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  2. Palavra-chave: Resistência Física
Recorde de Resistência em 366 Maratonas durante 366 Dias: Um Estudo de Caso
ABC
Artigo Original

Recorde de Resistência em 366 Maratonas durante 366 Dias: Um Estudo de Caso

Francis Ribeiro de Souza et al. Renato Delascio Lopes Guilherme Wesley Peixoto da Fonseca Rodrigo Bellio de Mattos Barretto … Antonio Carlos Battaglia Filho Renata Margarida do Val Roberto Kalil-Filho Maria-Janieire de Nazaré Nunes Alves

Resumo

Fundamento

Um atleta brasileiro propôs estabelecer um novo recorde mundial de maratonas consecutivas, competindo em 366 maratonas durante 366 dias consecutivos. O impacto dessas maratonas consecutivas sobre o sistema cardiovascular permanece desconhecido.

Objetivo

Monitorar o sistema cardiovascular para avaliar quaisquer adaptações cardiovasculares do atleta ao longo do período.

Métodos

Durante a avaliação pré-estudo, conduzimos uma avaliação clínica pré-participação (APP) composta por anamnese, eletrocardiograma, exame de sangue e capacidade funcional por meio do teste cardiopulmonar no exercício (TCPE). Durante o acompanhamento, o TCPE seriado, a avaliação da composição corporal, a análise de amostra de sangue e o ecocardiograma foram realizados periodicamente, por 12 meses.

Resultados

Na APP, indivíduo do sexo masculino, 43 anos, altura: 1,83 m, peso: 76,9 kg, consumo máximo de oxigênio (VO2máx): 52 ml/kg/min, gordura corporal: 12,6%, pressão arterial sistólica e diastólica: 120/80 mmHg, glicemia: 92 mg/dL, colesterol total: 185 mg/dL, proteína C reativa de alta sensibilidade (hs-CRP): 0,08 mg/dL, creatina fosfoquinase (CPK): 183 U/L e troponina T de alta sensibilidade (hs-TnT): 7,1 ng/L. Durante o acompanhamento, a média de VO2máx permaneceu em 48,7 ± 1,2 ml/kg/min, a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo (FEVE) em 62 ± 2%, o strain longitudinal global do VE em 19 ± 1%, o índice de massa do VE em 83 ± 7 g/m2, o hs-CRP em 0,07 ± 0,01 mg/L, a CPK em 169 ± 36 U/L, a hs-TnT em 8,2 ± 1,4 ng/L e nenhuma arritmia maligna foi observada.

Conclusão

O sistema cardiovascular do atleta se adaptou a um volume extremamente alto de maratonas consecutivas em intensidade moderada por 1 ano e permaneceu funcional na faixa de normalidade. Além disso, o atleta estabeleceu um novo recorde mundial de maratonas consecutivas, reconhecido pelo Guinness World Records.

  • Corrida de Maratona
  • Resistência Física
  • Sistema cardiovascular
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13/06/2025 DOI: 10.36660/abc.20240838 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Editorial

Dieta Rica em Gordura e Coração: Qual é o Real Impacto do Treinamento com Exercícios de Resistência?

André Rodrigues Lourenço Dias et al. Andrey Jorge Serra

O consumo prolongado de uma dieta rica em gordura (DRG) causa infiltração de macrófagos no miocárdio, que começa a secretar citocinas envolvidas na inflamação cardíaca. Nesse sentido, a interleucina-1β (IL-1β) desempenha um papel fundamental. Níveis elevados de IL-1β desencadeiam a produção mitocondrial de espécies reativas de oxigênio (ERO). A explosão de ERO no miocárdio contribui para o desenvolvimento de disfunção diastólica e insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada em modelo experimental de DRG.

Uma revisão sistemática atual realizada por Portes et al. mostrou que o treinamento de resistência (TR) pode mitigar efeitos nocivos da DRG no coração. O estudo de Portes et al. revisou artigos originais incluindo roedores com DRG submetidos a um programa de TR de pelo menos quatro semanas comparando animais não treinados. Cinco estudos foram considerados elegíveis, e a subida em escada com carga externa foi o método de TR aplicado.– Outros três estudos encontraram redução na massa corporal em animais submetidos ao TR,,, indicando que uma via pela qual o TR pode promover cardioproteção pode ser reduzindo a DRG. No entanto, nenhum desses estudos relatou a ingestão alimentar.,, Um único estudo realizado por Kim et al., avaliou a ingestão alimentar semanal em ratos de meia-idade. Os autores demonstraram que o TR poderia regular positivamente proteínas ligadas à biogênese mitocondrial e reduzir marcadores de estresse do retículo sarcoplasmático sem afetar a ingestão de DRG e a massa corporal.

[…]

  • Coração/fisiopatologia
  • Dieta
  • Exercícios
  • Gorduras/metabolismo
  • Remodelamento Atrial
  • Resistência Física
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10/05/2024 DOI: 10.36660/abc.20240091
ABC
Editorial

Prescrição de Exercícios Aeróbicos: O Teste de Fala Supera o Teste de Caminhada de 6 Minutos

Márcio Garcia Menezes et al. Vitor Augusto Fronza Leandro Franzoni

As doenças cardiovasculares (DCV) representam uma realidade preocupante, levando a uma elevada taxa de morbidade e mortalidade em muitos países, com um total global de 18 milhões de mortes. Além disso, estas condições representam encargos econômicos e sociais substanciais.–

A reabilitação cardiovascular é uma ferramenta promissora em beneficiar pacientes com DCV, por meio de exercícios aeróbicos (EA) como aliados essenciais na melhoria da aptidão cardiorrespiratória, resistência muscular, função cardiovascular e qualidade de vida geral.– Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a recomendação geral para a prática de exercícios físicos é de 150 minutos semanais, distribuídos entre três a cinco sessões. Um dos principais objetivos da reabilitação cardiovascular é melhorar a aptidão cardiorrespiratória através da incorporação de EA., Além disso, a prática criteriosa de atividade física visa mitigar a hipertensão, o risco de eventos cardiovasculares e a mortalidade geral em pacientes cardiovasculares.–

[…]

  • Aptidão Cardiorespiratória
  • Qualidade de Vida
  • Reabilitação Cardiovascular
  • Resistência Física
  • Teste de Caminhada
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27/10/2023 DOI: 10.36660/abc.20230636
ABC
Editorial

Treinamento Físico e Função Endotelial em Hipertensos: Efeitos dos Treinamentos Aeróbico e Resistido

Gustavo F. Oliveira et al. Thais C. Marin Cláudia L. M. Forjaz Leandro C. Brito

A hipertensão é um dos fatores de risco mais importantes para eventos cardiovasculares, e está fortemente relacionada à disfunção endotelial A função endotelial avaliada pela técnica de dilatação mediada por fluxo (DMF) é 3,2% menor em hipertensos do que em normotensos. O balanço negativo entre dano e regeneração de células endoteliais, indicado por um elevado número de micropartículas endoteliais (MPE) circulantes e níveis reduzidos de células progenitoras endoteliais (CPE), é preditor de eventos cardiovasculares em hipertensos. Assim, terapias capazes de influenciar positivamente a função endotelial são importantes para melhorar o prognóstico na hipertensão.

A prática regular de exercícios é recomendada não apenas pelo benefício de reduzir a pressão arterial, mas também para reduzir a morbidade e mortalidade cardiovascular em hipertensos. Importantes adaptações vasculares induzidas por exercício, principalmente resultando em aumento da vasodilatação dependente do endotélio, podem explicar parcialmente esses benefícios do exercício. Uma meta-análise prévia mostrou efeitos positivos do exercício aeróbico na função endotelial de hipertensos. No entanto, a variação dos resultados sugere que diferentes protocolos de exercício (tipos e intensidade) e características dos participantes podem influenciar a resposta da função endotelial ao treinamento físico. Além disso, é necessário saber os mecanismos subjacentes para a melhora endotelial.

[…]

  • Endotélio Vascular
  • Exercício Físico
  • Hipertensão
  • Resistência Física
  • Treino Aeróbico
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17/05/2021 DOI: 10.36660/abc.20210111 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Categorias de Aptidão Física Baseadas no VO2max em População Brasileira com Suposto Alto Nível Socioeconômico e sem Cardiopatia Estrutural

João Manoel Rossi Neto et al. Antonio Sergio Tebexreni Alexandre Novakoski F. Alves Floriana Bertini Abreu … Priscilla Ayumi Nishio Mauricio Cruz Thomazi Ivana Antelmi Paola Emanuela P. Smanio

Resumo

Fundamento

Os dados mais utilizados como referência de aptidão cardiorrespiratória (ACR) são os de Cooper, que utiliza valores calculados de captação máxima de oxigênio (VO2máx).

Objetivo

Desenvolver valores de ACR a partir do teste cardiopulmonar de exercício (TCPE) em uma população brasileira com alto nível socioeconômico e livre de cardiopatia estrutural. Os resultados dos testes de VO2max foram comparados aos dados de Cooper e do FRIEND Registry.

Métodos

Foram utilizados neste estudo dados de TCPE de indivíduos consecutivos entre 1º de janeiro de 2000 e 31 de maio de 2016. Os critérios de inclusão foram: VO2máx pré-definido. Foi construído um gráfico de ACR de acordo com os percentuais do VO2máx: muito ruim (≤20%), ruim (20-40%), regular (40-60%), boa (60-80%), excelente (80-90%), e superior (≥90%). A correlação Kappa foi usada para analisar nossos dados em comparação aos dados dos outros dois bancos de dados. Os testes estatísticos com p<0,005 foram considerados significativos.

Resultados

A coorte final incluiu 18.186 testes: 12.552 homens, 5.634 mulheres (7 a 84 anos). A resposta mais recorrente foi “boa” (20,2%). Houve diferença média de peso, altura, índice de massa corporal (IMC) e idade no gráfico da ACR. Houve correlação inversa entre VO2máx e idade, peso e IMC. Usando uma regressão linear e essas variáveis, uma equação preditiva foi desenvolvida para o VO2máx. Nossas descobertas diferiram das dos outros bancos de dados.

Conclusão

Desenvolvemos uma classificação para a ACR e encontramos valores mais altos em todas as faixas de classificação de capacidade funcional, em contraste com os dados de Cooper e do FRIEND Registry. Nossos achados oferecem uma interpretação mais precisa da ACR nessa grande amostra populacional brasileira, quando comparados aos padrões anteriores, com base no VO2máx estimado. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(3):468-477)

  • Atividade Física
  • Classe Social
  • Estilo de Vida Saudável
  • Exercício
  • Resistência Física
  • Teste de Cooper
  • Treino Aeróbico
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20190189 Visualizações 1
ABC
Editorial

Consumo de Oxigênio e Aptidão Cardiorrespiratória | Diferença entre Idade Cronológica e Biológica

Artur Haddad Herdy et al. Amberson Vieira Assis

O oxigênio é, sem dúvida, um dos principais elementos para a vida de um organismo aeróbico. Os animais com estruturas mais complexas – dentre eles, os seres humanos – desenvolveram no processo evolutivo o metabolismo oxidativo como principal fonte de produção de energia. Sendo assim, a nossa capacidade de aproveitamento e utilização do oxigênio representa a principal usina de energia e está intimamente associada à nossa vitalidade. A sua aferição deveria ser considerada mais um sinal vital. Na avaliação de atletas ou de pessoas com patologias graves, o consumo de oxigênio (VO2) é um importante marcador de desempenho ou sobrevida. O VO2 também define terapias fundamentais em pacientes graves com ICC. Em uma série de 715 pacientes encaminhados para transplante cardíaco, a sobrevida livre de eventos como morte e transplante em 1 ano foi de 87% diante de VO2 >14, 77% entre 10,1 e 14 e 65% quando ≤10 mL/kg.min., Por outro lado, valores acima de 20 mL/kg.min são considerados de melhor prognóstico e podem seguir em terapia farmacológica. Recentemente, na pandemia do coronavírus-19 (Sars-CoV-2), o valor dos níveis arteriais de oxigênio se mostrou importantíssima ferramenta na avaliação da gravidade desses pacientes. Nos quadros iniciais de lesão pulmonar, os pacientes apresentavam-se relativamente bem, apesar da dessaturação de oxigênio pouco responsiva à oxigenioterapia, em um claro descolamento entre a gravidade da hipoxemia e os sintomas, o que tem sido descrito como “Happy hypoxemia”. O monitoramento precoce da saturação de oxigênio desde a fase domiciliar permitiu a antecipação do aparecimento da dispneia, que já representa um indicativo da fase adiantada do comprometimento pulmonar e da iminente necessidade de suplementação de oxigênio e/ou ventilação invasiva.

A avaliação da capacidade cardiorrespiratória (ACR) ou funcional ao exercício é uma ferramenta poderosíssima na definição do estado de saúde de uma maneira geral na população, seja em indivíduos saudáveis ou com doença cardiovascular, superando outras variáveis no valor prognóstico, como a presença de isquemia miocárdica ao eletrocardiograma no esforço. Essa análise leva em conta o funcionamento integrado dos sistemas cardiovascular, respiratório, metabólico e biomecânico.

[…]

  • Atividade Motora
  • Atletas
  • Classe Social
  • Estilo de Vida Saudável
  • Exercício
  • Isquemia Miocárdica/prevenção e controle
  • Resistência Física
  • Sedentarismo
  • Treino Aeróbico
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18/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20200648
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Exercício Resistido Restaura a Função Endotelial e Reduz a Pressão Arterial de Ratos Diabéticos Tipo 1

Marcelo Mendonça Mota et al. Tharciano Luiz Teixeira Braga da Silva Milene Tavares Fontes André Sales Barreto … João Eliakim dos Santos Araújo Antônio Cesar Cabral de Oliveira Rogério Brandão Wichi Márcio Roberto Viana Santos

Fundamento:

Os efeitos do exercício resistido sobre os parâmetros cardiovasculares não são consistentes.

Objetivos:

Foram avaliados os efeitos do exercício resistido sobre as alterações na glicemia, reatividade vascular e pressão arterial de ratos diabéticos.

Métodos:

Ratos Wistar foram divididos em três grupos: grupo controle (n = 8), diabético sedentário (n = 8) e diabético treinado (n = 8). O exercício resistido foi realizado no aparelho de agachamento para ratos e consistiu em três séries de dez repetições com uma intensidade de 50%, três vezes por semana, durante 8 semanas. As alterações na reatividade vascular foram avaliadas em anéis de artéria mesentérica superior.

Resultados:

Foi observada uma redução significativa da resposta máxima dos relaxamentos induzidos por acetilcolina no grupo diabético sedentário (78,1% ± 2) e um aumento do grupo diabético treinado (95 ± 3%), sem alterar a potência. Na presença de NG-nitro-L-arginina metil éster, os relaxamentos induzidos por acetilcolina foram significativamente reduzidos nos grupos controle e diabético treinado, mas não no grupo diabético sedentário. Além disso, foi observado um aumento significativo (p < 0,05) da pressão arterial média no grupo diabético sedentário de 104,9 ± 5 para 126,7 ± 5 mmHg, quando comparado ao grupo controle. Por outro lado, o grupo diabético treinado apresentou redução significativa (p < 0,05) nos níveis da pressão arterial média de 126,7 ± 5 mmHg para 105,1 ± 4 mmHg, quando comparado ao diabético sedentário.

Conclusões:

O exercício resistido foi capaz de restaurar a funcionalidade endotelial e impedir o aumento da pressão arterial em ratos com diabetes tipo 1.

  • diabetes
  • Endotélio Vascular/fisiologia
  • Exercício
  • Pressão Arterial / fisiologia
  • Ratos
  • Resistência Física
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27/06/2014 DOI: 10.5935/abc.20140087

Como citar este artigo

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Souza FR, Lopes RD, Fonseca GWP, Barretto RBM, Battaglia Filho AC, Val RM, Kalil-Filho R, et al. Recorde de Resistência em 366 Maratonas durante 366 Dias: Um Estudo de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(5):e20240838.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Souza, Francis Ribeiro de; Lopes, Renato Delascio; Fonseca, Guilherme Wesley Peixoto da; Barretto, Rodrigo Bellio de Mattos; Battaglia Filho, Antonio Carlos; Val, Renata Margarida do; Kalil-Filho, Roberto; Alves, Maria-Janieire de Nazaré Nunes. Recorde de Resistência em 366 Maratonas durante 366 Dias: Um Estudo de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 5, e20240838, jun. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Souza, F. R. , Lopes, R. D., Fonseca, G. W. P. , Barretto, R. B. M., Battaglia Filho, A. C., Val, R. M. , Kalil-Filho, R., & Alves, M. N. N. (2025). Recorde de Resistência em 366 Maratonas durante 366 Dias: Um Estudo de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(5), e20240838.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Souza, Francis Ribeiro de and Lopes, Renato Delascio and Fonseca, Guilherme Wesley Peixoto da and Barretto, Rodrigo Bellio de Mattos and Battaglia Filho, Antonio Carlos and Val, Renata Margarida do and Kalil-Filho, Roberto and Alves, Maria-Janieire de Nazaré Nunes. Recorde de Resistência em 366 Maratonas durante 366 Dias: Um Estudo de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 5, [citado 2026-10-14], e20240838. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/recorde-de-resistencia-em-366-maratonas-durante-366-dias-um-estudo-de-caso/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

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Dias ARL, Serra AJ. Dieta Rica em Gordura e Coração: Qual é o Real Impacto do Treinamento com Exercícios de Resistência?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(4):e20240091.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Dias, André Rodrigues Lourenço; Serra, Andrey Jorge. Dieta Rica em Gordura e Coração: Qual é o Real Impacto do Treinamento com Exercícios de Resistência?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 4, e20240091, maio. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Dias, A. R. L., & Serra, A. J. (2024). Dieta Rica em Gordura e Coração: Qual é o Real Impacto do Treinamento com Exercícios de Resistência?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(4), e20240091.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Dias, André Rodrigues Lourenço and Serra, Andrey Jorge. Dieta Rica em Gordura e Coração: Qual é o Real Impacto do Treinamento com Exercícios de Resistência?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240091. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/dieta-rica-em-gordura-e-coracao-qual-e-o-real-impacto-do-treinamento-com-exercicios-de-resistencia/>. ISSN 0066-782X

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Menezes MG, Fronza VA, Franzoni L. Prescrição de Exercícios Aeróbicos: O Teste de Fala Supera o Teste de Caminhada de 6 Minutos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(9):e20230636.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Menezes, Márcio Garcia; Fronza, Vitor Augusto; Franzoni, Leandro. Prescrição de Exercícios Aeróbicos: O Teste de Fala Supera o Teste de Caminhada de 6 Minutos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 9, e20230636, out. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Menezes, M. G., Fronza, V. A., & Franzoni, L. (2023). Prescrição de Exercícios Aeróbicos: O Teste de Fala Supera o Teste de Caminhada de 6 Minutos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(9), e20230636.

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Menezes, Márcio Garcia and Fronza, Vitor Augusto and Franzoni, Leandro. Prescrição de Exercícios Aeróbicos: O Teste de Fala Supera o Teste de Caminhada de 6 Minutos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 9, [citado 2026-10-14], e20230636. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prescricao-de-exercicios-aerobicos-o-teste-de-fala-supera-o-teste-de-caminhada-de-6-minutos/>. ISSN 0066-782X

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Oliveira GF, Marin TC, Forjaz CLM, Brito LC. Treinamento Físico e Função Endotelial em Hipertensos: Efeitos dos Treinamentos Aeróbico e Resistido. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(5):948-9.

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Oliveira, Gustavo F.; Marin, Thais C.; Forjaz, Cláudia L. M.; Brito, Leandro C.. Treinamento Físico e Função Endotelial em Hipertensos: Efeitos dos Treinamentos Aeróbico e Resistido. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 5, p. 948-949, maio. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Oliveira, G. F., Marin, T. C., Forjaz, C. L. M., & Brito, L. C. (2021). Treinamento Físico e Função Endotelial em Hipertensos: Efeitos dos Treinamentos Aeróbico e Resistido. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(5), 948-949.

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Oliveira, Gustavo F. and Marin, Thais C. and Forjaz, Cláudia L. M. and Brito, Leandro C.. Treinamento Físico e Função Endotelial em Hipertensos: Efeitos dos Treinamentos Aeróbico e Resistido. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 948-949. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/treinamento-fisico-e-funcao-endotelial-em-hipertensos-efeitos-dos-treinamentos-aerobico-e-resistido/>. ISSN 0066-782X

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Rossi Neto JM, Tebexreni AS, Alves ANF, Abreu FB, Nishio PA, Thomazi MC, Antelmi I, et al. Categorias de Aptidão Física Baseadas no VO2max em População Brasileira com Suposto Alto Nível Socioeconômico e sem Cardiopatia Estrutural. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):468-77.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rossi Neto, João Manoel; Tebexreni, Antonio Sergio; Alves, Alexandre Novakoski F.; Abreu, Floriana Bertini; Nishio, Priscilla Ayumi; Thomazi, Mauricio Cruz; Antelmi, Ivana; Smanio, Paola Emanuela P.. Categorias de Aptidão Física Baseadas no VO2max em População Brasileira com Suposto Alto Nível Socioeconômico e sem Cardiopatia Estrutural. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 468-477, set. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rossi Neto, J. M., Tebexreni, A. S., Alves, A. N. F., Abreu, F. B., Nishio, P. A., Thomazi, M. C., Antelmi, I., & Smanio, P. E. P. (2020). Categorias de Aptidão Física Baseadas no VO2max em População Brasileira com Suposto Alto Nível Socioeconômico e sem Cardiopatia Estrutural. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 468-477.

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Rossi Neto, João Manoel and Tebexreni, Antonio Sergio and Alves, Alexandre Novakoski F. and Abreu, Floriana Bertini and Nishio, Priscilla Ayumi and Thomazi, Mauricio Cruz and Antelmi, Ivana and Smanio, Paola Emanuela P.. Categorias de Aptidão Física Baseadas no VO2max em População Brasileira com Suposto Alto Nível Socioeconômico e sem Cardiopatia Estrutural. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 468-477. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/categorias-de-aptidao-fisica-baseadas-no-vo2max-em-populacao-brasileira-com-suposto-alto-nivel-socioeconomico-e-sem-cardiopatia-estrutural/>. ISSN 0066-782X

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Herdy AH, Assis AV. Consumo de Oxigênio e Aptidão Cardiorrespiratória | Diferença entre Idade Cronológica e Biológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):478-9.

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Herdy, Artur Haddad; Assis, Amberson Vieira. Consumo de Oxigênio e Aptidão Cardiorrespiratória | Diferença entre Idade Cronológica e Biológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 478-479, set. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Herdy, A. H., & Assis, A. V. (2020). Consumo de Oxigênio e Aptidão Cardiorrespiratória | Diferença entre Idade Cronológica e Biológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 478-479.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Herdy, Artur Haddad and Assis, Amberson Vieira. Consumo de Oxigênio e Aptidão Cardiorrespiratória | Diferença entre Idade Cronológica e Biológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 478-479. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/consumo-de-oxigenio-e-aptidao-cardiorrespiratoria-diferenca-entre-idade-cronologica-e-biologica/>. ISSN 0066-782X

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Mota MM, Silva TLTB, Fontes MT, Barreto AS, Araújo JES, Oliveira ACC, Wichi RB, et al. Exercício Resistido Restaura a Função Endotelial e Reduz a Pressão Arterial de Ratos Diabéticos Tipo 1. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(1):25-32.

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Mota, Marcelo Mendonça; Silva, Tharciano Luiz Teixeira Braga da; Fontes, Milene Tavares; Barreto, André Sales; Araújo, João Eliakim dos Santos; Oliveira, Antônio Cesar Cabral de; Wichi, Rogério Brandão; Santos, Márcio Roberto Viana. Exercício Resistido Restaura a Função Endotelial e Reduz a Pressão Arterial de Ratos Diabéticos Tipo 1. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 1, p. 25-32, jun. 2014.

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Mota, M. M., Silva, T. L. T. B. , Fontes, M. T., Barreto, A. S., Araújo, J. E. S., Oliveira, A. C. C. , Wichi, R. B., & Santos, M. R. V. (2014). Exercício Resistido Restaura a Função Endotelial e Reduz a Pressão Arterial de Ratos Diabéticos Tipo 1. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(1), 25-32.

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Mota, Marcelo Mendonça and Silva, Tharciano Luiz Teixeira Braga da and Fontes, Milene Tavares and Barreto, André Sales and Araújo, João Eliakim dos Santos and Oliveira, Antônio Cesar Cabral de and Wichi, Rogério Brandão and Santos, Márcio Roberto Viana. Exercício Resistido Restaura a Função Endotelial e Reduz a Pressão Arterial de Ratos Diabéticos Tipo 1. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 25-32. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/exercicio-resistido-restaura-a-funcao-endotelial-e-reduz-a-pressao-arterial-de-ratos-diabeticos-tipo-1/>. ISSN 0066-782X

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