença Arterial Periférica

Maria Janieire de N. Nunes Alves et al. Francis Ribeiro de Souza

A doença arterial periférica (DAP) é uma das principais doenças ateroscleróticas na população idosa que limita à realização de atividade física. Pacientes com DAP que apresentam claudicação intermitente podem apresentar um comprometimento da marcha, que compromete as atividades da vida diária. Além disso, esses pacientes apresentam outras comorbidades que podem aumentar o risco cardiovascular., A prática regular de exercício físico é um tratamento não medicamentoso recomendado para prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares. Por outro lado, manter a adesão a um programa de treinamento físico se torna um grande desafio.

O estudo em questão, expõe o padrão de atividade física de pacientes com DAP, e demonstra a alta taxa de sedentarismo com o envelhecimento. De fato, a própria doença leva a limitação física, o que por sua vez é também, um fator de piora da doença, haja vista que a recomendação de atividade física vigorosa tem efeitos terapêuticos que contribuem, adicionalmente ao uso crônico de drogas vasodilatadoras arteriais. Além disso, a vasodilatação arterial crônica decorrente do uso de medicamentos, pode trazer redução do fluxo periférico à longo prazo, uma vez que a vasodilatação arterial promovida pela medicação reduz, ainda mais, a pressão de perfusão na musculatura periférica de membros inferiores e, que intensifica o baixo nível de atividade física em pacientes com DAP, de acordo com recomendações atuais de atividade física.

[…]

  • Claudicação Intermitente
  • Doença Arterial Periférica/drug theray
  • Doença Arterial Periférica/fisiopatologia
  • Exercício
  • Idoso
  • Índice Tornozelo-Braço
  • Prevenção e Controle
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10/10/2019 DOI: 10.5935/abc.20190208 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Níveis de Atividade Física Em Pacientes Com Doença Arterial Periférica

Aline Mendes Gerage et al. Marilia de Almeida Correia Paulo Mesquita Longano de Oliveira Aline Cabral Palmeira … Wagner Jorge Ribeiro Domingues Antônio Eduardo Zeratti Pedro Puech-Leão Nelson Wolosker Raphael Mendes Ritti-Dias Gabriel Grizzo Cucato

Resumo

Fundamento:

Aumentos nos níveis de atividade física diária são recomendados para pacientes com doença arterial periférica (DAP). No entanto, apesar dessa recomendação, pouco se sabe sobre os padrões de atividade física dos pacientes com DAP.

Objetivo:

Descrever os padrões de atividade física de pacientes com DAP sintomática.

Métodos:

Este estudo transversal incluiu 174 pacientes com DAP com sintomas de claudicação intermitente. Os pacientes foram submetidos a avaliações clínicas, hemodinâmicas e funcionais. A atividade física foi objetivamente medida por um acelerômetro, e o tempo gasto em atividades sedentárias, de baixa intensidade, de alta intensidade e atividade física moderada-a-vigorosa (AFMV) foi obtido. A análise descritiva foi realizada para resumir os dados dos pacientes e a regressão logística binária foi utilizada para testar as associações brutas e ajustadas entre a adesão à recomendação de atividade física e os fatores sociodemográficos e clínicos. Para todas as análises estatísticas, a significância foi estabelecida em p < 0,05.

Resultados:

Os pacientes gastaram em média 640 ± 121 min/dia, 269 ± 94 min / dia, 36 ± 27 min/dia e 15 ± 16 min/dia em atividades sedentárias, de baixa intensidade, alta intensidade e AFMV, respectivamente. A prevalência de pacientes que atingiram as recomendações de atividade física foi de 3,4%. Após ajuste para fatores de confusão, observou-se associação inversa significativa entre adesão à recomendação de atividade física e idade (OR = 0,925; p = 0,004), enquanto tempo de doença, ITB e distância total de caminhada não se associaram a esse critério de adesão (p> 0,05).

Conclusão:

Os padrões de atividade física dos pacientes com DAP são caracterizados por uma grande quantidade de tempo gasto em comportamentos sedentários e um baixo envolvimento na AFMV. Pacientes mais jovens, independentemente dos fatores clínicos e funcionais, apresentaram maior probabilidade de atender às recomendações atuais de atividade física.

  • Atividade Motora
  • Caminhada
  • Claudicação Intermitente
  • Doença Arterial Periférica
  • Exercício
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29/07/2019 DOI: 10.5935/abc.20190142 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Versão Validada em Português Brasileiro do Walking Estimated- Limitation Calculated by History (WELCH)

Gabriel Grizzo Cucato et al. Marilia de Almeida Correia Breno Quintella Farah Glauco Fernandes Saes … Aluísio Henrique de Andrade Lima Raphael Mendes Ritti-Dias Nelson Wolosker

Resumo

Fundamento:

O questionário Walking Estimated-Limitation Calculated by History (WELCH) foi proposto para avaliar o comprometimento da marcha em pacientes com claudicação intermitente (CI), apresentando propriedades psicométricas satisfatórias. No entanto, não há ainda uma versão disponível em português brasileiro, o que reduz seu uso em pacientes brasileiros.

Objetivo:

Analisar as propriedades psicométricas de uma versão do WELCH traduzida para o português brasileiro em pacientes brasileiros com CI.

Métodos:

Oitenta e quatro pacientes com CI participaram do estudo. Após tradução e retrotradução realizadas por dois tradutores independentes, a validade de constructo do WELCH foi analisada através da correlação dos escores do questionário com a capacidade de caminhada obtida com o teste de esteira (protocolo de Gardner). Para determinar a confiabilidade do WELCH, foram calculadas a consistência interna e a confiabilidade teste–reteste com um intervalo de sete dias entre as aplicações dos dois questionários.

Resultados:

Foram observadas correlações positivas significativas entre o escore WELCH e a distância até início da claudicação (; r = 0,64, p = 0,01) e distância total de caminhada (; r = 0,61, p = 0,01). A consistência interna foi de 0,84, enquanto que o coeficiente de correlação intraclasse entre a avaliação dos questionários foi de 0,84. Não houve diferenças nos escores de WELCH entre as aplicações dos dois questionários.

Conclusão:

A versão em português brasileiro do WELCH apresenta indicadores adequados de validade e confiabilidade, permitindo seu uso em pacientes brasileiros com CI.

  • Avaliação da Deficiência
  • Brasil
  • Caminhada
  • Claudicação Intermitente
  • Marcha
  • Questionário
  • Valor Preditivo dos Testes
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08/12/2015 DOI: 10.5935/abc.20160004 Visualizações 2
Limitação funcional e claudicação intermitente: impacto das medidas de pressão arterial
ABC
Artigo Original

Limitação funcional e claudicação intermitente: impacto das medidas de pressão arterial

Rita de Cássia Gengo e Silva et al. Cassiana Rosa Galvão Giribela Nelson Wolosker Fernanda Marciano Consolim-Colombo

FUNDAMENTO: A hipertensão arterial é importante fator de risco para Doença Arterial Obstrutiva Periférica dos Membros Inferiores (DAOMI). Entretanto, a correlação entre pressão arterial e Pressão de Pulso (PP) com a gravidade da DAOMI e o prejuízo funcional decorrente dessa doença ainda não está bem estabelecida na população brasileira. OBJETIVO: Verificar se há correlação entre pressão arterial, PP, gravidade da DAOMI e capacidade funcional de pacientes com DAOMI sintomática. MÉTODOS: FORAM avaliados 65 pacientes (62,2 ± 8,1 anos; 56,9% do sexo masculino), divididos em dois grupos: pressão arterial normal (A) e elevada (B). A gravidade da DAOMI foi avaliada por meio do Índice Tornozelo-Braquial (ITB) e a capacidade funcional, pelas distâncias total e livre de dor percorridas em teste de marcha. RESULTADOS: O grupo A foi constituído por 17 (26,1%) pacientes. A Pressão Arterial Sistólica (PAS), diastólica e a PP foram, respectivamente, 125,4 ± 11,7; 74,5 ± 9,1 e 50,9 ±10,0 mmHg, para o grupo A, e 160,7 ± 19,6; 90,0 ± 12,2 e 70,7 ± 20,2 mmHg, para o grupo B. O ITB foi significativamente menor no grupo B (0,66 ± 0,12 vs 0,57 ± 0,13, p 40 mmHg percorreram menores distâncias. CONCLUSÃO: A PAS e a PP correlacionaram-se de forma significativa com as distâncias percorridas em teste de marcha, sugerindo que sejam marcardores clínicos da limitação da capacidade funcional em pacientes com DAOMI sintomática.

  • Caminhada
  • Claudicação Intermitente
  • Doença Arterial Periférica
  • Hipertensão
  • Pressão Arterial
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06/01/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000001 Visualizações 2
Respostas cardiovasculares durante avaliação muscular isocinética em claudicantes
ABC
Artigo Original

Respostas cardiovasculares durante avaliação muscular isocinética em claudicantes

Lucas Caseri Câmara et al. Raphael Mendes Ritti-Dias Claudia Lúcia de Moraes Forjaz Júlia Maria Greve … José Maria Santarém Wilson Jacob-Filho Pedro Puech-Leão Nelson Wolosker

FUNDAMENTO: A dinamometria isocinética tem tido crescente importância para avaliação da função muscular em indivíduos com claudicação intermitente. No entanto, ainda há escassez de informações sobre as respostas cardiovasculares desses doentes durante este tipo de avaliação. OBJETIVO: Avaliar e comparar as respostas cardiovasculares na avaliação da força e resistência muscular de dois exercícios comumente utilizados para de pacientes com CI (flexão plantar/dorsiflexão e flexão/extensão de joelhos). MÉTODOS: Dezessete claudicantes com doença estável há pelo menos 6 meses compuseram a amostra avaliada no dinamômetro isocinético. Frequência cardíaca, pressão arterial e duplo produto foram mensurados não invasivamente em repouso e no pico do esforço, em protocolos específicos para avaliação de força e resistência muscular. RESULTADOS: Com exceção da pressão arterial diastólica, a frequência cardíaca, pressão arterial sistólica e o duplo produto aumentaram durante o exercício em comparação ao repouso (p < 0,05). A frequência cardíaca e o duplo produto sofreram maior elevação durante o exercício de extensão/flexão de joelho, em comparação ao exercício de flexão plantar/dorsiflexão (P < 0,05). Maiores incrementos na frequência cardíaca foram observados durante o protocolo de avaliação da resistência em comparação ao da avaliação da força muscular. CONCLUSÃO: Os testes isocinéticos de avaliação da força e resistência musculares em pacientes com CI promovem aumento da frequência cardíaca, da pressão arterial sistólica e do duplo produto durante sua execução. Estes aumentos são maiores nos testes de resistência muscular e nos que envolvem maior massa muscular, sugerindo que testes de força de pequenos grupamentos musculares promovem menor sobrecarga cardiovascular nesses pacientes.

  • Claudicação Intermitente
  • dinamômetro de força muscular
  • Força Muscular
  • Teste de Esforço
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12/11/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000147 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Tradução e validação do Walking Impairment Questionnaire em brasileiros com claudicação intermitente

Raphael Mendes Ritti-Dias et al. Luis Alberto Gobbo Gabriel Grizzo Cucato Nelson Wolosker … Wilson Jacob Filho José Maria Santarém Celso Ricardo Fernandes Carvalho Cláudia Lúcia de Moraes Forjaz Maria de Fátima Nunes Marucci

FUNDAMENTO: O Walking Impairment Questionnaire (WIQ) tem sido utilizado para a obtenção de informações sobre a percepção de locomoção dos indivíduos com claudicação intermitente (CI). Entretanto, esse questionário ainda não foi traduzido para o idioma português, o que limita sua utilização em amostra brasileira. OBJETIVO: Traduzir e verificar a validade e reprodutibilidade do WIQ em brasileiros com CI. MÉTODOS: Participaram deste estudo 42 indivíduos com CI, diagnosticados pelo índice tornozelo-braço < 0,90. Após os procedimentos de tradução e retradução do questionário, realizado por dois tradutores independentes, a validade de constructo do WIQ foi analisada correlacionando os escores do WIQ com os escores do Medical Outcome Study Questionnaire Short Form 36 (SF-36) e com o desempenho em testes de aptidão física (marcha e de força máxima). A reprodutibilidade foi analisada em duas aplicações do WIQ com 7 dias de intervalo. RESULTADOS: Foi encontrada correlação significativa entre os domínios do WIQ, os domínios do SF-36 (capacidade funcional, aspectos físicos, dor e aspectos emocionais) e o desempenho nos testes de aptidão física (marcha e força máxima). Além disso, verificaram-se coeficientes de correlação intraclasse que variaram de 0,72 a 0,81, e não houve diferença entre os escores do WIQ entre as duas aplicações do questionário. CONCLUSÃO: A versão em português do WIQ é válida e reprodutível em brasileiros com CI.

  • Claudicação Intermitente
  • Estudos de Validação
  • limitação da mobilidade
  • Tolerância ao Exercício
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06/04/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000200011 Visualizações 2
Prevalência e fatores de risco associados à doença arterial periférica no projeto corações do Brasil
ABC
Artigo Original

Prevalência e fatores de risco associados à doença arterial periférica no projeto corações do Brasil

Marcia Makdisse et al. Alexandre da Costa Pereira David de Pádua Brasil Jairo Lins Borges … George Luiz Lins Machado-Coelho José Eduardo Krieger Raimundo Marques Nascimento Neto Antonio Carlos Palandri Chagas

FUNDAMENTO: A doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) está associada ao maior índice de risco cardiovascular. No Brasil, faltam dados sobre sua prevalência e fatores de risco. OBJETIVO: Avaliar prevalência e fatores de risco associados à DAOP nas cidades brasileiras com > cem mil habitantes. MÉTODOS: Estudo transversal, multicêntrico, que avaliou 1.170 indivíduos (>18 anos), em 72 centros urbanos, participantes do Projeto Corações do Brasil. O diagnóstico de DAOP baseou-se na medida do índice tornozelo-braquial (ITB) < 0,90. A análise estatística utilizou teste Qui-quadrado (Pearson) corrigido para amostras complexas e intervalos de confiança. P 20 anos/maço. Mulheres coronariopatas apresentaram risco 4,9 vezes maior de ter DAOP, do que aquelas sem coronariopatia e, entre homens diabéticos, o risco de DAOP foi 6,6 maior em comparação aos não diabéticos. CONCLUSÃO: A prevalência de DAOP foi elevada, considerando-se a baixa média de idade da população avaliada (44±14,7 anos). A minoria dos portadores apresentava claudicação, o que denota o grande contingente de indivíduos assintomáticos. Os fatores mais fortemente associados à doença foram diabetes, obesidade, AVC e DIC. Os autores concluíram que a medida do ITB deve ser considerada na avaliação de pacientes de moderado e alto risco cardiovascular.

  • Arteriopatias oclusivas
  • Brasil
  • Claudicação Intermitente
  • Fatores de risco
  • Prevalência
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05/01/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001800008 Visualizações 1
Versão em português, adaptação transcultural e validação do Questionário de Claudicação de Edimburgo
ABC
Artigo Original

Versão em português, adaptação transcultural e validação do Questionário de Claudicação de Edimburgo

Marcia Makdisse et al. Raimundo Nascimento Neto Antonio Carlos Palandri Chagas David Brasil … Jairo Lins Borges Anderson Oliveira José Gordillo Gisele Balsalobre Luciana Crozariol Miriam Pinho Rafaela Oliveira Ana Fátima Salles

OBJETIVO: Traduzir, adaptar culturalmente e validar a versão em português do Questionário de Claudicação de Edimburgo, específico para avaliar a presença de claudicação intermitente. MÉTODOS: A versão em português do Questionário de Claudicação de Edimburgo foi desenvolvida, após autorização da Universidade de Edimburgo, e aplicada em 217 indivíduos residentes no município de São Paulo, com queixas de dor nas pernas, convidados pelos meios de comunicação de massa a participar da I Campanha de Combate à Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP). Na primeira etapa, eles responderam ao Questionário de Claudicação de Edimburgo e a um questionário sobre fatores de risco e antecedentes cardiovasculares. Na segunda etapa, realizaram medidas antropométricas e do índice tornozelo-braquial (ITB) de repouso com Doppler vascular e, nos casos duvidosos, teste de esforço vascular em esteira (TEV). A presença de DAOP foi definida por ITB 65 anos) e não-idosos. CONCLUSÃO: A versão em português do Questionário de Claudicação de Edimburgo manteve níveis adequados de sensibilidade e especificidade, podendo ser recomendado para o rastreamento de DAOP na prática clínica e em estudos epidemiológicos realizados no Brasil.

  • adaptação transcultural
  • Claudicação Intermitente
  • Questionário
  • tradução
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15/06/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000500001

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Chehuen M, Andrade-Lima A, Silva Junior N, Miyasato R, Souza RWA, Leicht A, Brum PC, et al. Respostas Fisiológicas à Caminhada Máxima e Submáxima em Pacientes com Doença Arterial Periférica Sintomática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(2):309-16.

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Chehuen, Marcel; Andrade-Lima, Aluisio; Silva Junior, Natan; Miyasato, Roberto; Souza, Rodrigo W. Alves de; Leicht, Anthony; Brum, Patricia Chakur; Oliveira, Edilamar M.; Wolosker, Nelson; Forjaz, Claudia Lucia de Moraes. Respostas Fisiológicas à Caminhada Máxima e Submáxima em Pacientes com Doença Arterial Periférica Sintomática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 2, p. 309-316, set. 2021.

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Chehuen, M., Andrade-Lima, A., Silva Junior, N., Miyasato, R., Souza, R. W. A. , Leicht, A., Brum, P. C., Oliveira, E. M., Wolosker, N., & Forjaz, C. L. M. (2021). Respostas Fisiológicas à Caminhada Máxima e Submáxima em Pacientes com Doença Arterial Periférica Sintomática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 309-316.

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Chehuen, Marcel and Andrade-Lima, Aluisio and Silva Junior, Natan and Miyasato, Roberto and Souza, Rodrigo W. Alves de and Leicht, Anthony and Brum, Patricia Chakur and Oliveira, Edilamar M. and Wolosker, Nelson and Forjaz, Claudia Lucia de Moraes. Respostas Fisiológicas à Caminhada Máxima e Submáxima em Pacientes com Doença Arterial Periférica Sintomática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 309-316. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/respostas-fisiologicas-a-caminhada-maxima-e-submaxima-em-pacientes-com-doenca-arterial-periferica-sintomatica/>. ISSN 0066-782X

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Souza, P. , & Perfete, C. (2021). O Paradoxo da Intensidade do Exercício Físico na Prevenção de Eventos Cardiovasculares na Doença Arterial Obstrutiva Periférica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 317-318.

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Souza, Pablo de and Perfete, Cássio. O Paradoxo da Intensidade do Exercício Físico na Prevenção de Eventos Cardiovasculares na Doença Arterial Obstrutiva Periférica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 317-318. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-paradoxo-da-intensidade-do-exercicio-fisico-na-prevencao-de-eventos-cardiovasculares-na-doenca-arterial-obstrutiva-periferica/>. ISSN 0066-782X

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Chehuen, M. R., Cucato, G. G., Carvalho, C. R. F. , Zerati, A. E., Leicht, A., Wolosker, N., Ritti-Dias, R. M., & Forjaz, C. L. M. (2021). Treinamento de Caminhada Melhora a Variabilidade da Pressão Arterial Ambulatorial em Claudicantes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(5), 898-905.

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Chehuen, Marcel da Rocha and Cucato, Gabriel Grizzo and Carvalho, Celso Ricardo Fernandes de and Zerati, Antonio Eduardo and Leicht, Anthony and Wolosker, Nelson and Ritti-Dias, Raphael Mendes and Forjaz, Claudia Lucia de Moraes. Treinamento de Caminhada Melhora a Variabilidade da Pressão Arterial Ambulatorial em Claudicantes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 898-905. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/treinamento-de-caminhada-melhora-a-variabilidade-da-pressao-arterial-ambulatorial-em-claudicantes/>. ISSN 0066-782X

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Gerage, A. M., Correia, M. A., Oliveira, P. M. L. , Palmeira, A. C., Domingues, W. J. R., Zeratti, A. E., Puech-Leão, P., Wolosker, N., Ritti-Dias, R. M., & Cucato, G. G. (2019). Níveis de Atividade Física Em Pacientes Com Doença Arterial Periférica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(3), 410-416.

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Gerage, Aline Mendes and Correia, Marilia de Almeida and Oliveira, Paulo Mesquita Longano de and Palmeira, Aline Cabral and Domingues, Wagner Jorge Ribeiro and Zeratti, Antônio Eduardo and Puech-Leão, Pedro and Wolosker, Nelson and Ritti-Dias, Raphael Mendes and Cucato, Gabriel Grizzo. Níveis de Atividade Física Em Pacientes Com Doença Arterial Periférica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 410-416. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/niveis-de-atividade-fisica-em-pacientes-com-doenca-arterial-periferica/>. ISSN 0066-782X

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Cucato, Gabriel Grizzo and Correia, Marilia de Almeida and Farah, Breno Quintella and Saes, Glauco Fernandes and Lima, Aluísio Henrique de Andrade and Ritti-Dias, Raphael Mendes and Wolosker, Nelson. Versão Validada em Português Brasileiro do Walking Estimated- Limitation Calculated by History (WELCH). Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 106, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 49-55. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/versao-validada-em-portugues-brasileiro-do-walking-estimated-limitation-calculated-by-history-welch/>. ISSN 0066-782X

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