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  4. 2022, Volume 35, Número 2
Figura 1
Artigo Original

Análise da Função Atrial Esquerda em Pacientes com Insuficiência Mitral Funcional Associada à Miocardiopatia Dilatada

Stephanie Macedo Andrade et al. Rodrigo Bellio de Mattos Barretto Francisco Thiago Tomaz de Sousa David Costa de Souza Le Bihan

Resumo

Fundamento

A insuficiência mitral funcional (IMF) está associada à miocardiopatia dilatada (MD), à insuficiência cardíaca (IC) e à piora da função atrial esquerda (FAE). A FAE pode decair tanto pela disfunção ventricular quanto pela valvopatia, mas não se sabe se esta leva a um prejuízo maior da FAE.

Objetivo

Avaliar a relação entre a piora de parâmetros de FAE com o grau de IMF, em pacientes com MD.

Métodos

Trata-se de estudo observacional transversal, que incluiu 214 pacientes com MD, sendo 46 sem IMF (controle) e 168 com IMF discreta, moderada ou grave. A análise da FAE foi realizada por ecocardiografia por speckle tracking (STE) e por variação volumétrica atrial.

Resultados

A FAE, analisada por STE– por meio do strain de reservatório, conduto e contração ativa – encontrou-se reduzida na amostra, com valores respectivos de 14,3%, 8,49% e 5,92%. O grau de IMF associou-se significativamente com os valores do strain de reservatório (0,27±0,16 versus 0,15±0,09; p <0,001) e de contração (19,2±7,3 versus 11,2±2,7; p <0,001). A IMF também apresentou correlação com a redução da FAE avaliada por análise volumétrica, observada pela medida da fração de esvaziamento atrial total (FEAT): 0,51±0,13 versus 0,34±0,11 e da fração de esvaziamento atrial ativa (FEAA): 0,27±0,16 versus 0,15±0,09 com p <0,001.

Conclusão

Em uma população com MD, a presença de IMF associa-se à redução da FAE de reservatório e de contração, avaliada por STE e pela variação volumétrica atrial.

  • Cardiomiopatia dilatada
  • ecocardiografia
  • Função do átrio esquerdo
  • Insuficiência da Valva Mitral
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30/06/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223502eabc281 Visualizações 1
Figura 1
Editorial

Apêndice Atrial Esquerdo: Anatomia, Função e Importância na Formação de Trombos

Taylla Mendes Silva et al. Gustavo Brandão de Oliveira Thais Lins de Souza Barros André Barbosa de Andrade … Bruno Bom Furlan Maria do Carmo de Pereira Nunes

Introdução

O apêndice atrial esquerdo (AAE) é uma extensão do átrio esquerdo (AE) e apresenta uma estrutura anatômica complexa e propriedades fisiopatológicas únicas. O AAE funciona como uma câmara de descompressão durante a sístole ventricular esquerda e em condições de pressão atrial esquerda elevada. Apesar de anteriormente ter sido considerado uma porção relativamente insignificante da anatomia cardíaca, o AAE vem se destacando como uma estrutura importante envolvida na gênese da formação de trombos e eventos tromboembólicos. Mais recentemente, com o desenvolvimento dos dispositivos de fechamento percutâneo, a avaliação da morfologia do AAE tornou-se cada vez mais importante.

O presente artigo visa descrever a anatomia e morfologia do AAE, os parâmetros para avaliação da sua função, os desafios no diagnóstico de trombos e as principais modalidades de imagens com ênfase no ecocardiograma transesofágico.

[…]

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30/06/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223502eabc301 Visualizações 2
Editorial

Endocardite Infecciosa na Índia: Um Panorama de um País Enorme

Ashish Agrawal et al. Shantanu P Sengupta

A endocardite infecciosa (EI) sempre impôs desafios ao universo médico, os quais foram respondidos pelas mais recentes inovações e esforços persistentes. Segundo Habib et al., “A endocardite infecciosa ainda é uma doença que envolve riscos à vida, com frequentes desfechos letais, apesar das profundas mudanças em seus perfis clínicos, microbiológicos, de imagem e terapêuticos”.

Diversos fatores influenciam as peculiaridades da doença. A Índia é um país em desenvolvimento, cujo sistema de saúde é de natureza muito polarizada. Nas aldeias, há centros rurais de Atenção Primária com instalações básicas, que prestam cuidados de saúde de nível muito primários, estendendo-se ao centro de excelência hospitalar com os últimos avanços da área médica. O ponto crucial é o tempo que leva para um paciente chegar ao centro adequado para as intervenções corretas e, ainda mais importante, o diagnóstico de EI deve ser estabelecido pelos médicos da Atenção Primária o quanto antes. O fator socioeconômico desempenha um papel fundamental no desfecho. Todas as três questões representam um desafio ainda maior, principalmente em um país tão grande quanto a Índia. Sengupta et al. concluíram que fatores socioeconômicos influenciam o perfil clínico de pacientes com EI em todo o mundo, levando a atrasos no diagnóstico e a menos casos de cirurgia. Já Gupta et al. mostram observações sobre EI, como aumento da idade e proporção de pacientes sem histórico de doenças cardíacas, melhores taxas de positividade em exames sanguíneos e aumento de infecções estafilocócicas, além do aumento do uso de ecocardiograma transesofágico (ETE) e das altas taxas de cirurgias eletivas.

[…]

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30/06/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223502eed_15 Visualizações 2
Figura 1
Artigo Original

Deslocamento Linear Longitudinal do Ventrículo Esquerdo Comparado ao Strain Longitudinal Global por Ressonância Magnética Cardiovascular

Rafael Almeida Fonseca et al. Sergio Marrone Ribeiro Clerio Francisco de Azevedo Filho Roney Sampaio … Flávio Tarasoutchi Carlos Eduardo Rochitte

Resumo

Introdução

A função sistodiastólica do ventrículo esquerdo é prognóstica nas doenças cardiovasculares e pode ser avaliada por strain longitudinal global por meio de ecocardiografia e de ressonância magnética cardíaca. O strain longitudinal global pela ressonância magnética cardíaca exige a utilização de software de alto custo. O deslocamento linear longitudinal do ventrículo esquerdo pode ser uma alternativa simples e barata ao strain longitudinal global, porém eles não foram ainda comparados sistematicamente.

Objetivo

Comparar o deslocamento linear longitudinal com o strain longitudinal global e fração de ejeção do ventrículo esquerdo em valvopatas aórticos e controles.

Métodos

Incluímos 44 participantes (26 valvopatas aórticos/١٩ controles). O strain longitudinal global utilizou software específico (Circle Cardiovascular Imaging 42) e o deslocamento linear longitudinal apenas medidas lineares de distância entre a base e o ápex do ventrículo esquerdo, gerando deslocamento máximo, velocidade máxima no início da diástole, velocidade na diástase e a relação entre velocidade na diástase e velocidade máxima no início da diástole.

Resultados

Deslocamento máximo e velocidade máxima no início da diástole correlacionaram-se com strain longitudinal global (r=0,69 e r=0,65 respectivamente) e com a fração de ejeção do ventrículo esquerdo (r=0,47 e r=0,57, p<0,001 para ambos). Deslocamento máximo e velocidade máxima no início da diástole apresentaram área sob a curva Característica de Operação do Receptor de 0,88 e 0,91 e, no melhor ponto de corte (-0,13 e 0,66), sensibilidade de 72,43% e 57,14% e especificidade 80,65% e 87,10%, respectivamente, quando comparados ao strain longitudinal global. Utilizando a fração de ejeção do ventrículo esquerdo como referência, foram obtidos 0,70 e 0,82, e, no melhor ponto de corte (-0,11 e 0,61), sensibilidade de 75,00% e 50,00% e especificidade 72,97% e 78,38%, respectivamente.

Conclusão

O deslocamento linear longitudinal foi semelhante ao strain longitudinal global. O deslocamento máximo derivado do deslocamento linear longitudinal foi o melhor parâmetro na sístole, enquanto a velocidade máxima no início da diástole foi o melhor na diástole, o que possibilita a avaliação da função diastólica pela ressonância magnética cardíaca na rotina clínica de forma rápida e sem custo adicional.

  • Contração Miocárdica
  • Diástole
  • Estenose da Valva Aórtica
  • Insuficiência da Valva Aórtica
  • Ressonância Magnética
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30/06/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223502eabc304 Visualizações 2
Figure 1
What do Cardiologists Expect

O que o Cardiologista Espera do Ecocardiograma na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida?

Ciro Mancilha Murad et al. Fabiana Goulart Marcondes-Braga Danilo Bora Moleta

Introdução

O ecocardiograma tem papel central na avalição de pacientes portadores de insuficiência cardíaca (IC), contribuindo para sua classificação, definição de etiologia, estratificação de gravidade, avaliação hemodinâmica e seguimento clínico. Historicamente, a IC é dividida em diferentes fenótipos clínicos, de acordo com um parâmetro ecocardiográfico: fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE). Em sua classificação mais recente, é dividida em FEVE preservada (≥50%), reduzida (≤40%) e levemente reduzida (41 a 49%)., Recentemente, diferentes sociedades propuseram uma definição universal de IC que envolve a presença de sintomas e sinais de IC causados por alteração estrutural e/ou funcional cardíaca associados à elevação de peptídeos natriuréticos ou à evidência objetiva de congestão. Os autores reforçam ainda a importância da classificação da IC de acordo com a FEVE ().

Descrevemos aqui os principais parâmetros que o cardiologista clínico deve se atentar no ecocardiograma do paciente com IC de fração de ejeção reduzida (ICFER) e como melhor utilizá-los na prática clínica.

[…]

  • ecocardiografia
  • Insuficiência Cardíaca
  • Volume sistólico
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13/06/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223502ecard06 Visualizações 2
Figure 1
Relato de Caso

Cardimiopatia Dilatada em Lactente como Apresentação Inicial de Mucopolissacaridose

Ludimila dos Anjos Teixeira Romão et al. Fátima Derlene da Rocha Araújo Camila Magalhães Silva Rodrigo Rezende Arantes Zilda Maria Alves Meira

Introdução

As mucopolissacaridoses são doenças genéticas raras causadas por deficiência de enzimas lisossômicas que atuam no catabolismo dos glicosaminoglicanos, polímeros da matriz extracelular do tecido conjuntivo. O acúmulo progressivo dos glicosaminoglicanos ocorre nos tecidos das vias aéreas, mucosas, pulmões, ossos, articulações, coração, fígado, olhos e ouvidos, sistema nervoso central e periférico. A multiplicidade de órgãos acometidos caracteriza manifestação multissistêmica com amplo espectro de gravidade e apresentação clínica. O fenótipo mais grave é a síndrome de Hurler (mucopolissacaridose tipo I), com incidência de 0,61 a 1,30 por 100 mil nascidos vivos.

O coração é afetado em mais de 50% dos casos de mucopolissacaridose podendo haver tanto acometimento valvar como de miocárdico, além de possível associação com hipertensão arterial sistêmica (HAS).

[…]

  • Cardiomiopatia dilatada
  • Criança
  • Mucopolissacaridose I
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13/06/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223502eabc255 Visualizações 2
Figura 1
Review Article

Viabilidade Miocárdica na Prática Clínica

Miriana Basso Gomes

Resumo

Embora a avaliação da viabilidade miocárdica seja comum na prática do cardiologista, muitos médicos têm dúvidas a respeito dos resultados dos métodos diagnósticos. A medicina nuclear tem papel importante nos estudos de viabilidade, mas os laudos precisam ser interpretados num contexto clínico e fisiopatológico. Este artigo teve o objetivo de revisar a origem e a evolução do conceito da viabilidade miocárdica. São expostos os métodos diagnósticos com ênfase na medicina nuclear com uma explicação funcional sobre cada tipo de exame. A partir disso, são mostradas imagens como exemplos e é proposta uma maneira de atuar nesses casos baseada na clínica, na porcentagem de miocárdio acometido e na topografia das lesões coronarianas (proximais ou distais).

  • Cardiologia
  • Infarto Do Miocárdio
  • Medicina Nuclear
  • Viabilidade Miocárdica
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13/06/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223502eabc264 Visualizações 2
Figure 1
My Approach To

Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica Tridimensional da Comunicação Interatrial

Daniela Lago Kreuzig

Avaliação pré procedimento

Ao término de um minucioso ETE bidimensional com interrogação de todo o septo interatrial desde o corte de 4 câmaras até o bicaval, acrescido do mapeamento a cores, inicia-se a aquisição da imagem tridimensional. A projeção en face da comunicação interatrial e a disposição do defeito em posição anatômica permitem obter informações valiosas a partir de uma única imagem: tamanho, formato, localização no septo interatrial, características das bordas ao redor do defeito e presença de fenestração adicional.

Habitualmente, inicia-se a avaliação tridimensional pela perspectiva do átrio direito, tendo em vista a melhor facilidade na identificação dos marcadores anatômicos. Um bloco de ângulo médio (3D ou 4D zoom) é adquirido ou um bloco grande (full-volume por meio da ferramenta dois cortes) é manipulado, a partir de um corte bicaval inicial; procede-se à rotação no plano z cerca de 90°, para que as veias cavas superior e inferior fiquem alinhadas no plano vertical (veia cava superior em posição de 11h do relógio) e a aorta em região anterior e superior. A preferência é por não utilizar a aquisição em modo ângulo estreito (Live 3D ou Birds view) e nem uma magnificação muito grande, pois há uma perda das referências anatômicas adjacentes ao defeito, o que pode comprometer essa análise inicial fundamental. A partir dessa reconstrução, como no exemplo da , é possível caracterizar o defeito como único, do tipo ostium secundum, formato oval, central, de tamanho médio e com bordas adequadas ao redor de todo o defeito. O , dessa mesma CIA, também permite avaliar a ocorrência de variação dinâmica de sua dimensão com o ciclo cardíaco.

[…]

  • Cardiopatias Congênitas
  • Comunicação Interatrial
  • Ecocardiografia Tridimensional
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13/06/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223502ecom32 Visualizações 3
Figura 1
Artigo Original

Qual Estratégia Terapêutica é Menos Cardiotóxica no Tratamento do Câncer De Mama: Uso de Paclitaxel Antes ou Depois da Doxorrubicina?

André Luiz Cerqueira de Almeida et al. Edval Gomes dos Santos Júnior Aluísio José de Oliveira Monteiro Neto Thyago Monteiro do Espírito Santo … Paulo André A. Almeida Samuel Oliveira Affonseca Caroline de Souza Almeida Matheus Pamponet Freitas Cecília Lopes Viana Santos Vitória Régia Beserra Barbosa Ximenes Mariana Andrade Falcão Israel Costa Reis Suzane Pereira de Souza Maurício Gomes da Silva Serra Ana Beatriz Menezes de Oliveira Tayla Silva Santos Nilson Lima Lopes Marcelo Dantas Tavares de Melo

Resumo

Fundamento:

A combinação de doxorrubicina com paclitaxel é eficaz no tratamento do câncer de mama. No entanto, a cardiotoxidade associada à doxorrubicina é agravada pelo uso do paclitaxel. Não há consenso sobre qual sequência é mais segura.

Objetivos:

Avaliar qual sequência tem maior potencial cardiotóxico no tratamento do câncer de mama: doxorrubicina seguida de paclitaxel ou o inverso.

Métodos:

Estudo prospectivo de mulheres com câncer de mama primário. Todos os participantes receberam quatro ciclos de doxorrubicina e 12 infusões de paclitaxel. Os participantes foram divididos em dois grupos, a critério do oncologista: Grupo 1, que recebeu paclitaxel antes da doxorrubicina, e Grupo 2, que teve doxorrubicina antes do paclitaxel. Definiu-se cardiotoxicidade como uma redução absoluta na fração de ejeção ventricular esquerda >10% para <53%. Os pacientes foram submetidos a avaliação clínica e ecocardiografia antes do tratamento (fase 1) e 1 ano após o tratamento (fase 2).

Resultados:

Foram avaliadas 69 mulheres: 19 no Grupo 1 e 50 no Grupo 2. Os grupos apresentavam características clínicas semelhantes. As doses de radiação, doxorrubicina e paclitaxel utilizadas foram semelhantes. Oito (11,6%) pacientes desenvolveram cardiotoxicidade: dois (10,5%) no Grupo 1 e seis (12,0%) no Grupo 2 (p=0,62). A fração de ejeção ventricular esquerda se mostrou semelhante entre os grupos da fase 1 (Grupo 1 = 65,1±3,5; Grupo 2=65,2±3,9; p=0,96), com redução significativa após 1 ano em ambos os grupos: Grupo 1 = 61,4±8,1% (p=0,021) e Grupo 2 = 60,8±7,6% (p<0,001). Embora menor, a fração de ejeção ventricular esquerda permaneceu semelhante entre os grupos após a Fase 2 (p=0,79).

Conclusão:

Nas mulheres com câncer de mama submetidas à quimioterapia, a incidência de cardiotoxicidade ao final do primeiro ano de tratamento foi semelhante, independentemente do uso de doxorrubicina antes ou após o paclitaxel.

  • Cardiotoxicidade
  • Doxorrubicina
  • Neoplasias de mama
  • Paclitaxel
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13/06/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223502eabc289 Visualizações 3
Figura 1
Relato de Caso

Apresentação Tardia de Infarto Agudo do Miocárdio Transmural Sem Obstrução Coronariana Aterosclerótica Associado à COVID-19

Jaime Paula Pessoa Linhares Filho et al. Matheus Cardoso de Aragão João Bosco Breckenfeld Bastos Filho Ricardo Paulo de Souza Rocha … Fábio Holanda Lacerda Francisco de Assis Carvalho de Santana

Introdução

Durante a pandemia da doença pelo coronavírus 2019 (Covid-19), observou-se um aumento da incidência de eventos tromboembólicos associados à infecção pelo coronavírus. A maioria dos casos, no entanto, é composta de eventos trombóticos venosos, principalmente trombose venosa profunda e tromboembolismo pulmonar. A ocorrência de fenômenos arteriais e, principalmente, coronarianos é rara.

Vários fatores fisiopatológicos foram enumerados para explicar a relação entre a infecção por coronavírus e o aumento dos fenômenos embólicos. O aumento dos mediadores inflamatórios, a liberação de fatores protrombóticos e a disfunção endotelial são os principais fatores envolvidos.,

[…]

  • Biomarcadores
  • Coronavírus
  • COVID-19
  • Infarto Do Miocárdio
  • Miocardite
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13/06/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223502eabc290 Visualizações 4
Figura 1
Review Article

Papel do Strain no Diagnóstico Precoce da Cardiomiopatia Diabética

Thais Rossoni Weber da Silva et al. Roberto Léo da Silva Adriana Ferraz Martins Jefferson Luiz Brum Marques

Resumo

Fundamento

A ecocardiografia avançada com utilização de strain miocárdico bi e tridimensional propõe identificar a disfunção sistólica subclínica em diversas condições clínicas. No diabetes mellitus , seu papel é de grande interesse para diagnóstico precoce de cardiomiopatia diabética. Contudo, há grande heterogeneidade nos artigos publicados.

Objetivo

Realizar uma revisão sistemática, para avaliar o papel atual da avaliação com strain nos pacientes com diabetes mellitus .

Métodos

Após revisão sistemática em cinco bancos de dados, 19 estudos que utilizaram strain bidimensional e oito estudos que utilizaram strain tridimensional foram incluídos.

Resultados

Na avaliação por strain bidimensional, a amostra totalizou 1.774 indivíduos com diabetes mellitus , com idade média de 57,1 anos e mediana de 55 anos, com equilíbrio em relação ao sexo dos participantes (47,5% do sexo feminino). Nos estudos que utilizaram strain tridimensional, foram incluídos 488 indivíduos com diabetes, com idade média de 55,7 anos e mediana de 63 anos, também com equilíbrio entre o sexo dos pacientes (51% do sexo feminino). O strain global longitudinal foi o marcador de deformação miocárdica que mais frequentemente conseguiu demonstrar diferença entre grupos com indivíduos diabéticos e controles.

Conclusão

O strain miocárdico por speckle tracking bi e tridimensional permite identificar disfunção sistólica subclínica em pacientes diabéticos, o que se torna mais marcante nos pacientes com mais fatores de risco associados e com remodelamento ventricular.

  • Diabetes mellitus
  • ecocardiografia
  • Função ventricular
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28/05/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223502eabc293 Visualizações 3
Figura 1
Relato de Caso

Linfoma Cardíaco Primário: o Papel da Multimodalidade de Imagem na Abordagem Diagnóstica

Julia Werneck Paulino Soares de Souza et al. Luiza Telles de Andrade Alvares Maria Paula Righeti Gonçalves Ana Beatriz Aisemann Goulart Paiva … Ricardo Lopes Ferreira Marcelo Goulart Paiva

Resumo

Massas intracardíacas constituem um desafio diagnóstico, já que os sintomas são comuns a patologias cardiovasculares ou não. Métodos – invasivos ou não – possibilitam o diagnóstico diferencial e a confirmação histológica, propiciando tratamento adequado. Para melhor compreender a importância da multimodalidade em imagem e a abordagem nos tumores cardíacos , relatamos o caso de um lifoma cardíaco primário, em que a abordagem multidisciplinar permitiu o rápido diagnóstico e seu tratamento, inclusive das intercorrências, com resposta inicial promissora, a despeito da evolução fatal durante a pandemia por SARS-CoV-2.

  • Doenças Cardiovasculares
  • ecocardiografia
  • Linfoma
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28/05/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223502eabc286 Visualizações 3
Figura 1
My Approach To

Como Eu Faço Ecocardiograma na Ablação por Radiofrequência da Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva

Antonio Tito Paladino et al. Andrea de Andrade Vilela Jorge Eduardo Assef Bruno Pereira Valdigem

Introdução

A cardiomiopatia hipertrófica (CMH) é uma doença genética autossômica dominante que afeta um a cada 500 indivíduos, sendo considerada a forma isolada mais comum de doença cardíaca hereditária. É caracterizada por graus variáveis de hipertrofia ventricular, desarranjo das fibras miocárdicas, fibrose intersticial e doença microvascular, na ausência de condições cardíacas ou sistêmicas que justifiquem esses achados.

A ecocardiografia é uma ferramenta inestimável no diagnóstico e acompanhamento de pacientes com CMH, avaliando morfologia, distúrbios hemodinâmicos, função do ventrículo esquerdo (VE) e prognóstico. Além disso, tem papel fundamental nos casos de CMH obstrutiva (CMHO) na indicação dos tratamentos invasivos. A ablação por radiofrequência (ARF) é atualmente uma das possibilidades em estudo.

[…]

  • Ablação por Radiofrequência
  • ecocardiografia
  • Hipertrofia Cardíaca
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27/05/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223502ecom28 Visualizações 2
Figura 1
Relato de Caso

Diagnóstico de Anomalia Coronariana da Artéria Circunflexa com Trajeto Retroaórtico por meio do Ecocardiograma Transtorácico (RAC Sign) e Confirmação pela Angiotomografia de Artérias Coronárias: Série de Casos

Raul Serra Valério et al. Alfredo A. Eyer Rodrigues Carlos Eduardo Suaide Silva Marly Uellendahl Luciano de Figueiredo Aguiar Filho

Introdução

A anomalia congênita das artérias coronárias (ACAA) é uma condição relativamente rara, que apresenta prevalência populacional estimada em 0,21% a 5,79%.

A ACAA apresenta amplo espectro de variações e pode ser classificada em anomalias de origem e trajeto, anomalias intrínsecas e anomalias de destino. , Dentro desse espectro da ACAA, a que se destaca pela maior prevalência, estimada em 0,3% a 0,8%, é a origem anômala da artéria circunflexa (ACx) no seio coronariano direito (SCD).

[…]

  • Angiografia por Tomografia Computadorizada
  • Anormalidades Cardiovasculares
  • ecocardiografia
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Como eu Faço Valve-in-Valve Mitral Via Transeptal
My Approach To

Como eu Faço Valve-in-Valve Mitral Via Transeptal

Andrea de Andrade Vilela et al. Antonio Tito Paladino Filho Maria Estefânia Bosco Otto Vanessa Andreoli Esmanhoto

Introdução

O tratamento percutâneo da doença valvar cardíaca é um assunto de grande interesse na Cardiologia. O implante percutâneo da valva aórtica foi realizado pela primeira vez em 2002 por Alan Cribier e abriu caminho para o tratamento transcateter da valva mitral.

Os primeiros casos de valve in valve (VIV) foram realizados para o tratamento de bioprótese deterioradas na posição aórtica , . Em 2009, o grupo do Dr John Webb publicou o 1°caso de sucesso de um VIV mitral . Desde então, o VIV mitral passou a ser realizado em inúmeros centros no mundo.

[…]

  • Doença Valvar Cardíaca
  • Ecocardiografia transtorácica
  • Tratamento
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27/05/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223502ecom24 Visualizações 2

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Andrade SM, Barretto RBM, Sousa FTT, Bihan DCSL. Análise da Função Atrial Esquerda em Pacientes com Insuficiência Mitral Funcional Associada à Miocardiopatia Dilatada. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(2):eabc281.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Andrade, Stephanie Macedo; Barretto, Rodrigo Bellio de Mattos; Sousa, Francisco Thiago Tomaz de; Bihan, David Costa de Souza Le. Análise da Função Atrial Esquerda em Pacientes com Insuficiência Mitral Funcional Associada à Miocardiopatia Dilatada. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 2, eabc281, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Andrade, S. M., Barretto, R. B. M., Sousa, F. T. T. , & Bihan, D. C. S. L. (2022). Análise da Função Atrial Esquerda em Pacientes com Insuficiência Mitral Funcional Associada à Miocardiopatia Dilatada. ABC Imagem Cardiovascular, 35(2), eabc281.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Andrade, Stephanie Macedo and Barretto, Rodrigo Bellio de Mattos and Sousa, Francisco Thiago Tomaz de and Bihan, David Costa de Souza Le. Análise da Função Atrial Esquerda em Pacientes com Insuficiência Mitral Funcional Associada à Miocardiopatia Dilatada. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-15], eabc281. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/analise-da-funcao-atrial-esquerda-em-pacientes-com-insuficiencia-mitral-funcional-associada-a-miocardiopatia-dilatada/>. ISSN 2318-8219

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Silva TM, Oliveira GB, Barros TLS, Andrade AB, Furlan BB, Nunes MCP. Apêndice Atrial Esquerdo: Anatomia, Função e Importância na Formação de Trombos. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(2):eabc301.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Taylla Mendes; Oliveira, Gustavo Brandão de; Barros, Thais Lins de Souza; Andrade, André Barbosa de; Furlan, Bruno Bom; Nunes, Maria do Carmo de Pereira. Apêndice Atrial Esquerdo: Anatomia, Função e Importância na Formação de Trombos. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 2, eabc301, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, T. M., Oliveira, G. B. , Barros, T. L. S., Andrade, A. B. , Furlan, B. B., & Nunes, M. C. P. (2022). Apêndice Atrial Esquerdo: Anatomia, Função e Importância na Formação de Trombos. ABC Imagem Cardiovascular, 35(2), eabc301.

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Silva, Taylla Mendes and Oliveira, Gustavo Brandão de and Barros, Thais Lins de Souza and Andrade, André Barbosa de and Furlan, Bruno Bom and Nunes, Maria do Carmo de Pereira. Apêndice Atrial Esquerdo: Anatomia, Função e Importância na Formação de Trombos. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-15], eabc301. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/apendice-atrial-esquerdo-anatomia-funcao-e-importancia-na-formacao-de-trombos/>. ISSN 2318-8219

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Agrawal A, Sengupta SP. Endocardite Infecciosa na Índia: Um Panorama de um País Enorme. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(2):eed_15.

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Agrawal, Ashish; Sengupta, Shantanu P. Endocardite Infecciosa na Índia: Um Panorama de um País Enorme. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 2, eed_15, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Agrawal, A., & Sengupta, S. P. (2022). Endocardite Infecciosa na Índia: Um Panorama de um País Enorme. ABC Imagem Cardiovascular, 35(2), eed_15.

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Agrawal, Ashish and Sengupta, Shantanu P. Endocardite Infecciosa na Índia: Um Panorama de um País Enorme. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-15], eed_15. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/endocardite-infecciosa-na-india-um-panorama-de-um-pais-enorme/>. ISSN 2318-8219

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Fonseca RA, Ribeiro SM, Azevedo Filho CF, Sampaio R, Tarasoutchi F, Rochitte CE. Deslocamento Linear Longitudinal do Ventrículo Esquerdo Comparado ao Strain Longitudinal Global por Ressonância Magnética Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(2):eabc304.

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Fonseca, Rafael Almeida; Ribeiro, Sergio Marrone; Azevedo Filho, Clerio Francisco de; Sampaio, Roney; Tarasoutchi, Flávio; Rochitte, Carlos Eduardo. Deslocamento Linear Longitudinal do Ventrículo Esquerdo Comparado ao Strain Longitudinal Global por Ressonância Magnética Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 2, eabc304, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fonseca, R. A., Ribeiro, S. M., Azevedo Filho, C. F. , Sampaio, R., Tarasoutchi, F., & Rochitte, C. E. (2022). Deslocamento Linear Longitudinal do Ventrículo Esquerdo Comparado ao Strain Longitudinal Global por Ressonância Magnética Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular, 35(2), eabc304.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fonseca, Rafael Almeida and Ribeiro, Sergio Marrone and Azevedo Filho, Clerio Francisco de and Sampaio, Roney and Tarasoutchi, Flávio and Rochitte, Carlos Eduardo. Deslocamento Linear Longitudinal do Ventrículo Esquerdo Comparado ao Strain Longitudinal Global por Ressonância Magnética Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-15], eabc304. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/deslocamento-linear-longitudinal-do-ventriculo-esquerdo-comparado-ao-strain-longitudinal-global-por-ressonancia-magnetica-cardiovascular/>. ISSN 2318-8219

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Murad CM, Marcondes-Braga FG, Moleta DB. O que o Cardiologista Espera do Ecocardiograma na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida?. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(2):ecard06.

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Murad, Ciro Mancilha; Marcondes-Braga, Fabiana Goulart; Moleta, Danilo Bora. O que o Cardiologista Espera do Ecocardiograma na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 2, ecard06, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Murad, C. M., Marcondes-Braga, F. G., & Moleta, D. B. (2022). O que o Cardiologista Espera do Ecocardiograma na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida?. ABC Imagem Cardiovascular, 35(2), ecard06.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Murad, Ciro Mancilha and Marcondes-Braga, Fabiana Goulart and Moleta, Danilo Bora. O que o Cardiologista Espera do Ecocardiograma na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-15], ecard06. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-que-o-cardiologista-espera-do-ecocardiograma-na-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-reduzida/>. ISSN 2318-8219

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Romão LAT, Araújo FDR, Silva CM, Arantes RR, Meira ZMA. Cardimiopatia Dilatada em Lactente como Apresentação Inicial de Mucopolissacaridose. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(2):eabc255.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Romão, Ludimila dos Anjos Teixeira; Araújo, Fátima Derlene da Rocha; Silva, Camila Magalhães; Arantes, Rodrigo Rezende; Meira, Zilda Maria Alves. Cardimiopatia Dilatada em Lactente como Apresentação Inicial de Mucopolissacaridose. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 2, eabc255, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Romão, L. A. T., Araújo, F. D. R., Silva, C. M., Arantes, R. R., & Meira, Z. M. A. (2022). Cardimiopatia Dilatada em Lactente como Apresentação Inicial de Mucopolissacaridose. ABC Imagem Cardiovascular, 35(2), eabc255.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Romão, Ludimila dos Anjos Teixeira and Araújo, Fátima Derlene da Rocha and Silva, Camila Magalhães and Arantes, Rodrigo Rezende and Meira, Zilda Maria Alves. Cardimiopatia Dilatada em Lactente como Apresentação Inicial de Mucopolissacaridose. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-15], eabc255. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cardimiopatia-dilatada-em-lactente-como-apresentacao-inicial-de-mucopolissacaridose/>. ISSN 2318-8219

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Gomes MB. Viabilidade Miocárdica na Prática Clínica. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(2):eabc264.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gomes, Miriana Basso. Viabilidade Miocárdica na Prática Clínica. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 2, eabc264, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gomes, M. B. (2022). Viabilidade Miocárdica na Prática Clínica. ABC Imagem Cardiovascular, 35(2), eabc264.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gomes, Miriana Basso. Viabilidade Miocárdica na Prática Clínica. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-15], eabc264. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/viabilidade-miocardica-na-pratica-clinica/>. ISSN 2318-8219

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Kreuzig DL. Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica Tridimensional da Comunicação Interatrial. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(2):ecom32.

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Kreuzig, Daniela Lago. Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica Tridimensional da Comunicação Interatrial. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 2, ecom32, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Kreuzig, D. L. (2022). Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica Tridimensional da Comunicação Interatrial. ABC Imagem Cardiovascular, 35(2), ecom32.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Kreuzig, Daniela Lago. Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica Tridimensional da Comunicação Interatrial. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-15], ecom32. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-a-avaliacao-ecocardiografica-tridimensional-da-comunicacao-interatrial/>. ISSN 2318-8219

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Almeida ALC, Santos Júnior EG, Monteiro Neto AJO, Santo TME, Almeida PAA, Affonseca SO, Almeida CS, et al. Qual Estratégia Terapêutica é Menos Cardiotóxica no Tratamento do Câncer De Mama: Uso de Paclitaxel Antes ou Depois da Doxorrubicina?. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(2):eabc289.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Almeida, André Luiz Cerqueira de; Santos Júnior, Edval Gomes dos; Monteiro Neto, Aluísio José de Oliveira; Santo, Thyago Monteiro do Espírito; Almeida, Paulo André A.; Affonseca, Samuel Oliveira; Almeida, Caroline de Souza; Freitas, Matheus Pamponet; Santos, Cecília Lopes Viana; Ximenes, Vitória Régia Beserra Barbosa; Falcão, Mariana Andrade; Reis, Israel Costa; Souza, Suzane Pereira de; Serra, Maurício Gomes da Silva; Oliveira, Ana Beatriz Menezes de; Santos, Tayla Silva; Lopes, Nilson Lima; Melo, Marcelo Dantas Tavares de. Qual Estratégia Terapêutica é Menos Cardiotóxica no Tratamento do Câncer De Mama: Uso de Paclitaxel Antes ou Depois da Doxorrubicina?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 2, eabc289, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Almeida, A. L. C. , Santos Júnior, E. G. , Monteiro Neto, A. J. O., Santo, T. M. E., Almeida, P. A. A., Affonseca, S. O., Almeida, C. S., Freitas, M. P., Santos, C. L. V., Ximenes, V. R. B. B., Falcão, M. A., Reis, I. C., Souza, S. P. , Serra, M. G. S., Oliveira, A. B. M. , Santos, T. S., Lopes, N. L., & Melo, M. D. T. (2022). Qual Estratégia Terapêutica é Menos Cardiotóxica no Tratamento do Câncer De Mama: Uso de Paclitaxel Antes ou Depois da Doxorrubicina?. ABC Imagem Cardiovascular, 35(2), eabc289.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Almeida, André Luiz Cerqueira de and Santos Júnior, Edval Gomes dos and Monteiro Neto, Aluísio José de Oliveira and Santo, Thyago Monteiro do Espírito and Almeida, Paulo André A. and Affonseca, Samuel Oliveira and Almeida, Caroline de Souza and Freitas, Matheus Pamponet and Santos, Cecília Lopes Viana and Ximenes, Vitória Régia Beserra Barbosa and Falcão, Mariana Andrade and Reis, Israel Costa and Souza, Suzane Pereira de and Serra, Maurício Gomes da Silva and Oliveira, Ana Beatriz Menezes de and Santos, Tayla Silva and Lopes, Nilson Lima and Melo, Marcelo Dantas Tavares de. Qual Estratégia Terapêutica é Menos Cardiotóxica no Tratamento do Câncer De Mama: Uso de Paclitaxel Antes ou Depois da Doxorrubicina?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-15], eabc289. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/qual-estrategia-terapeutica-e-menos-cardiotoxica-no-tratamento-do-cancer-de-mama-uso-de-paclitaxel-antes-ou-depois-da-doxorrubicina/>. ISSN 2318-8219

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Linhares Filho JPP, Aragão MC, Bastos Filho JBB, Rocha RPS, Lacerda FH, Santana FAC. Apresentação Tardia de Infarto Agudo do Miocárdio Transmural Sem Obstrução Coronariana Aterosclerótica Associado à COVID-19. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(2):eabc290.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Linhares Filho, Jaime Paula Pessoa; Aragão, Matheus Cardoso de; Bastos Filho, João Bosco Breckenfeld; Rocha, Ricardo Paulo de Souza; Lacerda, Fábio Holanda; Santana, Francisco de Assis Carvalho de. Apresentação Tardia de Infarto Agudo do Miocárdio Transmural Sem Obstrução Coronariana Aterosclerótica Associado à COVID-19. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 2, eabc290, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Linhares Filho, J. P. P., Aragão, M. C. , Bastos Filho, J. B. B., Rocha, R. P. S., Lacerda, F. H., & Santana, F. A. C. (2022). Apresentação Tardia de Infarto Agudo do Miocárdio Transmural Sem Obstrução Coronariana Aterosclerótica Associado à COVID-19. ABC Imagem Cardiovascular, 35(2), eabc290.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Linhares Filho, Jaime Paula Pessoa and Aragão, Matheus Cardoso de and Bastos Filho, João Bosco Breckenfeld and Rocha, Ricardo Paulo de Souza and Lacerda, Fábio Holanda and Santana, Francisco de Assis Carvalho de. Apresentação Tardia de Infarto Agudo do Miocárdio Transmural Sem Obstrução Coronariana Aterosclerótica Associado à COVID-19. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-15], eabc290. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/apresentacao-tardia-de-infarto-agudo-do-miocardio-transmural-sem-obstrucao-coronariana-aterosclerotica-associado-a-covid-19/>. ISSN 2318-8219

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Silva TRW, Silva RL, Martins AF, Marques JLB. Papel do Strain no Diagnóstico Precoce da Cardiomiopatia Diabética. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2022;35(2):eabc293.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Thais Rossoni Weber da; Silva, Roberto Léo da; Martins, Adriana Ferraz; Marques, Jefferson Luiz Brum. Papel do Strain no Diagnóstico Precoce da Cardiomiopatia Diabética. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 35, n. 2, eabc293, maio. 2022.

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Silva, T. R. W. , Silva, R. L. , Martins, A. F., & Marques, J. L. B. (2022). Papel do Strain no Diagnóstico Precoce da Cardiomiopatia Diabética. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 35(2), eabc293.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Thais Rossoni Weber da and Silva, Roberto Léo da and Martins, Adriana Ferraz and Marques, Jefferson Luiz Brum. Papel do Strain no Diagnóstico Precoce da Cardiomiopatia Diabética. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-15], eabc293. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/papel-do-strain-no-diagnostico-precoce-da-cardiomiopatia-diabetica/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Souza JWPS, Alvares LTA, Gonçalves MPR, Paiva ABAG, Ferreira RL, Paiva MG. Linfoma Cardíaco Primário: o Papel da Multimodalidade de Imagem na Abordagem Diagnóstica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2022;35(2):eabc286.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Souza, Julia Werneck Paulino Soares de; Alvares, Luiza Telles de Andrade; Gonçalves, Maria Paula Righeti; Paiva, Ana Beatriz Aisemann Goulart; Ferreira, Ricardo Lopes; Paiva, Marcelo Goulart. Linfoma Cardíaco Primário: o Papel da Multimodalidade de Imagem na Abordagem Diagnóstica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 35, n. 2, eabc286, maio. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Souza, J. W. P. S. , Alvares, L. T. A., Gonçalves, M. P. R., Paiva, A. B. A. G., Ferreira, R. L., & Paiva, M. G. (2022). Linfoma Cardíaco Primário: o Papel da Multimodalidade de Imagem na Abordagem Diagnóstica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 35(2), eabc286.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Souza, Julia Werneck Paulino Soares de and Alvares, Luiza Telles de Andrade and Gonçalves, Maria Paula Righeti and Paiva, Ana Beatriz Aisemann Goulart and Ferreira, Ricardo Lopes and Paiva, Marcelo Goulart. Linfoma Cardíaco Primário: o Papel da Multimodalidade de Imagem na Abordagem Diagnóstica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-15], eabc286. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/linfoma-cardiaco-primario-o-papel-da-multimodalidade-de-imagem-na-abordagem-diagnostica/>. ISSN 2318-8219

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Paladino AT, Vilela AA, Assef JE, Valdigem BP. Como Eu Faço Ecocardiograma na Ablação por Radiofrequência da Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2022;35(2):ecom28.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Paladino, Antonio Tito; Vilela, Andrea de Andrade; Assef, Jorge Eduardo; Valdigem, Bruno Pereira. Como Eu Faço Ecocardiograma na Ablação por Radiofrequência da Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 35, n. 2, ecom28, maio. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Paladino, A. T., Vilela, A. A., Assef, J. E., & Valdigem, B. P. (2022). Como Eu Faço Ecocardiograma na Ablação por Radiofrequência da Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 35(2), ecom28.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Paladino, Antonio Tito and Vilela, Andrea de Andrade and Assef, Jorge Eduardo and Valdigem, Bruno Pereira. Como Eu Faço Ecocardiograma na Ablação por Radiofrequência da Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-15], ecom28. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-ecocardiograma-na-ablacao-por-radiofrequencia-da-cardiomiopatia-hipertrofica-obstrutiva/>. ISSN 2318-8219

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Valério RS, Rodrigues AAE, Silva CES, Uellendahl M, Aguiar Filho LF. Diagnóstico de Anomalia Coronariana da Artéria Circunflexa com Trajeto Retroaórtico por meio do Ecocardiograma Transtorácico (RAC Sign) e Confirmação pela Angiotomografia de Artérias Coronárias: Série de Casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2022;35(2):eabc271.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Valério, Raul Serra; Rodrigues, Alfredo A. Eyer; Silva, Carlos Eduardo Suaide; Uellendahl, Marly; Aguiar Filho, Luciano de Figueiredo. Diagnóstico de Anomalia Coronariana da Artéria Circunflexa com Trajeto Retroaórtico por meio do Ecocardiograma Transtorácico (RAC Sign) e Confirmação pela Angiotomografia de Artérias Coronárias: Série de Casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 35, n. 2, eabc271, maio. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Valério, R. S., Rodrigues, A. A. E., Silva, C. E. S., Uellendahl, M., & Aguiar Filho, L. F. (2022). Diagnóstico de Anomalia Coronariana da Artéria Circunflexa com Trajeto Retroaórtico por meio do Ecocardiograma Transtorácico (RAC Sign) e Confirmação pela Angiotomografia de Artérias Coronárias: Série de Casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 35(2), eabc271.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Valério, Raul Serra and Rodrigues, Alfredo A. Eyer and Silva, Carlos Eduardo Suaide and Uellendahl, Marly and Aguiar Filho, Luciano de Figueiredo. Diagnóstico de Anomalia Coronariana da Artéria Circunflexa com Trajeto Retroaórtico por meio do Ecocardiograma Transtorácico (RAC Sign) e Confirmação pela Angiotomografia de Artérias Coronárias: Série de Casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-15], eabc271. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/diagnostico-de-anomalia-coronariana-da-arteria-circunflexa-com-trajeto-retroaortico-por-meio-do-ecocardiograma-transtoracico-rac-sign-e-confirmacao-pela-angiotomografia-de-arterias-coronarias-serie/>. ISSN 2318-8219

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Vilela AA, Paladino Filho AT, Otto MEB, Esmanhoto VA. Como eu Faço Valve-in-Valve Mitral Via Transeptal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2022;35(2):ecom24.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Vilela, Andrea de Andrade; Paladino Filho, Antonio Tito; Otto, Maria Estefânia Bosco; Esmanhoto, Vanessa Andreoli. Como eu Faço Valve-in-Valve Mitral Via Transeptal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 35, n. 2, ecom24, maio. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Vilela, A. A., Paladino Filho, A. T., Otto, M. E. B., & Esmanhoto, V. A. (2022). Como eu Faço Valve-in-Valve Mitral Via Transeptal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 35(2), ecom24.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Vilela, Andrea de Andrade and Paladino Filho, Antonio Tito and Otto, Maria Estefânia Bosco and Esmanhoto, Vanessa Andreoli. Como eu Faço Valve-in-Valve Mitral Via Transeptal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-15], ecom24. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-valve-in-valve-mitral-via-transeptal/>. ISSN 2318-8219

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