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  1. Início
  2. Palavra-chave: Readmissão do Paciente
ABC
Editorial

Preditores de Readmissão Hospitalar Após Cirurgia de Revascularização Miocárdica – Reflexões e Perspectivas

Aurora Felice Castro Issa

Aspectos como o alto custo do cuidado em saúde, a sobrecarga dos profissionais de saúde e o envelhecimento populacional com consequente aumento das doenças crônicas evidenciam a necessidade de atenção à qualidade na assistência cardiovascular de alta complexidade, especialmente na cirurgia cardíaca. Nesse cenário, os indicadores de qualidade apresentam-se como instrumento de extrema importância na avaliação assistencial.

Vários são os indicadores de qualidade atualmente disponíveis e um deles é a taxa de readmissão hospitalar que pode ser vista como um desfecho muitas vezes utilizado como secundário e apesar de ser bastante promissor, depende da metodologia utilizada na coleta do dado.

[…]

  • Cirurgia Geral
  • Readmissão do Paciente
  • Revascularização Miocárdica
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14/04/2025 DOI: 10.36660/abc.20250133
ABC
Carta ao Editor

Predição de Re-hospitalização em Cirurgias de Revascularização Cardíaca

Antônio Rafael Alves de Sá et al. Victoria Alves Prado Mateus Augusto Felix de Melo Pâmela Marillac Rodrigues Feijó de Melo … Maria Clara Filgueira Borba Achilles de Souza Andrade Jorge Fernando Pereira Silva Johnnatas Mikael Lopes

A doença arterial coronariana, uma doença cardiovascular onde há obstrução do fluxo sanguíneo dos vasos do miocárdio, causa grande número de óbitos no Brasil, anualmente. A cirurgia de revascularização miocárdica, associada a medicamentos antiplaquetários, hipolipemiantes e bloqueadores do SRAA, mostra-se como a melhor opção para tratar e prevenir novos casos de obstrução do fluxo vascular, permitindo, assim, restaurar a função ventricular, reduzir a angina e prevenir casos de infarto agudo do miocárdio. Assim, tem importância clínica e cirúrgica, pois permite tratar obstruções múltiplas e melhorar a sobrevida dos pacientes.,

A intervenção coronária percutânea (ICP) é o procedimento de revascularização mais frequentemente utilizado em pacientes com doença coronariana, sendo realizada tanto de forma eletiva quanto em situações agudas. Re-hospitalizações não planejadas podem ser consideradas um resultado adverso para os pacientes e podem estar relacionadas a complicações do procedimento de ICP ou do tratamento hospitalar. Por isso, elas são frequentemente utilizadas como um indicador da qualidade do atendimento prestado. Estima-se que 1 em cada 7 pacientes submetidos a ICP são readmitidos em 30 dias.

[…]

  • Estudos de Coortes
  • Readmissão do Paciente
  • Revascularização Miocárdica
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17/03/2025 DOI: 10.36660/abc.20240706 Visualizações 1
ABC
Editorial

Olha Quem Está Voltando? Aprimorando Modelos Preditivos para Readmissão Hospitalar Pós-CRM: Insights e Perspectivas

Stephan Lachtermacher

O campo da cirurgia cardiovascular evolui continuamente, com a cirurgia de revascularização do miocárdio (CRM) servindo como um procedimento fundamental para o tratamento da doença arterial coronariana grave. Apesar dos avanços nas técnicas cirúrgicas e nos cuidados perioperatórios, a incidência de readmissões hospitalares dentro de 30 dias após a CRM permanece uma preocupação crítica. Estas readmissões não só têm impacto nos resultados dos pacientes, mas também sobrecarregam os recursos de saúde e aumentam os custos. Compreender os preditores de readmissão é crucial para melhorar as estratégias de cuidados pós-operatórios e otimizar os resultados dos pacientes.

O estudo intitulado ” Preditores de Readmissão Hospitalar até 30 Dias de CRM em Banco de Dados Multicêntrico: Estudo de Coorte Transversal” tem como objetivo identificar variáveis associadas à readmissão precoce pós-CRM em uma população brasileira. Embora a taxa de readmissão observada tenha sido inferior à da literatura científica atual, onde as taxas variam entre 8,3% e 21,1%,– também enfatizou causas não cardíacas. Nesse sentido, um terço de todos os pacientes readmitidos teve infecções como causa primária. Esse achado corrobora a literatura existente que destaca o impacto significativo das infecções, particularmente das infecções de sítio cirúrgico, nas taxas de readmissão. Andrade et al. sublinham a necessidade de medidas rigorosas de controlo de infecções, incluindo profilaxia antibiótica e técnicas cirúrgicas meticulosas, para mitigar estas complicações.,

[…]

  • Modelos Teóricos
  • Readmissão do Paciente
  • Revascularização Miocárdica
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23/09/2024 DOI: 10.36660/abc.20240493 Visualizações 1
Preditores de Readmissão Hospitalar até 30 Dias de CRM em Banco de Dados Multicêntrico: Estudo de Coorte Transversal
ABC
Artigo Original

Preditores de Readmissão Hospitalar até 30 Dias de CRM em Banco de Dados Multicêntrico: Estudo de Coorte Transversal

Rene Augusto Gonçalves e Silva et al. Gabrielle Barbosa Borgomoni Fabiane Letícia de Freitas Adnaldo da Silveira Maia … Cleóstones Farias do Vale Junior Eva da Silva Pereira Leonardy Guilherme Ibrahim Silvestre Luís Roberto Palma Dallan Luiz Augusto Lisboa Luís Alberto Oliveira Dallan Fabio Biscegli Jatene Omar Asdrúbal Vilca Mejia grupo de estudos REPLICCAR

Resumo

Fundamento:

A análise de indicadores como taxa de readmissão hospitalar é crucial para aprimorar a qualidade dos serviços e gestão em processos hospitalares.

Objetivo:

Identificar as variáveis correlacionadas a readmissão hospitalar até 30 dias após cirurgia de revascularização miocárdica (CRM).

Métodos:

Estudo de coorte transversal no banco de dados Registro Paulista de Cirurgia Cardiovascular II (REPLICCAR II)(N=3.392), de junho de 2017 a junho de 2019. Avaliaram-se retrospectivamente 150 pacientes para identificar os fatores correlacionados a readmissão hospitalar até 30 dias após-CRM via regressão logística univariada e multivariada. As análises foram realizadas no software R, com significância de 0,05 e intervalos de confiança de 95%.

Resultados:

Cento e cinquenta pacientes foram readmitidos até 30 dias após a alta hospitalar de CRM (150/3.392, 4,42%) principalmente por infecções (mediastinite, ferida operatória e sepse) totalizando 52 casos (52/150, 34,66%), outras causas foram: complicações cirúrgicas (14/150, 9,33%) e pneumonia (13/150, 8,66%). Os preditores de readmissão identificados foram: O modelo de regressão multivariada apontou intercepto (OR: 1,098, p<0,00001), apneia do sono (OR: 1,117, p=0,0165), arritmia cardíaca (OR: 1,040, p=0,0712) e uso de balão intra-aórtico (OR: 1,068, p=0,0021) como preditores do desfecho, com uma AUC de 0,70.

Conclusão:

4,42% dos pacientes foram readmitidos pós-CRM, principalmente por infecções. Fatores como apneia do sono (OR: 1,117, p=0,0165), arritmia cardíaca (OR: 1,040, p=0,0712) e uso de balão intra-aórtico (OR: 1,068, p=0,0021) foram preditores de readmissão, com uma discriminação de risco moderada (AUC: 0,70).

  • Hospitais
  • Miocárdio
  • Readmissão do Paciente
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06/09/2024 DOI: 10.36660/abc.20230768 Visualizações 2
Parâmetros de Strain Diastólico Estão Associados à Mortalidade em Curto Prazo e à Reinternação em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Avançada
ABC
Artigo Original

Parâmetros de Strain Diastólico Estão Associados à Mortalidade em Curto Prazo e à Reinternação em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Avançada

Sefa Tatar et al. Abdullah İcli Alpay Arıbaş Nazire Belgin Akilli … Hakan Akilli Ahmet Lütfi Sertdemir

Resumo

Fundamento

A insuficiência cardíaca é uma das principais causas de hospitalização e mortalidade em todo o mundo e representa um grande fardo económico para os sistemas de saúde. A identificação de fatores prognósticos em pacientes com IC é de grande importância para estabelecer estratégias de manejo ideais e evitar procedimentos invasivos e dispendiosos desnecessários em pacientes em estágio terminal.

Objetivos

No presente estudo, nosso objetivo foi investigar a associação entre parâmetros de strain diastólico, incluindo E/e’ SR, e resultados de curto prazo em pacientes com IC avançada.

Métodos

O estudo populacional incluiu 116 pacientes com insuficiência cardíaca avançada com fração de ejeção reduzida (ICFEr) avançada. Avaliações clínicas, laboratoriais e ecocardiográficas dos pacientes foram realizadas nas primeiras 24 horas de internação. Os pacientes foram acompanhados por um mês e qualquer reinternação por piora dos sintomas de IC e qualquer mortalidade foi registrada. O nível de significância adotado na análise estatística foi de 5%.

Resultados

A E/e’ SR foi significativamente maior no grupo de pacientes em comparação ao grupo controle (p=0,001). Durante o acompanhamento de um mês, 13,8% dos pacientes morreram e 37,1% dos pacientes foram reinternados. NT-ProBNP sérico (p=0,034) e E/e’ SR (p=0,033) foram considerados preditores independentes de mortalidade e o uso de IECA (p=0,027) e strain 3C apical (p=0,011) foram considerados independentes preditores de reinternação no grupo de pacientes.

Conclusão

Os resultados do presente estudo prospectivo demonstram que a E/e’ SR medida pela ecocardiografia com speckle tracking é um preditor independente e sensível de mortalidade em curto prazo em pacientes com ICFEr avançada e pode ter um papel na identificação de pacientes com ICFEr em estágio terminal.

  • Insuficiência Cardíaca
  • Mortalidade
  • Readmissão do Paciente
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26/08/2024 DOI: 10.36660/abc.20230670
ABC
Editorial

Monitoramento da Congestão Sistêmica na Insuficiência Cardíaca: A Avaliação Clínica é Suficiente?

Silvia Moreira Ayub-Ferreira et al. Danielle Louvet Guazzelli

O tratamento da insuficiência cardíaca aguda descompensada (ICAD) continua a ser um desafio significativo em cardiologia, particularmente na prevenção de readmissões hospitalares. Neste contexto, os sinais e sintomas relacionados com a congestão estão entre as causas mais comuns de hospitalização por insuficiência cardíaca e subsequentes readmissões.

Nesta edição dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia os autores apresentam um estudo de coorte que incorpora o uso do escore VExUS para avaliar a congestão venosa residual antes da alta hospitalar (Score VExUS na alta hospitalar como preditor de readmissão em paciente com insuficiência cardíaca agudamente descompensada: Um estudo de coorte). Este estudo destaca a complexidade do manejo de pacientes com insuficiência cardíaca e sugere uma ferramenta potencialmente útil para melhorar os resultados clínicos.

[…]

  • Hospitalização
  • Insuficiência Cardíaca
  • Readmissão do Paciente
  • Ultrassonografia
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02/08/2024 DOI: 10.36660/abc.20240354 Visualizações 1
Escore VExUS na Alta Hospitalar como Preditor de Readmissão em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Agudamente Descompensada: Estudo de Coorte
ABC
Artigo Original

Escore VExUS na Alta Hospitalar como Preditor de Readmissão em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Agudamente Descompensada: Estudo de Coorte

Paulo Maciel Rinaldi et al. Marcos Frata Rihl Márcio Manozzo Boniatti

Resumo

Fundamento

A congestão venosa residual é um dos principais contribuintes para a readmissão de pacientes com insuficiência cardíaca, e o escore de ultrassonografia de excesso venoso (VExUS) é uma ferramenta potencialmente útil para avaliar a congestão sistêmica.

Objetivos

O objetivo do presente estudo foi investigar a associação entre o escore VExUS antes da alta hospitalar em pacientes com insuficiência cardíaca e o risco de readmissão por insuficiência cardíaca agudamente descompensada (ICAD) em até 90 dias após a alta.

Métodos

O presente estudo de coorte prospectivo envolveu adultos com sinais e sintomas de ICAD, fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 40% ou menos (insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida), sintomas de classe funcional II a IV da New York Heart Association e evidência clínica de congestão venosa necessitando de diuréticos intravenosos. Momentos antes da alta, realizamos avaliação do escore VExUS. O desfecho primário foi um desfecho composto de readmissão ou visitas de emergência devido à ICAD dentro de 90 dias após a alta hospitalar. A significância estatística foi estabelecida em p < 0,05.

Resultados

A coorte foi composta por 49 indivíduos, dos quais 11 (22,4%) apresentaram o desfecho primário. Na alta, 34,7% dos participantes tiveram escore VExUS de 2 ou 3. Os pacientes com VExUS de 2 e 3 tiveram maior proporção do desfecho primário quando comparados aos pacientes com VExUS de 0 (35,3% versus 9%, p = 0,044).

Conclusões

Uma proporção significativa de pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida admitidos por ICAD apresentou sinais clínicos e ultrassonográficos de congestão residual na alta. Pacientes com escore VExUS de 2 ou 3 no momento da alta hospitalar apresentaram maior risco de readmissões ou visitas de emergência por ICAD após 90 dias.

  • Insuficiência Cardíaca
  • Qualidade de Vida
  • Readmissão do Paciente
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17/06/2024 DOI: 10.36660/abc.20230745
ABC
Editorial

Rehospitalizações após Síndromes Coronarianas Agudas

Alfredo J. Mansur

As síndromes isquêmicas agudas (infarto do miocárdio, angina instável) podem ocorrer em pacientes assintomáticos ou podem ocorrer durante o curso de doenças crônicas. Após a terapia hospitalar, com ou sem intervenção percutânea ou cirúrgica, os pacientes recebem alta e orientação para terapia de longo prazo. No entanto, há pacientes desenvolvem novamente os sintomas em curto prazo e são rehospitalizados por causas clínicas e não clínicas, com consequências clínicas e outras consequências não-clínicas.

As rehospitalizações merecem estudos em diferentes contextos, e foram relatadas na literatura médica. Em um estudo, a taxa de rehospitalização após um ano em pacientes com mais de 65 anos, sobreviventes de infarto do miocárdio, foi de 49,9% em 4.767 hospitais nos Estados Unidos da América entre 2008 e 2010; a taxa de rehospitalização, assim como a mortalidade, foram maiores nos primeiros meses após a alta e diminuíram subsequentemente. Estudos adicionais compararam hospitais sem fins lucrativos (15,7%) com hospitais privados (16,6%) em relação às taxas de rehospitalização no primeiro mês de alta sem demonstrar uma associação entre a característica econômica do hospital com o sucesso em programas dedicados a diminuir a taxa de rehospitalização; os resultados de tal intervenção não foram estatisticamente diferentes entre os dois tipos de hospitais. Fatores socioeconômicos e étnicos foram influências sistêmicas sem manifestações excessivas em um hospital específico. A taxa de rehospitalização foi estudada como um indicador da qualidade do atendimento;– a heterogeneidade de pacientes e quadros clínicos tornou a readmissão não facilmente previsível.

[…]

  • Hospitais Privados
  • Hospitalização
  • Infarto Do Miocárdio
  • Mortalidade
  • Readmissão do Paciente
  • Síndrome Coronariana Aguda
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08/08/2019 DOI: 10.5935/abc.20190136 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Consultas Não Programadas em Emergência após Implante de Dispositivos Cardíacos: Comparativo entre Cardiodesfibriladores e Ressincronizadores em Seguimento Inferior a 1 Ano

Stefan Warpechowski Neto et al. Laura Lessa Gaudie Ley Eduardo Dytz Almeida Marco Aurélio Lumertz Saffi … Luiza Zwan Dutra Antonio Lessa Gaudie Ley Roberto Tofani Sant'Anna Gustavo Glotz de Lima Renato Abdala Karam Kalil Tiago Luiz Luz Leiria

Resumo

Fundamento:

O uso de dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis (DCEI) como o cardiodesfibrilador (CDI) e terapia de ressincronização cardíaca (TRC) – é cada vez maior. O número de eletrodos de estimulação e desfibrilação varia de acordo com o dispositivo. A colocação do eletrodo no ventrículo esquerdo aumenta o tempo cirúrgico podendo associar-se a maior morbidade no acompanhamento após alta hospitalar, evento muitas vezes confundível com a gravidade da patologia base.

Objetivo:

Avaliar a taxa de internação não programada na emergência e óbito após cirurgia de dispositivos implantáveis estratificados pelo tipo de aparelho.

Métodos:

Estudo de coorte prospectivo analisando 199 pacientes submetidos à implante de dispositivos cardíacos. Os grupos foram divididos de acordo com o tipo de dispositivo: CDI (n = 124) e TRC (n = 75). Estimativas de probabilidades foram analisadas pelo método de Kaplan-Meier de acordo com o desfecho. Valor de p < 0,05 foi considerado significativo nas análises estatísticas.

Resultados:

A maioria da amostra era do sexo masculino (71,9%) – idade média de 61,1 ± 14,2. A fração de ejeção do ventrículo esquerdo foi similar entre os grupos (TRC 37,4 ± 18,1 vs. CDI 39,1 ± 17,0; p = 0,532). A taxa de visita não programada na emergência relacionada ao dispositivo foi de 4,8% no grupo CDI e de 10,6% no grupo TRC (p = 0,20). A probabilidade de sobrevida relacionada ao dispositivo da variável “óbito” mostrou-se diferente entre os grupos (p = 0,008).

Conclusões:

Paciente após o implante de TRC apresenta maior probabilidade de mortalidade após o procedimento cirúrgico no seguimento menor que 1 ano. A taxa de visita hospitalar não programada, relacionadas ou não ao implante, não difere entre os grupos.

  • Desfibriladores Implantáveis
  • Dispositivos de Terapia de Ressincronização Cardíaca
  • Mortalidade
  • Readmissão do Paciente
  • Técnicas de Imagem de Sincronização Cardíaca
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21/02/2019 DOI: 10.5935/abc.20190018 Visualizações 1
Figura 1
IJCS
Original Article

Síndrome Cardiorrenal Tipo 2: Um Forte Fator Prognóstico da Sobrevida

Arous Salim et al. Mohamed El Ghali Benouna Rachida Habbal Monia El Mourid

Resumo

Objetivo:

O objetivo deste estudo foi apresentar características epidemiológicas, clínicas e terapêuticas de pacientes marroquinos com insuficiência cardíaca crônica que desenvolveram insuficiência renal crônica.

Métodos:

Foram avaliados 563 pacientes acompanhados por insuficiência cardíaca crônica na Unidade de Insuficiência Cardíaca do Departamento de Cardiologia do Hospital Universitário de Ibn Rushd em Casablanca, Marrocos, entre 30 de julho de 2012 e 30 de julho de 2016. Os pacientes foram divididos em dois grupos de acordo com a presença ou ausência de síndrome cardiorrenal.

Resultados:

Em comparação a pacientes que não desenvolveram síndrome cardiorrenal, os pacientes com síndrome cardiorrenal tenderam a ser mais velhos, hipertensos e diabéticos. Clinicamente, uma porcentagem mais alta dos pacientes apresentou dispneia estágio III ou IV. Biologicamente, os pacientes com SCR apresentaram níveis menores de hemoglobina e níveis plasmáticos maiores de ácido úrico. Em relação aos achados ecocardiográficos, esses pacientes também apresentaram menor FE do ventrículo esquerdo, com maior prevalência de hipertensão ventricular direita e hipertensão pulmonar, e maior risco de readmissão hospitalar (p < 0,0001).

Conclusão:

A deterioração da função renal na insuficiência renal crônica está associada com um pior prognóstico, incluindo um maior risco de readmissão hospitalar, eventos cardiovasculares, e morte. Maior atenção deve ser dada a pacientes idosos, diabéticos, com valores muito baixos de fração de ejeção do ventrículo esquerdo ou com hipertensão pulmonar.

  • Insuficiência Cardíaca
  • Insuficiência Renal Crônica / mortalidade
  • Insuficiência Renal Crônica / prognóstico
  • Readmissão do Paciente
  • Síndrome Cardiorrenal
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170072
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Deficiência de Testosterona Aumenta Readmissão Hospitalar e Mortalidade em Pacientes do Sexo Masculino com Insuficiência Cardíaca

Marcelo Rodrigues dos Santos et al. Ana Luiza Carrari Sayegh Raphaela Vilar Ramalho Groehs Guilherme Fonseca … Ivani Credidio Trombetta Antônio Carlos Pereira Barretto Marco Antônio Arap Carlos Eduardo Negrão Holly R. Middlekauff Maria-Janieire de Nazaré Nunes Alves

Fundamento:

A deficiência de testosterona na insuficiência cardíaca (IC) está associada à diminuição da capacidade de exercício e mortalidade, mas o seu impacto sobre as readmissões é incerto. Além disso, sua relação com a ativação simpática é desconhecida.

Objetivo:

O presente estudo investigou o papel dos níveis de testosterona nas reinternações hospitalares, na mortalidade e na atividade nervosa simpática em pacientes com IC.

Métodos:

A testosterona total (TT) e a testosterona livre (TL) foram medidas em 110 pacientes do sexo masculino hospitalizados, com fração de ejeção < 45% eclassificação funcional da New York Heart Association (NYHA) IV, qualificados em dois grupos: 66 com baixos níveis de testosterona (BT) e 44 com testosterona normal (TN). Hipogonadismo foi definido como TT < 300 ng/dL e TL < 131 pmol/L. A atividade nervosa simpática muscular (ANSM) foi gravada por microneurografia em uma subpopulação de 27 pacientes.

Resultados:

O tempo de permanência hospitalar foi maior em pacientes BT em comparação com pacientes TN (37 ± 4 vs. 25 ± 4 dias; p = 0,008). Da mesma forma, o risco cumulativo de readmissão no período de um ano foi maior em pacientes BT (44% vs. 22%, p = 0,001). Na análise de uma única variável preditora, a testosterona total (HR = 2,77, IC 95% 1,58-4,85, p = 0,02) previu readmissão hospitalar no prazo de 90 dias. Na análise de uma única variável preditora, testosterona total (HR = 4,65, IC 95% 2,67-8,10, p = 0,009) e readmissão dentro de 90 dias (HR = 3,27, IC 95% 1,23-8,69, p = 0,02) previram aumento de mortalidade. Ativação neuro-humoral, estimada pela ANSM, foi significativamente maior nos pacientes BT em comparação aos do grupo TN (65 ± 3 vs. 51 ± 4 disparos/100BC; p < 0,001).

Conclusão:

Estes resultados sustentam o conceito de que BT é um fator de risco independente para a readmissão hospitalar dentro de 90 dias e para aumento de mortalidade em pacientes com IC. Além disso, observou-se aumento da ANSM em pacientes com baixos níveis de testosterona.

  • Homens
  • Insuficiência Cardíaca / mortalidade
  • Readmissão do Paciente
  • Testosterona / deficiência
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21/07/2015 DOI: 10.5935/abc.20150078 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Issa AFC. Preditores de Readmissão Hospitalar Após Cirurgia de Revascularização Miocárdica – Reflexões e Perspectivas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(2):e20250133.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Issa, Aurora Felice Castro. Preditores de Readmissão Hospitalar Após Cirurgia de Revascularização Miocárdica – Reflexões e Perspectivas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 2, e20250133, abr. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Issa, A. F. C. (2025). Preditores de Readmissão Hospitalar Após Cirurgia de Revascularização Miocárdica – Reflexões e Perspectivas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(2), e20250133.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Issa, Aurora Felice Castro. Preditores de Readmissão Hospitalar Após Cirurgia de Revascularização Miocárdica – Reflexões e Perspectivas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 2, [citado 2026-10-14], e20250133. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/preditores-de-readmissao-hospitalar-apos-cirurgia-de-revascularizacao-miocardica-reflexoes-e-perspectivas/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Sá ARA, Prado VA, Melo MAF, Melo PMRF, Borba MCF, Andrade AS, Silva JFP, et al. Predição de Re-hospitalização em Cirurgias de Revascularização Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(2):e20240706.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sá, Antônio Rafael Alves de; Prado, Victoria Alves; Melo, Mateus Augusto Felix de; Melo, Pâmela Marillac Rodrigues Feijó de; Borba, Maria Clara Filgueira; Andrade, Achilles de Souza; Silva, Jorge Fernando Pereira; Lopes, Johnnatas Mikael. Predição de Re-hospitalização em Cirurgias de Revascularização Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 2, e20240706, mar. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sá, A. R. A. , Prado, V. A., Melo, M. A. F. , Melo, P. M. R. F. , Borba, M. C. F., Andrade, A. S., Silva, J. F. P., & Lopes, J. M. (2025). Predição de Re-hospitalização em Cirurgias de Revascularização Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(2), e20240706.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sá, Antônio Rafael Alves de and Prado, Victoria Alves and Melo, Mateus Augusto Felix de and Melo, Pâmela Marillac Rodrigues Feijó de and Borba, Maria Clara Filgueira and Andrade, Achilles de Souza and Silva, Jorge Fernando Pereira and Lopes, Johnnatas Mikael. Predição de Re-hospitalização em Cirurgias de Revascularização Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 2, [citado 2026-10-14], e20240706. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/predicao-de-re-hospitalizacao-em-cirurgias-de-revascularizacao-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Lachtermacher S. Olha Quem Está Voltando? Aprimorando Modelos Preditivos para Readmissão Hospitalar Pós-CRM: Insights e Perspectivas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(9):e20240493.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lachtermacher, Stephan. Olha Quem Está Voltando? Aprimorando Modelos Preditivos para Readmissão Hospitalar Pós-CRM: Insights e Perspectivas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 9, e20240493, set. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lachtermacher, S. (2024). Olha Quem Está Voltando? Aprimorando Modelos Preditivos para Readmissão Hospitalar Pós-CRM: Insights e Perspectivas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(9), e20240493.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lachtermacher, Stephan. Olha Quem Está Voltando? Aprimorando Modelos Preditivos para Readmissão Hospitalar Pós-CRM: Insights e Perspectivas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 9, [citado 2026-10-14], e20240493. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/olha-quem-esta-voltando-aprimorando-modelos-preditivos-para-readmissao-hospitalar-pos-crm-insights-e-perspectivas/>. ISSN 0066-782X

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Silva RAG, Borgomoni GB, Freitas FL, Maia AS, Vale Junior CF, Pereira ES, Silvestre LGI, et al. Preditores de Readmissão Hospitalar até 30 Dias de CRM em Banco de Dados Multicêntrico: Estudo de Coorte Transversal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(9):e20230768.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Rene Augusto Gonçalves e; Borgomoni, Gabrielle Barbosa; Freitas, Fabiane Letícia de; Maia, Adnaldo da Silveira; Vale Junior, Cleóstones Farias do; Pereira, Eva da Silva; Silvestre, Leonardy Guilherme Ibrahim; Dallan, Luís Roberto Palma; Lisboa, Luiz Augusto; Dallan, Luís Alberto Oliveira; Jatene, Fabio Biscegli; Mejia, Omar Asdrúbal Vilca; REPLICCAR, grupo de estudos. Preditores de Readmissão Hospitalar até 30 Dias de CRM em Banco de Dados Multicêntrico: Estudo de Coorte Transversal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 9, e20230768, set. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, R. A. G. , Borgomoni, G. B., Freitas, F. L. , Maia, A. S., Vale Junior, C. F. , Pereira, E. S., Silvestre, L. G. I., Dallan, L. R. P., Lisboa, L. A., Dallan, L. A. O., Jatene, F. B., Mejia, O. A. V., & REPLICCAR, (2024). Preditores de Readmissão Hospitalar até 30 Dias de CRM em Banco de Dados Multicêntrico: Estudo de Coorte Transversal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(9), e20230768.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Rene Augusto Gonçalves e and Borgomoni, Gabrielle Barbosa and Freitas, Fabiane Letícia de and Maia, Adnaldo da Silveira and Vale Junior, Cleóstones Farias do and Pereira, Eva da Silva and Silvestre, Leonardy Guilherme Ibrahim and Dallan, Luís Roberto Palma and Lisboa, Luiz Augusto and Dallan, Luís Alberto Oliveira and Jatene, Fabio Biscegli and Mejia, Omar Asdrúbal Vilca and REPLICCAR, grupo de estudos. Preditores de Readmissão Hospitalar até 30 Dias de CRM em Banco de Dados Multicêntrico: Estudo de Coorte Transversal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 9, [citado 2026-10-14], e20230768. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/preditores-de-readmissao-hospitalar-ate-30-dias-de-crm-em-banco-de-dados-multicentrico-estudo-de-coorte-transversal/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Tatar S, İcli A, Arıbaş A, Akilli NB, Akilli H, Sertdemir AL. Parâmetros de Strain Diastólico Estão Associados à Mortalidade em Curto Prazo e à Reinternação em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Avançada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(8):e20230670.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Tatar, Sefa; İcli, Abdullah; Arıbaş, Alpay; Akilli, Nazire Belgin; Akilli, Hakan; Sertdemir, Ahmet Lütfi. Parâmetros de Strain Diastólico Estão Associados à Mortalidade em Curto Prazo e à Reinternação em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Avançada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 8, e20230670, ago. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Tatar, S., İcli, A., Arıbaş, A., Akilli, N. B., Akilli, H., & Sertdemir, A. L. (2024). Parâmetros de Strain Diastólico Estão Associados à Mortalidade em Curto Prazo e à Reinternação em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Avançada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(8), e20230670.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Tatar, Sefa and İcli, Abdullah and Arıbaş, Alpay and Akilli, Nazire Belgin and Akilli, Hakan and Sertdemir, Ahmet Lütfi. Parâmetros de Strain Diastólico Estão Associados à Mortalidade em Curto Prazo e à Reinternação em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Avançada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 8, [citado 2026-10-14], e20230670. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/parametros-de-strain-diastolico-estao-associados-a-mortalidade-em-curto-prazo-e-a-reinternacao-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-avancada/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Ayub-Ferreira SM, Guazzelli DL. Monitoramento da Congestão Sistêmica na Insuficiência Cardíaca: A Avaliação Clínica é Suficiente?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(5):e20240354.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ayub-Ferreira, Silvia Moreira; Guazzelli, Danielle Louvet. Monitoramento da Congestão Sistêmica na Insuficiência Cardíaca: A Avaliação Clínica é Suficiente?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 5, e20240354, ago. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ayub-Ferreira, S. M., & Guazzelli, D. L. (2024). Monitoramento da Congestão Sistêmica na Insuficiência Cardíaca: A Avaliação Clínica é Suficiente?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(5), e20240354.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ayub-Ferreira, Silvia Moreira and Guazzelli, Danielle Louvet. Monitoramento da Congestão Sistêmica na Insuficiência Cardíaca: A Avaliação Clínica é Suficiente?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 5, [citado 2026-10-14], e20240354. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/monitoramento-da-congestao-sistemica-na-insuficiencia-cardiaca-a-avaliacao-clinica-e-suficiente/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Rinaldi PM, Rihl MF, Boniatti MM. Escore VExUS na Alta Hospitalar como Preditor de Readmissão em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Agudamente Descompensada: Estudo de Coorte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(5):e20230745.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rinaldi, Paulo Maciel; Rihl, Marcos Frata; Boniatti, Márcio Manozzo. Escore VExUS na Alta Hospitalar como Preditor de Readmissão em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Agudamente Descompensada: Estudo de Coorte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 5, e20230745, jun. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rinaldi, P. M., Rihl, M. F., & Boniatti, M. M. (2024). Escore VExUS na Alta Hospitalar como Preditor de Readmissão em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Agudamente Descompensada: Estudo de Coorte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(5), e20230745.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rinaldi, Paulo Maciel and Rihl, Marcos Frata and Boniatti, Márcio Manozzo. Escore VExUS na Alta Hospitalar como Preditor de Readmissão em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Agudamente Descompensada: Estudo de Coorte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 5, [citado 2026-10-14], e20230745. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/escore-vexus-na-alta-hospitalar-como-preditor-de-readmissao-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-agudamente-descompensada-estudo-de-coorte/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mansur AJ. Rehospitalizações após Síndromes Coronarianas Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(1):50-1.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mansur, Alfredo J.. Rehospitalizações após Síndromes Coronarianas Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 1, p. 50-51, ago. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mansur, A. J. (2019). Rehospitalizações após Síndromes Coronarianas Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(1), 50-51.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mansur, Alfredo J.. Rehospitalizações após Síndromes Coronarianas Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 50-51. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/rehospitalizacoes-apos-sindromes-coronarianas-agudas/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Warpechowski Neto S, Ley LLG, Almeida ED, Saffi MAL, Dutra LZ, Ley ALG, Sant’Anna RT, et al. Consultas Não Programadas em Emergência após Implante de Dispositivos Cardíacos: Comparativo entre Cardiodesfibriladores e Ressincronizadores em Seguimento Inferior a 1 Ano. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(5):491-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Warpechowski Neto, Stefan; Ley, Laura Lessa Gaudie; Almeida, Eduardo Dytz; Saffi, Marco Aurélio Lumertz; Dutra, Luiza Zwan; Ley, Antonio Lessa Gaudie; Sant’Anna, Roberto Tofani; Lima, Gustavo Glotz de; Kalil, Renato Abdala Karam; Leiria, Tiago Luiz Luz. Consultas Não Programadas em Emergência após Implante de Dispositivos Cardíacos: Comparativo entre Cardiodesfibriladores e Ressincronizadores em Seguimento Inferior a 1 Ano. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 5, p. 491-498, fev. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Warpechowski Neto, S., Ley, L. L. G., Almeida, E. D., Saffi, M. A. L., Dutra, L. Z., Ley, A. L. G., Sant’Anna, R. T., Lima, G. G. , Kalil, R. A. K., & Leiria, T. L. L. (2019). Consultas Não Programadas em Emergência após Implante de Dispositivos Cardíacos: Comparativo entre Cardiodesfibriladores e Ressincronizadores em Seguimento Inferior a 1 Ano. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(5), 491-498.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Warpechowski Neto, Stefan and Ley, Laura Lessa Gaudie and Almeida, Eduardo Dytz and Saffi, Marco Aurélio Lumertz and Dutra, Luiza Zwan and Ley, Antonio Lessa Gaudie and Sant’Anna, Roberto Tofani and Lima, Gustavo Glotz de and Kalil, Renato Abdala Karam and Leiria, Tiago Luiz Luz. Consultas Não Programadas em Emergência após Implante de Dispositivos Cardíacos: Comparativo entre Cardiodesfibriladores e Ressincronizadores em Seguimento Inferior a 1 Ano. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 491-498. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/consultas-nao-programadas-em-emergencia-apos-implante-de-dispositivos-cardiacos-comparativo-entre-cardiodesfibriladores-e-ressincronizadores-em-seguimento-inferior-a-1-ano/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Salim A, Benouna MEG, Habbal R, Mourid ME. Síndrome Cardiorrenal Tipo 2: Um Forte Fator Prognóstico da Sobrevida. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(5):425-32.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Salim, Arous; Benouna, Mohamed El Ghali; Habbal, Rachida; Mourid, Monia El. Síndrome Cardiorrenal Tipo 2: Um Forte Fator Prognóstico da Sobrevida. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 5, p. 425-432, dez. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Salim, A., Benouna, M. E. G., Habbal, R., & Mourid, M. E. (2017). Síndrome Cardiorrenal Tipo 2: Um Forte Fator Prognóstico da Sobrevida. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5), 425-432.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Salim, Arous and Benouna, Mohamed El Ghali and Habbal, Rachida and Mourid, Monia El. Síndrome Cardiorrenal Tipo 2: Um Forte Fator Prognóstico da Sobrevida. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 425-432. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sindrome-cardiorrenal-tipo-2-um-forte-fator-prognostico-da-sobrevida/>. ISSN 2359-4802

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Santos MR, Sayegh ALC, Groehs RVR, Fonseca G, Trombetta IC, Barretto ACP, Arap MA, et al. Deficiência de Testosterona Aumenta Readmissão Hospitalar e Mortalidade em Pacientes do Sexo Masculino com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(3):256-64.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Santos, Marcelo Rodrigues dos; Sayegh, Ana Luiza Carrari; Groehs, Raphaela Vilar Ramalho; Fonseca, Guilherme; Trombetta, Ivani Credidio; Barretto, Antônio Carlos Pereira; Arap, Marco Antônio; Negrão, Carlos Eduardo; Middlekauff, Holly R.; Alves, Maria-Janieire de Nazaré Nunes. Deficiência de Testosterona Aumenta Readmissão Hospitalar e Mortalidade em Pacientes do Sexo Masculino com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 3, p. 256-264, jul. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos, M. R. , Sayegh, A. L. C., Groehs, R. V. R., Fonseca, G., Trombetta, I. C., Barretto, A. C. P., Arap, M. A., Negrão, C. E., Middlekauff, H. R., & Alves, M. N. N. (2015). Deficiência de Testosterona Aumenta Readmissão Hospitalar e Mortalidade em Pacientes do Sexo Masculino com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(3), 256-264.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Santos, Marcelo Rodrigues dos and Sayegh, Ana Luiza Carrari and Groehs, Raphaela Vilar Ramalho and Fonseca, Guilherme and Trombetta, Ivani Credidio and Barretto, Antônio Carlos Pereira and Arap, Marco Antônio and Negrão, Carlos Eduardo and Middlekauff, Holly R. and Alves, Maria-Janieire de Nazaré Nunes. Deficiência de Testosterona Aumenta Readmissão Hospitalar e Mortalidade em Pacientes do Sexo Masculino com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 256-264. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/deficiencia-de-testosterona-aumenta-readmissao-hospitalar-e-mortalidade-em-pacientes-do-sexo-masculino-com-insuficiencia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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