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  2. Palavra-chave: Arritmias
Figura 1
ABC
Editorial

O Fascínio da Síndrome de Wolff-Parkinson-White

Pedro Brugada

Quase um século após sua descrição inicial, o número anual de publicações sobre a síndrome de Wolff-Parkinson-White (WPW) continua a aumentar (). Um fenômeno fascinante, considerando que já há alguns anos dispomos de técnicas para ablação e cura da doença. Poderia-se esperar uma atitude do tipo “problema resolvido” graças à ablação, e que o interesse pela doença diminuiria consideravelmente. A ilustra o progresso alcançado desde 1930. Cada nova publicação ainda traz informações importantes, como é o caso hoje do estudo de Mario et al.²

Em uma grande coorte de pacientes com via acessória atrioventricular, os autores descobriram que idade avançada e localização lateral esquerda da via acessória estavam associadas a uma ocorrência significativa de fibrilação atrial espontânea, atingindo 18,6% no grupo etário acima de 60 anos, ou seja, quase um em cada cinco pacientes. Infelizmente, não havia dados disponíveis sobre a presença de vias acessórias manifestas versus ocultas.

[…]

  • Arritmias
  • Fibrilação Atrial
  • Síndrome de Wolff-Parkinson-White
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03/08/2026 DOI: 10.36660/abc.20260471 Visualizações 1
ABC
Editorial

O Eletrocardiograma na População Pediátrica no Século XXI. Como Continuar Evoluindo após 135 Anos de História da Descoberta do Método

Rogerio Braga Andalaft

O conhecimento do eletrocardiograma permanece em constante evolução na prática médica. As novas interfaces de correlação do eletrocardiograma com as imagens cardíacas e alterações funcionais do coração propiciam o aumento da aplicabilidade do método. Entretanto, em crianças e adolescentes, a constante mudança gerada pelo desenvolvimento corporal e funcional destes jovens, muitas vezes geram dúvidas na interpretação dos traçados eletrocardiográficos mesmo nos profissionais mais experientes. Recentemente, dados importantes sobre a interpretação do eletrocardiograma (ECG) foram amplamente revisados nas IV Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Análise e Emissão de Laudos Eletrocardiográficos publicada em 2022.

Mas qual é o papel do eletrocardiograma, em especial aplicado à pediatria, no século XXI? O que é normal para a criança? Qual é a prevalência das alterações do eletrocardiograma em assintomáticos?

[…]

  • Arritmias
  • Crianças
  • Eletrocardiograma
  • Pediatria
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25/11/2022 DOI: 10.36660/abc.20220715 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Prevalência e Características Relacionadas de Pacientes com Eletrocardiograma com Padrão de Brugada em Santa Catarina, Brasil

Mariana Sarmento Militz et al. Andrei de Souza Inacio Harley Miguel Wagner Aldo von Wangenheim … Alexander Romeno Janner Dal Forno Daniel Medeiros Moreira

Resumo

Fundamento:

A síndrome de Brugada é um distúrbio arritmogênico hereditário caracterizado pela presença de características eletrocardiográficas específicas com ou sem sintomas. Os pacientes apresentam risco aumentado de morte súbita por fibrilação ventricular. A prevalência desse padrão eletrocardiográfico difere de acordo com a região estudada. Porém, informações epidemiológicas, incluindo a população brasileira, são escassas.

Objetivo:

Avaliar a prevalência do padrão eletrocardiográfico da síndrome de Brugada e o perfil epidemiológico associado a ela.

Métodos:

Estudo transversal que incluiu 846.533 registros ECG de 716.973 pacientes do banco de dados de eletrocardiograma (ECG) da Rede de Telemedicina de Santa Catarina por um período de quatro anos. Todos os exames foram ECG de 12 derivações convencionais (sem V1 e V2 em posições altas). Os exames identificados com o diagnóstico de “Síndrome de Brugada” (tipos 1 e 2) foram revisados por um eletrofisiologista. Foram considerados significativos valores de p<0,05.

Resultados:

Apresentavam padrão potencialmente consistente com ECG do tipo Brugada 83 pacientes. Destes, 33 foram confirmados com padrão de Brugada tipo 1, e 22 com tipo 2, após reavaliação. A prevalência de ECG do tipo 1 de Brugada foi de 4,6 por 100.000 pacientes. O ECG do tipo Brugada 1 foi associado ao sexo masculino (81,8% vs. 41,5%, p<0,001) e menor prevalência de obesidade (9,1% vs. 26,4%, p=0,028).

Conclusões:

Este estudo mostrou baixa prevalência de ECG do tipo Brugada no sul do Brasil. A presença de ECG com padrão Brugada tipo 1 esteve associada ao sexo masculino e menor prevalência de obesidade que a população geral.

  • Arritmias
  • Eletrocardiografia / métodos
  • Epidemiologia
  • Hereditariedade
  • Obesidade
  • Prevalência
  • Síndrome de Brugada
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06/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20190542 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Ponto de Vista

Controle do Intervalo QT para Prevenção de Torsades de Pointes Durante uso de Hidroxicloroquina e/ou Azitromicina em Pacientes com COVID 19

Tan Chen Wu et al. Luciana Sacilotto Francisco Carlos da Costa Darrieux Cristiano Faria Pisani … Sissy Lara de Melo Denise Tessariol Hachul Mauricio Scanavacca

Introdução

Em dezembro de 2019, foram relatados os primeiros casos da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19), originários de Wuhan, China. Desde a declaração de pandemia em março de 2020 por Organização Mundial da Saúde (OMS), com disseminação intercontinental, vivenciamos intensa busca por um tratamento seguro e eficaz.

Estudos in vitro demonstraram algum efeito da cloroquina contra o novo coronavírus, intermediada pela glicosilação dos receptores celulares de SARS-CoV e pelo aumento do pH endossômico, bloqueando a invasão celular pelo vírus. Além dessa atividade antiviral, a cloroquina, tradicionalmente um imunomodulador, emergiu como promissora no tratamento da pneumonia que se instala em torno de uma semana após o início dos sintomas.

[…]

  • Arritmias
  • Azitromicina/uso terapêutico
  • Coronavirus/complicações
  • COVID-19
  • Hidroxicloroquina/uso terapêutico
  • Pandemia
  • Taquicardia Ventricular
  • Torsades Pointes
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03/07/2020 DOI: 10.36660/abc.20200389
Figura 1
ABC
Artigo Original

Evidências de Validade da Versão Brasileira da Florida Shock Anxiety Scale para Portadores de Cardioversor-Desfibrilador Implantável

Katia Regina Silva et al. Roberto Costa Giovanna Regina Garcia de Oliveira Melo Flávio Rebustini … Marcos Sidney Benedetto Marcia Mitie Nagumo Samuel F. Sears

Resumo

Fundamento

A despeito da comprovada efetividade do cardioversor-desfibrilador implantável (CDI), as terapias de choque deflagradas pelo dispositivo podem causar níveis elevados de ansiedade e depressão, provocando efeitos deletérios na qualidade de vida.

Objetivo

Realizar a tradução, adaptação transcultural e validação do instrumento Florida Shock Anxiety Scale (FSAS) para a língua portuguesa falada no Brasil.

Métodos

Nesse estudo psicométrico, a validade de construto foi realizada pela análise fatorial exploratória (AFE) e confirmatória (AFC) e pela Teoria de Resposta ao Item. Os índices de ajustamento da AFC foram: Robust Mean-Scaled Chi Square/df NNFI, CFI (Comparative Fit Index), GFI (Goodness Fit Index), AGFI (Adjusted Goodness Fit Index), RMSEA (Root Mean Square Error of Approximation) e RMSR (Root Mean Square of Residuals). A confiabilidade foi verificada pelo Alfa de Cronbach, Ômega de McDonald e Greatest Lower Bound. As análises foram realizadas no SPSS 23.0 e Factor 10.8.01, com nível de significância de 5%.

Resultados

A versão final em português do FSAS foi administrada em 151 portadores de CDI, com idade média de 55,7 ± 14,1 anos e predomínio do sexo masculino. A análise paralela indicou que o FSAS é unidimensional, com variância explicada de 64,4%. As correlações variaram de 0,31 a 0,77; as cargas fatoriais de 0,67 a 0,86 e as comunalidades de 0,46 a 0,74. Os índices de ajustamento da AFC estabeleceram-se acima dos limites de qualidade. Encontramos evidências satisfatórias de confiabilidade da escala FSAS.

Conclusão

O instrumento FSAS-Br apresentou evidências consistentes de validade e confiabilidade, podendo, portanto, ser utilizado em portadores de CDI do Brasil. (Arq Bras Cardiol. 2020; 114(5):764-772)

  • Ansiedade
  • Arritmias
  • Confiabilidade
  • Desfibrilador implantável
  • Psicometria
  • Qualidade de Vida
  • Terapias de choque
  • Validade
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01/06/2020 DOI: 10.36660/abc.20190255 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Comunicação Breve

Ações Transmurais Inotrópicas e Antiarrítmicas da Ranolazina em um Modelo Celular da Síndrome do QT Longo Tipo 3

Victor Martins Miranda et al. Samuel Santos Beserra Danilo Roman-Campos

Resumo

A Ranolazina (RANO), conhecida na clínica como Ranexa, é um fármaco que previne a arritmia cardíaca através da inibição da corrente de sódio tardia (INaT). Um gradiente de voltagem transmural do canal Nav1.5 encontra-se na parede ventricular esquerda do coração. Assim, investigamos os efeitos da RANO em cardiomiócitos saudáveis e em modelo celular da Síndrome do QT longo tipo 3 (SQTL tipo 3). Usamos células isoladas do endocárdio (ENDO) e do epicárdio (EPI) e um software de medição com detecção de bordas por vídeo e microscopia de fluorescência para monitorar os transientes de cálcio. A RANO (0,1, 1, 10 e 30 uM, a 25OC) em uma série de frequências de estimulação teve impacto pouco significativo sobre ambos os tipos de células, mas a RANO (30uM) a 35OC minimizou o encurtamento dos sarcômeros em ~21% para células do endocárdio. Em seguida, para simular a SQTL tipo 3, as células do ENDO e EPI foram expostas à toxina ATX-II da anêmona do mar, que aumenta a INaT. As arritmias celulares induzidas por ATX-II foram suprimidas com o uso da RANO (30 µM) a 35OC. Com base nesses resultados, podemos concluir que a RANO tem um impacto pouco significativo sobre o encurtamento dos sarcômeros de células saudáveis do ENDO e EPI. Além disso, ela suprime as arritmias induzidas por INaT para níveis semelhantes nas células do ENDO e EPI.

  • Arritmias
  • ATX-II
  • Contração
  • Corrente Tardia de Sódio
  • Ranolazina
  • Síndrome do QT Longo do Tipo 3
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29/05/2020 DOI: 10.36660/abc.20190220
ABC
Editorial

Pesquisa Usando Microalternância de Onda T na Doença de Chagas

Carlos Alberto Pastore

A T-wave alternans (TWA) visível não é na verdade um achado recente e tem sido relatada desde 1909. Entretanto, é a TWA em microvolts, não visível e muito menos rara, que ganhou um lugar ao sol devido à sua associação com distúrbio elétrico e risco elevado de morte súbita cardíaca (MSC) ou eventos arrítmicos,– como tem sido avaliado em diversas pesquisas clínicas e estudos em populações: TWA na ICC, ALPHA, REFINE, FINCAVAS, Ikeda et al., (em um estudo colaborativo) e Bloomfield et al., (em uma pesquisa do tipo MADIT-II). Todos esses estudos têm em comum o fato de que trazem evidências sobre o alto valor preditivo negativo da TWA em relação a MSC ou a eventos arrítmicos, com valor preditivo positivo baixo a regular.

A microalternância de onda T consiste na análise, através de software especializado, de variações batimento a batimento que ocorrem na repolarização ventricular (segmento ST e onda T), muito pouco perceptíveis a olho nu.– A TWA permite acessar, de maneira indireta, o aspecto de aumento da dispersão dos potenciais de ação das células do coração, fator esse primordial em uma sequência de eventos que levarão a mecanismos de re-entrada e fibrilação ventricular que culminarão na MSC. Uma propriedade fundamental de sua análise é o alto poder preditivo negativo para o risco de MSC que um teste de TWA normal apresenta.

[…]

  • Arritmias
  • Batimentos Cardíacos Ectópicos
  • Doença de Chagas
  • Eletrocardiografia
  • Estratificação de Risco
  • Morte Súbita Cardíaca
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01/05/2018 DOI: 10.5935/abc.20180081
Distrofia miotônica e cardiopatia: comportamento dos eventos arrítmicos e dos distúrbios da condução
ABC
Artigo Original

Distrofia miotônica e cardiopatia: comportamento dos eventos arrítmicos e dos distúrbios da condução

Silvana Angelina D'Orio Nishioka et al. Martino Martinelli Filho Suely Marie Mayana Zatz Roberto Costa

OBJETIVO: Estudar a prevalência e a evolução natural dos eventos arrítmicos e distúrbios da condução, correlacionar o defeito genético com achados cardiovasculares, avaliar a mortalidade cardíaca, freqüência e fatores preditivos de morte súbita, correlacionar a gravidade do envolvimento neuromuscular e cardíaco e definir o papel do estudo eletrofisiológico (EEF), na distrofia miotônica. MÉTODOS: Realizados periodicamente avaliação clínica e exames complementares, exame genético, eletrocardiograma, ecocardiograma e Holter (exceto exame genético) em 83 pacientes consecutivos com tempo médio de seguimento de 42±30,63 meses, sendo o estudo eletrofisiológico realizado em 59 casos. RESULTADOS: Taquiarritmia atrial foi observada em 10 (12%) pacientes, taquicardia ventricular não sustentada (TVNS) em 14 (17%), bloqueio átrio-ventricular (BAV) 1º grau em 24 (29%), bloqueio de ramo esquerdo (BRE) em 19 (23%), bloqueio de ramo direito (BRD) em 13 (16%). Sintomas, aumento do intervalo PR, alargamento do QRS, fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) 70ms em 34% e >100ms em 11% (pós-procainamida). CONCLUSÃO: A prevalência dos eventos arrítmicos e distúrbios da condução foi de 50% a 80% após 6 anos, não se correlacionando ao defeito genético, sendo o flutter atrial, a arritmia sustentada mais freqüente. O envolvimento cardíaco aumentou com a piora da doença neuromuscular, mas essa progressão foi mais rápida que a neuromuscular. A mortalidade total foi baixa (11%) e morte súbita ocorreu em metade dos casos. EEF identificou grupo de risco para implante de marcapasso.

  • Arritmias
  • distrofia miotônica
  • Mortalidade
  • sistema de condução cardíaco
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03/05/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005000400011 Visualizações 1
Fatores de risco e morbimortalidade associados à fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca
ABC
Artigo Original

Fatores de risco e morbimortalidade associados à fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca

Rogério Gomes da Silva et al. Gustavo Glotz de Lima Andréia Laranjeira Altamiro Reis da Costa … Edemar Pereira Rubem Rodrigues

OBJETIVO: Determinar a incidência de fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca, seu impacto sobre a morbimortalidade e o tempo de internação hospitalar e analisar os fatores de risco presentes no pré, trans e pós-operatório. MÉTODO: Estudo de coorte contemporâneo com 158 pacientes adultos submetidos à cirurgia cardíaca, sendo excluídos aqueles com fibrilação atrial no pré-operatório. Os pacientes foram avaliados por monitorização cardíaca contínua e eletrocardiogramas diários e a fibrilação atrial considerada como qualquer episódio de ritmo irregular, com presença de ondas f de morfologia e amplitude variáveis. RESULTADOS: A incidência de fibrilação atrial foi de 28,5%, sendo 21,6% para os pacientes revascularizados e 44,3% para os submetidos à correção valvar. Fatores independentemente associados à fibrilação atrial foram insuficiência cardíaca esquerda no pré-operatório (p=0,05; RC=2,2), balanço hídrico total (p=0,01; RC=1,0), tempo de cirurgia (p=0,03; RC=1,01) e outros fatores associados: idade > 70 anos, doença valvar aórtica, agitação psicomotora, tempo de permanência de drenos, congestão pulmonar e insuficiência respiratória no pós-operatório. O uso de betabloqueadores (p=0,01; RC=0,3) foi um fator de proteção. Fibrilação atrial pós-operatória associou-se a aumento do tempo de internação hospitalar (16,9 ± 12,3 dias vs 9,2 ± 4,0 dias, p<0,001) e a maior incidência de acidente vascular cerebral ou óbito pós-operatório, (p=0,02). CONCLUSÃO: A incidência de fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca foi elevada e ocasionou significativo aumento de morbimortalidade e tempo de internação hospitalar. Entre os fatores de risco independentes destaca-se o balanço hídrico excessivo e, como fator protetor, uso de betabloqueadores.

  • Arritmias
  • Cirurgia Cardíaca
  • cuidados pós-operatório
  • Fatores de risco
  • Fibrilação Atrial
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17/08/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004001400002 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Taquiarritmias supraventriculares no feto. Experiência de uma unidade de referência em cardiologia fetal

Paulo Zielinsky et al. Rejane F. Dillenburg Gustavo G. de Lima Lúcia P. Zimmer

OBJETIVO: Avaliar a forma de apresentação, diagnóstico e tratamento das taquiarritmias supraventriculares fetais, através do relato de uma série de casos acompanhados em um centro terciário de cardiologia fetal. MÉTODOS: São descritos 25 casos de taquiarritmia supraventricular diagnosticados intra-útero, no período de janeiro/89 a outubro/97, em uma população compreendendo 3117 gestantes. RESULTADOS: Foram diagnosticados 17 casos de taquiarritmia supraventricular e 8 casos de flutter atrial fetal. As idades gestacionais variaram de 26 a 40 semanas. Doze fetos apresentavam hidropisia no momento do diagnóstico (6 com taquicardia supraventricular (TSV) e 6 com flutter atrial). Quatro fetos com TSV apresentavam cardiopatias estruturais (dois casos de anomalia de Ebstein e dois com comunicação interventricular). Todos os fetos foram internados na Unidade de Cardiologia Fetal para monitorização e tratamento. Entre os 17 fetos com TSV, 12 apresentaram reversão da arritmia após administração de digoxina, mas esta medida não foi eficaz em nenhum paciente com flutter. Dois pacientes com TSV e seis com flutter necessitaram interrupção da gestação para cardioversão elétrica pós-natal. A mortalidade foi de 3/17 no grupo da TSV (incluindo dois pacientes com anomalia de Ebstein) e de 0/8 no grupo com flutter. CONCLUSÃO: As taquiarritmias supraventriculares fetais são eventos raros na população geral. Entretanto, podem provocar insuficiência cardíaca e óbito intra-uterino. Como a resposta ao tratamento é satisfatória, tornam-se de extrema importância o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.

  • Arritmias
  • coração fetal
  • ecocardiografia
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08/01/2002 DOI: 10.1590/S0066-782X1998000500006

Como citar este artigo

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Brugada P. O Fascínio da Síndrome de Wolff-Parkinson-White. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(5):e20260471.

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Brugada, Pedro. O Fascínio da Síndrome de Wolff-Parkinson-White. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 5, e20260471, ago. 2026.

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Brugada, P. (2026). O Fascínio da Síndrome de Wolff-Parkinson-White. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(5), e20260471.

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Brugada, Pedro. O Fascínio da Síndrome de Wolff-Parkinson-White. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 5, [citado 2026-10-14], e20260471. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-fascinio-da-sindrome-de-wolff-parkinson-white/>. ISSN 0066-782X

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Andalaft RB. O Eletrocardiograma na População Pediátrica no Século XXI. Como Continuar Evoluindo após 135 Anos de História da Descoberta do Método. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(5):791-2.

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Andalaft, Rogerio Braga. O Eletrocardiograma na População Pediátrica no Século XXI. Como Continuar Evoluindo após 135 Anos de História da Descoberta do Método. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 5, p. 791-792, nov. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Andalaft, R. B. (2022). O Eletrocardiograma na População Pediátrica no Século XXI. Como Continuar Evoluindo após 135 Anos de História da Descoberta do Método. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(5), 791-792.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Andalaft, Rogerio Braga. O Eletrocardiograma na População Pediátrica no Século XXI. Como Continuar Evoluindo após 135 Anos de História da Descoberta do Método. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 791-792. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-eletrocardiograma-na-populacao-pediatrica-no-seculo-xxi-como-continuar-evoluindo-apos-135-anos-de-historia-da-descoberta-do-metodo/>. ISSN 0066-782X

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Militz MS, Inacio AS, Wagner HM, Wangenheim A, Forno ARJD, Moreira DM. Prevalência e Características Relacionadas de Pacientes com Eletrocardiograma com Padrão de Brugada em Santa Catarina, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(2):343-9.

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Militz, Mariana Sarmento; Inacio, Andrei de Souza; Wagner, Harley Miguel; Wangenheim, Aldo von; Forno, Alexander Romeno Janner Dal; Moreira, Daniel Medeiros. Prevalência e Características Relacionadas de Pacientes com Eletrocardiograma com Padrão de Brugada em Santa Catarina, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 2, p. 343-349, set. 2021.

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Militz, M. S., Inacio, A. S., Wagner, H. M., Wangenheim, A. , Forno, A. R. J. D., & Moreira, D. M. (2021). Prevalência e Características Relacionadas de Pacientes com Eletrocardiograma com Padrão de Brugada em Santa Catarina, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 343-349.

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Militz, Mariana Sarmento and Inacio, Andrei de Souza and Wagner, Harley Miguel and Wangenheim, Aldo von and Forno, Alexander Romeno Janner Dal and Moreira, Daniel Medeiros. Prevalência e Características Relacionadas de Pacientes com Eletrocardiograma com Padrão de Brugada em Santa Catarina, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 343-349. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-e-caracteristicas-relacionadas-de-pacientes-com-eletrocardiograma-com-padrao-de-brugada-em-santa-catarina-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Wu TC, Sacilotto L, Darrieux FCC, Pisani CF, Melo SL, Hachul DT, Scanavacca M, et al. Controle do Intervalo QT para Prevenção de Torsades de Pointes Durante uso de Hidroxicloroquina e/ou Azitromicina em Pacientes com COVID 19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(6):1061-6.

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Wu, Tan Chen; Sacilotto, Luciana; Darrieux, Francisco Carlos da Costa; Pisani, Cristiano Faria; Melo, Sissy Lara de; Hachul, Denise Tessariol; Scanavacca, Mauricio. Controle do Intervalo QT para Prevenção de Torsades de Pointes Durante uso de Hidroxicloroquina e/ou Azitromicina em Pacientes com COVID 19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 6, p. 1061-1066, jul. 2020.

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Wu, T. C., Sacilotto, L., Darrieux, F. C. C., Pisani, C. F., Melo, S. L. , Hachul, D. T., & Scanavacca, M. (2020). Controle do Intervalo QT para Prevenção de Torsades de Pointes Durante uso de Hidroxicloroquina e/ou Azitromicina em Pacientes com COVID 19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(6), 1061-1066.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Wu, Tan Chen and Sacilotto, Luciana and Darrieux, Francisco Carlos da Costa and Pisani, Cristiano Faria and Melo, Sissy Lara de and Hachul, Denise Tessariol and Scanavacca, Mauricio. Controle do Intervalo QT para Prevenção de Torsades de Pointes Durante uso de Hidroxicloroquina e/ou Azitromicina em Pacientes com COVID 19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1061-1066. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/controle-do-intervalo-qt-para-prevencao-de-torsades-de-pointes-durante-uso-de-hidroxicloroquina-e-ou-azitromicina-em-pacientes-com-covid-19/>. ISSN 0066-782X

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Silva KR, Costa R, Melo GRGO, Rebustini F, Benedetto MS, Nagumo MM, Sears SF, et al. Evidências de Validade da Versão Brasileira da Florida Shock Anxiety Scale para Portadores de Cardioversor-Desfibrilador Implantável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(5):764-72.

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Silva, Katia Regina; Costa, Roberto; Melo, Giovanna Regina Garcia de Oliveira; Rebustini, Flávio; Benedetto, Marcos Sidney; Nagumo, Marcia Mitie; Sears, Samuel F.. Evidências de Validade da Versão Brasileira da Florida Shock Anxiety Scale para Portadores de Cardioversor-Desfibrilador Implantável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 5, p. 764-772, maio. 2020.

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Silva, K. R., Costa, R., Melo, G. R. G. O., Rebustini, F., Benedetto, M. S., Nagumo, M. M., & Sears, S. F. (2020). Evidências de Validade da Versão Brasileira da Florida Shock Anxiety Scale para Portadores de Cardioversor-Desfibrilador Implantável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(5), 764-772.

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Silva, Katia Regina and Costa, Roberto and Melo, Giovanna Regina Garcia de Oliveira and Rebustini, Flávio and Benedetto, Marcos Sidney and Nagumo, Marcia Mitie and Sears, Samuel F.. Evidências de Validade da Versão Brasileira da Florida Shock Anxiety Scale para Portadores de Cardioversor-Desfibrilador Implantável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 764-772. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/evidencias-de-validade-da-versao-brasileira-da-florida-shock-anxiety-scale-para-portadores-de-cardioversor-desfibrilador-implantavel/>. ISSN 0066-782X

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Miranda VM, Beserra SS, Roman-Campos D. Ações Transmurais Inotrópicas e Antiarrítmicas da Ranolazina em um Modelo Celular da Síndrome do QT Longo Tipo 3. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(4):732-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Miranda, Victor Martins; Beserra, Samuel Santos; Roman-Campos, Danilo. Ações Transmurais Inotrópicas e Antiarrítmicas da Ranolazina em um Modelo Celular da Síndrome do QT Longo Tipo 3. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 4, p. 732-735, maio. 2020.

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Miranda, V. M., Beserra, S. S., & Roman-Campos, D. (2020). Ações Transmurais Inotrópicas e Antiarrítmicas da Ranolazina em um Modelo Celular da Síndrome do QT Longo Tipo 3. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(4), 732-735.

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Miranda, Victor Martins and Beserra, Samuel Santos and Roman-Campos, Danilo. Ações Transmurais Inotrópicas e Antiarrítmicas da Ranolazina em um Modelo Celular da Síndrome do QT Longo Tipo 3. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 732-735. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/acoes-transmurais-inotropicas-e-antiarritmicas-da-ranolazina-em-um-modelo-celular-da-sindrome-do-qt-longo-tipo-3/>. ISSN 0066-782X

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Pastore CA. Pesquisa Usando Microalternância de Onda T na Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(5):418-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pastore, Carlos Alberto. Pesquisa Usando Microalternância de Onda T na Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 5, p. 418-419, abr. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pastore, C. A. (2018). Pesquisa Usando Microalternância de Onda T na Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(5), 418-419.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pastore, Carlos Alberto. Pesquisa Usando Microalternância de Onda T na Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 418-419. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/pesquisa-usando-microalternancia-de-onda-t-na-doenca-de-chagas/>. ISSN 0066-782X

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Nishioka SAD, Martinelli Filho M, Marie S, Zatz M, Costa R. Distrofia miotônica e cardiopatia: comportamento dos eventos arrítmicos e dos distúrbios da condução. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;84(4):330-6.

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Nishioka, Silvana Angelina D’Orio; Martinelli Filho, Martino; Marie, Suely; Zatz, Mayana; Costa, Roberto. Distrofia miotônica e cardiopatia: comportamento dos eventos arrítmicos e dos distúrbios da condução. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 84, n. 4, p. 330-336, maio. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Nishioka, S. A. D., Martinelli Filho, M., Marie, S., Zatz, M., & Costa, R. (2005). Distrofia miotônica e cardiopatia: comportamento dos eventos arrítmicos e dos distúrbios da condução. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 84(4), 330-336.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Nishioka, Silvana Angelina D’Orio and Martinelli Filho, Martino and Marie, Suely and Zatz, Mayana and Costa, Roberto. Distrofia miotônica e cardiopatia: comportamento dos eventos arrítmicos e dos distúrbios da condução. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 84, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 330-336. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/distrofia-miotonica-e-cardiopatia-comportamento-dos-eventos-arritmicos-e-dos-disturbios-da-conducao/>. ISSN 0066-782X

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Silva RG, Lima GG, Laranjeira A, Costa AR, Pereira E, Rodrigues R. Fatores de risco e morbimortalidade associados à fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;83(2):99-104.

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Silva, Rogério Gomes da; Lima, Gustavo Glotz de; Laranjeira, Andréia; Costa, Altamiro Reis da; Pereira, Edemar; Rodrigues, Rubem. Fatores de risco e morbimortalidade associados à fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 83, n. 2, p. 99-104, ago. 2004.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, R. G. , Lima, G. G. , Laranjeira, A., Costa, A. R. , Pereira, E., & Rodrigues, R. (2004). Fatores de risco e morbimortalidade associados à fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 83(2), 99-104.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Rogério Gomes da and Lima, Gustavo Glotz de and Laranjeira, Andréia and Costa, Altamiro Reis da and Pereira, Edemar and Rodrigues, Rubem. Fatores de risco e morbimortalidade associados à fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 83, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 99-104. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fatores-de-risco-e-morbimortalidade-associados-a-fibrilacao-atrial-no-pos-operatorio-de-cirurgia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Zielinsky P, Dillenburg RF, Lima GG, Zimmer LP. Taquiarritmias supraventriculares no feto. Experiência de uma unidade de referência em cardiologia fetal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2002;70(5):337-40.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Zielinsky, Paulo; Dillenburg, Rejane F.; Lima, Gustavo G. de; Zimmer, Lúcia P.. Taquiarritmias supraventriculares no feto. Experiência de uma unidade de referência em cardiologia fetal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 70, n. 5, p. 337-340, jan. 2002.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Zielinsky, P., Dillenburg, R. F., Lima, G. G. , & Zimmer, L. P. (2002). Taquiarritmias supraventriculares no feto. Experiência de uma unidade de referência em cardiologia fetal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 70(5), 337-340.

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Zielinsky, Paulo and Dillenburg, Rejane F. and Lima, Gustavo G. de and Zimmer, Lúcia P.. Taquiarritmias supraventriculares no feto. Experiência de uma unidade de referência em cardiologia fetal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2002, vol. 70, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 337-340. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/taquiarritmias-supraventriculares-no-feto-experiencia-de-uma-unidade-de-referencia-em-cardiologia-fetal/>. ISSN 0066-782X

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