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  1. Início
  2. Palavra-chave: Miocardiopatia Chagásica
ABC
Editorial

Ecocardiograma Transtorácico pode Substituir Radiografia de Tórax na Avaliação de Cardiomegalia na Miocardiopatia Chagásica?

Tiago Senra

A miocardiopatia chagásica (MC), descrita originalmente em 1909 por Carlos Chagas, segue nos dias atuais associada a elevada morbimortalidade e impacto socioeconômico, especialmente nos países da America Latina.

Nesse sentido, a busca por marcadores epidemiológicos, clínicos, laboratoriais, eletrocardiográficos e de imagem associados ao prognóstico cumpre papel importante na estratificação de risco desses pacientes.

[…]

  • Aspectos Socioeconômicos
  • Cardiomegalia
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Epidemiologia
  • Insuficiência Cardíaca
  • Miocardiopatia Chagásica
  • Morbimortalidade
  • Radiografia Torácica/métodos
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03/02/2021 DOI: 10.36660/abc.20200625 Visualizações 2
ABC
Editorial

A Forma Indeterminada da Doença de Chagas

Victor Sarli Issa

A presença de áreas de fibrose difusa no tecido miocárdico é uma característica marcante da cardiopatia da doença de Chagas. Os mecanismos propostos para o surgimento dessas áreas de fibrose são variados e incluem dano direto do Trypanosoma cruzi ao tecido cardíaco, isquemia tecidual por alterações da microcirculação e trombose microvascular mediada por processos inflamatórios e imunológicos. A fibrose miocárdica não somente revela aspectos importantes da fisiopatologia da doença, mas também possui significado clínico, já que sua progressão pode levar a lesões no sistema de condução, contribuir para a gênese de arritmias e para a disfunção ventricular sistólica e diastólica, bem como favorecer o surgimento de fenômenos tromboembólicos a partir de áreas de hipocinesia ou acinesia.

Nesta edição dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, são apresentados resultados de estudo realizado conjuntamente em três diferentes centros de Salvador, Bahia, a respeito do significado clínico do achado de fibrose em pacientes com doença de Chagas, tanto na forma indeterminada como na cardiopatia chagásica (com e sem disfunção ventricular esquerda). A pesquisa de fibrose foi feita pela aquisição de imagens em ressonância magnética com a técnica de realce tardio. Os autores reportam o achado de realce tardio compatível com fibrose em 41% dos pacientes com a forma indeterminada, valor semelhante ao encontrado em pacientes com cardiopatia sem disfunção ventricular. Como importante achado adicional, foram também semelhantes entre os grupos outras variáveis, como as características clínicas, nível de peptídeo natriurético tipo B, troponina, interleucinas 2, 4, 6 e 10, fator de necrose tumoral alfa e interferon gama.

[…]

  • Diagnóstico por Imagem
  • Disfunção Ventricular
  • Doença de Chagas/fisiopatologia
  • Epidemiologia
  • Fibrose Endomiocárdica
  • Miocardiopatia Chagásica
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01/02/2018 DOI: 10.5935/abc.20180027 Visualizações 1
Mudança do modo VVI para DDD ("upgrade") na troca eletiva do gerador de pulsos: análise comparativa clínico-funcional
ABC
Artigo Original

Mudança do modo VVI para DDD ("upgrade") na troca eletiva do gerador de pulsos: análise comparativa clínico-funcional

Luiz Antonio Castilho Teno et al. Roberto Costa Martino Martinelli Filho Fabian Cecchi Teno Castilho Ivan Ruiz

OBJETIVO: Comparar o comportamento clínico e funcional dos modos de estimulação ventricular e atrioventricular na troca eletiva do gerador de pulsos em pacientes com cardiopatia chagásica e bloqueio atrioventricular. MÉTODOS: Foram estudados comparativamente sob estimulação ventricular e atrioventricular 27 pacientes, inicialmente na inclusão do estudo e alternadamente no modo ventricular e atrioventricular em duas fases com duração de 90 dias, considerando: o comportamento clínico, avaliado pela qualidade de vida e classe funcional, e o comportamento funcional, avaliado pela ecocardiografia transtorácica e pelo teste de caminhada de seis minutos. A análise estatística foi realizada na condição basal, modo ventricular e modo atrioventricular, utilizando-se o teste qui-quadrado e a análise de variância para medidas repetidas, considerando-se nível de significância de 0,05. RESULTADOS: A média das medidas avaliadas na qualidade de vida foram: capacidade funcional (VVI 71,3+/-18,2 , DDD 69,3+/-20,4), estado geral (VVI 68,1+/-21,8 , DDD 69,4+/-19,4) e vitalidade (VVI 64,8+/-24,6 , DDD 67,6+/-25,5); na ecocardiografia: FEVE (VVI 52,5+/-12,8 , DDD 51,8+/-14,9), DDFVE (VVI 53,0+/-7,7 , DDD 42,4+/-7,8), AE (VVI 38,6+/-5,4 DDD 38,5+/-5,1) e no teste de caminhada de seis minutos: distância percorrida (VVI 463,4+/-84,7 , DDD 462,6+/-63,4). Houve quatro casos de complicações: três associadas à mudança de modo de estimulação. CONCLUSÃO: Não houve diferença entre os dois modos de estimulação, no comportamento clínico, avaliado pela qualidade de vida e classe funcional e no comportamento funcional, avaliado pela ecocardiografia e pelo teste de caminhada de seis minutos.

  • bloqueio cardíaco
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Marcapasso Artificial
  • Miocardiopatia Chagásica
  • Qualidade de Vida
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22/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000200001 Visualizações 2
ABC
Artigo Original

Aspectos clínicos e terapêuticos da insuficiência cardíaca por doença de Chagas

Julio Cesar Vieira Braga et al. Francisco Reis Roque Aras Nei Dantas Costa … Claudilson Bastos Renata Silva Alana Soares Ademir Moura Júnior Silvana Ásfora Adriana Lopes Latado

OBJETIVO: Descrever as características clínicas e terapêuticas de pacientes com insuficiência cardíaca (IC) secundária a miocardiopatia chagásica crônica, bem como avaliar se estas são diferentes nas demais etiologias. MÉTODOS: Foram analisados prospectivamente pacientes atendidos no período de agosto de 2003 a junho de 2004, em um ambulatório de referência para IC. RESULTADOS: Foram incluídos 356 pacientes com o diagnóstico de IC. Miocardiopatia chagásica foi a etiologia mais freqüente, (48% dos casos). Outras etiologias foram miocardiopatia hipertensiva em 19%, dilatada idiopática em 11%, e isquêmica em 9%. Pacientes com IC secundária a miocardiopatia chagásica tinham com maior freqüência etnia não-branca (88 x 75%; p = 0,002), história familiar de doença de Chagas (57 x 21%; p = 0,001), maior tempo de doença (71 x 56 meses; p = 0,034), menor escolaridade (4,4 ± 4,1 x 5,7 ± 4,2 anos de estudo; p = 0,004), menor freqüência cardíaca (69 ± 12 x 73 ± 13; p = 0,03) e pressão arterial sistólica (121 ± 25 x 129 ± 28 mmHg; p = 0,006). Utilizavam com maior freqüência amiodarona (22 x 13%; p = 0,036) marcapassos artificiais (15 x 1%; p = 0,001) e com menor freqüência drogas betabloqueadoras (39 x 59%; p = 0,001). CONCLUSÃO: Nessa amostra de pacientes ambulatoriais com IC, em um estado com alta prevalência de doença de Chagas, miocardiopatia chagásica foi a etiologia mais freqüente, apresentando algumas características clínicas e terapêuticas diferentes dos demais pacientes.

  • Epidemiologia
  • Insuficiência Cardíaca
  • Miocardiopatia Chagásica
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25/04/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006000400010 Visualizações 2

Como citar este artigo

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Senra T. Ecocardiograma Transtorácico pode Substituir Radiografia de Tórax na Avaliação de Cardiomegalia na Miocardiopatia Chagásica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(1):75-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Senra, Tiago. Ecocardiograma Transtorácico pode Substituir Radiografia de Tórax na Avaliação de Cardiomegalia na Miocardiopatia Chagásica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 1, p. 75-76, fev. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Senra, T. (2021). Ecocardiograma Transtorácico pode Substituir Radiografia de Tórax na Avaliação de Cardiomegalia na Miocardiopatia Chagásica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(1), 75-76.

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Senra, Tiago. Ecocardiograma Transtorácico pode Substituir Radiografia de Tórax na Avaliação de Cardiomegalia na Miocardiopatia Chagásica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 75-76. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ecocardiograma-transtoracico-pode-substituir-radiografia-de-torax-na-avaliacao-de-cardiomegalia-na-miocardiopatia-chagasica/>. ISSN 0066-782X

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Issa VS. A Forma Indeterminada da Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(2):111-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Issa, Victor Sarli. A Forma Indeterminada da Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 2, p. 111-112, jan. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Issa, V. S. (2018). A Forma Indeterminada da Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(2), 111-112.

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Issa, Victor Sarli. A Forma Indeterminada da Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 111-112. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-forma-indeterminada-da-doenca-de-chagas/>. ISSN 0066-782X

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Teno LAC, Costa R, Martinelli Filho M, Castilho FCT, Ruiz I. Mudança do modo VVI para DDD (“upgrade”) na troca eletiva do gerador de pulsos: análise comparativa clínico-funcional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(2):128-33.

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Teno, Luiz Antonio Castilho; Costa, Roberto; Martinelli Filho, Martino; Castilho, Fabian Cecchi Teno; Ruiz, Ivan. Mudança do modo VVI para DDD (“upgrade”) na troca eletiva do gerador de pulsos: análise comparativa clínico-funcional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 2, p. 128-133, mar. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Teno, L. A. C., Costa, R., Martinelli Filho, M., Castilho, F. C. T., & Ruiz, I. (2007). Mudança do modo VVI para DDD (“upgrade”) na troca eletiva do gerador de pulsos: análise comparativa clínico-funcional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(2), 128-133.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Teno, Luiz Antonio Castilho and Costa, Roberto and Martinelli Filho, Martino and Castilho, Fabian Cecchi Teno and Ruiz, Ivan. Mudança do modo VVI para DDD (“upgrade”) na troca eletiva do gerador de pulsos: análise comparativa clínico-funcional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 128-133. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mudanca-do-modo-vvi-para-ddd-upgrade-na-troca-eletiva-do-gerador-de-pulsos-analise-comparativa-clinico-funcional/>. ISSN 0066-782X

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Braga JCV, Reis F, Aras R, Costa ND, Bastos C, Silva R, Soares A, et al. Aspectos clínicos e terapêuticos da insuficiência cardíaca por doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;86(4):297-302.

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Braga, Julio Cesar Vieira; Reis, Francisco; Aras, Roque; Costa, Nei Dantas; Bastos, Claudilson; Silva, Renata; Soares, Alana; Moura Júnior, Ademir; Ásfora, Silvana; Latado, Adriana Lopes. Aspectos clínicos e terapêuticos da insuficiência cardíaca por doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 86, n. 4, p. 297-302, abr. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Braga, J. C. V., Reis, F., Aras, R., Costa, N. D., Bastos, C., Silva, R., Soares, A., Moura Júnior, A., Ásfora, S., & Latado, A. L. (2006). Aspectos clínicos e terapêuticos da insuficiência cardíaca por doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 86(4), 297-302.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Braga, Julio Cesar Vieira and Reis, Francisco and Aras, Roque and Costa, Nei Dantas and Bastos, Claudilson and Silva, Renata and Soares, Alana and Moura Júnior, Ademir and Ásfora, Silvana and Latado, Adriana Lopes. Aspectos clínicos e terapêuticos da insuficiência cardíaca por doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 86, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 297-302. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/aspectos-clinicos-e-terapeuticos-da-insuficiencia-cardiaca-por-doenca-de-chagas/>. ISSN 0066-782X

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