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  2. Palavra-chave: angina instável
Avaliação Crítica do Manejo da Angina Instável em Pronto-Socorro Terciário de Cardiologia
ABC
Artigo Original

Avaliação Crítica do Manejo da Angina Instável em Pronto-Socorro Terciário de Cardiologia

Mateus Arantes Prata et al. Louis Nakayama Ohe Kelvin Henrique Vilalva Lucas Ferreira Marcondes Lemos Paola Emanuela Poggio Smanio

Resumo

Fundamento:

O manejo da angina instável (AI) é um desafio devido ao seu diagnóstico subjetivo e à sua escassa representação em ensaios clínicos randomizados que determinem as práticas atuais.

Objetivos

O objetivo deste estudo é identificar os principais fatores associados à indicação de estratificação invasiva ou não nessa população e avaliar os fatores associados às alterações nos exames de estratificação.

Métodos:

Coorte retrospectiva de pacientes internados por AI, em um período de 20 meses consecutivos. Para avaliar os fatores associados à estratégia de estratificação, os pacientes foram divididos em estratificação invasiva (cinecoronariografia) e não invasiva (demais métodos). Para análise de fatores relacionados às alterações nos exames de estratificação, os pacientes foram divididos em grupos com ou sem doença arterial coronariana (DAC) obstrutiva ou isquemia, conforme resultados dos exames solicitados. Foram realizadas comparações entre grupos e análise de regressão logística múltipla, com significância estatística definida em um nível de 5%.

Resultados:

729 pacientes foram incluídos, com mediana de idade de 63 anos e predomínio do sexo masculino (64,6%). Estiveram associados à estratificação invasiva: tabagismo (p = 0,001); tipo de dor torácica (p < 0,001); dor "em crescendo" (p = 0,006); escore TIMI (p = 0,006); escore HEART (p = 0,011). Na análise multivariada, tabagistas (OR 2,23, IC 95% 1,13-4,8), ex-tabagistas (OR 2,19, IC 1,39-3,53) e dor torácica tipo A (OR 3,39, IC 95% 1,93-6,66) estiveram associados de forma independente. Estiveram associados à DAC obstrutiva ou isquemia: tempo de internação hospitalar (p < 0,001); sexo masculino (p = 0,032); dor desencadeada por esforço (p = 0,037); Diamond-Forrester (p = 0,026); escore TIMI (p = 0,001). Na análise multivariada, apenas dor torácica (dor torácica tipo B: OR 0,6, IC 95% 0,38-0,93, p = 0,026) e DAC prévia (OR 1,42, IC 95% 1,01-2,0, p = 0,048) estiveram associadas de maneira independente.

Conclusões:

O tipo de dor torácica desempenha um papel crucial não apenas no diagnóstico da AI, mas também na definição do tratamento adequado. Nossos resultados destacam a importância de incorporar características da dor aos escores prognósticos endossados pelas diretrizes, para otimização do manejo da AI.

  • angina instável
  • Dor no Peito
  • Síndrome Coronariana Aguda
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05/04/2024 DOI: 10.36660/abc.20230049 Visualizações 1
ABC
Editorial

Legumain – Outra Peça no Complexo Quebra-Cabeça da Formação e Vulnerabilidade da Placa Aterosclerótica

Ana Teresa Timóteo

O processo de formação de placas ateroscleróticas nas paredes arteriais é um processo muito complexo. O desenvolvimento da placa ocorre devido a uma interação entre células endoteliais, células musculares lisas e células imunológicas. Há aumento da permeabilidade endotelial e ativação de moléculas sinalizadoras, incluindo mediadores inflamatórios e moléculas de adesão celular. Além disso, as lipoproteínas circulantes (particularmente as lipoproteínas de baixa densidade – LDL) podem atravessar a camada endotelial e depositar-se no espaço íntimo, onde sofrem alterações oxidativas (LDLox), aumentando a resposta inflamatória local. Além disso, os monócitos amadurecem em macrófagos, sendo recrutados através de quimiocinas atrativas, e enquanto tentam eliminar o LDLox através de fagocitose, são convertidos em células espumosas e, por fim, sofrem necrose. Além disso, as células musculares lisas vasculares (CMLVs) proliferam e migram da camada média para a íntima, levando à hiperplasia intimal, e essas células se organizam e depositam matriz extracelular, formando uma capa fibrosa. A erosão ou ruptura da capa fibrosa levará à oclusão trombótica ou embolia distal, resultando em isquemia.

Neste processo, as metaloproteinases de matriz (MMPs) desempenham um papel importante. As MMPs são uma família de endoproteases dependentes de zinco que são secretadas por células endoteliais, CMLVs, fibroblastos, osteoblastos, macrófagos, neutrófilos e linfócitos. Durante o desenvolvimento estável da placa aterosclerótica, a MMP-2 cliva a sintase do óxido nítrico endógeno, causando disfunção endotelial e facilitando a infiltração de LDL na íntima. Então, a MMP-2 expressa por plaquetas ativadas promove a transmigração de monócitos para a íntima. A MMP-2 também facilita a migração de CMLVs induzidas por LDLox para a íntima, formando a capa fibrosa. Portanto, pode induzir a migração e proliferação de CMLVs, aumentando a estabilidade da placa. No entanto, os níveis de MMP-2 são mais elevados em placas ateroscleróticas instáveis do que em estáveis, indicando que a MMP-2 desempenha um papel na vulnerabilidade da placa e na propensão à ruptura. Participam da degradação da matriz extracelular (MEC), o que causará adelgaçamento da capa fibrosa da placa, tornando-a mais propensa à ruptura.

[…]

  • angina instável
  • Cisteína Proteases
  • Doença arterial coronariana
  • Placa Aterosclerótica
  • Ultrassonografia de Intervenção/métodos, Biomarcadores
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22/12/2023 DOI: 10.36660/abc.20230743 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Correlação Anatomoclínica

Caso 5/2016 – Homem de 56 Anos Internado com Angina Instável, que Apresentou Recorrência da Dor Precordial e Parada Cardíaca em Atividade Elétrica Sem Pulso

Desiderio Favarato et al. Paulo Sampaio Gutierrez

Aspectos clínicos

Trata-se de um homem de 56 anos, com angina de início recente e lesões triarteriais à cinecoronariografia, que apresentou dispneia e, algumas horas após, parada cardiorrespiratória com intenso supradesnivelamento de segmento ST.

Angina é a manifestação inicial na metade dos pacientes com doença coronariana. Mesmo quando estável, isto é, sem alteração dos desencadeantes ou intensidade, uma duração dos episódios por mais de 3 meses duplica o risco de eventos cardiovasculares.,

[…]

  • Análise da Onda de Pulso
  • angina instável
  • Dor Precordial
  • Infarto Do Miocárdio
  • Parada cardíaca
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01/11/2016 DOI: 10.5935/abc.20160175 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Correlação entre Proteína C-Reativa em Veia Periférica e Seio Coronário na Angina Estável e Instável

Weverton Ferreira Leite et al. José Antonio Franchini Ramires Luiz Felipe Pinho Moreira Célia Maria Cassaro Strunz José Armando Mangione

Fundamento:

A proteína C-reativa de alta sensibilidade (PCR-as) é comumente utilizada na prática clínica para avaliar o risco cardiovascular. Entretanto, a correlação entre os níveis séricos de PCR-as (valores absolutos) periférico versus central ainda não foi feita.

Objetivo:

Avaliar a correlação entre os níveis séricos de PCR-as (mg/L) em veia periférica do antebraço esquerdo (VPAE) versus seio coronário (SC), em pacientes portadores de doença arterial coronária (DAC) com diagnóstico de angina estável (AE) ou angina instável (AI).

Métodos:

Estudo observacional, descritivo, transversal, realizado no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, onde foram avaliados os pacientes encaminhados ao hospital com DAC para angiografia coronária.

Resultados:

Quarenta pacientes com DAC (20 AE e 20 AI) foram incluídos no estudo. Amostras de sangue na VPAE e SC foram coletadas simultaneamente antes da angiografia coronária. A análise de correlação entre os níveis séricos de PCR-as em VPAE versus SC mostrou forte correlação linear tanto para AE (r = 0,993, p < 0,001) como para AI (r = 0,976, p < 0,001) e em toda a amostra (r = 0,985, p < 0,001).

Conclusão:

Nossos dados sugeriram forte correlação linear entre os níveis de PCR-as em VPAE versus SC na AE e AI.

  • Angina Estável
  • angina instável
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Proteína C Reativa
  • Seio Coronário
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09/12/2014 DOI: 10.5935/abc.20140188 Visualizações 2
Análise de causalidade da relação entre sangramento e letalidade de Síndromes Coronarianas Agudas
ABC
Artigo Original

Análise de causalidade da relação entre sangramento e letalidade de Síndromes Coronarianas Agudas

Luis Cláudio Lemos Correia et al. Michael Sabino Mariana Brito Guilherme Garcia … Mateus Viana J. Péricles Esteves Márcia R. Noya

FUNDAMENTO: Eventos hemorrágicos em Síndromes Coronarianas Agudas (SCA) apresentam associação independente com óbito em registros multicêntricos internacionais. No entanto, essa associação não foi testada em nosso meio e a verdadeira relação causal entre sangramento e óbito não está plenamente demonstrada. OBJETIVO: Testar as hipóteses de que: (1) sangramento maior é preditor independente de óbito hospitalar em SCA; (2) a relação entre esses dois desfechos é causal. MÉTODOS: Incluídos pacientes com critérios pré-definidos de angina instável, infarto sem supradesnivelamento do ST ou infarto com supradesnivelamento do ST. Sangramento maior durante o internamento foi definido de acordo com os tipos 3 ou 5 da Classificação Universal de Sangramento. Regressão logística e análise da sequência de eventos foram utilizadas para avaliar a associação entre sangramento e óbito. RESULTADOS: Dentre 455 pacientes estudados, 29 desenvolveram sangramento maior (6,4%; 95%IC = 4,3-9,0%). Esses indivíduos apresentaram mortalidade hospitalar de 21%, comparados a 5,6% nos pacientes sem sangramento (RR = 4,0; 95%IC = 1,8-9,1; P = 0,001). Após ajuste para escore de propensão, sangramento maior permaneceu preditor de óbito hospitalar (OR = 3,34; 95%IC = 1,2-9,5; P = 0,02). Houve 6 óbitos dentre 29 pacientes que sangraram. No entanto, análise detalhada da sequência de eventos demonstrou relação causal em apenas um caso. CONCLUSÃO: (1) Sangramento maior é preditor independente de óbito hospitalar em SCA; (2) O papel do sangramento como marcador de risco predomina sobre seu papel de fator de risco para óbito. Essa conclusão deve ser vista como geradora de hipótese a ser confirmada por estudos de maior tamanho amostral. (Arq Bras Cardiol. 2012; [online].ahead print, PP.0-0)

  • angina instável
  • Hemorragia
  • Hospitalização
  • Infarto Do Miocárdio
  • Síndrome Coronariana Aguda
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17/05/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000046 Visualizações 1
Nível de NT-proBNP em pacientes com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST
ABC
Artigo Original

Nível de NT-proBNP em pacientes com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST

Luiz Ricardo A. Castro et al. Maria Clara N. Alencar Márcia M. Barbosa Maria do Carmo P. Nunes … José Ronaldo Cardoso Antonio Luiz P. Ribeiro

FUNDAMENTO: A síndrome coronariana aguda (SCA) sem supradesnivelamento do segmento ST (SCASEST) está associada ao supradesnivelamento do peptídeo natriurético tipo B (BNP) e aos marcadores de necrose miocárdica, embora se desconheça a correlação dessa síndrome ao escore de trombólise no infarto do miocárdio (TIMI) e à função ventricular esquerda. OBJETIVO: Avaliar a correlação entre os níveis do fragmento N-terminal do peptídeo natriurético tipo B (NT-proBNP) e os marcadores de necrose miocárdica (creatinofosfoquinase fração músculo-cérebro CK-MB e troponina I), bem como entre o escore de risco TIMI e a fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) nos pacientes com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. MÉTODOS: Oitenta e sete pacientes com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST foram divididos em dois grupos: 37 (42,5%) com angina instável e 50 (57,5%) com infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST (IAMSSST). RESULTADOS: A fração de ejeção do ventrículo esquerdo superior a 40% foi encontrada em 86,2% do total da amostra. Os níveis séricos de NT-proBNP foram maiores em pacientes com infarto do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST, em comparação àqueles com angina instável (p<0,001). O aumento dos níveis de NT-proBNP foi associado ao aumento de troponina I (rs=0,425, p<0,001), pico de CK-MB (rs=0,458, p<0,001) e FEVE (rs=-0,345, p=0,002), não havendo correlação com o escore de risco TIMI (rs=0,082, p=0,44). Na análise multivariada, a fração de ejeção do ventrículo esquerdo e a troponina I correlacionaram-se de forma independente aos níveis de NT-proBNP (p=0,017 e p=0,002, respectivamente). CONCLUSÃO: O aumento dos níveis de NT-proBNP em pacientes com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST não está relacionado exclusivamente à redução da fração de ejeção do ventrículo esquerdo, mas também pode ser provocado pela presença de isquemia miocárdica e necrose.

  • angina instável
  • Infarto Do Miocárdio
  • Peptídeos Natriuréticos
  • Síndrome Coronariana Aguda
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27/10/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000114
Síndrome de Wellens
ABC
Relato de Caso

Síndrome de Wellens

Marcelo Campos Appel-da-Silva et al. Gabriel Zago Aníbal Pereira Abelin Walter Otávio Pin … Oscar Pereira Dutra Renato Vaz

A avaliação de dor torácica é prática de rotina em serviços de emergência. Embora seja queixa comum e com amplo diagnóstico diferencial. é na suspeita de síndrome coronariana aguda (SCA) que a preocupação é maior. Eletrocardiograma e dosagem de enzimas cardíacas são ferramentas importantes na investigação dos pacientes. mas. quando negativos. podem não identificar algumas doenças. Relatamos o caso de uma paciente com angina. cujos exames iniciais na emergência não apresentavam alterações sugestivas de cardiopatia isquêmica. Doença de conhecimento recente. a síndrome de Wellens consiste em uma variante da angina instável. que. quando não reconhecida. pode acarretar em significativa morbidade e mortalidade.

  • angina instável
  • cardiopatia isquêmica
  • Eletrocardiografia
  • Síndrome Coronariana Aguda
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22/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000400026 Visualizações 1
Escore de risco Dante Pazzanese para síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST
ABC
Artigo Original

Escore de risco Dante Pazzanese para síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST

Elizabete Silva dos Santos et al. Ari Timerman Valéria Troncoso Baltar Maria Tereza Cabrera Castillo … Marcos Paulo Pereira Luiz Minuzzo Leopoldo Soares Piegas

FUNDAMENTO: Em síndrome coronariana aguda (SCA), é importante estimar a probabilidade de eventos adversos. OBJETIVO: Desenvolver um escore de risco em uma população brasileira com SCA sem supradesnivelamento do segmento ST (SST). MÉTODOS: Foram avaliados prospectivamente 1.027 pacientes em um centro brasileiro de cardiologia. Um modelo de regressão logística múltipla foi desenvolvido para prever o risco de morte ou de (re)infarto em 30 dias. A acurácia preditiva do modelo foi determinada pelo C statistic. RESULTADOS: O evento combinado ocorreu em 54 pacientes (5,3%). O escore foi criado pela soma aritmética de pontos dos preditores independentes, cujas pontuações foram designadas pelas respectivas probabilidades de ocorrência do evento. As seguintes variáveis foram identificadas: aumento da idade (0 a 9 pontos); antecedente de diabete melito (2 pontos) ou de acidente vascular cerebral (4 pontos); não utilização prévia de inibidor da enzima conversora da angiotensina (1 ponto); elevação da creatinina (0 a 10 pontos); e combinação de elevação da troponina I cardíaca e depressão do segmento ST (0 a 4 pontos). Foram definidos quatro grupos de risco: muito baixo (até 5 pontos); baixo (6 a 10 pontos); intermediário (11 a 15 pontos); e alto risco (16 a 30 pontos). O C statistic para a probabilidade do evento foi de 0,78 e para o escore de risco em pontuação de 0,74. CONCLUSÃO: Um escore de risco foi desenvolvido para prever morte ou (re)infarto em 30 dias em uma população brasileira com SCA sem SST, podendo facilmente ser aplicável no departamento de emergência.

  • angina instável
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • Infarto Do Miocárdio
  • Prognóstico
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24/11/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009001000006
ABC
Artigo Original

Resposta circulatória à caminhada de 50 m na unidade coronariana, na síndrome coronariana aguda

Cristiane Maria Carvalho Costa Dias et al. Ana Célia Carneiro de Almeida Maiato Kátia Maria Moreno Baqueiro Alessandra Maia Furtado Fiqueredo … Fernanda Warken Rosa Janaina Oliveira Pitanga Ludmila Ivo Catão de Souza Armênio Costa Guimarães

FUNDAMENTO: Ausência de técnica padronizada e monitorada para iniciar a reabilitação de pacientes com síndrome coronariana aguda (SCA), na unidade coronariana. OBJETIVO: Descrever a técnica e a resposta circulatória à caminhada de 50 m (C50m). MÉTODOS: Estudo experimental, transversal, com 65 pacientes com SCA; destes 36 (54%) com infarto agudo do miocárdio (IAM), Killip I; 29 (45,2%) com angina instável (AI); 61,5% do sexo masculino, idade 62,8 ± 12,7 anos. Caminhada com início 45 ± 23 horas pós-internamento. Mensuraram-se pressão arterial sistólica (PAS mmHg) e diastólica (PAD mmHg), freqüência cardíaca (FC bpm), duplo produto (PAS mmHg X FC bpm), saturação periférica de oxigênio (SpO2%), tempo de caminhada e percepção do esforço pela escala de Borg (EB). Obtiveram-se medições nas posições supina, sentada e ortostase (fase 1 – estresse gravitacional), no final da caminhada e pós-repouso de 5 minutos (fase 2 – estresse físico). RESULTADOS: Observou-se aumento da FC ao estresse gravitacional sentado (Δ = 4,18) e em ortostase (Δ = 2,69), (p < 0,001). Houve elevação pós-caminhada da PAS (Δ = 4,84), (p < 0,001); FC (Δ = 4,68), (p < 0,001); DP (Δ = 344,97), (p = 0,004); e decréscimo da SpO2 (Δ = -1,42), (p 142 mmHg ao sentar associou-se com aumento significativo (p = 0,031) de 11 mmHg ao exercício em 13 pacientes com sobrepeso/obesidade e 85% com hipertensão. Verificaram-se efeitos adversos em 19 (29,2%) pacientes, tonturas em 23,1%, com impedimento da caminhada em três deles. CONCLUSÃO: Nesta amostra, após 24 horas do evento coronariano, não se verificaram efeitos colaterais graves à C50m.

  • angina instável
  • Atividade Motora
  • Infarto Do Miocárdio
  • Reabilitação
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06/04/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000200010 Visualizações 1
Angina pré-infarto na evolução intra-hospitalar de pacientes idosos com infarto agudo do miocárdio
ABC
Artigo Original

Angina pré-infarto na evolução intra-hospitalar de pacientes idosos com infarto agudo do miocárdio

Chiu Wen Shian et al. Sandro Gonçalves de Lima Brivaldo Markman Filho

FUNDAMENTO: A angina pré-infarto (API) pode ser um marcador de pré-condicionamento isquêmico. Foi demonstrada redução da área infartada, do remodelamento ventricular, da incidência de insuficiência cardíaca, choque cardiogênico ou morte, quando a API estava presente. Esses resultados foram mais evidentes em adultos, porém, não em idosos. OBJETIVO: Avaliar a relação entre API e a evolução clínica de pacientes idosos com infarto agudo do miocárdio (IAM). MÉTODOS: Estudo tipo série de casos com grupo de comparação. Foram incluídos 36 pacientes com diagnóstico de IAM com elevação do segmento ST. Os pacientes foram distribuídos em grupo A (21 pacientes com API) e grupo B (15 pacientes sem API). RESULTADOS: A idade média da população estudada foi 70,5 anos. A maioria (73%) dos pacientes era do sexo masculino. O índice de massa corpórea médio foi 25,3 kg/m2. A amostra era constituída por 77,8% de hipertensos, 27,8% de diabéticos e 32,4% de dislipidêmicos. Dor torácica tipo A foi relatada por 71,4% dos estudados. A maioria (72,2%) dos idosos foi classificada em Killip I. Os desfechos clínicos nos grupos A e B foram: angina pós-infarto 9,5% versus 20%, p=0,630; insuficiência cardíaca 23,8% versus 13,3%, p=0,674; revascularização de urgência 4,8% versus 6,7%, p=1; arritmia cardíaca 0% versus 6,7%, p=0,417. Não foi constatado nenhum caso de reinfarto, choque cardiogênico e morte até 30 dias em ambos os grupos. CONCLUSÃO: A presença da angina pré-infarto não se associou com uma melhor evolução clínica em idosos acometidos por IAM nesta série de casos.

  • angina instável
  • Idoso
  • Infarto Do Miocárdio
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18/04/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001800004
Intervenção coronariana percutânea em artéria coronariana única em paciente com angina instável de alto risco
ABC
Relato de Caso

Intervenção coronariana percutânea em artéria coronariana única em paciente com angina instável de alto risco

Hugo Alexandre Ross Yokoyama et al. Caio Mário de Almeida Pessoa Fábio Cardoso de Carvalho Ricardo Fernando de Campos … Roberto Jorge da Silva Franco Edson Antonio Bregagnollo

No presente caso, relatamos a realização de angioplastia coronariana com implante de stent na artéria coronariana direita de paciente com quadro de angina instável de alto risco, portadora de artéria coronariana única com origem no seio coronariano direito. As artérias descendente anterior e circunflexa originavam-se isoladamente no terço proximal da artéria coronariana direita. Trata-se de rara anomalia coronariana com poucos relatos de intervenção coronariana percutânea na literatura. Este caso ilustra a necessidade da avaliação anatômica pormenorizada do trajeto das artérias coronarianas, precedendo a realização da angioplastia transluminal percutânea, objetivando-se a prevenção de complicações.

  • angina instável
  • angioplastia transluminal percutânea coronária
  • Anomalias dos Vasos Coronários
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24/05/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000300022 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Pacientes com angina instável tratados por meio de intervenções coronarianas percutâneas no novo milênio: o que os caracteriza?

Daniele da Silva Peixoto et al. Luiz Fernando Leite Tanajura Amanda G. M. R. Sousa Marinella Patrizia Centemero … Áurea Jacob Chaves Júlio de Paiva Maia Alberto Gomes Taques Fonseca Luiz Alberto Piva e Mattos Fausto Feres José Eduardo M. R. Sousa

OBJETIVO: Identificar os perfis clínico/angiográfico e relacionados ao procedimento de pacientes com angina instável atendidos em um hospital terciário e tratados por meio de intervenções coronarianas percutâneas. MÉTODOS: Estudo de uma casuística consecutiva de 1.413 pacientes, selecionados a partir de um banco de dados informatizado e revascularizados percutaneamente no triênio 2002-2004. Não houve critérios de inclusão/exclusão. RESULTADOS: Hipertensão arterial sistêmica (74%) e hipercolesterolemia (65%) foram os fatores de risco clássicos para doença coronariana mais observados. Antecedentes de infarto do miocárdio e cirurgia de revascularização miocárdica foram respectivamente observados em 28% e 24% dos casos. Os subgrupos mais comumente tratados foram o IIB (48%) e IIIB (28%). O clopidogrel foi prescrito a 51% dos pacientes, enquanto os inibidores IIb IIIa foram utilizados em 7%. Doença coronariana multiarterial na cinecoronariografia diagnóstica ocorreu em 42% dos casos. Lesões-alvo tipo B2 ou C foram tratadas em 64%, das quais 94% situavam-se em vasos naturais. Lesões reestenóticas foram dilatadas em 5% dos pacientes. Todas as intervenções foram realizadas utilizando os stents coronarianos, a maioria dos quais (67%) do tipo convencional. CONCLUSÕES: 1) os subgrupos IIB e IIIB foram os mais comumente tratados (76%); 2) o clopidogrel foi o antitrombótico mais prescrito (51%); 3) a coronariopatia multiarterial foi observada em 42% dos casos, com predomínio de lesões-alvo complexas e situadas em vasos naturais; 4) a técnica de dilatação predominante foi o implante dos stents coronarianos.

  • angina instável
  • angioplastia coronariana
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07/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000100004
Registro de síndrome coronariana aguda em um centro de emergências em cardiologia
ABC
Artigo Original

Registro de síndrome coronariana aguda em um centro de emergências em cardiologia

Elizabete Silva dos Santos et al. Luiz Minuzzo Marcos Paulo Pereira Maria Teresa Cabrera Castillo … Manoel Ângelo Gomes Palácio Rui Fernando Ramos Ari Timerman Leopoldo Soares Piegas

OBJETIVO: Descrever as características de pacientes (P) com suspeita clínica de síndrome coronariana aguda (SCA), identificando-se o tratamento médico e a mortalidade hospitalar. MÉTODOS: Avaliamos 860 pacientes com SCA de janeiro a dezembro de 2003. Analisamos características basais, modalidade de apresentação da SCA, medicamentos durante a internação, indicação de tratamento clínico ou de revascularização miocárdica (RM) e mortalidade hospitalar. RESULTADOS: Foram 503 (58,3%) pacientes do sexo masculino, com média de idade de 62,6 anos (±11,9). O diagnóstico na alta hospitalar foi de infarto agudo do miocárdio (IAM) com supradesnivelamento do segmento ST (SST) em 78 (9,1%), IAM sem SST em 238 (27,7%), angina instável (AI) em 516 (60%), manifestação atípica da SCA (síncope ou dispnéia) em dois (0,2%) e dor torácica não cardíaca em 26 (3%). Foram medicados com betabloqueador em 87,9%, AAS em 95,9%, anti-trombínico em 89,9%, nitroglicerina EV em 86,2%, inibidor do receptor de glicoproteína (IGP) IIb/IIIa em 6,4%, clopidogrel em 35,9%, inibidor da enzima conversora da angiotensina (IECA) em 77,9% e estatina em 70,9%. A cinecoronariografia foi realizada em 72 pacientes (92,3%) com IAM com SST e em 452 (59,8%) com SCA sem SST (p<0,0001). Indicação de cirurgia de RM ocorreu em 12,9% e intervenção coronariana percutânea em 26,6%. A mortalidade hospitalar foi de 4,8%, sem diferença entre a proporção de óbitos em pacientes com IAM com SST e SCA sem SST (6,4% versus 4,8%; p=0,578). CONCLUSÃO: Por meio deste registro apresentamos uma descrição de pacientes com SCA, avaliando características demográficas, tratamento médico e mortalidade hospitalar. O conhecimento da nossa realidade deve auxiliar para a maior aderência da classe médica às condutas recomendadas.

  • angina instável
  • Dor torácica
  • Infarto Agudo do Miocárdio
  • registro
  • Síndrome Coronariana Aguda
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06/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001800008 Visualizações 1
Estratificando o risco na angina instável com a ecocardiografia sob estresse com dobutamina
ABC
Artigo Original

Estratificando o risco na angina instável com a ecocardiografia sob estresse com dobutamina

Brivaldo Markman Filho et al. Maria Celita Almeida Manuel Markman Andrea Chaves … Miguel A. Moretti José A. F. Ramires Luiz A. César

OBJETIVO: Avaliar a importância da ecocardiografia sob estresse pela dobutamina (EED) na estratificação de risco de pacientes com angina instável (AI) de baixo a moderado risco, quanto à capacidade de predizer os eventos clínicos combinados (morte de causa cardiovascular, infarto agudo do miocárdio (IAM), AI recorrente, necessidade de revascularização miocárdica) no seguimento de 6 meses. MÉTODOS: Estudo prospectivo, multicêntrico. Os pacientes incluídos estavam internados, assintomáticos havia 24 horas e a medicação em uso não era suspensa para a realização do exame. O EED era realizado preferencialmente até 72 horas da chegada ao hospital. RESULTADOS: Foram avaliados 95 pacientes consecutivos. O EED foi positivo para isquemia em 40 pacientes (42,1%) e em 55 (57,9%), foi negativo. Eventos ocorreram em 28 pacientes, 26 dos quais tinham o EED positivo para isquemia miocárdica. Os outros 67 pacientes não tiveram eventos; desses, 53 tinham o EED negativo. A sensibilidade, especificidade, acurácia, valor preditivo positivo e negativo do teste frente aos desfechos foram: 92,9%, 79,1%, 83,2%, 65% e 96,4%, respectivamente. Sobrevida livre de eventos após 6 meses para os pacientes com EED negativo foi de 96%, comparada com 35% nos que tiveram o EED positivo (p<0,001). A análise univariada identificou classificação da AI, fração de ejeção do VE, índice de movimentação parietal do VE pré e pico, resultado do EED e antecedentes de IAM prévio como fatores prognósticos associados com os desfechos. Somente a variável resultado do EED permaneceu com uma associação significativa com o desfecho através da análise multivariada (p<0,01). CONCLUSÃO: O EED apresentou excelente valor preditivo negativo, permitindo alta hospitalar precoce dos pacientes, sem necessidade de exames adicionais. O resultado do exame foi o único fator prognóstico independente para os eventos.

  • angina instável
  • Ecocardiografia sob Estresse
  • Estratificação de Risco
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16/10/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001600011 Visualizações 1
Análise de marcadores de estabilização da placa aterosclerótica após evento coronariano agudo
ABC
Artigo Original

Análise de marcadores de estabilização da placa aterosclerótica após evento coronariano agudo

Osana Maria Coelho Costa Mouco et al. José Carlos Nicolau Tatiana da Rocha e Souza Lilia Nigro Maia José Antônio Franchini Ramires

OBJETIVO: Avaliar o tempo para a estabilização da placa aterosclerótica nas síndromes coronarianas agudas (SCA) utilizando-se marcadores inflamatórios. MÉTODOS: Estudo prospectivo, quarenta pacientes com SCA sem supradesnivelamento de ST versus quarenta indivíduos sem doença coronariana. Proteína C-reativa (PCR), fibrinogênio, fator VIIIc, interleucina-6 e TNF (fator de necrose tumoral)-alfa foram coletados na internação, na alta hospitalar e após três e seis meses. RESULTADOS: Comparada ao controle, a PCR foi significativamente maior na internação e na alta, mas não após três e seis meses. Os níveis de fibrinogênio não apresentaram variações, exceto aos seis meses, quando foi significativamente menor que o controle. O fator VIIIc não diferiu do controle na internação, mas foi significativamente maior na alta, e sem diferenças aos três e seis meses. A IL-6 foi significativamente maior que o controle em todos os períodos. Entretanto, houve queda significativa dos seus níveis entre a alta e três meses. O TNF-alfa não foi significativamente diferente do controle em nenhum momento. Somente a IL-6 se correlacionou significativa e independentemente com eventos cardiovasculares futuros. CONCLUSÃO: Quanto a PCR e fator VIIIc, sugere-se estabilização da placa em até três meses; a análise da IL-6 sugere estabilização a partir do terceiro mês, apesar de permanecer elevada em relação ao controle em até seis meses. Apenas a IL-6 mostrou valor prognóstico de eventos futuros em um ano.

  • angina instável
  • infarto do miocárdio sem supradesnivelamento de ST
  • Marcadores inflamatórios
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28/07/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001400005 Visualizações 1
Comparação da coronariografia de mulheres diabéticas e não-diabéticas com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento de ST
ABC
Artigo Original

Comparação da coronariografia de mulheres diabéticas e não-diabéticas com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento de ST

José Marconi Almeida de Sousa et al. João L. V. Herrman Marco Teodoro Sergio Diogo … Bernardino Bandeira Terceiro Angelo Amato Vincenzo de Paola Antonio Carlos Camargo Carvalho

OBJETIVO: Comparar o padrão hemodinâmico, angiográfico e a morfologia da lesão aterosclerótica em diabéticas e não-diabéticas com angina instável ou infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST (AI/IAMSS). MÉTODOS: Dois hemodinamicistas determinaram a presença de lesão aterosclerótica grave, definida como > 70%, a morfologia da placa, de acordo com a classificação da American Heart Association, a presença de circulação colateral e as pressões ventriculares e aórticas. A fração de ejeção foi calculada pela angiografia ou pelo ecocardiograma. RESULTADOS: Em oito anos e meio, foram realizados 645 coronariografias em mulheres com AI/IAMSS. Foram analisadas 593 pacientes (215 diabéticas – 36%). Este grupo diferiu das não-diabéticas nos seguintes aspectos: idade mais alta (61 ± 10,6 x 58,1 ± 11,4), prevalência maior de mulheres pós-menopausa e menor prevalência de tabagismo. Lesão grave em três vasos foi significativamente mais freqüente nas pacientes diabéticas (28% x 10%), assim como vasos totalmente ocluídos: 51 (23%) x 54 (14.3%), p < 0.005.Fração de ejeção < 50% foi mais comum nas diabéticas. CONCLUSÃO: Estes achados confirmam o acometimento difuso da doença aterosclerótica em pacientes diabéticas, assim como maior deterioração da função ventricular, que pode estar relacionada ao pior prognóstico dessa população em curto e em longo prazo.

  • angina instável
  • coronariografia
  • diabete melito
  • mulher
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20/02/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006000200012
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Artigo Original

Depressão e síndromes isquêmicas miocárdicas instáveis: diferenças entre homens e mulheres

Glória Heloise Perez et al. José Carlos Nicolau Bellkiss Wilma Romano Ronaldo Laranjeira

OBJETIVO: Investigar, em portadores de Síndromes Isquêmicas Miocárdicas Instáveis (SIMI) estratificados por sexo, se características sociodemográficas, diagnóstico clínico, tabagismo, consumo de álcool e ansiedade estão associados com depressão. MÉTODOS: Foram entrevistados 345 pacientes consecutivos com SIMI (206 com infarto agudo do miocárdio e 139 com angina instável). As entrevistas incluíram questões sobre características sociodemográficas, tabagismo, avaliação de depressão (Prime MD e BDI), de ansiedade traço e ansiedade estado (IDATE), e de consumo de álcool (AUDIT). RESULTADOS: O diagnóstico de depressão se correlacionou, significativamente, com sexo feminino, idade inferior a 50 anos e escores médios mais elevados de ansiedade traço e ansiedade estado. Os homens (245) com depressão eram freqüentemente mais jovens que 50 anos, fumantes, e apresentavam escore médio de ansiedade traço e ansiedade estado mais elevado que os não deprimidos. A análise multivariada aponta que, no sexo masculino, idade está negativamente associada (OR 0,9519, 95% IC 0,9261 – 0,9784) e escores mais altos de ansiedade traço estão positivamente associados (OR 1,0691 95% IC 1,0375 – 1,1017) com depressão. Na amostra feminina (100), mulheres com depressão diferenciam-se das sem depressão por apresentarem escore médio mais alto de ansiedade traço e de ansiedade estado. Na análise multivariada da amostra feminina, escore mais alto de ansiedade traço associou-se de forma independente à depressão (OR 1,1267 95% IC 1,0632-1,1940). CONCLUSÃO: Conclui-se que, em pacientes hospitalizados com SIMI, as mulheres, os homens com menos de 50 anos e os ansiosos têm mais chance de apresentarem depressão.

  • angina instável
  • Ansiedade
  • Depressão
  • Infarto Do Miocárdio
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05/12/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005001800004
ABC
Artigo Original

Avaliação das pressões sistólica, diastólica e pressão de pulso como fator de risco para doença aterosclerótica coronariana grave em mulheres com angina instável ou infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST

José Marconi Almeida de Sousa et al. João L. V. Hermann João B. Guimarães Pedro Paulo O. Menezes Antonio Carlos Camargo Carvalho

OBJETIVO: Avaliar se as pressões, medidas na raiz da aorta, são fatores de risco para doença aterosclerótica coronariana grave em mulheres com angina instável ou infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST (AI/IAMSS). MÉTODO:As pressões, assim como os fatores de risco para doença arterial coronariana (DAC) foram prospectivamente coletados de março/1993 a agosto/2001 em 593 mulheres com diagnóstico de AI/IAMSS submetidas à cinecoronariografia. Lesões coronarianas definidas como graves estenoses > 70%. RESULTADOS: Idade média de 59,2±11,2 anos, significantemente mais alta nas pacientes com DAC: 61,9 ± 10,8 anos vs 56.4 ± 10,8 anos; tabagismo, diabetes e climatério foram mais freqüentes nas pacientes com DAC. As médias das pressões sistólica e arterial média foram iguais nos dois grupos, entretanto as médias das pressões diastólicas do ventrículo esquerdo (17.6 ± 8.7 x 15.1 ± 8.1, p=0.001) e da pressão de pulso aórtica foram significantemente maiores nas pacientes com DAC (75.5 ± 22 x 70 ± 19, p=0.002), enquanto a média da pressão diastólica aórtica foi significantemente mais alta nas pacientes sem DAC (75.3 ± 17.5 x 79.8 ± 16, p=0.003). Na análise multivariada a pressão de pulso > 80 mmHg e pressão sistólica > 165 foram independentemente associadas a DAC com razão de chance de 2.12 e 2.09, p 80 mmHg e pressão sistólica > 165 mmHg determinaram risco duas vezes maior de lesão coronariana grave.

  • angina instável
  • doença aterosclerótica coronariana grave
  • Hipertensão
  • Infarto Agudo do Miocárdio
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08/06/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004000500005

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Prata MA, Ohe LN, Vilalva KH, Lemos LFM, Smanio PEP. Avaliação Crítica do Manejo da Angina Instável em Pronto-Socorro Terciário de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(3):e20230049.

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Prata, Mateus Arantes; Ohe, Louis Nakayama; Vilalva, Kelvin Henrique; Lemos, Lucas Ferreira Marcondes; Smanio, Paola Emanuela Poggio. Avaliação Crítica do Manejo da Angina Instável em Pronto-Socorro Terciário de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 3, e20230049, abr. 2024.

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Prata, M. A., Ohe, L. N., Vilalva, K. H., Lemos, L. F. M., & Smanio, P. E. P. (2024). Avaliação Crítica do Manejo da Angina Instável em Pronto-Socorro Terciário de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(3), e20230049.

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Prata, Mateus Arantes and Ohe, Louis Nakayama and Vilalva, Kelvin Henrique and Lemos, Lucas Ferreira Marcondes and Smanio, Paola Emanuela Poggio. Avaliação Crítica do Manejo da Angina Instável em Pronto-Socorro Terciário de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230049. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-critica-do-manejo-da-angina-instavel-em-pronto-socorro-terciario-de-cardiologia/>. ISSN 0066-782X

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Timóteo AT. Legumain – Outra Peça no Complexo Quebra-Cabeça da Formação e Vulnerabilidade da Placa Aterosclerótica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(11):e20230743.

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Timóteo, Ana Teresa. Legumain – Outra Peça no Complexo Quebra-Cabeça da Formação e Vulnerabilidade da Placa Aterosclerótica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 11, e20230743, dez. 2023.

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Timóteo, A. T. (2023). Legumain – Outra Peça no Complexo Quebra-Cabeça da Formação e Vulnerabilidade da Placa Aterosclerótica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(11), e20230743.

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Timóteo, Ana Teresa. Legumain – Outra Peça no Complexo Quebra-Cabeça da Formação e Vulnerabilidade da Placa Aterosclerótica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 11, [citado 2026-10-14], e20230743. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/legumain-outra-peca-no-complexo-quebra-cabeca-da-formacao-e-vulnerabilidade-da-placa-aterosclerotica/>. ISSN 0066-782X

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Favarato D, Gutierrez PS. Caso 5/2016 – Homem de 56 Anos Internado com Angina Instável, que Apresentou Recorrência da Dor Precordial e Parada Cardíaca em Atividade Elétrica Sem Pulso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(5):485-90.

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Favarato, Desiderio; Gutierrez, Paulo Sampaio. Caso 5/2016 – Homem de 56 Anos Internado com Angina Instável, que Apresentou Recorrência da Dor Precordial e Parada Cardíaca em Atividade Elétrica Sem Pulso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 5, p. 485-490, out. 2016.

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Favarato, D., & Gutierrez, P. S. (2016). Caso 5/2016 – Homem de 56 Anos Internado com Angina Instável, que Apresentou Recorrência da Dor Precordial e Parada Cardíaca em Atividade Elétrica Sem Pulso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(5), 485-490.

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Favarato, Desiderio and Gutierrez, Paulo Sampaio. Caso 5/2016 – Homem de 56 Anos Internado com Angina Instável, que Apresentou Recorrência da Dor Precordial e Parada Cardíaca em Atividade Elétrica Sem Pulso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 485-490. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caso-5-2016-homem-de-56-anos-internado-com-angina-instavel-que-apresentou-recorrencia-da-dor-precordial-e-parada-cardiaca-em-atividade-eletrica-sem-pulso/>. ISSN 0066-782X

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Leite WF, Ramires JAF, Moreira LFP, Strunz CMC, Mangione JA. Correlação entre Proteína C-Reativa em Veia Periférica e Seio Coronário na Angina Estável e Instável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;104(3):202-8.

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Leite, Weverton Ferreira; Ramires, José Antonio Franchini; Moreira, Luiz Felipe Pinho; Strunz, Célia Maria Cassaro; Mangione, José Armando. Correlação entre Proteína C-Reativa em Veia Periférica e Seio Coronário na Angina Estável e Instável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 3, p. 202-208, dez. 2014.

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Leite, W. F., Ramires, J. A. F., Moreira, L. F. P., Strunz, C. M. C., & Mangione, J. A. (2014). Correlação entre Proteína C-Reativa em Veia Periférica e Seio Coronário na Angina Estável e Instável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(3), 202-208.

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Leite, Weverton Ferreira and Ramires, José Antonio Franchini and Moreira, Luiz Felipe Pinho and Strunz, Célia Maria Cassaro and Mangione, José Armando. Correlação entre Proteína C-Reativa em Veia Periférica e Seio Coronário na Angina Estável e Instável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 104, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 202-208. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-entre-proteina-c-reativa-em-veia-periferica-e-seio-coronario-na-angina-estavel-e-instavel/>. ISSN 0066-782X

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Correia LCL, Sabino M, Brito M, Garcia G, Viana M, Esteves JP, Noya MR, et al. Análise de causalidade da relação entre sangramento e letalidade de Síndromes Coronarianas Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;98(6):488-96.

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Correia, Luis Cláudio Lemos; Sabino, Michael; Brito, Mariana; Garcia, Guilherme; Viana, Mateus; Esteves, J. Péricles; Noya, Márcia R.. Análise de causalidade da relação entre sangramento e letalidade de Síndromes Coronarianas Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 98, n. 6, p. 488-496, maio. 2012.

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Correia, L. C. L., Sabino, M., Brito, M., Garcia, G., Viana, M., Esteves, J. P., & Noya, M. R. (2012). Análise de causalidade da relação entre sangramento e letalidade de Síndromes Coronarianas Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 98(6), 488-496.

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Correia, Luis Cláudio Lemos and Sabino, Michael and Brito, Mariana and Garcia, Guilherme and Viana, Mateus and Esteves, J. Péricles and Noya, Márcia R.. Análise de causalidade da relação entre sangramento e letalidade de Síndromes Coronarianas Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 98, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 488-496. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/analise-de-causalidade-da-relacao-entre-sangramento-e-letalidade-de-sindromes-coronarianas-agudas/>. ISSN 0066-782X

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Castro LRA, Alencar MCN, Barbosa MM, Nunes MCP, Cardoso JR, Ribeiro ALP. Nível de NT-proBNP em pacientes com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(6):456-61.

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Castro, Luiz Ricardo A.; Alencar, Maria Clara N.; Barbosa, Márcia M.; Nunes, Maria do Carmo P.; Cardoso, José Ronaldo; Ribeiro, Antonio Luiz P.. Nível de NT-proBNP em pacientes com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 6, p. 456-461, out. 2011.

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Castro, L. R. A., Alencar, M. C. N., Barbosa, M. M., Nunes, M. C. P., Cardoso, J. R., & Ribeiro, A. L. P. (2011). Nível de NT-proBNP em pacientes com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(6), 456-461.

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Castro, Luiz Ricardo A. and Alencar, Maria Clara N. and Barbosa, Márcia M. and Nunes, Maria do Carmo P. and Cardoso, José Ronaldo and Ribeiro, Antonio Luiz P.. Nível de NT-proBNP em pacientes com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 456-461. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/nivel-de-nt-probnp-em-pacientes-com-sindrome-coronariana-aguda-sem-supradesnivelamento-do-segmento-st/>. ISSN 0066-782X

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Appel-da-Silva MC, Zago G, Abelin AP, Pin WO, Dutra OP, Vaz R. Síndrome de Wellens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(4):e116-9.

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Appel-da-Silva, Marcelo Campos; Zago, Gabriel; Abelin, Aníbal Pereira; Pin, Walter Otávio; Dutra, Oscar Pereira; Vaz, Renato. Síndrome de Wellens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 4, p. e116-e119, set. 2010.

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Appel-da-Silva, M. C., Zago, G., Abelin, A. P., Pin, W. O., Dutra, O. P., & Vaz, R. (2010). Síndrome de Wellens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(4), e116-e119.

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Appel-da-Silva, Marcelo Campos and Zago, Gabriel and Abelin, Aníbal Pereira and Pin, Walter Otávio and Dutra, Oscar Pereira and Vaz, Renato. Síndrome de Wellens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. e116-e119. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sindrome-de-wellens/>. ISSN 0066-782X

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Santos ES, Timerman A, Baltar VT, Castillo MTC, Pereira MP, Minuzzo L, Piegas LS, et al. Escore de risco Dante Pazzanese para síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;93(4):343-51.

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Santos, Elizabete Silva dos; Timerman, Ari; Baltar, Valéria Troncoso; Castillo, Maria Tereza Cabrera; Pereira, Marcos Paulo; Minuzzo, Luiz; Piegas, Leopoldo Soares. Escore de risco Dante Pazzanese para síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 4, p. 343-351, nov. 2009.

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Santos, E. S. , Timerman, A., Baltar, V. T., Castillo, M. T. C., Pereira, M. P., Minuzzo, L., & Piegas, L. S. (2009). Escore de risco Dante Pazzanese para síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(4), 343-351.

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Santos, Elizabete Silva dos and Timerman, Ari and Baltar, Valéria Troncoso and Castillo, Maria Tereza Cabrera and Pereira, Marcos Paulo and Minuzzo, Luiz and Piegas, Leopoldo Soares. Escore de risco Dante Pazzanese para síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 93, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 343-351. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/escore-de-risco-dante-pazzanese-para-sindrome-coronariana-aguda-sem-supradesnivelamento-do-segmento-st/>. ISSN 0066-782X

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Dias CMCC, Maiato ACCA, Baqueiro KMM, Fiqueredo AMF, Rosa FW, Pitanga JO, Souza LIC, et al. Resposta circulatória à caminhada de 50 m na unidade coronariana, na síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(2):135-42.

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Dias, Cristiane Maria Carvalho Costa; Maiato, Ana Célia Carneiro de Almeida; Baqueiro, Kátia Maria Moreno; Fiqueredo, Alessandra Maia Furtado; Rosa, Fernanda Warken; Pitanga, Janaina Oliveira; Souza, Ludmila Ivo Catão de; Guimarães, Armênio Costa. Resposta circulatória à caminhada de 50 m na unidade coronariana, na síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 2, p. 135-142, abr. 2009.

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Dias, C. M. C. C., Maiato, A. C. C. A., Baqueiro, K. M. M., Fiqueredo, A. M. F., Rosa, F. W., Pitanga, J. O., Souza, L. I. C. , & Guimarães, A. C. (2009). Resposta circulatória à caminhada de 50 m na unidade coronariana, na síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(2), 135-142.

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Dias, Cristiane Maria Carvalho Costa and Maiato, Ana Célia Carneiro de Almeida and Baqueiro, Kátia Maria Moreno and Fiqueredo, Alessandra Maia Furtado and Rosa, Fernanda Warken and Pitanga, Janaina Oliveira and Souza, Ludmila Ivo Catão de and Guimarães, Armênio Costa. Resposta circulatória à caminhada de 50 m na unidade coronariana, na síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 135-142. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/resposta-circulatoria-a-caminhada-de-50-m-na-unidade-coronariana-na-sindrome-coronariana-aguda/>. ISSN 0066-782X

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Shian CW, Lima SG, Markman Filho B. Angina pré-infarto na evolução intra-hospitalar de pacientes idosos com infarto agudo do miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;89(6):370-6.

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Shian, Chiu Wen; Lima, Sandro Gonçalves de; Markman Filho, Brivaldo. Angina pré-infarto na evolução intra-hospitalar de pacientes idosos com infarto agudo do miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 6, p. 370-376, abr. 2008.

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Shian, C. W., Lima, S. G. , & Markman Filho, B. (2008). Angina pré-infarto na evolução intra-hospitalar de pacientes idosos com infarto agudo do miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(6), 370-376.

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Shian, Chiu Wen and Lima, Sandro Gonçalves de and Markman Filho, Brivaldo. Angina pré-infarto na evolução intra-hospitalar de pacientes idosos com infarto agudo do miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 89, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 370-376. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/angina-pre-infarto-na-evolucao-intra-hospitalar-de-pacientes-idosos-com-infarto-agudo-do-miocardio/>. ISSN 0066-782X

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Yokoyama HAR, Pessoa CMA, Carvalho FC, Campos RF, Franco RJS, Bregagnollo EA. Intervenção coronariana percutânea em artéria coronariana única em paciente com angina instável de alto risco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(3):e53-5.

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Yokoyama, Hugo Alexandre Ross; Pessoa, Caio Mário de Almeida; Carvalho, Fábio Cardoso de; Campos, Ricardo Fernando de; Franco, Roberto Jorge da Silva; Bregagnollo, Edson Antonio. Intervenção coronariana percutânea em artéria coronariana única em paciente com angina instável de alto risco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 3, p. e53-e55, maio. 2007.

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Yokoyama, H. A. R., Pessoa, C. M. A., Carvalho, F. C. , Campos, R. F. , Franco, R. J. S., & Bregagnollo, E. A. (2007). Intervenção coronariana percutânea em artéria coronariana única em paciente com angina instável de alto risco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(3), e53-e55.

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Yokoyama, Hugo Alexandre Ross and Pessoa, Caio Mário de Almeida and Carvalho, Fábio Cardoso de and Campos, Ricardo Fernando de and Franco, Roberto Jorge da Silva and Bregagnollo, Edson Antonio. Intervenção coronariana percutânea em artéria coronariana única em paciente com angina instável de alto risco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. e53-e55. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/intervencao-coronariana-percutanea-em-arteria-coronariana-unica-em-paciente-com-angina-instavel-de-alto-risco/>. ISSN 0066-782X

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Peixoto DS, Tanajura LFL, Sousa AGMR, Centemero MP, Chaves J, Maia JP, Fonseca AGT, et al. Pacientes com angina instável tratados por meio de intervenções coronarianas percutâneas no novo milênio: o que os caracteriza?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(1):26-30.

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Peixoto, Daniele da Silva; Tanajura, Luiz Fernando Leite; Sousa, Amanda G. M. R.; Centemero, Marinella Patrizia; Chaves, Áurea Jacob; Maia, Júlio de Paiva; Fonseca, Alberto Gomes Taques; Mattos, Luiz Alberto Piva e; Feres, Fausto; Sousa, José Eduardo M. R.. Pacientes com angina instável tratados por meio de intervenções coronarianas percutâneas no novo milênio: o que os caracteriza?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 1, p. 26-30, mar. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Peixoto, D. S., Tanajura, L. F. L., Sousa, A. G. M. R., Centemero, M. P., Chaves, J., Maia, J. P., Fonseca, A. G. T., Mattos, L. A. P. , Feres, F., & Sousa, J. E. M. R. (2007). Pacientes com angina instável tratados por meio de intervenções coronarianas percutâneas no novo milênio: o que os caracteriza?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(1), 26-30.

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Peixoto, Daniele da Silva and Tanajura, Luiz Fernando Leite and Sousa, Amanda G. M. R. and Centemero, Marinella Patrizia and Chaves, Áurea Jacob and Maia, Júlio de Paiva and Fonseca, Alberto Gomes Taques and Mattos, Luiz Alberto Piva e and Feres, Fausto and Sousa, José Eduardo M. R.. Pacientes com angina instável tratados por meio de intervenções coronarianas percutâneas no novo milênio: o que os caracteriza?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 26-30. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/pacientes-com-angina-instavel-tratados-por-meio-de-intervencoes-coronarianas-percutaneas-no-novo-milenio-o-que-os-caracteriza/>. ISSN 0066-782X

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Santos ES, Minuzzo L, Pereira MP, Castillo MTC, Palácio MG, Ramos RF, Timerman A, et al. Registro de síndrome coronariana aguda em um centro de emergências em cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;87(5):597-602.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Santos, Elizabete Silva dos; Minuzzo, Luiz; Pereira, Marcos Paulo; Castillo, Maria Teresa Cabrera; Palácio, Manoel Ângelo Gomes; Ramos, Rui Fernando; Timerman, Ari; Piegas, Leopoldo Soares. Registro de síndrome coronariana aguda em um centro de emergências em cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 5, p. 597-602, mar. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos, E. S. , Minuzzo, L., Pereira, M. P., Castillo, M. T. C., Palácio, M. G., Ramos, R. F., Timerman, A., & Piegas, L. S. (2007). Registro de síndrome coronariana aguda em um centro de emergências em cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(5), 597-602.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Santos, Elizabete Silva dos and Minuzzo, Luiz and Pereira, Marcos Paulo and Castillo, Maria Teresa Cabrera and Palácio, Manoel Ângelo Gomes and Ramos, Rui Fernando and Timerman, Ari and Piegas, Leopoldo Soares. Registro de síndrome coronariana aguda em um centro de emergências em cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 87, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 597-602. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/registro-de-sindrome-coronariana-aguda-em-um-centro-de-emergencias-em-cardiologia/>. ISSN 0066-782X

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Markman Filho B, Almeida MC, Markman M, Chaves A, Moretti MA, Ramires JAF, César LA, et al. Estratificando o risco na angina instável com a ecocardiografia sob estresse com dobutamina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(3):294-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Markman Filho, Brivaldo; Almeida, Maria Celita; Markman, Manuel; Chaves, Andrea; Moretti, Miguel A.; Ramires, José A. F.; César, Luiz A.. Estratificando o risco na angina instável com a ecocardiografia sob estresse com dobutamina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 3, p. 294-299, out. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Markman Filho, B., Almeida, M. C., Markman, M., Chaves, A., Moretti, M. A., Ramires, J. A. F., & César, L. A. (2006). Estratificando o risco na angina instável com a ecocardiografia sob estresse com dobutamina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(3), 294-299.

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Markman Filho, Brivaldo and Almeida, Maria Celita and Markman, Manuel and Chaves, Andrea and Moretti, Miguel A. and Ramires, José A. F. and César, Luiz A.. Estratificando o risco na angina instável com a ecocardiografia sob estresse com dobutamina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 294-299. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estratificando-o-risco-na-angina-instavel-com-a-ecocardiografia-sob-estresse-com-dobutamina/>. ISSN 0066-782X

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Mouco OMCC, Nicolau JC, Souza TR, Maia LN, Ramires JAF. Análise de marcadores de estabilização da placa aterosclerótica após evento coronariano agudo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(1):28-36.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mouco, Osana Maria Coelho Costa; Nicolau, José Carlos; Souza, Tatiana da Rocha e; Maia, Lilia Nigro; Ramires, José Antônio Franchini. Análise de marcadores de estabilização da placa aterosclerótica após evento coronariano agudo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 1, p. 28-36, jul. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mouco, O. M. C. C., Nicolau, J. C., Souza, T. R. , Maia, L. N., & Ramires, J. A. F. (2006). Análise de marcadores de estabilização da placa aterosclerótica após evento coronariano agudo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(1), 28-36.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mouco, Osana Maria Coelho Costa and Nicolau, José Carlos and Souza, Tatiana da Rocha e and Maia, Lilia Nigro and Ramires, José Antônio Franchini. Análise de marcadores de estabilização da placa aterosclerótica após evento coronariano agudo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 28-36. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/analise-de-marcadores-de-estabilizacao-da-placa-aterosclerotica-apos-evento-coronariano-agudo/>. ISSN 0066-782X

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Sousa JMA, Herrman JLV, Teodoro M, Diogo S, Terceiro BB, Paola AAV, Carvalho ACC, et al. Comparação da coronariografia de mulheres diabéticas e não-diabéticas com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento de ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;86(2):150-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sousa, José Marconi Almeida de; Herrman, João L. V.; Teodoro, Marco; Diogo, Sergio; Terceiro, Bernardino Bandeira; Paola, Angelo Amato Vincenzo de; Carvalho, Antonio Carlos Camargo. Comparação da coronariografia de mulheres diabéticas e não-diabéticas com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento de ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 86, n. 2, p. 150-155, fev. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sousa, J. M. A. , Herrman, J. L. V., Teodoro, M., Diogo, S., Terceiro, B. B., Paola, A. A. V. , & Carvalho, A. C. C. (2006). Comparação da coronariografia de mulheres diabéticas e não-diabéticas com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento de ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 86(2), 150-155.

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Sousa, José Marconi Almeida de and Herrman, João L. V. and Teodoro, Marco and Diogo, Sergio and Terceiro, Bernardino Bandeira and Paola, Angelo Amato Vincenzo de and Carvalho, Antonio Carlos Camargo. Comparação da coronariografia de mulheres diabéticas e não-diabéticas com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento de ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 86, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 150-155. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comparacao-da-coronariografia-de-mulheres-diabeticas-e-nao-diabeticas-com-sindrome-coronariana-aguda-sem-supradesnivelamento-de-st/>. ISSN 0066-782X

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Perez GH, Nicolau JC, Romano BW, Laranjeira R. Depressão e síndromes isquêmicas miocárdicas instáveis: diferenças entre homens e mulheres. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;85(5):319-26.

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Perez, Glória Heloise; Nicolau, José Carlos; Romano, Bellkiss Wilma; Laranjeira, Ronaldo. Depressão e síndromes isquêmicas miocárdicas instáveis: diferenças entre homens e mulheres. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 85, n. 5, p. 319-326, dez. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Perez, G. H., Nicolau, J. C., Romano, B. W., & Laranjeira, R. (2005). Depressão e síndromes isquêmicas miocárdicas instáveis: diferenças entre homens e mulheres. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 85(5), 319-326.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Perez, Glória Heloise and Nicolau, José Carlos and Romano, Bellkiss Wilma and Laranjeira, Ronaldo. Depressão e síndromes isquêmicas miocárdicas instáveis: diferenças entre homens e mulheres. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 85, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 319-326. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/depressao-e-sindromes-isquemicas-miocardicas-instaveis-diferencas-entre-homens-e-mulheres/>. ISSN 0066-782X

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Sousa JMA, Hermann JLV, Guimarães JB, Menezes PPO, Carvalho ACC. Avaliação das pressões sistólica, diastólica e pressão de pulso como fator de risco para doença aterosclerótica coronariana grave em mulheres com angina instável ou infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;82(5):426-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sousa, José Marconi Almeida de; Hermann, João L. V.; Guimarães, João B.; Menezes, Pedro Paulo O.; Carvalho, Antonio Carlos Camargo. Avaliação das pressões sistólica, diastólica e pressão de pulso como fator de risco para doença aterosclerótica coronariana grave em mulheres com angina instável ou infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 82, n. 5, p. 426-429, jun. 2004.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sousa, J. M. A. , Hermann, J. L. V., Guimarães, J. B., Menezes, P. P. O., & Carvalho, A. C. C. (2004). Avaliação das pressões sistólica, diastólica e pressão de pulso como fator de risco para doença aterosclerótica coronariana grave em mulheres com angina instável ou infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 82(5), 426-429.

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Sousa, José Marconi Almeida de and Hermann, João L. V. and Guimarães, João B. and Menezes, Pedro Paulo O. and Carvalho, Antonio Carlos Camargo. Avaliação das pressões sistólica, diastólica e pressão de pulso como fator de risco para doença aterosclerótica coronariana grave em mulheres com angina instável ou infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 82, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 426-429. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-das-pressoes-sistolica-diastolica-e-pressao-de-pulso-como-fator-de-risco-para-doenca-aterosclerotica-coronariana-grave-em-mulheres-com-angina-instavel-ou-infarto-agudo-do-miocardio-sem-supr/>. ISSN 0066-782X

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