Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: Choque Séptico
Figura 1
ABC
Image

Calcificação Miocárdica Extensa em Paciente após Transplante Cardíaco

Sasha B. C. P. Duarte et al. Sandrigo Mangini Monica S. Avila Marcelo L. Montemor Fernando Bacal

Paciente do sexo feminino, 33 anos, submetida a um transplante cardíaco (Tx) por cardiopatia valvar, procedimento cirúrgico sem intercorrências. Pós-Tx evoluiu com disfunção aguda do enxerto, insuficiência renal aguda (IRA) dialítica e choque séptico. Confirmada infecção na corrente sanguínea por Klebsiella pneumoniae produtora de carbapenemase tratada. Realizada tomografia computadorizada (TC) de tórax e abdome sem contraste para investigação de foco infeccioso e de quadro de distensão abdominal e melena, com achado de calcificação miocárdica (CM) extensa em ventrículo esquerdo, que não fora encontrada em TC realizada anteriormente (, e ). Confirmado também diagnóstico de infecção por citomegalovírus (CMV), através de achados de endoscopia digestiva alta com presença de úlceras gastro-duodenais difusas e detecção quantitativa de DNA para CMV positiva, tendo recebido ganciclovir. Paciente evoluiu refratária às medidas instituídas e foi a óbito.

[…]

  • Choque Séptico
  • Doenças das Valvas Cardíacas
  • Insuficiência Renal/ complicações
  • Transplante de Coração/complicações
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
10/02/2020 DOI: 10.36660/abc.20190146 Visualizações 1
ABC
Editorial

Endocardite Infecciosa: Ainda uma Doença Mortal

Cristiane da Cruz Lamas

A importante questão da mortalidade intra-hospitalar em endocardite infecciosa (EI) é discutida por Marques et al., A mortalidade intra-hospitalar na coorte International Collaboration in Endocarditis (ICE) (2000-2005) foi de 18%, semelhante à taxa de 17% na grande coorte europeia publicada recentemente, inaceitavelmente altas, considerando que a maioria dos pacientes incluídos era de países desenvolvidos e registros voluntários.

No presente artigo, a mortalidade hospitalar foi de 42/134 (31,3%), superior ao esperado. Os fatores de risco identificados para mortalidade intra-hospitalar foram etiologia por Staphylococcus aureus, hemoculturas negativas, evidência de obstrução valvar no ecocardiograma, insuficiência cardíaca secundária à EI e choque séptico. A cirurgia cardíaca foi um fator protetor para mortalidade. Para mim, a mensagem mais importante é “a cirurgia cardíaca foi um fator protetor para mortalidade”. Isso foi demonstrado em vários estudos.–

[…]

  • Choque Séptico
  • Comorbidades
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Endocardite/cirurgia
  • Endocardite/complicações
  • Insuficiência Cardíaca/fisiopatologia
  • Mortalidade Hospitalar
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
10/02/2020 DOI: 10.36660/abc.20190809 Visualizações 2
ABC
Artigo Original

Fatores de Risco para Mortalidade Hospitalar na Endocardite Infecciosa

Ana Marques et al. Inês Cruz Daniel Caldeira Sofia Alegria … Ana Catarina Gomes Ana Luísa Broa Isabel João Hélder Pereira

Resumo

Fundamento:

A endocardite infecciosa (EI) está associada a complicações graves e alta mortalidade. A avaliação das taxas de mortalidade e preditores de eventos fatais é importante para identificar fatores modificáveis relacionados ao padrão de tratamento, com o objetivo de melhorar os desfechos.

Objetivos:

Avaliar os desfechos clínicos de pacientes com EI e determinar preditores de mortalidade hospitalar.

Métodos:

Estudo retrospectivo de centro único, incluindo pacientes com EI admitidos durante um período de 10 anos (2006-2015). Foram avaliados dados de comorbidades, apresentação clínica, microbiologia e desfechos clínicos durante a internação. Foram analisados os fatores de risco de morte hospitalar. Um valor de p < 0,05 foi considerado significativo.

Resultados:

Foram incluídos 134 casos (73% do sexo masculino, média de idade de 61 ± 16 anos). Metade dos casos apresentava cardiopatia valvar prévia. A EI associada a cuidados de saúde e hemoculturas negativas ocorreram em 22%, e a EI associada a prótese em 25%. A válvula aórtica foi a mais frequentemente afetada por infecção. Staphylococcus aureus foi o microrganismo mais comumente isolado. Quarenta e quatro (32,8%) pacientes foram submetidos à cirurgia cardíaca. A taxa de mortalidade hospitalar foi de 31,3% (42 pacientes). Os fatores de risco identificados para mortalidade hospitalar foram etiologia do Staphylococcus aureus (OR 6,47; IC 95%: 1,07-39,01; p = 0,042), hemoculturas negativas (OR 9,14; IC 95%: 1,42-58,77; p = 0,02), evidência de obstrução valvar na ecocardiografia (OR 8,57; IC 95%: 1,11-66,25; p = 0,039), evolução clínica com insuficiência cardíaca (OR 4,98; IC 95%: 1,31-18,92; p = 0,018) ou choque séptico (OR 20,26; IC 95%: 4,04-101,74; p < 0,001). A cirurgia cardíaca foi um fator protetor de mortalidade (OR 0,14; IC95%: 0,03-0,65; p = 0,012).

Conclusão:

Os fatores de risco para mortalidade hospitalar foram clínicos (insuficiência cardíaca, choque séptico), evidência de obstrução valvar no ecocardiograma, etiologia do Staphylococcus aureus ou hemoculturas negativas. O tratamento invasivo por cirurgia diminuiu significativamente o risco de mortalidade.

  • Choque Séptico
  • Cirurgia Cardíaca
  • Comorbidades
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Endocardite Infecciosa/mortalidade
  • Fatores de risco
  • Hospitalização
  • Insuficiência Cardíaca
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
14/11/2019 DOI: 10.36660/abc.20180194 Visualizações 1
ABC
Editorial

Infecções na Insuficiência Cardíaca – Seu Impacto na Mortalidade

Evandro Tinoco Mesquita

Infecções representam um importante problema clínico emergente como causa de descompensação da insuficiência cardíaca (IC), em muitos casos levando à disfunção orgânica aguda ameaçadora da vida (sepsis) e choque séptico. O sistema cardiovascular é um importante componente na evolução da disfunção multiorgânica na sepsis e do quadro de choque séptico refratário. Embora a mortalidade intrahospitalar por sepsis tenha apresentado uma queda de 35% em 2000 para 18% em 2002, 1/3 morrem no ano seguinte após o quadro de sepsis. A disfunção cardiovascular na sepse é associada a um aumento significativo na taxa de mortalidade quando comparado à sepse sem disfunção cardíaca. A infecção é, por si, um precipitador de descompensação cardíaca e um marcador direto de mortalidade nos pacientes com IC.

O estudo de Cardoso et al., apresenta uma elevada taxa de infecção nos pacientes admitidos com IC descompensada (45,8%) e uma importante mortalidade neste grupo de paciente (21,5%). Um aspecto inusitado foi que, durante o primeiro ano de acompanhamento pós-alta hospitalar, o grupo de pacientes com infecção apresentou uma menor mortalidade em comparação aos pacientes não infectados (11,5% vs. 22,2%, p = 0,04).

[…]

  • Choque Séptico
  • Controle de Infecção
  • Hospitalização
  • Infecções
  • Insuficiência Cardíaca / mortalidade
  • Sepse
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/04/2018 DOI: 10.5935/abc.20180067 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Correlação Anatomoclínica

Caso 5 / 2014 – Mulher de 41 Anos, Portadora de Doença Reumática e Plastia Valvar Mitral Prévia com Tromboembolismo Pulmonar e Choque Misto Cardiogênico e Séptico

Eduardo Gomes Lima et al. Ricardo D’Oliveira Vieira Paula Bombonati Jussara Bianchi Castelli

Aspectos clínicos

Trata-se de paciente de 41 anos de idade com antecedente de doença reumática que evoluiu com estenose mitral, sendo submetida a comissurotomia mitral aos 36 anos devido à presença de sintomas incapacitantes. Em nosso meio, a associação de estenose mitral com doença reumática é bastante comum . Cerca de 25% de todos os pacientes com doença reumática têm estenose mitral isolada; em 40% há dupla disfunção mitral . O tempo médio de intervalo entre o surto agudo inicial e o surgimento de sintomas pode variar de poucos anos a mais de 20.

A presença de sintomas de insuficiência cardíaca (classes III e IV da New York Heart Association), juntamente com dados ecocardiográficos que confirmem lesão anatômica significativa, é decisiva na indicação de intervenção: valvoplastia por cateter-balão ou cirurgia (comissurotomia ou substituição valvar). Sempre que possível, há a tentativa de corrigir o defeito valvar mantendo o aparelho valvar do paciente, postergando o implante de prótese. No caso em questão foi realizada comissurotomia, que deixou a paciente bem por cerca de cinco anos, quando voltou a ficar sintomática, sendo decidida a plastia valvar mitral. Essa evolução no paciente reumático pode se dar por repetidos surtos de valvulite, daí a necessidade de manter profilaxia secundária com penicilina benzatina em pacientes com acometimento cardíaco, de preferência por toda a vida ou até a quinta década quando isso não for possível .

[…]

  • Choque Cardiogênico
  • Choque Séptico
  • Embolia Pulmonar
  • Estenose Mitral / cirurgia
  • Infecções por Acinetobacter;
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/11/2014 DOI: 10.5935/abc.20140180 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Duarte SBCP, Mangini S, Avila MS, Montemor ML, Bacal F. Calcificação Miocárdica Extensa em Paciente após Transplante Cardíaco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(1):133-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Duarte, Sasha B. C. P.; Mangini, Sandrigo; Avila, Monica S.; Montemor, Marcelo L.; Bacal, Fernando. Calcificação Miocárdica Extensa em Paciente após Transplante Cardíaco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 1, p. 133-135, fev. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Duarte, S. B. C. P., Mangini, S., Avila, M. S., Montemor, M. L., & Bacal, F. (2020). Calcificação Miocárdica Extensa em Paciente após Transplante Cardíaco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(1), 133-135.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Duarte, Sasha B. C. P. and Mangini, Sandrigo and Avila, Monica S. and Montemor, Marcelo L. and Bacal, Fernando. Calcificação Miocárdica Extensa em Paciente após Transplante Cardíaco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 133-135. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/calcificacao-miocardica-extensa-em-paciente-apos-transplante-cardiaco/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Lamas CC. Endocardite Infecciosa: Ainda uma Doença Mortal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(1):9-11.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lamas, Cristiane da Cruz. Endocardite Infecciosa: Ainda uma Doença Mortal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 1, p. 9-11, fev. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lamas, C. C. (2020). Endocardite Infecciosa: Ainda uma Doença Mortal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(1), 9-11.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lamas, Cristiane da Cruz. Endocardite Infecciosa: Ainda uma Doença Mortal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 9-11. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/endocardite-infecciosa-ainda-uma-doenca-mortal/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Marques A, Cruz I, Caldeira D, Alegria S, Gomes AC, Broa AL, João I, et al. Fatores de Risco para Mortalidade Hospitalar na Endocardite Infecciosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;114(1):1-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Marques, Ana; Cruz, Inês; Caldeira, Daniel; Alegria, Sofia; Gomes, Ana Catarina; Broa, Ana Luísa; João, Isabel; Pereira, Hélder. Fatores de Risco para Mortalidade Hospitalar na Endocardite Infecciosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 1, p. 1-8, nov. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Marques, A., Cruz, I., Caldeira, D., Alegria, S., Gomes, A. C., Broa, A. L., João, I., & Pereira, H. (2019). Fatores de Risco para Mortalidade Hospitalar na Endocardite Infecciosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(1), 1-8.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Marques, Ana and Cruz, Inês and Caldeira, Daniel and Alegria, Sofia and Gomes, Ana Catarina and Broa, Ana Luísa and João, Isabel and Pereira, Hélder. Fatores de Risco para Mortalidade Hospitalar na Endocardite Infecciosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 114, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 1-8. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fatores-de-risco-para-mortalidade-hospitalar-na-endocardite-infecciosa/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mesquita ET. Infecções na Insuficiência Cardíaca – Seu Impacto na Mortalidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(4):371-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mesquita, Evandro Tinoco. Infecções na Insuficiência Cardíaca – Seu Impacto na Mortalidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 4, p. 371-372, mar. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mesquita, E. T. (2018). Infecções na Insuficiência Cardíaca – Seu Impacto na Mortalidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(4), 371-372.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mesquita, Evandro Tinoco. Infecções na Insuficiência Cardíaca – Seu Impacto na Mortalidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 371-372. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/infeccoes-na-insuficiencia-cardiaca-seu-impacto-na-mortalidade/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Lima EG, Vieira RD, Bombonati P, Castelli JB. Caso 5 / 2014 – Mulher de 41 Anos, Portadora de Doença Reumática e Plastia Valvar Mitral Prévia com Tromboembolismo Pulmonar e Choque Misto Cardiogênico e Séptico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(5):e57.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lima, Eduardo Gomes; Vieira, Ricardo D’Oliveira; Bombonati, Paula; Castelli, Jussara Bianchi. Caso 5 / 2014 – Mulher de 41 Anos, Portadora de Doença Reumática e Plastia Valvar Mitral Prévia com Tromboembolismo Pulmonar e Choque Misto Cardiogênico e Séptico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 5, e57, out. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lima, E. G., Vieira, R. D., Bombonati, P., & Castelli, J. B. (2014). Caso 5 / 2014 – Mulher de 41 Anos, Portadora de Doença Reumática e Plastia Valvar Mitral Prévia com Tromboembolismo Pulmonar e Choque Misto Cardiogênico e Séptico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(5), e57.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lima, Eduardo Gomes and Vieira, Ricardo D’Oliveira and Bombonati, Paula and Castelli, Jussara Bianchi. Caso 5 / 2014 – Mulher de 41 Anos, Portadora de Doença Reumática e Plastia Valvar Mitral Prévia com Tromboembolismo Pulmonar e Choque Misto Cardiogênico e Séptico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 5, [citado 2026-10-14], e57. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caso-5-2014-mulher-de-41-anos-portadora-de-doenca-reumatica-e-plastia-valvar-mitral-previa-com-tromboembolismo-pulmonar-e-choque-misto-cardiogenico-e-septico/>. ISSN 0066-782X

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias