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  4. 2017, Volume 30, Número 5
Editorial

Meus Valores são Diferentes dos seus? O Valor do Cuidado Invasivo da Doença Arterial Coronariana no Brasil

Alexandre Siciliano Colafranceschi

A Doença Arterial Coronária (DAC) tem sido consistentemente associada à principal causa de morte e deficiência na maioria dos países industrializados ocidentais desde meados da década de 1950. Apesar de ainda possuir grande impacto para a saúde da sociedade destas nações, as taxas de DAC diminuíram consideravelmente na últimas décadas.

Existem diferenças significativas na prevalência de DAC, uma vez que diferentes regiões do mundo enfrentam estágios variados desta epidemia. Um modelo de transição epidemiológica para doenças cardiovasculares descreve uma série de estágios a partir de um perfil de população com baixa expectativa de vida e doenças cardiovasculares decorrentes principalmente de doenças infecciosas e desnutrição, que é um padrão comumente observado em países subdesenvolvidos. À medida que o desenvolvimento econômico e de saúde pública melhora a nutrição da população e reduz as doenças infecciosas, a expectativa de vida aumenta, e são alterados o padrão e as taxas doença cardiovascular. Na última fase, comumente observada em países de alta renda, a expectativa de vida aumenta, e predominam as doenças cardiovasculares degenerativas em idade avançada. As taxas variáveis de incidência, prevalência e mortalidade refletem os diferentes níveis de fatores de risco, outras causas de morte concorrentes e a disponibilidade de recursos para combater as doenças cardiovasculares.

[…]

  • Angioplastia Coronária com Balão
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
  • Procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170074
Figura 1
Original Article

Avaliação Temporal dos Procedimentos de Revascularização Coronariana pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil: Um Panorama de 20 Anos

Igor Ribeiro de Castro Bienert et al. Alexandre Rodrigues Érika Airi Harada Karoline Lopes Silva … Amanda Ribeiro Valente Paulo André da Silva Joao Carlos Moron Saes Braga Fabio Salerno Rinaldi Fábio Villaça Guimarães Filho Pedro Beraldo de Andrade

Resumo

Fundamento:

As taxas de mortalidade relacionadas à doença aterosclerótica coronariana (DAC) vêm reduzindo nas últimas décadas devido, em parte, aos avanços nas técnicas de revascularização.

Objetivos:

O objetivo deste estudo foi apresentar um visão dos últimos 20 anos do tratamento da DAC pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil.

Métodos:

Os dados foram obtidos através dos sistemas TABNET e SIGTAP do SUS e através do IBGE. Os procedimentos foram agrupados nas categorias de revascularização percutânea, cirúrgica e percutânea primária. Foram analisados o número de autorizações de internação hospitalar (AIH), duração média de permanência hospitalar, mortalidade hospitalar, valor do repasse total por procedimento e valores médios da AIH e dos serviços profissional e hospitalar.

Resultados:

Entre 1995 e 2015, houve aumento no número de revascularizações cirúrgicas (de 13.198 a 22.559) e percutâneas (de 10.522 a 66.345). De modo semelhante, o número de angioplastias primárias apresentaram aumento entre 2004 e 2015 (de 1.901 a 8.524). Houve uma queda no tempo médio de permanência hospitalar (de 14,4 a 12,8 dias) e da mortalidade hospitalar (de 7,6% a 5,9%) nas revascularizações cirúrgicas e queda da permanência hospitalar (de 5,3 dias a 3,7 dias) mas manutenção da taxa de mortalidade (2,2%) nas revascularizações percutâneas. Nas angioplastias primárias, o tempo médio de permanência hospitalar variou de 5,3 a 5,6 dias e a taxa de mortalidade variou de 7,94% a 7,43% entre 2004 e 2015, respectivamente. O valor médio do repasse total para as revascularização cirúrgicas variou de R$ 4.327,57 para R$ 12.839,13 e para as revascularizações percutâneas de R$ 2.615,81 a R$ 6.187,87 entre 1995 e 2015, respectivamente. Os valores equivalentes para as angioplastias primárias foram de R$ 5.415,58 em 2004 a R$ 6.581,51 em 2015.

Conclusões:

O número de procedimentos de revascularização aumentou no Brasil nos últimos 20 anos, juntamente com uma melhora nas taxas de mortalidade e redução no tempo de permanência hospitalar. Observou-se importante defasagem de valores financeiros em relação à inflação acumulada neste período.

  • Angioplastia Coronária com Balão
  • Custos de Cuidados de Saúde
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Revascularização Miocárdica
  • Sistema Único de Saúde (SUS
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170080 Visualizações 1
Figura 1
Original Article

Efetividade da Terapia Medicamentosa e dos Procedimentos de Revascularização como Estratégia Inicial na Doença Arterial Coronariana Estável: Estudo de Coorte

Mariana Vargas Furtado et al. Gustavo Neves de Araujo Mariana Ferreira Jost Andre Dias Americo … Nicolas Peruzzo Guilherme Nasi Guilherme Heiden Telo Flavia Kessler Borges Carisi Anne Polanczyk

Resumo

Fundamento:

A cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) e a intervenção coronária percutânea (ICP) são estratégias amplamente utilizadas no manejo da doença arterial coronariana (DAC) estável.

Objetivo:

Avaliar o prognóstico de pacientes com DAC estável inicialmente tratada com terapia médica (TM), em comparação com os pacientes submetidos a procedimentos de revascularização.

Métodos:

Estudo prospectivo de coorte com 560 pacientes ambulatoriais de um hospital terciário com seguimento médio de 5 anos. Os pacientes foram classificados nos grupos TM (n = 288), ICP (n = 159) e CRM (n = 113) de acordo com sua estratégia inicial de tratamento. Os desfechos primários foram mortalidade global e eventos combinados de morte, síndrome coronária aguda e AVC.

Resultados:

Durante o seguimento, as taxas de mortalidade foram de 11,1% em TM, 11,9% em ICP e 15,9% em pacientes submetidos à CRM, sem diferença estatística (Hazard Ratio [HR] para ICP, 1,05; Intervalo de Confiança de 95% [IC95%], 0,59 a 1,84; e HR para CRM, 1,20; IC95%, 0,68 a 2,15). Os desfechos combinados ocorreram com maior frequência entre os pacientes inicialmente submetidos à ICP em relação à TM (HR 1,50, IC 95% 1,05 a 2,14) e não diferiram entre TM e CRM (HR 1,24, IC95% 0,84 a 1,83). Entre os pacientes com diabetes (n = 198), a ICP foi a única estratégia terapêutica preditiva de desfechos combinados (HR 2,14; IC 95%: 1,25 a 3,63).

Conclusão:

Neste estudo observacional de doença arterial coronariana estável, não houve diferença na mortalidade global entre as estratégias iniciais de terapia médico ou de cirurgia de revascularização. Os pacientes inicialmente tratados com ICP tiveram maior chance de desenvolver eventos cardiovasculares maiores combinados.

  • Conduta do Tratamento Medicamentoso
  • Doença da Artéria Coronariana/cirurgia
  • Estudos de Coortes
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Revascularização Miocárdica
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170069 Visualizações 1
Figura 1
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O Chimó, uma Preparação de Tabaco sem Fumaça, está Associado a uma Frequência mais Baixa de Hipertensão em Indivíduos com Diabetes Tipo 2

Juan P. González-Rivas et al. Raul José García Santiago Jeffrey I. Mechanick Ramfis Nieto-Martínez

Resumo

Fundamentos:

O uso do tabaco e a hipertensão arterial sistêmica (HAS) são as principais causas preveníveis de morte a nível global. O tabaco é apresentado nas formas com ou sem fumaça (TSF). O uso do TSF tem sido relacionado à doença cardiovascular, diabetes tipo 2 (DM2) e câncer. Na Venezuela, o chimó é a preparação de TSF mais comum e a sua relação com a HAS é desconhecida.

Objetivo:

Avaliar a relação entre o uso de chimó e HAS em uma população com alta prevalência de uso de TSF na Venezuela.

Métodos:

Entre 2013-2014, um total de 1.938 indivíduos com 20 anos ou mais foram avaliados consecutivamente em um centro médico. Foram obtidas medidas antropométricas e de pressão arterial (PA), além de respostas a um questionário padrão.

Resultados:

Os participantes tinham uma média de idade de 49,2 anos, 59,5% eram do sexo feminino, 38,9% apresentavam HAS, 23,2% relataram uso de TSF e 11,6% relataram ter DM2. Um terço dos indivíduos com DM2 eram usuários de TSF, e este grupo mostrou valores mais baixos de frequência cardíaca, PA sistólica, índice de massa corporal (IMC) e frequência de HAS quando comparado a sujeitos com DM2 não usuários de TSF (p < 0,05). Em indivíduos com DM2 com 50 anos ou mais, o uso de TSF foi associado a uma frequência 69% mais baixa de HAS quando comparados a indivíduos que não usavam TSF. Em regressão logística ajustada pela frequência cardíaca, idade, ocorrência de DM2, sobrepeso/obesidade e história familiar de HAS, o uso de TSF esteve associado a uma frequência 30% mais baixa de HAS (razão de chances 0,70; intervalo de confiança de 95% 0,55 – 0,90).

Conclusão:

O chimó, um TSF frequentemente utilizado na região dos Andes na Venezuela, está associado a valores mais baixos de PA, frequência cardíaca, IMC e frequência mais baixa de HAS em indivíduos com DM2 com mais de 50 anos. Esta associação contraintuitiva negativa entre o chimó e alguns fatores de risco cardiometabólicos realça o caráter complexo destas relações e a necessidade de estudos adicionais.

  • Doença da Artéria Coronariana
  • Hipertensão
  • Produtos do Tabaco
  • Uso de Tabaco
  • Venezuela
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170066 Visualizações 1
Comunicação Breve

Correlação de Risco entre Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono e Insuficiência Cardíaca na Atenção

Adson Renato Leite et al. Erica de Abreu Macedo Antonio José Lagoeiro Jorge Maria Luiza Garcia Rosa

Introdução

A síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS), uma doença crônica, progressiva, com alta mortalidade e morbidade, que tem sido associada às doenças cardiovasculares, entre elas, a insuficiência cardíaca.

As alterações fisiopatológicas relacionadas à SAOS e sua contribuição para o risco cardiovascular são consequências da maior atividade simpática, aumento do estresse oxidativo, alterações pró-inflamatórias e disfunção endotelial.

[…]

  • Apneia do Sono Tipo Obstrutiva
  • Insuficiência Cardíaca
  • Polissonografia Ecocardiografia
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170063 Visualizações 1
Review Article

Rigidez Arterial: Aspectos Fisiopatológicos e Genéticos

Rafael de Oliveira Alvim et al. Paulo Caleb Junior Lima Santos Luiz Aparecido Bortolotto José Geraldo Mill Alexandre da Costa Pereira

Resumo

As doenças cardiovasculares (DCV) são a principal causa de morte e representam uma percentagem significativa das internações. No cenário de minimização dos custos ao sistema de saúde, métodos que identifiquem DCV subclínica seriam importantes. Algumas diretrizes incluem a medida da rigidez aórtica e da espessura íntima-média da artéria carótida como métodos para identificação de DCV subclínica em hipertensos. A velocidade de onda de pulso (VOP) é considerada padrão-ouro para avaliar a rigidez arterial. Nesta revisão, abordamos a fisiopatologia e os determinantes da rigidez arterial e justificamos sua inclusão na avaliação do paciente hipertenso dada a associação direta com o risco cardiovascular, como estabelecido na I Diretriz Brasileira de Prevenção Cardiovascular. Apresentamos ainda os principais estudos genéticos deste fenótipo que, dada sua complexidade, pode ser modulado por dezenas de genes. No entanto, um melhor entendimento da relação genética-rigidez arterial, e até mesmo uma intervenção baseada em genótipos, devem ser investigadas em estudos futuros.

  • Aterosclerose
  • Doenças Cardiovasculares
  • envelhecimento
  • Fatores de risco
  • Polimorfismo Genético
  • Rigidez Vascular / Fisiopatologia
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170053 Visualizações 3
Figura 1
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Síndrome Cardiorrenal Tipo 2: Um Forte Fator Prognóstico da Sobrevida

Arous Salim et al. Mohamed El Ghali Benouna Rachida Habbal Monia El Mourid

Resumo

Objetivo:

O objetivo deste estudo foi apresentar características epidemiológicas, clínicas e terapêuticas de pacientes marroquinos com insuficiência cardíaca crônica que desenvolveram insuficiência renal crônica.

Métodos:

Foram avaliados 563 pacientes acompanhados por insuficiência cardíaca crônica na Unidade de Insuficiência Cardíaca do Departamento de Cardiologia do Hospital Universitário de Ibn Rushd em Casablanca, Marrocos, entre 30 de julho de 2012 e 30 de julho de 2016. Os pacientes foram divididos em dois grupos de acordo com a presença ou ausência de síndrome cardiorrenal.

Resultados:

Em comparação a pacientes que não desenvolveram síndrome cardiorrenal, os pacientes com síndrome cardiorrenal tenderam a ser mais velhos, hipertensos e diabéticos. Clinicamente, uma porcentagem mais alta dos pacientes apresentou dispneia estágio III ou IV. Biologicamente, os pacientes com SCR apresentaram níveis menores de hemoglobina e níveis plasmáticos maiores de ácido úrico. Em relação aos achados ecocardiográficos, esses pacientes também apresentaram menor FE do ventrículo esquerdo, com maior prevalência de hipertensão ventricular direita e hipertensão pulmonar, e maior risco de readmissão hospitalar (p < 0,0001).

Conclusão:

A deterioração da função renal na insuficiência renal crônica está associada com um pior prognóstico, incluindo um maior risco de readmissão hospitalar, eventos cardiovasculares, e morte. Maior atenção deve ser dada a pacientes idosos, diabéticos, com valores muito baixos de fração de ejeção do ventrículo esquerdo ou com hipertensão pulmonar.

  • Insuficiência Cardíaca
  • Insuficiência Renal Crônica / mortalidade
  • Insuficiência Renal Crônica / prognóstico
  • Readmissão do Paciente
  • Síndrome Cardiorrenal
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170072
Review Article

Antiplaquetários nas Síndromes Coronarianas Agudas

Pedro Beraldo de Andrade et al. Leonardo Silva Roever Borges

Resumo

Em condições de equilíbrio, a hemostasia é mantida através de uma complexa interação entre endotélio, plaquetas e fatores de coagulação. Situações que cursam com injúria e descontinuidade do revestimento endotelial estimulam a adesão, ativação e agregação de plaquetas, culminando com a formação de trombos arteriais ou venosos. Neste contexto, a terapia antiplaquetária ocupa um papel de destaque no manejo das patologias advindas deste processo, notadamente as síndromes coronarianas agudas.O maior domínio conceitual dos receptores, agonistas e antagonistas das cascatas fisiopatológicas envolvidasneste processo possibilitou o desenvolvimento de novos fármacos e o refinamento da terapêutica atual, tornando necessário o pleno conhecimento do arsenal antiplaquetário no que tange à sua indicação, posologia, momento de administração e duração do tratamento. O objetivo desta revisão é definir o papel dos fármacos antiplaquetários no manuseio da síndrome coronariana aguda, revisitando aspectos já consolidados e abordando tópicos atuais e ainda controversos acerca do tema.

  • Antifibrinolíticos
  • Infarto Do Miocárdio
  • Inibidores da Agregação de Plaquetas
  • Plaquetas
  • Síndrome Coronariana Aguda
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170058
Figura 1
Relato de Caso

O Uso de Trombólise no TEP Dito como sendo de não Alto Risco, que Apresenta Cor Pulmonale Agudo

Nicolle Lopes Guenther et al. Nágela Simão Vinhosa Nunes Valdênia Pereira de Souza Ronaldo Vegni e Souza

Introdução

O TEP é uma entidade por vezes de difícil reconhecimento por sua apresentação clínica variada, que vão desde sintomas frustros até quadros graves que levam o paciente rapidamente ao choque e a óbito. Trata-se da terceira doença cardiovascular mais frequente no mundo, de elevada mortalidade e morbidade, com uma incidência estimada em 100-200 a cada 100.000 habitantes, segundo as Diretrizes da Sociedade Europeia de Cardiologia.

Há uma diversidade de fatores de risco relacionados, dentre os quais grandes cirurgias ortopédicas, traumatismos, imobilização prolongada, neoplasia maligna, paralisia espástica e flácida, contracepção hormonal, insuficiência cardíaca congestiva, trombofilias, obesidade e gravidez., No entanto, o TEP pode ocorrer mesmo na ausência de fatores de risco conhecidos.

[…]

  • Disfunção Ventricular Direita
  • Embolia Pulmonar,Tromboembolia
  • Hipertensão Pulmonar
  • Indicadores de Morbimortalidade
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170054
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Associação Entre a Obesidade Central e a Incidência de Doenças e Fatores de Risco Cardiovascular

Taianah Almeida Barroso et al. Lucas Braga Marins Renata Alves Ana Caroline Souza Gonçalves … Sérgio Girão Barroso Gabrielle de Souza Rocha

Resumo

Fundamento:

A obesidade tem sido apontada como um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares.

Objetivo:

Avaliar a associação da obesidade central com a incidência de doenças e fatores de risco cardiovascular.

Métodos:

Estudo transversal, realizado com pacientes atendidos em um ambulatório de síndrome metabólica, que apresentavam índice de massa corporal ≥ 24,9 kg/m2. Foram analisados o estado nutricional, os exames laboratoriais (perfil lipídico e glicemia) e o uso de anti-hipertensivos. Os participantes foram estratificados em grupos em relação à presença ou à ausência dos seguintes fatores de risco: diabetes, hipertensão e dislipidemia.

Resultados:

Mulheres (n = 39), com idade média de 44,18 ± 14,42 anos, sendo 70% obesos e 38% hipertensos corresponderam à maioria da amostra estudada. A circunferência abdominal encontrada foi de 110,19 cm ± 15,88 cm; os triglicerídeos de 153,72 mg/dL ± 7,07 mg/dL; a glicemia de jejum de 188,6 mg/dL ± 116 mg/dL. Foi encontrada associação significativa entre a relação cintura/estatura e os achados de hipertensão (p = 0,007); entre o volume de gordura visceral e diabetes (p = 0,01); entre o índice de conicidade e os achados de hipertensão (p = 0,009) e diabetes (p = 0,006). Não foi encontrada associação significativa entre o índice de massa corporal e circunferência abdominal com os achados de hipertensão, diabetes e dislipidemia.

Conclusão:

A obesidade central esteve associada a uma maior incidência de desenvolvimento de fatores de risco relacionados a doenças cardiovasculares.

  • Circunferência abdominal
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • Obesidade
  • Síndrome Metabólica
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170073 Visualizações 2
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Evolução Doppler Ecocardiográfica das Lesões Valvares Mitral e Aórtica em Crianças e Adolescentes com Cardite Reumática Subclínica e Leve

Lelia Maria de Almeida Carvalho et al. Fátima Derlene da Rocha Araújo Zilda Maria Alves Meira

Resumo

Fundamento:

As cardites reumáticas leve e subclínica se diferenciam basicamente pela ausculta de sopro regurgitativo mitral. A evolução destas formas não está bem estabelecida na literatura.

Objetivo:

Avaliar a evolução das cardites reumáticas leve e subclínica, considerando as valvites mitral e/ou aórtica (fase aguda) e a regressão, manutenção ou piora delas ao final do seguimento (fase crônica).

Métodos:

Estudo retrospectivo, longitudinal, incluindo pacientes com cardites reumáticas leve e subclínica. A evolução ecocardiográfica das valvites mitral e/ou aórtica foi comparada nos dois grupos, considerando a análise ao final do seguimento. Foram utilizados o teste qui quadrado e as curvas de sobrevida de Kaplan-Meier, com nível de significância p < 0,05.

Resultados:

Foram incluídos 125 pacientes, sendo 69 (55,2%) com cardite reumática subclínica e 56 (44,8%) com cardite reumática leve, com média de idade na fase aguda de 10,4 ± 2,6 anos e, ao final do estudo, de 19,9 ± 4,6 anos. O tempo de seguimento variou de 2 a 23 anos (média: 9,38 ± 4,3 anos). Na fase aguda, a regurgitação mitral leve/moderada ou moderada foi mais frequente nos pacientes com cardite reumática leve (p = 0,001). A regurgitação aórtica leve ou leve/moderada também foi mais comum no grupo de cardite reumática leve (p = 0,045). Na fase crônica, observou-se que tanto a regurgitação mitral (p < 0,0001) quanto a regurgitação aórtica (p = 0,009) foram mais frequentes nos pacientes com cardite reumática leve, e a sobrevida livre de valvopatia residual foi maior no grupo de cardite reumática subclínica (p = 0,010). A regurgitação mitral residual foi maior no grupo de cardite reumática leve p < 0,0001), e a regurgitação aórtica residual foi semelhante nos dois grupos (p = 0,099).

Conclusão:

A resolução da regurgitação mitral foi maior nos pacientes com cardite reumática subclínica, e a involução da regurgitação aórtica foi menos frequente e semelhante nos dois grupos.

  • Adolescente
  • cardiopatia reumática
  • Criança
  • Ecocardiografia Doppler
  • Miocardite
  • Valva Aórtica/anormalidades
  • Valva Mitral / anormalidades
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170065 Visualizações 2
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Adolescentes Hipertensos: Correlação com Índice de Massa Corpórea e Perfis Lipídico e Glicêmico

Liz Andréa Villela Baroncini et al. Lucimary de Castro Sylvestre Camila Varotto Baroncini Marcieli da Luz Giroldo … Dalton Bertolim Précoma Roberto Pecoits Filho

Resumo

Fundamento:

A presença de hipertensão durante a adolescência está correlacionada a mudanças metabólicas, obesidade e sobrepeso.

Objetivos:

Correlacionar o perfil lipídico e glicêmico de adolescentes hipertensos e não hipertensos com idade, sexo, índice de massa corpórea (IMC), peso e altura.

Métodos:

Foram selecionados 53 adolescentes hipertensos e 182 adolescentes saudáveis não hipertensos. Os adolescentes foram divididos em três grupos: grupo I (GI; n = 108, 58 do sexo masculino, idade média 15,2 ± 2,2 anos), que incluiu adolescentes saudáveis não hipertensos, filhos de pais saudáveis e sem diagnóstico de dislipidemia, hipertensão ou diabetes; grupo II (GII; n = 53, 28 do sexo masculino, idade média 13,9 ± 1,4 anos), que incluiu adolescentes com hipertensão confirmada; e grupo III (GIII; n = 74, 31 do sexo masculino, idade média 14,9 ± 2,2 anos), que incluiu adolescentes saudáveis não hipertensos, cujos pais possuíam diagnóstico de dislipidemia, hipertensão ou diabetes.

Resultados:

Sexo e peso não apresentaram diferença significativa entre os grupos. Os sujeitos no GII eram em geral mais jovem (ao redor de 1 ano), mais baixos e com IMC mais alto em comparação aos do GI e GIII. Após ajustes para idade e IMC, o GII apresentou valores mais altos de glicose e LDL-colesterol e mais baixos de HDL-colesterol em relação ao GI e GIII. Os valores de colesterol total e triglicerídeos não diferiram entre os grupos. O GI e GIII não apresentaram diferenças significativas em relação às variáveis estudadas.

Conclusão:

Adolescentes hipertensos apresentaram valores mais elevados de IMC e de glicose e LDL-colesterol séricos, além de níveis mais reduzidos de HDL-colesterol. Esses achados revelam que as mudanças no metabolismo glicídico e no perfil lipídico que ocorrem durante a adolescência podem ser influenciadas pela presença de hipertensão durante esta fase do desenvolvimento.

  • Adolescente
  • Dislipidemias
  • Hipertensão
  • índice de massa corpórea
  • Obesidade
  • Sobrepeso
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170067

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Colafranceschi AS. Meus Valores são Diferentes dos seus? O Valor do Cuidado Invasivo da Doença Arterial Coronariana no Brasil. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(5):369-72.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Colafranceschi, Alexandre Siciliano. Meus Valores são Diferentes dos seus? O Valor do Cuidado Invasivo da Doença Arterial Coronariana no Brasil. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 5, p. 369-372, dez. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Colafranceschi, A. S. (2017). Meus Valores são Diferentes dos seus? O Valor do Cuidado Invasivo da Doença Arterial Coronariana no Brasil. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5), 369-372.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Colafranceschi, Alexandre Siciliano. Meus Valores são Diferentes dos seus? O Valor do Cuidado Invasivo da Doença Arterial Coronariana no Brasil. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 369-372. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/meus-valores-sao-diferentes-dos-seus-o-valor-do-cuidado-invasivo-da-doenca-arterial-coronariana-no-brasil/>. ISSN 2359-4802

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Bienert IRC, Rodrigues A, Harada A, Silva KL, Valente AR, Silva PA, Braga JCMS, et al. Avaliação Temporal dos Procedimentos de Revascularização Coronariana pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil: Um Panorama de 20 Anos. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(5):380-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Bienert, Igor Ribeiro de Castro; Rodrigues, Alexandre; Harada, Érika Airi; Silva, Karoline Lopes; Valente, Amanda Ribeiro; Silva, Paulo André da; Braga, Joao Carlos Moron Saes; Rinaldi, Fabio Salerno; Guimarães Filho, Fábio Villaça; Andrade, Pedro Beraldo de. Avaliação Temporal dos Procedimentos de Revascularização Coronariana pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil: Um Panorama de 20 Anos. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 5, p. 380-390, dez. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Bienert, I. R. C., Rodrigues, A., Harada, A., Silva, K. L., Valente, A. R., Silva, P. A. , Braga, J. C. M. S., Rinaldi, F. S., Guimarães Filho, F. V., & Andrade, P. B. (2017). Avaliação Temporal dos Procedimentos de Revascularização Coronariana pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil: Um Panorama de 20 Anos. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5), 380-390.

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Bienert, Igor Ribeiro de Castro and Rodrigues, Alexandre and Harada, Érika Airi and Silva, Karoline Lopes and Valente, Amanda Ribeiro and Silva, Paulo André da and Braga, Joao Carlos Moron Saes and Rinaldi, Fabio Salerno and Guimarães Filho, Fábio Villaça and Andrade, Pedro Beraldo de. Avaliação Temporal dos Procedimentos de Revascularização Coronariana pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil: Um Panorama de 20 Anos. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 380-390. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-temporal-dos-procedimentos-de-revascularizacao-coronariana-pelo-sistema-unico-de-saude-sus-no-brasil-um-panorama-de-20-anos/>. ISSN 2359-4802

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Furtado MV, Araujo GN, Jost MF, Americo AD, Peruzzo N, Nasi G, Telo GH, et al. Efetividade da Terapia Medicamentosa e dos Procedimentos de Revascularização como Estratégia Inicial na Doença Arterial Coronariana Estável: Estudo de Coorte. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(5):408-15.

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Furtado, Mariana Vargas; Araujo, Gustavo Neves de; Jost, Mariana Ferreira; Americo, Andre Dias; Peruzzo, Nicolas; Nasi, Guilherme; Telo, Guilherme Heiden; Borges, Flavia Kessler; Polanczyk, Carisi Anne. Efetividade da Terapia Medicamentosa e dos Procedimentos de Revascularização como Estratégia Inicial na Doença Arterial Coronariana Estável: Estudo de Coorte. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 5, p. 408-415, dez. 2016.

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Furtado, M. V., Araujo, G. N. , Jost, M. F., Americo, A. D., Peruzzo, N., Nasi, G., Telo, G. H., Borges, F. K., & Polanczyk, C. A. (2017). Efetividade da Terapia Medicamentosa e dos Procedimentos de Revascularização como Estratégia Inicial na Doença Arterial Coronariana Estável: Estudo de Coorte. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5), 408-415.

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Furtado, Mariana Vargas and Araujo, Gustavo Neves de and Jost, Mariana Ferreira and Americo, Andre Dias and Peruzzo, Nicolas and Nasi, Guilherme and Telo, Guilherme Heiden and Borges, Flavia Kessler and Polanczyk, Carisi Anne. Efetividade da Terapia Medicamentosa e dos Procedimentos de Revascularização como Estratégia Inicial na Doença Arterial Coronariana Estável: Estudo de Coorte. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 408-415. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efetividade-da-terapia-medicamentosa-e-dos-procedimentos-de-revascularizacao-como-estrategia-inicial-na-doenca-arterial-coronariana-estavel-estudo-de-coorte/>. ISSN 2359-4802

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González-Rivas JP, Santiago RJG, Mechanick JI, Nieto-Martínez R. O Chimó, uma Preparação de Tabaco sem Fumaça, está Associado a uma Frequência mais Baixa de Hipertensão em Indivíduos com Diabetes Tipo 2. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(5):373-9.

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González-Rivas, Juan P.; Santiago, Raul José García; Mechanick, Jeffrey I.; Nieto-Martínez, Ramfis. O Chimó, uma Preparação de Tabaco sem Fumaça, está Associado a uma Frequência mais Baixa de Hipertensão em Indivíduos com Diabetes Tipo 2. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 5, p. 373-379, dez. 2016.

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González-Rivas, J. P., Santiago, R. J. G., Mechanick, J. I., & Nieto-Martínez, R. (2017). O Chimó, uma Preparação de Tabaco sem Fumaça, está Associado a uma Frequência mais Baixa de Hipertensão em Indivíduos com Diabetes Tipo 2. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5), 373-379.

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González-Rivas, Juan P. and Santiago, Raul José García and Mechanick, Jeffrey I. and Nieto-Martínez, Ramfis. O Chimó, uma Preparação de Tabaco sem Fumaça, está Associado a uma Frequência mais Baixa de Hipertensão em Indivíduos com Diabetes Tipo 2. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 373-379. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-chimo-uma-preparacao-de-tabaco-sem-fumaca-esta-associado-a-uma-frequencia-mais-baixa-de-hipertensao-em-individuos-com-diabetes-tipo-2/>. ISSN 2359-4802

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Leite AR, Macedo EA, Jorge AJL, Rosa MLG. Correlação de Risco entre Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono e Insuficiência Cardíaca na Atenção. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(5):459-63.

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Leite, Adson Renato; Macedo, Erica de Abreu; Jorge, Antonio José Lagoeiro; Rosa, Maria Luiza Garcia. Correlação de Risco entre Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono e Insuficiência Cardíaca na Atenção. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 5, p. 459-463, dez. 2016.

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Leite, A. R., Macedo, E. A., Jorge, A. J. L., & Rosa, M. L. G. (2017). Correlação de Risco entre Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono e Insuficiência Cardíaca na Atenção. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5), 459-463.

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Leite, Adson Renato and Macedo, Erica de Abreu and Jorge, Antonio José Lagoeiro and Rosa, Maria Luiza Garcia. Correlação de Risco entre Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono e Insuficiência Cardíaca na Atenção. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 459-463. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-de-risco-entre-sindrome-da-apneia-obstrutiva-do-sono-e-insuficiencia-cardiaca-na-atencao/>. ISSN 2359-4802

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Alvim RO, Santos PCJL, Bortolotto LA, Mill JG, Pereira AC. Rigidez Arterial: Aspectos Fisiopatológicos e Genéticos. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(5):433-41.

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Alvim, Rafael de Oliveira; Santos, Paulo Caleb Junior Lima; Bortolotto, Luiz Aparecido; Mill, José Geraldo; Pereira, Alexandre da Costa. Rigidez Arterial: Aspectos Fisiopatológicos e Genéticos. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 5, p. 433-441, dez. 2016.

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Alvim, R. O., Santos, P. C. J. L., Bortolotto, L. A., Mill, J. G., & Pereira, A. C. (2017). Rigidez Arterial: Aspectos Fisiopatológicos e Genéticos. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5), 433-441.

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Alvim, Rafael de Oliveira and Santos, Paulo Caleb Junior Lima and Bortolotto, Luiz Aparecido and Mill, José Geraldo and Pereira, Alexandre da Costa. Rigidez Arterial: Aspectos Fisiopatológicos e Genéticos. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 433-441. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/rigidez-arterial-aspectos-fisiopatologicos-e-geneticos/>. ISSN 2359-4802

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Salim A, Benouna MEG, Habbal R, Mourid ME. Síndrome Cardiorrenal Tipo 2: Um Forte Fator Prognóstico da Sobrevida. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(5):425-32.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Salim, Arous; Benouna, Mohamed El Ghali; Habbal, Rachida; Mourid, Monia El. Síndrome Cardiorrenal Tipo 2: Um Forte Fator Prognóstico da Sobrevida. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 5, p. 425-432, dez. 2016.

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Salim, A., Benouna, M. E. G., Habbal, R., & Mourid, M. E. (2017). Síndrome Cardiorrenal Tipo 2: Um Forte Fator Prognóstico da Sobrevida. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5), 425-432.

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Salim, Arous and Benouna, Mohamed El Ghali and Habbal, Rachida and Mourid, Monia El. Síndrome Cardiorrenal Tipo 2: Um Forte Fator Prognóstico da Sobrevida. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 425-432. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sindrome-cardiorrenal-tipo-2-um-forte-fator-prognostico-da-sobrevida/>. ISSN 2359-4802

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Andrade PB, Borges LSR. Antiplaquetários nas Síndromes Coronarianas Agudas. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(5):442-51.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Andrade, Pedro Beraldo de; Borges, Leonardo Silva Roever. Antiplaquetários nas Síndromes Coronarianas Agudas. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 5, p. 442-451, dez. 2016.

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Andrade, P. B. , & Borges, L. S. R. (2017). Antiplaquetários nas Síndromes Coronarianas Agudas. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5), 442-451.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Andrade, Pedro Beraldo de and Borges, Leonardo Silva Roever. Antiplaquetários nas Síndromes Coronarianas Agudas. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 442-451. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/antiplaquetarios-nas-sindromes-coronarianas-agudas/>. ISSN 2359-4802

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Guenther NL, Nunes NSV, Souza VP, Souza RV. O Uso de Trombólise no TEP Dito como sendo de não Alto Risco, que Apresenta Cor Pulmonale Agudo. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(5):452-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Guenther, Nicolle Lopes; Nunes, Nágela Simão Vinhosa; Souza, Valdênia Pereira de; Souza, Ronaldo Vegni e. O Uso de Trombólise no TEP Dito como sendo de não Alto Risco, que Apresenta Cor Pulmonale Agudo. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 5, p. 452-458, dez. 2016.

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Guenther, N. L., Nunes, N. S. V., Souza, V. P. , & Souza, R. V. (2017). O Uso de Trombólise no TEP Dito como sendo de não Alto Risco, que Apresenta Cor Pulmonale Agudo. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5), 452-458.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Guenther, Nicolle Lopes and Nunes, Nágela Simão Vinhosa and Souza, Valdênia Pereira de and Souza, Ronaldo Vegni e. O Uso de Trombólise no TEP Dito como sendo de não Alto Risco, que Apresenta Cor Pulmonale Agudo. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 452-458. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-uso-de-trombolise-no-tep-dito-como-sendo-de-nao-alto-risco-que-apresenta-cor-pulmonale-agudo/>. ISSN 2359-4802

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Barroso TA, Marins LB, Alves R, Gonçalves ACS, Barroso SG, Rocha GS. Associação Entre a Obesidade Central e a Incidência de Doenças e Fatores de Risco Cardiovascular. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(5):416-24.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barroso, Taianah Almeida; Marins, Lucas Braga; Alves, Renata; Gonçalves, Ana Caroline Souza; Barroso, Sérgio Girão; Rocha, Gabrielle de Souza. Associação Entre a Obesidade Central e a Incidência de Doenças e Fatores de Risco Cardiovascular. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 5, p. 416-424, dez. 2016.

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Barroso, T. A., Marins, L. B., Alves, R., Gonçalves, A. C. S., Barroso, S. G., & Rocha, G. S. (2017). Associação Entre a Obesidade Central e a Incidência de Doenças e Fatores de Risco Cardiovascular. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5), 416-424.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barroso, Taianah Almeida and Marins, Lucas Braga and Alves, Renata and Gonçalves, Ana Caroline Souza and Barroso, Sérgio Girão and Rocha, Gabrielle de Souza. Associação Entre a Obesidade Central e a Incidência de Doenças e Fatores de Risco Cardiovascular. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 416-424. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-a-obesidade-central-e-a-incidencia-de-doencas-e-fatores-de-risco-cardiovascular/>. ISSN 2359-4802

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Carvalho LMA, Araújo FDR, Meira ZMA. Evolução Doppler Ecocardiográfica das Lesões Valvares Mitral e Aórtica em Crianças e Adolescentes com Cardite Reumática Subclínica e Leve. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(5):391-400.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Carvalho, Lelia Maria de Almeida; Araújo, Fátima Derlene da Rocha; Meira, Zilda Maria Alves. Evolução Doppler Ecocardiográfica das Lesões Valvares Mitral e Aórtica em Crianças e Adolescentes com Cardite Reumática Subclínica e Leve. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 5, p. 391-400, dez. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Carvalho, L. M. A., Araújo, F. D. R., & Meira, Z. M. A. (2017). Evolução Doppler Ecocardiográfica das Lesões Valvares Mitral e Aórtica em Crianças e Adolescentes com Cardite Reumática Subclínica e Leve. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5), 391-400.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Carvalho, Lelia Maria de Almeida and Araújo, Fátima Derlene da Rocha and Meira, Zilda Maria Alves. Evolução Doppler Ecocardiográfica das Lesões Valvares Mitral e Aórtica em Crianças e Adolescentes com Cardite Reumática Subclínica e Leve. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 391-400. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/evolucao-doppler-ecocardiografica-das-lesoes-valvares-mitral-e-aortica-em-criancas-e-adolescentes-com-cardite-reumatica-subclinica-e-leve/>. ISSN 2359-4802

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Baroncini LAV, Sylvestre LC, Baroncini CV, Giroldo ML, Précoma DB, Pecoits Filho R. Adolescentes Hipertensos: Correlação com Índice de Massa Corpórea e Perfis Lipídico e Glicêmico. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(5):401-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Baroncini, Liz Andréa Villela; Sylvestre, Lucimary de Castro; Baroncini, Camila Varotto; Giroldo, Marcieli da Luz; Précoma, Dalton Bertolim; Pecoits Filho, Roberto. Adolescentes Hipertensos: Correlação com Índice de Massa Corpórea e Perfis Lipídico e Glicêmico. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 5, p. 401-407, dez. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Baroncini, L. A. V., Sylvestre, L. C., Baroncini, C. V., Giroldo, M. L., Précoma, D. B., & Pecoits Filho, R. (2017). Adolescentes Hipertensos: Correlação com Índice de Massa Corpórea e Perfis Lipídico e Glicêmico. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5), 401-407.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Baroncini, Liz Andréa Villela and Sylvestre, Lucimary de Castro and Baroncini, Camila Varotto and Giroldo, Marcieli da Luz and Précoma, Dalton Bertolim and Pecoits Filho, Roberto. Adolescentes Hipertensos: Correlação com Índice de Massa Corpórea e Perfis Lipídico e Glicêmico. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 401-407. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/adolescentes-hipertensos-correlacao-com-indice-de-massa-corporea-e-perfis-lipidico-e-glicemico/>. ISSN 2359-4802

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