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  2. Palavra-chave: Circulação Extracorpórea
O Índice de Imuno Inflamação Sistêmica Prevê Mortalidade Hospitalar em Pacientes Submetidos à Cirurgia Cardíaca com Circulação Extracorpórea
ABC
Artigo Original

O Índice de Imuno Inflamação Sistêmica Prevê Mortalidade Hospitalar em Pacientes Submetidos à Cirurgia Cardíaca com Circulação Extracorpórea

İnayet Güntürk et al. Rifat Ozmen Okan Ozocak Ertuğrul Emre Güntürk … Fatma Dagli Cevat Yazici

Resumo

Fundamento:

O índice de imuno-inflamação sistêmica (SII), um novo índice inflamatório calculado usando contagens de plaquetas, neutrófilos e linfócitos, demonstrou ser um fator de risco independente para a identificação de doença arterial coronariana de alto risco em pacientes submetidos a intervenção coronária percutânea e cardiovascular e cirurgia com circulação extracorpórea (CEC). A relação entre as taxas de mortalidade relacionadas ao SII e à CEC permanece obscura.

Objetivo:

Esta pesquisa foi desenhada para investigar o uso do SII para prever mortalidade hospitalar em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca com CEC.

Métodos:

Quatrocentos e oitenta pacientes submetidos a procedimento cardíaco envolvendo CEC durante 3 anos foram coletados do banco de dados do hospital. Foram comparados os dados demográficos, comorbidades, perfis hematológicos e bioquímico e dados operatórios dos grupos. Análises múltiplas de regressão logística foram feitas para determinar preditores independentes de mortalidade. Os fatores prognósticos foram avaliados por análise multivariada e os valores preditivos de SII, relação neutrófilo-linfócito (NLR) e razão plaqueta-linfócito (PLR) para mortalidade foram comparados. Um valor de p <0,05 foi considerado significativo.

Resultados:

Dos 480 pacientes, 78 desenvolveram mortalidade hospitalar após cirurgia cardíaca. O SII foi um preditor independente de mortalidade hospitalar (odds ratio: 1,003, intervalo de confiança de 95%: 1,001-1,005, p811,93 com sensibilidade de 65% e especificidade de 65% (área sob a curva: 0,690). Os valores preditivos de SII, PLR e NLR foram próximos entre si.

Conclusão:

Altos escores pré-operatórios do SII podem ser usados para determinação precoce de tratamentos apropriados, o que pode melhorar os resultados cirúrgicos de cirurgia cardíaca no futuro.

  • Circulação Extracorpórea
  • Cirurgia Torácica
  • Inflamação
  • Mortalidade Hospitalar
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19/04/2024 DOI: 10.36660/abc.20230245 Visualizações 2
ABC
Artigo Original

Impacto Atual da Circulação Extracorpórea na Cirurgia de Revascularização Miocárdica no Estado de São Paulo

Gabrielle Barbosa Borgomoni et al. Omar Asdrúbal Vilca Mejia Bianca Maria Maglia Orlandi Maxim Goncharov … Luiz Augusto Ferreira Lisboa Pedro Henrique Conte Marco Antonio Praca Oliveira Alfredo Inácio Fiorelli Orlando Petrucci Junior Marcos Grandim Tiveron Luís Alberto de Oliveira Dallan Fabio Biscegli Jatene

Resumo

Fundamento

Resultados prévios com o uso de circulação extracorpórea (CEC) geram dificuldades na escolha do melhor tratamento para cada paciente na cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) no contexto atual.

Objetivo

Avaliar o impacto da CEC no cenário atual da CRM no estado de São Paulo.

Métodos

Foram analisados 2.905 pacientes submetidos à CRM de forma consecutiva em 11 centros do estado de São Paulo pertencentes ao Registro Paulista de Cirurgia Cardiovascular (REPLICCAR) I. Dados perioperatórios e de seguimento foram colocados via on-line por especialistas treinados e capacitados em cada hospital. Foram analisadas as associações das variáveis perioperatórias com o tipo de procedimento (com ou sem CEC) e com os desfechos. A mortalidade esperada foi calculada por meio do EuroSCORE II (ESII). Os valores de p menores de 5% foram considerados significativos.

Resultados

Não houve diferença significativa em relação à idade dos pacientes entre os grupos (p=0,081). Dentre os pacientes, 72,9% eram de sexo masculino; 542 pacientes foram operados sem CEC (18,7%). Das características pré-operatórias, pacientes com infarto agudo do miocárdio (IAM) prévio (p=0,005) e disfunção ventricular (p=0,031) foram operados com CEC; no entanto, pacientes de emergência ou em classe funcional New York Heart Association (NYHA) IV foram operados sem CEC (p<0,001). O valor do ESII foi semelhante para ambos os grupos (p=0,427). Na CRM sem CEC, houve preferência pelo uso do enxerto radial (p<0,001) e com CEC pela artéria mamária direita (p<0,001). No pós-operatório, o uso de CEC esteve associado com reoperação por sangramento (p=0,012).

Conclusão

Atualmente, no REPLICCAR, reoperação por sangramento foi o único desfecho associado ao uso da CEC na CRM. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(4):595-601)

  • Circulação Extracorpórea
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Epidemiologia
  • Fatores de risco
  • Morbidade
  • Mortalidade Hospitalar
  • Revascularização Miocárdica
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23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20190145 Visualizações 1
ABC
Editorial

Circulação Extracorpórea na Cirurgia de Revascularização do Miocárdio no Estado de São Paulo. O Estudo REPLICCAR

Paulo Roberto B. Evora

Se a revascularização do miocárdio deve ser realizada com ou sem o uso de circulação extracorpórea, chamada de CRM sem CEC e com CEC, ainda é uma questão em debate. Intuitivamente, evitar o bypass cardiopulmonar parece benéfico, pois a resposta inflamatória sistêmica da circulação extracorpórea é omitida. Mesmo assim, nenhum ensaio randomizado único foi capaz de provar que a CRM sem CEC é superior à CRM com CEC no que diz respeito aos desfechos de morte, acidente vascular cerebral ou infarto do miocárdio.

Hoje em dia, a cirurgia de revascularização do miocárdio sem CEC (RMSCEC) se tornou uma prática comum na cirurgia de revascularização do miocárdio (CRM). Além disso, parece que disfunções de órgãos (fígado, rim, isquemia intestinal, acidente vascular cerebral e outros tipos de disfunções menores) devem ser definitivamente diferenciadas, considerando as duas cirurgias de revascularização do miocárdio. Uma limitação associada à técnica sem CEC, especificamente a instabilidade hemodinâmica, diz respeito à qualidade da anastomose, a capacidade de obter uma revascularização completa e a taxa de conversão para CEC, que são preocupações especulativas. Portanto, ainda não está claro se a RMSCEC é superior em termos de patência do enxerto, incidência de complicações, desfechos em longo prazo e a taxa de mortalidade associada em comparação com a CRM convencional (CRMC).

[…]

  • Circulação Extracorpórea
  • Epidemiologia
  • Infarto do Miocárdio/cirurgia
  • REPICCAR
  • Revascularização Miocárdica / cirurgia
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23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20200914 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Assistência Circulatória Mecânica Esquerda como Ponte para Candidatura na Miocardiopatia Chagásica

Fernando Antibas Atik et al. Claudio Ribeiro Cunha Renato Bueno Chaves Marcelo Botelho Ulhoa Vitor Salvatore Barzilai

Introdução

A cardiomiopatia crônica de Chagas se manifesta tardiamente após a infecção com Trypanosoma cruzi e ainda é uma das principais causas de insuficiência cardíaca em fase terminal na América Latina. As experiências publicadas, sobre transplantes cardíacos para doença de Chagas crônica têm demonstrado a viabilidade e eficácia desta terapia, uma vez que a reativação da doença não é uma grande preocupação quando é diagnosticada e tratada corretamente a tempo.

No entanto, a necessidade de algum suporte circulatório mecânico na lista de espera aumentou progressivamente, de acordo com o relatório anual da International Society of Heart and Lung Transplantation. Considerando que a experiência com suporte circulatório mecânico na América Latina é muito limitada, e a insuficiência sistólica biventricular é comum na cardiomiopatia chagásica, é necessário esclarecer muitas questões não respondidas sobre as modalidades de suporte.

[…]

  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Choque Cardiogênico
  • Circulação Extracorpórea
  • Hipertensão Pulmonar
  • Insuficiência Cardíaca
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01/07/2018 DOI: 10.5935/abc.20180095
Perfil clínico da resposta inflamatória sistêmica após cirurgia cardíaca pediátrica com circulação extracorpórea
ABC
Artigo Original

Perfil clínico da resposta inflamatória sistêmica após cirurgia cardíaca pediátrica com circulação extracorpórea

Leonardo Cavadas da Costa Soares et al. Denise Ribas Regine Spring Jean Marcelo Ferreira da Silva Nelson Itiro Miyague

FUNDAMENTO: O pós-operatório de correção de cardiopatias congênitas frequentemente é acompanhado por resposta inflamatória sistêmica. OBJETIVO: Avaliar a frequência e as manifestações clínicas da síndrome de resposta inflamatória sistêmica após circulação extracorpórea (SRIS-CEC) em crianças submetidas à cirurgia cardíaca. MÉTODOS: Coorte histórico incluindo pacientes com até 3 anos de idade, submetidos à correção cirúrgica eletiva de cardiopatias congênitas com utilização de circulação extracorpórea (CEC). Foram analisados 101 pacientes por meio de critérios clínicos de disfunção de órgãos sob forma de escore, comparando-se fatores predisponentes e morbidade agregada à presença de SRIS-CEC. RESULTADOS: Foram identificados 22 pacientes (21,9%) que preencheram os critérios estabelecidos para SRIS-CEC. O sexo ou tipo de cardiopatia não diferiu entre os grupos (p =NS). Pacientes com SRIS-CEC (comparados aos pacientes sem SRIS-CEC) apresentavam idade média menor (6,8 ± 5,5 vs. 10,8 ± 5,1 meses, p < 0,05), menor peso (5,3 ± 1,9 vs. 6,9 ± 2,0 quilogramas, p < 0,05), maior tempo CEC (125,1 ± 49,5 vs. 93,9 ± 33,1 minutos, p < 0,05). Observou-se respectivamente maior tempo em mediana de ventilação mecânica (120,0 vs. 13,0 horas, p < 0,05), maior tempo de internação em unidade de cuidados intensivos (UCI) (265,0 vs. 107,0 horas, p < 0,05) e internação hospitalar (22,0 vs. 10,0 dias, p < 0,05). Em análise multivariada, maior peso (OR = 0,68, p = 0,01) foi identificado como fator de proteção. CONCLUSÃO: Os critérios clínicos adotados identificaram um grupo de risco para SRIS-CEC. Esse grupo tem como fatores predisponentes: menor peso e maior tempo de CEC. Pacientes com SRIS-CEC permanecem maior tempo em ventilação mecânica, internados em unidade de cuidados intensivos e em hospital.

  • Circulação Extracorpórea
  • Cirurgia Cardíaca
  • Síndrome de resposta inflamatória sistêmica
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22/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000100019
Lesão renal aguda após revascularização do miocárdio com circulação extracorpórea
ABC
Artigo Original

Lesão renal aguda após revascularização do miocárdio com circulação extracorpórea

Maurício de Nassau Machado et al. Rafael Carlos Miranda Isabela Thomaz Takakura Eduardo Palmegiani … Carlos Alberto dos Santos Marcos Aurélio Oliveira Osana M. Mouco Mauro E. Hernandes Maria Angélica Lemos Lília N. Maia

FUNDAMENTO: A lesão renal aguda (LRA) é uma doença complexa para a qual, atualmente, não há uma definição padrão aceita. A AKIN (Acute Kidney Injury Network) representa uma tentativa de padronização dos critérios para diagnóstico e estadiamento da LRA, baseando-se nos critérios RIFLE (risk, injury, failure, loss, e end-stage kidney disease), publicados recentemente. OBJETIVOS: Avaliar a incidência e mortalidade associada à LRA em pacientes submetidos à revascularização do miocárdio (RM) com circulação extracorpórea (CEC). MÉTODOS: O total de 817 pacientes foi dividido em dois grupos: LRA negativa (-), com 421 pacientes (51,5%), e LRA positiva (+), com 396 pacientes (48,5%). Foi considerado LRA a elevação da creatinina em 0,3 mg/dl ou aumento em 50% da creatinina em relação a seu valor basal. RESULTADOS: A mortalidade em 30 dias dos pacientes com e sem LRA foi de 12,6 % e 1,4%, respectivamente (p < 0,0001). Em um modelo de regressão logística multivariada, LRA após RM com CEC foi preditora independente de óbito em 30 dias (OR 6,7 – p = 0,0002). Esse grupo de pacientes teve maior tempo de permanência em UTI [mediana 2 dias (2 a 3) vs. 3 dias (2 a 5) – p 14 dias) – 14% vs. 2%; p < 0,0001. CONCLUSÃO: Na população estudada, mesmo uma discreta alteração da função renal baseada nos critérios do "Acute Kidney Injury Network – AKIN" foi preditora independente de óbito em 30 dias após RM com CEC.

  • Circulação Extracorpórea
  • insuficiência renal aguda
  • Mortalidade
  • Revascularização Miocárdica
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28/01/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000900008
ABC
Artigo Original

Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea

Priscyla B. M. A. Girardi et al. Whady Hueb Célia R. S. R. Nogueira Myrthes E. Takiuti … Teryo Nakano Cibele Larrosa Garzillo Felipe da S. Paulitsch Aécio F. T. Góis Neuza H. M. Lopes Noedir A. Stolf

FUNDAMENTO: Técnicas cirúrgicas de revascularização miocárdica sem o uso de circulação extracorpórea (CEC) projetaram esperanças de resultados operatórios com menor dano sistêmico, menor ocorrência de complicações clínicas e menor tempo de internação hospitalar, gerando expectativas de menor custo hospitalar. OBJETIVO: Avaliar o custo hospitalar em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica com e sem o uso de CEC, e em portadores de doença multiarterial coronariana estável com função ventricular preservada. MÉTODOS: Os custos hospitalares foram baseados na remuneração governamental vigente. Acrescentaram-se aos custos uso de órteses e próteses, complicações e intercorrências clínicas. Consideraram-se o tempo e os custos de permanência na UTI e de internação hospitalar. RESULTADOS: Entre janeiro de 2002 e agosto de 2006, foram randomizados 131 pacientes para cirurgia com CEC (CCEC) e 128 pacientes sem CEC (SCEC). As características basais foram semelhantes para os dois grupos. Os custos das intercorrências cirúrgicas foram significativamente menores (p < 0,001) para pacientes do grupo SCEC comparados ao grupo CCEC (606,00 ± 525,00 vs. 945,90 ± 440,00), bem como os custos na UTI: 432,20 ± 391,70 vs. 717,70 ± 257,70, respectivamente. Os tempos de permanência na sala cirúrgica foram (4,9 ± 1,1 h vs. 3,9 ± 1,0 h), (p < 0,001) na UTI (48,2 ± 17,2 h vs. 29,2 ± 26,1h) (p < 0,001), com tempo de entubação (9,2 ± 4,5 h vs. 6,4 ± 5,1h) (p < 0,001) para pacientes do grupo com e sem CEC, respectivamente. CONCLUSÃO: Os resultados permitem concluir que a cirurgia de revascularização miocárdica, sem circulação extracorpórea, proporciona diminuição de custos operacionais e de tempo de permanência em cada setor relacionado ao tratamento cirúrgico.

  • arteriosclerose coronariana
  • Circulação Extracorpórea
  • Custos Hospitalares
  • efeitos adversos
  • Ponte de Artéria Coronária sem Circulação Extracorpórea
  • Revascularização Miocárdica
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05/01/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001800003 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Qualidade de vida após revascularização cirúrgica do miocárdio com e sem circulação extracorpórea

Celia R. S. R. Nogueira et al. Whady Hueb Myrthes E. Takiuti Priscyla B. M. A. Girardi … Teryo Nakano Fábio Fernandes Felipe da S. Paulitsch Aécio F. T. Góis Neuza H. M. Lopes Noedir A. Stolf

FUNDAMENTO: Técnicas de cirurgia de revascularização miocárdica (RM) sem o uso de circulação extracorpórea (CEC) possibilitou resultados operatórios com menor dano sistêmico, menor ocorrência de complicações clínicas, menor permanência na sala de terapia intensiva e também no tempo de internação, gerando expectativas de melhor qualidade de vida (QV) dos pacientes. OBJETIVO: Avaliar a QV em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização com e sem CEC. MÉTODOS: Em pacientes com doença multiarterial coronariana (DAC) estável e função ventricular preservada, aplicou-se o Short-Form Health Survey (SF-36) Questionnaire antes da cirurgia e depois de 6 e 12 meses. RESULTADOS: Entre janeiro de 2002 e dezembro de 2006, foram randomizados 202 pacientes para cirurgia de RM. As características demográficas clínicas laboratoriais e angiográficas foram semelhantes nos dois grupos. Desses pacientes, 105 foram operados sem CEC e 97 com CEC. Na evolução, 22 pacientes sofreram infarto, 29 relataram angina, um reoperou, 3 tiveram AVC e nenhum morreu. A avaliação da QV mostrou similaridade nos dois grupos em relação ao componente físico e mental. Todavia, encontrou-se significativa melhora da capacidade funcional e percepção do aspecto físico nos pacientes do sexo masculino. Além disso, um expressivo número de pacientes dos dois grupos retornou ao trabalho. CONCLUSÃO: Em todos os pacientes estudados, observaram-se melhora progressiva da qualidade de vida e retorno precoce ao trabalho, independentemente da técnica cirúrgica empregada. Exceto pela melhor percepção da capacidade funcional e do aspecto físico experimentado pelos homens, não houve diferença estatística nos resultados dos demais domínios alcançados pelos dois grupos estudados.

  • arteriosclerose coronariana
  • Circulação Extracorpórea
  • Qualidade de Vida
  • Revascularização Miocárdica
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11/11/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001600006 Visualizações 1
Alterações da função pulmonar após tratamento cirúrgico de cardiopatias congênitas com hiperfluxo pulmonar
ABC
Artigo Original

Alterações da função pulmonar após tratamento cirúrgico de cardiopatias congênitas com hiperfluxo pulmonar

Lilian Goraieb et al. Ulisses Alexandre Croti Suzana Renata Perez Orrico Omar Yesid Prieto Rincon Domingo Marcolino Braile

FUNDAMENTO: Análise das condições pulmonares dos pacientes no pós-operatório de cirurgia cardíaca pediátrica. OBJETIVO: Avaliar o comportamento da complacência pulmonar e resistência da via aérea nos pacientes portadores de cardiopatias congênitas com hiperfluxo pulmonar, submetidos a tratamento cirúrgico com auxílio de circulação extracorpórea. MÉTODOS: Avaliaram-se, durante a cirurgia, 35 pacientes com medidas de complacência estática e resistência da via aérea, em quatro instantes distintos. As medidas pulmonares foram feitas de forma não-invasiva, com o método de oclusão da via aérea ao final da inspiração e uso de fórmulas matemáticas específicas. As variáveis observadas e relacionadas às alterações pulmonares foram: no período pré-operatório, idade, peso e relação entre fluxo sangüíneo sistêmico e pulmonar; no intra-operatório, tempos de perfusão, de anóxia e temperatura mínima; no pós-operatório, tempo de ventilação mecânica e de permanência na unidade de terapia intensiva. RESULTADOS: Ao final da cirurgia, a complacência pulmonar mostrou aumento significativo imediato (p < 0,001) em todos os pacientes. Os pacientes maiores de 30 meses tiveram maior aumento (p = 0,0004). Aqueles com peso superior a 10 kg também apresentaram maior aumento (p = 0,0006). Os pacientes com tempo de circulação extracorpórea maior que 50 minutos demoraram mais para apresentar aumento da complacência pulmonar (p = 0,04). A resistência da via aérea não apresentou alteração significativa ao final da correção cirúrgica (p = 0,393). CONCLUSÃO: A complacência pulmonar apresentou melhora ao final da cirurgia em todos os pacientes, sendo influenciada de forma significativa por fatores como idade, peso e tempo de circulação extracorpórea. A resistência da via aérea, entretanto, não se alterou.

  • Cardiopatias Congênitas
  • Circulação Extracorpórea
  • Complacência Pulmonar
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08/08/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001400003
Cirurgia de revascularização miocárdica: uso de enxerto bilateral de artéria torácica interna sem circulação extracorpórea
ABC
Artigo Original

Cirurgia de revascularização miocárdica: uso de enxerto bilateral de artéria torácica interna sem circulação extracorpórea

Walter José Gomes et al. Rodrigo P. Paez Francisco A. Alves

FUNDAMENTO: Avanços na cirurgia de revascularização miocárdica (RM) introduziram benefícios adicionais, como a técnica sem uso da circulação extracorpórea (CEC) e a utilização do enxerto bilateral de artéria torácica interna (ATI). A cirurgia de RM sem uso da CEC tem sido associada a melhora dos resultados imediatos e a redução da incidência de complicações perioperatórias, e o uso bilateral de enxertos de ATI oferece aumento de sobrevida e redução de eventos cardiovasculares a longo prazo. OBJETIVO: Apresentar a experiência inicial com o emprego combinado desses avanços na cirurgia de RM. MÉTODOS: Foram estudados 35 pacientes consecutivos submetidos a RM sem CEC, com enxertos bilaterais de ATIs, sendo a ATI esquerda dirigida para a artéria descendente anterior e a ATI direita anastomosada aos ramos da artéria circunflexa. As co-morbidades predominantes foram infarto do miocárdio prévio em 71,4% dos pacientes, diabetes melito em 34,2% e insuficiência renal em 14,2%. RESULTADOS: Nenhum paciente apresentou alteração do eletrocardiograma ou elevação enzimática no pós-operatório. O número de pontes por paciente variou de 2 a 4 (mediana de 3 pontes/paciente). A permanência hospitalar pós-operatória esteve entre 3 e 12 dias (média de 4,7 + 1,7 dias). Não houve casos de infecção ou deiscência esternal, mas um paciente apresentou acidente vascular cerebral no quarto dia de pós-operatório e faleceu. A duração do seguimento tardio foi de 4 a 48 meses. Não houve óbitos tardios, 31 pacientes estão assintomáticos e 3 têm angina residual. CONCLUSÃO: A combinação desses avanços técnicos na cirurgia de revascularização cirúrgica mostrou-se eficaz e pode contribuir para a melhora dos benefícios a longo prazo.

  • artérias torácicas
  • Circulação Extracorpórea
  • Revascularização Miocárdica
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22/02/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000100004 Visualizações 2
Revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea em pacientes acima de 75 anos: análise dos resultados imediatos
ABC
Artigo Original

Revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea em pacientes acima de 75 anos: análise dos resultados imediatos

Rodrigo Milani et al. Paulo Brofman Alexandre Varela Jose Augusto Souza … Maximiliano Guimarães Rafael Pantarolli Alexandre Barbosa Laura Barbosa Thaise Sandri Luiz Gustavo Emed Fernanda Ceccon Francisco Maia

OBJETIVO: Analisar os resultados imediatos da operação para revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea em pacientes acima de 75 anos. MÉTODOS: De janeiro 2001 a dezembro 2003, 193 pacientes com idade variando de 75 a 94 anos, correspondendo a 100% das operações coronarianas realizadas em pacientes acima de 75 anos, sendo 121 homens e 72 mulheres, foram submetidos a operação para revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea e analisados, retrospectivamente, os dados de internação dos pacientes. RESULTADOS: A hipertensão arterial esteve presente em 174 (90%), seguida de dislipidemia em 115 (59%), tabagismo em 89 (46%) e diabetes em 57 (29%), e 96 (49,7%) com antecedente de infarto do miocárdio. Destes, 53 (27,4%) tinham apresentado evento isquêmico agudo em um período < 30 dias da data da operação. Tinham lesões obstrutivas críticas em três ou mais vasos coronarianos 156 (80,95%) pacientes, enquanto 30 (15%) apresentavam obstrução do tronco da coronária esquerda e 30 (15%) apresentavam fração de ejeção < 30%. A pontuação obtida através do EUROSCORE variou de 3 a 18, com uma mortalidade esperada para o grupo de 7,54±2,69%. O número total de anastomoses distais foi de 639. Houve 7 (3,62%) óbitos, três por broncopneumonia, um por mediastinite, um por causas metabólicas, uma morte súbita após refixação de deiscência de esterno e um choque cardiogênico. Reoperação por sangramento, reintubação orotraqueal e ventilação mecânica prolongada foram fatores associados com aumento da mortalidade. CONCLUSÃO: A operação adotada para revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea foi associada à baixa mortalidade, baixo índice de complicações e curto período de hospitalização.

  • Circulação Extracorpórea
  • Idoso
  • Revascularização do Miocárdio
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14/02/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005000100008
A cirurgia de revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea minimiza o sangramento pós-operatório e a necessidade transfusional
ABC
Artigo Original

A cirurgia de revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea minimiza o sangramento pós-operatório e a necessidade transfusional

Fernando Antibas Atik et al. Leonardo Augusto Miana Fábio B. Jatene José Otávio C. Auler Júnior Sérgio Almeida de Oliveira

OBJETIVO: Comparando a revascularização do miocárdio (RM) com e sem circulação extracorpórea (CEC), com o sangramento no pós-operatório e a necessidade de transfusão de sangue e hemoderivados. MÉTODOS: De novembro/2001 a fevereiro/2002, foram analisados 186 pacientes submetidos a revascularização miocárdica, excluindo-se procedimentos associados, divididos em grupo A de 116 pacientes submetidos a RM com CEC e grupo B de 69 pacientes a RM sem CEC. Os dois grupos foram comparáveis em relação a características pré e intra-operatórias, exceto pelo maior número de anastomoses distais (p=0,0004) no grupo A, e maior atividade de protrombina (p=0,04) e RNI (p=0,03) no grupo B. Para evitar discrepâncias entre os grupos, foram selecionados 140 pacientes com características estatisticamente similares. RESULTADOS: Estudando os grupos pareados, tanto o volume total de sangramento em 24h (p=0,001), quanto aquele indexado para a superfície corpórea (p=0,004) foram respectivamente maiores no grupo A (609,6 ± 395,8 ml; 331,8 ± 225,8 ml/m²) em relação ao grupo B (437,2 ± 315 ml; 241 ± 173,9 ml/m²). Embora a necessidade de transfusão não fosse significativamente diferente entre os grupos (p=0,1), a quantidade transfundida de concentrado de hemáceas foi maior no grupo A (p=0,01). Não houve diferença estatística em relação à transfusão dos outros hemocomponentes e à necessidade de revisão cirúrgica de hemostasia. CONCLUSÃO: A RM sem CEC apresentou vantagens sobre a RM com CEC, em relação ao menor sangramento no pós-operatório e menor transfusão de concentrado de hemáceas. As repercussões deste achado podem ser inúmeras, principalmente em relação a minimização de fatores mórbidos e de custos hospitalares.

  • Circulação Extracorpórea
  • Revascularização do Miocárdio
  • sangramento mediastinal
  • transfusão de sangue
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22/10/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004001600008 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Insuficiência renal aguda após cirurgia de revascularização miocárdica com circulação extracorpórea: incidência, fatores de risco e mortalidade

Fernando Oliveira Santos et al. Marco Antonio Silveira Roberto Barreto Maia Marcelo Dantas Cerqueira Monteiro Reinaldo Martinelli

OBJETIVO: Identificar a incidência, fatores de risco e mortalidade de insuficiência renal aguda (IRA), em pacientes submetidos à cirurgia para revascularização miocárdica com circulação extracorpórea. MÉTODOS: Estudados prospectivamente todos os pacientes submetidos a cirurgia de revascularização miocárdica e as variáveis clínicas e laboratoriais analisadas através de métodos uni e multivariado (regressão logística). RESULTADOS: Insuficiência renal aguda ocorreu em 16,1% dos 223 pacientes estudados, diálise foi necessária em 4,9% dos pacientes. Os fatores de risco associados à IRA na análise univariada foram: idade > 63 anos OR 3,6 (95% IC=1,6 a 8,3), creatinina sérica pré-operatória > 1,2 mg/dl OR 5,9 (95% IC=2,4 a 14,6), duração da circulação extracorpórea > 90 min OR 2,1 (95% IC=1,0 a 4,4), uso de balão intra-aórtico OR 2,6 (95% IC=1,2 a 5,5); necessidade de drogas inotrópicas OR 4,4 (95% IC=1,9 a 10,2) e, na análise multivariada, foram fatores independentes associados à IRA idade > 63 anos OR 3,0 (95% IC=1,3 a 7,2), creatinina sérica pré-operatória > 1,2 mg/dl OR 4,3 (95% IC=1,6 a 11,4), necessidade de drogas inotrópicas OR 3,2 (95% IC=1,3 a 8,0). A mortalidade nos pacientes com IRA foi de 25,0 % em comparação com 1,1% entre os sem IRA e 63,6% entre os que necessitaram de diálise. CONCLUSÃO: Insuficiência renal aguda em cirurgia de revascularização miocárdica é uma complicação freqüente e está associada à alta mortalidade. Sendo fatores de risco independentes: idade, insuficiência renal prévia e necessidade de drogas inotrópicas.

  • Circulação Extracorpórea
  • Cirurgia Cardíaca
  • cirurgia de revascularização miocárdica
  • insuficiência renal aguda
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17/08/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004001400006 Visualizações 2
Cirurgia valvar em gestantes. Experiência em oito casos
ABC
Artigo Original

Cirurgia valvar em gestantes. Experiência em oito casos

Pablo Maria Alberto Pomerantzeff et al. Anderson Benício Carlos Manuel de Almeida Brandão Walkiria Samuel Ávila … Paulo Cesar Luiz Bueno Max Grinberg Maria Rita Lemos Bortolotto Noedir Antonio Groppo Stolf Adib Domingos Jatene

OBJETIVO: Analisar, em gestantes, os resultados da cirurgia cardíaca e as conseqüências da circulação extracorpórea (CEC) nas gestantes e fetos. MÉTODOS: Estudo de 8 gestantes submetidas à cirurgia cardíaca valvar entre janeiro/86 e dezembro/96. Idade média de 31,4±8,9 anos, e idade gestacional entre 12 a 31 (média de 26,6±7,1) semanas. Em todas as pacientes foi realizada monitorização fetal. Durante a CEC manteve-se sempre o fluxo elevado e a temperatura acima de 34°C. Foram realizadas 4 cirurgias da valva aórtica e 4 da valva mitral, sendo duas reoperações. RESULTADOS: Não houve mortalidade materna. Ocorreram dois partos prematuros e em uma criança houve comprometimento neurológico. As demais crianças não apresentaram nenhum comprometimento em seu desenvolvimento. CONCLUSÃO: Os cuidados com o fluxo durante a CEC e a monitorização fetal no intra-operatório foram fundamentais para a obtenção de resultados bastante satisfatórios.

  • Circulação Extracorpórea
  • Cirurgia Cardíaca
  • Gravidez
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08/01/2002 DOI: 10.1590/S0066-782X1998000600005
Alterações da hemostasia em crianças submetidas a cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea
ABC
Artigo Original

Alterações da hemostasia em crianças submetidas a cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea

Fernanda Maria Rebouças da Costa Silveira et al. Dayse Maria Lourenço Miguel Maluf Werther B. Carvalho … Enio Buffolo Antonio Carlos Carvalho

OBJETIVO: Avaliar as alterações de hemostasia encontradas em crianças submetidas a cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea (CEC). MÉTODOS: Estudamos 17 crianças no pré e pós-operatório (PO) imediato, no 1° PO e entre o 4º e 7º PO, analisando o hematócrito, tempo de protrombina (TP), tempo de tromboplastina parcial ativado, fibrinogênio, contagem de plaquetas, fator V e tempo de lise de euglobulina (TLE). Os pacientes foram divididos em grupos com e sem sangramento excessivo no PO. RESULTADOS: Houve alterações significantes no intra-operatório com aumento do TP e tempo de tromboplastina parcial ativado e redução do fibrinogênio, fator V e do TLE. Seis (35%) crianças sangraram excessivamente. A contagem de plaquetas foi significantemente menor no intra-operatório; neste grupo o tempo de CEC foi maior. CONCLUSÃO: Alterações de hemostasia no intra e PO ocorrem como conseqüência da ativação da cascata de coagulação e fibrinólise. A incidência de sangramento excessivo é alta nesta faixa etária. Os grupos com e sem sangramento excessivo diferenciaram-se pelo maior tempo de CEC e contagem reduzida de plaquetas.

  • Circulação Extracorpórea
  • Cirurgia Cardíaca
  • hemostasia
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08/01/2002 DOI: 10.1590/S0066-782X1998000100007

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Güntürk , Ozmen R, Ozocak O, Güntürk EE, Dagli F, Yazici C. O Índice de Imuno Inflamação Sistêmica Prevê Mortalidade Hospitalar em Pacientes Submetidos à Cirurgia Cardíaca com Circulação Extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(4):e20230245.

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Güntürk, İnayet; Ozmen, Rifat; Ozocak, Okan; Güntürk, Ertuğrul Emre; Dagli, Fatma; Yazici, Cevat. O Índice de Imuno Inflamação Sistêmica Prevê Mortalidade Hospitalar em Pacientes Submetidos à Cirurgia Cardíaca com Circulação Extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 4, e20230245, abr. 2024.

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Güntürk, , Ozmen, R., Ozocak, O., Güntürk, E. E., Dagli, F., & Yazici, C. (2024). O Índice de Imuno Inflamação Sistêmica Prevê Mortalidade Hospitalar em Pacientes Submetidos à Cirurgia Cardíaca com Circulação Extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(4), e20230245.

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Güntürk, İnayet and Ozmen, Rifat and Ozocak, Okan and Güntürk, Ertuğrul Emre and Dagli, Fatma and Yazici, Cevat. O Índice de Imuno Inflamação Sistêmica Prevê Mortalidade Hospitalar em Pacientes Submetidos à Cirurgia Cardíaca com Circulação Extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 4, [citado 2026-10-14], e20230245. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-indice-de-imuno-inflamacao-sistemica-preve-mortalidade-hospitalar-em-pacientes-submetidos-a-cirurgia-cardiaca-com-circulacao-extracorporea/>. ISSN 0066-782X

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Borgomoni GB, Mejia OAV, Orlandi BMM, Goncharov M, Lisboa LAF, Conte PH, Oliveira MAP, et al. Impacto Atual da Circulação Extracorpórea na Cirurgia de Revascularização Miocárdica no Estado de São Paulo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):595-601.

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Borgomoni, Gabrielle Barbosa; Mejia, Omar Asdrúbal Vilca; Orlandi, Bianca Maria Maglia; Goncharov, Maxim; Lisboa, Luiz Augusto Ferreira; Conte, Pedro Henrique; Oliveira, Marco Antonio Praca; Fiorelli, Alfredo Inácio; Petrucci Junior, Orlando; Tiveron, Marcos Grandim; Dallan, Luís Alberto de Oliveira; Jatene, Fabio Biscegli. Impacto Atual da Circulação Extracorpórea na Cirurgia de Revascularização Miocárdica no Estado de São Paulo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 595-601, out. 2020.

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Borgomoni, G. B., Mejia, O. A. V., Orlandi, B. M. M., Goncharov, M., Lisboa, L. A. F., Conte, P. H., Oliveira, M. A. P., Fiorelli, A. I., Petrucci Junior, O., Tiveron, M. G., Dallan, L. A. O., & Jatene, F. B. (2020). Impacto Atual da Circulação Extracorpórea na Cirurgia de Revascularização Miocárdica no Estado de São Paulo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 595-601.

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Borgomoni, Gabrielle Barbosa and Mejia, Omar Asdrúbal Vilca and Orlandi, Bianca Maria Maglia and Goncharov, Maxim and Lisboa, Luiz Augusto Ferreira and Conte, Pedro Henrique and Oliveira, Marco Antonio Praca and Fiorelli, Alfredo Inácio and Petrucci Junior, Orlando and Tiveron, Marcos Grandim and Dallan, Luís Alberto de Oliveira and Jatene, Fabio Biscegli. Impacto Atual da Circulação Extracorpórea na Cirurgia de Revascularização Miocárdica no Estado de São Paulo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 595-601. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-atual-da-circulacao-extracorporea-na-cirurgia-de-revascularizacao-miocardica-no-estado-de-sao-paulo/>. ISSN 0066-782X

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Evora PRB. Circulação Extracorpórea na Cirurgia de Revascularização do Miocárdio no Estado de São Paulo. O Estudo REPLICCAR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):602-3.

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Evora, Paulo Roberto B.. Circulação Extracorpórea na Cirurgia de Revascularização do Miocárdio no Estado de São Paulo. O Estudo REPLICCAR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 602-603, out. 2020.

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Evora, P. R. B. (2020). Circulação Extracorpórea na Cirurgia de Revascularização do Miocárdio no Estado de São Paulo. O Estudo REPLICCAR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 602-603.

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Evora, Paulo Roberto B.. Circulação Extracorpórea na Cirurgia de Revascularização do Miocárdio no Estado de São Paulo. O Estudo REPLICCAR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 602-603. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/circulacao-extracorporea-na-cirurgia-de-revascularizacao-do-miocardio-no-estado-de-sao-paulo-o-estudo-repliccar/>. ISSN 0066-782X

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Atik FA, Cunha CR, Chaves RB, Ulhoa MB, Barzilai VS. Assistência Circulatória Mecânica Esquerda como Ponte para Candidatura na Miocardiopatia Chagásica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(1):112-4.

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Atik, Fernando Antibas; Cunha, Claudio Ribeiro; Chaves, Renato Bueno; Ulhoa, Marcelo Botelho; Barzilai, Vitor Salvatore. Assistência Circulatória Mecânica Esquerda como Ponte para Candidatura na Miocardiopatia Chagásica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 1, p. 112-114, jun. 2018.

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Atik, F. A., Cunha, C. R., Chaves, R. B., Ulhoa, M. B., & Barzilai, V. S. (2018). Assistência Circulatória Mecânica Esquerda como Ponte para Candidatura na Miocardiopatia Chagásica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(1), 112-114.

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Atik, Fernando Antibas and Cunha, Claudio Ribeiro and Chaves, Renato Bueno and Ulhoa, Marcelo Botelho and Barzilai, Vitor Salvatore. Assistência Circulatória Mecânica Esquerda como Ponte para Candidatura na Miocardiopatia Chagásica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 112-114. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/assistencia-circulatoria-mecanica-esquerda-como-ponte-para-candidatura-na-miocardiopatia-chagasica/>. ISSN 0066-782X

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Soares LCC, Ribas D, Spring R, Silva JMF, Miyague NI. Perfil clínico da resposta inflamatória sistêmica após cirurgia cardíaca pediátrica com circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(1):127-33.

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Soares, Leonardo Cavadas da Costa; Ribas, Denise; Spring, Regine; Silva, Jean Marcelo Ferreira da; Miyague, Nelson Itiro. Perfil clínico da resposta inflamatória sistêmica após cirurgia cardíaca pediátrica com circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 1, p. 127-133, set. 2010.

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Soares, L. C. C., Ribas, D., Spring, R., Silva, J. M. F. , & Miyague, N. I. (2010). Perfil clínico da resposta inflamatória sistêmica após cirurgia cardíaca pediátrica com circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(1), 127-133.

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Soares, Leonardo Cavadas da Costa and Ribas, Denise and Spring, Regine and Silva, Jean Marcelo Ferreira da and Miyague, Nelson Itiro. Perfil clínico da resposta inflamatória sistêmica após cirurgia cardíaca pediátrica com circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 127-133. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/perfil-clinico-da-resposta-inflamatoria-sistemica-apos-cirurgia-cardiaca-pediatrica-com-circulacao-extracorporea/>. ISSN 0066-782X

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Machado MN, Miranda RC, Takakura IT, Palmegiani E, Santos CA, Oliveira MA, Mouco OM, et al. Lesão renal aguda após revascularização do miocárdio com circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;93(3):247-52.

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Machado, Maurício de Nassau; Miranda, Rafael Carlos; Takakura, Isabela Thomaz; Palmegiani, Eduardo; Santos, Carlos Alberto dos; Oliveira, Marcos Aurélio; Mouco, Osana M.; Hernandes, Mauro E.; Lemos, Maria Angélica; Maia, Lília N.. Lesão renal aguda após revascularização do miocárdio com circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 3, p. 247-252, jan. 2010.

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Machado, M. N., Miranda, R. C., Takakura, I. T., Palmegiani, E., Santos, C. A. , Oliveira, M. A., Mouco, O. M., Hernandes, M. E., Lemos, M. A., & Maia, L. N. (2010). Lesão renal aguda após revascularização do miocárdio com circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(3), 247-252.

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Machado, Maurício de Nassau and Miranda, Rafael Carlos and Takakura, Isabela Thomaz and Palmegiani, Eduardo and Santos, Carlos Alberto dos and Oliveira, Marcos Aurélio and Mouco, Osana M. and Hernandes, Mauro E. and Lemos, Maria Angélica and Maia, Lília N.. Lesão renal aguda após revascularização do miocárdio com circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 93, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 247-252. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/lesao-renal-aguda-apos-revascularizacao-do-miocardio-com-circulacao-extracorporea/>. ISSN 0066-782X

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Girardi PBMA, Hueb W, Nogueira CRSR, Takiuti ME, Nakano T, Garzillo CL, Paulitsch FS, et al. Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;91(6):369-76.

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Girardi, Priscyla B. M. A.; Hueb, Whady; Nogueira, Célia R. S. R.; Takiuti, Myrthes E.; Nakano, Teryo; Garzillo, Cibele Larrosa; Paulitsch, Felipe da S.; Góis, Aécio F. T.; Lopes, Neuza H. M.; Stolf, Noedir A.. Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 6, p. 369-376, jan. 2009.

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Girardi, P. B. M. A., Hueb, W., Nogueira, C. R. S. R., Takiuti, M. E., Nakano, T., Garzillo, C. L., Paulitsch, F. S., Góis, A. F. T., Lopes, N. H. M., & Stolf, N. A. (2009). Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(6), 369-376.

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Girardi, Priscyla B. M. A. and Hueb, Whady and Nogueira, Célia R. S. R. and Takiuti, Myrthes E. and Nakano, Teryo and Garzillo, Cibele Larrosa and Paulitsch, Felipe da S. and Góis, Aécio F. T. and Lopes, Neuza H. M. and Stolf, Noedir A.. Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 91, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 369-376. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/custos-comparativos-entre-a-revascularizacao-miocardica-com-e-sem-circulacao-extracorporea/>. ISSN 0066-782X

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Nogueira CRSR, Hueb W, Takiuti ME, Girardi PBMA, Nakano T, Fernandes F, Paulitsch FS, et al. Qualidade de vida após revascularização cirúrgica do miocárdio com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(4):238-44.

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Nogueira, Celia R. S. R.; Hueb, Whady; Takiuti, Myrthes E.; Girardi, Priscyla B. M. A.; Nakano, Teryo; Fernandes, Fábio; Paulitsch, Felipe da S.; Góis, Aécio F. T.; Lopes, Neuza H. M.; Stolf, Noedir A.. Qualidade de vida após revascularização cirúrgica do miocárdio com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 4, p. 238-244, nov. 2008.

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Nogueira, C. R. S. R., Hueb, W., Takiuti, M. E., Girardi, P. B. M. A., Nakano, T., Fernandes, F., Paulitsch, F. S., Góis, A. F. T., Lopes, N. H. M., & Stolf, N. A. (2008). Qualidade de vida após revascularização cirúrgica do miocárdio com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(4), 238-244.

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Nogueira, Celia R. S. R. and Hueb, Whady and Takiuti, Myrthes E. and Girardi, Priscyla B. M. A. and Nakano, Teryo and Fernandes, Fábio and Paulitsch, Felipe da S. and Góis, Aécio F. T. and Lopes, Neuza H. M. and Stolf, Noedir A.. Qualidade de vida após revascularização cirúrgica do miocárdio com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 238-244. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/qualidade-de-vida-apos-revascularizacao-cirurgica-do-miocardio-com-e-sem-circulacao-extracorporea/>. ISSN 0066-782X

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Goraieb L, Croti UA, Orrico SRP, Rincon OYP, Braile DM. Alterações da função pulmonar após tratamento cirúrgico de cardiopatias congênitas com hiperfluxo pulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(2):77-84.

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Goraieb, Lilian; Croti, Ulisses Alexandre; Orrico, Suzana Renata Perez; Rincon, Omar Yesid Prieto; Braile, Domingo Marcolino. Alterações da função pulmonar após tratamento cirúrgico de cardiopatias congênitas com hiperfluxo pulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 2, p. 77-84, ago. 2008.

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Goraieb, L., Croti, U. A., Orrico, S. R. P., Rincon, O. Y. P., & Braile, D. M. (2008). Alterações da função pulmonar após tratamento cirúrgico de cardiopatias congênitas com hiperfluxo pulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(2), 77-84.

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Goraieb, Lilian and Croti, Ulisses Alexandre and Orrico, Suzana Renata Perez and Rincon, Omar Yesid Prieto and Braile, Domingo Marcolino. Alterações da função pulmonar após tratamento cirúrgico de cardiopatias congênitas com hiperfluxo pulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 77-84. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/alteracoes-da-funcao-pulmonar-apos-tratamento-cirurgico-de-cardiopatias-congenitas-com-hiperfluxo-pulmonar/>. ISSN 0066-782X

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Gomes WJ, Paez RP, Alves FA. Cirurgia de revascularização miocárdica: uso de enxerto bilateral de artéria torácica interna sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(1):18-23.

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Gomes, Walter José; Paez, Rodrigo P.; Alves, Francisco A.. Cirurgia de revascularização miocárdica: uso de enxerto bilateral de artéria torácica interna sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 1, p. 18-23, fev. 2008.

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Gomes, W. J., Paez, R. P., & Alves, F. A. (2008). Cirurgia de revascularização miocárdica: uso de enxerto bilateral de artéria torácica interna sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(1), 18-23.

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Gomes, Walter José and Paez, Rodrigo P. and Alves, Francisco A.. Cirurgia de revascularização miocárdica: uso de enxerto bilateral de artéria torácica interna sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 18-23. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cirurgia-de-revascularizacao-miocardica-uso-de-enxerto-bilateral-de-arteria-toracica-interna-sem-circulacao-extracorporea/>. ISSN 0066-782X

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Milani R, Brofman P, Varela A, Souza JA, Guimarães M, Pantarolli R, Barbosa A, et al. Revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea em pacientes acima de 75 anos: análise dos resultados imediatos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;84(1):34-7.

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Milani, Rodrigo; Brofman, Paulo; Varela, Alexandre; Souza, Jose Augusto; Guimarães, Maximiliano; Pantarolli, Rafael; Barbosa, Alexandre; Barbosa, Laura; Sandri, Thaise; Emed, Luiz Gustavo; Ceccon, Fernanda; Maia, Francisco. Revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea em pacientes acima de 75 anos: análise dos resultados imediatos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 84, n. 1, p. 34-37, fev. 2005.

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Milani, R., Brofman, P., Varela, A., Souza, J. A., Guimarães, M., Pantarolli, R., Barbosa, A., Barbosa, L., Sandri, T., Emed, L. G., Ceccon, F., & Maia, F. (2005). Revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea em pacientes acima de 75 anos: análise dos resultados imediatos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 84(1), 34-37.

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Milani, Rodrigo and Brofman, Paulo and Varela, Alexandre and Souza, Jose Augusto and Guimarães, Maximiliano and Pantarolli, Rafael and Barbosa, Alexandre and Barbosa, Laura and Sandri, Thaise and Emed, Luiz Gustavo and Ceccon, Fernanda and Maia, Francisco. Revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea em pacientes acima de 75 anos: análise dos resultados imediatos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 84, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 34-37. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/revascularizacao-do-miocardio-sem-circulacao-extracorporea-em-pacientes-acima-de-75-anos-analise-dos-resultados-imediatos/>. ISSN 0066-782X

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Atik FA, Miana LA, Jatene FB, Auler Júnior JOC, Oliveira SA. A cirurgia de revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea minimiza o sangramento pós-operatório e a necessidade transfusional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;83(4):332-7.

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Atik, Fernando Antibas; Miana, Leonardo Augusto; Jatene, Fábio B.; Auler Júnior, José Otávio C.; Oliveira, Sérgio Almeida de. A cirurgia de revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea minimiza o sangramento pós-operatório e a necessidade transfusional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 83, n. 4, p. 332-337, out. 2004.

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Atik, F. A., Miana, L. A., Jatene, F. B., Auler Júnior, J. O. C., & Oliveira, S. A. (2004). A cirurgia de revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea minimiza o sangramento pós-operatório e a necessidade transfusional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 83(4), 332-337.

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Atik, Fernando Antibas and Miana, Leonardo Augusto and Jatene, Fábio B. and Auler Júnior, José Otávio C. and Oliveira, Sérgio Almeida de. A cirurgia de revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea minimiza o sangramento pós-operatório e a necessidade transfusional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 83, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 332-337. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-cirurgia-de-revascularizacao-do-miocardio-sem-circulacao-extracorporea-minimiza-o-sangramento-pos-operatorio-e-a-necessidade-transfusional/>. ISSN 0066-782X

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Santos FO, Silveira MA, Maia RB, Monteiro MDC, Martinelli R. Insuficiência renal aguda após cirurgia de revascularização miocárdica com circulação extracorpórea: incidência, fatores de risco e mortalidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;83(2):145-9.

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Santos, Fernando Oliveira; Silveira, Marco Antonio; Maia, Roberto Barreto; Monteiro, Marcelo Dantas Cerqueira; Martinelli, Reinaldo. Insuficiência renal aguda após cirurgia de revascularização miocárdica com circulação extracorpórea: incidência, fatores de risco e mortalidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 83, n. 2, p. 145-149, ago. 2004.

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Santos, F. O., Silveira, M. A., Maia, R. B., Monteiro, M. D. C., & Martinelli, R. (2004). Insuficiência renal aguda após cirurgia de revascularização miocárdica com circulação extracorpórea: incidência, fatores de risco e mortalidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 83(2), 145-149.

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Santos, Fernando Oliveira and Silveira, Marco Antonio and Maia, Roberto Barreto and Monteiro, Marcelo Dantas Cerqueira and Martinelli, Reinaldo. Insuficiência renal aguda após cirurgia de revascularização miocárdica com circulação extracorpórea: incidência, fatores de risco e mortalidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 83, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 145-149. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/insuficiencia-renal-aguda-apos-cirurgia-de-revascularizacao-miocardica-com-circulacao-extracorporea-incidencia-fatores-de-risco-e-mortalidade/>. ISSN 0066-782X

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Pomerantzeff, Pablo Maria Alberto; Benício, Anderson; Brandão, Carlos Manuel de Almeida; Ávila, Walkiria Samuel; Bueno, Paulo Cesar Luiz; Grinberg, Max; Bortolotto, Maria Rita Lemos; Stolf, Noedir Antonio Groppo; Jatene, Adib Domingos. Cirurgia valvar em gestantes. Experiência em oito casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 70, n. 6, p. 403-408, jan. 2002.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pomerantzeff, P. M. A., Benício, A., Brandão, C. M. A., Ávila, W. S., Bueno, P. C. L., Grinberg, M., Bortolotto, M. R. L., Stolf, N. A. G., & Jatene, A. D. (2002). Cirurgia valvar em gestantes. Experiência em oito casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 70(6), 403-408.

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Pomerantzeff, Pablo Maria Alberto and Benício, Anderson and Brandão, Carlos Manuel de Almeida and Ávila, Walkiria Samuel and Bueno, Paulo Cesar Luiz and Grinberg, Max and Bortolotto, Maria Rita Lemos and Stolf, Noedir Antonio Groppo and Jatene, Adib Domingos. Cirurgia valvar em gestantes. Experiência em oito casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2002, vol. 70, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 403-408. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cirurgia-valvar-em-gestantes-experiencia-em-oito-casos/>. ISSN 0066-782X

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Silveira, Fernanda Maria Rebouças da Costa; Lourenço, Dayse Maria; Maluf, Miguel; Carvalho, Werther B.; Buffolo, Enio; Carvalho, Antonio Carlos. Alterações da hemostasia em crianças submetidas a cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 70, n. 1, p. 29-35, jan. 2002.

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Silveira, F. M. R. C., Lourenço, D. M., Maluf, M., Carvalho, W. B., Buffolo, E., & Carvalho, A. C. (2002). Alterações da hemostasia em crianças submetidas a cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 70(1), 29-35.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silveira, Fernanda Maria Rebouças da Costa and Lourenço, Dayse Maria and Maluf, Miguel and Carvalho, Werther B. and Buffolo, Enio and Carvalho, Antonio Carlos. Alterações da hemostasia em crianças submetidas a cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2002, vol. 70, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 29-35. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/alteracoes-da-hemostasia-em-criancas-submetidas-a-cirurgia-cardiaca-com-circulacao-extracorporea/>. ISSN 0066-782X

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