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  2. Palavra-chave: Medicina Nuclear
Figura 1
ABCIC
Review Article

Como Eu Faço a Avaliação de Massas Cardíacas pelo FDG PET/CT

Simone Cristina Soares Brandão et al. João Marcelo Duarte Ribeiro Sobrinho Emanuel Davi Lima de Matos Leão Lara Cristiane Terra Ferreira Carreira Adriana Soares Xavier de Brito

Resumo

As massas cardíacas são formações sólidas de etiologia variável, sendo fundamental o diagnóstico acurado, sobretudo nas de natureza maligna, que estão associadas à pior prognóstico. Em decorrência dessa diversidade, frequentemente é necessário associar diferentes métodos de imagem na sua investigação. Os métodos convencionais de imagem cardiovascular incluem o ecocardiograma transtorácico, a ressonância magnética e a tomografia cardíaca, que permitem caracterizar aspectos anatômicos e repercussões hemodinâmicas associadas à massa. No entanto, em decorrência de suas limitações, maior precisão no estudo etiológico da massa é alcançada quando a Medicina Nuclear é associada à propedêutica, através da tomografia por emissão de pósitrons associada a tomografia computadorizada com a fluordeoxiglicose-Flúor-18 (FDG PET/CT). Suas especificidades incluem a eficácia na avaliação da atividade metabólica das massas cardíacas, especialmente na diferenciação entre benignas e malignas, na capacidade de indicar o melhor sítio de biópsia e de estadiar o corpo inteiro. O valor máximo do Standardized Uptake Value (SUVmax) é usado como parâmetro quantitativo do grau de captação de FDG pela massa, sendo um SUVmax elevado sugestivo de malignidade. A interpretação dos achados da FDG PET/CT deve ser feita em conjunto com a clínica e as imagens convencionais para uma conclusão mais assertiva. Desse modo, a abordagem multimodal, especialmente com a inclusão da FDG PET/CT, permite uma diferenciação mais precisa entre massas cardíacas benignas e malignas, contribuindo para o manejo adequado do paciente.

  • Fluordesoxiglucose F18
  • Medicina Nuclear
  • Tomografia por Emissão de Pósitrons combinada à Tomografia Computadorizada
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28/06/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240040 Visualizações 2
Como Eu Faço Medicina Nuclear na Avaliação da Doença Microvascular na Mulher
ABCIC
Review Article

Como Eu Faço Medicina Nuclear na Avaliação da Doença Microvascular na Mulher

Lara Cristiane Terra Ferreira Carreira et al. Lívia Carreira Adriana Soares Xavier de Brito

Resumo

A disfunção microvascular coronariana (DMC) é uma condição cada vez mais reconhecida como causa de angina, com importância prognóstica em vários processos cardiovasculares, principalmente nas mulheres, sendo decorrente de anormalidades na estrutura e/ou função da microcirculação coronariana. Mesmo na ausência de doença arterial coronariana (DAC) obstrutiva, a DMC está associada a um pior prognóstico, com maior morbidade, comprometimento da qualidade de vida e hospitalizações recorrentes devido à angina e à insuficiência cardíaca, representando um desafio para o diagnóstico e tratamento. Neste artigo, fazemos uma breve revisão sobre a DMC e como a medicina nuclear pode auxiliar na sua avaliação.

  • Angina Microvascular
  • Isquemia Miocárdica
  • Medicina Nuclear
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28/03/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240015
ABC
Editorial

Cardiologia Nuclear na Otimização da Terapia de Ressincronização: Quo Vadis?

Gabriel Blacher Grossman

Viabilidade Miocárdica e Terapia de Ressincronização

Vários estudos na literatura mostram que a ausência de viabilidade miocárdica no local onde o eletrodo foi posicionado reduz a eficácia da TRC. Ypenburg et al., avaliaram a presença de fibrose usando GATED-SPECT com Tc-99m-tetrofosmin antes da TRC. Pacientes sem fibrose no local de implantação do eletrodo apresentaram melhora na classe NYHA, qualidade de vida, teste de caminhada de 6 minutos, volumes ventriculares e fração de ejeção em 6 meses de seguimento em comparação com pacientes com fibrose no local de implantação do eletrodo para TRC. A extensão da área miocárdica viável foi relacionada à redução dos volumes ventriculares e da fração de ejeção. Bose et al. também demonstraram em um estudo retrospectivo envolvendo 160 pacientes com cardiomiopatia isquêmica que aqueles pacientes em que a colocação do eletrodo estava em um local com fibrose ou fibrose e isquemia tiveram mais frequentemente o desfecho primário (hospitalização por IC e morte) em 3 anos em comparação com aqueles pacientes com miocárdio normal. Portanto, a avaliação de fibrose e viabilidade miocárdica no local de implantação do eletrodo deve ser considerada antes da TRC.

[…]

  • Cardiologia
  • Diagnóstico por Imagem/métodos
  • Imagem de Perfusão Miocárdica
  • Insuficiência Cardíaca
  • Isquemia Miocárdica
  • Medicina Nuclear
  • Radioisótopos
  • Terapia por Ressincronização Cardíaca
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07/04/2023 DOI: 10.36660/abc.20230136 Visualizações 1
Figura 1
ABCIC
Review Article

Viabilidade Miocárdica na Prática Clínica

Miriana Basso Gomes

Resumo

Embora a avaliação da viabilidade miocárdica seja comum na prática do cardiologista, muitos médicos têm dúvidas a respeito dos resultados dos métodos diagnósticos. A medicina nuclear tem papel importante nos estudos de viabilidade, mas os laudos precisam ser interpretados num contexto clínico e fisiopatológico. Este artigo teve o objetivo de revisar a origem e a evolução do conceito da viabilidade miocárdica. São expostos os métodos diagnósticos com ênfase na medicina nuclear com uma explicação funcional sobre cada tipo de exame. A partir disso, são mostradas imagens como exemplos e é proposta uma maneira de atuar nesses casos baseada na clínica, na porcentagem de miocárdio acometido e na topografia das lesões coronarianas (proximais ou distais).

  • Cardiologia
  • Infarto Do Miocárdio
  • Medicina Nuclear
  • Viabilidade Miocárdica
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13/06/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223502eabc264 Visualizações 2
ABCIC
Original Article

Comportamento dos Critérios de Uso Apropriado da Cintilografia de Perfusão Miocárdica na Avaliação de Assintomáticos de Alto Risco Cardiovascular ou com Doença Coronária Conhecida

Vinicius Silva Freire Alvarenga et al. Paola Emanuela Poggio Smanio

Resumo

Fundamentos:

O papel da cintilografia de perfusão miocárdica em pacientes assintomáticos permanece restrito a situações clínicas muito específicas, muitas delas abordadas nos Critérios de Uso Apropriado (AUC) de Cintilografia de Perfusão Miocárdica.

Objetivo:

Realizar uma análise crítica da aplicação desses critérios nas indicações de exames realizados em pacientes assintomáticos do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, cuja população é notadamente de alto risco cardiovascular.

Métodos:

Foram selecionados pacientes assintomáticos que realizaram cintilografia de perfusão miocárdica para pesquisa de isquemia. As indicações dos exames foram classificadas em apropriadas, inapropriadas ou incertas. Hipocaptação fixa, hipocaptação transitória ou dilatação isquêmica transitória foram consideradas exames alterados. Na análise estatística, buscou-se avaliar a correlação entre o grau de recomendação das indicações e a presença de exames alterados.

Resultados:

A partir de uma seleção inicial de 2.999 prontuários, 490 foram considerados assintomáticos e incluídos conforme critérios de inclusão estabelecidos previamente. Apenas 9,8% das indicações foram inapropriadas, enquanto que 61,4% foram apropriadas, e 28,8% foram incertas. A hipocaptação fixa do radiofármaco ocorreu em 43,5% dos casos e a hipocaptação transitória, em 16,1%. Solicitar o exame de maneira apropriada ou incerta foi fator preditor de exame com resultado alterado nesta população.

Conclusão:

O uso dos critérios de uso apropriado da cintilografia de perfusão miocárdica mostrou-se eficaz em predizer exames alterados em uma população assintomática de alto risco cardiovascular, especialmente no grupo de pacientes com indicação incerta, o que pode significar que algumas das indicações consideradas incertas talvez sejam apropriadas para uma população de alto risco cardiovascular.

  • diagnóstico
  • Medicina Nuclear
  • Risco Cardiovascular
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26/11/2021 DOI: 10.47593/2675-312X/20213403eabc189
ABC
Carta ao Editor

Imagem Cardiovascular em Pacientes com COVID-19

Gabriel Blacher Grossman et al. Ronaldo de Souza Leão Lima

Caro Editor,

No último número dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Costa et al. revisou o papel da imagem cardiovascular e dos procedimentos intervencionistas em pacientes com infecção pelo novo coronavírus.

[…]

  • Betacoronavírus
  • Coronavírus
  • Imagem Cardiovascular
  • Medicina Nuclear
  • Pneumonia
  • Tomografia Computadorizada
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07/12/2020 DOI: 10.36660/abc.20200881 Visualizações 1
IJCS
Review Article

Como Melhorar as Práticas de Medicina Nuclear em Cardiologia nas Economias Emergentes: Papel da Agência Internacional de Energia Atômica

Maurizio Dondi et al. Thomas Pascual Diana Paez

Resumo

As doenças cardiovasculares (DCVs) representam 38% do total das doenças não transmissíveis (DNTs), seguidas de câncer com 27%. Os países de baixa e média renda (PBMRs) são particularmente afetados pelas DCVs, já que mais de 75% de todas as mortes por DCV ocorrem nesses países. Os dados prognósticos globais são alarmantes, pois estima-se que 23,6 milhões de pessoas morrerão por ano devido a DCVs até 2030. Por esse motivo, a Agenda de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, com seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs), visa a reduzir a mortalidade precoce por DNT em 30% até 2030. Dentro da família das Nações Unidas, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) está encarregada de promover o uso seguro e pacífico das tecnologias nucleares. A AIEA está fortemente empenhada em realizar a Agenda das Nações Unidas de 2030 e, através da Divisão de Saúde Humana, contribuir para o sucesso dos ODSs. Um dos principais objetivos da Divisão de Saúde Humana é apoiar os Estados Membros para enfrentar o ônus das DCVs através do seu subprograma de Medicina Nuclear e Diagnóstico por Imagem. Isto é conseguido apoiando o estabelecimento e o fortalecimento das capacidades dos Estados Membros para oferecer o uso apropriado e seguro de aplicações clínicas de cardiologia nuclear. O apoio consiste em ajudar os países nos estágios de planejamento e implementação, fornecendo treinamento, mantendo e melhorando a qualidade da prática clínica, estabelecendo sistemas de gerenciamento de qualidade e aconselhando sobre como cumprir os padrões internacionais, além de usar a tecnologia de forma adequada e segura. Esta revisão abrangerá as atividades da AIEA para promover, implementar e apoiar aplicações nucleares em cardiologia em PBMRs.

  • Agências Internacionais
  • Doenças Cardiovasculares/diagnostico por imagem
  • Energia Nuclear
  • Medicina Nuclear
  • Miocárdio/cintilografia
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20170096 Visualizações 1
Disfunção erétil: um marcador para alterações da perfusão miocárdica?
ABC
Artigo Original

Disfunção erétil: um marcador para alterações da perfusão miocárdica?

Juarez Ortiz et al. Sergio Tranchesi Ortiz Claudia Gianini Monaco Cristina Harumi Yamashita … Miriam Cássia Mendes Moreira Carlos Alberto F. Monaco

OBJETIVO: Investigar a correlação entre alterações da perfusão miocárdica e a presença de disfunção erétil (DE) em homens com suspeita clínica ou diagnóstico já estabelecido de insuficiência coronariana crônica. MÉTODOS: Estudo prospectivo com 287 pacientes que, após responderem o questionário IIEF-5 para diagnóstico e avaliação do grau de DE, foram submetidos a avaliação clínico-cardiológica e a estudo cintilográfico da perfusão miocárdica (tecnécio – 99m sestamibi – gated SPECT), antes e após estresse físico ou farmacológico. RESULTADOS: Em 137 pacientes (47,8%) foi detectado algum grau de disfunção erétil (grupo DE+) e nestes, a idade (60,60±9,84 vs 50,67±9,94 – p<0,001)) foi significativamente maior do que naqueles sem disfunção (grupo DE-). No grupo DE+ houve maior prevalência de hipertensão arterial, diabetes, infarto do miocárdio e coronarioplastia prévios. Independentemente do fator idade, o grupo DE+ teve maior prevalência de alterações da perfusão miocárdica (necrose e/ou isquemia) e de diminuição da mobilidade e do grau de espessamento sistólico do miocárdio ventricular. CONCLUSÃO: Pacientes com DE tem maior probabilidade de apresentar alterações da perfusão e do desempenho miocárdico segmentar, independentemente do fator idade. Na presente amostra, a DE foi considerada não só como um marcador da doença isquêmica do coração, mas também fortemente relacionada à ocorrência de eventos coronarianos maiores como infarto do miocárdio e necessidade de coronarioplastia.

  • disfunção erétil
  • Doença arterial coronariana
  • Fatores de risco
  • Medicina Nuclear
  • Perfusão Miocárdica
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07/11/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005001700003 Visualizações 2

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Brandão SCS, Sobrinho JMDR, Leão EDLM, Carreira LCTF, Brito ASX. Como Eu Faço a Avaliação de Massas Cardíacas pelo FDG PET/CT. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(2):e20240040.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Brandão, Simone Cristina Soares; Sobrinho, João Marcelo Duarte Ribeiro; Leão, Emanuel Davi Lima de Matos; Carreira, Lara Cristiane Terra Ferreira; Brito, Adriana Soares Xavier de. Como Eu Faço a Avaliação de Massas Cardíacas pelo FDG PET/CT. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 2, e20240040, jun. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Brandão, S. C. S., Sobrinho, J. M. D. R., Leão, E. D. L. M., Carreira, L. C. T. F., & Brito, A. S. X. (2024). Como Eu Faço a Avaliação de Massas Cardíacas pelo FDG PET/CT. ABC Imagem Cardiovascular, 37(2), e20240040.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Brandão, Simone Cristina Soares and Sobrinho, João Marcelo Duarte Ribeiro and Leão, Emanuel Davi Lima de Matos and Carreira, Lara Cristiane Terra Ferreira and Brito, Adriana Soares Xavier de. Como Eu Faço a Avaliação de Massas Cardíacas pelo FDG PET/CT. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 2, [citado 2026-10-14], e20240040. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-a-avaliacao-de-massas-cardiacas-pelo-fdg-pet-ct/>. ISSN 2318-8219

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Carreira LCTF, Carreira L, Brito ASX. Como Eu Faço Medicina Nuclear na Avaliação da Doença Microvascular na Mulher. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(1):e20240015.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Carreira, Lara Cristiane Terra Ferreira; Carreira, Lívia; Brito, Adriana Soares Xavier de. Como Eu Faço Medicina Nuclear na Avaliação da Doença Microvascular na Mulher. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 1, e20240015, mar. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Carreira, L. C. T. F., Carreira, L., & Brito, A. S. X. (2024). Como Eu Faço Medicina Nuclear na Avaliação da Doença Microvascular na Mulher. ABC Imagem Cardiovascular, 37(1), e20240015.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Carreira, Lara Cristiane Terra Ferreira and Carreira, Lívia and Brito, Adriana Soares Xavier de. Como Eu Faço Medicina Nuclear na Avaliação da Doença Microvascular na Mulher. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 1, [citado 2026-10-14], e20240015. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-medicina-nuclear-na-avaliacao-da-doenca-microvascular-na-mulher/>. ISSN 2318-8219

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Grossman GB. Cardiologia Nuclear na Otimização da Terapia de Ressincronização: Quo Vadis?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(3):e20230136.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Grossman, Gabriel Blacher. Cardiologia Nuclear na Otimização da Terapia de Ressincronização: Quo Vadis?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 3, e20230136, abr. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Grossman, G. B. (2023). Cardiologia Nuclear na Otimização da Terapia de Ressincronização: Quo Vadis?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(3), e20230136.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Grossman, Gabriel Blacher. Cardiologia Nuclear na Otimização da Terapia de Ressincronização: Quo Vadis?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230136. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cardiologia-nuclear-na-otimizacao-da-terapia-de-ressincronizacao-quo-vadis/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

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Gomes MB. Viabilidade Miocárdica na Prática Clínica. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(2):eabc264.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gomes, Miriana Basso. Viabilidade Miocárdica na Prática Clínica. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 2, eabc264, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gomes, M. B. (2022). Viabilidade Miocárdica na Prática Clínica. ABC Imagem Cardiovascular, 35(2), eabc264.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gomes, Miriana Basso. Viabilidade Miocárdica na Prática Clínica. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-14], eabc264. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/viabilidade-miocardica-na-pratica-clinica/>. ISSN 2318-8219

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Alvarenga VSF, Smanio PEP. Comportamento dos Critérios de Uso Apropriado da Cintilografia de Perfusão Miocárdica na Avaliação de Assintomáticos de Alto Risco Cardiovascular ou com Doença Coronária Conhecida. ABC Imagem Cardiovascular 2021;34(3):eabc189.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Alvarenga, Vinicius Silva Freire; Smanio, Paola Emanuela Poggio. Comportamento dos Critérios de Uso Apropriado da Cintilografia de Perfusão Miocárdica na Avaliação de Assintomáticos de Alto Risco Cardiovascular ou com Doença Coronária Conhecida. ABC Imagem Cardiovascular, v. 34, n. 3, eabc189, nov. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Alvarenga, V. S. F., & Smanio, P. E. P. (2021). Comportamento dos Critérios de Uso Apropriado da Cintilografia de Perfusão Miocárdica na Avaliação de Assintomáticos de Alto Risco Cardiovascular ou com Doença Coronária Conhecida. ABC Imagem Cardiovascular, 34(3), eabc189.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Alvarenga, Vinicius Silva Freire and Smanio, Paola Emanuela Poggio. Comportamento dos Critérios de Uso Apropriado da Cintilografia de Perfusão Miocárdica na Avaliação de Assintomáticos de Alto Risco Cardiovascular ou com Doença Coronária Conhecida. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2021, vol. 34, n. 3, [citado 2026-10-14], eabc189. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comportamento-dos-criterios-de-uso-apropriado-da-cintilografia-de-perfusao-miocardica-na-avaliacao-de-assintomaticos-de-alto-risco-cardiovascular-ou-com-doenca-coronaria-conhecida/>. ISSN 2318-8219

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Grossman GB, Lima RSL. Imagem Cardiovascular em Pacientes com COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(5):973-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Grossman, Gabriel Blacher; Lima, Ronaldo de Souza Leão. Imagem Cardiovascular em Pacientes com COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 5, p. 973-974, dez. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Grossman, G. B., & Lima, R. S. L. (2020). Imagem Cardiovascular em Pacientes com COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(5), 973-974.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Grossman, Gabriel Blacher and Lima, Ronaldo de Souza Leão. Imagem Cardiovascular em Pacientes com COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 973-974. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/imagem-cardiovascular-em-pacientes-com-covid-19/>. ISSN 0066-782X

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Dondi M, Pascual T, Paez D. Como Melhorar as Práticas de Medicina Nuclear em Cardiologia nas Economias Emergentes: Papel da Agência Internacional de Energia Atômica. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(1):71-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Dondi, Maurizio; Pascual, Thomas; Paez, Diana. Como Melhorar as Práticas de Medicina Nuclear em Cardiologia nas Economias Emergentes: Papel da Agência Internacional de Energia Atômica. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 1, p. 71-78, dez. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Dondi, M., Pascual, T., & Paez, D. (2018). Como Melhorar as Práticas de Medicina Nuclear em Cardiologia nas Economias Emergentes: Papel da Agência Internacional de Energia Atômica. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(1), 71-78.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Dondi, Maurizio and Pascual, Thomas and Paez, Diana. Como Melhorar as Práticas de Medicina Nuclear em Cardiologia nas Economias Emergentes: Papel da Agência Internacional de Energia Atômica. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 71-78. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-melhorar-as-praticas-de-medicina-nuclear-em-cardiologia-nas-economias-emergentes-papel-da-agencia-internacional-de-energia-atomica/>. ISSN 2359-4802

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Ortiz J, Ortiz ST, Monaco CG, Yamashita CH, Moreira MCM, Monaco CAF. Disfunção erétil: um marcador para alterações da perfusão miocárdica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;85(4):241-6.

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Ortiz, Juarez; Ortiz, Sergio Tranchesi; Monaco, Claudia Gianini; Yamashita, Cristina Harumi; Moreira, Miriam Cássia Mendes; Monaco, Carlos Alberto F.. Disfunção erétil: um marcador para alterações da perfusão miocárdica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 85, n. 4, p. 241-246, nov. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ortiz, J., Ortiz, S. T., Monaco, C. G., Yamashita, C. H., Moreira, M. C. M., & Monaco, C. A. F. (2005). Disfunção erétil: um marcador para alterações da perfusão miocárdica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 85(4), 241-246.

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Ortiz, Juarez and Ortiz, Sergio Tranchesi and Monaco, Claudia Gianini and Yamashita, Cristina Harumi and Moreira, Miriam Cássia Mendes and Monaco, Carlos Alberto F.. Disfunção erétil: um marcador para alterações da perfusão miocárdica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 85, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 241-246. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/disfuncao-eretil-um-marcador-para-alteracoes-da-perfusao-miocardica/>. ISSN 0066-782X

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