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  2. Palavra-chave: cardiopatia reumática
Como eu Faço Escore de Wilkins-Block na Estenose Mitral Reumática
ABCIC
Review Article

Como eu Faço Escore de Wilkins-Block na Estenose Mitral Reumática

Nayana Flamini Arantes Gomes et al. Fernanda de Azevedo Figueiredo Estela Fófano Rodrigues Carolina Kuchenbecker Soares Maria Carmo Pereira Nunes

Resumo

A estenose mitral (EM) constitui a principal expressão clínica da cardiopatia reumática crônica. Em pacientes sintomáticos portadores de EM grave, e que apresentem anatomia favorável, a valvoplastia mitral percutânea com balão (VMPB) configura-se como a estratégia terapêutica de primeira escolha. Para a seleção adequada dos candidatos, o escore ecocardiográfico de Wilkins-Block foi desenvolvido com o objetivo de caracterizar a morfologia valvar mitral e predizer a elegibilidade ao procedimento. Esse escore contempla quatro domínios estruturais: mobilidade dos folhetos, espessamento valvar, grau de calcificação e envolvimento do aparato subvalvar, graduando cada parâmetro de 1 a 4 pontos, o que resulta em uma variação global de 4 a 16 pontos, em ordem crescente de gravidade anatômica. O escore de Wilkins consolidou-se como ferramenta amplamente validada, apresentando correlação consistente com os desfechos imediatos e de longo prazo da VMPB. Entre as limitações do escore, destaca-se a ausência de avaliação da anatomia comissural, variável reconhecida como determinante prognóstico relevante por sua forte associação com a ocorrência de insuficiência mitral pós-procedimento, considerada a complicação mais frequente e clinicamente significativa da VMPB. Com o acúmulo de experiência clínica e técnica, as indicações da VMPB foram progressivamente estendidas para abranger pacientes com perfis anatômicos menos favoráveis. Nesses contextos, a seleção deve ser particularmente criteriosa, incorporando não apenas os critérios morfológicos derivados da avaliação ecocardiográfica, mas também aspectos clínicos, de modo a assegurar resultados satisfatórios e minimizar o risco de complicações.

  • cardiopatia reumática
  • ecocardiografia
  • Estenose da Valva Mitral
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12/02/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20250083 Visualizações 1
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

Átrio Esquerdo Gigante por Provável Doença Reumática e Insuficiência Mitral Funcional Atrial

Israel Nilton de Almeida Feitosa et al. Isaac Newton Guimarães Andrade

Introdução

Átrio esquerdo gigante é uma condição rara e a maioria dos casos descritos na literatura está associada à doença reumática. Entretanto, algumas descrições clínicas sugerem uma etiologia não reumática para esta condição, na qual os achados característicos da doença reumática não são identificados ou os achados anatomopatológicos não indicam uma etiologia específica.

A fibrilação atrial está presente em quase todos os casos e contribui para a manutenção do remodelamento atrial esquerdo e alterações persistentes em sua estrutura e função.

[…]

  • Átrio esquerdo gigante
  • cardiopatia reumática
  • ecocardiografia
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25/04/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240018
ABC
Editorial

Plástica da Valva Mitral em Pacientes Reumáticos Jovens

Pablo Maria Alberto Pomerantzeff

A plástica da valva mitral apresenta excelentes resultados imediatos e tardios em pacientes jovens com doença valvar resultante de cardiopatia reumática crônica, como os relatados no artigo de Cruz et al., nesta edição.

Há um consenso na literatura sobre a menor morbidade e mortalidade dos pacientes submetidos à cirurgia de reparo mitral em relação à troca valvar, mas não há uniformidade nos resultados da reconstrução valvar mitral em pacientes com lesões decorrentes de febre reumática, talvez devido à recorrência de novos episódios reumáticos na evolução desses pacientes.

[…]

  • cardiopatia reumática
  • Cardiopatias Congênitas
  • Hipertensão Pulmonar
  • Insuficiência da Valva Mitral / cirurgia
  • Reoperação
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04/11/2019 DOI: 10.5935/abc.20190215 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Preditores de Desfecho Desfavorável em Crianças e Adolescentes Submetidos à Valvoplastia Mitral Cirúrgica Secundária a Cardiopatia Reumática Crônica

Renata Cristina Castro Cruz et al. Bruna Silva Cordeiro Felipe de Souza Santos Caroline Rodrigues Fernandes … Julia Maria Alves Gama Ana Marice Teixeira Ladeia

Resumo

Fundamento:

A plastia da valva mitral, em pacientes pediátricos com cardiopatia reumática crônica, é superior à troca valvar e vem sendo utilizada com bons resultados.

Objetivo:

Identificar variáveis preditoras de desfecho desfavorável em crianças e adolescentes submetidos à valvoplastia mitral cirúrgica secundária à cardiopatia reumática.

Métodos:

Estudo retrospectivo em 54 pacientes menores de 16 anos, operados em um hospital pediátrico terciário entre março de 2011 e janeiro de 2017. As variáveis preditoras de risco para desfecho desfavorável foram: idade, fração de ejeção, grau de insuficiência mitral, grau de hipertensão pulmonar, presença de insuficiência tricúspide, dilatação de câmaras esquerdas, classe funcional no pré-operatório, tempo de circulação extracorpórea, tempo de anóxia, presença de fibrilação atrial e tempo de uso de droga vasoativa. Os desfechos avaliados foram: morte, insuficiência cardíaca congestiva, reoperação, insuficiência mitral residual, estenose mitral residual, acidente vascular cerebral, sangramento e troca valvar. Para todas as análises foi estabelecido valor de p < 0,05 como significante.

Resultados:

Dos pacientes avaliados, 29 (53,7%) eram do sexo feminino, com média de idade de 10,5 ± 3,2 anos. A classe funcional de 13 pacientes (25%) foi 4. Não houve morte na amostra estudada. O tempo médio de circulação extracorpórea foi de 62,7 ± 17,8 minutos e de anóxia 50 ± 15,7 minutos. O tempo de uso de droga vasoativa no pós-operatório imediato teve mediana de 1 dia (intervalo interquartil 1-2 dias). O modelo de regressão logística foi utilizado para avaliar as variáveis preditoras para o desfecho desfavorável. O tempo de uso de droga vasoativa foi o único preditor independente para os desfechos estudados (p = 0,007). A insuficiência mitral residual foi associada à reoperação (p = 0,044), enquanto a insuficiência tricúspide (p = 0,012) e a hipertensão pulmonar (p = 0,012) se associaram à presença de desfechos desfavoráveis.

Conclusão:

O tempo de uso de droga vasoativa é um preditor independente para desfechos desfavoráveis no pós-operatório imediato e tardio, enquanto insuficiência mitral residual se associou à reoperação e tanto a insuficiência tricúspide quanto a hipertensão pulmonar foram associadas a desfechos desfavoráveis.

  • cardiopatia reumática
  • Cardiopatias Congênitas
  • Hipertensão Pulmonar
  • Insuficiência da Valva Mitral / cirurgia
  • Insuficiência da Valva Tricúspide/cirurgia
  • Reoperação
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09/09/2019 DOI: 10.5935/abc.20190184
Figura 1
ABC
Artigo Original

Febre Reumática: Uma Doença sem Cor

Estevão Tavares de Figueiredo et al. Luciana Azevedo Marcelo Lacerda Rezende Cristina Garcia Alves

Resumo

Fundamento:

O Brasil tem aproximadamente 30.000 casos de febre reumática aguda (FRA) por ano. Um terço das cirurgias cardiovasculares realizadas no país se deve às sequelas da doença reumática cardíaca (DRC), a qual é um importante problema de saúde pública.

Objetivos:

Analisar as séries históricas de taxas de mortalidade e custos das doenças, projetando tendências futuras para oferecer novos dados que possam justificar a necessidade de implementação de um programa de saúde pública para FR.

Métodos:

Foi realizado um estudo transversal com análise de séries temporais a partir de dados do Sistema de Informações Hospitalares do Brasil, de 1998 a 2016. Modelos de regressão linear simples e o método de suavização exponencial de Holt foram utilizados para modelar o comportamento das séries e fazer previsões. Os resultados dos testes com um valor de p <0,05 foram considerados estatisticamente significantes.

Resultados:

A cada ano, o número de mortes por DRC aumentou em média 16,94 unidades, e a taxa de mortalidade por FRA aumentou em 215%. Houve um aumento de 264% nas despesas de hospitalização por DRC, e as taxas de mortalidade por DRC aumentaram 42,5% (p-valor < 0,05). As taxas de mortalidade estimadas para FRA e DRC foram, respectivamente, 2,68 e 8,53 para 2019. O custo estimado para a DRC em 2019 foi de US$ 26.715.897,70.

Conclusões:

De acordo com a realidade brasileira, o gasto relativo a 1 ano de DRC seria suficiente para a profilaxia secundária (considerando uma dose de penicilina G benzatina a cada 3 semanas) em 22.574 pessoas por 10 anos. Este estudo corrobora a necessidade de políticas públicas de saúde direcionadas à DRC.

  • Antibioticoprofilaxia/economia
  • cardiopatia reumática
  • Febre Reumática
  • Hospitalização/economia
  • Políticas Públicas de Saúde
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardiovasculares/mortalidade
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29/07/2019 DOI: 10.5935/abc.20190141 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Viewpoint

Desafios para a Implantação do Primeiro Programa de Rastreamento da Cardiopatia Reumática em Larga Escala no Brasil: A Experiência do Estudo PROVAR

Julia Pereira Afonso dos Santos et al. Gabriel Assis Lopes do Carmo Andrea Zawacki Beaton Tainá Vitti Lourenço … Adriana Costa Diamantino Maria do Carmo Pereira Nunes Craig Sable Bruno Ramos Nascimento

Introdução

Cardiopatia reumática (CR) é a consequência cardíaca da febre reumática aguda (FRA), doença inflamatória causada pela faringite estreptocócica. Embora a prevalência de CR esteja diminuindo em países de alto poder aquisitivo, o subdesenvolvimento econômico e social e prevenção primária deficiente principalmente em países de poder aquisitivo baixo e médio – perpetuam um cenário em que a CR permanece endêmica. Estima-se que a CR ainda afete aproximadamente 33 milhões de pessoas no mundo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a CR é responsável por 1-1,5% de todas as mortes cardiovasculares e 3-4% de Expectativa de Vida Corrigida por Incapacidade (EVCI/DALYs) cardiovascular. No Brasil, de acordo com o SUS (Sistema Único de Saúde), entre 2008 e 2015, houve um total de 26.054 hospitalizações por FRA (45% com comprometimento cardíaco), e o custo total para o SUS foi de US$ 3,5 milhões, sendo este valor esse provavelmente subestimado.

O maior impacto representado pela CR para sistemas públicos de saúde consiste de repetidas hospitalizações e cirurgias cardíacas necessárias décadas após o comprometimento cardíaco inicial. Quando a CR é detectada precocemente, a profilaxia secundária (injeções regulares de penicilina) pode ser iniciada para prevenir novos episódios de FRA, evitando, assim, danos valvares e progressão da CR. Em regiões de alta prevalência, a CR preenche os critérios de rastreamento definidos por Wilson e Jungner, embora a significância clínica de longo prazo da CR latente ainda não esteja clara. Todavia, estudos prévios demonstraram que em 38 a 68% dos pacientes assintomáticos com CR, achados ecocardiográficos mostram que anormalidades persistem, e progridem em 4 a 16%, reforçando a importância do diagnóstico precoce em populações suscetíveis.

[…]

  • Adolescente
  • cardiopatia reumática
  • Crianças
  • ecocardiografia
  • Programas de Rastreamento
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01/04/2017 DOI: 10.5935/abc.20170047 Visualizações 2
Figura 1
IJCS
Original Article

Evolução Doppler Ecocardiográfica das Lesões Valvares Mitral e Aórtica em Crianças e Adolescentes com Cardite Reumática Subclínica e Leve

Lelia Maria de Almeida Carvalho et al. Fátima Derlene da Rocha Araújo Zilda Maria Alves Meira

Resumo

Fundamento:

As cardites reumáticas leve e subclínica se diferenciam basicamente pela ausculta de sopro regurgitativo mitral. A evolução destas formas não está bem estabelecida na literatura.

Objetivo:

Avaliar a evolução das cardites reumáticas leve e subclínica, considerando as valvites mitral e/ou aórtica (fase aguda) e a regressão, manutenção ou piora delas ao final do seguimento (fase crônica).

Métodos:

Estudo retrospectivo, longitudinal, incluindo pacientes com cardites reumáticas leve e subclínica. A evolução ecocardiográfica das valvites mitral e/ou aórtica foi comparada nos dois grupos, considerando a análise ao final do seguimento. Foram utilizados o teste qui quadrado e as curvas de sobrevida de Kaplan-Meier, com nível de significância p < 0,05.

Resultados:

Foram incluídos 125 pacientes, sendo 69 (55,2%) com cardite reumática subclínica e 56 (44,8%) com cardite reumática leve, com média de idade na fase aguda de 10,4 ± 2,6 anos e, ao final do estudo, de 19,9 ± 4,6 anos. O tempo de seguimento variou de 2 a 23 anos (média: 9,38 ± 4,3 anos). Na fase aguda, a regurgitação mitral leve/moderada ou moderada foi mais frequente nos pacientes com cardite reumática leve (p = 0,001). A regurgitação aórtica leve ou leve/moderada também foi mais comum no grupo de cardite reumática leve (p = 0,045). Na fase crônica, observou-se que tanto a regurgitação mitral (p < 0,0001) quanto a regurgitação aórtica (p = 0,009) foram mais frequentes nos pacientes com cardite reumática leve, e a sobrevida livre de valvopatia residual foi maior no grupo de cardite reumática subclínica (p = 0,010). A regurgitação mitral residual foi maior no grupo de cardite reumática leve p < 0,0001), e a regurgitação aórtica residual foi semelhante nos dois grupos (p = 0,099).

Conclusão:

A resolução da regurgitação mitral foi maior nos pacientes com cardite reumática subclínica, e a involução da regurgitação aórtica foi menos frequente e semelhante nos dois grupos.

  • Adolescente
  • cardiopatia reumática
  • Criança
  • Ecocardiografia Doppler
  • Miocardite
  • Valva Aórtica/anormalidades
  • Valva Mitral / anormalidades
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170065 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Predição de Risco de Complicações Cardiovasculares em Gestantes Portadoras de Cardiopatia

Luciana Carvalho Martins et al. Claudia Maria Vilas Freire Carolina Andrade Bragança Capuruçu Maria do Carmo Pereira Nunes Cezar Alencar de Lima Rezende

Resumo

Fundamento:

Cardiopatia na gravidez é a primeira causa de morte materna não obstétrica. Poucos estudos brasileiros avaliaram o impacto da cardiopatia na gestação.

Objetivo:

Determinar os fatores de risco associados às complicações cardiovasculares e neonatais.

Métodos:

Foram avaliadas 132 gestantes cardiopatas, acompanhadas em um Setor de Gestação de Alto Risco, de janeiro de 2005 a julho de 2010. Foram selecionadas variáveis que poderiam influenciar no desfecho materno/fetal: idade, paridade, tabagismo, etiologia, gravidade da cardiopatia, complicações cardíacas prévias, cianose, classe funcional New York Heart Association (NYHA) > II, disfunção/obstrução do ventrículo esquerdo, arritmia, mudança de tratamento, início e número de consultas de pré-natal. Foi calculado, retrospectivamente, o índice de risco materno-fetal de acordo com o Cardiac Disease in Pregnancy (CARPREG) no início do pré-natal. As pacientes foram estratificadas nas três categorias de risco do CARPREG.

Resultados:

A cardiopatia reumática foi a cardiopatia mais prevalente (62,12%). As complicações mais frequentes foram descompensação cardíaca (11,36%) e arritmias (6,82%). Fatores associados às complicações cardiovasculares na análise multivariada foram mudança do tratamento (p = 0,009), complicações cardíacas prévias (p = 0,013) e classe funcional III NYHA na primeira consulta pré-natal (p = 0,041). O porcentual de complicação cardiovascular foi 15,22% no grupo CARPREG 0; 16,42% no CARPREG 1; e 42,11% no CARPREG >1 − diferentemente do estimado pelo índice original: 5%, 27% e 75%, respectivamente. Na amostra, tivermos 26,36% de prematuridade.

Conclusão:

Os fatores de risco para complicação cardiovascular nessa população foram a mudança de tratamento, as complicações cardíacas prévias e a classe funcional III NYHA no início do acompanhamento pré-natal. O índice CARPREG, nesta amostra, composta principalmente por pacientes com cardiopatia reumática, superestimou o número de eventos em gestantes classificadas como CARPREG 1 e > 1, e subestimou o risco em pacientes de baixo risco (CARPREG 0).

  • Arritmias Cardíacas
  • cardiopatia reumática
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Fatores de risco
  • Gestantes
  • Insuficiência Cardíaca
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08/03/2016 DOI: 10.5935/abc.20160028 Visualizações 1
Monitorização materno-fetal durante procedimento odontológico em portadora de cardiopatia valvar
ABC
Artigo Original

Monitorização materno-fetal durante procedimento odontológico em portadora de cardiopatia valvar

Itamara Lucia Itagiba Neves et al. Walkiria Samuel Avila Ricardo Simões Neves Dante Marcelo Artigas Giorgi … Jorge Francisco Kuhn dos Santos Ricardo Martins Oliveira Filho Cesar José Grupi Max Grinberg José Antonio Franchini Ramires

FUNDAMENTO: Os efeitos da anestesia local em odontologia com lidocaína e epinefrina, sobre parâmetros cardiovasculares de gestantes portadoras de valvopatias e seus conceptos, não estão esclarecidos. OBJETIVO: Avaliar e analisar parâmetros da cardiotocografia, de pressão arterial e eletrocardiográficos da gestante portadora de doença valvar reumática, quando submetida à anestesia local com 1,8 ml de lidocaína 2% sem vasoconstritor e com epinefrina 1:100.000, durante procedimento odontológico restaurador. MÉTODOS: Realizamos monitorização ambulatorial da pressão arterial, eletrocardiografia ambulatorial materna e cardiotocografia de 31 portadoras de cardiopatia reumática, entre a 28ª e 37ª semana de gestação, divididas em dois grupos conforme presença ou não do vasoconstritor RESULTADOS: Demonstrou-se redução significativa dos valores de frequência cardíaca materna nos dois grupos, durante o procedimento, quando comparado aos demais períodos (p 0,05). O mesmo ocorreu (p > 0,05) com número de contrações uterinas, nível e variabilidade da linha de base e número de acelerações da frequência cardíaca fetal. CONCLUSÃO: O uso de 1,8 ml de lidocaína 2% associado à adrenalina mostrou-se seguro e eficaz em procedimento odontológico restaurador durante a gestação de mulheres com cardiopatia valvar reumática.

  • anestesia local
  • cardiopatia reumática
  • cardiotocografia
  • Eletrocardiografia Ambulatorial
  • Gestantes
  • Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial
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20/01/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2009001100005
Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro
ABC
Artigo Original

Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro

Dany David Kruczan et al. Nelson Albuquerque de Souza e Silva Basílio de Bragança Pereira Vítor André Romão … Wilson Braz Correa Filho Fidel Ernesto Castro Morales

OBJETIVO: Avaliar a prevalência de doença arterial coronariana (DAC) na valvopatia de etiologia reumática e não-reumática, examinando possíveis fatores preditivos da presença da doença. MÉTODOS: Estudo transversal, de série de casos obtidos em população pré-definida. Foram avaliados 1.412 pacientes com indicação de cirurgia cardíaca por qualquer etiologia. Destes, foram encontrados e estudados 294 casos com valvopatia primária de etiologias reumática e não-reumática, com idade > 40 anos, submetidos a coronariografia. RESULTADOS: Os valvopatas reumáticos apresentaram menor prevalência de DAC (4%) que os não-reumáticos (33,61%) (p 55 anos, HAS, dor torácica típica, diabete e dislipidemia se relacionavam diretamente com a DAC, sendo as três últimas as variáveis de maior peso para a doença. CONCLUSÃO: A prevalência de DAC é baixa entre valvopatas reumáticos e mais alta entre não-reumáticos; a etiologia reumática não parece exercer efeito protetor sobre a prevalência de DAC; e as variáveis sexo, idade, HAS, dor torácica típica, dislipidemia e diabete melito foram identificadas como fortemente associadas à presença de DAC. É possível definir critérios de indicação de coronariografia pré-operatória nas trocas valvares, podendo-se evitar a indicação rotineira a partir dos 40 anos.

  • angiografia coronariana
  • arteriosclerose coronariana
  • cardiopatia reumática
  • Doenças das Valvas Cardíacas
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27/03/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000300010
Aneurisma micótico abdominal e embolia cerebral associados à endocardite infecciosa em paciente com doença valvar reumática crônica
ABC
Relato de Caso

Aneurisma micótico abdominal e embolia cerebral associados à endocardite infecciosa em paciente com doença valvar reumática crônica

Bernadete Lourdes Liphaus et al. Cláudia Goldenstein-Schainberg Letícia Monteiro Kitamura Clóvis Artur Almeida Silva

Relatamos o caso de uma menina com doença valvar crônica devido à febre reumática que apresentou endocardite infecciosa e duas complicações: acidente vascular cerebral devido à embolia e aneurisma micótico da artéria mesentérica superior.

  • aneurisma infectado
  • cardiopatia reumática
  • embolia intracraniana
  • Endocardite
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15/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000100023 Visualizações 2

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Gomes NFA, Figueiredo FA, Rodrigues EF, Soares CK, Nunes MCP. Como eu Faço Escore de Wilkins-Block na Estenose Mitral Reumática. ABC Imagem Cardiovascular 2026;38(4):e20250083.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gomes, Nayana Flamini Arantes; Figueiredo, Fernanda de Azevedo; Rodrigues, Estela Fófano; Soares, Carolina Kuchenbecker; Nunes, Maria Carmo Pereira. Como eu Faço Escore de Wilkins-Block na Estenose Mitral Reumática. ABC Imagem Cardiovascular, v. 38, n. 4, e20250083, fev. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gomes, N. F. A., Figueiredo, F. A., Rodrigues, E. F., Soares, C. K., & Nunes, M. C. P. (2026). Como eu Faço Escore de Wilkins-Block na Estenose Mitral Reumática. ABC Imagem Cardiovascular, 38(4), e20250083.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gomes, Nayana Flamini Arantes and Figueiredo, Fernanda de Azevedo and Rodrigues, Estela Fófano and Soares, Carolina Kuchenbecker and Nunes, Maria Carmo Pereira. Como eu Faço Escore de Wilkins-Block na Estenose Mitral Reumática. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 38, n. 4, [citado 2026-10-14], e20250083. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-escore-de-wilkins-block-na-estenose-mitral-reumatica/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Feitosa INA, Andrade ING. Átrio Esquerdo Gigante por Provável Doença Reumática e Insuficiência Mitral Funcional Atrial. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(2):e20240018.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Feitosa, Israel Nilton de Almeida; Andrade, Isaac Newton Guimarães. Átrio Esquerdo Gigante por Provável Doença Reumática e Insuficiência Mitral Funcional Atrial. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 2, e20240018, abr. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Feitosa, I. N. A., & Andrade, I. N. G. (2024). Átrio Esquerdo Gigante por Provável Doença Reumática e Insuficiência Mitral Funcional Atrial. ABC Imagem Cardiovascular, 37(2), e20240018.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Feitosa, Israel Nilton de Almeida and Andrade, Isaac Newton Guimarães. Átrio Esquerdo Gigante por Provável Doença Reumática e Insuficiência Mitral Funcional Atrial. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 2, [citado 2026-10-14], e20240018. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/atrio-esquerdo-gigante-por-provavel-doenca-reumatica-e-insuficiencia-mitral-funcional-atrial/>. ISSN 2318-8219

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Pomerantzeff PMA. Plástica da Valva Mitral em Pacientes Reumáticos Jovens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(4):757.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pomerantzeff, Pablo Maria Alberto. Plástica da Valva Mitral em Pacientes Reumáticos Jovens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 4, p. 757-757, nov. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pomerantzeff, P. M. A. (2019). Plástica da Valva Mitral em Pacientes Reumáticos Jovens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(4), 757-757.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pomerantzeff, Pablo Maria Alberto. Plástica da Valva Mitral em Pacientes Reumáticos Jovens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 757-757. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/plastica-da-valva-mitral-em-pacientes-reumaticos-jovens/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Cruz RCC, Cordeiro BS, Santos FS, Fernandes CR, Gama JMA, Ladeia AMT. Preditores de Desfecho Desfavorável em Crianças e Adolescentes Submetidos à Valvoplastia Mitral Cirúrgica Secundária a Cardiopatia Reumática Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(4):748-56.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cruz, Renata Cristina Castro; Cordeiro, Bruna Silva; Santos, Felipe de Souza; Fernandes, Caroline Rodrigues; Gama, Julia Maria Alves; Ladeia, Ana Marice Teixeira. Preditores de Desfecho Desfavorável em Crianças e Adolescentes Submetidos à Valvoplastia Mitral Cirúrgica Secundária a Cardiopatia Reumática Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 4, p. 748-756, set. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cruz, R. C. C., Cordeiro, B. S., Santos, F. S., Fernandes, C. R., Gama, J. M. A., & Ladeia, A. M. T. (2019). Preditores de Desfecho Desfavorável em Crianças e Adolescentes Submetidos à Valvoplastia Mitral Cirúrgica Secundária a Cardiopatia Reumática Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(4), 748-756.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cruz, Renata Cristina Castro and Cordeiro, Bruna Silva and Santos, Felipe de Souza and Fernandes, Caroline Rodrigues and Gama, Julia Maria Alves and Ladeia, Ana Marice Teixeira. Preditores de Desfecho Desfavorável em Crianças e Adolescentes Submetidos à Valvoplastia Mitral Cirúrgica Secundária a Cardiopatia Reumática Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 748-756. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/preditores-de-desfecho-desfavoravel-em-criancas-e-adolescentes-submetidos-a-valvoplastia-mitral-cirurgica-secundaria-a-cardiopatia-reumatica-cronica/>. ISSN 0066-782X

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Figueiredo ET, Azevedo L, Rezende ML, Alves CG. Febre Reumática: Uma Doença sem Cor. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(3):345-54.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Figueiredo, Estevão Tavares de; Azevedo, Luciana; Rezende, Marcelo Lacerda; Alves, Cristina Garcia. Febre Reumática: Uma Doença sem Cor. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 3, p. 345-354, jul. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Figueiredo, E. T. , Azevedo, L., Rezende, M. L., & Alves, C. G. (2019). Febre Reumática: Uma Doença sem Cor. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(3), 345-354.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Figueiredo, Estevão Tavares de and Azevedo, Luciana and Rezende, Marcelo Lacerda and Alves, Cristina Garcia. Febre Reumática: Uma Doença sem Cor. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 345-354. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/febre-reumatica-uma-doenca-sem-cor/>. ISSN 0066-782X

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Santos JPA, Carmo GAL, Beaton AZ, Lourenço TV, Diamantino AC, Nunes MCP, Sable C, et al. Desafios para a Implantação do Primeiro Programa de Rastreamento da Cardiopatia Reumática em Larga Escala no Brasil: A Experiência do Estudo PROVAR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(4):370-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Santos, Julia Pereira Afonso dos; Carmo, Gabriel Assis Lopes do; Beaton, Andrea Zawacki; Lourenço, Tainá Vitti; Diamantino, Adriana Costa; Nunes, Maria do Carmo Pereira; Sable, Craig; Nascimento, Bruno Ramos. Desafios para a Implantação do Primeiro Programa de Rastreamento da Cardiopatia Reumática em Larga Escala no Brasil: A Experiência do Estudo PROVAR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 4, p. 370-374, mar. 2017.

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Santos, J. P. A. , Carmo, G. A. L. , Beaton, A. Z., Lourenço, T. V., Diamantino, A. C., Nunes, M. C. P., Sable, C., & Nascimento, B. R. (2017). Desafios para a Implantação do Primeiro Programa de Rastreamento da Cardiopatia Reumática em Larga Escala no Brasil: A Experiência do Estudo PROVAR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(4), 370-374.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Santos, Julia Pereira Afonso dos and Carmo, Gabriel Assis Lopes do and Beaton, Andrea Zawacki and Lourenço, Tainá Vitti and Diamantino, Adriana Costa and Nunes, Maria do Carmo Pereira and Sable, Craig and Nascimento, Bruno Ramos. Desafios para a Implantação do Primeiro Programa de Rastreamento da Cardiopatia Reumática em Larga Escala no Brasil: A Experiência do Estudo PROVAR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 370-374. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/desafios-para-a-implantacao-do-primeiro-programa-de-rastreamento-da-cardiopatia-reumatica-em-larga-escala-no-brasil-a-experiencia-do-estudo-provar/>. ISSN 0066-782X

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Carvalho LMA, Araújo FDR, Meira ZMA. Evolução Doppler Ecocardiográfica das Lesões Valvares Mitral e Aórtica em Crianças e Adolescentes com Cardite Reumática Subclínica e Leve. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(5):391-400.

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Carvalho, Lelia Maria de Almeida; Araújo, Fátima Derlene da Rocha; Meira, Zilda Maria Alves. Evolução Doppler Ecocardiográfica das Lesões Valvares Mitral e Aórtica em Crianças e Adolescentes com Cardite Reumática Subclínica e Leve. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 5, p. 391-400, dez. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Carvalho, L. M. A., Araújo, F. D. R., & Meira, Z. M. A. (2017). Evolução Doppler Ecocardiográfica das Lesões Valvares Mitral e Aórtica em Crianças e Adolescentes com Cardite Reumática Subclínica e Leve. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5), 391-400.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Carvalho, Lelia Maria de Almeida and Araújo, Fátima Derlene da Rocha and Meira, Zilda Maria Alves. Evolução Doppler Ecocardiográfica das Lesões Valvares Mitral e Aórtica em Crianças e Adolescentes com Cardite Reumática Subclínica e Leve. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 391-400. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/evolucao-doppler-ecocardiografica-das-lesoes-valvares-mitral-e-aortica-em-criancas-e-adolescentes-com-cardite-reumatica-subclinica-e-leve/>. ISSN 2359-4802

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Martins LC, Freire CMV, Capuruçu CAB, Nunes MCP, Rezende CAL. Predição de Risco de Complicações Cardiovasculares em Gestantes Portadoras de Cardiopatia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;106(4):289-96.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Martins, Luciana Carvalho; Freire, Claudia Maria Vilas; Capuruçu, Carolina Andrade Bragança; Nunes, Maria do Carmo Pereira; Rezende, Cezar Alencar de Lima. Predição de Risco de Complicações Cardiovasculares em Gestantes Portadoras de Cardiopatia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 4, p. 289-296, mar. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Martins, L. C., Freire, C. M. V., Capuruçu, C. A. B., Nunes, M. C. P., & Rezende, C. A. L. (2016). Predição de Risco de Complicações Cardiovasculares em Gestantes Portadoras de Cardiopatia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(4), 289-296.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Martins, Luciana Carvalho and Freire, Claudia Maria Vilas and Capuruçu, Carolina Andrade Bragança and Nunes, Maria do Carmo Pereira and Rezende, Cezar Alencar de Lima. Predição de Risco de Complicações Cardiovasculares em Gestantes Portadoras de Cardiopatia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 289-296. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/predicao-de-risco-de-complicacoes-cardiovasculares-em-gestantes-portadoras-de-cardiopatia/>. ISSN 0066-782X

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Neves ILI, Avila WS, Neves RS, Giorgi DMA, Santos JFK, Oliveira Filho RM, Grupi CJ, et al. Monitorização materno-fetal durante procedimento odontológico em portadora de cardiopatia valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;93(5):463-742.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Neves, Itamara Lucia Itagiba; Avila, Walkiria Samuel; Neves, Ricardo Simões; Giorgi, Dante Marcelo Artigas; Santos, Jorge Francisco Kuhn dos; Oliveira Filho, Ricardo Martins; Grupi, Cesar José; Grinberg, Max; Ramires, José Antonio Franchini. Monitorização materno-fetal durante procedimento odontológico em portadora de cardiopatia valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 5, p. 463-742, jan. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Neves, I. L. I., Avila, W. S., Neves, R. S., Giorgi, D. M. A., Santos, J. F. K. , Oliveira Filho, R. M., Grupi, C. J., Grinberg, M., & Ramires, J. A. F. (2010). Monitorização materno-fetal durante procedimento odontológico em portadora de cardiopatia valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(5), 463-742.

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Neves, Itamara Lucia Itagiba and Avila, Walkiria Samuel and Neves, Ricardo Simões and Giorgi, Dante Marcelo Artigas and Santos, Jorge Francisco Kuhn dos and Oliveira Filho, Ricardo Martins and Grupi, Cesar José and Grinberg, Max and Ramires, José Antonio Franchini. Monitorização materno-fetal durante procedimento odontológico em portadora de cardiopatia valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 93, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 463-742. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/monitorizacao-materno-fetal-durante-procedimento-odontologico-em-portadora-de-cardiopatia-valvar/>. ISSN 0066-782X

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Kruczan DD, Silva NAS, Pereira BB, Romão VA, Correa Filho WB, Morales FEC. Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(3):217-23.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Kruczan, Dany David; Silva, Nelson Albuquerque de Souza e; Pereira, Basílio de Bragança; Romão, Vítor André; Correa Filho, Wilson Braz; Morales, Fidel Ernesto Castro. Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 3, p. 217-223, mar. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Kruczan, D. D., Silva, N. A. S. , Pereira, B. B., Romão, V. A., Correa Filho, W. B., & Morales, F. E. C. (2008). Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(3), 217-223.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Kruczan, Dany David and Silva, Nelson Albuquerque de Souza e and Pereira, Basílio de Bragança and Romão, Vítor André and Correa Filho, Wilson Braz and Morales, Fidel Ernesto Castro. Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 217-223. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/doenca-arterial-coronariana-em-pacientes-com-valvopatia-reumatica-e-nao-reumatica-acompanhados-em-hospital-publico-do-rio-de-janeiro/>. ISSN 0066-782X

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Liphaus BL, Goldenstein-Schainberg C, Kitamura LM, Silva CAA. Aneurisma micótico abdominal e embolia cerebral associados à endocardite infecciosa em paciente com doença valvar reumática crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(1):e7-9.

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Liphaus, Bernadete Lourdes; Goldenstein-Schainberg, Cláudia; Kitamura, Letícia Monteiro; Silva, Clóvis Artur Almeida. Aneurisma micótico abdominal e embolia cerebral associados à endocardite infecciosa em paciente com doença valvar reumática crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 1, p. e7-e9, mar. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Liphaus, B. L., Goldenstein-Schainberg, C., Kitamura, L. M., & Silva, C. A. A. (2007). Aneurisma micótico abdominal e embolia cerebral associados à endocardite infecciosa em paciente com doença valvar reumática crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(1), e7-e9.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Liphaus, Bernadete Lourdes and Goldenstein-Schainberg, Cláudia and Kitamura, Letícia Monteiro and Silva, Clóvis Artur Almeida. Aneurisma micótico abdominal e embolia cerebral associados à endocardite infecciosa em paciente com doença valvar reumática crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. e7-e9. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/aneurisma-micotico-abdominal-e-embolia-cerebral-associados-a-endocardite-infecciosa-em-paciente-com-doenca-valvar-reumatica-cronica/>. ISSN 0066-782X

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