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  2. Palavra-chave: coração fetal
Figura 1
ABC
Image

Correlação de Imagem Espaço-Temporal: Imagens Tridimensionais para Triagem Cardíaca Fetal e Avaliação de Doenças Cardíacas Congênitas

André Malho et al. Renato Silveira Ximenes Nathalie Jeanne Bravo-Valenzuela Edward Araujo Júnior

Os defeitos cardíacos estão entre as malformações congênitas mais comuns, ocorrendo em 4 a 12 para cada 1.000 nascidos vivos, dependendo da população estudada. A doença cardíaca congênita (DCC) é uma causa significativa de mortalidade relacionada a defeitos congênitos. Portanto, o diagnóstico pré-natal de DCC é fundamental para melhorar o prognóstico associado a esta doença. Nesse cenário, o desenvolvimento de programas de triagem ultrassonográfica cardíaca pré-natal são ferramentas importantes que têm aumentado a detecção precoce de DCC. Esses programas tornam isso possível ao adicionar a via de saída ventricular e as incidências do mediastino superior (três vasos – 3V e 3V com traqueia) ao padrão de visualização de quatro câmaras (4C) durante a varredura do ultrassom cardíaco.

O desenvolvimento de tecnologias avançadas de imagem, como ultrassonografia tridimensional e quadridimensional (3D/4D) e correlação de imagens espaço-temporais (STIC), tem melhorado a qualidade das imagens ultrassonográficas do coração fetal com impacto positivo sobre o diagnóstico de malformações cardíacas. A tecnologia 4D-STIC permite a captura de milhares de imagens cardíacas usando um transdutor volumétrico 3D, realizando uma única varredura em câmera lenta com duração de 7,5 a 15 segundos da visualização 4C do coração fetal. Os volumes 3D/4D adquiridos contêm um “bloco” de informações do ciclo cardíaco completo, que pode ser armazenado para posterior navegação off-line do coração fetal, permitindo uma análise mais detalhada da anatomia cardíaca pelo ultrassonografista, ou enviado via link da Internet para análise por especialistas em centros terciários.

[…]

  • Cardiopatias Congênitas
  • coração fetal
  • Imageamento Tridimensional
  • Ultrassonografia
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29/04/2024 DOI: 10.36660/abc.20230580 Visualizações 1
Restrição materna de polifenóis e dinâmica ductal fetal na gestação normal: um ensaio clínico aberto
ABC
Artigo Original

Restrição materna de polifenóis e dinâmica ductal fetal na gestação normal: um ensaio clínico aberto

Paulo Zielinsky et al. Antônio Luiz Piccoli Jr. Izabele Vian Ana Maria Zílio … Alexandre Antônio Naujorks Luiz Henrique Nicoloso Carolina Weiss Barbisan Stefano Busato Mauro Lopes Caroline Klein

FUNDAMENTOS: Recentemente demonstramos reversão da constrição ductal fetal após redução da ingesta materna de alimentos ricos em polifenóis (ARP), por sua ação inibidora da síntese das prostaglandinas. OBJETIVOS: Testar a hipótese de que fetos normais no 3º trimestre também melhoram a dinâmica ductal após restrição materna de polifenóis. MÉTODOS: Ensaio clínico aberto com 46 fetos com idade gestacional (IG) > 28 semanas submetidos a dois estudos Dopplerecocardiográficos com intervalo de duas semanas, sendo os examinadores cegados para os hábitos alimentares maternos. Um questionário de frequência alimentar validado para esse objetivo foi aplicado e uma dieta com alimentos pobres em polifenóis (< 30 mg/100 mg) foi orientada. Um grupo controle de 26 fetos no 3º trimestre foi submetido ao mesmo protocolo. Utilizou-se o teste-t para amostras independentes. RESULTADOS: A IG média foi 33 ± 2 semanas. A média do consumo materno diário de polifenóis (CMDP) foi 1277 mg, caindo para 126 mg após orientação (p = 0,0001). Ocorreu diminuição significativa nas Velocidades Ductais Sistólica (VSD) e Diastólica (VDD) e na relação dos diâmetros ventriculares (VD/VE), assim como aumento do índice de pulsatilidade (IP) [VSD = 1,2 ± 0,4 m/s (0,7-1,6) para 0,9 ± 0,3 m/s (0,6-1,3) (p = 0,018);VDD = 0,21 ± 0,09 m/s (0,15-0,32) para 0,18 ± 0,06 m/s (0,11-0,25) (p = 0,016); relação VD/VE = 1,3 ± 0,2 (0,9-1,4) para 1,1 ± 0,2 (0,8 – 1,3) (p = 0,004); IP do ducto = 2,2 ± 0,03 (2,0-2,7) para 2,4 ± 0,4 (2,2-2,9) (p = 0,04)]. A IG média dos controles foi de 32 ± 4 semanas, não ocorrendo diferenças significativas no CMDP, nas velocidades ductais, no IP do ducto e na relação VD/VE. CONCLUSÃO: A restrição da ingesta de alimentos ricos em polifenóis no 3º trimestre por duas semanas melhora a dinâmica do fluxo no ducto arterioso fetal e as dimensões do VD.

  • Anti-Inflamatórios
  • Canal Arterial
  • Constrição
  • coração fetal
  • Gravidez
  • Polifenóis
  • Prostaglandinas
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14/08/2013 DOI: 10.5935/abc.20130166 Visualizações 3
Curva de referência da área do septo interventricular fetal pelo método STIC: estudo preliminar
ABC
Artigo Original

Curva de referência da área do septo interventricular fetal pelo método STIC: estudo preliminar

Liliam Cristine Rolo et al. Luciano Marcondes Machado Nardozza Edward Araujo Júnior Christiane Simioni … Marina Maccagnano Zamith Antonio Fernandes Moron

FUNDAMENTO: A detecção precoce de alterações septais, tais como a hipertrofia septal comumente presente em fetos de mães diabéticas, contribuiria para a redução das altas taxas de mortalidade infantil. OBJETIVO: Determinar intervalos de referência para a área do septo interventricular fetal por meio da ultrassonografia tridimensional (US3D) utilizando o método STIC (Spatio-Temporal Image Correlation). MÉTODOS: Realizou-se um estudo de corte transversal com 69 gestantes normais entre a 18ª e 33ª semanas de gestação. Utilizou-se como referência o plano de quatro câmaras com a ROI (Região de Interesse) posicionada a partir dos ventrículos, sendo a área do septo delimitada de modo manual. Para se avaliar a correlação da área do septo interventricular com a idade gestacional (IG), construíram-se diagramas de dispersão e calculou-se o coeficiente de correlação de Pearson (r), sendo o ajuste realizado pelo coeficiente de determinação (R²). Foram calculadas médias, medianas, desvios-padrão (dp), valores máximo e mínimo. Para o cálculo da reprodutibilidade intraobservador, utilizou-se o coeficiente de correlação intraclasse (CCI). Obteve-se a medida da espessura do septo interventricular e ela foi correlacionada com a IG e a área septal obtida pelo modo renderizado em 52 pacientes utilizando-se o CCI. RESULTADOS: A área do septo interventricular foi altamente correlacionada com a idade gestacional (r = 0,81), e a média aumentou de 0,47 cm² na 18ª para 2,42 cm² na 33ª semana de gestação. A reprodutibilidade intraobservador foi excelente com CCI = 0,994. Não se observou correlação significativa entre a medida do septo interventricular e a IG (R² = 0,200), assim como não houve correlação com a área do septo obtida pelo modo renderizado com CCI = 0,150. CONCLUSÃO: Intervalos de referência para a área do septo interventricular entre a 18ª e 33ª semanas de gestação foram determinados e se mostraram altamente reprodutíveis.

  • coração fetal
  • Gravidez
  • Imagem Tridimensional
  • septo interventricular
  • Valores de Referência
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01/04/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000036 Visualizações 1
Bases morfológicas para o estudo do septo interatrial no feto humano
ABC
Artigo Original

Bases morfológicas para o estudo do septo interatrial no feto humano

Hugo Becker Amaral et al. Paulo Zielinsky Aron Ferreira da Silveira Ijoni Costabeber … Luiz Henrique Nicoloso Olmiro Cezimbra de Souza Filho Marcelo Salum João Luiz Manica Juliana Silveira Zanettini Ane Micheli Costabeber

OBJETIVO: Descrever observações morfológicas sobre o septo interatrial em fetos normais, especialmente o forame oval e o septo primeiro, de forma a comparar a excursão do septo primeiro com o diâmetro do forame oval. MÉTODOS: As medidas da excursão do septo primeiro (ESP) em direção ao átrio esquerdo (AE) e do diâmetro do forame oval (DFO) foram realizadas em corações de dez fetos humanos formolizados com 28 a 36 semanas. Os cortes histológicos foram feitos no FO, SP, septo segundo e nos AE e AD. RESULTADOS: Os resultados da análise anatômica estão expressos em amplitude das medidas do DFO e da ESP: 3 fetos com idade gestacional (IG) presumida de 28 semanas, DFO (3,1-3,5 mm) e ESP (2,8-3,1 mm); 4 fetos com IG presumida de 34 semanas, DFO (3,3-3,5 mm) e ESP (4,0-5,0 mm); e 3 fetos com IG presumida de 36 semanas, DFO (3,3-4,5 mm) e ESP (6,0-9,0). Foram identificadas fibras musculares cardíacas no SP e no segundo. CONCLUSÃO: Pode-se sugerir que o SP apresenta caráter ativo devido às fibras musculares que o constituem, influenciando o fluxo sangüíneo através do FO, a mobilidade do SP e a sua excursão para o interior do AE.

  • coração fetal
  • defeitos do septo atrial
  • septo cardíaco
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15/06/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000500010 Visualizações 2
Estudo pré-natal da hiper-refringência endocárdica fetal e sua relação com toxoplasmose materna
ABC
Artigo Original

Estudo pré-natal da hiper-refringência endocárdica fetal e sua relação com toxoplasmose materna

Luiz Henrique Soares Nicoloso et al. Tiene Zingano Henke Paulo Zielinsky

OBJETIVO: Estudar, comparativamente, um grupo de fetos de mães com toxoplasmose aguda ou recente e um grupo sem doença sistêmica, analisando-se a presença de alterações da refringência endocárdica. MÉTODOS: Avaliados 91 fetos cujas mães tinham diagnóstico de toxoplasmose aguda ou recente, detectados por soroconversão ou presença de títulos elevados de IgM e IgG, confirmados através do teste de captura e comparados com um grupo controle constituído de 182 fetos, selecionados a partir de uma população de baixo risco, participante de um programa de rastreamento de cardiopatias pré-natais. RESULTADOS: Não houve diferença significativa entre as idades médias gestacionais (29,2±4,6 semanas; 29,2±4,6 semanas) e maternas (25,7±6,7 anos; 26±5,4 anos) nos dois grupos. Áreas de hiperecogenicidade endocárdica observadas em 69 fetos com toxoplasmose materna (75,8%) e em apenas 6 fetos do grupo controle (3,3%) (p<0,001). Em 52 dos casos do grupo de estudo (75,4%) a hiper-refringência endocárdica era difusa e em 17 (24,3%), focal. No grupo controle, uma distribuição focal foi observada em 5 fetos (83,3%). CONCLUSÃO: A imagem ecocardiográfica pré-natal de hiper-refringência endocárdica focal ou difusa é mais prevalente em gestações com toxoplasmose materna do que naquelas normais, existindo associação entre a presença de hiperecogenicidade endocárdica fetal e doença materna.

  • coração fetal
  • Diagnóstico por Imagem
  • fibroelastose endocárdica
  • toxoplasmose congênita
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16/02/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004000100003 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Taquiarritmias supraventriculares no feto. Experiência de uma unidade de referência em cardiologia fetal

Paulo Zielinsky et al. Rejane F. Dillenburg Gustavo G. de Lima Lúcia P. Zimmer

OBJETIVO: Avaliar a forma de apresentação, diagnóstico e tratamento das taquiarritmias supraventriculares fetais, através do relato de uma série de casos acompanhados em um centro terciário de cardiologia fetal. MÉTODOS: São descritos 25 casos de taquiarritmia supraventricular diagnosticados intra-útero, no período de janeiro/89 a outubro/97, em uma população compreendendo 3117 gestantes. RESULTADOS: Foram diagnosticados 17 casos de taquiarritmia supraventricular e 8 casos de flutter atrial fetal. As idades gestacionais variaram de 26 a 40 semanas. Doze fetos apresentavam hidropisia no momento do diagnóstico (6 com taquicardia supraventricular (TSV) e 6 com flutter atrial). Quatro fetos com TSV apresentavam cardiopatias estruturais (dois casos de anomalia de Ebstein e dois com comunicação interventricular). Todos os fetos foram internados na Unidade de Cardiologia Fetal para monitorização e tratamento. Entre os 17 fetos com TSV, 12 apresentaram reversão da arritmia após administração de digoxina, mas esta medida não foi eficaz em nenhum paciente com flutter. Dois pacientes com TSV e seis com flutter necessitaram interrupção da gestação para cardioversão elétrica pós-natal. A mortalidade foi de 3/17 no grupo da TSV (incluindo dois pacientes com anomalia de Ebstein) e de 0/8 no grupo com flutter. CONCLUSÃO: As taquiarritmias supraventriculares fetais são eventos raros na população geral. Entretanto, podem provocar insuficiência cardíaca e óbito intra-uterino. Como a resposta ao tratamento é satisfatória, tornam-se de extrema importância o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.

  • Arritmias
  • coração fetal
  • ecocardiografia
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08/01/2002 DOI: 10.1590/S0066-782X1998000500006

Como citar este artigo

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Malho A, Ximenes RS, Bravo-Valenzuela NJ, Araujo Júnior E. Correlação de Imagem Espaço-Temporal: Imagens Tridimensionais para Triagem Cardíaca Fetal e Avaliação de Doenças Cardíacas Congênitas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(4):e20230580.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Malho, André; Ximenes, Renato Silveira; Bravo-Valenzuela, Nathalie Jeanne; Araujo Júnior, Edward. Correlação de Imagem Espaço-Temporal: Imagens Tridimensionais para Triagem Cardíaca Fetal e Avaliação de Doenças Cardíacas Congênitas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 4, e20230580, abr. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Malho, A., Ximenes, R. S., Bravo-Valenzuela, N. J., & Araujo Júnior, E. (2024). Correlação de Imagem Espaço-Temporal: Imagens Tridimensionais para Triagem Cardíaca Fetal e Avaliação de Doenças Cardíacas Congênitas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(4), e20230580.

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Malho, André and Ximenes, Renato Silveira and Bravo-Valenzuela, Nathalie Jeanne and Araujo Júnior, Edward. Correlação de Imagem Espaço-Temporal: Imagens Tridimensionais para Triagem Cardíaca Fetal e Avaliação de Doenças Cardíacas Congênitas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 4, [citado 2026-10-14], e20230580. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-de-imagem-espaco-temporal-imagens-tridimensionais-para-triagem-cardiaca-fetal-e-avaliacao-de-doencas-cardiacas-congenitas/>. ISSN 0066-782X

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Zielinsky P, Piccoli Jr. AL, Vian I, Zílio AM, Naujorks AA, Nicoloso LH, Barbisan CW, et al. Restrição materna de polifenóis e dinâmica ductal fetal na gestação normal: um ensaio clínico aberto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(3):217-25.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Zielinsky, Paulo; Piccoli Jr., Antônio Luiz; Vian, Izabele; Zílio, Ana Maria; Naujorks, Alexandre Antônio; Nicoloso, Luiz Henrique; Barbisan, Carolina Weiss; Busato, Stefano; Lopes, Mauro; Klein, Caroline. Restrição materna de polifenóis e dinâmica ductal fetal na gestação normal: um ensaio clínico aberto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 3, p. 217-225, ago. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Zielinsky, P., Piccoli Jr., A. L., Vian, I., Zílio, A. M., Naujorks, A. A., Nicoloso, L. H., Barbisan, C. W., Busato, S., Lopes, M., & Klein, C. (2013). Restrição materna de polifenóis e dinâmica ductal fetal na gestação normal: um ensaio clínico aberto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(3), 217-225.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Zielinsky, Paulo and Piccoli Jr., Antônio Luiz and Vian, Izabele and Zílio, Ana Maria and Naujorks, Alexandre Antônio and Nicoloso, Luiz Henrique and Barbisan, Carolina Weiss and Busato, Stefano and Lopes, Mauro and Klein, Caroline. Restrição materna de polifenóis e dinâmica ductal fetal na gestação normal: um ensaio clínico aberto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 217-225. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/restricao-materna-de-polifenois-e-dinamica-ductal-fetal-na-gestacao-normal-um-ensaio-clinico-aberto/>. ISSN 0066-782X

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Rolo LC, Nardozza LMM, Araujo Júnior E, Simioni C, Zamith MM, Moron AF. Curva de referência da área do septo interventricular fetal pelo método STIC: estudo preliminar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;96(5):386-92.

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Rolo, Liliam Cristine; Nardozza, Luciano Marcondes Machado; Araujo Júnior, Edward; Simioni, Christiane; Zamith, Marina Maccagnano; Moron, Antonio Fernandes. Curva de referência da área do septo interventricular fetal pelo método STIC: estudo preliminar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 96, n. 5, p. 386-392, mar. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rolo, L. C., Nardozza, L. M. M., Araujo Júnior, E., Simioni, C., Zamith, M. M., & Moron, A. F. (2011). Curva de referência da área do septo interventricular fetal pelo método STIC: estudo preliminar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 96(5), 386-392.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rolo, Liliam Cristine and Nardozza, Luciano Marcondes Machado and Araujo Júnior, Edward and Simioni, Christiane and Zamith, Marina Maccagnano and Moron, Antonio Fernandes. Curva de referência da área do septo interventricular fetal pelo método STIC: estudo preliminar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 96, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 386-392. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/curva-de-referencia-da-area-do-septo-interventricular-fetal-pelo-metodo-stic-estudo-preliminar/>. ISSN 0066-782X

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Amaral HB, Zielinsky P, Silveira AF, Costabeber I, Nicoloso LH, Souza Filho OC, Salum M, et al. Bases morfológicas para o estudo do septo interatrial no feto humano. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(5):559-64.

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Amaral, Hugo Becker; Zielinsky, Paulo; Silveira, Aron Ferreira da; Costabeber, Ijoni; Nicoloso, Luiz Henrique; Souza Filho, Olmiro Cezimbra de; Salum, Marcelo; Manica, João Luiz; Zanettini, Juliana Silveira; Costabeber, Ane Micheli. Bases morfológicas para o estudo do septo interatrial no feto humano. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 5, p. 559-564, jun. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Amaral, H. B., Zielinsky, P., Silveira, A. F. , Costabeber, I., Nicoloso, L. H., Souza Filho, O. C. , Salum, M., Manica, J. L., Zanettini, J. S., & Costabeber, A. M. (2007). Bases morfológicas para o estudo do septo interatrial no feto humano. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(5), 559-564.

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Amaral, Hugo Becker and Zielinsky, Paulo and Silveira, Aron Ferreira da and Costabeber, Ijoni and Nicoloso, Luiz Henrique and Souza Filho, Olmiro Cezimbra de and Salum, Marcelo and Manica, João Luiz and Zanettini, Juliana Silveira and Costabeber, Ane Micheli. Bases morfológicas para o estudo do septo interatrial no feto humano. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 559-564. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/bases-morfologicas-para-o-estudo-do-septo-interatrial-no-feto-humano/>. ISSN 0066-782X

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Nicoloso LHS, Henke TZ, Zielinsky P. Estudo pré-natal da hiper-refringência endocárdica fetal e sua relação com toxoplasmose materna. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;82(1):27-31.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Nicoloso, Luiz Henrique Soares; Henke, Tiene Zingano; Zielinsky, Paulo. Estudo pré-natal da hiper-refringência endocárdica fetal e sua relação com toxoplasmose materna. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 82, n. 1, p. 27-31, fev. 2004.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Nicoloso, L. H. S., Henke, T. Z., & Zielinsky, P. (2004). Estudo pré-natal da hiper-refringência endocárdica fetal e sua relação com toxoplasmose materna. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 82(1), 27-31.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Nicoloso, Luiz Henrique Soares and Henke, Tiene Zingano and Zielinsky, Paulo. Estudo pré-natal da hiper-refringência endocárdica fetal e sua relação com toxoplasmose materna. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 82, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 27-31. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-pre-natal-da-hiper-refringencia-endocardica-fetal-e-sua-relacao-com-toxoplasmose-materna/>. ISSN 0066-782X

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Zielinsky P, Dillenburg RF, Lima GG, Zimmer LP. Taquiarritmias supraventriculares no feto. Experiência de uma unidade de referência em cardiologia fetal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2002;70(5):337-40.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Zielinsky, Paulo; Dillenburg, Rejane F.; Lima, Gustavo G. de; Zimmer, Lúcia P.. Taquiarritmias supraventriculares no feto. Experiência de uma unidade de referência em cardiologia fetal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 70, n. 5, p. 337-340, jan. 2002.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Zielinsky, P., Dillenburg, R. F., Lima, G. G. , & Zimmer, L. P. (2002). Taquiarritmias supraventriculares no feto. Experiência de uma unidade de referência em cardiologia fetal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 70(5), 337-340.

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Zielinsky, Paulo and Dillenburg, Rejane F. and Lima, Gustavo G. de and Zimmer, Lúcia P.. Taquiarritmias supraventriculares no feto. Experiência de uma unidade de referência em cardiologia fetal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2002, vol. 70, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 337-340. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/taquiarritmias-supraventriculares-no-feto-experiencia-de-uma-unidade-de-referencia-em-cardiologia-fetal/>. ISSN 0066-782X

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