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  2. Palavra-chave: Complacência Pulmonar
ABC
Editorial

Relação entre Complacência Pulmonar Estática e Extubação após Cirurgia Cardíaca

Henrique Murad

O excelente trabalho “Relação entre Complacência Pulmonar Estática e a Falha de Extubação em Pacientes no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca” publicado nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, nos dá mais uma ferramenta para auxiliar na decisão para permitir extubação com sucesso mantido, no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Os autores estudaram 102 pacientes submetidos a diversas operações cardíacas com circulação extracorpórea e observaram necessidade de reintubação em 25 pacientes (24,51%) após 48 horas de extubação. Os pacientes que falharam na extubação tiveram complacência pulmonar mais baixa do que os que não tiveram necessidade de serem reintubados. O ponto de corte da complacência pulmonar estática para uma extubação sem necessidade de reintubação foi de 41 ml/ cm H2O, sendo o normal entre 60 e 100 ml/ cm H2O. Na análise de regressão logística múltipla a falha de extubação foi 9,1 vezes maior em pacientes com complacência pulmonar inferior a 41 ml/ cm H2O. Também observaram que a complacência pulmonar estática mais baixa foi acompanhada de pior troca gasosa. Recomendam que a medida da complacência pulmonar estática deva ser incluída na avaliação pós-operatória do paciente submetido à cirurgia cardíaca.

Parte do material deste artigo integrou a dissertação de mestrado da Dra. Thais da Silva Brito, realizada sob a orientação da Professora Doutora Desanka Dragosavac, na Universidade Estadual de Campinas.

[…]

  • Complacência Pulmonar
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Extubação/métodos
  • Insuficiência Respiratória
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardíacos/métodos
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29/04/2024 DOI: 10.36660/abc.20240125
Relação entre a Complacência Pulmonar Estática e a Falha de Extubação em Pacientes Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca
ABC
Artigo Original

Relação entre a Complacência Pulmonar Estática e a Falha de Extubação em Pacientes Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca

Thais Bento Rudge Ramos et al. Luciana Castilho Figueiredo Luiz Claudio Martins Antonio Luis Eiras Falcão … Lígia dos Santos Roceto Ratti Orlando Petrucci Desanka Dragosavac

Resumo

Fundamento:

Pouco explorada na decisão de extubação no pós-operatório de cirurgia cardíaca, a complacência pulmonar estática seriamente afetada no procedimento cirúrgico pode levar à insuficiência respiratória e à falha na extubação.

Objetivo:

Avaliar a complacência pulmonar estática no pós-operatório de cirurgia cardíaca e relacionar sua possível redução aos casos de falha na extubação dos pacientes submetidos ao método fast-track de extubação.

Métodos:

Foram incluídos pacientes que realizaram cirurgia cardíaca com uso de circulação extracorpórea (CEC) em um hospital universitário estadual admitidos na UTI sob sedação e bloqueio residual. Tiveram sua complacência pulmonar estática avaliada no ventilador mecânico por meio do software que utiliza o least squares fitting (LSF) para a medição. No período de 48 horas após a extubação os pacientes foram observados respeito à necessidade de reintubação por insuficiência respiratória. O nível de significância adotado para os testes estatísticos foi de 5%, ou seja, p<0,05.

Resultados:

Obtiveram sucesso na extubação 77 pacientes (75,49%) e falharam 25 (24,51%). Os pacientes que falharam na extubação tiveram a complacência pulmonar estática mais baixa quando comparados aos que tiveram sucesso (p<0,001). Identificamos o ponto de corte para complacência por meio da análise da curva Receiver Operating Characteristic Curve (ROC) sendo o ponto de corte o valor da complacência <41ml/cmH2O associado com maior probabilidade de falha na extubação (p<0,001). Na análise de regressão múltipla, verificou-se a influência da complacência pulmonar (dividida pelo ponto de corte da curva ROC) com risco de falha 9,1 vezes maior para pacientes com complacência <41ml/cmH2O (p< 0,003).

Conclusões:

A complacência pulmonar estática <41ml/cmH2O é um fator que compromete o sucesso da extubação no pós-operatório de cirurgia cardíaca.

  • Cirurgia Cardíaca
  • Complacência Pulmonar
  • Cuidados Pós Operatórios
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23/02/2024 DOI: 10.36660/abc.20230350
Figura 1
ABC
Artigo Original

O Uso de um Ventilador Mecânico Portátil na Ressuscitação Cardiopulmonar é Viável, Melhora os Parâmetros Respiratórios e Previne a Redução da Complacência Pulmonar Dinâmica

Manoel Ângelo Gomes Palácio et al. Edison Ferreira de Paiva Gustavo Bernardes de Figueiredo Oliveira Luciano César Pontes de Azevedo … Bruno Gregnanin Pedron Elizabete Silva dos Santos Ari Timerman

Resumo

Fundamentos

Para ventilação prática e protetora durante a ressuscitação cardiopulmonar (RCP), desenvolveu-se um ventilador mecânico (VLP2000E) de 150 gramas que limita o pico de pressão inspiratória (PPI) durante ventilação e compressões torácicas simultâneas.

Objetivos

Avaliar a viabilidade da ventilação com VLP2000E durante RCP e comparar os parâmetros monitorados versus ventilação com bolsa-válvula.

Métodos

Estudo experimental randomizado com 10 porcos intubados por grupo. Após sete minutos de fibrilação ventricular, iniciaram-se ciclos de RCP de 2 minutos. Todos os animais foram ventilados com VLP2000E após o retorno da circulação espontânea (RCE).

Resultados

Os grupos bolsa-válvula e VLP2000E apresentaram taxa de RCE (60% vs. 50%, respectivamente) e saturação arterial de oxigênio similares na maioria dos ciclos de RCP, volume corrente basal diferente [0,764 (0,068) vs. 0,591 (0,123) L, p = 0,0309, respectivamente] e, em 14 ciclos, diferentes PPI [52 (9) vs. 39 (5) cm H2O, respectivamente], volume corrente [0,635 (0,172) vs. 0,306 (0,129) L], ETCO2 [14 (8) vs. 27 (9) mm Hg], e pico de fluxo inspiratório [0,878 (0,234) vs. 0,533 (0,105) L/s], todos p < 0,0001. A complacência pulmonar dinâmica (≥ 0,025 L/cm H2O) diminuiu após o RCE no grupo bolsa-válvula, mas se manteve no grupo VLP2000E [ 0,019 (0,006) vs. 0,024 (0,008) L/cm H2O, p = 0,0003].

Conclusões

Ventilação com VLP2000E durante RCP é viável e equivalente a ventilação com bolsa-válvula quanto à taxa de RCE e saturação arterial de oxigênio. Esse ventilador produz melhores parâmetros respiratórios, com pressão das vias aéreas e volume corrente menores. Ventilação com VLP2000E também previne a redução significante da complacência pulmonar dinâmica observada após ventilação com bolsa-válvula. Seria interessante realizar mais estudos pré-clínicos para confirmar esses resultados.

  • Complacência Pulmonar
  • Hiperventilação
  • Lesão Pulmonar
  • ressuscitação cardiopulmonar
  • Ventiladores Mecânicos
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07/08/2023 DOI: 10.36660/abc.20220564
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Redução da Pressão Capilar Pulmonar após Transplante Cardíaco: Complacência Pulmonar e Efeito Resistência

Nádia Moreira et al. Rui Baptista Susana Costa Fátima Franco … Mariano Pêgo Manuel Antunes

Resumo

Fundamento:

A pós-carga do ventrículo direito (VD) é um fator de risco importante para avaliar a mortalidade decorrente de transplante cardíaco (HTx) e resulta da interação entre a resistência vascular pulmonar (RVP) e a complacência pulmonar (CPA). Acredita-se que o produto da interação, o RC-time, seja constante. Entretanto, é exceção a hipertensão pulmonar devido às elevadas pressões de preenchimento do ventrículo esquerdo (VE).

Objetivos:

Ao utilizar o HTx como modelo para redução crônica das pressões de preenchimento do VE, nosso objetivo foi avaliar as variações nos componentes pós-carga do VD após o transplante.

Métodos:

Foram estudados, retrospectivamente, 159 pacientes com cateterismo cardíaco direito realizado antes e após o HTx. O impacto do HTx nas variáveis hemodinâmicas foi avaliado.

Resultados:

A maioria dos pacientes foi do sexo masculino (76%) e a média de idade foi 53 ± 12 anos. O HTx teve um efeito significativo na hemodinâmica, com normalização do VE e das pressões de preenchimento de VD e no aumento significativo do débito cardíaco e da freqüência cardíaca (FC). A RVP diminuiu 56% e a CPA aumentou 86%. Em vez de aumentar como era esperado, o RC-time não alterou significativamente e teve papel secundário em relação à normalização da pressão capilar pulmonar (PECP) após o HTx. O aumento esperado no RC timecom PWP reduzido foi atenuado pelo aumento da FC (devido à denervação autonômica do coração). Esse efeito ocorreu independentemente da diminuição da PCP

Conclusões:

O RC-time permaneceu inalterado após HTx, entretanto a PECP diminuiu significativamente. O aumento da FC pode ter impacto importante no RC-time e na pós-carga do VD. O estudo dessas interações pode ser de grande valor para avaliar os candidatos HTx e explicar a falência do VD ocorrida logo após o HTx.

  • Complacência Pulmonar
  • Pressão Propulsora Pulmonar / fisiologia
  • Resistência Vascular
  • Transplante de Coração
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31/07/2015 DOI: 10.5935/abc.20150083
Alterações da função pulmonar após tratamento cirúrgico de cardiopatias congênitas com hiperfluxo pulmonar
ABC
Artigo Original

Alterações da função pulmonar após tratamento cirúrgico de cardiopatias congênitas com hiperfluxo pulmonar

Lilian Goraieb et al. Ulisses Alexandre Croti Suzana Renata Perez Orrico Omar Yesid Prieto Rincon Domingo Marcolino Braile

FUNDAMENTO: Análise das condições pulmonares dos pacientes no pós-operatório de cirurgia cardíaca pediátrica. OBJETIVO: Avaliar o comportamento da complacência pulmonar e resistência da via aérea nos pacientes portadores de cardiopatias congênitas com hiperfluxo pulmonar, submetidos a tratamento cirúrgico com auxílio de circulação extracorpórea. MÉTODOS: Avaliaram-se, durante a cirurgia, 35 pacientes com medidas de complacência estática e resistência da via aérea, em quatro instantes distintos. As medidas pulmonares foram feitas de forma não-invasiva, com o método de oclusão da via aérea ao final da inspiração e uso de fórmulas matemáticas específicas. As variáveis observadas e relacionadas às alterações pulmonares foram: no período pré-operatório, idade, peso e relação entre fluxo sangüíneo sistêmico e pulmonar; no intra-operatório, tempos de perfusão, de anóxia e temperatura mínima; no pós-operatório, tempo de ventilação mecânica e de permanência na unidade de terapia intensiva. RESULTADOS: Ao final da cirurgia, a complacência pulmonar mostrou aumento significativo imediato (p < 0,001) em todos os pacientes. Os pacientes maiores de 30 meses tiveram maior aumento (p = 0,0004). Aqueles com peso superior a 10 kg também apresentaram maior aumento (p = 0,0006). Os pacientes com tempo de circulação extracorpórea maior que 50 minutos demoraram mais para apresentar aumento da complacência pulmonar (p = 0,04). A resistência da via aérea não apresentou alteração significativa ao final da correção cirúrgica (p = 0,393). CONCLUSÃO: A complacência pulmonar apresentou melhora ao final da cirurgia em todos os pacientes, sendo influenciada de forma significativa por fatores como idade, peso e tempo de circulação extracorpórea. A resistência da via aérea, entretanto, não se alterou.

  • Cardiopatias Congênitas
  • Circulação Extracorpórea
  • Complacência Pulmonar
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08/08/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001400003

Como citar este artigo

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Murad H. Relação entre Complacência Pulmonar Estática e Extubação após Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(2):e20240125.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Murad, Henrique. Relação entre Complacência Pulmonar Estática e Extubação após Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 2, e20240125, abr. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Murad, H. (2024). Relação entre Complacência Pulmonar Estática e Extubação após Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(2), e20240125.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Murad, Henrique. Relação entre Complacência Pulmonar Estática e Extubação após Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 2, [citado 2026-10-14], e20240125. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-complacencia-pulmonar-estatica-e-extubacao-apos-cirurgia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Ramos TBR, Figueiredo LC, Martins LC, Falcão ALE, Ratti LSR, Petrucci O, Dragosavac D, et al. Relação entre a Complacência Pulmonar Estática e a Falha de Extubação em Pacientes Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(2):e20230350.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ramos, Thais Bento Rudge; Figueiredo, Luciana Castilho; Martins, Luiz Claudio; Falcão, Antonio Luis Eiras; Ratti, Lígia dos Santos Roceto; Petrucci, Orlando; Dragosavac, Desanka. Relação entre a Complacência Pulmonar Estática e a Falha de Extubação em Pacientes Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 2, e20230350, fev. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ramos, T. B. R., Figueiredo, L. C., Martins, L. C., Falcão, A. L. E., Ratti, L. S. R., Petrucci, O., & Dragosavac, D. (2024). Relação entre a Complacência Pulmonar Estática e a Falha de Extubação em Pacientes Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(2), e20230350.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ramos, Thais Bento Rudge and Figueiredo, Luciana Castilho and Martins, Luiz Claudio and Falcão, Antonio Luis Eiras and Ratti, Lígia dos Santos Roceto and Petrucci, Orlando and Dragosavac, Desanka. Relação entre a Complacência Pulmonar Estática e a Falha de Extubação em Pacientes Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230350. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-a-complacencia-pulmonar-estatica-e-a-falha-de-extubacao-em-pacientes-pos-operatorio-de-cirurgia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Palácio MG, Paiva EF, Oliveira GBF, Azevedo LCP, Pedron BG, Santos ES, Timerman A, et al. O Uso de um Ventilador Mecânico Portátil na Ressuscitação Cardiopulmonar é Viável, Melhora os Parâmetros Respiratórios e Previne a Redução da Complacência Pulmonar Dinâmica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(7):e20220564.

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Palácio, Manoel Ângelo Gomes; Paiva, Edison Ferreira de; Oliveira, Gustavo Bernardes de Figueiredo; Azevedo, Luciano César Pontes de; Pedron, Bruno Gregnanin; Santos, Elizabete Silva dos; Timerman, Ari. O Uso de um Ventilador Mecânico Portátil na Ressuscitação Cardiopulmonar é Viável, Melhora os Parâmetros Respiratórios e Previne a Redução da Complacência Pulmonar Dinâmica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 7, e20220564, ago. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Palácio, M. G., Paiva, E. F. , Oliveira, G. B. F., Azevedo, L. C. P. , Pedron, B. G., Santos, E. S. , & Timerman, A. (2023). O Uso de um Ventilador Mecânico Portátil na Ressuscitação Cardiopulmonar é Viável, Melhora os Parâmetros Respiratórios e Previne a Redução da Complacência Pulmonar Dinâmica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(7), e20220564.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Palácio, Manoel Ângelo Gomes and Paiva, Edison Ferreira de and Oliveira, Gustavo Bernardes de Figueiredo and Azevedo, Luciano César Pontes de and Pedron, Bruno Gregnanin and Santos, Elizabete Silva dos and Timerman, Ari. O Uso de um Ventilador Mecânico Portátil na Ressuscitação Cardiopulmonar é Viável, Melhora os Parâmetros Respiratórios e Previne a Redução da Complacência Pulmonar Dinâmica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 7, [citado 2026-10-14], e20220564. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-uso-de-um-ventilador-mecanico-portatil-na-ressuscitacao-cardiopulmonar-e-viavel-melhora-os-parametros-respiratorios-e-previne-a-reducao-da-complacencia-pulmonar-dinamica/>. ISSN 0066-782X

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Moreira N, Baptista R, Costa S, Franco F, Pêgo M, Antunes M. Redução da Pressão Capilar Pulmonar após Transplante Cardíaco: Complacência Pulmonar e Efeito Resistência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(3):292-300.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Moreira, Nádia; Baptista, Rui; Costa, Susana; Franco, Fátima; Pêgo, Mariano; Antunes, Manuel. Redução da Pressão Capilar Pulmonar após Transplante Cardíaco: Complacência Pulmonar e Efeito Resistência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 3, p. 292-300, jul. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Moreira, N., Baptista, R., Costa, S., Franco, F., Pêgo, M., & Antunes, M. (2015). Redução da Pressão Capilar Pulmonar após Transplante Cardíaco: Complacência Pulmonar e Efeito Resistência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(3), 292-300.

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Moreira, Nádia and Baptista, Rui and Costa, Susana and Franco, Fátima and Pêgo, Mariano and Antunes, Manuel. Redução da Pressão Capilar Pulmonar após Transplante Cardíaco: Complacência Pulmonar e Efeito Resistência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 292-300. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reducao-da-pressao-capilar-pulmonar-apos-transplante-cardiaco-complacencia-pulmonar-e-efeito-resistencia/>. ISSN 0066-782X

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Goraieb L, Croti UA, Orrico SRP, Rincon OYP, Braile DM. Alterações da função pulmonar após tratamento cirúrgico de cardiopatias congênitas com hiperfluxo pulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(2):77-84.

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Goraieb, Lilian; Croti, Ulisses Alexandre; Orrico, Suzana Renata Perez; Rincon, Omar Yesid Prieto; Braile, Domingo Marcolino. Alterações da função pulmonar após tratamento cirúrgico de cardiopatias congênitas com hiperfluxo pulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 2, p. 77-84, ago. 2008.

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Goraieb, L., Croti, U. A., Orrico, S. R. P., Rincon, O. Y. P., & Braile, D. M. (2008). Alterações da função pulmonar após tratamento cirúrgico de cardiopatias congênitas com hiperfluxo pulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(2), 77-84.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Goraieb, Lilian and Croti, Ulisses Alexandre and Orrico, Suzana Renata Perez and Rincon, Omar Yesid Prieto and Braile, Domingo Marcolino. Alterações da função pulmonar após tratamento cirúrgico de cardiopatias congênitas com hiperfluxo pulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 77-84. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/alteracoes-da-funcao-pulmonar-apos-tratamento-cirurgico-de-cardiopatias-congenitas-com-hiperfluxo-pulmonar/>. ISSN 0066-782X

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