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ABC
Editorial

Indicadores Socioeconômicos e Mortalidade por Insuficiência Cardíaca: Parâmetros Indissociáveis?

Helder Jorge de Andrade Gomes et al. Carlos Eduardo Lucena Montenegro

As doenças cardiovasculares (DCV) continuam sendo a principal causa de morte, sendo responsável por aproximadamente um terço dos óbitos no mundo. Em junho de 2021, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reforçou sua preocupação com o impacto causado pelas DCV nos países de baixa ou média renda, onde ocorrem mais de três quartos de seus óbitos. Via final comum das cardiopatias, a insuficiência cardíaca (IC) se apresenta como pandemia global fora de controle, com prevalência em crescimento, como consequência de fatores como o envelhecimento da população, maior presença de fatores de risco cardiovasculares, como obesidade, sedentarismo ou diabetes mellitus, mesmo com avanços terapêuticos que reduzem a mortalidade.

A relação entre piores condições socioeconômicas e maior mortalidade por IC parece ter sido bem estabelecida nos últimos anos em diferentes populações,– justificada em parte pelo pior acesso a métodos diagnósticos e tratamento farmacológico. Entretanto, esta relação é mais confusa em países de baixa e média renda, onde as variáveis clínicas, demográficas e socioeconômicas explicam pouco sobre a variabilidade entre as taxas de mortalidade em um ano por IC entre regiões da África, Índia, Sudeste Asiático, Oriente Médio, América do Sul e China, conforme observado no INTER-CHF Prospective Cohort Study.

[…]

  • Classe Social
  • Desenvolvimento Humano
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • Insuficiência Cardíaca
  • Mortalidade
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22/11/2021 DOI: 10.36660/abc.20210826 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Categorias de Aptidão Física Baseadas no VO2max em População Brasileira com Suposto Alto Nível Socioeconômico e sem Cardiopatia Estrutural

João Manoel Rossi Neto et al. Antonio Sergio Tebexreni Alexandre Novakoski F. Alves Floriana Bertini Abreu … Priscilla Ayumi Nishio Mauricio Cruz Thomazi Ivana Antelmi Paola Emanuela P. Smanio

Resumo

Fundamento

Os dados mais utilizados como referência de aptidão cardiorrespiratória (ACR) são os de Cooper, que utiliza valores calculados de captação máxima de oxigênio (VO2máx).

Objetivo

Desenvolver valores de ACR a partir do teste cardiopulmonar de exercício (TCPE) em uma população brasileira com alto nível socioeconômico e livre de cardiopatia estrutural. Os resultados dos testes de VO2max foram comparados aos dados de Cooper e do FRIEND Registry.

Métodos

Foram utilizados neste estudo dados de TCPE de indivíduos consecutivos entre 1º de janeiro de 2000 e 31 de maio de 2016. Os critérios de inclusão foram: VO2máx pré-definido. Foi construído um gráfico de ACR de acordo com os percentuais do VO2máx: muito ruim (≤20%), ruim (20-40%), regular (40-60%), boa (60-80%), excelente (80-90%), e superior (≥90%). A correlação Kappa foi usada para analisar nossos dados em comparação aos dados dos outros dois bancos de dados. Os testes estatísticos com p<0,005 foram considerados significativos.

Resultados

A coorte final incluiu 18.186 testes: 12.552 homens, 5.634 mulheres (7 a 84 anos). A resposta mais recorrente foi “boa” (20,2%). Houve diferença média de peso, altura, índice de massa corporal (IMC) e idade no gráfico da ACR. Houve correlação inversa entre VO2máx e idade, peso e IMC. Usando uma regressão linear e essas variáveis, uma equação preditiva foi desenvolvida para o VO2máx. Nossas descobertas diferiram das dos outros bancos de dados.

Conclusão

Desenvolvemos uma classificação para a ACR e encontramos valores mais altos em todas as faixas de classificação de capacidade funcional, em contraste com os dados de Cooper e do FRIEND Registry. Nossos achados oferecem uma interpretação mais precisa da ACR nessa grande amostra populacional brasileira, quando comparados aos padrões anteriores, com base no VO2máx estimado. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(3):468-477)

  • Atividade Física
  • Classe Social
  • Estilo de Vida Saudável
  • Exercício
  • Resistência Física
  • Teste de Cooper
  • Treino Aeróbico
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20190189 Visualizações 1
ABC
Editorial

Consumo de Oxigênio e Aptidão Cardiorrespiratória | Diferença entre Idade Cronológica e Biológica

Artur Haddad Herdy et al. Amberson Vieira Assis

O oxigênio é, sem dúvida, um dos principais elementos para a vida de um organismo aeróbico. Os animais com estruturas mais complexas – dentre eles, os seres humanos – desenvolveram no processo evolutivo o metabolismo oxidativo como principal fonte de produção de energia. Sendo assim, a nossa capacidade de aproveitamento e utilização do oxigênio representa a principal usina de energia e está intimamente associada à nossa vitalidade. A sua aferição deveria ser considerada mais um sinal vital. Na avaliação de atletas ou de pessoas com patologias graves, o consumo de oxigênio (VO2) é um importante marcador de desempenho ou sobrevida. O VO2 também define terapias fundamentais em pacientes graves com ICC. Em uma série de 715 pacientes encaminhados para transplante cardíaco, a sobrevida livre de eventos como morte e transplante em 1 ano foi de 87% diante de VO2 >14, 77% entre 10,1 e 14 e 65% quando ≤10 mL/kg.min., Por outro lado, valores acima de 20 mL/kg.min são considerados de melhor prognóstico e podem seguir em terapia farmacológica. Recentemente, na pandemia do coronavírus-19 (Sars-CoV-2), o valor dos níveis arteriais de oxigênio se mostrou importantíssima ferramenta na avaliação da gravidade desses pacientes. Nos quadros iniciais de lesão pulmonar, os pacientes apresentavam-se relativamente bem, apesar da dessaturação de oxigênio pouco responsiva à oxigenioterapia, em um claro descolamento entre a gravidade da hipoxemia e os sintomas, o que tem sido descrito como “Happy hypoxemia”. O monitoramento precoce da saturação de oxigênio desde a fase domiciliar permitiu a antecipação do aparecimento da dispneia, que já representa um indicativo da fase adiantada do comprometimento pulmonar e da iminente necessidade de suplementação de oxigênio e/ou ventilação invasiva.

A avaliação da capacidade cardiorrespiratória (ACR) ou funcional ao exercício é uma ferramenta poderosíssima na definição do estado de saúde de uma maneira geral na população, seja em indivíduos saudáveis ou com doença cardiovascular, superando outras variáveis no valor prognóstico, como a presença de isquemia miocárdica ao eletrocardiograma no esforço. Essa análise leva em conta o funcionamento integrado dos sistemas cardiovascular, respiratório, metabólico e biomecânico.

[…]

  • Atividade Motora
  • Atletas
  • Classe Social
  • Estilo de Vida Saudável
  • Exercício
  • Isquemia Miocárdica/prevenção e controle
  • Resistência Física
  • Sedentarismo
  • Treino Aeróbico
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18/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20200648
ABC
Editorial

Padrões Alimentares e Hábitos Saudáveis ao Longo da Vida

Lucia Campos Pellanda

A infância representa uma janela crítica ao longo da vida para o estabelecimento de padrões alimentares e outros hábitos saudáveis. Nas últimas décadas, esses hábitos vêm mudando significativamente, e a obesidade infantil tornou-se um problema crescente de saúde pública, com muitas consequências clínicas.–

Para abordar essas questões, é de suma importância entender os padrões alimentares e sua relação com as medidas corporais, como Rocha et al. propõem no artigo “Associação dos Padrões Alimentares com Excesso de Peso e Adiposidade Corporal em Crianças Brasileiras: Estudo Pase-Brasil”. Os autores identificaram cinco padrões diferentes, incluindo o “tradicional brasileiro”, “não saudável”, “fast-food / lanches”, “processados” e “saudáveis”.

[…]

  • Aculturação
  • Classe Social
  • Comportamento de Redução de Risco
  • Dieta Ocidental
  • Dieta Saudável
  • Exercício
  • Múltiplas Afecções Crônicas
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08/08/2019 DOI: 10.5935/abc.20190127
Figura 1
ABC
Original Article

Depressão Maior e Fatores Relacionados na Síndrome Coronariana Aguda

Jose Henrique Cunha Figueiredo et al. Nelson Albuquerque de Souza e Silva Basilio de Bragança Pereira Glaucia Maria Moraes de Oliveira

Resumo

Fundamento:

O transtorno depressivo maior (TDM) é um dos distúrbios mentais mais comuns em psiquiatria, sendo um fator de risco para síndrome coronariana aguda (SCA).

Objetivo:

Avaliar a prevalência de TDM em pacientes com SCA, assim como analisar os fatores associados através da interdependência de variáveis sociodemográficas, clínicas e de estilo de vida.

Métodos:

Estudo observacional, descritivo e transversal conduzido em pacientes hospitalizados consecutivamente nas unidades coronarianas de três hospitais públicos na cidade do Rio de Janeiro num período de 24 meses. Todos os participantes responderam a um questionário padrão sobre dados sociodemográficos, clínicos e de estilo de vida, assim como participaram de uma entrevista clínica estruturada do DSM-IV sobre episódio depressivo maior atual. Aplicou-se um modelo log-linear de análise multivariada para avaliar associação e interdependência, com nível de significância de 5%.

Resultados:

Análise de 356 pacientes (229 homens) com idade média e mediana de 60 anos (DP ± 11,42; 27-89). Encontrou-se uma prevalência pontual de TDM de 23%, e significativa associação de TDM com as variáveis sexo, estado civil, sedentarismo, classificação Killip e história de TDM. Ao controlar por sexo, observou-se associação estatisticamente significativa entre TDM e sexo, idade ≤ 60 anos, sedentarismo e história de TDM. O modelo log-linear identificou as variáveis história de TDM, sexo, sedentarismo e idade ≤ 60 anos como tendo a maior associação com TDM.

Conclusão:

Os resultados indicam a necessidade de abordagens distintas para diagnosticar e tratar TDM em mulheres jovens com SCA, história de TDM, sedentarismo e que não estejam em relações estáveis.

  • Classe Social
  • Estilo de Vida
  • Síndrome Coronariana Aguda
  • Transtorno Depressivo Maior
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01/03/2017 DOI: 10.5935/abc.20170028
Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo
ABC
Artigo Original

Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo

Luis C. L. Correia et al. Rafaela Penalva Helena Correia Ana M. Ladeia … Marta Menezes Isaac Suzart Agnaluce Moreira José Carlos Lima Bernardo Galvão Armênio C. Guimarães

FUNDAMENTO: Inflamação sistêmica exacerbada tem sido descrita em indivíduos de baixo nível sócio-econômico, porém estudos sobre determinantes dos valores de proteína C-reativa foram realizados apenas em países desenvolvidos. OBJETIVO: Identificar preditores de PCR em indivíduos de baixo nível SE em um país em desenvolvimento e avaliar se a PCR está relacionada ao nível SE nesse cenário. MÉTODOS: Oitenta e oito indivíduos de nível SE muito baixo foram recrutados de uma comunidade pobre, semi-rural no Brasil; 32 indivíduos de nível SE alto foram utilizados como amostra de comparação. A PCR de alta sensibilidade foi medida por nefelometria. RESULTADOS: Entre os indivíduos de baixo nível SE, os preditores independentes de PCR foram índice de massa corporal > 25 kg/m² (P<0,001), hábito de fumar (P=0,005) e condições infecciosas agudas (P=0,049). O grupo com baixo nível SE (mediana=2,02 mg/l; variação interquartil: 0,92 – 4,95 mg/dl) apresentou níveis mais altos de PCR quando comparado com o grupo de alto nível SE (1,16 mg/l, variação interquartil: 0,55 – 2,50 mg/dl, P=0,03). O índice de massa corporal foi mais alto (27 ± 4,9 kg/m² vs 25,5 ± 3,2 kg/m²; P=0,07) e a prevalência de infecção aguda foi maior (32% vs 3%, P=0,002) no grupo com baixo nível SE. Após exclusão de indivíduos com sobrepeso ou condições infecciosas, os valores de PCR foram similares entre os grupos com baixo e alto nível SE (0,93 mg/l vs 1,08 mg/l, P=0,28). CONCLUSÃO: Adiposidade, condições infecciosas e fumo são preditores de PCR em indivíduos com nível SE muito baixo. Os primeiros dois fatores são os determinantes da exacerbação da inflamação em indivíduos de muito baixo nível SE.

  • Classe Social
  • Doenças Cardiovasculares
  • Inflamação
  • proteína C
  • Risco
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05/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000200012
ABC
Artigo Original

Prevalência e variáveis associadas à inatividade física em indivíduos de alto e baixo nível socioeconômico

Helena França Correia dos Reis et al. Ana Marice Teixeira Ladeia Everton Carvalho Passos Flávio Guilherme de Oliveira Santos … Larissa Tapioca de Wasconcellos Luís Cláudio Lemos Correia Marta Silva Menezes Renata Dáttoli Gouvêa Santos Victor Guerrero do Bomfim Mário de Seixas Rocha

FUNDAMENTO: Estudos que consideram apenas a atividade física de lazer encontraram que a inatividade física é maior entre os indivíduos com menor renda. Existe a possibilidade de que, ao se considerar as atividades de transporte, trabalho e domésticas ocorra modificações nessa associação. OBJETIVO:Determinar se há diferença entre as prevalências de inatividade física entre indivíduos de alto e baixo nível socioeconômico. MÉTODOS: A amostra foi constituída por indivíduos de ambos os sexos, com 18 anos ou mais, de dois grupos de diferentes níveis socioeconômicos. O Grupo de baixo nível socioeconômico (BNSE) foi composto por pais de alunos de uma escola pública. Os indivíduos de alto nível socioeconômico (ANSE) foram pais de uma escola de nível superior privada. Para determinação do nível de atividade física foi utilizado o Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ). RESULTADOS: Noventa e um indivíduos foram avaliados no grupo de BNSE e 59 no ANSE. No grupo de baixo NSE, 42,9% (39) dos indivíduos foram classificados como insuficientemente ativos, comparados a 57,6% (34) nos indivíduos de alto NSE. Tomando-se como parâmetro de inatividade física um tempo de atividade física semanal menor que 150 minutos houve redução da classificação de inatividade em ambos os grupos, porém com manutenção de maior inatividade nos indivíduos de alto NSE (49,2% vs 28,6%; p= 0,01). CONCLUSÃO:Os indivíduos de alto nível socioeconômico são mais sedentários que os indivíduos de baixo nível socioeconômico.

  • Atividade Motora
  • Classe Social
  • Exercício
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17/04/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000300007 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Gomes HJA, Montenegro CEL. Indicadores Socioeconômicos e Mortalidade por Insuficiência Cardíaca: Parâmetros Indissociáveis?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(5):952-3.

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Gomes, Helder Jorge de Andrade; Montenegro, Carlos Eduardo Lucena. Indicadores Socioeconômicos e Mortalidade por Insuficiência Cardíaca: Parâmetros Indissociáveis?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 5, p. 952-953, nov. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gomes, H. J. A., & Montenegro, C. E. L. (2021). Indicadores Socioeconômicos e Mortalidade por Insuficiência Cardíaca: Parâmetros Indissociáveis?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(5), 952-953.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gomes, Helder Jorge de Andrade and Montenegro, Carlos Eduardo Lucena. Indicadores Socioeconômicos e Mortalidade por Insuficiência Cardíaca: Parâmetros Indissociáveis?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 952-953. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/indicadores-socioeconomicos-e-mortalidade-por-insuficiencia-cardiaca-parametros-indissociaveis/>. ISSN 0066-782X

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Rossi Neto JM, Tebexreni AS, Alves ANF, Abreu FB, Nishio PA, Thomazi MC, Antelmi I, et al. Categorias de Aptidão Física Baseadas no VO2max em População Brasileira com Suposto Alto Nível Socioeconômico e sem Cardiopatia Estrutural. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):468-77.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rossi Neto, João Manoel; Tebexreni, Antonio Sergio; Alves, Alexandre Novakoski F.; Abreu, Floriana Bertini; Nishio, Priscilla Ayumi; Thomazi, Mauricio Cruz; Antelmi, Ivana; Smanio, Paola Emanuela P.. Categorias de Aptidão Física Baseadas no VO2max em População Brasileira com Suposto Alto Nível Socioeconômico e sem Cardiopatia Estrutural. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 468-477, set. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rossi Neto, J. M., Tebexreni, A. S., Alves, A. N. F., Abreu, F. B., Nishio, P. A., Thomazi, M. C., Antelmi, I., & Smanio, P. E. P. (2020). Categorias de Aptidão Física Baseadas no VO2max em População Brasileira com Suposto Alto Nível Socioeconômico e sem Cardiopatia Estrutural. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 468-477.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rossi Neto, João Manoel and Tebexreni, Antonio Sergio and Alves, Alexandre Novakoski F. and Abreu, Floriana Bertini and Nishio, Priscilla Ayumi and Thomazi, Mauricio Cruz and Antelmi, Ivana and Smanio, Paola Emanuela P.. Categorias de Aptidão Física Baseadas no VO2max em População Brasileira com Suposto Alto Nível Socioeconômico e sem Cardiopatia Estrutural. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 468-477. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/categorias-de-aptidao-fisica-baseadas-no-vo2max-em-populacao-brasileira-com-suposto-alto-nivel-socioeconomico-e-sem-cardiopatia-estrutural/>. ISSN 0066-782X

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Herdy AH, Assis AV. Consumo de Oxigênio e Aptidão Cardiorrespiratória | Diferença entre Idade Cronológica e Biológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):478-9.

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Herdy, Artur Haddad; Assis, Amberson Vieira. Consumo de Oxigênio e Aptidão Cardiorrespiratória | Diferença entre Idade Cronológica e Biológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 478-479, set. 2020.

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Herdy, A. H., & Assis, A. V. (2020). Consumo de Oxigênio e Aptidão Cardiorrespiratória | Diferença entre Idade Cronológica e Biológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 478-479.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Herdy, Artur Haddad and Assis, Amberson Vieira. Consumo de Oxigênio e Aptidão Cardiorrespiratória | Diferença entre Idade Cronológica e Biológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 478-479. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/consumo-de-oxigenio-e-aptidao-cardiorrespiratoria-diferenca-entre-idade-cronologica-e-biologica/>. ISSN 0066-782X

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Pellanda LC. Padrões Alimentares e Hábitos Saudáveis ao Longo da Vida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(1):60-1.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pellanda, Lucia Campos. Padrões Alimentares e Hábitos Saudáveis ao Longo da Vida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 1, p. 60-61, ago. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pellanda, L. C. (2019). Padrões Alimentares e Hábitos Saudáveis ao Longo da Vida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(1), 60-61.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pellanda, Lucia Campos. Padrões Alimentares e Hábitos Saudáveis ao Longo da Vida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 60-61. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/padroes-alimentares-e-habitos-saudaveis-ao-longo-da-vida/>. ISSN 0066-782X

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Figueiredo JHC, Silva NAS, Pereira BB, Oliveira GMM. Depressão Maior e Fatores Relacionados na Síndrome Coronariana Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(3):217-2.

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Figueiredo, Jose Henrique Cunha; Silva, Nelson Albuquerque de Souza e; Pereira, Basilio de Bragança; Oliveira, Glaucia Maria Moraes de. Depressão Maior e Fatores Relacionados na Síndrome Coronariana Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 3, p. 217-227, fev. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Figueiredo, J. H. C., Silva, N. A. S. , Pereira, B. B., & Oliveira, G. M. M. (2017). Depressão Maior e Fatores Relacionados na Síndrome Coronariana Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(3), 217-227.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Figueiredo, Jose Henrique Cunha and Silva, Nelson Albuquerque de Souza e and Pereira, Basilio de Bragança and Oliveira, Glaucia Maria Moraes de. Depressão Maior e Fatores Relacionados na Síndrome Coronariana Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 217-227. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/depressao-maior-e-fatores-relacionados-na-sindrome-coronariana-aguda/>. ISSN 0066-782X

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Correia LCL, Penalva R, Correia H, Ladeia AM, Menezes M, Suzart I, Moreira A, et al. Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(2):216-23.

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Correia, Luis C. L.; Penalva, Rafaela; Correia, Helena; Ladeia, Ana M.; Menezes, Marta; Suzart, Isaac; Moreira, Agnaluce; Lima, José Carlos; Galvão, Bernardo; Guimarães, Armênio C.. Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 2, p. 216-223, maio. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Correia, L. C. L., Penalva, R., Correia, H., Ladeia, A. M., Menezes, M., Suzart, I., Moreira, A., Lima, J. C., Galvão, B., & Guimarães, A. C. (2010). Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(2), 216-223.

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Correia, Luis C. L. and Penalva, Rafaela and Correia, Helena and Ladeia, Ana M. and Menezes, Marta and Suzart, Isaac and Moreira, Agnaluce and Lima, José Carlos and Galvão, Bernardo and Guimarães, Armênio C.. Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 216-223. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/determinantes-do-valor-da-proteina-c-reativa-em-individuos-de-nivel-socio-economico-muito-baixo/>. ISSN 0066-782X

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Reis HFC, Ladeia AMT, Passos EC, Santos FGO, Wasconcellos LT, Correia LCL, Menezes MS, et al. Prevalência e variáveis associadas à inatividade física em indivíduos de alto e baixo nível socioeconômico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(3):203-8.

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Reis, Helena França Correia dos; Ladeia, Ana Marice Teixeira; Passos, Everton Carvalho; Santos, Flávio Guilherme de Oliveira; Wasconcellos, Larissa Tapioca de; Correia, Luís Cláudio Lemos; Menezes, Marta Silva; Santos, Renata Dáttoli Gouvêa; Bomfim, Victor Guerrero do; Rocha, Mário de Seixas. Prevalência e variáveis associadas à inatividade física em indivíduos de alto e baixo nível socioeconômico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 3, p. 203-208, abr. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Reis, H. F. C. , Ladeia, A. M. T., Passos, E. C., Santos, F. G. O., Wasconcellos, L. T. , Correia, L. C. L., Menezes, M. S., Santos, R. D. G., Bomfim, V. G. , & Rocha, M. S. (2009). Prevalência e variáveis associadas à inatividade física em indivíduos de alto e baixo nível socioeconômico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(3), 203-208.

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Reis, Helena França Correia dos and Ladeia, Ana Marice Teixeira and Passos, Everton Carvalho and Santos, Flávio Guilherme de Oliveira and Wasconcellos, Larissa Tapioca de and Correia, Luís Cláudio Lemos and Menezes, Marta Silva and Santos, Renata Dáttoli Gouvêa and Bomfim, Victor Guerrero do and Rocha, Mário de Seixas. Prevalência e variáveis associadas à inatividade física em indivíduos de alto e baixo nível socioeconômico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 203-208. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-e-variaveis-associadas-a-inatividade-fisica-em-individuos-de-alto-e-baixo-nivel-socioeconomico/>. ISSN 0066-782X

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