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  2. Palavra-chave: Síndrome de Wolff-Parkinson-White
Figura 1
ABCHF
Relato de Caso

Síndrome de Wolff–Parkinson–White em uma Receptora de Transplante Cardíaco

Adir Schreiber Junior et al. Lucas Simonetto Faganello Ana Paula Arbo Magalhães Kaleb Pinto Spannemberger … Eduardo Caberlon Leandro Ioschpe Zimerman Mauricio Pimentel

Resumo

Uma mulher de 44 anos foi submetida a transplante cardíaco devido a angina refratária e insuficiência cardíaca avançada. No período pós-operatório, apresentou episódios de taquicardia supraventricular e pré-excitação ventricular intermitente no eletrocardiograma. Após um período inicial de manejo farmacológico, foi submetida com sucesso à ablação por radiofrequência de uma via acessória póstero-septal esquerda. Também é apresentada uma revisão da literatura sobre a síndrome de Wolff–Parkinson–White em receptores de transplante cardíaco.

  • Ablação por Cateter
  • Síndrome de Wolff-Parkinson-White
  • Transplante de Coração
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28/09/2026 DOI: 10.36660/abchf.20260017 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Editorial

O Fascínio da Síndrome de Wolff-Parkinson-White

Pedro Brugada

Quase um século após sua descrição inicial, o número anual de publicações sobre a síndrome de Wolff-Parkinson-White (WPW) continua a aumentar (). Um fenômeno fascinante, considerando que já há alguns anos dispomos de técnicas para ablação e cura da doença. Poderia-se esperar uma atitude do tipo “problema resolvido” graças à ablação, e que o interesse pela doença diminuiria consideravelmente. A ilustra o progresso alcançado desde 1930. Cada nova publicação ainda traz informações importantes, como é o caso hoje do estudo de Mario et al.²

Em uma grande coorte de pacientes com via acessória atrioventricular, os autores descobriram que idade avançada e localização lateral esquerda da via acessória estavam associadas a uma ocorrência significativa de fibrilação atrial espontânea, atingindo 18,6% no grupo etário acima de 60 anos, ou seja, quase um em cada cinco pacientes. Infelizmente, não havia dados disponíveis sobre a presença de vias acessórias manifestas versus ocultas.

[…]

  • Arritmias
  • Fibrilação Atrial
  • Síndrome de Wolff-Parkinson-White
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03/08/2026 DOI: 10.36660/abc.20260471 Visualizações 1
Associação entre a Ocorrência de Fibrilação Atrial e a Síndrome de Wolff-Parkinson-White: A Predição é Possível?
ABC
Artigo Original

Associação entre a Ocorrência de Fibrilação Atrial e a Síndrome de Wolff-Parkinson-White: A Predição é Possível?

Afonso Dalmazio Souza Mario et al. Eduardo Pelegrineti Targueta Francisco Carlos da Costa Darrieux Alexandra Regia Dantas Brigido … Alberto Pereira Ferraz Muhieddine Omar Chokr Cristiano F. Pisani Mauricio Ibrahim Scanavacca

Resumo

Fundamento:

Pacientes com síndrome de Wolff-Parkinson-White (WPW) frequentemente desenvolvem fibrilação atrial (FA); no entanto, os fatores associados à ocorrência de FA permanecem incompletamente definidos.

Objetivos:

Avaliar a prevalência e os fatores associados à FA clínica e à FA induzida durante o estudo eletrofisiológico (EEF) em uma grande coorte consecutiva de pacientes com WPW submetidos à ablação de via acessória (VA).

Métodos:

Esta análise retrospectiva incluiu 845 pacientes consecutivos com WPW submetidos à ablação de VA em um único centro terciário de referência. Um protocolo padronizado de EEF foi aplicado durante todo o período do estudo. Os desfechos incluíram FA clínica (documentada por histórico médico ou monitorização antes do EEF), FA induzida no EEF e qualquer FA (desfecho composto). Modelos de regressão logística multivariável foram utilizados para estimar odds ratios ajustados (ORa) com intervalo de confiança de 95% (IC 95%). A significância estatística foi definida como p < 0,05.

Resultados:

A média de idade foi de 33,2 ± 15,9 anos, e 486 dos 845 pacientes (57,5%) eram do sexo masculino. Múltiplas VAs foram identificadas em 31 pacientes (3,7%). As localizações mais comuns das VAs foram lateral esquerda (327/845, 38,7%) e posterior (323/845, 38,2%). FA clínica esteve presente em 109 pacientes (12,9%), FA induzida no EEF em 77 (9,1%) e qualquer FA em 168 (19,9%). Nas análises multivariáveis, uma VA lateral esquerda esteve independentemente associada à FA clínica (ORa, 2,31; intervalo de confiança de 95% [IC 95%], 1,53-3,49; p < 0,001), enquanto uma VA posterior esteve associada à FA induzida no EEF (ORa, 1,78; IC 95%, 1,07-2,91; p = 0,025). O sexo feminino esteve associado a menores chances de FA induzida no EEF (ORa, 0,56; IC 95%, 0,34-0,93; p = 0,025). O aumento da idade esteve independentemente associado à FA clínica (ORa por ano, 1,018; p = 0,007) e a qualquer FA (ORa por ano, 1,014; p = 0,009).

Conclusão:

Nesta grande coorte de pacientes com WPW submetidos à ablação de VA, a localização lateral esquerda da VA e a maior idade estiveram independentemente associadas a maior prevalência de FA clínica. Em contraste, a localização posterior da VA e o sexo masculino estiveram associados a maior probabilidade de FA induzida no EEF.

  • Arritmias Cardíacas
  • eletrofisiologia
  • Fibrilação Atrial
  • Síndrome de Wolff-Parkinson-White
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17/07/2026 DOI: 10.36660/abc.20260001 Visualizações 1
ABC
Editorial

Teste de Esforço para Detecção de Vias Acessórias de Alto Risco em Pacientes com Síndrome de Wolff-Parkinson-White

Fabricio Vassallo

Na descrição de Wolff, Parkinson e White em 1930 da via acessória exibindo condução anterógrada, foi feito muito trabalho para descrever a anatomia, eletrofisiologia e história natural da síndrome. Durante o ritmo sinusal, um padrão típico no eletrocardiograma (ECG) de repouso está presente: um intervalo PR curto (120ms). Na maioria dos casos, as vias acessórias que dão origem aos padrões de Wolff-Parkinson-White (WPW) são observadas em corações estruturalmente normais.

Pacientes com síndrome de WPW apresentam palpitações causadas por taquicardia atrioventricular ou, menos comumente, por taquicardia atrial primária ou fibrilação.

[…]

  • Síndrome de Wolff-Parkinson-White
  • Técnicas e Procedimentos Diagnósticos
  • Teste de Esforço
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23/05/2025 DOI: 10.36660/abc.20250194 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Acurácia Diagnóstica do Teste Ergométrico para Detectar Via Acessória de Alto Risco em WPW: Uma Revisão Sistemática e Metanálise

José Nunes de Alencar et al. Fabio Mahamad Rassi Raquel Pereira Rios Matheus Kiszka Scheffer Guilherme Dagostin de Carvalho

Resumo

Fundamento

A síndrome de Wolff-Parkinson-White (WPW) é caracterizada por pré-excitação ventricular, que pode levar a eventos arrítmicos graves, como taquicardia supraventricular e fibrilação atrial pré-excitada. O valor diagnóstico de testes ergométricos não invasivos para detectar vias acessórias de alto risco permanece inconsistente na literatura.

Objetivos

Avaliar a precisão diagnóstica de testes ergométricos não invasivos em comparação com os estudos eletrofisiológicos invasivos (EEF) para identificar vias acessórias de alto risco na síndrome de WPW.

Métodos

De acordo com as diretrizes do PRISMA-DTA, foi realizada uma busca abrangente nas bases de dados PubMed, Scopus e Web of Science. Estudos elegíveis avaliaram a sensibilidade, especificidade e razões de verossimilhança de testes ergométricos não invasivos em pacientes com WPW, utilizando EEF como padrão de referência. Para a metanálise, foi aplicado um modelo bivariado de efeitos aleatórios.

Resultados

Seis estudos, totalizando 765 pacientes, atenderam aos critérios de inclusão. A sensibilidade combinada foi de 92,7% (IC de 95%: 88,0% – 94,0%), e a especificidade combinada foi de 28,1% (IC de 95%: 23% – 35,1%). A razão de verossimilhança negativa (LR-) de 0,260 (IC de 95%: 0,174 – 0,387) indicou que a presença de uma via acessória de alto risco é aproximadamente quatro vezes menos provável após um resultado de teste negativo. A análise de sensibilidade, restrita a pacientes pediátricos, demonstrou resultados consistentes.

Conclusão

Testes ergométricos não invasivos demonstram uma utilidade diagnóstica razoável para descartar vias de alto risco na síndrome de WPW. No entanto, é necessária cautela ao utilizar esses testes como critérios independentes para estratificação de risco.

  • Metanálise
  • Revisão Sistemática
  • Síndrome de Wolff-Parkinson-White
  • Teste de Esforço
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12/05/2025 DOI: 10.36660/abc.20240663
ABC
Editorial

O Raro Padrão de Pré-Excitação Alternante: Fenômeno Genuinamente Benigno?

Mirella Facin et al. Nelson Samesima

O sistema de condução é um conjunto de células miocárdicas especializadas, organizadas para gerar e transmitir os estímulos elétricos, levando às contrações coordenadas e sequenciais de cada ciclo cardíaco. Uma espessa camada de tecido fibroso, o annulus fibrosus , isola quase totalmente o miocárdio atrial do ventricular, exceto na região do nodo atrioventricular (AV) e sistema His-Purkinje que, no coração normal, constitui o único caminho elétrico entre as câmaras superiores e inferiores. ,

Em alguns indivíduos, entretanto, feixes musculares que conectam diretamente átrios e ventrículos, remanescentes de etapas anteriores de desenvolvimento cardíaco, perduram após o nascimento. A presença de vias atrioventriculares adicionais ou acessórias (VA) permite que o estímulo elétrico contorne o nodo AV, resultando na ativação precoce dos ventrículos ou pré-excitação. Vias acessórias podem cruzar o sulco atrioventricular em qualquer ponto de justaposição entre o miocárdio atrial e ventricular. A maioria delas tem propriedades de condução bidirecional e não decremental, e pode servir como braço de circuitos ortodrômicos/antidrômicos reentrantes, ou como via rápida para a transmissão do estímulo elétrico durante outras taquicardias supraventriculares, tais como a fibrilação atrial (FA).

[…]

  • grau de risco
  • nó atrioventricular
  • Prevalência
  • Síndrome de Wolff-Parkinson-White
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10/02/2023 DOI: 10.36660/abc.20220864 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Relato de uma Família com Síndrome Craniofrontonasal e Síndrome de Wolff-Parkinson-White: É um Novo Achado?

Celal Kilit et al. Türkan Pasali Kilit

Introdução

A síndrome Craniofrontonasal (CFNS; OMIM # 304110) é uma das condições craniofaciais que se enquadram no grupo denominado síndromes de Disostose Craniofacial. Nomes alternativos são: Displasia Craniofrontonasal e Disostose Craniofrontonasal. A CFNS é um distúrbio raro ligado ao cromossomo X causado por mutações no gene da efrina-B1 (EFNB1). A CFNS afeta predominantemente a cabeça, face e membros e é caracterizada por craniossinostose coronal, mandíbula frontal, hipertelorismo grave, assimetria craniofacial, fenda palpebral inclinada para baixo, raiz nasal ampla, ponta nasal bífida, unhas sulcadas, pelos crespos e anormalidades do esqueleto torácico. A expressão fenotípica varia muito entre os indivíduos afetados. Paradoxalmente a outras condições ligadas ao cromossomo X, a CFNS geralmente afeta mais e mais gravemente as mulheres que os homens., A interferência celular ou metabólica devida à inativação do X explica essa situação. Não há medida precisa de sua frequência de nascimento e os valores de incidência que foram relatados variaram de 1: 100.000 a 1: 120.000. A CFNS não é diagnosticada em homens, a menos que sejam membros de uma família conhecida por ter a condição ou o pai de uma filha com a doença. No sexo feminino, as características físicas desempenham um papel de suporte no estabelecimento do diagnóstico, mas o diagnóstico de CFNS é determinado pela presença de uma mutação no gene EFNB1.

A síndrome de Wolff-Parkinson-White (WPW) é uma síndrome de pré-excitação que é uma causa comum de taquicardia supraventricular, com prevalência nos países ocidentais de 1,5 a 3,1 para 1000 pessoas. É mantido por via acessória ou vias secundárias a um defeito cardíaco de desenvolvimento no isolamento elétrico atrioventricular. Entre os pacientes com síndrome de WPW, 3,4% tem parentes de primeiro grau com síndrome de pré-excitação. Uma família com a syndrome de WPW é rara e é geralmente herdada como um traço autossômico dominante.–

[…]

  • Anormalidades Craniofaciais
  • Estudos Comparativos
  • Hereditariedade
  • Síndrome de Wolff-Parkinson-White
  • Taquicardia Supraventricular
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06/06/2019 DOI: 10.5935/abc.20190033 Visualizações 3
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Acurácia do Eletrocardiograma na Localização da Via Acessória em Pacientes com Padrão de Wolff-Parkinson-White

Carlos Manuel Teixeira et al. Telmo António Pereira Ana Margarida Lebreiro Sérgio Alexandre Carvalho

Resumo

Fundamento:

Existem atualmente vários algoritmos eletrocardiográficos para localizar a via acessória (VA) em pacientes com síndrome de Wolff-Parkinson-White (WPW).

Objetivo:

Comparar a capacidade discriminativa dos algoritmos eletrocardiográficos na localização da VA no padrão de WPW em pacientes encaminhados para ablação.

Métodos:

Estudo observacional, transversal e retrospectivo, incluindo 111 pacientes com síndrome de WPW encaminhados para ablação da VA. O eletrocardiograma (ECG) prévio à ablação foi analisado por um observador experiente que aplicou consecutivamente sete algoritmos para identificar a VA de forma não invasiva. A localização estimada com esta avaliação foi comparada à obtida no estudo eletrofisiológico e as taxas de acerto foram calculadas.

Resultados:

Entre as VAs, 59 (53,15%) estavam distribuídas ao redor do anel mitral e as restantes 52 (46,85%) em torno do anel tricúspide. O acerto global absoluto dos algoritmos em estudo variou entre 27% e 47%, aumentando para 40% a 76% quando incluímos localizações adjacentes. O acerto absoluto em função da localização da VA foi o seguinte: para as VAs septais (n = 51) variou entre 2% e 52,20% (5,90% e 90,20% incluindo localizações adjacentes), para as VAs direitas (n = 13) variou entre 7,70% e 69,20% (42,90% e 100%, incluindo localizações adjacentes), para as VAs esquerdas (n = 47) variou entre 21,70% e 54,50% (50% a 87%, incluindo as localizações adjacentes).

Conclusões:

Os índices de acerto observados para os escores analisados indicaram uma reduzida capacidade discriminativa do ECG na localização da VA em pacientes com WPW.

  • Ablação por Cateter
  • Confiabilidade de Dados
  • Eletrocardiografia
  • Feixe Acessório Atrioventricular
  • Síndrome de Wolff-Parkinson-White
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12/09/2016 DOI: 10.5935/abc.20160132 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

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Schreiber Junior A, Faganello LS, Magalhães APA, Spannemberger KP, Caberlon E, Zimerman LI, Pimentel M, et al. Síndrome de Wolff–Parkinson–White em uma Receptora de Transplante Cardíaco. ABC Heart Fail Cardiomyop 2026;6:e20260017.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Schreiber Junior, Adir; Faganello, Lucas Simonetto; Magalhães, Ana Paula Arbo; Spannemberger, Kaleb Pinto; Caberlon, Eduardo; Zimerman, Leandro Ioschpe; Pimentel, Mauricio. Síndrome de Wolff–Parkinson–White em uma Receptora de Transplante Cardíaco. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 6, e20260017, set. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Schreiber Junior, A., Faganello, L. S., Magalhães, A. P. A., Spannemberger, K. P., Caberlon, E., Zimerman, L. I., & Pimentel, M. (2026). Síndrome de Wolff–Parkinson–White em uma Receptora de Transplante Cardíaco. ABC Heart Fail Cardiomyop, 6, e20260017.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Schreiber Junior, Adir and Faganello, Lucas Simonetto and Magalhães, Ana Paula Arbo and Spannemberger, Kaleb Pinto and Caberlon, Eduardo and Zimerman, Leandro Ioschpe and Pimentel, Mauricio. Síndrome de Wolff–Parkinson–White em uma Receptora de Transplante Cardíaco. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2026, vol. 6, [citado 2026-10-14], e20260017. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sindrome-de-wolff-parkinson-white-em-uma-receptora-de-transplante-cardiaco/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Brugada P. O Fascínio da Síndrome de Wolff-Parkinson-White. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(5):e20260471.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Brugada, Pedro. O Fascínio da Síndrome de Wolff-Parkinson-White. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 5, e20260471, ago. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Brugada, P. (2026). O Fascínio da Síndrome de Wolff-Parkinson-White. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(5), e20260471.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Brugada, Pedro. O Fascínio da Síndrome de Wolff-Parkinson-White. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 5, [citado 2026-10-14], e20260471. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-fascinio-da-sindrome-de-wolff-parkinson-white/>. ISSN 0066-782X

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Mario ADS, Targueta EP, Darrieux FCC, Brigido ARD, Ferraz AP, Chokr MO, Pisani CF, et al. Associação entre a Ocorrência de Fibrilação Atrial e a Síndrome de Wolff-Parkinson-White: A Predição é Possível?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(5):e20260001.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mario, Afonso Dalmazio Souza; Targueta, Eduardo Pelegrineti; Darrieux, Francisco Carlos da Costa; Brigido, Alexandra Regia Dantas; Ferraz, Alberto Pereira; Chokr, Muhieddine Omar; Pisani, Cristiano F.; Scanavacca, Mauricio Ibrahim. Associação entre a Ocorrência de Fibrilação Atrial e a Síndrome de Wolff-Parkinson-White: A Predição é Possível?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 5, e20260001, jul. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mario, A. D. S., Targueta, E. P., Darrieux, F. C. C., Brigido, A. R. D., Ferraz, A. P., Chokr, M. O., Pisani, C. F., & Scanavacca, M. I. (2026). Associação entre a Ocorrência de Fibrilação Atrial e a Síndrome de Wolff-Parkinson-White: A Predição é Possível?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(5), e20260001.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mario, Afonso Dalmazio Souza and Targueta, Eduardo Pelegrineti and Darrieux, Francisco Carlos da Costa and Brigido, Alexandra Regia Dantas and Ferraz, Alberto Pereira and Chokr, Muhieddine Omar and Pisani, Cristiano F. and Scanavacca, Mauricio Ibrahim. Associação entre a Ocorrência de Fibrilação Atrial e a Síndrome de Wolff-Parkinson-White: A Predição é Possível?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 5, [citado 2026-10-14], e20260001. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-a-ocorrencia-de-fibrilacao-atrial-e-a-sindrome-de-wolff-parkinson-white-a-predicao-e-possivel/>. ISSN 0066-782X

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Vassallo F. Teste de Esforço para Detecção de Vias Acessórias de Alto Risco em Pacientes com Síndrome de Wolff-Parkinson-White. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(4):e20250194.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Vassallo, Fabricio. Teste de Esforço para Detecção de Vias Acessórias de Alto Risco em Pacientes com Síndrome de Wolff-Parkinson-White. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 4, e20250194, maio. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Vassallo, F. (2025). Teste de Esforço para Detecção de Vias Acessórias de Alto Risco em Pacientes com Síndrome de Wolff-Parkinson-White. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(4), e20250194.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Vassallo, Fabricio. Teste de Esforço para Detecção de Vias Acessórias de Alto Risco em Pacientes com Síndrome de Wolff-Parkinson-White. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 4, [citado 2026-10-14], e20250194. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/teste-de-esforco-para-deteccao-de-vias-acessorias-de-alto-risco-em-pacientes-com-sindrome-de-wolff-parkinson-white/>. ISSN 0066-782X

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Alencar JN, Rassi FM, Rios RP, Scheffer MK, Carvalho GD. Acurácia Diagnóstica do Teste Ergométrico para Detectar Via Acessória de Alto Risco em WPW: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(4):e20240663.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Alencar, José Nunes de; Rassi, Fabio Mahamad; Rios, Raquel Pereira; Scheffer, Matheus Kiszka; Carvalho, Guilherme Dagostin de. Acurácia Diagnóstica do Teste Ergométrico para Detectar Via Acessória de Alto Risco em WPW: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 4, e20240663, maio. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Alencar, J. N. , Rassi, F. M., Rios, R. P., Scheffer, M. K., & Carvalho, G. D. (2025). Acurácia Diagnóstica do Teste Ergométrico para Detectar Via Acessória de Alto Risco em WPW: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(4), e20240663.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Alencar, José Nunes de and Rassi, Fabio Mahamad and Rios, Raquel Pereira and Scheffer, Matheus Kiszka and Carvalho, Guilherme Dagostin de. Acurácia Diagnóstica do Teste Ergométrico para Detectar Via Acessória de Alto Risco em WPW: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240663. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/acuracia-diagnostica-do-teste-ergometrico-para-detectar-via-acessoria-de-alto-risco-em-wpw-uma-revisao-sistematica-e-metanalise/>. ISSN 0066-782X

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Facin M, Samesima N. O Raro Padrão de Pré-Excitação Alternante: Fenômeno Genuinamente Benigno?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(1):e20220864.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Facin, Mirella; Samesima, Nelson. O Raro Padrão de Pré-Excitação Alternante: Fenômeno Genuinamente Benigno?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 1, e20220864, fev. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Facin, M., & Samesima, N. (2023). O Raro Padrão de Pré-Excitação Alternante: Fenômeno Genuinamente Benigno?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(1), e20220864.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Facin, Mirella and Samesima, Nelson. O Raro Padrão de Pré-Excitação Alternante: Fenômeno Genuinamente Benigno?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 1, [citado 2026-10-14], e20220864. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-raro-padrao-de-pre-excitacao-alternante-fenomeno-genuinamente-benigno/>. ISSN 0066-782X

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Kilit C, Kilit TP. Relato de uma Família com Síndrome Craniofrontonasal e Síndrome de Wolff-Parkinson-White: É um Novo Achado?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(5):594-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Kilit, Celal; Kilit, Türkan Pasali. Relato de uma Família com Síndrome Craniofrontonasal e Síndrome de Wolff-Parkinson-White: É um Novo Achado?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 5, p. 594-596, jun. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Kilit, C., & Kilit, T. P. (2019). Relato de uma Família com Síndrome Craniofrontonasal e Síndrome de Wolff-Parkinson-White: É um Novo Achado?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(5), 594-596.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Kilit, Celal and Kilit, Türkan Pasali. Relato de uma Família com Síndrome Craniofrontonasal e Síndrome de Wolff-Parkinson-White: É um Novo Achado?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 594-596. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relato-de-uma-familia-com-sindrome-craniofrontonasal-e-sindrome-de-wolff-parkinson-white-e-um-novo-achado/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Teixeira CM, Pereira TA, Lebreiro AM, Carvalho SA. Acurácia do Eletrocardiograma na Localização da Via Acessória em Pacientes com Padrão de Wolff-Parkinson-White. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(4):331-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Teixeira, Carlos Manuel; Pereira, Telmo António; Lebreiro, Ana Margarida; Carvalho, Sérgio Alexandre. Acurácia do Eletrocardiograma na Localização da Via Acessória em Pacientes com Padrão de Wolff-Parkinson-White. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 4, p. 331-338, set. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Teixeira, C. M., Pereira, T. A., Lebreiro, A. M., & Carvalho, S. A. (2016). Acurácia do Eletrocardiograma na Localização da Via Acessória em Pacientes com Padrão de Wolff-Parkinson-White. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(4), 331-338.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Teixeira, Carlos Manuel and Pereira, Telmo António and Lebreiro, Ana Margarida and Carvalho, Sérgio Alexandre. Acurácia do Eletrocardiograma na Localização da Via Acessória em Pacientes com Padrão de Wolff-Parkinson-White. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 331-338. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/acuracia-do-eletrocardiograma-na-localizacao-da-via-acessoria-em-pacientes-com-padrao-de-wolff-parkinson-white/>. ISSN 0066-782X

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