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  1. Início
  2. Palavra-chave: Insuficiência da Valva Aórtica
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

TAV-in-TAV de Resgate na Falha Aguda de Prótese Valvar Aórtica em Paciente Octogenária de Alto Risco Cirúrgico

Gustavo Carvalho et al. Maria Fernanda Miranda Carvalho Enio Eduardo Guérios Pedro Calegari … Cláudia Biondo Zanlorensi Fernando Silva Botelho Bruna O. Erbano Vinícius D. Vaz

Resumo

Paciente octogenária, portadora de estenose valvar aórtica grave e com alto risco para cirurgia convencional, devido a disfunção renal crônica e pneumopatia restritiva. Foi submetida a implante percutâneo de prótese valvar aórtica transcateter via femoral direita, utilizando prótese autoexpansível Navitor® (Abbott). Após o procedimento, observou-se disfunção instantânea da prótese decorrente da inversão do folheto coronariano direito, o que provocou insuficiência protética aguda grave com instabilidade hemodinâmica. Diante do quadro crítico, foi realizado implante emergencial de prótese balão-expansível Myval® 21,5 mm no interior da prótese disfuncionante (TAV-in-TAV). A intervenção solucionou a condição crítica e possibilitou recuperação hemodinâmica imediata. Esse caso demonstrou a eficácia e a segurança da TAV-in-TAV como estratégia de resgate em situações de falha protética aguda.

  • Estenose da Valva Aórtica
  • Insuficiência da Valva Aórtica
  • Próteses e Implantes
  • Próteses Valvulares Cardíacas
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10/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20250111
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

Amiloidose Cardíaca do Tipo Selvagem (ATTRwt) e Regurgitação Aórtica em um Paciente com Leucemia Mielomonocítica Aguda: Uma Combinação Atípica

Diego Chemello et al. Patricia Chagas Camila Sales Fagundes Juliana Chiodelli Salvador Marcelo Tavares

Introdução

A amiloidose sistêmica é uma doença multissistêmica relativamente rara causada pela deposição de proteínas com enovelamento anômalo em diversos tecidos e órgãos. A amiloidose cardíaca (AC) é reconhecida como uma causa subjacente de espessamento da parede ventricular esquerda, insuficiência cardíaca e arritmia com apresentação clínica variável. O diagnóstico clínico de acometimento cardíaco na amiloidose é desafiador, exigindo uma investigação diagnóstica centrada no paciente de forma a garantir um diagnóstico apropriado.,

Embora a amiloidose tenha sido associada a diversos distúrbios malignos, sua associação com a leucemia é bastante incomum.– Além disso, observa-se uma relação entre a AC e a doença cardíaca valvular, especialmente a estenose aórtica (EA). A associação entre a AC do tipo selvagem (AC ATTRwt) e a regurgitação aórtica (RA) em um paciente com leucemia mielomonocítica (LMM) aguda é única e não foi descrita até o momento.

[…]

  • Amiloidose
  • Insuficiência da Valva Aórtica
  • Leucemia Mielomonocítica Aguda
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27/03/2025 DOI: 10.36660/abcimg.20240127 Visualizações 2
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

Endocardite Trombótica não Bacteriana Assintomática Levando a Diagnóstico de Câncer de Pâncreas

Diego Chemello et al. Patricia Chagas Daniel Marques Barreiro Camila Sales Fagundes … Rafael Coelho Marcelo Dantas Tavares de Melo

Introdução

A endocardite trombótica não bacteriana (ETNB) é um fenômeno associado a vegetações estéreis compostas de fibrina e plaquetas agregadas em válvulas cardíacas saudáveis. A maioria dos casos é diagnosticada após o óbito ou em pacientes com embolização sistêmica. O diagnóstico depende da suspeita clínica e de uma imagem ecocardiográfica compatível. O tratamento correto é a anticoagulação sistêmica de longo prazo para evitar a embolização arterial, que frequentemente se apresenta como acidentes vasculares cerebrais isquêmicos múltiplos e recorrentes.

O primeiro relato ante-mortem de ETNB como a apresentação inicial de câncer pancreático subjacente foi publicado em 2008. No entanto, o diagnóstico incidental de ETNB não complicado que leva a uma descoberta subsequente de carcinoma é raro.

[…]

  • Endocardite não Infecciosa
  • Insuficiência da Valva Aórtica
  • Neoplasias Pancreáticas
  • Próteses Valvulares Cardíacas
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27/03/2025 DOI: 10.36660/abcimg.20240126
Figura 1
ABCIC
Artigo Original

Deslocamento Linear Longitudinal do Ventrículo Esquerdo Comparado ao Strain Longitudinal Global por Ressonância Magnética Cardiovascular

Rafael Almeida Fonseca et al. Sergio Marrone Ribeiro Clerio Francisco de Azevedo Filho Roney Sampaio … Flávio Tarasoutchi Carlos Eduardo Rochitte

Resumo

Introdução

A função sistodiastólica do ventrículo esquerdo é prognóstica nas doenças cardiovasculares e pode ser avaliada por strain longitudinal global por meio de ecocardiografia e de ressonância magnética cardíaca. O strain longitudinal global pela ressonância magnética cardíaca exige a utilização de software de alto custo. O deslocamento linear longitudinal do ventrículo esquerdo pode ser uma alternativa simples e barata ao strain longitudinal global, porém eles não foram ainda comparados sistematicamente.

Objetivo

Comparar o deslocamento linear longitudinal com o strain longitudinal global e fração de ejeção do ventrículo esquerdo em valvopatas aórticos e controles.

Métodos

Incluímos 44 participantes (26 valvopatas aórticos/١٩ controles). O strain longitudinal global utilizou software específico (Circle Cardiovascular Imaging 42) e o deslocamento linear longitudinal apenas medidas lineares de distância entre a base e o ápex do ventrículo esquerdo, gerando deslocamento máximo, velocidade máxima no início da diástole, velocidade na diástase e a relação entre velocidade na diástase e velocidade máxima no início da diástole.

Resultados

Deslocamento máximo e velocidade máxima no início da diástole correlacionaram-se com strain longitudinal global (r=0,69 e r=0,65 respectivamente) e com a fração de ejeção do ventrículo esquerdo (r=0,47 e r=0,57, p<0,001 para ambos). Deslocamento máximo e velocidade máxima no início da diástole apresentaram área sob a curva Característica de Operação do Receptor de 0,88 e 0,91 e, no melhor ponto de corte (-0,13 e 0,66), sensibilidade de 72,43% e 57,14% e especificidade 80,65% e 87,10%, respectivamente, quando comparados ao strain longitudinal global. Utilizando a fração de ejeção do ventrículo esquerdo como referência, foram obtidos 0,70 e 0,82, e, no melhor ponto de corte (-0,11 e 0,61), sensibilidade de 75,00% e 50,00% e especificidade 72,97% e 78,38%, respectivamente.

Conclusão

O deslocamento linear longitudinal foi semelhante ao strain longitudinal global. O deslocamento máximo derivado do deslocamento linear longitudinal foi o melhor parâmetro na sístole, enquanto a velocidade máxima no início da diástole foi o melhor na diástole, o que possibilita a avaliação da função diastólica pela ressonância magnética cardíaca na rotina clínica de forma rápida e sem custo adicional.

  • Contração Miocárdica
  • Diástole
  • Estenose da Valva Aórtica
  • Insuficiência da Valva Aórtica
  • Ressonância Magnética
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30/06/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223502eabc304 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

A Relação entre Regurgitação Mitral e Implante Transcateter de Válvula Aórtica: um Estudo de Acompanhamento Multi-Institucional

Luciana de Cerjat Bernardes P. da Cunha et al. Enio Eduardo Guerios Claudio Leinig Pereira da Cunha Luiz A. Carvalho … Pedro Lemos Neto Rogério Sarmento-Leite Alexandre A. Abizaid José Antonio Mangione Adriano Dourado Oliveira Alexandre Siciliano Vinicius Esteves Fábio Sândoli de Brito Jr

Resumo

Fundamento

A regurgitação mitral (RM) é prevalente em pacientes submetidos a implante transcateter de válvula aórtica (TAVI). Há algumas controvérsias sobre o impacto prognóstico da RM na sobrevida de pacientes submetidos a TAVI.

Objetivo

Examinar a relação entre TAVI e RM em uma população de pacientes do Registro Brasileiro de TAVI.

Métodos

Setecentos e noventa e cinco pacientes do Registro Brasileiro de TAVI foram divididos na linha de base, alta e acompanhamento de acordo com o grau da RM da maneira seguinte: ausente/leve (RMAL) ou moderado/grave (RMMG). Eles foram subsequentemente reagrupados de acordo com as mudanças imediatas e tardias na gravidade da RM após TAVI da maneira seguinte: RM sem mudança, melhora ou piora. Foram analisados os preditores e o impacto prognóstico na linha de base, bem como as mudanças na gravidade da RM. A significância estatística foi estabelecida em p < 0,05.

Resultados

RMMG basal estava presente em 19,3% dos pacientes e foi um preditor de aumento da mortalidade tardia. Imediatamente após o TAVI, 47,4% dos casos melhoraram para RMAL, previsto por uma pontuação mais alta da Society of Thoracic Surgeons e um grau mais alto de regurgitação aórtica basal. No acompanhamento, 9,2% dos casos de RMAL pioraram para RMMG, enquanto 36,8% dos casos de RMMG melhoraram para RMAL. Fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) mais baixa na linha de base e melhora na FEVE durante o acompanhamento foram preditores de melhora da RM. Piora progressiva da RM no acompanhamento foi um preditor independente de maior mortalidade tardia após TAVI (p = 0,005).

Conclusões

A RMMG na linha de base é um preditor de mortalidade tardia após TAVI. FEVE mais baixa e melhora na FEVE durante o acompanhamento são preditores de melhora da RM após TAVI. A pior progressiva da gravidade da RM durante o acompanhamento é um preditor independente de mortalidade tardia; isto é um achado raro na literatura.

  • Análise de Sobrevida
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Epidemiologia
  • Implante Transcateter da Válvula Aórtica
  • Insuficiência da Valva Aórtica
  • Insuficiência da Valva Mitral
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14/06/2021 DOI: 10.36660/abc.20190772
ABC
Editorial

Avaliação da Insuficiência Valvar Aórtica por Ecocardiografia: Conceitos Básicos e Novos

Said Alsidawi

Conclusão

A introdução de novos conceitos ou técnicas que ajudam na classificação da gravidade da IA é um recurso valioso. A IVT da IA é um conceito promissor que é fisiologicamente correto e parece ser reproduzível. Serão necessários ensaios clínicos maiores para avaliar melhor seu papel e, mais importante, seu valor prognóstico e correlação com os resultados clínicos.

É indispensável, no entanto, ter em mente que é muito improvável que encontremos um marcador ecocardiográfico único que seja um padrão ouro na avaliação da gravidade da IA. Os ecocardiografistas devem manter a mente aberta e integrar todos os dados disponíveis para chegar a uma conclusão final. Isso inclui o seguinte:

[…]

  • Diagnóstico por Imagem/métodos
  • ecocardiografia
  • Ecocardiografia Doppler
  • Ecocardiografia Tridimensional
  • Insuficiência da Valva Aórtica
  • Regurgitação Aórtica
  • Velocidade do fluxo sanguíneo
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28/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20200559
Figura 1
ABC
Artigo Original

Encurtamento Longitudinal do Ventrículo Esquerdo por Cine-RMC para Avaliação da Função Diastólica em Pacientes com Doença Valvar Aórtica

Sergio Marrone Ribeiro et al. Clerio Francisco de Azevedo Filho Roney Sampaio Flávio Tarasoutchi … Max Grinberg Roberto Kalil-Filho Carlos Eduardo Rochitte

Resumo

Fundamentos:

A disfunção diastólica, comumente avaliada por ecocardiografia, é um importante achado precoce na maioria das cardiomiopatias. A ressonância magnética cardíaca (RMC) frequentemente requer sequências específicas que prolongam o tempo de exame. Recentemente, métodos de imagens com monitoramento de dados (feature-tracking) foram desenvolvidos, mas ainda requerem softwares caros e carecem de validação clínica.

Objetivos:

Avaliar a função diastólica em pacientes com doença valvar aórtica (DVA) e compará-la a controles normais pela medida do deslocamento longitudinal do ventrículo esquerdo (VE) por RMC.

Métodos:

Nós comparamos 26 pacientes com DVA com 19 controles normais. A função diastólica foi avaliada como uma medida do deslocamento longitudinal do VE nas imagens de cine-RMC no plano quatro câmaras usando a sequência steady state free precession (SSFP) durante todo o ciclo cardíaco com resolução temporal < 50 ms. O gráfico resultante da posição da junção atrioventricular versus tempo gerou variáveis de movimento da junção atrioventricular. Utilizamos nível de significância de p < 0,005.

Resultados:

Deslocamento longitudinal máximo (0,12 vs. 0,17 cm), velocidade máxima em início de diástole (0,6 vs. 1,4s-1), velocidade máxima na diástase (0,22 vs. 0,03s-1) e a razão entre a velocidade máxima na diástase e a velocidade máxima em diástole inicial (0,35 vs. 0,02) foram significativamente menores nos pacientes com DVA em comparação aos controles normais, respectivamente. Pacientes com insuficiência aórtica apresentaram medidas de encurtamento longitudinal do VE significativamente piores em comparação aqueles com estenose aórtica. O aumento da massa ventricular esquerda indicou pior disfunção diastólica.

Conclusões:

Esta simples medida linear detectou diferenças significativas na função diastólica do VE entre pacientes com DVA e controles normais. A massa ventricular esquerda foi o único preditor independente de disfunção diastólica nesses pacientes. Este método pode auxiliar na avaliação da disfunção diastólica, melhorando a detecção de cardiomiopatias por RMC sem prolongar o tempo de exame ou depender de caros softwares.

  • Cardiomiopatia Hipertrófica / complicações
  • Diagnóstico por Imagem
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • ecocardiografia
  • Espectroscopia por Ressonância Magnética
  • Insuficiência Cardíaca
  • Insuficiência da Valva Aórtica
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23/09/2019 DOI: 10.5935/abc.20190193 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Anatomopathological Correlation

Caso 1/2019 – Homem de 51 Anos com Hipertensão Arterial, Disseção de Aorta e Insuficiência Valvar Aórtica, Além de Insuficiência Cardíaca de Curso não Alterado após Intervenção Cirúrgica

Desiderio Favarato et al. Vera Demarchi Aiello

Aspectos clínicos

Trata-se de paciente masculino, que apresentou quadro de dissecção de aorta ascendente, e que mesmo após cirurgia de correção da dissecção evoluiu com quadro de insuficiência cardíaca grave e faleceu.

O Registro Internacional da Dissecção Aguda de Aorta encontrou em pacientes de disseção de aorta ascendente idade superior ao do paciente, 61 anos; a maioria do sexo masculino (63%). Quanto às doenças relacionadas à dissecção foram: síndrome de Marfan (6,7%), hipertensão (69,3%), aterosclerose (24,4%), aneurisma de aorta previamente conhecido (12,4%), dissecção aórtica prévia (3,9%) e diabetes mellitus (4,3%). Ainda, 15,9% tinham história de cirurgia cardíaca prévia e causa iatrogênica em 4,8% (1,7% cinecoronariografias e 3,1% após cirurgia cardíaca). A atualização de 2015 do mesmo registro com número dez vezes maior de pacientes, mostrou aumento da hipertensão arterial (75,5%) e queda da presença de Marfan (4,5%), aterosclerose (19,6%) e cirurgia cardíaca prévia (10,6%).

[…]

  • Aneurisma Aórtico/cirurgia
  • Aneurisma Dissecante/cirurgia
  • Hipertensão
  • Insuficiência Cardíaca
  • Insuficiência da Valva Aórtica
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01/02/2019 DOI: 10.5935/abc.20190013
Figura 1
ABC
Artigo Original

Regurgitação da Valva Neo-Aórtica a Médio e Longo Prazo após Cirurgia de Jatene: Prevalência e Fatores de Risco

Cristiane Nunes Martins et al. Bayard Gontijo Filho Roberto Max Lopes Francisco das Chagas Lima e Silva

Resumo

Fundamento:

A operação de Jatene tornou-se o procedimento cirúrgico de escolha para o reparo da transposição das grandes artérias (TGA) em neonatos e lactentes. Complicações tardias, principalmente relacionadas à via de saída pulmonar e às artérias coronarianas, já são bem reconhecidas. O comportamento da valva neo-aórtica tem sido motivo de crescente preocupação pelo seu potencial de necessidade de reoperações tardias.

Objetivos:

Avaliar a prevalência e os fatores de risco associados à regurgitação da valva neo-aórtica em 127 pacientes em pós-operatório tardio de cirurgia de Jatene.

Métodos:

Dos 328 sobreviventes da cirurgia de Jatene no Biocor Instituto operados de outubro de 1997 a junho de 2015, todos os pacientes em seguimento de pós-operatório foram contatados via ligação telefônica, sendo 127 elegíveis para o estudo. Os pacientes foram divididos em dois grupos, Grupo TGA simples e Grupo TGA complexa, com médias de follow-up de 6,4 ± 4,7 anos e 9,26 ± 4,22 anos, respectivamente. Foi realizada avaliação ecocardiográfica com medidas indexadas (escore Z) do anel da valva neo-aórtica, do seio de Valsalva, da região sinotubular e da aorta ascendente, bem como quantificação do grau de regurgitação da valva neo-aórtica.

Resultados:

A incidência de leve regurgitação da valva neo-aórtica em nossa casuística foi de 29% em um follow-up de 7,4 ± 4,7 anos. Regurgitação moderada foi observada em 24 pacientes, com idade média (± desvio-padrão) de 9,81 ± 4,21 anos, sendo 19 (79%) no Grupo TGA complexa. Nesses pacientes, observou-se maior escore Z do anel aórtico. A taxa de reoperação por regurgitação da valva neo-aórtica associada a dilatação da aorta foi de 1,5%, sendo todos os casos no Grupo TGA complexa.

Conclusão:

O estudo demonstra que, embora reoperações após cirurgia de Jatene por dilatação da neo-aorta e regurgitação da valva neo-aórtica tenham incidência baixa, esse é um fenômeno dependente de tempo, requerendo rígida vigilância desses pacientes. Na nossa casuística, um dos principais fatores de risco para regurgitação da valva neo-aórtica foi o diâmetro da artéria pulmonar no pré-operatório (p < 0,001).

  • Cardiopatias Congênitas
  • Cirurgia de Jatene
  • Insuficiência da Valva Aórtica
  • Transposição dos Grandes Vasos
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02/07/2018 DOI: 10.5935/abc.20180111
Figura 1
ABC
Image

Avaliação Desafiadora de Regurgitação Aórtica: Mais que Uma Válvula Quadricúspide

Gonçalo Pestana et al. Carla Sousa Teresa Pinho Sara Maia M. Júlia Maciel

Paciente do sexo feminino de 61 anos com doença pulmonar obstrutiva crônica, sem outras comorbidades, referenciada para avaliação da Cardiologia por dispneia de esforço em agravamento (classe III da New York Heart Association − NYHA) e dor torácica atípica. O exame físico revelou apenas um sopro diastólico no segundo espaço intercostal no rebordo esternal direito.

O ecocardiograma transtorácico mostrou insuficiência aórtica (), com câmaras cardíacas não dilatadas e função biventricular conservada. A janela acústica limitou a avaliação da gravidade da lesão valvular e sua valorização no contexto das queixas, embora o espectro em Doppler contínuo sugerisse regurgitação importante (). A avaliação era ainda dificultada por uma aceleração de fluxo sistólico na Câmara de Saída do Ventrículo Esquerdo (CSVE), sem gradiente significativo, de causa não esclarecida. A raiz aórtica tinha dimensões normais, mas não foi possível uma adequada caracterização morfológica e funcional da válvula.

[…]

  • Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
  • Ecocardiografia Transesofagiana
  • Ecocardiografia Tridimensional
  • Insuficiência da Valva Aórtica
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01/07/2018 DOI: 10.5935/abc.20180106
Figura 1
ABC
Image

Deiscência Parcial de Prótese Mitral: Encerramento Percutâneo Transapical

Catarina Ruivo et al. José Ribeiro Alberto Rodrigues Luís Vouga Vasco Gama

Mulher com 80 anos de idade, com história de troca de prótese mitral e aórtica por próteses biológicas, em decorrência de endocardite, apresentou agravamento da dispneia. Um ecocardiograma transtorácico demonstrou uma regurgitação paravalvular entre o ventrículo esquerdo e o apêndice atrial esquerdo. Dado o seu alto risco cirúrgico (EuroSCORE-II: 38%), foi realizada uma abordagem percutânea para o fechamento definitivo.

A ecocardiografia transesofágica (ETE) peri-procedimento permitiu a visualização de uma deiscência parcial da prótese mitral (Painel A, ). Através das imagens 3D, observou-se um defeito tunelizado, com dissecção de parede, medindo 12,5 mm de diâmetro máximo (Painel B, ). Utilizando uma via transapical e colhendo imagens tridimensionais (3D) em tempo real, uma prótese Amplatzer septal de 12 mm foi posicionada, ocluíndo todo o defeito. A imagem de ETE 3D demonstrou poupança das estruturas adjacentes e ausência de derrame pericárdico durante o fechamento. A angiografia coronária demonstrou o não comprometimento arterial. Foi detetado um fluxo residual ligeiro após a implantação do dispositivo (Painéis C-F ).

[…]

  • Ecocardiografa Transesofagiana
  • Endocardite
  • Insuficiência da Valva Aórtica
  • Insuficiência da Valva Mitral
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01/03/2018 DOI: 10.5935/abc.20180028 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Correlação Anatomoclínica

Caso 4 – Homem de 67 Anos Portador de Insuficiência Aórtica que Apresentou Síncope e Choque

Desiderio Favarato et al. Luiz Alberto Benvenuti

Aspectos clínicos

Trata-se de paciente portador de insuficiência aórtica com diagnóstico aos 57 anos de idade, o qual apresentou vários acidentes isquêmicos transitórios simultâneos à fibrilação atrial. Teve episódio de hemorragia digestiva alta e, finalmente, síncope seguida de rebaixamento de consciência e choque misto complicado com insuficiência renal aguda.

O paciente apresentou evolução clínica habitual da insuficiência aórtica, isto é, progressiva dilatação de ventrículo esquerdo com poucos sintomas cardiovasculares. Geralmente, a progressão da insuficiência aórtica é lenta e o ventrículo esquerdo tem tempo de dilatar-se e manusear grandes volumes regurgitantes com pressão de enchimento normal. Essa manutenção de boa complacência e baixa pressão diastólica final leva a pouca repercussão para átrio esquerdo e ao território venocapilar pulmonar, assim não há aumento de conteúdo líquido dos pulmões e a dispneia é sintoma tardio.

[…]

  • Choque Cardiogênico
  • Fibrilação Atrial
  • Insuficiência da Valva Aórtica
  • Síncope
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01/08/2016 DOI: 10.5935/abc.20160125
Caso 5: homem de 40 anos de idade, hipertenso, que apresentou dor abdominal e choque
ABC
Correlação Anatomoclínica

Caso 5: homem de 40 anos de idade, hipertenso, que apresentou dor abdominal e choque

Diego R. Barbosa Pereira et al. Fabio Augusto Pinton Luiz Alberto Benvenuti

CORRELAÇÃO ANATOMOCLÍNICA

Caso 5 – homem de 40 anos de idade, hipertenso, que apresentou dor abdominal e choque

[…]

  • Cardiomegalia
  • Hipertensão
  • Insuficiência Cardíaca
  • Insuficiência da Valva Aórtica
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30/11/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011001300015
Endocardite infecciosa por Streptococcus bovis em paciente com carcinoma colônico
ABC
Relato de Caso

Endocardite infecciosa por Streptococcus bovis em paciente com carcinoma colônico

Alexandre Maulaz Barcelos et al. Marco Antônio Teixeira Lidianny Silva Alves Marcelo Antunes Vieira … Marcus Lima Bedim Noely A. Ribeiro

Descrevemos o caso de uma paciente de 66 anos de idade, com endocardite infecciosa por Streptococcus bovis e adenocarcinoma colônico, que desenvolveu insuficiência aórtica grave aguda. Foi submetida à cirurgia de troca valvar aórtica e posteriormente à ressecção tumoral (hemicolectomia direita). É importante ressaltar a necessidade de complementação do estudo do cólon, mesmo em indivíduos assintomáticos, quando diagnosticamos endocardite infecciosa por S. bovis.

  • adenocarcinoma
  • Endocardite bacteriana
  • Insuficiência da Valva Aórtica
  • Streptococcus bovis
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13/10/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010001300023 Visualizações 1
Ecocardiograma sob estresse com dobutamina em pacientes assintomáticos com regurgitação aórtica
ABC
Artigo Original

Ecocardiograma sob estresse com dobutamina em pacientes assintomáticos com regurgitação aórtica

Marcia M. Barbosa et al. Claudia M. V. Freire Lúcia M. A. Fenelon William A. M. Esteves … Gilmar Reis Maria do Carmo P. Nunes

FUNDAMENTO: A reserva contrátil diminuída pode já estar presente em pacientes portadores de regurgitação aórtica, assintomáticos com fração de ejeção (FE) normal, indicando a necessidade de avaliações frequentes e acuradas da função ventricular esquerda para detectar disfunção sistólica incipiente. OBJETIVO: Analisar se incrementos na FE em doses baixas de dobutamina podem predizer cirugia e/ou morte em pacientes com regurgitação aórtica. MÉTODOS: Eco de estresse com dobutamina foi realizado em 24 pacientes portadores de regurgitação aórtica para verificar se incrementos da FE em doses baixas de dobutamina seriam capazes de predizer a necessidade de cirurgia e/ou morte nesse grupo de pacientes. RESULTADOS: A idade média foi de 37,8±16,8 anos, e 16 (66%) eram homens. A FE aumentou de um valor basal médio de 62,3±7,9% para 71,5±10,5%, na dose de 20 µg/kg/min de dobutamina (p < 0,001). Os pacientes foram acompanhados por 36,6±20,1 meses: dois pacientes morreram (um de morte cardiovascular) e cinco foram submetidos à cirurgia cardíaca. A FE basal se correlacionou com cirurgia e morte no seguimento de pacientes. CONCLUSÃO: A FE basal se correlacionou com cirurgia ou morte no seguimento de pacientes jovens com regurgitação aórtica. Porém, o incremento percentual na FE com dose baixa de dobutamina não foi capaz de predizer eventos nesses pacientes.

  • Dobutamina
  • Ecocardiografia sob Estresse
  • Insuficiência da Valva Aórtica
  • Pacientes
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13/10/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000700010
Perfil neuro-hormonal de pacientes reumáticos com insuficiência aórtica crônica importante
ABC
Artigo Original

Perfil neuro-hormonal de pacientes reumáticos com insuficiência aórtica crônica importante

Guilherme Sobreira Spina et al. Flávio Tarasoutchi Roney Orismar Sampaio Marcelo Luiz Campos Vieira … Célia Strunz Francisco Rafael Laurindo Max Grinberg

FUNDAMENTO: Os neuro-hormônios estão envolvidos na fisiopatologia da insuficiência cardíaca, mas pouco se sabe sobre seu comportamento na insuficiência aórtica crônica importante (IAo). OBJETIVO: Analisar o comportamento desses mediadores na IAo. MÉTODOS: Analisamos 89 pacientes com IAo, com média etária de 33,6±11,5 anos, 84,6% do sexo masculino, 60% assintomáticos, todos de etiologia reumática. Após avaliação clínica e ecocardiográfica, realizaram-se dosagens plasmáticas de fator de necrose tumoral (TNF), seus antagonistas receptores solúveis tipos I e II (sTNFRI e sTNFRII), interleucina-6 (IL-6), seu receptor solúvel, endotelina-1 e peptídeo natriurético tipo B (BNP). Doze indivíduos saudáveis serviram como controle. RESULTADOS: O valor médio de diâmetro diastólico (DD) do ventrículo esquerdo (VE) foi de 71,9±8,3 mm, e o do diâmetro sistólico (DS) do VE, de 50,4±9,3 mm. Os níveis de neuro-hormônios estavam elevados nos pacientes com IAo: TNF 92,65±110,24 pg/ml vs. 1,67±1,21 pg/ml nos controles, p<0,001; IL-6 7,17±7,78 pg/ml vs. 0,81±0,38 pg/ml nos controles, p = 0,0001; e TNFRI 894,75±348,87 pg/ml vs. 521,42±395,13 pg/ml, p = 0,007. Com exceção dos níveis de BNP, os pacientes sintomáticos e assintomáticos apresentaram perfil neuro-hormonal semelhante. Houve correlação entre TNFRII e diâmetro diastólico do ventrículo esquerdo (DDVE) (r = -0,329, p = 0,038) e diâmetro sistólico do ventrículo esquerdo (DSVE) (r = -0,352, p = 0,027). Os níveis de BNP estavam significativamente mais altos em pacientes sintomáticos, e apenas nestes foi possível correlação entre BNP e diâmetros ventriculares. CONCLUSÃO: Pacientes com insuficiência aórtica crônica importante apresentam altos níveis neuro-hormônios, sem correlação com o status sintomático. Os níveis de TNFRII e BNP puderam ser correlacionados com diâmetros ventriculares, mas apenas este último com sintomas.

  • Cardiomegalia
  • doenças reumáticas
  • hormônios neurohipofisários
  • Insuficiência da Valva Aórtica
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06/04/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000200012
Fibrose miocárdica e remodelamento ventricular na insuficiência aórtica crônica importante
ABC
Artigo Original

Fibrose miocárdica e remodelamento ventricular na insuficiência aórtica crônica importante

Nelson Elias et al. Flávio Tarasoutchi Guilherme Sobreira Spina Roney O. Sampaio … Pablo M. A. Pomerantzeff Francisco Rafael Laurindo Max Grinberg

FUNDAMENTO: A insuficiência aórtica crônica importante sintomática (IAo) leva a grande remodelamento ventricular esquerdo, à custa de hipertrofia de mióciotos e remodelamento da matriz extracelular. A relevância da concentração de fibrose intersticial nos pacientes acometidos é desconhecida. Analisamos o grau de fibrose no ventrículo esquerdo (VE) em pacientes sintomáticos com IAo submetidos a tratamento cirúrgico e sua relação com características funcionais e anatômicas. OBJETIVO: Avaliar a fibrose miocárdica na insuficiência aórtica crônica importante. MÉTODOS: Selecionaram-se 28 pacientes com IAo (16 com função VE normal e 12 com disfunção do VE), os quais foram analisados no pré e pós-operatório por ecodopplercardiografia. A capacidade funcional foi medida pelo teste de esforço cardiopulmonar. Para comparação dos resultados histopatológicos, um grupo-controle de 9 pacientes foi constituído. RESULTADOS: A média etária foi de 39 ± 12 anos, 75% do sexo masculino com 84% de etiologia reumática. Vinte e cinco pacientes permaneceram em classes funcionais I e II ao fim do estudo e apresentaram redução significativa dos diâmetros do VE entre os momentos pré e pós-operatórios. Houve três óbitos não relacionados à disfunção VE. Os parâmetros do teste cardiopulmonar não se modificaram entre o pré e o pós-operatório. O volume de fibrose intersticial em pacientes com IAo foi significativamente quando maior comparado ao grupo controle (3,47 ± 1,9% vs 0,82 ± 0,96%, respectivamente, p = 0,001). Não houve correlação entre o grau de fibrose do VE, parâmetros ecocardiográficos e funcionais. CONCLUSÃO: Em pacientes com IAo, a presença de fibrose miocárdica não se associou às alterações clínicas, ecocardiográficas ou funcionais.

  • Fibrose Endomiocárdica
  • Função Ventricular Esquerda
  • Insuficiência da Valva Aórtica
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04/02/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000100010
Valva aórtica quadrivalvular por ecocardiografia transtorácica
ABC
Relato de Caso

Valva aórtica quadrivalvular por ecocardiografia transtorácica

Erlon Oliveira de Abreu Silva et al. Alessandro Giralde Iglesias Erlon de Abreu Silva

Uma mulher de 55 anos procurou atendimento médico com queixas de palpitações, dor torácica atípica e dispnéia ao esforço, com duração de 12 meses. O eletrocardiograma revelou hipertrofia ventricular esquerda. O ecocardiograma Doppler transtorácico confirmou hipertrofia de câmaras esquerdas e detectou a presença de valva aórtica quadri, com válvulas de mesmo tamanho, e fluxo regurgitante central moderado. No ecocardiograma, a valva quadrivalvular é identificada por sua forma característica em “X” durante a diástole e aspecto retangular durante a sístole. Os sintomas de insuficiência cardíaca provavelmente são causados por insuficiência valvar, em decorrência de coaptação anormal das válvulas. Em vista da possibilidade de aumento da regurgitação, a paciente foi submetida a controle ecocardiográfico periódico. Observou-se melhora dos sintomas com o tratamento.

  • ecocardiografia
  • Insuficiência da Valva Aórtica
  • Valva Aórtica
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11/08/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001400014 Visualizações 1

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Carvalho G, Carvalho MFM, Guérios EE, Calegari P, Zanlorensi CB, Botelho FS, Erbano BO, et al. TAV-in-TAV de Resgate na Falha Aguda de Prótese Valvar Aórtica em Paciente Octogenária de Alto Risco Cirúrgico. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20250111.

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Carvalho, Gustavo; Carvalho, Maria Fernanda Miranda; Guérios, Enio Eduardo; Calegari, Pedro; Zanlorensi, Cláudia Biondo; Botelho, Fernando Silva; Erbano, Bruna O.; Vaz, Vinícius D.. TAV-in-TAV de Resgate na Falha Aguda de Prótese Valvar Aórtica em Paciente Octogenária de Alto Risco Cirúrgico. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20250111, jul. 2026.

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Carvalho, G., Carvalho, M. F. M., Guérios, E. E., Calegari, P., Zanlorensi, C. B., Botelho, F. S., Erbano, B. O., & Vaz, V. D. (2026). TAV-in-TAV de Resgate na Falha Aguda de Prótese Valvar Aórtica em Paciente Octogenária de Alto Risco Cirúrgico. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20250111.

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Carvalho, Gustavo and Carvalho, Maria Fernanda Miranda and Guérios, Enio Eduardo and Calegari, Pedro and Zanlorensi, Cláudia Biondo and Botelho, Fernando Silva and Erbano, Bruna O. and Vaz, Vinícius D.. TAV-in-TAV de Resgate na Falha Aguda de Prótese Valvar Aórtica em Paciente Octogenária de Alto Risco Cirúrgico. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20250111. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tav-in-tav-de-resgate-na-falha-aguda-de-protese-valvar-aortica-em-paciente-octogenaria-de-alto-risco-cirurgico/>. ISSN 2318-8219

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Chemello D, Chagas P, Fagundes CS, Salvador JC, Tavares M. Amiloidose Cardíaca do Tipo Selvagem (ATTRwt) e Regurgitação Aórtica em um Paciente com Leucemia Mielomonocítica Aguda: Uma Combinação Atípica. ABC Imagem Cardiovascular 2025;38(1):e20240127.

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Chemello, Diego; Chagas, Patricia; Fagundes, Camila Sales; Salvador, Juliana Chiodelli; Tavares, Marcelo. Amiloidose Cardíaca do Tipo Selvagem (ATTRwt) e Regurgitação Aórtica em um Paciente com Leucemia Mielomonocítica Aguda: Uma Combinação Atípica. ABC Imagem Cardiovascular, v. 38, n. 1, e20240127, mar. 2025.

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Chemello, D., Chagas, P., Fagundes, C. S., Salvador, J. C., & Tavares, M. (2025). Amiloidose Cardíaca do Tipo Selvagem (ATTRwt) e Regurgitação Aórtica em um Paciente com Leucemia Mielomonocítica Aguda: Uma Combinação Atípica. ABC Imagem Cardiovascular, 38(1), e20240127.

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Chemello, Diego and Chagas, Patricia and Fagundes, Camila Sales and Salvador, Juliana Chiodelli and Tavares, Marcelo. Amiloidose Cardíaca do Tipo Selvagem (ATTRwt) e Regurgitação Aórtica em um Paciente com Leucemia Mielomonocítica Aguda: Uma Combinação Atípica. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2025, vol. 38, n. 1, [citado 2026-10-14], e20240127. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/amiloidose-cardiaca-do-tipo-selvagem-attrwt-e-regurgitacao-aortica-em-um-paciente-com-leucemia-mielomonocitica-aguda-uma-combinacao-atipica/>. ISSN 2318-8219

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Chemello D, Chagas P, Barreiro DM, Fagundes CS, Coelho R, Melo MDT. Endocardite Trombótica não Bacteriana Assintomática Levando a Diagnóstico de Câncer de Pâncreas. ABC Imagem Cardiovascular 2025;38(1):e20240126.

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Chemello, Diego; Chagas, Patricia; Barreiro, Daniel Marques; Fagundes, Camila Sales; Coelho, Rafael; Melo, Marcelo Dantas Tavares de. Endocardite Trombótica não Bacteriana Assintomática Levando a Diagnóstico de Câncer de Pâncreas. ABC Imagem Cardiovascular, v. 38, n. 1, e20240126, mar. 2025.

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Chemello, D., Chagas, P., Barreiro, D. M., Fagundes, C. S., Coelho, R., & Melo, M. D. T. (2025). Endocardite Trombótica não Bacteriana Assintomática Levando a Diagnóstico de Câncer de Pâncreas. ABC Imagem Cardiovascular, 38(1), e20240126.

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Chemello, Diego and Chagas, Patricia and Barreiro, Daniel Marques and Fagundes, Camila Sales and Coelho, Rafael and Melo, Marcelo Dantas Tavares de. Endocardite Trombótica não Bacteriana Assintomática Levando a Diagnóstico de Câncer de Pâncreas. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2025, vol. 38, n. 1, [citado 2026-10-14], e20240126. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/endocardite-trombotica-nao-bacteriana-assintomatica-levando-a-diagnostico-de-cancer-de-pancreas/>. ISSN 2318-8219

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Fonseca RA, Ribeiro SM, Azevedo Filho CF, Sampaio R, Tarasoutchi F, Rochitte CE. Deslocamento Linear Longitudinal do Ventrículo Esquerdo Comparado ao Strain Longitudinal Global por Ressonância Magnética Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(2):eabc304.

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Fonseca, Rafael Almeida; Ribeiro, Sergio Marrone; Azevedo Filho, Clerio Francisco de; Sampaio, Roney; Tarasoutchi, Flávio; Rochitte, Carlos Eduardo. Deslocamento Linear Longitudinal do Ventrículo Esquerdo Comparado ao Strain Longitudinal Global por Ressonância Magnética Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 2, eabc304, jun. 2022.

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Fonseca, R. A., Ribeiro, S. M., Azevedo Filho, C. F. , Sampaio, R., Tarasoutchi, F., & Rochitte, C. E. (2022). Deslocamento Linear Longitudinal do Ventrículo Esquerdo Comparado ao Strain Longitudinal Global por Ressonância Magnética Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular, 35(2), eabc304.

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Fonseca, Rafael Almeida and Ribeiro, Sergio Marrone and Azevedo Filho, Clerio Francisco de and Sampaio, Roney and Tarasoutchi, Flávio and Rochitte, Carlos Eduardo. Deslocamento Linear Longitudinal do Ventrículo Esquerdo Comparado ao Strain Longitudinal Global por Ressonância Magnética Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 2, [citado 2026-10-14], eabc304. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/deslocamento-linear-longitudinal-do-ventriculo-esquerdo-comparado-ao-strain-longitudinal-global-por-ressonancia-magnetica-cardiovascular/>. ISSN 2318-8219

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Cunha LCBP, Guerios EE, Cunha CLP, Carvalho LA, Lemos Neto P, Sarmento-Leite R, Abizaid AA, et al. A Relação entre Regurgitação Mitral e Implante Transcateter de Válvula Aórtica: um Estudo de Acompanhamento Multi-Institucional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(6):1059-6.

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Cunha, Luciana de Cerjat Bernardes P. da; Guerios, Enio Eduardo; Cunha, Claudio Leinig Pereira da; Carvalho, Luiz A.; Lemos Neto, Pedro; Sarmento-Leite, Rogério; Abizaid, Alexandre A.; Mangione, José Antonio; Oliveira, Adriano Dourado; Siciliano, Alexandre; Esteves, Vinicius; Brito Jr, Fábio Sândoli de. A Relação entre Regurgitação Mitral e Implante Transcateter de Válvula Aórtica: um Estudo de Acompanhamento Multi-Institucional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 6, p. 1059-1069, jun. 2021.

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Cunha, L. C. B. P. , Guerios, E. E., Cunha, C. L. P. , Carvalho, L. A., Lemos Neto, P., Sarmento-Leite, R., Abizaid, A. A., Mangione, J. A., Oliveira, A. D., Siciliano, A., Esteves, V., & Brito Jr, F. S. (2021). A Relação entre Regurgitação Mitral e Implante Transcateter de Válvula Aórtica: um Estudo de Acompanhamento Multi-Institucional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(6), 1059-1069.

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Cunha, Luciana de Cerjat Bernardes P. da and Guerios, Enio Eduardo and Cunha, Claudio Leinig Pereira da and Carvalho, Luiz A. and Lemos Neto, Pedro and Sarmento-Leite, Rogério and Abizaid, Alexandre A. and Mangione, José Antonio and Oliveira, Adriano Dourado and Siciliano, Alexandre and Esteves, Vinicius and Brito Jr, Fábio Sândoli de. A Relação entre Regurgitação Mitral e Implante Transcateter de Válvula Aórtica: um Estudo de Acompanhamento Multi-Institucional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1059-1069. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-relacao-entre-regurgitacao-mitral-e-implante-transcateter-de-valvula-aortica-um-estudo-de-acompanhamento-multi-institucional/>. ISSN 0066-782X

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Alsidawi S. Avaliação da Insuficiência Valvar Aórtica por Ecocardiografia: Conceitos Básicos e Novos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(2):261-2.

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Alsidawi, Said. Avaliação da Insuficiência Valvar Aórtica por Ecocardiografia: Conceitos Básicos e Novos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 2, p. 261-262, ago. 2020.

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Alsidawi, S. (2020). Avaliação da Insuficiência Valvar Aórtica por Ecocardiografia: Conceitos Básicos e Novos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(2), 261-262.

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Alsidawi, Said. Avaliação da Insuficiência Valvar Aórtica por Ecocardiografia: Conceitos Básicos e Novos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 261-262. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-da-insuficiencia-valvar-aortica-por-ecocardiografia-conceitos-basicos-e-novos/>. ISSN 0066-782X

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Ribeiro SM, Azevedo Filho CF, Sampaio R, Tarasoutchi F, Grinberg M, Kalil-Filho R, Rochitte CE, et al. Encurtamento Longitudinal do Ventrículo Esquerdo por Cine-RMC para Avaliação da Função Diastólica em Pacientes com Doença Valvar Aórtica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;114(2):284-92.

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Ribeiro, Sergio Marrone; Azevedo Filho, Clerio Francisco de; Sampaio, Roney; Tarasoutchi, Flávio; Grinberg, Max; Kalil-Filho, Roberto; Rochitte, Carlos Eduardo. Encurtamento Longitudinal do Ventrículo Esquerdo por Cine-RMC para Avaliação da Função Diastólica em Pacientes com Doença Valvar Aórtica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 2, p. 284-292, set. 2019.

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Ribeiro, S. M., Azevedo Filho, C. F. , Sampaio, R., Tarasoutchi, F., Grinberg, M., Kalil-Filho, R., & Rochitte, C. E. (2019). Encurtamento Longitudinal do Ventrículo Esquerdo por Cine-RMC para Avaliação da Função Diastólica em Pacientes com Doença Valvar Aórtica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(2), 284-292.

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Ribeiro, Sergio Marrone and Azevedo Filho, Clerio Francisco de and Sampaio, Roney and Tarasoutchi, Flávio and Grinberg, Max and Kalil-Filho, Roberto and Rochitte, Carlos Eduardo. Encurtamento Longitudinal do Ventrículo Esquerdo por Cine-RMC para Avaliação da Função Diastólica em Pacientes com Doença Valvar Aórtica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 114, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 284-292. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/encurtamento-longitudinal-do-ventriculo-esquerdo-por-cine-rmc-para-avaliacao-da-funcao-diastolica-em-pacientes-com-doenca-valvar-aortica/>. ISSN 0066-782X

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Favarato D, Aiello VD. Caso 1/2019 – Homem de 51 Anos com Hipertensão Arterial, Disseção de Aorta e Insuficiência Valvar Aórtica, Além de Insuficiência Cardíaca de Curso não Alterado após Intervenção Cirúrgica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(2):204-10.

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Favarato, Desiderio; Aiello, Vera Demarchi. Caso 1/2019 – Homem de 51 Anos com Hipertensão Arterial, Disseção de Aorta e Insuficiência Valvar Aórtica, Além de Insuficiência Cardíaca de Curso não Alterado após Intervenção Cirúrgica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 2, p. 204-210, jan. 2019.

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Favarato, D., & Aiello, V. D. (2019). Caso 1/2019 – Homem de 51 Anos com Hipertensão Arterial, Disseção de Aorta e Insuficiência Valvar Aórtica, Além de Insuficiência Cardíaca de Curso não Alterado após Intervenção Cirúrgica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(2), 204-210.

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Favarato, Desiderio and Aiello, Vera Demarchi. Caso 1/2019 – Homem de 51 Anos com Hipertensão Arterial, Disseção de Aorta e Insuficiência Valvar Aórtica, Além de Insuficiência Cardíaca de Curso não Alterado após Intervenção Cirúrgica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 204-210. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caso-1-2019-homem-de-51-anos-com-hipertensao-arterial-dissecao-de-aorta-e-insuficiencia-valvar-aortica-alem-de-insuficiencia-cardiaca-de-curso-nao-alterado-apos-intervencao-cirurgica/>. ISSN 0066-782X

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Martins CN, Gontijo Filho B, Lopes RM, Silva FCL. Regurgitação da Valva Neo-Aórtica a Médio e Longo Prazo após Cirurgia de Jatene: Prevalência e Fatores de Risco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(1):21-8.

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Martins, Cristiane Nunes; Gontijo Filho, Bayard; Lopes, Roberto Max; Silva, Francisco das Chagas Lima e. Regurgitação da Valva Neo-Aórtica a Médio e Longo Prazo após Cirurgia de Jatene: Prevalência e Fatores de Risco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 1, p. 21-28, jul. 2018.

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Martins, C. N., Gontijo Filho, B., Lopes, R. M., & Silva, F. C. L. (2018). Regurgitação da Valva Neo-Aórtica a Médio e Longo Prazo após Cirurgia de Jatene: Prevalência e Fatores de Risco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(1), 21-28.

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Martins, Cristiane Nunes and Gontijo Filho, Bayard and Lopes, Roberto Max and Silva, Francisco das Chagas Lima e. Regurgitação da Valva Neo-Aórtica a Médio e Longo Prazo após Cirurgia de Jatene: Prevalência e Fatores de Risco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 21-28. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/regurgitacao-da-valva-neo-aortica-a-medio-e-longo-prazo-apos-cirurgia-de-jatene-prevalencia-e-fatores-de-risco/>. ISSN 0066-782X

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Pestana G, Sousa C, Pinho T, Maia S, Maciel MJ. Avaliação Desafiadora de Regurgitação Aórtica: Mais que Uma Válvula Quadricúspide. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(1):115-6.

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Pestana, Gonçalo; Sousa, Carla; Pinho, Teresa; Maia, Sara; Maciel, M. Júlia. Avaliação Desafiadora de Regurgitação Aórtica: Mais que Uma Válvula Quadricúspide. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 1, p. 115-116, jun. 2018.

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Pestana, G., Sousa, C., Pinho, T., Maia, S., & Maciel, M. J. (2018). Avaliação Desafiadora de Regurgitação Aórtica: Mais que Uma Válvula Quadricúspide. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(1), 115-116.

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Pestana, Gonçalo and Sousa, Carla and Pinho, Teresa and Maia, Sara and Maciel, M. Júlia. Avaliação Desafiadora de Regurgitação Aórtica: Mais que Uma Válvula Quadricúspide. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 115-116. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-desafiadora-de-regurgitacao-aortica-mais-que-uma-valvula-quadricuspide/>. ISSN 0066-782X

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Ruivo C, Ribeiro J, Rodrigues A, Vouga L, Gama V. Deiscência Parcial de Prótese Mitral: Encerramento Percutâneo Transapical. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(3):295-6.

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Ruivo, Catarina; Ribeiro, José; Rodrigues, Alberto; Vouga, Luís; Gama, Vasco. Deiscência Parcial de Prótese Mitral: Encerramento Percutâneo Transapical. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 3, p. 295-296, fev. 2018.

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Ruivo, C., Ribeiro, J., Rodrigues, A., Vouga, L., & Gama, V. (2018). Deiscência Parcial de Prótese Mitral: Encerramento Percutâneo Transapical. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(3), 295-296.

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Ruivo, Catarina and Ribeiro, José and Rodrigues, Alberto and Vouga, Luís and Gama, Vasco. Deiscência Parcial de Prótese Mitral: Encerramento Percutâneo Transapical. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 295-296. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/deiscencia-parcial-de-protese-mitral-encerramento-percutaneo-transapical/>. ISSN 0066-782X

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Favarato D, Benvenuti LA. Caso 4 – Homem de 67 Anos Portador de Insuficiência Aórtica que Apresentou Síncope e Choque. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(2):176-83.

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Favarato, Desiderio; Benvenuti, Luiz Alberto. Caso 4 – Homem de 67 Anos Portador de Insuficiência Aórtica que Apresentou Síncope e Choque. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 2, p. 176-183, jul. 2016.

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Favarato, D., & Benvenuti, L. A. (2016). Caso 4 – Homem de 67 Anos Portador de Insuficiência Aórtica que Apresentou Síncope e Choque. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(2), 176-183.

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Favarato, Desiderio and Benvenuti, Luiz Alberto. Caso 4 – Homem de 67 Anos Portador de Insuficiência Aórtica que Apresentou Síncope e Choque. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 176-183. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caso-4-homem-de-67-anos-portador-de-insuficiencia-aortica-que-apresentou-sincope-e-choque/>. ISSN 0066-782X

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Pereira DRB, Pinton FA, Benvenuti LA. Caso 5: homem de 40 anos de idade, hipertenso, que apresentou dor abdominal e choque. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(4):e70-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pereira, Diego R. Barbosa; Pinton, Fabio Augusto; Benvenuti, Luiz Alberto. Caso 5: homem de 40 anos de idade, hipertenso, que apresentou dor abdominal e choque. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 4, p. e70-e77, nov. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pereira, D. R. B., Pinton, F. A., & Benvenuti, L. A. (2011). Caso 5: homem de 40 anos de idade, hipertenso, que apresentou dor abdominal e choque. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(4), e70-e77.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pereira, Diego R. Barbosa and Pinton, Fabio Augusto and Benvenuti, Luiz Alberto. Caso 5: homem de 40 anos de idade, hipertenso, que apresentou dor abdominal e choque. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. e70-e77. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caso-5-homem-de-40-anos-de-idade-hipertenso-que-apresentou-dor-abdominal-e-choque/>. ISSN 0066-782X

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Barcelos AM, Teixeira MA, Alves LS, Vieira MA, Bedim ML, Ribeiro NA. Endocardite infecciosa por Streptococcus bovis em paciente com carcinoma colônico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(3):e88-90.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barcelos, Alexandre Maulaz; Teixeira, Marco Antônio; Alves, Lidianny Silva; Vieira, Marcelo Antunes; Bedim, Marcus Lima; Ribeiro, Noely A.. Endocardite infecciosa por Streptococcus bovis em paciente com carcinoma colônico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 3, p. e88-e90, out. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barcelos, A. M., Teixeira, M. A., Alves, L. S., Vieira, M. A., Bedim, M. L., & Ribeiro, N. A. (2010). Endocardite infecciosa por Streptococcus bovis em paciente com carcinoma colônico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(3), e88-e90.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barcelos, Alexandre Maulaz and Teixeira, Marco Antônio and Alves, Lidianny Silva and Vieira, Marcelo Antunes and Bedim, Marcus Lima and Ribeiro, Noely A.. Endocardite infecciosa por Streptococcus bovis em paciente com carcinoma colônico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. e88-e90. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/endocardite-infecciosa-por-streptococcus-bovis-em-paciente-com-carcinoma-colonico/>. ISSN 0066-782X

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Barbosa MM, Freire CMV, Fenelon LMA, Esteves WAM, Reis G, Nunes MCP. Ecocardiograma sob estresse com dobutamina em pacientes assintomáticos com regurgitação aórtica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;93(1):53-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barbosa, Marcia M.; Freire, Claudia M. V.; Fenelon, Lúcia M. A.; Esteves, William A. M.; Reis, Gilmar; Nunes, Maria do Carmo P.. Ecocardiograma sob estresse com dobutamina em pacientes assintomáticos com regurgitação aórtica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 1, p. 53-58, out. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barbosa, M. M., Freire, C. M. V., Fenelon, L. M. A., Esteves, W. A. M., Reis, G., & Nunes, M. C. P. (2009). Ecocardiograma sob estresse com dobutamina em pacientes assintomáticos com regurgitação aórtica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(1), 53-58.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barbosa, Marcia M. and Freire, Claudia M. V. and Fenelon, Lúcia M. A. and Esteves, William A. M. and Reis, Gilmar and Nunes, Maria do Carmo P.. Ecocardiograma sob estresse com dobutamina em pacientes assintomáticos com regurgitação aórtica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 93, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 53-58. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ecocardiograma-sob-estresse-com-dobutamina-em-pacientes-assintomaticos-com-regurgitacao-aortica/>. ISSN 0066-782X

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Spina GS, Tarasoutchi F, Sampaio RO, Vieira MLC, Strunz C, Laurindo FR, Grinberg M, et al. Perfil neuro-hormonal de pacientes reumáticos com insuficiência aórtica crônica importante. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(2):150-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Spina, Guilherme Sobreira; Tarasoutchi, Flávio; Sampaio, Roney Orismar; Vieira, Marcelo Luiz Campos; Strunz, Célia; Laurindo, Francisco Rafael; Grinberg, Max. Perfil neuro-hormonal de pacientes reumáticos com insuficiência aórtica crônica importante. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 2, p. 150-156, abr. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Spina, G. S., Tarasoutchi, F., Sampaio, R. O., Vieira, M. L. C., Strunz, C., Laurindo, F. R., & Grinberg, M. (2009). Perfil neuro-hormonal de pacientes reumáticos com insuficiência aórtica crônica importante. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(2), 150-156.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Spina, Guilherme Sobreira and Tarasoutchi, Flávio and Sampaio, Roney Orismar and Vieira, Marcelo Luiz Campos and Strunz, Célia and Laurindo, Francisco Rafael and Grinberg, Max. Perfil neuro-hormonal de pacientes reumáticos com insuficiência aórtica crônica importante. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 150-156. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/perfil-neuro-hormonal-de-pacientes-reumaticos-com-insuficiencia-aortica-cronica-importante/>. ISSN 0066-782X

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Elias N, Tarasoutchi F, Spina GS, Sampaio RO, Pomerantzeff PMA, Laurindo FR, Grinberg M, et al. Fibrose miocárdica e remodelamento ventricular na insuficiência aórtica crônica importante. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(1):63-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Elias, Nelson; Tarasoutchi, Flávio; Spina, Guilherme Sobreira; Sampaio, Roney O.; Pomerantzeff, Pablo M. A.; Laurindo, Francisco Rafael; Grinberg, Max. Fibrose miocárdica e remodelamento ventricular na insuficiência aórtica crônica importante. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 1, p. 63-67, fev. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Elias, N., Tarasoutchi, F., Spina, G. S., Sampaio, R. O., Pomerantzeff, P. M. A., Laurindo, F. R., & Grinberg, M. (2009). Fibrose miocárdica e remodelamento ventricular na insuficiência aórtica crônica importante. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(1), 63-67.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Elias, Nelson and Tarasoutchi, Flávio and Spina, Guilherme Sobreira and Sampaio, Roney O. and Pomerantzeff, Pablo M. A. and Laurindo, Francisco Rafael and Grinberg, Max. Fibrose miocárdica e remodelamento ventricular na insuficiência aórtica crônica importante. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 63-67. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fibrose-miocardica-e-remodelamento-ventricular-na-insuficiencia-aortica-cronica-importante/>. ISSN 0066-782X

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Silva EOA, Iglesias AG, Silva EA. Valva aórtica quadrivalvular por ecocardiografia transtorácica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(2):e14-6.

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Silva, Erlon Oliveira de Abreu; Iglesias, Alessandro Giralde; Silva, Erlon de Abreu. Valva aórtica quadrivalvular por ecocardiografia transtorácica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 2, p. e14-e16, ago. 2008.

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Silva, E. O. A., Iglesias, A. G., & Silva, E. A. (2008). Valva aórtica quadrivalvular por ecocardiografia transtorácica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(2), e14-e16.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Erlon Oliveira de Abreu and Iglesias, Alessandro Giralde and Silva, Erlon de Abreu. Valva aórtica quadrivalvular por ecocardiografia transtorácica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. e14-e16. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/valva-aortica-quadrivalvular-por-ecocardiografia-transtoracica/>. ISSN 0066-782X

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