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  2. Palavra-chave: Estudos de Validação
Figura 1
ABC
Artigo Original

Validação de um Algoritmo de Inteligência Artificial para a Predição Diagnóstica de Doença Coronariana: Comparação com um Modelo Estatístico Tradicional

Luis Correia et al. Daniel Lopes João Vítor Porto Yasmin F. Lacerda … Vitor C. A. Correia Gabriela O. Bagano Bruna S. B. Pontes Milton Henrique Vitoria de Melo Thomaz E. A. Silva André C Meireles

Resumo

Fundamento:

A análise prognóstica multivariada tem sido realizada tradicionalmente por modelos de regressão. No entanto, muitos algoritmos surgiram, capazes de traduzir uma infinidade de padrões em probabilidades. A acurácia dos modelos de inteligência artificial em comparação à de modelos estatísticos tradicionais não foi estabelecida na área médica.

Objetivo:

Testar a inteligência artificial como um algoritmo preciso na predição de doença coronariana no cenário de dor torácica aguda, e avaliar se seu desempenho é superior a do modelo estatístico tradicional.

Métodos:

Foi analisada uma amostra consecutiva de 962 pacientes admitidos com dor torácica. Dois modelos probabilísticos de doença coronariana foram construídos com os primeiros 2/3 dos pacientes: um algoritmo machine learning e um modelo logístico tradicional. O desempenho dessas duas estratégias preditivas foi avaliado no último terço de pacientes. O modelo final de regressão logística foi construído somente com variáveis significativas a um nível de significância de 5%.

Resultados:

A amostra de treinamento tinha idade média de 59 ± 15 anos, 58% do sexo masculino, e uma prevalência de doença coronariana de 52%. O modelo logístico foi composto de nove preditores independentes. O algoritmo machine learning foi composto por todos os candidatos a preditores. Na amostra teste, a área sob a curva ROC para predição de doença coronariana foi de 0,81 (IC95% = 0,77 – 0,86) para o algoritmo machine learning, similar à obtida no modelo logístico (0,82; IC95% = 0,77 – 0,87), p = 0,68.

Conclusão:

O presente estudo sugere que um modelo machine learning acurado não garante superioridade à um modelo estatístico tradicional

  • Doença da Artéria Coronariana/diagnóstico
  • Estudos de Validação
  • Inteligência Artificial
  • Interpretação Estatística de Dados
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03/12/2021 DOI: 10.36660/abc.20200302 Visualizações 2
ABC
Original Article

Validação da Versão Brasileira em Português do CADE-Q II para Avaliar o Conhecimento de Pacientes com Doença Arterial Coronariana

Rafaella Zulianello dos Santos et al. Gabriela Lima Melo Ghisi Christiani Decker Batista Bonin Gabriela Chaves … Clarissa Machado Haase Raquel Rodrigues Britto Magnus Benetti

Resumo

Fundamento:

O questionário para avaliar o conhecimento de pacientes com doença arterial coronariana (CADE-Q) foi originalmente desenvolvido e validado no Brasil. Mais tarde foi traduzido, adaptado culturalmente e validado para o inglês. Embora ambas as versões possuam boa confiabilidade e validade, com o avanço dos estudos da área observou-se a necessidade de implementar o CADE-Q com outros componentes envolvidos em programas de reabilitação cardíaca (RC), como fatores psicológicos, que não tinham sido abordados na versão anterior e foram adicionados nesta versão. Devido a isso, uma segunda versão foi desenvolvida em inglês, o CADE-Q II.

Objetivo:

Traduzir, adaptar culturalmente e validar psicometricamente para o português o questionário CADE-Q II.

Métodos:

A versão em português foi gerada (após tradução e revisão por um comitê de especialistas em RC) e testada em 307 pacientes em programas de RC. A confiabilidade teste e reteste foi avaliada por meio do coeficiente de correlação intraclasse (CCI) em 49 pacientes, a consistência interna foi avaliada pelo alfa de Cronbach (α), e a validade de critério foi avaliada em relação à escolaridade e renda familiar mensal dos pacientes. O nível de significância adotado para todos os testes foi de 5%.

Resultados:

Após a análise do CCI, quatro itens foram excluídos da versão em português. O questionário foi considerado internamente consistente (α > 0,7). Foram encontradas associações entre os escores totais médios e as variáveis escolaridade (p < 0,001) e renda (p < 0,001). A mediana da pontuação total foi de 53 (14) pontos correspondendo a 65,4% do escore total possível.

Conclusão:

A versão em português do CADE-Q II apresentou confiabilidade, consistência e validade suficientes, apoiando a sua utilização em estudos futuros.

  • Doença arterial coronariana
  • Doenças Cardiovasculares/fisiopatologia
  • Educação de Pacientes como Assunto
  • Estudos de Validação
  • Inquéritos e Questionários
  • Reabilitação Cardíaca
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17/12/2018 DOI: 10.5935/abc.20180244 Visualizações 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Qualidade de Vida na Hipertensão Arterial: Validade de Grupos Conhecidos do MINICHAL

Ana Lúcia Soares Soutello et al. Roberta Cunha Matheus Rodrigues Fernanda Freire Jannuzzi Thaís Moreira São-João … Gabriela Giordano Martinix Wilson Nadruz Jr. Maria-Cecília Bueno Jayme Gallani

Fundamento:

No cuidado ao hipertenso, é importante que o profissional de saúde disponha de ferramentas que possibilitem avaliar o comprometimento da qualidade de vida relacionada à saúde, de acordo com a gravidade da hipertensão e o risco para eventos cardiovasculares. Dentre os instrumentos criados para avaliação da qualidade de vida relacionada à saúde, destaca-se o Mini-Cuestionario de Calidad de Vida en la Hipertensión Arterial (MINICHAL), recentemente adaptado para a cultura brasileira.

Objetivo:

Estimar a validade de grupos conhecidos da versão brasileira do MINICHAL em relação à classificação de risco para eventos cardiovasculares, sintomas, intensidade da dispneia e lesões de órgãos-alvo.

Métodos:

Foram investigados 200 hipertensos em seguimento ambulatorial, cujos dados sociodemográficos, clínicos e de qualidade de vida relacionada à saúde foram obtidos por meio de consulta ao prontuário e da aplicação da versão brasileira do MINICHAL. O teste de Mann-Whitney foi utilizado para comparar qualidade de vida relacionada à saúde em relação aos sintomas e às lesões de órgãos-alvo. Teste de Kruskal-Wallis e ANOVA com transformação nos ranks foram empregados para comparar qualidade de vida relacionada à saúde em relação à classificação de risco para eventos cardiovasculares e intensidade da dispneia, respectivamente.

Resultados:

O MINICHAL discriminou qualidade de vida relacionada à saúde em relação aos sintomas e dano renal (lesões de órgãos-alvo), porém não discriminou qualidade de vida relacionada à saúde em relação à classificação de risco para eventos cardiovasculares.

Conclusão:

A versão brasileira do MINICHAL é um instrumento capaz de discriminar diferenças na qualidade de vida relacionada à saúde em relação aos sintomas de dispneia, precordialgia, palpitação, lipotímia, cefaleia e presença de dano renal.

  • Ensaio Clínico
  • Estudos de Validação
  • Hipertensão
  • Psicometria
  • Qualidade de Vida
  • Questionários
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27/02/2015 DOI: 10.5935/abc.20150009 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Duke Activity Status Index em Doenças Cardiovasculares: Validação de Tradução em Português

Mariana A. Coutinho-Myrrha et al. Rosângela C. Dias Aline A. Fernandes Christiano G. Araújo … Mark A. Hlatky Danielle G. Pereira Raquel R. Britto

Fundamentos:

O Duke Activity Status Index (DASI) avalia a capacidade funcional de pacientes com doença cardiovascular (DCV), mas não há versão validada em português para doenças cardiovasculares.

Objetivos:

Traduzir e adaptar culturalmente o DASI para o idioma português do Brasil, e verificar suas propriedades psicométricas na avaliação da capacidade funcional de pacientes com doenças cardiovasculares.

Métodos:

O DASI foi traduzido para o português, verificado pela retrotradução para o inglês e avaliado por um comitê de especialistas. A versão pré-teste foi avaliada pela primeira vez em 30 indivíduos. As propriedades psicométricas e a correlação com o teste de esforço foram verificadas em um segundo grupo de 67 indivíduos. Uma análise fatorial exploratória foi realizada em todos os 97 pacientes para verificar a validade de construto do DASI.

Resultados:

O coeficiente de correlação intraclasse para a confiabilidade teste-reteste foi de 0,87 e para a confiabilidade entre avaliadores foi de 0,84. O alfa de Cronbach para consistência interna foi de 0,93. A validade concorrente foi verificada por correlações positivas significativas de pontuações do DASI com o VO2 max (r = 0,51, p < 0,001). A análise fatorial mostrou dois fatores que explicaram 54% da variância total, com o fator 1 responsável por 40 % da variância. A aplicação do DASI requer entre um e três minutos e meio por paciente.

Conclusão:

A versão brasileira do DASI parece ser um instrumento válido, confiável, rápido e fácil de administrar para avaliar a capacidade funcional em pacientes com doenças cardiovasculares.

  • Avaliação da capacidade de trabalho
  • Doenças Cardiovasculares
  • Estudos de Validação
  • Guia de Prática Clínica
  • Questionários
  • Teste de Esforço
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17/02/2014 DOI: 10.5935/abc.20140031 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Construção e Validação do Questionário de Conhecimentos para Pacientes com Insuficiência Cardíaca

Christiani Decker Batista Bonin et al. Rafaella Zulianello dos Santos Gabriela Lima de Melo Ghisi Ariany Marques Vieira … Ricardo Amboni Magnus Benetti

Fundamento:

A ausência de instrumentos capazes de mensurar o nível de conhecimento de pacientes com insuficiência cardíaca sobre sua própria síndrome, participantes de programas de reabilitação, demonstra a carência de recomendações específicas a respeito da quantidade ou do conteúdo de informações necessárias.

Objetivo:

Construir e validar um questionário para avaliar o conhecimento sobre sua condição de pacientes portadores de insuficiência cardíaca participantes de programas de reabilitação cardíaca.

Métodos:

O instrumento foi construído com base no questionário de conhecimento para doença coronariana e aplicado em 96 pacientes com insuficiência cardíaca, com média de idade de 60,22 ± 11,6 anos, 64% homens. A reprodutibilidade foi obtida por meio do coeficiente de correlação intraclasse, utilizando-se as situações do método de teste-reteste. A consistência interna foi obtida pelo alfa de Cronbach e a validade do construto, pela análise fatorial exploratória.

Resultados:

A versão final do instrumento apresentou 19 questões dispostas em dez áreas de importância para a educação do paciente. O instrumento proposto apresentou um índice de clareza de 8,94 ± 0,83. O valor do coeficiente de correlação intraclasse foi de 0,856 e do alfa de Cronbach, 0,749. A análise fatorial revelou cinco fatores associados às áreas de conhecimento. Quando os escores finais foram comparados com as características da população, verificou-se que baixa escolaridade e baixa renda estão significativamente associadas a baixos escores de conhecimento.

Conclusão:

O instrumento possui índice de clareza satisfatório e de validade adequado, podendo ser utilizado para avaliar o conhecimento de pacientes com insuficiência cardíaca participantes de programas de reabilitação cardíaca.

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  • Insuficiência cardíaca / reabilitação
  • Questionários
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17/02/2014 DOI: 10.5935/abc.20140032 Visualizações 1
Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST
ABC
Artigo Original

Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST

Elizabete Silva dos Santos et al. Luiz Minuzzo Roberta de Souza Ari Timerman

FUNDAMENTO: Em Síndrome Coronariana Aguda (SCA) sem Supradesnivelamento do segmento ST (SST) é importante estimar a probabilidade de eventos adversos. Para esse fim, as diretrizes recomendam modelos de estratificação de risco. O escore de risco Dante Pazzanese (escore DANTE) é um modelo simples de estratificação de risco, composto das variáveis: aumento da idade (0 a 9 pontos); antecedente de diabete melito (2 pontos) ou acidente vascular encefálico (4 pontos); não uso de inibidor da enzima conversora da angiotensina (1 ponto); elevação da creatinina (0 a 10 pontos); combinação de elevação da troponina e depressão do segmento ST (0 a 4 pontos). OBJETIVO: Validar o escore DANTE em pacientes com SCA sem SST. MÉTODOS: Estudo prospectivo, observacional, com inclusão de 457 pacientes, de setembro de 2009 a outubro de 2010. Os pacientes foram agrupados em: muito baixo, baixo, intermediário e alto risco de acordo com a pontuação do modelo original. A habilidade preditiva do escore foi avaliada pela estatística-C. RESULTADOS: Foram 291 (63,7%) homens e a média da idade 62,1 anos (11,04). Dezessete pacientes (3,7%) apresentaram o evento de morte ou (re)infarto em 30 dias. Ocorreu aumento progressivo na proporção do evento, com aumento da pontuação: muito baixo risco = 0,0%; baixo risco = 3,9%; risco intermediário = 10,9%; alto risco = 60,0%; p < 0,0001. A estatística-C foi de 0,87 (IC 95% 0,81-0,94; p < 0,0001). CONCLUSÃO: O escore DANTE apresentou excelente habilidade preditiva para ocorrência dos eventos específicos e pode ser incorporado na avaliação prognóstica de pacientes com SCA sem SST.

  • Estudos de Validação
  • Pontuação de Propensão
  • Probabilidade
  • Risco
  • Síndrome Coronariana Aguda
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14/08/2013 DOI: 10.5935/abc.20130163 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Validade da hipertensão autorreferida associa-se inversamente com escolaridade em brasileiros

Soraya Sant'Ana de Castro Selem et al. Michele Alessandra Castro Chester Luiz Galvão César Dirce Maria Lobo Marchioni Regina Mara Fisberg

FUNDAMENTO: A hipertensão autorreferida é um dado de interesse para saúde pública e acessível em estudos epidemiológicos, cuja validade deve ser verificada para o adequado emprego dessa informação. OBJETIVO: Verificar a validade da hipertensão autorreferida e os fatores associados em adultos e idosos na cidade de São Paulo, Brasil. MÉTODOS: Foram selecionados participantes do estudo transversal de base populacional Inquérito de Saúde no Município de São Paulo (ISA-Capital 2008) com 20 anos ou mais, de ambos os sexos, que tiveram sua pressão arterial aferida (n = 535). A hipertensão foi definida como Pressão arterial > 140/90 mmHg e/ou uso de medicamentos para hipertensão. Foram calculados sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo, valor preditivo negativo e coeficiente Kappa. A regressão de Poisson foi utilizada para identificar os fatores associados à sensibilidade da hipertensão autorreferida. RESULTADOS: A sensibilidade da hipertensão autorreferida foi 71,1% (IC95%: 64,8-76,9), especificidade 80,5% (IC95%: 75,6-84,8), valor preditivo positivo 73,7% (IC95%: 67,4-79,3), e valor preditivo negativo 78,5% (IC95%: 73,5-82,9). Houve concordância moderada entre hipertensão autorreferida e diagnóstico de hipertensão pela pressão arterial aferida (kappa = 0,52; IC95%: 0,45-0,59). Índice de massa corporal e escolaridade associaram-se independentemente à sensibilidade (índice de massa corporal > 25 kg/m²: RP = 1,42; IC95%: 1,15-1,76; escolaridade > 9 anos: RP=0,71; IC95%: 0,54-0,94). CONCLUSÃO: A hipertensão autorreferida mostrou-se válida em adultos e idosos no município de São Paulo, sendo um indicador apropriado para vigilância da prevalência da hipertensão, na ausência da pressão arterial medida. Sobrepeso associou-se positivamente à validade da hipertensão autorreferida. Outros estudos são necessários para elucidar a relação inversa entre a validade da hipertensão autorreferida e a escolaridade.

  • Brasil
  • Doenças Cardiovasculares
  • Escolaridade
  • Estudos de Validação
  • Hipertensão
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18/12/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000119
Validade de um monitor digital de pulso para mensuração de pressão arterial em comparação com um esfigmomanômetro de mercúrio
ABC
Artigo Original

Validade de um monitor digital de pulso para mensuração de pressão arterial em comparação com um esfigmomanômetro de mercúrio

Ana M. B. Menezes et al. Samuel C. Dumith Ricardo B. Noal Ana Paula Nunes … Fernanda I. Mendonça Cora L. P. Araújo Marta A. Duval Paulo E. Caruso Pedro C. Hallal

FUNDAMENTO: Medidas válidas da pressão arterial, em situações clínicas e na comunidade, são essenciais para a monitoração dessa variável em nível populacional. OBJETIVO: Avaliar a validade de um monitor digital de pulso para mensuração da pressão arterial em adolescentes, em comparação com um esfigmomanômetro de mercúrio. MÉTODOS: Um estudo de validação foi realizado na cidade de Pelotas, região sul do Brasil. A pressão arterial foi medida duas vezes, utilizando-se dois esfigmomanômetros diferentes: um aparelho digital de pulso OMRON e um aparelho de mesa BD de mercúrio. Metade da amostra foi medida primeiro através do manômetro digital e depois pelo de mercúrio, enquanto a outra metade foi avaliada na ordem inversa. A concordância entre as duas medidas foi avaliada através do método de Bland & Altman. RESULTADOS: 120 adolescentes com idade entre 14 e 15 anos foram incluídos no estudo (50% de cada sexo). A pressão sistólica média entre os meninos foi de 113,7 mmHg (DP 14,2) usando o manômetro de mercúrio e 115,5 mmHg (DP 15,2) usando o aparelho digital. Os valores equivalentes para a pressão diastólica foram 61,5 mmHg (DP 9,9) e 69,6 mmHg (10,2), respectivamente. Entre as meninas, a pressão sistólica média foi de 104,7 mmHg (DP 10,1) usando o manômetro de mercúrio e 102,4 mmHg (DP 11.9) usando o aparelho digital. Os valores equivalentes para a pressão diastólica foram 60,0 mmHg (DP 10,4) e 65,7 mmHg (DP 7,7), respectivamente. CONCLUSÕES: O manômetro digital apresentou alta concordância com o manômetro de mercúrio para medir a pressão arterial sistólica. A concordância foi menor para a pressão arterial diastólica. O uso de equações de correção pode ser uma alternativa para estudos utilizando esse monitor digital de pulso em adolescentes.

  • Adolescente
  • determinação da pressão arterial
  • esfigmomanometros
  • Estudos de Validação
  • Monitores de pressão arterial
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28/04/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000300014 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Tradução e validação do Walking Impairment Questionnaire em brasileiros com claudicação intermitente

Raphael Mendes Ritti-Dias et al. Luis Alberto Gobbo Gabriel Grizzo Cucato Nelson Wolosker … Wilson Jacob Filho José Maria Santarém Celso Ricardo Fernandes Carvalho Cláudia Lúcia de Moraes Forjaz Maria de Fátima Nunes Marucci

FUNDAMENTO: O Walking Impairment Questionnaire (WIQ) tem sido utilizado para a obtenção de informações sobre a percepção de locomoção dos indivíduos com claudicação intermitente (CI). Entretanto, esse questionário ainda não foi traduzido para o idioma português, o que limita sua utilização em amostra brasileira. OBJETIVO: Traduzir e verificar a validade e reprodutibilidade do WIQ em brasileiros com CI. MÉTODOS: Participaram deste estudo 42 indivíduos com CI, diagnosticados pelo índice tornozelo-braço < 0,90. Após os procedimentos de tradução e retradução do questionário, realizado por dois tradutores independentes, a validade de constructo do WIQ foi analisada correlacionando os escores do WIQ com os escores do Medical Outcome Study Questionnaire Short Form 36 (SF-36) e com o desempenho em testes de aptidão física (marcha e de força máxima). A reprodutibilidade foi analisada em duas aplicações do WIQ com 7 dias de intervalo. RESULTADOS: Foi encontrada correlação significativa entre os domínios do WIQ, os domínios do SF-36 (capacidade funcional, aspectos físicos, dor e aspectos emocionais) e o desempenho nos testes de aptidão física (marcha e força máxima). Além disso, verificaram-se coeficientes de correlação intraclasse que variaram de 0,72 a 0,81, e não houve diferença entre os escores do WIQ entre as duas aplicações do questionário. CONCLUSÃO: A versão em português do WIQ é válida e reprodutível em brasileiros com CI.

  • Claudicação Intermitente
  • Estudos de Validação
  • limitação da mobilidade
  • Tolerância ao Exercício
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06/04/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000200011 Visualizações 2

Como citar este artigo

EndNote RIS

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Correia L, Lopes D, Porto JV, Lacerda YF, Correia VCA, Bagano GO, Pontes BSB, et al. Validação de um Algoritmo de Inteligência Artificial para a Predição Diagnóstica de Doença Coronariana: Comparação com um Modelo Estatístico Tradicional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(6):1061-70.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Correia, Luis; Lopes, Daniel; Porto, João Vítor; Lacerda, Yasmin F.; Correia, Vitor C. A.; Bagano, Gabriela O.; Pontes, Bruna S. B.; Melo, Milton Henrique Vitoria de; Silva, Thomaz E. A.; Meireles, André C. Validação de um Algoritmo de Inteligência Artificial para a Predição Diagnóstica de Doença Coronariana: Comparação com um Modelo Estatístico Tradicional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 6, p. 1061-1070, dez. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Correia, L., Lopes, D., Porto, J. V., Lacerda, Y. F., Correia, V. C. A., Bagano, G. O., Pontes, B. S. B., Melo, M. H. V. , Silva, T. E. A., & Meireles, A. C. (2021). Validação de um Algoritmo de Inteligência Artificial para a Predição Diagnóstica de Doença Coronariana: Comparação com um Modelo Estatístico Tradicional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(6), 1061-1070.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Correia, Luis and Lopes, Daniel and Porto, João Vítor and Lacerda, Yasmin F. and Correia, Vitor C. A. and Bagano, Gabriela O. and Pontes, Bruna S. B. and Melo, Milton Henrique Vitoria de and Silva, Thomaz E. A. and Meireles, André C. Validação de um Algoritmo de Inteligência Artificial para a Predição Diagnóstica de Doença Coronariana: Comparação com um Modelo Estatístico Tradicional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1061-1070. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/validacao-de-um-algoritmo-de-inteligencia-artificial-para-a-predicao-diagnostica-de-doenca-coronariana-comparacao-com-um-modelo-estatistico-tradicional/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

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Santos RZ, Ghisi GLM, Bonin CDB, Chaves G, Haase CM, Britto RR, Benetti M, et al. Validação da Versão Brasileira em Português do CADE-Q II para Avaliar o Conhecimento de Pacientes com Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;112(1):78-84.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Santos, Rafaella Zulianello dos; Ghisi, Gabriela Lima Melo; Bonin, Christiani Decker Batista; Chaves, Gabriela; Haase, Clarissa Machado; Britto, Raquel Rodrigues; Benetti, Magnus. Validação da Versão Brasileira em Português do CADE-Q II para Avaliar o Conhecimento de Pacientes com Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 1, p. 78-84, dez. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos, R. Z. , Ghisi, G. L. M., Bonin, C. D. B., Chaves, G., Haase, C. M., Britto, R. R., & Benetti, M. (2018). Validação da Versão Brasileira em Português do CADE-Q II para Avaliar o Conhecimento de Pacientes com Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(1), 78-84.

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Santos, Rafaella Zulianello dos and Ghisi, Gabriela Lima Melo and Bonin, Christiani Decker Batista and Chaves, Gabriela and Haase, Clarissa Machado and Britto, Raquel Rodrigues and Benetti, Magnus. Validação da Versão Brasileira em Português do CADE-Q II para Avaliar o Conhecimento de Pacientes com Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 112, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 78-84. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/validacao-da-versao-brasileira-em-portugues-do-cade-q-ii-para-avaliar-o-conhecimento-de-pacientes-com-doenca-arterial-coronariana/>. ISSN 0066-782X

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Soutello ALS, Rodrigues RCM, Jannuzzi FF, São-João TM, Martinix GG, Nadruz Jr. W, Gallani MBJ, et al. Qualidade de Vida na Hipertensão Arterial: Validade de Grupos Conhecidos do MINICHAL. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;104(4):299-307.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Soutello, Ana Lúcia Soares; Rodrigues, Roberta Cunha Matheus; Jannuzzi, Fernanda Freire; São-João, Thaís Moreira; Martinix, Gabriela Giordano; Nadruz Jr., Wilson; Gallani, Maria-Cecília Bueno Jayme. Qualidade de Vida na Hipertensão Arterial: Validade de Grupos Conhecidos do MINICHAL. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 4, p. 299-307, fev. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Soutello, A. L. S., Rodrigues, R. C. M., Jannuzzi, F. F., São-João, T. M., Martinix, G. G., Nadruz Jr., W., & Gallani, M. B. J. (2015). Qualidade de Vida na Hipertensão Arterial: Validade de Grupos Conhecidos do MINICHAL. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(4), 299-307.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Soutello, Ana Lúcia Soares and Rodrigues, Roberta Cunha Matheus and Jannuzzi, Fernanda Freire and São-João, Thaís Moreira and Martinix, Gabriela Giordano and Nadruz Jr., Wilson and Gallani, Maria-Cecília Bueno Jayme. Qualidade de Vida na Hipertensão Arterial: Validade de Grupos Conhecidos do MINICHAL. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 104, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 299-307. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/qualidade-de-vida-na-hipertensao-arterial-validade-de-grupos-conhecidos-do-minichal/>. ISSN 0066-782X

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Coutinho-Myrrha MA, Dias RC, Fernandes AA, Araújo CG, Hlatky MA, Pereira DG, Britto RR, et al. Duke Activity Status Index em Doenças Cardiovasculares: Validação de Tradução em Português. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;102(4):383-90.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Coutinho-Myrrha, Mariana A.; Dias, Rosângela C.; Fernandes, Aline A.; Araújo, Christiano G.; Hlatky, Mark A.; Pereira, Danielle G.; Britto, Raquel R.. Duke Activity Status Index em Doenças Cardiovasculares: Validação de Tradução em Português. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 4, p. 383-390, fev. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Coutinho-Myrrha, M. A., Dias, R. C., Fernandes, A. A., Araújo, C. G., Hlatky, M. A., Pereira, D. G., & Britto, R. R. (2014). Duke Activity Status Index em Doenças Cardiovasculares: Validação de Tradução em Português. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(4), 383-390.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Coutinho-Myrrha, Mariana A. and Dias, Rosângela C. and Fernandes, Aline A. and Araújo, Christiano G. and Hlatky, Mark A. and Pereira, Danielle G. and Britto, Raquel R.. Duke Activity Status Index em Doenças Cardiovasculares: Validação de Tradução em Português. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 383-390. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/duke-activity-status-index-em-doencas-cardiovasculares-validacao-de-traducao-em-portugues/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Bonin CDB, Santos RZ, Ghisi GLM, Vieira AM, Amboni R, Benetti M. Construção e Validação do Questionário de Conhecimentos para Pacientes com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;102(4):364-73.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Bonin, Christiani Decker Batista; Santos, Rafaella Zulianello dos; Ghisi, Gabriela Lima de Melo; Vieira, Ariany Marques; Amboni, Ricardo; Benetti, Magnus. Construção e Validação do Questionário de Conhecimentos para Pacientes com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 4, p. 364-373, fev. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Bonin, C. D. B., Santos, R. Z. , Ghisi, G. L. M., Vieira, A. M., Amboni, R., & Benetti, M. (2014). Construção e Validação do Questionário de Conhecimentos para Pacientes com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(4), 364-373.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Bonin, Christiani Decker Batista and Santos, Rafaella Zulianello dos and Ghisi, Gabriela Lima de Melo and Vieira, Ariany Marques and Amboni, Ricardo and Benetti, Magnus. Construção e Validação do Questionário de Conhecimentos para Pacientes com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 364-373. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/construcao-e-validacao-do-questionario-de-conhecimentos-para-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Santos ES, Minuzzo L, Souza R, Timerman A. Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(3):197-204.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Santos, Elizabete Silva dos; Minuzzo, Luiz; Souza, Roberta de; Timerman, Ari. Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 3, p. 197-204, ago. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos, E. S. , Minuzzo, L., Souza, R. , & Timerman, A. (2013). Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(3), 197-204.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Santos, Elizabete Silva dos and Minuzzo, Luiz and Souza, Roberta de and Timerman, Ari. Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 197-204. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/validacao-prospectiva-do-escore-de-risco-dante-pazzanese-em-sindrome-coronariana-aguda-sem-supradesnivelamento-do-segmento-st/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Selem SSC, Castro MA, César CLG, Marchioni DML, Fisberg RM. Validade da hipertensão autorreferida associa-se inversamente com escolaridade em brasileiros. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;100(1):52-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Selem, Soraya Sant’Ana de Castro; Castro, Michele Alessandra; César, Chester Luiz Galvão; Marchioni, Dirce Maria Lobo; Fisberg, Regina Mara. Validade da hipertensão autorreferida associa-se inversamente com escolaridade em brasileiros. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 1, p. 52-59, dez. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Selem, S. S. C., Castro, M. A., César, C. L. G., Marchioni, D. M. L., & Fisberg, R. M. (2012). Validade da hipertensão autorreferida associa-se inversamente com escolaridade em brasileiros. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 100(1), 52-59.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Selem, Soraya Sant’Ana de Castro and Castro, Michele Alessandra and César, Chester Luiz Galvão and Marchioni, Dirce Maria Lobo and Fisberg, Regina Mara. Validade da hipertensão autorreferida associa-se inversamente com escolaridade em brasileiros. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 100, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 52-59. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/validade-da-hipertensao-autorreferida-associa-se-inversamente-com-escolaridade-em-brasileiros/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Menezes AMB, Dumith SC, Noal RB, Nunes AP, Mendonça FI, Araújo CLP, Duval MA, et al. Validade de um monitor digital de pulso para mensuração de pressão arterial em comparação com um esfigmomanômetro de mercúrio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(3):365-70.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Menezes, Ana M. B.; Dumith, Samuel C.; Noal, Ricardo B.; Nunes, Ana Paula; Mendonça, Fernanda I.; Araújo, Cora L. P.; Duval, Marta A.; Caruso, Paulo E.; Hallal, Pedro C.. Validade de um monitor digital de pulso para mensuração de pressão arterial em comparação com um esfigmomanômetro de mercúrio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 3, p. 365-370, abr. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Menezes, A. M. B., Dumith, S. C., Noal, R. B., Nunes, A. P., Mendonça, F. I., Araújo, C. L. P., Duval, M. A., Caruso, P. E., & Hallal, P. C. (2010). Validade de um monitor digital de pulso para mensuração de pressão arterial em comparação com um esfigmomanômetro de mercúrio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(3), 365-370.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Menezes, Ana M. B. and Dumith, Samuel C. and Noal, Ricardo B. and Nunes, Ana Paula and Mendonça, Fernanda I. and Araújo, Cora L. P. and Duval, Marta A. and Caruso, Paulo E. and Hallal, Pedro C.. Validade de um monitor digital de pulso para mensuração de pressão arterial em comparação com um esfigmomanômetro de mercúrio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 365-370. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/validade-de-um-monitor-digital-de-pulso-para-mensuracao-de-pressao-arterial-em-comparacao-com-um-esfigmomanometro-de-mercurio/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Ritti-Dias RM, Gobbo LA, Cucato GG, Wolosker N, Jacob Filho W, Santarém JM, Carvalho CRF, et al. Tradução e validação do Walking Impairment Questionnaire em brasileiros com claudicação intermitente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(2):143-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ritti-Dias, Raphael Mendes; Gobbo, Luis Alberto; Cucato, Gabriel Grizzo; Wolosker, Nelson; Jacob Filho, Wilson; Santarém, José Maria; Carvalho, Celso Ricardo Fernandes; Forjaz, Cláudia Lúcia de Moraes; Marucci, Maria de Fátima Nunes. Tradução e validação do Walking Impairment Questionnaire em brasileiros com claudicação intermitente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 2, p. 143-149, abr. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ritti-Dias, R. M., Gobbo, L. A., Cucato, G. G., Wolosker, N., Jacob Filho, W., Santarém, J. M., Carvalho, C. R. F., Forjaz, C. L. M., & Marucci, M. F. N. (2009). Tradução e validação do Walking Impairment Questionnaire em brasileiros com claudicação intermitente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(2), 143-149.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ritti-Dias, Raphael Mendes and Gobbo, Luis Alberto and Cucato, Gabriel Grizzo and Wolosker, Nelson and Jacob Filho, Wilson and Santarém, José Maria and Carvalho, Celso Ricardo Fernandes and Forjaz, Cláudia Lúcia de Moraes and Marucci, Maria de Fátima Nunes. Tradução e validação do Walking Impairment Questionnaire em brasileiros com claudicação intermitente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 143-149. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/traducao-e-validacao-do-walking-impairment-questionnaire-em-brasileiros-com-claudicacao-intermitente/>. ISSN 0066-782X

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