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  2. Palavra-chave: Remodelamento Ventricular
Figura 1
ABC
Artigo Original

Padrões de Remodelamento Ventricular Esquerdo na Atenção Primária à Saúde

Roberto de Castro Meirelles de Almeida et al. Antonio José Lagoeiro Jorge Maria Luiza Garcia Rosa Adson Renato Leite … Dayse Mary S. Correia Evandro Tinoco Mesquita Sergio Chermont Jocemir Ronaldo Lugon Wolney de Andrade Martins

Resumo

Fundamento:

O remodelamento ventricular esquerdo (RVE) está relacionado a desfechos não fatais e fatais.

Objetivo:

Descrever os padrões geométricos do VE e suas associações.

Métodos:

Um total de 636 indivíduos entre 45 e 99 anos no Rio de Janeiro, Brasil, foi submetido a avaliação clínica, exames laboratoriais, eletrocardiograma e ecocardiograma com Doppler tecidual (EDT). A diferença entre as categorias foi testada com Kruskall-Wallis com testes post hoc, uma vez que todas as variáveis estudadas não são normalmente distribuídas e o qui-quadrado de Pearson (variáveis categóricas). As ORs brutas e ajustadas foram estimadas por regressão logística. O nível de significância foi de 5% para todos os testes. Os indivíduos tinham RVE caracterizada como: geometria normal (GN), remodelamento concêntrico (RC), hipertrofia concêntrica (HC) e hipertrofia excêntrica (HE).

Resultados:

A prevalência de padrões alterados foi de 33%. Os sujeitos apresentaram GN (n = 423; 67%); HE (n = 186; 29%); HC (n = 14; 2%); e RC (n = 13; 2%). As variáveis sexo, idade, escolaridade e razão albumina/creatinina (A/C) mostraram relação com a chance de HE, mesmo após o ajuste.

Conclusão:

Aproximadamente um terço dos indivíduos estudados apresentavam RVE e corriam risco de desenvolver insuficiência cardíaca. A/C alterada na urina foi associada à HE, indicando uma relação precoce entre disfunção cardíaca e renal.

  • Comorbidade
  • Doenças Cardiovasculares/fisiopatologia
  • Fatores de Risco/complicações
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
  • Insuficiência Cardíaca
  • Insuficiência Renal
  • Remodelamento Ventricular
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10/02/2020 DOI: 10.36660/abc.20180258 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Eficácia, Segurança e Desempenho da Estimulação Ventricular Esquerda versus Direita em Pacientes com Bradiarritmias: Ensaio Clínico Randomizado

Elizabeth Sartori Crevelari et al. Katia Regina da Silva Caio Marcos de Moraes Albertini Marcelo Luiz Campos Vieira … Martino Martinelli Filho Roberto Costa

Resumo

Fundamento:

Considerando-se os potenciais efeitos deletérios da estimulação do ventrículo direito (VD), a hipótese desse estudo é que a estimulação unifocal ventricular esquerda pelo seio coronário é segura e pode proporcionar melhores benefícios clínicos e ecocardiográficos aos pacientes com bradiarritmias que apresentam função ventricular normal, necessitando apenas da correção da frequência cardíaca.

Objetivos:

Avaliar a segurança, a eficácia e os efeitos da estimulação do ventrículo esquerdo (VE), utilizando um cabo-eletrodo com fixação ativa, em comparação à estimulação do VD.

Métodos:

Estudo clínico, randomizado, simples-cego em pacientes adultos com indicação de marca-passo (MP) devido a bradiarritmias e função ventricular sistólica ≥ 0,40. A randomização aleatória (VD vs VE) ocorreu antes do procedimento. Os desfechos primários do estudo foram: o sucesso, a segurança e a eficácia do procedimento proposto. Os desfechos secundários foram: a evolução clínica e alterações ecocardiográficas. Empregou-se os testes Qui-quadrado, Exato de Fisher e t de Student, com nível de significância de 5%.

Resultados:

De junho de 2012 a janeiro de 2014 foram incluídos 91 pacientes, sendo 36 no grupo VD e 55 no grupo VE. As características basais dos pacientes dos dois grupos foram similares. O implante de MP foi realizado com sucesso e sem nenhuma intercorrência em todos os pacientes do grupo VD. Dos 55 pacientes inicialmente alocados para o grupo VE, o implante do cabo-eletrodo em veias coronárias não foi possível em 20 (36,4%) pacientes. Dentre os 35 pacientes que permaneceram com o cabo-eletrodo no VE, a estimulação frênica foi a complicação mais frequente e foi detectada em 9 (25,7%) pacientes. Na fase de seguimento clínico, não houve hospitalizações por insuficiência cardíaca. Reduções superiores a 10% na fração de ejeção do VE foram observadas em 23,5% dos pacientes do grupo VD e em 20,6% dos pacientes do grupo VE (p = 0,767). A análise feita pelo Doppler tecidual mostrou que 91,2% dos indivíduos do grupo VD e 68,8% dos do grupo VE apresentaram dissincronia interventricular (p = 0,022).

Conclusões:

A taxa de sucesso do implante no VE foi baixa e a segurança do procedimento foi influenciada, principalmente, pela alta taxa de estimulação frênica no pós-operatório.

  • Arritmias Cardíacas
  • Bradicardia
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • Marca-passo Artificial
  • Remodelamento Ventricular
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15/04/2019 DOI: 10.5935/abc.20180275 Visualizações 1
ABC
Editorial

A Natureza do Remodelamento Cardíaco Induzido por Exercício Físico: Mais Evidências em Direção à Adaptação Normal do Coração

Lucas Helal et al. Anderson Donelli da Silveira

O remodelamento cardíaco devido à sobrecarga pelo treinamento físico (o assim chamado “coração do atleta”) tem sido amplamente investigado desde os anos 70 pela comunidade acadêmica e é tema de pesquisa até os dias de hoje. Diferenciar as respostas adaptativas normais (“benignas”) das anormais continua sendo um desafio. Aqui abordamos algumas questões importantes relacionadas à discussão sobre remodelamento cardíaco induzido por exercício, recentemente revisitada por Vidaletti-Silva et al. nesta edição.

Em termos de adaptações morfológicas, a hipertrofia atrial e ventricular esquerda chama a atenção devido à sua possível associação com o aparecimento de taquiarritmias supraventriculares e também de arritmias ventriculares, que podem resultar em eventos indesejáveis.

[…]

  • Arritmias Cardíacas
  • Corrida
  • Exercício
  • Levantamento de Peso
  • Pressão Arterial
  • Remodelamento Atrial
  • Remodelamento Cardíaco
  • Remodelamento Ventricular
  • Técnicas de Exercício e Movimento
  • Treinamento de Resistência
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01/12/2018 DOI: 10.5935/abc.20180238
O miocárdio na tetralogia de Fallot: estudo histológico e morfométrico
ABC
Artigo Original

O miocárdio na tetralogia de Fallot: estudo histológico e morfométrico

Maria Cecília Knoll Farah et al. Cláudia Regina Pinheiro de Castro Valéria Mello Moreira Arlindo de Almeida Riso … Antonio Augusto Barbosa Lopes Vera Demarchi Aiello

FUNDAMENTO: Pacientes com tetralogia de Fallot freqüentemente cursam com disfunção ventricular no período pós-operatório. A base histológica dessa alteração funcional tem sido pouco estudada. OBJETIVO: Avaliar, em espécimes anatômicos, o remodelamento miocárdico comparando as regiões subepicárdica e subendocárdica, especialmente por esta última ser facilmente abordável por meio de biópsias endomiocárdicas. MÉTODOS:Análises em cortes transmurais de miocárdio da via de entrada, parede anterior e infundíbulo do ventrículo direito (VD) e da parede livre do esquerdo (VE), foram avaliados quanto ao grau de hipertrofia de cardiomiócitos, de vascularização e fibrose intersticial. RESULTADOS:O diâmetro médio dos cardiomiócitos do subendocárdio é semelhante ao do subepicárdio em todas as regiões, com exceção do infundíbulo do VD, em que os subendocárdicos se mostraram significativamente maiores em relação aos do subepicárdio (p=0,007). A quantidade de colágeno intersticial encontra-se nos limites superiores do normal e foi similar nas camadas subendocárdicas, comparada à subpericárdica de cada região, sendo, todavia, maior na via de entrada e na parede anterior do VD, do que na parede lateral do VE. A densidade numérica de capilares do subendocárdio foi semelhante à do subepicárdio e esteve menor que a média menos dois desvios-padrão do normal em todas as regiões e camadas, com exceção do infundíbulo, em que o subepicárdio mostrava valores normais e o subendocárdio valores menores que a média menos dois desvios-padrão. CONCLUSÃO: As alterações do miocárdio pós-natal na tetralogia de Fallot estão distribuídas homogeneamente nas metades subepicárdica e subendocárdica das paredes ventriculares, com exceção do infundíbulo, que apresenta características peculiares de remodelamento e que, portanto, não é representativo das demais regiões e camadas ventriculares para estudos morfométricos.

  • Cardiomegalia
  • Cardiopatias Congênitas
  • Miocárdio
  • morfometria
  • Remodelamento Ventricular
  • Tetralogia de Fallot
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17/04/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000300002
Ativação da enzima conversora de angiotensina no coração após infarto do miocárdio e suas repercussões no remodelamento ventricular
ABC
Artigo Original

Ativação da enzima conversora de angiotensina no coração após infarto do miocárdio e suas repercussões no remodelamento ventricular

José Geraldo Mill et al. Maria da Conceição Milanez Vera Cristina W. Busatto Andréa Cruz de Moraes Maria da Glória S. Gomes

OBJETIVO: Determinar as alterações de atividade da enzima conversora de angiotensina (ECA) no coração com infarto do miocárdio (IM) e comparar os efeitos do captopril e losartan em parâmetros morfológicos e funcionais de ratos com IM. MÉTODOS: O IM foi produzido em ratos Wistar por ligadura de ramos da artéria coronária esquerda. Os controles (Con) foram submetidos a uma cirurgia fictícia. Animais com IM e Con foram tratados com captopril (30mg/kg/dia) ou losartan (15mg/kg/dia) e estudados 30 dias após, determinando-se a atividade da ECA nos ventrículos direito (VD) e esquerdo (VE), as alterações hemodinâmicas e as concentrações de hidroxiprolina (OH-Pro) e proteína total no VD e VE. RESULTADOS: A atividade da ECA aumentou no VD (+25%) e VE (+70%) após IM. A maior atividade foi observada na cicatriz fibrótica, onde atingiu cerca de 4,5 vezes a do músculo do VE que sobreviveu ao IM (420±68 vs 94±8nmoles/g/min; P<0,01). O IM determinou aumento da pressão diastólica final e hipertrofia do VD e VE. Captopril e losartan foram igualmente eficazes em atenuar a hipertrofia e o aumento da pré-carga. O captopril também atenuou o aumento de OH-Pro no VD e VE após IM. O IM reduziu a concentração de proteína principalmente no músculo de VE, efeito esse acentuado pelo captopril. CONCLUSÃO: A grande atividade da ECA na cicatriz deve produzir altas concentrações de angiotensina II (AII) no sangue que drena da cicatriz. Os efeitos dos inibidores da ECA seriam decorrentes, principalmente, da redução de geração local de AII, e não de aumento de cininas, uma vez que captopril e losartan exerceram efeitos similares no remodelamento pós-infarto.

  • angiotensina II
  • Infarto Do Miocárdio
  • Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina
  • Remodelamento Ventricular
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14/02/2001 DOI: 10.1590/S0066-782X1997000800005 Visualizações 3

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Almeida RCM, Jorge AJL, Rosa MLG, Leite AR, Correia DMS, Mesquita ET, Chermont S, et al. Padrões de Remodelamento Ventricular Esquerdo na Atenção Primária à Saúde. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(1):59-65.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Almeida, Roberto de Castro Meirelles de; Jorge, Antonio José Lagoeiro; Rosa, Maria Luiza Garcia; Leite, Adson Renato; Correia, Dayse Mary S.; Mesquita, Evandro Tinoco; Chermont, Sergio; Lugon, Jocemir Ronaldo; Martins, Wolney de Andrade. Padrões de Remodelamento Ventricular Esquerdo na Atenção Primária à Saúde. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 1, p. 59-65, fev. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Almeida, R. C. M. , Jorge, A. J. L., Rosa, M. L. G., Leite, A. R., Correia, D. M. S., Mesquita, E. T., Chermont, S., Lugon, J. R., & Martins, W. A. (2020). Padrões de Remodelamento Ventricular Esquerdo na Atenção Primária à Saúde. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(1), 59-65.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Almeida, Roberto de Castro Meirelles de and Jorge, Antonio José Lagoeiro and Rosa, Maria Luiza Garcia and Leite, Adson Renato and Correia, Dayse Mary S. and Mesquita, Evandro Tinoco and Chermont, Sergio and Lugon, Jocemir Ronaldo and Martins, Wolney de Andrade. Padrões de Remodelamento Ventricular Esquerdo na Atenção Primária à Saúde. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 59-65. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/padroes-de-remodelamento-ventricular-esquerdo-na-atencao-primaria-a-saude/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Crevelari ES, Silva KR, Albertini CMM, Vieira MLC, Martinelli Filho M, Costa R. Eficácia, Segurança e Desempenho da Estimulação Ventricular Esquerda versus Direita em Pacientes com Bradiarritmias: Ensaio Clínico Randomizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(4):410-21.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Crevelari, Elizabeth Sartori; Silva, Katia Regina da; Albertini, Caio Marcos de Moraes; Vieira, Marcelo Luiz Campos; Martinelli Filho, Martino; Costa, Roberto. Eficácia, Segurança e Desempenho da Estimulação Ventricular Esquerda versus Direita em Pacientes com Bradiarritmias: Ensaio Clínico Randomizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 4, p. 410-421, abr. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Crevelari, E. S., Silva, K. R. , Albertini, C. M. M., Vieira, M. L. C., Martinelli Filho, M., & Costa, R. (2019). Eficácia, Segurança e Desempenho da Estimulação Ventricular Esquerda versus Direita em Pacientes com Bradiarritmias: Ensaio Clínico Randomizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(4), 410-421.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Crevelari, Elizabeth Sartori and Silva, Katia Regina da and Albertini, Caio Marcos de Moraes and Vieira, Marcelo Luiz Campos and Martinelli Filho, Martino and Costa, Roberto. Eficácia, Segurança e Desempenho da Estimulação Ventricular Esquerda versus Direita em Pacientes com Bradiarritmias: Ensaio Clínico Randomizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 410-421. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/eficacia-seguranca-e-desempenho-da-estimulacao-ventricular-esquerda-versus-direita-em-pacientes-com-bradiarritmias-ensaio-clinico-randomizado/>. ISSN 0066-782X

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Helal L, Silveira AD. A Natureza do Remodelamento Cardíaco Induzido por Exercício Físico: Mais Evidências em Direção à Adaptação Normal do Coração. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(6):782.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Helal, Lucas; Silveira, Anderson Donelli da. A Natureza do Remodelamento Cardíaco Induzido por Exercício Físico: Mais Evidências em Direção à Adaptação Normal do Coração. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 6, p. 782-782, nov. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Helal, L., & Silveira, A. D. (2018). A Natureza do Remodelamento Cardíaco Induzido por Exercício Físico: Mais Evidências em Direção à Adaptação Normal do Coração. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(6), 782-782.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Helal, Lucas and Silveira, Anderson Donelli da. A Natureza do Remodelamento Cardíaco Induzido por Exercício Físico: Mais Evidências em Direção à Adaptação Normal do Coração. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 782-782. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-natureza-do-remodelamento-cardiaco-induzido-por-exercicio-fisico-mais-evidencias-em-direcao-a-adaptacao-normal-do-coracao/>. ISSN 0066-782X

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Farah MCK, Castro CRP, Moreira VM, Riso AA, Lopes AAB, Aiello VD. O miocárdio na tetralogia de Fallot: estudo histológico e morfométrico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(3):169-77.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Farah, Maria Cecília Knoll; Castro, Cláudia Regina Pinheiro de; Moreira, Valéria Mello; Riso, Arlindo de Almeida; Lopes, Antonio Augusto Barbosa; Aiello, Vera Demarchi. O miocárdio na tetralogia de Fallot: estudo histológico e morfométrico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 3, p. 169-177, abr. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Farah, M. C. K., Castro, C. R. P. , Moreira, V. M., Riso, A. A., Lopes, A. A. B., & Aiello, V. D. (2009). O miocárdio na tetralogia de Fallot: estudo histológico e morfométrico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(3), 169-177.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Farah, Maria Cecília Knoll and Castro, Cláudia Regina Pinheiro de and Moreira, Valéria Mello and Riso, Arlindo de Almeida and Lopes, Antonio Augusto Barbosa and Aiello, Vera Demarchi. O miocárdio na tetralogia de Fallot: estudo histológico e morfométrico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 169-177. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-miocardio-na-tetralogia-de-fallot-estudo-histologico-e-morfometrico/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mill JG, Milanez MC, Busatto VCW, Moraes AC, Gomes MGS. Ativação da enzima conversora de angiotensina no coração após infarto do miocárdio e suas repercussões no remodelamento ventricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2001;69(2):101-10.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mill, José Geraldo; Milanez, Maria da Conceição; Busatto, Vera Cristina W.; Moraes, Andréa Cruz de; Gomes, Maria da Glória S.. Ativação da enzima conversora de angiotensina no coração após infarto do miocárdio e suas repercussões no remodelamento ventricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 69, n. 2, p. 101-110, fev. 2001.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mill, J. G., Milanez, M. C., Busatto, V. C. W., Moraes, A. C. , & Gomes, M. G. S. (2001). Ativação da enzima conversora de angiotensina no coração após infarto do miocárdio e suas repercussões no remodelamento ventricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 69(2), 101-110.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mill, José Geraldo and Milanez, Maria da Conceição and Busatto, Vera Cristina W. and Moraes, Andréa Cruz de and Gomes, Maria da Glória S.. Ativação da enzima conversora de angiotensina no coração após infarto do miocárdio e suas repercussões no remodelamento ventricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2001, vol. 69, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 101-110. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ativacao-da-enzima-conversora-de-angiotensina-no-coracao-apos-infarto-do-miocardio-e-suas-repercussoes-no-remodelamento-ventricular/>. ISSN 0066-782X

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