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  2. Palavra-chave: Atorvastatina
Figura 1
ABC
Artigo Original

O Efeito da Atorvastatina + Aspirina na Função Endotelial Difere com a Idade em Pacientes com HIV: Um Estudo de Caso-Controle

Gerson Gomes dos Santos Junior et al. Paulo Sérgio Ramos Araújo Kaliene Maria Estevão Leite Emmanuelle Tenório Godoi … Adriana Ferraz Vasconcelos Heloisa Ramos Lacerda

Resumo

Fundamento

Pacientes com HIV têm maior probabilidade de apresentar doenças cardiovasculares quando comparados à população em geral.

Objetivo

Este foi um estudo de caso-controle que teve como objetivo avaliar quais fatores estavam associados a uma redução na espessura médio-intimal da carótida (IMT) da carótida e ao aumento na dilatação mediada por fluxo (DMF) da artéria braquial em pacientes com HIV que receberam atorvastatina + aspirina por um período de 6 meses.

Métodos

Foi realizada uma análise secundária de um ensaio clínico, que incluiu pessoas vivendo com HIV e baixo risco cardiovascular. Um total de 38 pacientes alocados para o braço de intervenção e tratados por 6 meses com uma combinação de atorvastatina + aspirina foram incluídos. Todos os participantes foram submetidos a ultrassonografia da carótida e da artéria braquial, tanto no início quanto no final do estudo. Os casos que responderam com aumento >10% da dilatação braquial (DMF) e redução da espessura médio-intimal da carótida (IMT) foram considerados casos, e aqueles que não responderam foram considerados controles. Avaliamos os fatores associados às respostas positivas obtidas através da IMT e DMF.

Resultados

A redução do IMT não se associou significativamente a nenhum dos fatores de risco avaliados: idade (p = 0,211), sexo (p = 0,260), tabagismo (p = 0,131) ou tempo de diagnóstico do HIV (p = 0,836). Um aumento na DMF foi significativamente associado com a idade entre aqueles na faixa etária de 40-59 anos, p = 0,015 (OR = 4,37; IC 95%: 1,07-17,79).

Conclusões

Os indivíduos mais velhos foram mais propensos a apresentar um aumento na DMF após 6 meses de tratamento com atorvastatina + aspirina.

  • Arteria Braquial
  • Artérias Carótidas/ultrassonografia
  • Aspirina
  • Atorvastatina
  • Endotélio Vascular / fisiopatologia
  • Fatores de risco
  • HIV
  • íntima-media carotídea
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02/07/2021 DOI: 10.36660/abc.20190844 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Atorvastatina Atenua o Remodelamento Vascular em Camundongos com Síndrome Metabólica

Karine Ferreira da Silva Carvalho et al. Amanda Araújo Marques Ferreira Nayara Carvalho Barbosa Juliano Vilela Alves Rafael Menezes da Costa

Resumo

Fundamento

A síndrome metabólica é caracterizada por um conjunto de comorbidades. Durante a síndrome, observam-se alterações estruturais no sistema cardiovascular, especialmente o remodelamento vascular. Uma das causas predisponentes para essas alterações é a inflamação crônica oriunda de mudanças na estrutura e composição do tecido adiposo perivascular. Atorvastatina é eficaz no tratamento das dislipidemias. No entanto, seus efeitos pleiotrópicos não são totalmente compreendidos. Supõe-se que, durante a síndrome metabólica, ocorre remodelamento vascular e que o tratamento com atorvastatina pode ser capaz de atenuar tal condição.

Objetivos

Avaliar os efeitos do tratamento com atorvastatina sobre o remodelamento vascular em modelo experimental de síndrome metabólica.

Métodos

Camundongos Swiss receberam dieta controle ou dieta hiperglicídica por 18 semanas. Após 14 semanas de dieta, os camundongos foram tratados com veículo ou atorvastatina (20mg/kg) durante 4 semanas. Foram avaliados o perfil nutricional e metabólico por testes bioquímicos; análise estrutural da artéria aorta por histologia e dosagem de citocinas por ensaio imunoenzimático. O nível de significância aceitável para os resultados foi p <0,05.

Resultados

A dieta hiperglicídica promoveu o desenvolvimento de síndrome metabólica. Tal fato culminou no remodelamento hipertrófico do músculo liso vascular e tecido adiposo perivascular. Além disso, houve aumentos das citocinas TNF-α e IL-6 circulantes e no tecido adiposo perivascular. O tratamento com atorvastatina reduziu significativamente os danos metabólicos, o remodelamento vascular e os níveis de citocinas.

Conclusão

Atorvastatina ameniza danos metabólicos associados à síndrome metabólica induzida por dieta hiperglicídica, além de atenuar o remodelamento vascular, sendo esses efeitos associados à redução de citocinas pró-inflamatórias.

  • Atorvastatina
  • Camundongo
  • Carbohidratos da Dieta
  • Dislipidemias
  • Inflamação
  • Remodelamento Vascular
  • Síndrome Metabólica
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18/06/2021 DOI: 10.36660/abc.20200322
Figura 1
ABC
Artigo Original

Atorvastatina Reduz o Acúmulo de Células Musculares Lisas Vasculares para Inibir a Hiperplasia Intimal pela Inibição de Via p38 MAPK em um Modelo de Enxerto de Veia em Ratos

Tianshu Chu et al. Molin Huang Zhiwei Zhao Fei Ling … Jing Cao Jianjun Ge

Resumo

Fundamento:

A taxa de falha de enxerto de veia safena um ano após a cirurgia de revascularização do miocárdio varia de 10% a 25%. O objetivo deste estudo foi de investigar se a atorvastatina pode reduzir o acúmulo de células musculares lisas vasculares para inibir a hiperplasia intimal por meio da inibição da via p38 MAPK.

Métodos:

Quarenta e cinco ratos Sprague-Dawley foram randomizados em três grupos. Trinta ratos foram submetidos à cirurgia de enxerto de veia e randomizados para tratamento com veículo ou atorvastatina; quinze ratos foram submetidos à cirurgia sham. Detectamos a hiperplasia intimal por meio de coloração com hematoxilina-eosina e a expressão de proteínas relacionadas por meio de análise imuno-histoquímica e Western blot. Foram realizadas as comparações por análise de variância de fator único e pelo teste da diferença mínima significativa de Fisher, com p < 0,05 considerado significativo.

Resultados:

A íntima analisada pela coloração com hematoxilina-eosina era dramaticamente mais espessa no grupo controle que no grupo atorvastatina e no grupo sham (p < 0,01). Os resultados da coloração imuno-histoquímica de α-SMA demonstraram que a porcentagem de células positivas para α-SMA no grupo controle era mais alta que no grupo atorvastatina (p < 0,01). Nós também avaliamos α-SMA, PCNA, p38 MAPK e fosforilação de p38 MAPK após o tratamento com estatina por meio de análise de Western blot e os resultados indicaram que a atorvastatina não levou à redução de p38 MAPK (p < 0,05); no entanto, resultou na inibição da fosforilação de p38 MAPK (p < 0,01) e reduziu significativamente os níveis de α-SMA e PCNA, em comparação com o grupo controle (p < 0,01).

Conclusão:

Nós demonstramos que a atorvastatina pode inibir o acúmulo de células musculares lisas vasculares por meio da inibição da via p38 MAPK e é capaz de inibir a hiperplasia intimal em modelos de enxerto de veia em ratos.

  • Atorvastatina
  • Hiperplasia
  • Miócitos de Músculo Liso
  • Modelos Animais
  • Quinases de Proteína Quinase Ativadas por Mitógenos
  • Ratos
  • Revascularização do Miocárdio
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23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20190231 Visualizações 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Papel do Dimorfismo Sexual na Eficácia e Segurança da Terapia com Sinvastatina ou Atorvastatina em uma Coorte no Sul do Brasil

Lisiane Smiderle et al. Luciana O. Lima Mara Helena Hutz Cézar Roberto Van der Sand … Luiz Carlos Van der Sand Maria Elvira Wagner Ferreira Renan Canibal Pires Silvana Almeida Marilu Fiegenbaum

Fundamento:

A dislipidemia é o principal fator de risco para doenças cardiovasculares e as estatinas são efetivas no controle do perfil lipídico. Diferenças sexuais na farmacocinética e farmacodinâmica contribuem para a variação interindividual na eficácia e toxicidade de fármacos.

Objetivo:

Avaliar a existência de dimorfismo sexual na eficácia e segurança do tratamento com sinvastatina/atorvastatina.

Métodos:

495 sujeitos (331 mulheres e 164 homens) tiveram seus níveis lipídicos mensurados antes e após 6±3 meses de tratamento com sinvastatina/atorvastatina para avaliação dos perfis de eficácia e segurança.

Resultados:

As mulheres apresentaram maiores níveis basais de colesterol total, LDL-C e HDL-C quando comparadas aos homens (p < 0,0001). Após o tratamento, mulheres tiveram uma maior redução dos níveis de colesterol total e de LDL-C que homens. Após ajuste para covariáveis, foi observado que os níveis basais de colesterol total e de LDL-C são responsáveis por cerca de 30% da eficácia (p < 0,001), independentemente do sexo. Mialgia (com ou sem alteração de creatina fosfoquinase – CPK) ocorreu mais frequentemente em mulheres (25,9%) (p = 0,002), enquanto o aumento isolado de CPK e alterações de função hepática foram mais frequentemente observados em homens (17,9%) (p = 0,017).

Conclusões:

Nossos resultados demonstram que os níveis basais de colesterol total e LDL-C são os maiores preditores da eficácia do tratamento, independente do sexo. Adicionalmente, sugerimos que existe dimorfismo sexual na segurança do tratamento com sinvastatina/atorvastatina. O efeito das diferenças sexuais em receptores, proteínas transportadoras e rotas de expressão gênica devem ser avaliados e caracterizados para confirmar estas observações.

  • Atorvastatina
  • Dimorfismo Sexual
  • Lipídeos
  • sinvastatina
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27/06/2014 DOI: 10.5935/abc.20140085 Visualizações 2
Eficácia da atorvastatina sem administração diária
ABC
Artigo Original

Eficácia da atorvastatina sem administração diária

Antonio Edmond Ghattas et al. João Pimenta

FUNDAMENTO: As estatinas têm larga utilização por reduzirem eventos cardíacos. Indicadas para uso diário, no entanto alguns a utilizam em dias alternados, principalmente visando diminuição de custos. OBJETIVO: Avaliar a eficácia da atorvastatina sem administração diária sobre os níveis de LDL-colesterol (LDL-C) e a redução dos custos. MÉTODOS: Foram avaliados 100 pacientes (P) hipercolesterolêmicos em prevenção primária (PP) e secundária (PS). Após período de dieta de 12 semanas iniciou-se atorvastatina 10 mg por dia. Após seis semanas foi dosado o LDL-C, e se níveis <80 ou <104 mg/dl conforme PS e PP, respectivamente, foi feita subtração de duas tomadas de atorvastatina da semana. Caso LDL-C continuasse <80 ou <104 mg/dl permitiria novo ajuste para três vezes na semana, sendo feita última dosagem após seis semanas. A variação porcentual de custos foi a forma de apreciar a economia. RESULTADOS: Em 47 P, dos 52 desse grupo, observou-se redução de LDL-C de 32%, permanecendo com atorvastatina diária. Quarenta e um ficaram até o final do estudo e tiveram redução da posologia semanal. Em 25 P, a medicação foi administrada três vezes por semana e, em 16, cinco vezes por semana, exibindo redução de LDL-C de 42,4% e 46,1%, respectivamente. Sobre custos, um dos grupos teve despesa mensal de R$ 106,65 reduzido para R$ 74,65, e outro grupo, o gasto de R$ 106,65 foi reduzido a R$ 53,33. CONCLUSÃO: Os resultados sugerem que é possível administrar a atorvastatina de forma não-diária e observou-se redução dos custos entre 30% e 50%.

  • Atorvastatina
  • Colesterol
  • Estatinas
  • Hipercolesterolemia
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07/12/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001700008

Como citar este artigo

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Santos Junior GG, Araújo PSR, Leite KME, Godoi ET, Vasconcelos AF, Lacerda HR. O Efeito da Atorvastatina + Aspirina na Função Endotelial Difere com a Idade em Pacientes com HIV: Um Estudo de Caso-Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(2):365-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Santos Junior, Gerson Gomes dos; Araújo, Paulo Sérgio Ramos; Leite, Kaliene Maria Estevão; Godoi, Emmanuelle Tenório; Vasconcelos, Adriana Ferraz; Lacerda, Heloisa Ramos. O Efeito da Atorvastatina + Aspirina na Função Endotelial Difere com a Idade em Pacientes com HIV: Um Estudo de Caso-Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 2, p. 365-375, jul. 2021.

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Santos Junior, G. G. , Araújo, P. S. R., Leite, K. M. E., Godoi, E. T., Vasconcelos, A. F., & Lacerda, H. R. (2021). O Efeito da Atorvastatina + Aspirina na Função Endotelial Difere com a Idade em Pacientes com HIV: Um Estudo de Caso-Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 365-375.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Santos Junior, Gerson Gomes dos and Araújo, Paulo Sérgio Ramos and Leite, Kaliene Maria Estevão and Godoi, Emmanuelle Tenório and Vasconcelos, Adriana Ferraz and Lacerda, Heloisa Ramos. O Efeito da Atorvastatina + Aspirina na Função Endotelial Difere com a Idade em Pacientes com HIV: Um Estudo de Caso-Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 365-375. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-efeito-da-atorvastatina-aspirina-na-funcao-endotelial-difere-com-a-idade-em-pacientes-com-hiv-um-estudo-de-caso-controle/>. ISSN 0066-782X

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Carvalho KFS, Ferreira AAM, Barbosa NC, Alves JV, Costa RM. Atorvastatina Atenua o Remodelamento Vascular em Camundongos com Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(4):737-4.

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Carvalho, Karine Ferreira da Silva; Ferreira, Amanda Araújo Marques; Barbosa, Nayara Carvalho; Alves, Juliano Vilela; Costa, Rafael Menezes da. Atorvastatina Atenua o Remodelamento Vascular em Camundongos com Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 4, p. 737-747, jun. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Carvalho, K. F. S., Ferreira, A. A. M., Barbosa, N. C., Alves, J. V., & Costa, R. M. (2021). Atorvastatina Atenua o Remodelamento Vascular em Camundongos com Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(4), 737-747.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Carvalho, Karine Ferreira da Silva and Ferreira, Amanda Araújo Marques and Barbosa, Nayara Carvalho and Alves, Juliano Vilela and Costa, Rafael Menezes da. Atorvastatina Atenua o Remodelamento Vascular em Camundongos com Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 737-747. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/atorvastatina-atenua-o-remodelamento-vascular-em-camundongos-com-sindrome-metabolica/>. ISSN 0066-782X

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Chu T, Huang M, Zhao Z, Ling F, Cao J, Ge J. Atorvastatina Reduz o Acúmulo de Células Musculares Lisas Vasculares para Inibir a Hiperplasia Intimal pela Inibição de Via p38 MAPK em um Modelo de Enxerto de Veia em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):630-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Chu, Tianshu; Huang, Molin; Zhao, Zhiwei; Ling, Fei; Cao, Jing; Ge, Jianjun. Atorvastatina Reduz o Acúmulo de Células Musculares Lisas Vasculares para Inibir a Hiperplasia Intimal pela Inibição de Via p38 MAPK em um Modelo de Enxerto de Veia em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 630-636, out. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Chu, T., Huang, M., Zhao, Z., Ling, F., Cao, J., & Ge, J. (2020). Atorvastatina Reduz o Acúmulo de Células Musculares Lisas Vasculares para Inibir a Hiperplasia Intimal pela Inibição de Via p38 MAPK em um Modelo de Enxerto de Veia em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 630-636.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Chu, Tianshu and Huang, Molin and Zhao, Zhiwei and Ling, Fei and Cao, Jing and Ge, Jianjun. Atorvastatina Reduz o Acúmulo de Células Musculares Lisas Vasculares para Inibir a Hiperplasia Intimal pela Inibição de Via p38 MAPK em um Modelo de Enxerto de Veia em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 630-636. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/atorvastatina-reduz-o-acumulo-de-celulas-musculares-lisas-vasculares-para-inibir-a-hiperplasia-intimal-pela-inibicao-de-via-p38-mapk-em-um-modelo-de-enxerto-de-veia-em-ratos/>. ISSN 0066-782X

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Smiderle L, Lima LO, Hutz MH, Sand CRV, Sand LCV, Ferreira MEW, Pires RC, et al. Papel do Dimorfismo Sexual na Eficácia e Segurança da Terapia com Sinvastatina ou Atorvastatina em uma Coorte no Sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(1):33-40.

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Smiderle, Lisiane; Lima, Luciana O.; Hutz, Mara Helena; Sand, Cézar Roberto Van der; Sand, Luiz Carlos Van der; Ferreira, Maria Elvira Wagner; Pires, Renan Canibal; Almeida, Silvana; Fiegenbaum, Marilu. Papel do Dimorfismo Sexual na Eficácia e Segurança da Terapia com Sinvastatina ou Atorvastatina em uma Coorte no Sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 1, p. 33-40, jun. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Smiderle, L., Lima, L. O., Hutz, M. H., Sand, C. R. V. , Sand, L. C. V. , Ferreira, M. E. W., Pires, R. C., Almeida, S., & Fiegenbaum, M. (2014). Papel do Dimorfismo Sexual na Eficácia e Segurança da Terapia com Sinvastatina ou Atorvastatina em uma Coorte no Sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(1), 33-40.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Smiderle, Lisiane and Lima, Luciana O. and Hutz, Mara Helena and Sand, Cézar Roberto Van der and Sand, Luiz Carlos Van der and Ferreira, Maria Elvira Wagner and Pires, Renan Canibal and Almeida, Silvana and Fiegenbaum, Marilu. Papel do Dimorfismo Sexual na Eficácia e Segurança da Terapia com Sinvastatina ou Atorvastatina em uma Coorte no Sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 33-40. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/papel-do-dimorfismo-sexual-na-eficacia-e-seguranca-da-terapia-com-sinvastatina-ou-atorvastatina-em-uma-coorte-no-sul-do-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Ghattas AE, Pimenta J. Eficácia da atorvastatina sem administração diária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;89(5):325-32.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ghattas, Antonio Edmond; Pimenta, João. Eficácia da atorvastatina sem administração diária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 5, p. 325-332, dez. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ghattas, A. E., & Pimenta, J. (2007). Eficácia da atorvastatina sem administração diária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(5), 325-332.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ghattas, Antonio Edmond and Pimenta, João. Eficácia da atorvastatina sem administração diária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 89, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 325-332. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/eficacia-da-atorvastatina-sem-administracao-diaria/>. ISSN 0066-782X

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