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  2. Palavra-chave: Probabilidade
ABC
Editorial

Comparação dos Escores HEART, TIMI e GRACE para Predição de Eventos Cardiovasculares Adversos Maiores na Era de Troponina I de Alta Sensibilidade

Gabriel Porto Soares

As doenças do aparelho circulatório predominam como primeira causa de óbitos no mundo; entre as doenças cardiovasculares, as doenças isquêmicas do coração são o primeiro grupo de causas. A doença cardíaca isquêmica (DIC) é a principal causa global de morte, correspondendo a mais de 9 milhões de mortes em 2016, de acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS). A mortalidade por DIC nos países ocidentais diminuiu drasticamente ao longo das últimas décadas, com maior foco na prevenção primária e melhor diagnóstico e tratamento de DIC. No entanto, os países em desenvolvimento apresentam novos desafios para a saúde pública – tal cenário se reproduz na América Latina. No presente estudo, realizado na Colômbia, a taxa de mortalidade por DIC era de 150 óbitos por 100 mil habitantes no ano de 2015, representando a principal causa de óbitos naquele país.

Desenvolver escores capazes de prever morte diante das doenças responsáveis pela maior parcela dos óbitos no mundo sempre permeou os objetivos dos cardiologistas. A pergunta “Qual a probabilidade deste paciente com quadro agudo de DIC morrer?” é feita, conscientemente ou não, todas as vezes diante da possibilidade diagnóstica de infarto agudo do miocárdio (IAM) com ou sem elevação do segmento ST ou de um quadro de angina instável.

[…]

  • Estudos de Casos e Controle
  • Fatores de risco
  • Pontuação de Propensão
  • Probabilidade
  • Síndrome Coronariana Aguda
  • Troponina/efeitos adverso
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01/06/2020 DOI: 10.36660/abc.20200314
ABC
Editorial

O Escore ProACS é Apenas Mais Um Escore de Estratificação de Risco ou Está Pronto Para Sua Implementação Na Prática Clínica?

Ana Teresa Timóteo

Desde a primeira publicação do Escore de Risco Framingham no final dos anos 50, derivado de dados obtidos em um estudo observacional para investigar fatores de risco cardiovascular, vários outros escores de risco foram criados em todo o mundo e têm se tornado cada vez mais populares, particularmente nos últimos 10 a 20 anos, em medicina cardiovascular. O objetivo de um escore de risco é individualizar o risco para um certo paciente através do uso de equações funcionais baseadas em múltiplos fatores de risco. Pacientes de alto risco devem ser submetidos a intervenções específicas para melhorar o desfecho.

Apesar deste enorme aumento no desenvolvimento de escores de risco, a maioria não foi implementada na prática clínica. De fato, muitos modelos mostraram baixo desempenho preditivo (conforme avaliado por sua calibração e discriminação) e alguns são mal relatados ou foram desenvolvidos utilizando métodos inadequados. Por essa razão, diretrizes internacionais foram criadas para o adequado desenvolvimento e relato de modelos preditivos. Para que esse objetivo seja alcançado, ele deve incluir uma seleção adequada da coorte de desenvolvimento, metodologia adequada para seleção de variáveis e uma validação adequada, tanto interna quanto externa. De fato, a validação externa é particularmente importante, porque testa o desempenho de um modelo preditivo em uma coorte diferente de pacientes independentes, onde eles geralmente têm um desempenho menos satisfatório. Também pode permitir a comparação com outros instrumentos de estratificação de risco. Este passo é essencial para uma implementação segura na prática clínica.

[…]

  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • Pontuação de Progressão
  • Probabilidade
  • Prognóstico
  • Síndrome Coronariana Aguda
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08/08/2019 DOI: 10.5935/abc.20190122 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Proposta de um Escore Inflamatório de Citocinas e Adipocinas Plasmáticas Associado à Hipertensão Resistente, mas Dependente dos Parâmetros de Obesidade

Ana Paula de Faria et al. Alessandra Mileni Versuti Ritter Carolina Souza Gasparetti Nathália Batista Corrêa … Veridiana Brunelli Aurélio Almeida Nayara Fraccari Pires Rodrigo Modolo Heitor Moreno Junior

Resumo

Fundamento:

Evidências indicam que a inflamação sistêmica subclínica está presente na hipertensão arterial resistente (HAR).

Objetivo:

Desenvolver uma medida que integra citocinas envolvidas na fisiopatologia da HAR.

Métodos:

Indivíduos com HAR (n = 112) e indivíduos com hipertensão leve a moderada (HT) (n = 112) foram estudados em delineamento transversal. Valores de citocinas/adipocinas plasmáticas [TNF-alfa, interleucinas (IL)-6, -8, -10, leptina e adiponectina] foram divididos em tercis, e lhes atribuído um escore variando de 1 (tercil mais baixo) a 3 (tercil mais alto). O escore inflamatório (EI) de cada participante foi calculado como a soma do escore de cada citocina pró-inflamatória da qual subtraiu-se o escore de cada citocina anti-inflamatória (adiponectina e IL-10). O nível de significância aceito foi alfa = 0,05.

Resultados:

O EI foi mais alto nos indivíduos com HAR em comparação a indivíduos com HT [4 (2-6) vs. 3 (2-5); p = 0,02, respectivamente]. O EI correlacionou-se positivamente com parâmetros de gordura corporal, tais como índice de massa corporal (r = 0,40; p < 0,001), circunferência da cintura (r = 0,30; p < 0,001) e massa gorda avaliada por bioimpedância (r = 0,31; p < 0,001) em todos os indivíduos hipertensos. Análises de regressão logística mostraram que o EI foi um preditor independente de HAR (OR = 1,20; p = 0,02), independentemente de idade, sexo e raça; porém, o modelo perdeu significância estatística após ajuste para os parâmetros de gordura corporal.

Conclusão:

Um estado de inflamação subclínica definida pelo EI incluindo TNF-alfa, IL-6, IL-8, IL-10, leptina e adiponectina está associado com indivíduos obesos com HAR. Além disso, o escore correlaciona-se com parâmetros de obesidade, independentemente do grau de hipertensão. O EI pode ser usado na avaliação de condições que envolvem inflamação subclínica, tal como HAR relacionada à obesidade. O estudo também destaca a forte relação entre obesidade e inflamação.

  • Citocinas
  • Fatores de risco
  • Hipertensão/fisiopatologia
  • Inflamação
  • Obesidade
  • Probabilidade
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28/02/2019 DOI: 10.5935/abc.20190032 Visualizações 1
Figura 1
IJCS
Original Article

Escore de Adesão para Usuários de Anticoagulantes Orais

Sérgio Henrique Simonetti et al. Ana Cristina Mancussi e Faro Estela Regina Ferraz Bianchi

Resumo

Fundamento:

O escore é um instrumento eficaz na avaliação da adesão de usuários de anticoagulante oral e na manutenção do RNI (razão normalizada internacional) na faixa terapêutica segundo recomendações americanas e europeias.

Objetivo:

Construir um escore de adesão aos usuários de Anticoagulante Oral para a manutenção na faixa terapêutica.

Métodos:

Estudo analítico, observacional, transversal e abordagem quantitativa, realizado em hospital público especializado em cardiologia. Foram avaliados 607 pacientes que atenderam aos critérios de inclusão. Consideram-se as variáveis que apresentaram nível de significância menor que 5% na análise exploratória ou que foram apreciadas de relevância clínica e submetidas a um modelo de regressão logística múltipla. A acurácia preditiva do modelo foi determinada pelo C statistic.

Resultados:

As variáveis com nível de significância menor que 5% na análise multivariada: escolaridade, renda familiar, uso inadequado, interação medicamentosa, procedimentos invasivos, interações alimentar, atividade física, condições clínicas, outros fatores e complicações próprias do uso do anticoagulante oral. Foram identificadas variáveis prognósticas: renda familiar, uso inadequado, procedimento invasivo, interação medicamentosa, hábitos alimentares, condições clínicas, outros fatores (estresse, emagrecimento, perda de peso). O C Statistic para o Escore de Adesão foi de 0,94.

Conclusão:

O escore de adesão Simonetti mostrou-se de aplicabilidade fácil e exequível, com alto valor preditivo mediante os fatores intervenientes, facilitando a melhoria da adesão e manutenção do RNI na faixa ideal. (Int J Cardiovasc Sci. 2018; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Adesão à Medicação
  • Anticoagulantes/terapia
  • Doenças Cardiovasculares
  • Educação em Saúde
  • Probabilidade
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11/06/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180028 Visualizações 1
ABC
Letter to the Editor

Associação entre o Escore SYNTAX e a Circulação Coronária Colateral

Levent Cerit

Prezado editor,

Li com grande interesse o artigo intitulado “Quais lesões coronárias são mais propensas a causar infarto agudo do miocárdio?” por Sen et al., recentemente publicado no jornal. Os pesquisadores relataram que mais de 70% dos pacientes com infarto agudo do miocárdio (IAM) tiveram circulação colateral coronária (CCC) com escores de Rentrop de 1-3 durante a angiografia coronária primária. Isso mostra que a maioria dos casos de IAM em nosso estudo originou-se de estenoses de alto grau subjacentes, desafiando a crença comum. Níveis mais elevados de triglicerídeos no soro, maior volume médio de plaquetas e aumento da contagem de glóbulos brancos e neutrófilos foram associados de forma independente ao desenvolvimento reduzido de vasos colaterais.

[…]

  • Angiografia Coronária
  • Circulação Coronária / fisiopatologia
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Infarto Do Miocárdio
  • Probabilidade
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01/11/2017 DOI: 10.5935/abc.20170156 Visualizações 1
Figura 1
IJCS
Original Article

Comparação de Escores Anatômicos e Clínicos na Predição de Desfechos em Intervenções Coronarianas Percutâneas Primárias

Fernando Pivatto Júnior et al. Gustavo Neves de Araújo Felipe Homem Valle Luiz Carlos Corsetti Bergoli … Guilherme Pinheiro Machado Bruno Führ Elvis Pellin Cassol Ana Maria Rocha Krepsky Rodrigo Vugman Wainstein Marco Vugman Wainstein

Resumo

Fundamento:

Diferentes escores baseados em variáveis anatômicas e/ou clínicas têm sido desenvolvidos para estratificação de risco em pacientes submetidos à intervenção coronariana percutânea (ICP). Estudos comparando a capacidade desses modelos na predição de eventos cardíacos e cerebrovasculares adversos maiores (ECCAM) em pacientes submetidos à ICP primária são escassos.

Objetivo:

O objetivo desse estudo foi o de comparar os escores SYNTAX (SS), Clinical SYNTAX (CSS), ACEF e ACEF modificado (ACEFMod) na predição de ECCAM em pacientes com infarto agudo do miocárdico com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST) submetidos à ICP primária.

Métodos:

Foram analisados 311 pacientes consecutivos com IAMCSST submetidos a ICP primária entre abril/2011 e dezembro/2015. As áreas sob a curva característica de operação do receptor (ROC) foram calculadas para avaliar a habilidade desses escores em predizer ECCAM. O nível de significância adotado em todos os testes foi de 5%.

Resultados:

Os pacientes apresentaram idade média de 60,2 ± 12,0 anos, 35,4% eram do sexo feminino e 22,5% eram diabéticos. A ocorrência de ECCAM foi observada em 23,8% dos participantes. A área sob a curva ROC foi 0,586 (p = 0,028) para ACEF, 0,616 (p = 0,003) para SS, 0,623 (p = 0,002) para ACEFMod e 0,658 (p < 0,001) para CSS. Na análise multivariada, apenas SS (p = 0,011) e CSS (p = 0,002) foram preditores independentes de ECCAM.

Conclusões:

SS e CSS elevados foram preditores independentes de ECCAM. Em nossa coorte de pacientes com IAMCSST submetidos à ICP primária, o SS calculado à cineangiocoronariografia inicial mostrou-se uma ferramenta útil para predizer ECCAM. (Int J Cardiovasc Sci. 2017; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Doença da Artéria Coronariana
  • Infarto Do Miocárdio
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Probabilidade
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23/10/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170087 Visualizações 2
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Review Article

Performance dos Testes Diagnósticos na Probabilidade Intermediária de Doença Coronariana: Uma Análise para Auxílio à Tomada de Decisão

Clarissa Antunes Thiers et al. João Luis Barbosa Bernardo Rangel Tura Edilson Fernandes Arruda Basilio de Bragança Pereira

Resumo

Pacientes com probabilidade intermediária de doença coronariana são um desafio diagnóstico e é justamente nessa população onde o grau de incerteza é maior que os testes diagnósticos têm sua maior aplicabilidade. Entretanto, de acordo com a definição vigente, submeter uma população com probabilidade de doença entre 10 e 90% pode gerar exames desnecessários e resultados equivocados. Conhecer as características de cada teste, assim como riscos e benefícios do tratamento medicamentoso para doença coronariana e conjugar essas informações através dos limiares de diagnóstico trazem uma nova perspectiva à tomada de decisão. Objetivos: Revisar a origem dos conceitos atualmente preconizados de probabilidade intermediária e determinar os limiares de diagnóstico e tratamento dos testes não invasivos e, com base neles, propor um novo conceito de probabilidade intermediária de doença coronariana. Através da revisão bibliográfica foram extraídas metanálises nas quais dados de sensibilidade, especificidade, razão de verossimilhança positiva e negativa, riscos e benefícios dos testes e tratamento foram fornecidos. Utilizando-se algoritmo desenvolvido por Pauker e colaboradores foi possível obter os limiares de diagnóstico e tratamento ajustados para cada exame em questão. O conceito de probabilidade intermediária de doença coronariana é bastante amplo, variando, conforme os autores, entre 10 e 90%, 1 e 92%, 15 e 85%, com racionalidade distinta. Contemplando-se o poder discriminatório de cada exame, riscos dos testes, riscos e benefícios do tratamento, os limiares de diagnóstico e tratamento foram definidos para teste ergométrico (22-58%), eco-stress (10-72), cintilografia miocárdica (12-80%), ressonância nuclear magnética (16-80%) e angiotomografia de coronárias (6,7-81%). A decisão quanto à submissão aos testes diagnósticos deve ser individualizada, levando-se em consideração os limiares de diagnóstico e tratamento de cada método em questão.

  • da Artéria Coronariana
  • diagnóstico
  • Metanálise
  • Probabilidade
  • Tomada de Decisão Clínica
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21/09/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170071 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Syntax Escore e Eventos Cardíacos Adversos Maiores em Pacientes com Suspeita de Doença Arterial Coronariana: Resultados de um Estudo de Coorte em Hospital Universitário no Sul do Brasil

Felipe C. Fuchs et al. Jorge P. Ribeiro Flávio D. Fuchs Marco V. Wainstein … Luis C. Bergoli Rodrigo V. Wainstein Vanessa Zen Alessandra C. Kerkhoff Leila B. Moreira Sandra C. Fuchs

Resumo

Fundamento:

A importância da anatomia coronariana na predição de eventos cardiovasculares é bem conhecida. O uso de escores anatômicos tradicionais na cineangiocoronariografia de rotina, entretanto, não foi incorporado à prática clínica. O SYNTAX escore (SXescore) é um sistema de escore que estima a extensão anatômica da doença arterial coronariana (DAC). Sua capacidade para predizer desfechos com base na cineangiocoronariografia diagnóstica de base ainda não foi testada.

Objetivo:

Avaliar o desempenho do SXescore para predizer eventos cardíacos adversos maiores (MACE) em pacientes encaminhados para cineangiocoronariografia diagnóstica.

Métodos:

Coorte prospectiva de 895 pacientes com suspeita de DAC encaminhados para cineangiocoronariografia diagnóstica eletiva de 2008 a 2011, em hospital universitário no Brasil. Os pacientes tiveram seus SXescores calculados e foram estratificados em três categorias: ‘sem DAC significativa’ (n = 495); SXescoreBAIXO-INTERMEDIÁRIO: < 23 (n = 346); e SXescoreALTO: ≥ 23 (n = 54). O desfecho primário foi composto de morte cardíaca, infarto do miocárdio e revascularização tardia. Os desfechos secundários foram MACE e morte por todas as causas.

Resultados:

Em média, os pacientes foram acompanhados por 1,8 ± 1,4 anos. Desfecho primário ocorreu em 2,2%, 15,3% e 20,4% nos grupos ‘sem DAC significativa’, SXescoreBAIXO-INTERMEDIÁRIO e SXescoreALTO, respectivamente (p < 0,001). Morte por todas as causas foi significativamente mais frequente no grupo de SXescoreALTO comparado ao grupo ‘sem DAC significativa’, 16,7% e 3,8% (p < 0,001), respectivamente. Após ajuste para fatores de confusão, todos os desfechos permaneceram associados com o SXescore.

Conclusão:

O SXescore prediz independentemente MACE em pacientes submetidos a cineangiocoronariografia diagnóstica. Seu uso rotineiro nesse contexto poderia identificar pacientes de pior prognóstico.

  • Cineangiografia
  • Doença da Artéria Coronariana / epidemiologia
  • Estudos de Coortes
  • Probabilidade
  • Syntax Escore
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08/08/2016 DOI: 10.5935/abc.20160111 Visualizações 1
Figure 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Age, Creatinine and Ejection Fraction Score no Brasil: Comparação com o InsCor e o EuroSCORE

Omar Asdrúbal Vilca Mejía et al. Bruna La Regina Matrangolo David Provenzale Titinger Leandro Batisti de Faria … Luís Roberto Palma Dallan Filomena Regina Barbosa Galas Luiz Augusto Ferreira Lisboa Luís Alberto Oliveira Dallan Fabio Biscegli Jatene

Resumo

Fundamento:

Escores de risco para cirurgia cardíaca não podem continuar sendo neglicenciados.

Objetivo:

Avaliar o desempenho do Age, Creatinine and Ejection Fraction Score (ACEF Score) na predição de mortalidade dos pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica e/ou valvar eletiva, e compará-lo a outros escores.

Métodos:

Estudo de coorte prospectivo no banco de um centro terciário brasileiro. Foram avaliados 2.565 pacientes operados de maneira eletiva entre maio de 2007 e julho de 2009. Para uma análise mais detalhada, o desempenho do ACEF Score foi comparado ao do InsCor e ao do EuroSCORE por meio de testes de correlação, calibração e discriminação.

Resultados:

Os pacientes foram estratificados em leve, moderado e grave para todos os modelos. A calibração foi inadequada para o ACEF Score (p = 0,046) e adequada para o InsCor (p = 0,460) e o EuroSCORE (p = 0,750). Na discriminação, a área abaixo da curva ROC apresentou-se questionável para o ACEF Score (0,625) e apropriada para o InsCor (0,744) e o EuroSCORE (0,763).

Conclusão:

Embora simples e prático, o ACEF Score, ao contrário do InsCor e do EuroSCORE, não se mostrou acurado para predizer mortalidade nos pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica e/ou valvar eletiva em centro terciário brasileiro. (Arq Bras Cardiol. 2015; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Doenças das Valvas Cardíacas / cirurgia
  • Estudos de Coortes
  • Probabilidade
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardíacos / mortalidade
  • Revascularização Miocárdica
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25/08/2015 DOI: 10.5935/abc.20150101
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Desempenho de Escores de Risco Cirúrgico para Prever Mortalidade após Implante Transcateter de Valva Aórtica

Leonardo Sinnott Silva et al. Paulo Ricardo Avancini Caramori Antonio Carlos Bacelar Nunes Filho Marcelo Katz … João Carlos Vieira da Costa Guaragna Pedro Lemos Valter Lima Alexandre Abizaid Flavio Tarasoutchi Fabio S. de Brito Jr

Resumo

Fundamento:

Ainda é desafiador prever a mortalidade de pacientes que se submetem ao TAVI (sigla do inglês Transcatheter Aortic Valve Implantation).

Objetivos:

Avaliar o desempenho de cinco escores de risco para cirurgia cardíaca em prever mortalidade em 30 dias de pacientes inscritos no Registro Brasileiro de TAVI.

Métodos:

O Registro Multicêntrico Brasileiro inscreveu prospectivamente 418 pacientes submetidos ao TAVI em 18 centros entre 2008 e 2013. Os seguintes escores cirúrgicos foram usados para calcular o risco de mortalidade no período de 30 dias: EuroSCORE I (ESI) logístico, EuroSCORE II (ESII), STS Score (STS), Ambler Score (AS) e Guaragna Score (GS). O desempenho dos escores de risco foram avaliados através de sua calibração (teste Hosmer-Lemeshow) e discriminação [área sob a curva (AUC) do inglês receiver-operating characteristic curve)].

Resultados:

A idade média foi de 81,5 ± 7,7 anos. A prótese aórtica CoreValve (Medtronic) foi usada em 86,1% da coorte e a abordagem transfemural usada em 96,2%. A mortalidade observada no período de 30 dias foi de 9,1%. A mortalidade no período de 30 dias prevista pelos escores foi: ESI, 20,2 ± 13,8%; ESII, 6,5 ± 13,8%; STS, 14,7 ± 4,4%; AS, 7,0 ± 3,8%; GS, 17,3 ± 10,8%. Nenhum dos escores testados com a AUC foi capaz de prever a mortalidade no período de 30 dias de forma precisa. As AUC para os escores foram: 0,58 [95% de intervalo de confiança (IC): 0,49 a 0,68, p = 0,09] para ESI; 0,54 (IC de 95%: 0,44 a 0,64, p = 0,42) para ESII; 0,57 (IC de 95%: 0,47 a 0,67, p = 0,16) para AS; 0,48 (IC de 95%: 0,38 a 0,57, p = 0,68) para STS e 0,52 (IC de 95%: 0,42 a 0,62, p = 0,64) para GS. O teste Hosmer-Lemeshow indicou uma calibração aceitável para todos os escores (p > 0,05).

Conclusões:

Neste registro brasileiro de mundo real, os escores de risco cirúrgico foram imprecisos para prever a mortalidade após o TAVI. São necessários modelos de risco desenvolvidos especificamente para o TAVI.

  • Estenose da valva aórtica / cirurgia
  • Fatores de risco
  • Probabilidade
  • Substituição da Valva Aórtica Transcateter
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31/07/2015 DOI: 10.5935/abc.20150084 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Proteína C-Reativa Incrementa o Valor Prognóstico do Escore GRACE em Síndromes Coronarianas Agudas?

Luis Cláudio Lemos Correia et al. Isis Vasconcelos Guilherme Garcia Felipe Kalil … Felipe Ferreira André Silva Ruan Oliveira Manuela Carvalhal Caio Freitas Márcia Maria Noya-Rabelo

Fundamento:

O valor prognóstico incremental da dosagem plasmática de Proteína C-reativa (PCR) em relação ao Escore GRACE não está estabelecido em pacientes com síndromes coronarianas agudas sem supradesnivelamento do segmento ST (SCA).

Objetivo:

Testar a hipótese de que a medida de PCR na admissão incrementa o valor prognóstico do escore GRACE em pacientes com SCA.

Métodos:

Foram estudados 290 indivíduos, internados consecutivamente por SCA, os quais tiveram material plasmático colhido na admissão para dosagem de PCR por método de alta sensibilidade (nefelometria). Desfechos cardiovasculares durante hospitalização foram definidos pela combinação de óbito, infarto não fatal ou angina refratária não fatal.

Resultados:

A incidência de eventos cardiovasculares durante hospitalização foi 15% (18 óbitos, 11 infartos, 13 anginas), tendo a PCR apresentado estatística-C de 0,60 (95% IC = 0,51 – 0,70; p = 0,034) na predição desses desfechos. Após ajuste para o Escore GRACE, PCR elevada (definida pelo melhor ponto de corte) apresentou tendência a associação com eventos hospitalares (OR = 1,89; 95% IC = 0,92 – 3,88; p = 0,08). No entanto, a adição da variável PCR elevada no modelo GRACE não promoveu incremento significativo na estatística-C, a qual variou de 0,705 para 0,718 (p = 0,46). Da mesma forma, não houve reclassificação de risco significativa com a adição da PCR no modelo preditor (reclassificação líquida = 5,7%; p = 0,15).

Conclusão

Embora PCR possua associação com desfechos hospitalares, esse marcador inflamatório não incrementa o valor prognóstico do Escore GRACE.

  • Probabilidade
  • Prognóstico
  • Proteína C Reativa
  • Síndrome Coronariana Aguda
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09/05/2014 DOI: 10.5935/abc.20140056 Visualizações 1
Figura 1
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Artigo Original

Hábitos Alimentares, Atividade Física e Escore de Risco Global de Framingham na Síndrome Metabólica

Thays Soliman Soares et al. Carla Haas Piovesan Andréia da Silva Gustavo Fabrício Edler Macagnan … Luiz Carlos Bodanese Ana Maria Pandolfo Feoli

Fundamento:

A síndrome metabólica é um transtorno complexo representado por um conjunto de fatores de risco cardiovascular. A adoção de um estilo de vida saudável está fortemente relacionada à melhora da Qualidade de Vida e interfere de forma positiva no controle dos fatores de risco presentes nessa condição clínica.

Objetivo:

Avaliar o efeito de um programa de modificação do estilo de vida sobre o Escore de Risco Cardiovascular Global de Framingham em indivíduos com síndrome metabólica.

Método:

Trata-se de uma subanálise de um ensaio clínico randomizado, controlado, cegado, com duração de três meses. Os participantes foram randomizados em quatro grupos: intervenção nutricional + placebo (INP), intervenção nutricional + suplementação de ácidos graxos ômega 3 (3 g/dia de óleo de peixe) (INS3), intervenção nutricional + atividade física + placebo (INEP) e intervenção nutricional + atividade física + suplementação de ácidos graxos ômega 3 (INES3). O Escore de Risco Cardiovascular Global de Framingham de cada indivíduo foi calculado antes e após a intervenção.

Resultados:

Participaram do estudo 70 indivíduos. Observou-se uma redução da média do escore após a intervenção de forma geral (p < 0,001). Obteve-se uma redução para risco intermediário em 25,7% dos indivíduos. Após a intervenção, observou-se redução significativa (p < 0,01) da "idade vascular", sendo esta mais expressiva nos grupos INP (5,2%) e INEP (5,3%).

Conclusão:

Todas as intervenções propostas produziram efeito benéfico para a redução do escore de risco cardiovascular. O presente estudo reforça a importância da modificação do estilo de vida na prevenção e no tratamento das doenças cardiovasculares.

  • Doenças Cardiovasculares
  • Estilo de Vida
  • Exercício
  • Fatores de risco
  • hábitos alimentares
  • Probabilidade
  • Síndrome X Metabólica
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17/02/2014 DOI: 10.5935/abc.20140029
ABC
Artigo Original

Escore Prognóstico para Síndrome Coronariana Aguda em Hospital Terciário Privado

Edson Renato Romano et al. Ieda Maria Liguori Jorge Alcantara Farran Rosa Maria Pimentel do Egito … Marcelo Luz Pereira Romano Vinícius Avellar Werneck Marco Antonio Oliveira Barbosa Enilton Sergio Tabosa do Egito Alexandre Biasi Cavalcanti Leopoldo Soares Piegas

Fundamento:

Os modelos prognósticos disponíveis para Síndrome Coronariana Aguda (SCA) podem ter limitações de performance, por terem sido elaborados há vários anos, ou problemas de aplicabilidade.

Objetivos:

Elaborar escores para predição de eventos desfavoráveis em 30 dias e 6 meses, em pacientes com SCA, com ou sem Supradesnivelamento de ST (SST), atendida em hospital privado terciário.

Métodos:

Coorte prospectiva de pacientes consecutivos com SCA admitidos entre agosto/2009 a junho/2012. O desfecho primário composto foi a ocorrência de óbito, infarto ou reinfarto, Acidente Vascular Cerebral (AVC), parada cardiorrespiratória e sangramento maior. As variáveis preditoras foram selecionadas de dados clínicos, laboratoriais, eletrocardiográficos e da terapêutica. O modelo final foi obtido por meio de regressão logística e submetido a validação interna, utilizando-se bootstraping.

Resultados:

Incluímos 760 pacientes, 132 com SCA com SST e 628 sem SST. A idade média foi 63,2 ± 11,7 anos, sendo 583 homens (76,7%). O modelo final para eventos em 30 dias contém cinco preditores: idade ≥ 70 anos, antecedente de neoplasia, Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo (FEVE) 12,4 ng/mL e trombólise. Na validação interna, o modelo mostrou ter boa performance com área sob a curva de 0,71.Os preditores do modelo para 6 meses são: antecedente de neoplasia, FEVE 14,3 ng/mL, creatinina > 1,2 mg/dL, antecedente de doença pulmonar obstrutiva crônica e hemoglobina < 13,5 g/dL. Na validação interna, o modelo apresentou boa performance com área sob a curva de 0,69.

Conclusões:

Desenvolvemos escores de fácil utilização e boa performance para predição de eventos adversos em 30 dias e 6 meses em pacientes com SCA.

  • Fatores de risco
  • Hospitais Privados
  • Probabilidade
  • Prognóstico
  • Síndrome Coronariana Aguda
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10/02/2014 DOI: 10.5935/abc.20140012 Visualizações 1
O escore de risco de sangramento como preditor de mortalidade em pacientes com síndromes coronarianas agudas
ABC
Artigo Original

O escore de risco de sangramento como preditor de mortalidade em pacientes com síndromes coronarianas agudas

José Carlos Nicolau et al. Humberto Graner Moreira Luciano Moreira Baracioli Carlos Vicente Serrano Jr … Felipe Galego Lima Marcelo Franken Roberto Rocha Giraldez Fernando Ganem Roberto Kalil Filho José Antônio Franchini Ramires Roxana Mehran

FUNDAMENTO: A ocorrência de sangramento aumenta a mortalidade intra-hospitalar em pacientes com síndromes coronarianas agudas (SCAs), e há uma boa correlação entre os escores de risco de sangramento e a incidência de eventos hemorrágicos. No entanto, o papel dos escores de risco de sangramento como fatores preditivos de mortalidade é pouco estudado. OBJETIVO: Analisar o papel do escore de risco de sangramento como fator preditivo de mortalidade intra-hospitalar numa coorte de pacientes com SCA tratados num centro terciário de cardiologia. MÉTODOS: Dos 1.655 pacientes com SCA (547 com SCA com supra de ST e 1.118 com SCA sem supra de ST), calculou-se o escore de risco de sangramento ACUITY/HORIZONS prospectivamente em 249 pacientes e retrospectivamente nos demais 1.416. Informações sobre mortalidade e complicações hemorrágicas também foram obtidas. RESULTADOS: A idade média da população estudada foi 64,3 ± 12,6 anos e o escore de risco de sangramento médio foi 18 ± 7,7. A correlação entre sangramento e mortalidade foi altamente significativa (p < 0,001; OR = 5,29), assim como a correlação entre escore de sangramento e hemorragia intra-hospitalar (p < 0,001; OR = 1,058), e entre escore de sangramento e mortalidade intra-hospitalar (OR ajustado = 1,121, p < 0,001, área sob a curva ROC 0,753; p < 0,001). O OR ajustado e a área sob a curva ROC para a população com SCA com supra de ST foram 1,046 (p = 0,046) e 0,686 ± 0,040 (p < 0,001), respectivamente, e para SCA sem supra de ST foram 1,150 (p < 0,001) e 0,769 ± 0,036 (p < 0,001), respectivamente. CONCLUSÃO: O escore de risco de sangramento é um fator preditivo muito útil e altamente confiável para mortalidade intra-hospitalar em uma grande variedade de pacientes com SCAs, especialmente aqueles com angina instável ou infarto agudo do miocárdio sem supra de ST.

  • Hemorragia
  • Probabilidade
  • Síndrome Coronariana Aguda
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12/11/2013 DOI: 10.5935/abc.20130223 Visualizações 1
Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST
ABC
Artigo Original

Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST

Elizabete Silva dos Santos et al. Luiz Minuzzo Roberta de Souza Ari Timerman

FUNDAMENTO: Em Síndrome Coronariana Aguda (SCA) sem Supradesnivelamento do segmento ST (SST) é importante estimar a probabilidade de eventos adversos. Para esse fim, as diretrizes recomendam modelos de estratificação de risco. O escore de risco Dante Pazzanese (escore DANTE) é um modelo simples de estratificação de risco, composto das variáveis: aumento da idade (0 a 9 pontos); antecedente de diabete melito (2 pontos) ou acidente vascular encefálico (4 pontos); não uso de inibidor da enzima conversora da angiotensina (1 ponto); elevação da creatinina (0 a 10 pontos); combinação de elevação da troponina e depressão do segmento ST (0 a 4 pontos). OBJETIVO: Validar o escore DANTE em pacientes com SCA sem SST. MÉTODOS: Estudo prospectivo, observacional, com inclusão de 457 pacientes, de setembro de 2009 a outubro de 2010. Os pacientes foram agrupados em: muito baixo, baixo, intermediário e alto risco de acordo com a pontuação do modelo original. A habilidade preditiva do escore foi avaliada pela estatística-C. RESULTADOS: Foram 291 (63,7%) homens e a média da idade 62,1 anos (11,04). Dezessete pacientes (3,7%) apresentaram o evento de morte ou (re)infarto em 30 dias. Ocorreu aumento progressivo na proporção do evento, com aumento da pontuação: muito baixo risco = 0,0%; baixo risco = 3,9%; risco intermediário = 10,9%; alto risco = 60,0%; p < 0,0001. A estatística-C foi de 0,87 (IC 95% 0,81-0,94; p < 0,0001). CONCLUSÃO: O escore DANTE apresentou excelente habilidade preditiva para ocorrência dos eventos específicos e pode ser incorporado na avaliação prognóstica de pacientes com SCA sem SST.

  • Estudos de Validação
  • Pontuação de Propensão
  • Probabilidade
  • Risco
  • Síndrome Coronariana Aguda
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14/08/2013 DOI: 10.5935/abc.20130163 Visualizações 1
ABC
Ponto de Vista

A inclusão do escore de risco na tomada de decisão em cardiopatia valvar

Ricardo Casalino et al. Max Grinberg

Fatos clínicos e dados numéricos sustentam interpretações sobre qualidade de vida e sobrevida no portador de cardiopatia valvar. Tais dados são úteis na tomada de decisão sobre interrupção da história natural e substituição por uma história pós-correção hemodinâmica. Competência e expertise interdisciplinar são exigidas para maximizar o resultado necessário e possível. Contudo, o ideal das recomendações para a obtenção do mais alto grau de satisfação terapêutica pelo portador de cardiopatia valvar sofre a influência de um conjunto de variáveis, parte ligadas a especificações do paciente, parte decorrentes de limitações dos métodos. O racional do escore de risco validado para marcadores múltiplos é o acréscimo de acurácia quantitativa à avaliação clínica prognóstica baseada na heterogeneidade da experiência individual e na intuição. Nesse contexto, o uso dos escores de riscos com função de predizer mortalidade pós-operatória são ferramentas úteis, de fácil aplicabilidade e que nos oferece dados objetivos sobre a situação do paciente. Das ferramentas disponíveis (EuroSCORE, STS score e Ambler Score) e utilizadas de forma assistencial, nenhuma apresenta validação em nossa população.

  • Doenças das Valvas Cardíacas
  • Escore
  • Pontuação de Propensão
  • Probabilidade
  • Risco
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08/08/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012000600018
Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar
ABC
Artigo Original

Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar

João Carlos Vieira da Costa Guaragna et al. Luiz Carlos Bodanese Fabiana Lucas Bueno Marco Antonio Goldani

FUNDAMENTO: Estabelecer escore de risco para cirurgias cardíacas permite avaliar risco pré-operatório, informar o paciente e definir cuidados durante a intervenção. OBJETIVO: Pesquisar fatores de risco pré-operatórios para óbito em cirurgia cardíaca valvar e construir um modelo de risco simples (escore) para mortalidade hospitalar para os pacientes candidatos à cirurgia no Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (HSL-PUCRS). MÉTODOS: A amostra do estudo inclui 1.086 pacientes adultos que realizaram cirurgia cardíaca valvar entre Janeiro de 1996 a Dezembro de 2007 no HSL-PUCRS. Regressão logística foi usada para identificar fatores de risco e mortalidade hospitalar. O modelo foi desenvolvido em 699 pacientes e seu desempenho foi testado nos dados restantes (n = 387). O modelo final foi criado com a análise da amostra total (n = 1.086). RESULTADOS: A mortalidade global foi 11,8%: 8,8% casos eletivos e 63,8% cirurgia de emergência. Na análise multivariada, 9 variáveis permaneceram preditores independentes para o desfecho: idade avançada, prioridade cirúrgica, sexo feminino, fração de ejeção 2,5 mg/dl ou diálise). A área sob a curva ROC foi 0,83 (IC: 95%, 0,78 – 0,86). O modelo de risco mostrou boa habilidade para mortalidade observada/prevista: teste Hosmer-Lemeshow foi x² = 5,61; p = 0,691 e r = 0,98 (coeficiente de Pearson). CONCLUSÃO: As variáveis preditoras de mortalidade hospitalar permitiram construir um escore de risco simplificado para a prática diária, que classifica o paciente de baixo, médio, elevado, muito elevado e extremamente elevado risco pré-operatório.

  • Cirurgia Torácica
  • cuidados pré-operatórios
  • Probabilidade
  • Risco
  • Valvas Cardíacas
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23/04/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000026 Visualizações 1

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Soares GP. Comparação dos Escores HEART, TIMI e GRACE para Predição de Eventos Cardiovasculares Adversos Maiores na Era de Troponina I de Alta Sensibilidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(5):803-4.

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Soares, Gabriel Porto. Comparação dos Escores HEART, TIMI e GRACE para Predição de Eventos Cardiovasculares Adversos Maiores na Era de Troponina I de Alta Sensibilidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 5, p. 803-804, maio. 2020.

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Soares, G. P. (2020). Comparação dos Escores HEART, TIMI e GRACE para Predição de Eventos Cardiovasculares Adversos Maiores na Era de Troponina I de Alta Sensibilidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(5), 803-804.

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Soares, Gabriel Porto. Comparação dos Escores HEART, TIMI e GRACE para Predição de Eventos Cardiovasculares Adversos Maiores na Era de Troponina I de Alta Sensibilidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 803-804. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comparacao-dos-escores-heart-timi-e-grace-para-predicao-de-eventos-cardiovasculares-adversos-maiores-na-era-de-troponina-i-de-alta-sensibilidade/>. ISSN 0066-782X

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Timóteo AT. O Escore ProACS é Apenas Mais Um Escore de Estratificação de Risco ou Está Pronto Para Sua Implementação Na Prática Clínica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(1):31-2.

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Timóteo, Ana Teresa. O Escore ProACS é Apenas Mais Um Escore de Estratificação de Risco ou Está Pronto Para Sua Implementação Na Prática Clínica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 1, p. 31-32, ago. 2019.

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Timóteo, A. T. (2019). O Escore ProACS é Apenas Mais Um Escore de Estratificação de Risco ou Está Pronto Para Sua Implementação Na Prática Clínica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(1), 31-32.

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Timóteo, Ana Teresa. O Escore ProACS é Apenas Mais Um Escore de Estratificação de Risco ou Está Pronto Para Sua Implementação Na Prática Clínica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 31-32. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-escore-proacs-e-apenas-mais-um-escore-de-estratificacao-de-risco-ou-esta-pronto-para-sua-implementacao-na-pratica-clinica/>. ISSN 0066-782X

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Faria AP, Ritter AMV, Gasparetti CS, Corrêa NB, Brunelli V, Almeida A, Pires NF, et al. Proposta de um Escore Inflamatório de Citocinas e Adipocinas Plasmáticas Associado à Hipertensão Resistente, mas Dependente dos Parâmetros de Obesidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(4):383-9.

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Faria, Ana Paula de; Ritter, Alessandra Mileni Versuti; Gasparetti, Carolina Souza; Corrêa, Nathália Batista; Brunelli, Veridiana; Almeida, Aurélio; Pires, Nayara Fraccari; Modolo, Rodrigo; Moreno Junior, Heitor. Proposta de um Escore Inflamatório de Citocinas e Adipocinas Plasmáticas Associado à Hipertensão Resistente, mas Dependente dos Parâmetros de Obesidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 4, p. 383-389, fev. 2019.

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Faria, A. P. , Ritter, A. M. V., Gasparetti, C. S., Corrêa, N. B., Brunelli, V., Almeida, A., Pires, N. F., Modolo, R., & Moreno Junior, H. (2019). Proposta de um Escore Inflamatório de Citocinas e Adipocinas Plasmáticas Associado à Hipertensão Resistente, mas Dependente dos Parâmetros de Obesidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(4), 383-389.

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Faria, Ana Paula de and Ritter, Alessandra Mileni Versuti and Gasparetti, Carolina Souza and Corrêa, Nathália Batista and Brunelli, Veridiana and Almeida, Aurélio and Pires, Nayara Fraccari and Modolo, Rodrigo and Moreno Junior, Heitor. Proposta de um Escore Inflamatório de Citocinas e Adipocinas Plasmáticas Associado à Hipertensão Resistente, mas Dependente dos Parâmetros de Obesidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 383-389. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/proposta-de-um-escore-inflamatorio-de-citocinas-e-adipocinas-plasmaticas-associado-a-hipertensao-resistente-mas-dependente-dos-parametros-de-obesidade/>. ISSN 0066-782X

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Simonetti SH, Faro ACM, Bianchi ERF. Escore de Adesão para Usuários de Anticoagulantes Orais. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(4):383-92.

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Simonetti, Sérgio Henrique; Faro, Ana Cristina Mancussi e; Bianchi, Estela Regina Ferraz. Escore de Adesão para Usuários de Anticoagulantes Orais. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 4, p. 383-392, jun. 2018.

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Simonetti, S. H., Faro, A. C. M. , & Bianchi, E. R. F. (2018). Escore de Adesão para Usuários de Anticoagulantes Orais. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(4), 383-392.

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Simonetti, Sérgio Henrique and Faro, Ana Cristina Mancussi e and Bianchi, Estela Regina Ferraz. Escore de Adesão para Usuários de Anticoagulantes Orais. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 383-392. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/escore-de-adesao-para-usuarios-de-anticoagulantes-orais/>. ISSN 2359-4802

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Cerit L. Associação entre o Escore SYNTAX e a Circulação Coronária Colateral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(5):497-8.

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Cerit, Levent. Associação entre o Escore SYNTAX e a Circulação Coronária Colateral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 5, p. 497-498, out. 2017.

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Cerit, L. (2017). Associação entre o Escore SYNTAX e a Circulação Coronária Colateral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(5), 497-498.

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Cerit, Levent. Associação entre o Escore SYNTAX e a Circulação Coronária Colateral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 497-498. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-o-escore-syntax-e-a-circulacao-coronaria-colateral/>. ISSN 0066-782X

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Pivatto Júnior F, Araújo GN, Valle FH, Bergoli LCC, Machado GP, Führ B, Cassol EP, et al. Comparação de Escores Anatômicos e Clínicos na Predição de Desfechos em Intervenções Coronarianas Percutâneas Primárias. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;31(1):26-32.

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Pivatto Júnior, Fernando; Araújo, Gustavo Neves de; Valle, Felipe Homem; Bergoli, Luiz Carlos Corsetti; Machado, Guilherme Pinheiro; Führ, Bruno; Cassol, Elvis Pellin; Krepsky, Ana Maria Rocha; Wainstein, Rodrigo Vugman; Wainstein, Marco Vugman. Comparação de Escores Anatômicos e Clínicos na Predição de Desfechos em Intervenções Coronarianas Percutâneas Primárias. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 1, p. 26-32, out. 2017.

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Pivatto Júnior, F., Araújo, G. N. , Valle, F. H., Bergoli, L. C. C., Machado, G. P., Führ, B., Cassol, E. P., Krepsky, A. M. R., Wainstein, R. V., & Wainstein, M. V. (2017). Comparação de Escores Anatômicos e Clínicos na Predição de Desfechos em Intervenções Coronarianas Percutâneas Primárias. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(1), 26-32.

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Pivatto Júnior, Fernando and Araújo, Gustavo Neves de and Valle, Felipe Homem and Bergoli, Luiz Carlos Corsetti and Machado, Guilherme Pinheiro and Führ, Bruno and Cassol, Elvis Pellin and Krepsky, Ana Maria Rocha and Wainstein, Rodrigo Vugman and Wainstein, Marco Vugman. Comparação de Escores Anatômicos e Clínicos na Predição de Desfechos em Intervenções Coronarianas Percutâneas Primárias. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 31, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 26-32. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comparacao-de-escores-anatomicos-e-clinicos-na-predicao-de-desfechos-em-intervencoes-coronarianas-percutaneas-primarias/>. ISSN 2359-4802

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Thiers CA, Barbosa JL, Tura BR, Arruda EF, Pereira BB. Performance dos Testes Diagnósticos na Probabilidade Intermediária de Doença Coronariana: Uma Análise para Auxílio à Tomada de Decisão. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(6):526-32.

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Thiers, Clarissa Antunes; Barbosa, João Luis; Tura, Bernardo Rangel; Arruda, Edilson Fernandes; Pereira, Basilio de Bragança. Performance dos Testes Diagnósticos na Probabilidade Intermediária de Doença Coronariana: Uma Análise para Auxílio à Tomada de Decisão. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 6, p. 526-532, set. 2017.

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Thiers, C. A., Barbosa, J. L., Tura, B. R., Arruda, E. F., & Pereira, B. B. (2017). Performance dos Testes Diagnósticos na Probabilidade Intermediária de Doença Coronariana: Uma Análise para Auxílio à Tomada de Decisão. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(6), 526-532.

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Thiers, Clarissa Antunes and Barbosa, João Luis and Tura, Bernardo Rangel and Arruda, Edilson Fernandes and Pereira, Basilio de Bragança. Performance dos Testes Diagnósticos na Probabilidade Intermediária de Doença Coronariana: Uma Análise para Auxílio à Tomada de Decisão. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 526-532. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/performance-dos-testes-diagnosticos-na-probabilidade-intermediaria-de-doenca-coronariana-uma-analise-para-auxilio-a-tomada-de-decisao/>. ISSN 2359-4802

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Fuchs FC, Ribeiro JP, Fuchs FD, Wainstein MV, Bergoli LC, Wainstein RV, Zen V, et al. Syntax Escore e Eventos Cardíacos Adversos Maiores em Pacientes com Suspeita de Doença Arterial Coronariana: Resultados de um Estudo de Coorte em Hospital Universitário no Sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(3):207-15.

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Fuchs, Felipe C.; Ribeiro, Jorge P.; Fuchs, Flávio D.; Wainstein, Marco V.; Bergoli, Luis C.; Wainstein, Rodrigo V.; Zen, Vanessa; Kerkhoff, Alessandra C.; Moreira, Leila B.; Fuchs, Sandra C.. Syntax Escore e Eventos Cardíacos Adversos Maiores em Pacientes com Suspeita de Doença Arterial Coronariana: Resultados de um Estudo de Coorte em Hospital Universitário no Sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 3, p. 207-215, ago. 2016.

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Fuchs, F. C., Ribeiro, J. P., Fuchs, F. D., Wainstein, M. V., Bergoli, L. C., Wainstein, R. V., Zen, V., Kerkhoff, A. C., Moreira, L. B., & Fuchs, S. C. (2016). Syntax Escore e Eventos Cardíacos Adversos Maiores em Pacientes com Suspeita de Doença Arterial Coronariana: Resultados de um Estudo de Coorte em Hospital Universitário no Sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(3), 207-215.

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Fuchs, Felipe C. and Ribeiro, Jorge P. and Fuchs, Flávio D. and Wainstein, Marco V. and Bergoli, Luis C. and Wainstein, Rodrigo V. and Zen, Vanessa and Kerkhoff, Alessandra C. and Moreira, Leila B. and Fuchs, Sandra C.. Syntax Escore e Eventos Cardíacos Adversos Maiores em Pacientes com Suspeita de Doença Arterial Coronariana: Resultados de um Estudo de Coorte em Hospital Universitário no Sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 207-215. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/syntax-escore-e-eventos-cardiacos-adversos-maiores-em-pacientes-com-suspeita-de-doenca-arterial-coronariana-resultados-de-um-estudo-de-coorte-em-hospital-universitario-no-sul-do-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Mejía OAV, Matrangolo BLR, Titinger DP, Faria LB, Dallan LRP, Galas FRB, Lisboa LAF, et al. Age, Creatinine and Ejection Fraction Score no Brasil: Comparação com o InsCor e o EuroSCORE. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(5):450-6.

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Mejía, Omar Asdrúbal Vilca; Matrangolo, Bruna La Regina; Titinger, David Provenzale; Faria, Leandro Batisti de; Dallan, Luís Roberto Palma; Galas, Filomena Regina Barbosa; Lisboa, Luiz Augusto Ferreira; Dallan, Luís Alberto Oliveira; Jatene, Fabio Biscegli. Age, Creatinine and Ejection Fraction Score no Brasil: Comparação com o InsCor e o EuroSCORE. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 5, p. 450-456, ago. 2015.

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Mejía, O. A. V., Matrangolo, B. L. R., Titinger, D. P., Faria, L. B. , Dallan, L. R. P., Galas, F. R. B., Lisboa, L. A. F., Dallan, L. A. O., & Jatene, F. B. (2015). Age, Creatinine and Ejection Fraction Score no Brasil: Comparação com o InsCor e o EuroSCORE. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(5), 450-456.

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Mejía, Omar Asdrúbal Vilca and Matrangolo, Bruna La Regina and Titinger, David Provenzale and Faria, Leandro Batisti de and Dallan, Luís Roberto Palma and Galas, Filomena Regina Barbosa and Lisboa, Luiz Augusto Ferreira and Dallan, Luís Alberto Oliveira and Jatene, Fabio Biscegli. Age, Creatinine and Ejection Fraction Score no Brasil: Comparação com o InsCor e o EuroSCORE. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 450-456. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/age-creatinine-and-ejection-fraction-score-no-brasil-comparacao-com-o-inscor-e-o-euroscore/>. ISSN 0066-782X

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Silva LS, Caramori PRA, Nunes Filho ACB, Katz M, Guaragna JCVC, Lemos P, Lima V, et al. Desempenho de Escores de Risco Cirúrgico para Prever Mortalidade após Implante Transcateter de Valva Aórtica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(3):241-7.

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Silva, Leonardo Sinnott; Caramori, Paulo Ricardo Avancini; Nunes Filho, Antonio Carlos Bacelar; Katz, Marcelo; Guaragna, João Carlos Vieira da Costa; Lemos, Pedro; Lima, Valter; Abizaid, Alexandre; Tarasoutchi, Flavio; Brito Jr, Fabio S. de. Desempenho de Escores de Risco Cirúrgico para Prever Mortalidade após Implante Transcateter de Valva Aórtica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 3, p. 241-247, jul. 2015.

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Silva, L. S., Caramori, P. R. A., Nunes Filho, A. C. B., Katz, M., Guaragna, J. C. V. C., Lemos, P., Lima, V., Abizaid, A., Tarasoutchi, F., & Brito Jr, F. S. (2015). Desempenho de Escores de Risco Cirúrgico para Prever Mortalidade após Implante Transcateter de Valva Aórtica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(3), 241-247.

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Silva, Leonardo Sinnott and Caramori, Paulo Ricardo Avancini and Nunes Filho, Antonio Carlos Bacelar and Katz, Marcelo and Guaragna, João Carlos Vieira da Costa and Lemos, Pedro and Lima, Valter and Abizaid, Alexandre and Tarasoutchi, Flavio and Brito Jr, Fabio S. de. Desempenho de Escores de Risco Cirúrgico para Prever Mortalidade após Implante Transcateter de Valva Aórtica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 241-247. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/desempenho-de-escores-de-risco-cirurgico-para-prever-mortalidade-apos-implante-transcateter-de-valva-aortica/>. ISSN 0066-782X

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Correia LCL, Vasconcelos I, Garcia G, Kalil F, Ferreira F, Silva A, Oliveira R, et al. Proteína C-Reativa Incrementa o Valor Prognóstico do Escore GRACE em Síndromes Coronarianas Agudas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;102(5):449-55.

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Correia, Luis Cláudio Lemos; Vasconcelos, Isis; Garcia, Guilherme; Kalil, Felipe; Ferreira, Felipe; Silva, André; Oliveira, Ruan; Carvalhal, Manuela; Freitas, Caio; Noya-Rabelo, Márcia Maria. Proteína C-Reativa Incrementa o Valor Prognóstico do Escore GRACE em Síndromes Coronarianas Agudas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 5, p. 449-455, maio. 2014.

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Correia, L. C. L., Vasconcelos, I., Garcia, G., Kalil, F., Ferreira, F., Silva, A., Oliveira, R., Carvalhal, M., Freitas, C., & Noya-Rabelo, M. M. (2014). Proteína C-Reativa Incrementa o Valor Prognóstico do Escore GRACE em Síndromes Coronarianas Agudas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(5), 449-455.

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Correia, Luis Cláudio Lemos and Vasconcelos, Isis and Garcia, Guilherme and Kalil, Felipe and Ferreira, Felipe and Silva, André and Oliveira, Ruan and Carvalhal, Manuela and Freitas, Caio and Noya-Rabelo, Márcia Maria. Proteína C-Reativa Incrementa o Valor Prognóstico do Escore GRACE em Síndromes Coronarianas Agudas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 449-455. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/proteina-c-reativa-incrementa-o-valor-prognostico-do-escore-grace-em-sindromes-coronarianas-agudas/>. ISSN 0066-782X

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Soares TS, Piovesan CH, Gustavo AS, Macagnan FE, Bodanese LC, Feoli AMP. Hábitos Alimentares, Atividade Física e Escore de Risco Global de Framingham na Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;102(4):374-82.

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Soares, Thays Soliman; Piovesan, Carla Haas; Gustavo, Andréia da Silva; Macagnan, Fabrício Edler; Bodanese, Luiz Carlos; Feoli, Ana Maria Pandolfo. Hábitos Alimentares, Atividade Física e Escore de Risco Global de Framingham na Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 4, p. 374-382, fev. 2014.

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Soares, T. S., Piovesan, C. H., Gustavo, A. S., Macagnan, F. E., Bodanese, L. C., & Feoli, A. M. P. (2014). Hábitos Alimentares, Atividade Física e Escore de Risco Global de Framingham na Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(4), 374-382.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Soares, Thays Soliman and Piovesan, Carla Haas and Gustavo, Andréia da Silva and Macagnan, Fabrício Edler and Bodanese, Luiz Carlos and Feoli, Ana Maria Pandolfo. Hábitos Alimentares, Atividade Física e Escore de Risco Global de Framingham na Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 374-382. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/habitos-alimentares-atividade-fisica-e-escore-de-risco-global-de-framingham-na-sindrome-metabolica/>. ISSN 0066-782X

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Romano ER, Liguori IM, Farran JA, Egito RMP, Romano MLP, Werneck VA, Barbosa MAO, et al. Escore Prognóstico para Síndrome Coronariana Aguda em Hospital Terciário Privado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;102(3):226-3.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Romano, Edson Renato; Liguori, Ieda Maria; Farran, Jorge Alcantara; Egito, Rosa Maria Pimentel do; Romano, Marcelo Luz Pereira; Werneck, Vinícius Avellar; Barbosa, Marco Antonio Oliveira; Egito, Enilton Sergio Tabosa do; Cavalcanti, Alexandre Biasi; Piegas, Leopoldo Soares. Escore Prognóstico para Síndrome Coronariana Aguda em Hospital Terciário Privado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 3, p. 226-236, fev. 2014.

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Romano, E. R., Liguori, I. M., Farran, J. A., Egito, R. M. P. , Romano, M. L. P., Werneck, V. A., Barbosa, M. A. O., Egito, E. S. T. , Cavalcanti, A. B., & Piegas, L. S. (2014). Escore Prognóstico para Síndrome Coronariana Aguda em Hospital Terciário Privado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(3), 226-236.

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Romano, Edson Renato and Liguori, Ieda Maria and Farran, Jorge Alcantara and Egito, Rosa Maria Pimentel do and Romano, Marcelo Luz Pereira and Werneck, Vinícius Avellar and Barbosa, Marco Antonio Oliveira and Egito, Enilton Sergio Tabosa do and Cavalcanti, Alexandre Biasi and Piegas, Leopoldo Soares. Escore Prognóstico para Síndrome Coronariana Aguda em Hospital Terciário Privado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 226-236. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/escore-prognostico-para-sindrome-coronariana-aguda-em-hospital-terciario-privado/>. ISSN 0066-782X

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Nicolau JC, Moreira HG, Baracioli LM, Serrano Jr CV, Lima FG, Franken M, Giraldez RR, et al. O escore de risco de sangramento como preditor de mortalidade em pacientes com síndromes coronarianas agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(6):511-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Nicolau, José Carlos; Moreira, Humberto Graner; Baracioli, Luciano Moreira; Serrano Jr, Carlos Vicente; Lima, Felipe Galego; Franken, Marcelo; Giraldez, Roberto Rocha; Ganem, Fernando; Kalil Filho, Roberto; Ramires, José Antônio Franchini; Mehran, Roxana. O escore de risco de sangramento como preditor de mortalidade em pacientes com síndromes coronarianas agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 6, p. 511-518, nov. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Nicolau, J. C., Moreira, H. G., Baracioli, L. M., Serrano Jr, C. V., Lima, F. G., Franken, M., Giraldez, R. R., Ganem, F., Kalil Filho, R., Ramires, J. A. F., & Mehran, R. (2013). O escore de risco de sangramento como preditor de mortalidade em pacientes com síndromes coronarianas agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(6), 511-518.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Nicolau, José Carlos and Moreira, Humberto Graner and Baracioli, Luciano Moreira and Serrano Jr, Carlos Vicente and Lima, Felipe Galego and Franken, Marcelo and Giraldez, Roberto Rocha and Ganem, Fernando and Kalil Filho, Roberto and Ramires, José Antônio Franchini and Mehran, Roxana. O escore de risco de sangramento como preditor de mortalidade em pacientes com síndromes coronarianas agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 511-518. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-escore-de-risco-de-sangramento-como-preditor-de-mortalidade-em-pacientes-com-sindromes-coronarianas-agudas/>. ISSN 0066-782X

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Santos ES, Minuzzo L, Souza R, Timerman A. Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(3):197-204.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Santos, Elizabete Silva dos; Minuzzo, Luiz; Souza, Roberta de; Timerman, Ari. Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 3, p. 197-204, ago. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos, E. S. , Minuzzo, L., Souza, R. , & Timerman, A. (2013). Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(3), 197-204.

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Santos, Elizabete Silva dos and Minuzzo, Luiz and Souza, Roberta de and Timerman, Ari. Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 197-204. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/validacao-prospectiva-do-escore-de-risco-dante-pazzanese-em-sindrome-coronariana-aguda-sem-supradesnivelamento-do-segmento-st/>. ISSN 0066-782X

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Casalino R, Grinberg M. A inclusão do escore de risco na tomada de decisão em cardiopatia valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;98(6):e102-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Casalino, Ricardo; Grinberg, Max. A inclusão do escore de risco na tomada de decisão em cardiopatia valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 98, n. 6, p. e102-e104, ago. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Casalino, R., & Grinberg, M. (2012). A inclusão do escore de risco na tomada de decisão em cardiopatia valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 98(6), e102-e104.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Casalino, Ricardo and Grinberg, Max. A inclusão do escore de risco na tomada de decisão em cardiopatia valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 98, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. e102-e104. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-inclusao-do-escore-de-risco-na-tomada-de-decisao-em-cardiopatia-valvar/>. ISSN 0066-782X

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Guaragna JCVC, Bodanese LC, Bueno FL, Goldani MA. Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(4):541-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Guaragna, João Carlos Vieira da Costa; Bodanese, Luiz Carlos; Bueno, Fabiana Lucas; Goldani, Marco Antonio. Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 4, p. 541-548, abr. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Guaragna, J. C. V. C., Bodanese, L. C., Bueno, F. L., & Goldani, M. A. (2010). Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(4), 541-548.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Guaragna, João Carlos Vieira da Costa and Bodanese, Luiz Carlos and Bueno, Fabiana Lucas and Goldani, Marco Antonio. Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 541-548. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/proposta-de-escore-de-risco-pre-operatorio-para-pacientes-candidatos-a-cirurgia-cardiaca-valvar/>. ISSN 0066-782X

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