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  2. Palavra-chave: Ansiedade
ABCIC
Editorial

Impacto da Ansiedade em Pacientes Encaminhados à Ecocardiografia Transesofágica

Augusto Alberto da Costa Jr.

Nesta edição do ABC Imagem Cardiovascular, ressalta-se a ansiedade não apenas como fator na avaliação subjetiva da experiência dos pacientes durante procedimentos médicos invasivos (ecocardiografia transesofágica, ETE), mas também sua influência na quantidade de fármacos administrados para sedação durante o procedimento.

O estudo Impacto da Ansiedade em Pacientes Referendados ao Ecocardiograma Transesofágico realizado em instituição terciária, mostra análise detalhada de múltiplas características dos pacientes submetidos ao exame, sua influência na sedação, revisitando aspectos importantes para boa prática médica. Os resultados do estudo indicam que a ansiedade avaliada com indicadores de fácil implementação esteve presente em 62% dos pacientes. As tabelas de autoavaliação mostram percentuais de ansiedade leve em 40%, de grau moderado em 16% e de grau importante em 6%. Faz parte da vivência dos colegas ecocardiografistas que realizam exames transesofágicos o convívio com a ansiedade dos pacientes, em especial nos mais jovens.,

[…]

  • Ansiedade
  • Ecocardiografia Transesofagiana
  • Pacientes
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27/06/2025 DOI: 10.36660/abcimg.20250036
Figura Central
ABCIC
Artigo Original

Impacto da Ansiedade em Pacientes Referendados ao Ecocardiograma Transesofágico

João Afonso Astolfi Martins et al. Amanda de Vasconcelos Eng Edgar Lira Filho Claudio Henrique Fischer … Claudia Gianini Monaco Alessandra Joslin Oliveira Fernando Rodrigues da Camara Oliveira Marcelo Luiz Campos Vieira Samira Saady Morhy Ana Clara Tude Rodrigues

Resumo

Fundamento

A ansiedade é um fator importante para experiência do paciente durante procedimentos médicos. O ecocardiograma transesofágico (ETE) é um exame que necessita sedação, podendo exacerbar a ansiedade e influenciar sua prática.

Objetivo

Verificar variáveis que influenciam o grau de ansiedade experienciado por pacientes submetidos ao ETE e sua correlação com a sedação.

Metodologia

Avaliamos pacientes encaminhados para ETE, de ambos os sexos e idade > 18 anos. Foi administrado um questionário de ansiedade (nenhuma, leve, moderada e alta) e coletados dados demográficos, clínicos e fisiológicos. Para efeito de comparação, os pacientes foram divididos em dois grupos: sem ansiedade/ansiedade leve e ansiedade moderada/severa.

Resultados

Estudamos 63 pacientes, 41 (66%) do sexo masculino, a maioria brancos (87,3%), com idade de 52,5 ± 14,7 anos. Somente 35% dos pacientes apresentavam comorbidades, sendo a mais frequente hipertensão arterial (63,6%), e 70% dos pacientes realizavam o ETE pela primeira vez. A principal indicação para sua realização foi valvopatia (30%). A maior parte dos pacientes (62%) apresentava algum grau de ansiedade: 25 (40%) apresentavam ansiedade leve, 10 (16%) moderada e 4 (6%) de alto grau. Pacientes com ansiedade moderada/severa (p = 0,03) e pacientes mais jovens (p = 0,001) necessitaram maior dose de midazolam para sedação.

Conclusão

A ansiedade em pacientes referendados para ETE é comum e parece ser menos influenciada por variáveis clínicas. Porém, concluiu-se que pacientes mais ansiosos e mais jovens necessitam de maior quantidade de sedação.

  • Ansiedade
  • Ecocardiograma
  • Sedação Consciente
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14/05/2025 DOI: 10.36660/abcimg.20250005 Visualizações 1
Preditores de Qualidade de Vida, Ansiedade e Aceitação em Pacientes com Cardioversor-Desfibrilador Implantável
ABC
Artigo Original

Preditores de Qualidade de Vida, Ansiedade e Aceitação em Pacientes com Cardioversor-Desfibrilador Implantável

Laisa Arruda Silva et al. Katia Regina Silva Sarah Caroline Martins Saucedo Roberto Costa

Resumo

Fundamento

O cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) pode causar níveis elevados de ansiedade e depressão, resultando em efeitos negativos na qualidade de vida.

Objetivos

Avaliar a qualidade de vida, a ansiedade e a aceitação do CDI por meio de instrumentos de medida padronizados e identificar preditores de melhores respostas para cada um dos desfechos estudados.

Método

Coorte prospectiva com pacientes submetidos a implante inicial de CDI ou reoperação para a manutenção do dispositivo. Os desfechos do estudo incluíram: qualidade de vida, ansiedade e aceitação do CDI. A mudança nos escores (30 e 180 dias) foi avaliada por meio da diferença mínima importante (DMI). Foi utilizada a análise univariada e o modelo de regressão logística multivariada para a identificação de preditores de melhores respostas, adotando-se o nível de significância de 5%.

Resultados

De janeiro/2020 a junho/2021 foram incluídos 147 pacientes, com idade média de 55,3 ± 13,4 anos e predomínio do sexo masculino (72,1%). A DMI para qualidade de vida, a ansiedade e a aceitação do CDI foram observadas em 33 (22,4%), 36 (24,5%) e 43 (29,3%) pacientes, respectivamente. Idade igual ou maior que 60 anos (OR=2,5; IC 95%=1,14-5,53; p=0,022), ausência de fibrilação atrial (OR=3,8; IC 95%=1,26-11,63; p=0,017) e sexo feminino (OR=2,2; IC 95%=1,02-4,97; p=0,045) foram preditores independentes de melhores respostas para qualidade de vida, ansiedade e aceitação do CDI, respectivamente.

Conclusão

A identificação de preditores para melhores escores de qualidade de vida, ansiedade e aceitação do dispositivo pode subsidiar a implementação de cuidados específicos para os pacientes com maiores chances de apresentar resultados desfavoráveis.

  • Ansiedade
  • Desfibriladores Implantáveis
  • Qualidade de Vida
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26/04/2024 DOI: 10.36660/abc.20230590 Visualizações 1
ABCIC
Original Article

Ecocardiograma: da Solicitação do Exame pelo Pediatra à Realização pelo Cardiologista Pediátrico

Lene Garcia Barbosa et al. Amanda Bentes Rios de Freitas Mariana Aparecida Brunossi Moura Proença Célia Maria Camelo Silva

Resumen

Introducción

El ecocardiograma es una herramienta diagnóstica utilizada para evaluar anomalías cardíacas y aclarar dudas respecto al carácter benigno de ciertos hallazgos del examen clínico cardiovascular.

Objetivos

Identificar los principales motivos de la solicitud del ecocardiograma por el pediatra y evaluar el grado de ansiedad de los familiares generado por esa conducta.

Métodos

Fueron incluidos pacientes de edad inferior a 18 años, sin diagnóstico previo de cardiopatía y encaminados para el primer examen de ecocardiograma. Los familiares responsables por los pacientes respondieron un cuestionario para evaluar el grado de su ansiedad desde el pedido hasta la realización del ecocardiograma, con puntuación entre 0 y 19. Los datos fueron analizados por medio de porcentajes, desviación estándar y test T de Student.

Resultados

Estudiados 30 pacientes con edad media de 4,45 años. El motivo de encaminamiento más prevalente fue soplo cardíaco (23 casos), de los cuales 70% no tuvieron la hipótesis de cardiopatía congénita confirmada después del ecocardiograma. La puntuación media en el cuestionario de ansiedad fue 11 ± 6, siendo relacionado significativamente a la presencia de cardiopatía, con media de 13,0 ± 5,3 vs. 9,3 ± 5,2 en el grupo sin la hipótesis de la misma (p = 0,007).

Conclusión

El hallazgo de soplo fue el principal motivo para solicitud de ecocardiograma por el pediatra. La confirmación de cardiopatía fue mayor en los menores de 1 año y con hallazgo de soplo. A pesar de que el grado de ansiedad fue mayor en el grupo de los pacientes que tuvieron el diagnóstico de cardiopatía congénita, éste no fue despreciable en los familiares en el grupo de los pacientes sin cardiopatía. (Arq Bras Cardiol: Imagem cardiovasc. 2017;30(2):39-45)

  • Adolescente
  • Anomalias Cardiovasculares
  • Ansiedade
  • Criança
  • ecocardiografia
  • Pediatria
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20/01/2022 DOI: 10.5935/2318-8219.20170011 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Evidências de Validade da Versão Brasileira da Florida Shock Anxiety Scale para Portadores de Cardioversor-Desfibrilador Implantável

Katia Regina Silva et al. Roberto Costa Giovanna Regina Garcia de Oliveira Melo Flávio Rebustini … Marcos Sidney Benedetto Marcia Mitie Nagumo Samuel F. Sears

Resumo

Fundamento

A despeito da comprovada efetividade do cardioversor-desfibrilador implantável (CDI), as terapias de choque deflagradas pelo dispositivo podem causar níveis elevados de ansiedade e depressão, provocando efeitos deletérios na qualidade de vida.

Objetivo

Realizar a tradução, adaptação transcultural e validação do instrumento Florida Shock Anxiety Scale (FSAS) para a língua portuguesa falada no Brasil.

Métodos

Nesse estudo psicométrico, a validade de construto foi realizada pela análise fatorial exploratória (AFE) e confirmatória (AFC) e pela Teoria de Resposta ao Item. Os índices de ajustamento da AFC foram: Robust Mean-Scaled Chi Square/df NNFI, CFI (Comparative Fit Index), GFI (Goodness Fit Index), AGFI (Adjusted Goodness Fit Index), RMSEA (Root Mean Square Error of Approximation) e RMSR (Root Mean Square of Residuals). A confiabilidade foi verificada pelo Alfa de Cronbach, Ômega de McDonald e Greatest Lower Bound. As análises foram realizadas no SPSS 23.0 e Factor 10.8.01, com nível de significância de 5%.

Resultados

A versão final em português do FSAS foi administrada em 151 portadores de CDI, com idade média de 55,7 ± 14,1 anos e predomínio do sexo masculino. A análise paralela indicou que o FSAS é unidimensional, com variância explicada de 64,4%. As correlações variaram de 0,31 a 0,77; as cargas fatoriais de 0,67 a 0,86 e as comunalidades de 0,46 a 0,74. Os índices de ajustamento da AFC estabeleceram-se acima dos limites de qualidade. Encontramos evidências satisfatórias de confiabilidade da escala FSAS.

Conclusão

O instrumento FSAS-Br apresentou evidências consistentes de validade e confiabilidade, podendo, portanto, ser utilizado em portadores de CDI do Brasil. (Arq Bras Cardiol. 2020; 114(5):764-772)

  • Ansiedade
  • Arritmias
  • Confiabilidade
  • Desfibrilador implantável
  • Psicometria
  • Qualidade de Vida
  • Terapias de choque
  • Validade
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01/06/2020 DOI: 10.36660/abc.20190255 Visualizações 2
ABC
Editorial

Florida Shock Anxiety Scale para Portadores de Cardioversor-Desfibrilador Implantável – Valorizando o Psicossocial

Eduardo Arrais Rocha et al. Ieda Prata Costa

Este trabalho apresenta uma importante escala, já em versão brasileira, com validação em nossa população, que permite avaliar o nível de ansiedade relacionada ao cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) e aos choques aplicados pelo dispositivo.

Esta escala, como bem ressaltada no trabalho de Silva et al., não foi idealizada para avaliar aspectos da adaptação do paciente com o seu CDI ou os impactos desse dispositivo na qualidade de vida do indivíduo, existindo outra escala apropriada para este fim, como a Florida Patient Acceptance Survey (FPAS).

[…]

  • Ansiedade
  • Desfibriladores Implantáveis
  • Impacto Psicossocial
  • Qualidade de Vida
  • Transtornos Psicofisiológicos
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01/06/2020 DOI: 10.36660/abc.20200262 Visualizações 1
ABC
Letter to the Editor

Ansiedade e Depressão e a sua Relação com a Baixa Qualidade de Vida em Pacientes com Síndrome Metabólica

Mariane Lopes da Silva et al. Mariana Alievi Mari

Caro Editor,

Lemos o artigo intitulado “Intervenção de Estilo de Vida na Síndrome Metabólica e seu Impacto na Qualidade de Vida: Um estudo Controlado Randomizado” de Saboya et al. com grande interesse e gostaríamos de contribuir com algumas sugestões.

[…]

  • Ansiedade
  • Depressão
  • Estresse Fisiológico
  • Qualidade de Vida
  • Síndrome Metabólica
  • Transtorno Depressivo
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01/12/2018 DOI: 10.5935/abc.20180221
ABC
Editorial

Ansiedade e Depressão após Infarto do Miocárdio: Fatores Inflamatórios podem estar Envolvidos?

João Manoel Theotonio dos Santos

Este interessante artigo publicado por Serpytis et al., avaliou a presença de depressão e transtornos de ansiedade após infarto agudo do miocárdio, e as diferentes formas de apresentação e prevalência conforme o sexo e a idade dos pacientes.

Os autores observaram, em um período de até 31 dias após o infarto agudo do miocárdio, que mais de dois terços dos pacientes apresentaram depressão e/ou transtornos de ansiedade. As mulheres tiveram uma prevalência maior que os homens destas comorbidades e, também tenderam a ter apresentações mais graves tanto de depressão quanto de transtornos de ansiedade. Adicionalmente, nos homens, a depressão foi mais grave e o transtorno de ansiedade foi menos grave a medida em que tinham idade mais avançada; enquanto nas mulheres estas comorbidades tiveram uma apresentação linear, quanto a gravidade, independentemente do fator idade.

[…]

  • Ansiedade
  • Depressão
  • Fatores de risco
  • Identidade de Gênero
  • Infarto Do Miocárdio
  • Inflamação
  • Proteína C Reativa
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01/11/2018 DOI: 10.5935/abc.20180233 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Diferenças por Sexo na Ansiedade e Depressão após Infarto Agudo do Miocárdio

Pranas Serpytis et al. Petras Navickas Laura Lukaviciute Alvydas Navickas … Ramunas Aranauskas Rokas Serpytis Ausra Deksnyte Sigita Glaveckaite Zaneta Petrulioniene Robertas Samalavicius

Resumo

Fundamento:

Os pacientes com doença cardíaca, depressão e transtornos de ansiedade são altamente prevalentes e persistentes. A depressão e a ansiedade desempenham um papel significativo na progressão da doença cardiovascular e são reconhecidas como fatores de risco independentes. No entanto, há muito pouca análise relacionada ao gênero em relação às doenças cardiovasculares e transtornos emocionais.

Objetivo:

Avaliar os níveis de depressão e ansiedade em pacientes com infarto do miocárdio (IM) no primeiro mês após o IM e avaliar a relação entre os fatores de risco para doença cardiovascular, indicadores demográficos e distúrbios emocionais, bem como determinar se existem diferenças ou semelhanças baseadas no sexo do paciente.

Métodos:

Esta pesquisa incluiu questões demográficas, características clínicas, questões sobre fatores de risco de doença cardiovascular e a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão [HADS]. Todos os testes estatísticos foram bilaterais, e valores de p < 0,05 foram considerados estatisticamente significativos.

Resultados:

Determinou-se que 71,4% dos pacientes do sexo feminino e 60,4% dos pacientes do sexo masculino apresentavam sintomatologia concomitante de ansiedade e/ou depressão (p = 0,006). Utilizando os homens como o ponto de referência, as mulheres mostraram um risco elevado de apresentar qualquer distúrbio psiquiátrico (odds ratio, 2,86, p = 0,007). O escore da HADS-D foi notavelmente maior nas mulheres (8,66 ± 3,717) do que nos homens (6,87 ± 4,531, p = 0,004). Foi determinado que os pacientes do sexo masculino que desenvolveram depressão eram em média mais jovens do que aqueles sem depressão (p = 0,005).

Conclusões:

As mulheres demonstraram risco mais elevado de apresentar distúrbio de ansiedade e/ou depressão em comparação aos homens. Além disso, a gravidade da depressão aumentou com a idade entre os homens, enquanto o gravidade da ansiedade diminuiu. Em contraste, a gravidade da depressão e ansiedade foram semelhantes para mulheres de todas as idades após o IM. Um maior escore de depressão foi associado com diabetes e inatividade física, e o maior escore de ansiedade foi associado ao tabagismo nos homens. A hipercolesterolemia foi associada tanto aos maiores escores de ansiedade e depressão, enquanto um maior escore de depressão foi associado à inatividade física entre mulheres.

  • Ansiedade
  • Depressão
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • Identidade de Gênero
  • Infarto Do Miocárdio
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23/08/2018 DOI: 10.5935/abc.20180161
ABC
Artigo Original

Validação da versão brasileira do questionário de ansiedade cardíaca

Aline Sardinha et al. Antonio Egidio Nardi Claudio Gil Soares de Araújo Maria Cristina Ferreira Georg H. Eifert

FUNDAMENTOS: A ansiedade cardíaca (AC) é o medo de sensações cardíacas, caracterizado por sintomas recorrentes de ansiedade em pacientes com ou sem doença cardiovascular. O Questionário de Ansiedade Cardíaca (QAC) é uma ferramenta para avaliar a AC, já adaptado, mas não validado em português. OBJETIVO: Este trabalho apresenta as três fases dos estudos de validação do QAC brasileiro. MÉTODOS: Foram recrutados 98 pacientes com doença arterial coronária, a fim de extrair a estrutura fatorial e avaliar a confiabilidade do QAC (fase 1). O objetivo da fase 2 foi explorar a validade convergente e divergente. Cinquenta e seis pacientes completaram o QAC, juntamente com o Escala de sensações corporais (ESC) e o Versão brasileira do Social Phobia Inventory (SPIN). Para determinar a validade discriminante (fase 3), comparamos os escores do QAC de dois subgrupos formados por pacientes da fase 1 (n = 98), de acordo com os diagnósticos de transtorno do pânico e agorafobia obtidos com o MINI – Mini International Neuropsychiatric Interview (Mini Entrevista Neuropsiquiátrica Internacional). RESULTADOS: A solução de dois fatores foi a mais interpretável (46,4% da variância). As subescalas foram denominadas de “Medo e Hipervigilância” (n = 9; alfa = 0,88) e “Evitação” (n = 5; alfa = 0,82). Foi encontrada correlação significativa do fator 1 com o escore total do ESC (p < 0,01), mas não com o fator 2. Os fatores do SPIN apresentaram correlações significativas com as subescalas do QAC (p < 0,01). Na fase 3, os escores dos pacientes "Cardíacos com pânico" foram significativamente maiores no fator 1 do QAC (t = -3,42; p < 0,01, IC = -1,02 a -0,27), e maiores, mas não significativamente diferentes, no fator 2 (t = -1,98; p = 0,51, IC = -0.87 a 0,00). CONCLUSÕES: Os presentes resultados fornecem uma versão final brasileira validada do QAC adequada aos contextos clínicos e de pesquisa.

  • Ansiedade
  • Doenças Cardiovasculares
  • Psicometria
  • Questionários
  • Testes Psicológicos
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22/10/2013 DOI: 10.5935/abc.20130207 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Depressão e síndromes isquêmicas miocárdicas instáveis: diferenças entre homens e mulheres

Glória Heloise Perez et al. José Carlos Nicolau Bellkiss Wilma Romano Ronaldo Laranjeira

OBJETIVO: Investigar, em portadores de Síndromes Isquêmicas Miocárdicas Instáveis (SIMI) estratificados por sexo, se características sociodemográficas, diagnóstico clínico, tabagismo, consumo de álcool e ansiedade estão associados com depressão. MÉTODOS: Foram entrevistados 345 pacientes consecutivos com SIMI (206 com infarto agudo do miocárdio e 139 com angina instável). As entrevistas incluíram questões sobre características sociodemográficas, tabagismo, avaliação de depressão (Prime MD e BDI), de ansiedade traço e ansiedade estado (IDATE), e de consumo de álcool (AUDIT). RESULTADOS: O diagnóstico de depressão se correlacionou, significativamente, com sexo feminino, idade inferior a 50 anos e escores médios mais elevados de ansiedade traço e ansiedade estado. Os homens (245) com depressão eram freqüentemente mais jovens que 50 anos, fumantes, e apresentavam escore médio de ansiedade traço e ansiedade estado mais elevado que os não deprimidos. A análise multivariada aponta que, no sexo masculino, idade está negativamente associada (OR 0,9519, 95% IC 0,9261 – 0,9784) e escores mais altos de ansiedade traço estão positivamente associados (OR 1,0691 95% IC 1,0375 – 1,1017) com depressão. Na amostra feminina (100), mulheres com depressão diferenciam-se das sem depressão por apresentarem escore médio mais alto de ansiedade traço e de ansiedade estado. Na análise multivariada da amostra feminina, escore mais alto de ansiedade traço associou-se de forma independente à depressão (OR 1,1267 95% IC 1,0632-1,1940). CONCLUSÃO: Conclui-se que, em pacientes hospitalizados com SIMI, as mulheres, os homens com menos de 50 anos e os ansiosos têm mais chance de apresentarem depressão.

  • angina instável
  • Ansiedade
  • Depressão
  • Infarto Do Miocárdio
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05/12/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005001800004

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Costa Jr. AA. Impacto da Ansiedade em Pacientes Encaminhados à Ecocardiografia Transesofágica. ABC Imagem Cardiovascular 2025;38(2):e20250036.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Costa Jr., Augusto Alberto da. Impacto da Ansiedade em Pacientes Encaminhados à Ecocardiografia Transesofágica. ABC Imagem Cardiovascular, v. 38, n. 2, e20250036, jun. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Costa Jr., A. A. (2025). Impacto da Ansiedade em Pacientes Encaminhados à Ecocardiografia Transesofágica. ABC Imagem Cardiovascular, 38(2), e20250036.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Costa Jr., Augusto Alberto da. Impacto da Ansiedade em Pacientes Encaminhados à Ecocardiografia Transesofágica. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2025, vol. 38, n. 2, [citado 2026-10-14], e20250036. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-da-ansiedade-em-pacientes-encaminhados-a-ecocardiografia-transesofagica/>. ISSN 2318-8219

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Martins JAA, Eng AV, Lira Filho E, Fischer CH, Monaco CG, Oliveira AJ, Oliveira FRC, et al. Impacto da Ansiedade em Pacientes Referendados ao Ecocardiograma Transesofágico. ABC Imagem Cardiovascular 2025;38(2):e20250005.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Martins, João Afonso Astolfi; Eng, Amanda de Vasconcelos; Lira Filho, Edgar; Fischer, Claudio Henrique; Monaco, Claudia Gianini; Oliveira, Alessandra Joslin; Oliveira, Fernando Rodrigues da Camara; Vieira, Marcelo Luiz Campos; Morhy, Samira Saady; Rodrigues, Ana Clara Tude. Impacto da Ansiedade em Pacientes Referendados ao Ecocardiograma Transesofágico. ABC Imagem Cardiovascular, v. 38, n. 2, e20250005, maio. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Martins, J. A. A., Eng, A. V., Lira Filho, E., Fischer, C. H., Monaco, C. G., Oliveira, A. J., Oliveira, F. R. C., Vieira, M. L. C., Morhy, S. S., & Rodrigues, A. C. T. (2025). Impacto da Ansiedade em Pacientes Referendados ao Ecocardiograma Transesofágico. ABC Imagem Cardiovascular, 38(2), e20250005.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Martins, João Afonso Astolfi and Eng, Amanda de Vasconcelos and Lira Filho, Edgar and Fischer, Claudio Henrique and Monaco, Claudia Gianini and Oliveira, Alessandra Joslin and Oliveira, Fernando Rodrigues da Camara and Vieira, Marcelo Luiz Campos and Morhy, Samira Saady and Rodrigues, Ana Clara Tude. Impacto da Ansiedade em Pacientes Referendados ao Ecocardiograma Transesofágico. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2025, vol. 38, n. 2, [citado 2026-10-14], e20250005. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-da-ansiedade-em-pacientes-referendados-ao-ecocardiograma-transesofagico/>. ISSN 2318-8219

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Silva LA, Silva KR, Saucedo SCM, Costa R. Preditores de Qualidade de Vida, Ansiedade e Aceitação em Pacientes com Cardioversor-Desfibrilador Implantável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(4):e20230590.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Laisa Arruda; Silva, Katia Regina; Saucedo, Sarah Caroline Martins; Costa, Roberto. Preditores de Qualidade de Vida, Ansiedade e Aceitação em Pacientes com Cardioversor-Desfibrilador Implantável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 4, e20230590, abr. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, L. A., Silva, K. R., Saucedo, S. C. M., & Costa, R. (2024). Preditores de Qualidade de Vida, Ansiedade e Aceitação em Pacientes com Cardioversor-Desfibrilador Implantável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(4), e20230590.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Laisa Arruda and Silva, Katia Regina and Saucedo, Sarah Caroline Martins and Costa, Roberto. Preditores de Qualidade de Vida, Ansiedade e Aceitação em Pacientes com Cardioversor-Desfibrilador Implantável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 4, [citado 2026-10-14], e20230590. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/preditores-de-qualidade-de-vida-ansiedade-e-aceitacao-em-pacientes-com-cardioversor-desfibrilador-implantavel/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Barbosa LG, Freitas ABR, Proença MABM, Silva CMC. Ecocardiograma: da Solicitação do Exame pelo Pediatra à Realização pelo Cardiologista Pediátrico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2022;30(2):39-45.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barbosa, Lene Garcia; Freitas, Amanda Bentes Rios de; Proença, Mariana Aparecida Brunossi Moura; Silva, Célia Maria Camelo. Ecocardiograma: da Solicitação do Exame pelo Pediatra à Realização pelo Cardiologista Pediátrico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 30, n. 2, p. 39-45, jan. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barbosa, L. G., Freitas, A. B. R. , Proença, M. A. B. M., & Silva, C. M. C. (2022). Ecocardiograma: da Solicitação do Exame pelo Pediatra à Realização pelo Cardiologista Pediátrico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 30(2), 39-45.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barbosa, Lene Garcia and Freitas, Amanda Bentes Rios de and Proença, Mariana Aparecida Brunossi Moura and Silva, Célia Maria Camelo. Ecocardiograma: da Solicitação do Exame pelo Pediatra à Realização pelo Cardiologista Pediátrico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2022, vol. 30, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 39-45. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ecocardiograma-da-solicitacao-do-exame-pelo-pediatra-a-realizacao-pelo-cardiologista-pediatrico/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Silva KR, Costa R, Melo GRGO, Rebustini F, Benedetto MS, Nagumo MM, Sears SF, et al. Evidências de Validade da Versão Brasileira da Florida Shock Anxiety Scale para Portadores de Cardioversor-Desfibrilador Implantável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(5):764-72.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Katia Regina; Costa, Roberto; Melo, Giovanna Regina Garcia de Oliveira; Rebustini, Flávio; Benedetto, Marcos Sidney; Nagumo, Marcia Mitie; Sears, Samuel F.. Evidências de Validade da Versão Brasileira da Florida Shock Anxiety Scale para Portadores de Cardioversor-Desfibrilador Implantável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 5, p. 764-772, maio. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, K. R., Costa, R., Melo, G. R. G. O., Rebustini, F., Benedetto, M. S., Nagumo, M. M., & Sears, S. F. (2020). Evidências de Validade da Versão Brasileira da Florida Shock Anxiety Scale para Portadores de Cardioversor-Desfibrilador Implantável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(5), 764-772.

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Silva, Katia Regina and Costa, Roberto and Melo, Giovanna Regina Garcia de Oliveira and Rebustini, Flávio and Benedetto, Marcos Sidney and Nagumo, Marcia Mitie and Sears, Samuel F.. Evidências de Validade da Versão Brasileira da Florida Shock Anxiety Scale para Portadores de Cardioversor-Desfibrilador Implantável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 764-772. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/evidencias-de-validade-da-versao-brasileira-da-florida-shock-anxiety-scale-para-portadores-de-cardioversor-desfibrilador-implantavel/>. ISSN 0066-782X

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Rocha EA, Costa IP. Florida Shock Anxiety Scale para Portadores de Cardioversor-Desfibrilador Implantável – Valorizando o Psicossocial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(5):773-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rocha, Eduardo Arrais; Costa, Ieda Prata. Florida Shock Anxiety Scale para Portadores de Cardioversor-Desfibrilador Implantável – Valorizando o Psicossocial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 5, p. 773-774, maio. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rocha, E. A., & Costa, I. P. (2020). Florida Shock Anxiety Scale para Portadores de Cardioversor-Desfibrilador Implantável – Valorizando o Psicossocial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(5), 773-774.

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Rocha, Eduardo Arrais and Costa, Ieda Prata. Florida Shock Anxiety Scale para Portadores de Cardioversor-Desfibrilador Implantável – Valorizando o Psicossocial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 773-774. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/florida-shock-anxiety-scale-para-portadores-de-cardioversor-desfibrilador-implantavel-valorizando-o-psicossocial/>. ISSN 0066-782X

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Silva ML, Mari A. Ansiedade e Depressão e a sua Relação com a Baixa Qualidade de Vida em Pacientes com Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(6):867.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Mariane Lopes da; Mari, ana Alievi. Ansiedade e Depressão e a sua Relação com a Baixa Qualidade de Vida em Pacientes com Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 6, p. 867-867, nov. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, M. L. , & Mari, A. (2018). Ansiedade e Depressão e a sua Relação com a Baixa Qualidade de Vida em Pacientes com Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(6), 867-867.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Mariane Lopes da and Mari, ana Alievi. Ansiedade e Depressão e a sua Relação com a Baixa Qualidade de Vida em Pacientes com Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 867-867. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ansiedade-e-depressao-e-a-sua-relacao-com-a-baixa-qualidade-de-vida-em-pacientes-com-sindrome-metabolica/>. ISSN 0066-782X

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Santos JMT. Ansiedade e Depressão após Infarto do Miocárdio: Fatores Inflamatórios podem estar Envolvidos?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(5):684-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Santos, João Manoel Theotonio dos. Ansiedade e Depressão após Infarto do Miocárdio: Fatores Inflamatórios podem estar Envolvidos?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 5, p. 684-685, out. 2018.

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Santos, J. M. T. (2018). Ansiedade e Depressão após Infarto do Miocárdio: Fatores Inflamatórios podem estar Envolvidos?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(5), 684-685.

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Santos, João Manoel Theotonio dos. Ansiedade e Depressão após Infarto do Miocárdio: Fatores Inflamatórios podem estar Envolvidos?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 684-685. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ansiedade-e-depressao-apos-infarto-do-miocardio-fatores-inflamatorios-podem-estar-envolvidos/>. ISSN 0066-782X

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Serpytis P, Navickas P, Lukaviciute L, Navickas A, Aranauskas R, Serpytis R, Deksnyte A, et al. Diferenças por Sexo na Ansiedade e Depressão após Infarto Agudo do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(5):676-83.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Serpytis, Pranas; Navickas, Petras; Lukaviciute, Laura; Navickas, Alvydas; Aranauskas, Ramunas; Serpytis, Rokas; Deksnyte, Ausra; Glaveckaite, Sigita; Petrulioniene, Zaneta; Samalavicius, Robertas. Diferenças por Sexo na Ansiedade e Depressão após Infarto Agudo do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 5, p. 676-683, ago. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Serpytis, P., Navickas, P., Lukaviciute, L., Navickas, A., Aranauskas, R., Serpytis, R., Deksnyte, A., Glaveckaite, S., Petrulioniene, Z., & Samalavicius, R. (2018). Diferenças por Sexo na Ansiedade e Depressão após Infarto Agudo do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(5), 676-683.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Serpytis, Pranas and Navickas, Petras and Lukaviciute, Laura and Navickas, Alvydas and Aranauskas, Ramunas and Serpytis, Rokas and Deksnyte, Ausra and Glaveckaite, Sigita and Petrulioniene, Zaneta and Samalavicius, Robertas. Diferenças por Sexo na Ansiedade e Depressão após Infarto Agudo do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 676-683. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/diferencas-por-sexo-na-ansiedade-e-depressao-apos-infarto-agudo-do-miocardio/>. ISSN 0066-782X

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Sardinha A, Nardi AE, Araújo CGS, Ferreira MC, Eifert GH. Validação da versão brasileira do questionário de ansiedade cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(6):554-61.

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Sardinha, A., Nardi, A. E., Araújo, C. G. S. , Ferreira, M. C., & Eifert, G. H. (2013). Validação da versão brasileira do questionário de ansiedade cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(6), 554-561.

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Sardinha, Aline and Nardi, Antonio Egidio and Araújo, Claudio Gil Soares de and Ferreira, Maria Cristina and Eifert, Georg H.. Validação da versão brasileira do questionário de ansiedade cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 554-561. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/validacao-da-versao-brasileira-do-questionario-de-ansiedade-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Perez GH, Nicolau JC, Romano BW, Laranjeira R. Depressão e síndromes isquêmicas miocárdicas instáveis: diferenças entre homens e mulheres. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;85(5):319-26.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Perez, Glória Heloise; Nicolau, José Carlos; Romano, Bellkiss Wilma; Laranjeira, Ronaldo. Depressão e síndromes isquêmicas miocárdicas instáveis: diferenças entre homens e mulheres. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 85, n. 5, p. 319-326, dez. 2005.

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Perez, G. H., Nicolau, J. C., Romano, B. W., & Laranjeira, R. (2005). Depressão e síndromes isquêmicas miocárdicas instáveis: diferenças entre homens e mulheres. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 85(5), 319-326.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Perez, Glória Heloise and Nicolau, José Carlos and Romano, Bellkiss Wilma and Laranjeira, Ronaldo. Depressão e síndromes isquêmicas miocárdicas instáveis: diferenças entre homens e mulheres. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 85, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 319-326. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/depressao-e-sindromes-isquemicas-miocardicas-instaveis-diferencas-entre-homens-e-mulheres/>. ISSN 0066-782X

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